Portfolio maria tereza loula

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  • 1. EXCLUSIVO: Edição 01 – Ano 01 – N° 01 – 08/03/2010 TUDO SOBRE PPES II O ESTÁGIO NO COLÉGIO ENSINAR É VIVER. A sua revista pedagógica! R$ 1,99
  • 2. Universidade do Estado da Bahia – UNEB Campus II – Alagoinhas Departamento de Ciências Exatas e da Terra – DCET Este portfólio está sendo apresentado como requisito parcial para obtenção de nota no componente curricular Prática Pedagógica e Estágio Supervisionado II, sob regência da Professora Claúdia Regina Souza, a qualquer uso deste material e/ou partes deve ser dado o crédito ao autor. Boa leitura! Maria Tereza Loula, CRIADORA E REDATORA
  • 3. O estágio supervisionado é uma atividade adotada pelos cursos de exercício prático. O estágio, então, torna-se uma etapa que estimula a licenciatura que visam prioritariamente continuidade da formação deste um exercício prático, uma situação de profissional, que o instiga a buscar, a aprendizagem, para a formação de pesquisar e a planejar. Essa formação professores. Sua realização é inicial seria apenas um dos contextos fundamental para estimular e da formação e não a sua formação determinar a qualidade da atuação terminal. deste profissional, haja vista o contato Na construção do conhecimento real com diversas situações e na formação de pessoas é cada vez Dentre os vários sentidos mais importante a presença do produzidos sobre a palavra estágio o docente, portanto a formação que mais se aproxima da acepção acadêmica do educador deve ser adotada para a formação de construída através de uma boa professores do curso de Licenciatura fundamentação teórica e prática. em Ciências Biológicas é a de uma situação de aprendizagem, um 1
  • 4. O Estágio é um período de permanência, absorção, elaboração e estudantes o Estágio II é importante, pois através do convívio semanal com re-elaboração do conhecimento em os alunos e com o professor podemos ambiente real de trabalho, com a re/conhecer os problemas e as finalidade de vislumbrar possibilidades dificuldades existentes em uma e desafios, possibilitando a construção escola, seja ela pública ou não. da identidade do professor, o que Outro ponto de relevância no remete à necessidade de constante Estágio é o fato de estarmos sendo reflexão e análise crítica da prática sempre instigados a pensar a respeito profissional. Durante esse período há do que está sendo realizado em sala um grande contato com a realidade de aula e de como isso poderia educacional, especialmente nos melhorar na nossa prática de ensino, aspectos que dizem respeito às dessa maneira construímos nossas situações que envolvem professor e próprias condutas afetivas, cognitivas aluno. e técnicas. A percepção do ensino na A observação das aulas prática foi importante para saber qual durante o Estágio Supervisionado II é a forma de trabalhar os conteúdos da de extrema importância, pois, no caso melhor maneira possível para que o em que a turma observada venha a resultado no final do processo ser a turma em que o regente irá atuar educacional possa ser alcançado. nos seus estágios de docência, é o período que o futuro regente pode começar a conhecer a sua turma um pouco mais e os estudantes podem se familiarizar com o novo professor, já que para os estudantes as mudanças são sempre “complicadas”; além dessa familiarização com os 2
  • 5. O Colégio O estágio supervisionado II foi realizado no Colégio Estadual Ensina é viver, situado à 3ª Travessa Pedagogia é amor, bairro Felicidade, na cidade de Alagoinhas Bahia, CEP 48000000. O colégio está instalado num prédio relativamente antigo. Possui uma sala de Direção, uma sala de professores, uma secretaria, 10 salas de aula, uma biblioteca, uma cozinha/cantina, um almoxarifado, O colégio não possui nem um tipo de um arquivo morto, uma quadra de esportes, dois laboratório de informática ou de ciências, havendo banheiros em funcionamento para alunos e mais um computadores somente na sala do diretor e na para professores e funcionários. sala dos professores, aos quais os alunos não tem As salas de aula são bem iluminadas, arejadas acesso. Há monitoramento dos alunos nos por meio de grandes janelas que foram trocadas corredores e áreas de recreação do Colégio por recentemente, e possuem carteiras suficientes para o meio de câmeras de segurança que são número de alunos de cada turma. conectadas a sala do diretor. A professora A professora Adriana, é formada em Ciências Naturais com ênfase em Biologia pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB, Campus II e desde a formação trabalha com ensino de ciências, biologia e química. O Livro O livro utilizado pelo Colégio nas turmas observadas é o de AMABIS, José Mariano & MARTHO, Gilberto Rodrigues. Biologia das células, 2ª ed., São Paulo: Moderna, 2004. 3
  • 6. As turmas Todas as turmas observadas pertenciam ao 1° ano do Ensino Médio. 90N1 90N2 Matriculados → 36 A turma se mostrou A turma era bastante Matriculados → 37 sempre interessada aplicada e apesar de Freqüentam → 15 no que a professora encontrarem dificul- Freqüentam → 22 Faixa etária → 18 anos falava e explicava. dades, como a presen- Faixa etária → 40 anos Houve muito interesse por parte dos alunos em ça de filhos pequenos, sempre demonstravam saber o que eu estava fazendo ao observar as bastante interesse pelos assuntos. aulas. Havia uma relação de amizade da professora com a turma. 90N3 90N4 A turma era bastante Das quatro turmas Matriculados → 35 Matriculados → 36 agitada e relapsa, observadas, essa foi a Freqüentam → 12 Freqüentam → 17 que se mostrou mais poucos demonstravam Faixa etária → 30 anos Faixa etária → 23 anos vontade de aprender, preocupada em apren- era perceptível que muitos estavam ali somente der algo, apesar de muitos dos alunos pra passar de ano e pouco se interessavam em trabalharem a tarde e chegarem ao Colégio aprender algo. Havia muito desinteresse e desres- bastante cansados. 4 peito pela professora.
  • 7. Horário: 19:00 as 19:40 Dia 27/10 – 90N4 19:40 as 20:20 A aula começou com 20 minutos de atraso A professora demonstra bastante paciência em explicar o que estava no quadro. Observo que ela (19:20) já que a professora só chegou no Colégio por volta de 19:15. Estavam presentes na sala somente 10 utiliza pouco ou nenhum desenho para ilustrar o alunos. A professora explicou que o assunto a ser assunto. abordado seria “Características dos cromossomos”, dando continuidade ao assunto que a turma viu anteriormente e escreveu no quadro um esquema com Cromossomos o assunto. Ao fim do primeiro horário de aula noto que os alunos ainda copiavam o esquema do quadro, assim a professora ficou impossibilitada de fazer a explicação. Em conversa pessoal com a professora, ela salienta que os esquemas escritos no quadro, feitos anteriormente por ela e copiados no papel, são um breve resumo do livro didático, já que este não é trazido pra sala de aula pelos alunos. Para explicar um assunto desse tipo eu utilizaria o máximo de figuras possíveis, por exemplo, painéis e desenhos ampliados. Como é conhecido o fato dos alunos não levarem o livro didático, eu faria apostilas com bastante ilustrações, charges e desenhos, que seriam impressas no próprio Colégio, uma opção para reduzir gastos seria formular as apostilas para serem trabalhas em grupos de aproximadamente 3 alunos. Segundo Maia & Schimin (2006) a utilização de provocando nos mesmos muitas vezes, uma ilustrações como um recurso didático-pedagógico é assimilação de conceitos não verificada quando de fácil utilização em sala de aula, e pode ser utiliza-se somente linguagem verbal. confeccionado pelo professor e alunos, auxiliando na Em teste realizado por Charréu & Barreto compreensão de diversos assuntos da disciplina de (2007), alunos disseram que as imagens e as biologia. O uso deste recurso para o ensino de ilustrações foram importantes para o seus bons biologia, assim como para outras disciplinas, desempenhos. Elas tornaram a informação mais apresenta um aspecto interessante, visto que é um legível e explícita, descomplicaram as questões e recurso amplamente conhecido, encontrado em auxiliaram. Para eles um teste se torna mais fácil se jornais, revistas, internet e diversos outros locais, contiver imagens. tratando dos mais diversos temas e, de forma lúdica, trazendo as mais diversas mensagens que são compreendidas e interpretadas pelos jovens, 5
  • 8. Dia 28/10 – 90N1 Horário: 19:00 as 19:40 19:40 as 20:20 A aula começou com 15 minutos de atraso, comum, o que ela lamenta, já que o livro didático com isso, percebo que a professora sempre chega usado é muito bom, com ótimas abordagens e “em cima” do horário. Ao esperar na sala de ilustrações. professores, percebi também que isso não é uma Quando os estudantes ainda estavam prática somente desta professora e sim dos resolvendo as questões, alunos da turma 90N2 professores em geral que lecionam naquele interromperam a aula pedindo que a professora Colégio. adiantasse a aula na turma deles, já que Estavam presentes na sala somente 10 determinado professor faltou, deixando eles com alunos. A professora explicou a eles que naquele tempo livre. Satisfazendo o pedido dos alunos a dia eles fariam a resolução de questões professora avisou que teria que deixar os relacionadas ao assunto explicado anteriormente estudantes da 90N1 solucionando o exercício (Características dos cromossomos), essas sozinhos, enquanto ia para aula da turma seguinte. questões foram retiradas do livro didático e - escolhidas pela professora. Como nem todos os Questões do exercício: alunos levaram o livro, a professora propõe que - Diferencie célula haplóide de célula diplóide. estes se reúnam em dupla, trio ou até quarteto, - O que é gene? para que não deixem de resolver o exercício. Antes, - O que são autossomos? reclama que os alunos mais uma vez não levaram o - O que são cromossomos sexuais? livro e comenta comigo que esta é uma prática Ao invés de pedir para os alunos resolverem as zariam o primeiro horário para montar um modelo questões do livro em sala de aula, faria com que eles cromossômico sem o auxilio do livro didático, apenas demonstrassem o quanto compreenderam o assunto com a orientação da professora; no segundo horário através de uma atividade lúdica. Pediria que os alunos cada equipe explicaria como ocorreu a produção, levassem materiais como arame, fita adesiva, barbante, mostrando assim o que de fato aprenderam com a cola. Com esses materiais, ou outros sugeridos pelos aula, as dúvidas seria então retiradas nesse segundo próprios alunos, equipes com no máximo 3 alunos, utili- momento. Como foi mostrado na descrição da aula, a orientações metodológicas explicitadas ou implícitas professora dá bastante valor ao livro didático fazendo na obra. questão de utilizá-lo em suas aulas. Megid Neto & Fracalanza, 2003 criticam o livro Com base em estudo avaliativo de coleções didático notando que ele acaba por se configurar, na didáticas de Ciências, Amaral & Megid Neto (1997 apud prática escolar, como um material de consulta e apoio MEGID NETO & FRACALANZA, 2003) consideram que os pedagógico à semelhança dos livros paradidáticos e autores de livros didáticos procuram incorporar os outros tantos materiais de ensino. Introduz ou reforça fundamentos conceituais e os avanços educacionais na equívocos, estereótipos e mitificações com respeito área de Ciências, tanto nas páginas iniciais das às concepções de ciência, ambiente, saúde, ser coleções, quanto nas explicações e na introdução da humano, tecnologia, entre outras concepções de base obra ao professor e aluno. Contudo, a implementação intrínsecas ao ensino de Ciências Naturais. dessas idéias usualmente não se efetiva no texto do 6 livro, nas atividades propostas, nem ao menos nas
  • 9. Dia 28/10 – 90N2 Horário: 20:20 as 21:00 A professora adiantou a aula e começou as 20:00h. Me surpreendi com a quantidade de alunos presentes, 17 alunos, o que é uma freqüência boa, visto o número de alunos das salas que observei anteriormente. A professora explica brevemente o assunto “Características dos Cromossomos” fazendo um esquema no quadro e pedindo que os alunos copiem no caderno. Surpreendentemente, a aula durou somente 20 minutos, terminando as 20:20h. Em vista do curto tempo de duração da aula, já que colorido e em cada uma delas os alunos escreveriam o essa é uma aula “fragmentada”, eu explicaria o assunto que sabiam ou achavam sobre determinados tópicos do por meio também de uma aula expositiva, mas para assunto, depois da explicação passaria a segunda caixa saber se os alunos realmente conseguiram entender do “depois”, num segundo momento as caixas seriam algo do assunto eu utilizaria o método da “caixa do antes abertas e as respostas comparadas, havendo dessa e depois”, antes de iniciar o assunto eu passaria uma maneira uma discussão e revisão do assunto. caixa do “antes”com pequenos pedaços de papel Aula expositiva é aquela atividade onde o O que caracteriza a aula expositiva é haver professor discorre sobre um tema, com a ajuda ou não um professor que discorre ou expõe determinado de suportes tecnológicos: giz e quadro, transparências, tema a um grupo de alunos. episcópio, diapositivos, demonstrações, multimídia. A aula expositiva dialógica inaugura outro significado para atuação do professor e do aluno ao instituir o diálogo como mediador do trabalho em sala de aula. Nesse sentido a discussão é utilizada como estratégia para o aluno confrontar suas idéias com os pensamentos de seus interlocutores (professor, colega, textos de referência, atividades práticas etc) num processo cujo objetivo é tornar mais profundos e complexos os conhecimentos que o estudante possui sobre o tema abordado (LIMA & FREITAS, 2000) 7
  • 10. Dia 28/10 – 90N3 Horário: 21:00 as 21:40 21:40 as 22:20 A aula começou as 21:00h. Estavam Durante muitos momentos os alunos conversavam entre si e riam em voz alta, a professora somente presentes na sala de aula apenas 09 alunos. O assunto foi o mesmo das outras turmas: olhava como se não pudesse resolver aquela Características dos cromossomos. A professora situação. repetiu no quadro esquema utilizado nas outras O exercício, que turmas. nas outras turmas foi Alguns dos alunos que estavam presentes na solucionado em sala sala, não prestavam atenção na explicação da de aula, nessa turma é professora, conversando muito e utilizando a TV do escolhido para ser celular com som alto. A professora chamou a atenção resolvido em casa. desses alunos, que continuaram a utilizar o celular como se a professora nem estivesse em sala de aula. No caso dessa turma, visivelmente menos entender o porquê do comportamento e descaso desses interessada eu utilizaria o mesmo esquema da turma alunos. Uma alternativa para chamar atenção desses 90N4, empregaria o máximo de figuras possíveis como alunos que utilizavam o telefone celular em sala, sem painéis e desenhos ampliados. Como é conhecido o fato parecer rude ou grosseria, seria também utilizar o celular, dos alunos não levarem o livro didático, eu faria apostilas no mínimo esse ato chamaria atenção para a professora com bastante ilustrações, charges e desenhos. e aí então poderia se conversar sobre o quanto é Em relação do comportamento dos alunos eu incômodo a atitude que esse alunos estavam tendo. tentaria impor autoridade através de diálogo, procuraria A questão da autoridade emerge no discurso da clara consciência de que, naquele espaço sagrado daqueles que estão envolvidos no contexto educacional chamado de sala de aula, ele deve exercer um e está intimamente vinculada à (in)disciplina. Isto comando que demonstre sua paciência, persistência, ocorre porque o trabalho pedagógico pressupõe uma capacidade de argumentação e diálogo e, relação assimétrica de poder, na qual aquele que ensi- principalmente, experiência e inteligência. “Ganhar no Autoridade – sf. 1. Direito ou poder de fazer-se obedecer, de dar ordens, grito” ou intimidar/pressionar a partir de ameaças, tomar decisões, agir, etc. 2. Aquele que tem esse direito ou sanções e punições não poder. 3. fig. Influência, prestígio. conduz a formação integral e plena dos estudantes, Autoritário – adj. relativo a autoridade; que se firma numa autoridade pois lhes ceifa a possibilidade de forte, ditatorial; revestido de autoritarismo; dominador; impositivo; a favor aprender valores e ética ao não lhes proporcionar do princípio de submissão cega à autoridade. tratamento respeitoso e digno. na - o docente - exerce uma autoridade sobre aquele Outro aspecto muito instigante quanto à questão que aprende - o aluno (DE LA TAILLE, 1999 apud da autoridade do professor refere-se ao fato de que NOVAIS, 2004). existem professores que abdicam parcial ou totalmente Segundo Machado (2007) a autoridade do de seu direito de se fazer obedecer ou de dar ordens. E professor deve derivar de sua postura profissional, da isso também é um problema muito sério, afinal de firmeza com que esclarece conceitos, dos planos de contas, há certa ordem de acontecimentos prevista aula bem pensados e produzidos, de sua capacidade para ocorrer na escola que deriva das orientações e 8 de ouvir, de seus estudos e atualização constantes e planejamentos dos educadores.
  • 11. Horário: 19:00 as 19:40 Dia 03/11 – 90N4 19:40 as 20:20 A aula iniciou as 19:15h. A professora fez Tuner e de Klinefelter; como só haviam dois grupos, uma breve explicação sobre “Alterações trabalhou-se somente com as duas primeiras. cromossômicas na espécie humana”, relembrando A professora explicou detalhadamente a conceitos utilizados no assunto anterior. Em seguida atividade para os alunos, tirando as dúvidas que perguntou quantos alunos trouxeram os livros, das 6 alguns demonstravam ter. Em seguida, os alunos pessoas presentes apenas 2 tinham levado o livro. A copiaram a atividade, a professora ser retirou da professora questionou o porquê dos alunos não aula por aproximadamente 20 minutos. terem levado o livro e alguns responderam que nem sequer sabiam que naquele dia haveria aula de Atividade avaliativa Biologia, demonstrando falta de interesse pela disciplina. Síndrome → Colocar o nome da síndrome Em seguida a professora explicou que faria uma Características do portador → Descrever as atividade valendo 1,0 ponto sobre as alterações características no cariótipo e no portador cromossômicas, assim reuniu-se 2 grupos de 3 Cariótipo → Desenhar o cariótipo pessoas, cada um com um livro. Teriam de ser trabalhadas 3 síndromes: a Síndrome de Down, de Utilizaria a primeira aula para apresentar questões seriam digitadas em papéis retangulares. Esses papéis teóricas sobre o assunto, enfatizando as Síndrome de seriam embaralhados e entregues a cada equipe em Down, de Tuner e de Klinefelter. Num segundo uma caixa. O objetivo seria que a equipe conseguisse momento os alunos seriam convidados a participarem reunir e distinguir as características de acordo com as de um pequeno jogo: a turma seria dividida em grupos, síndromes. A pontuação seria de acordo com o número com número que variaria de acordo com o número de de erros e acertos. Durante o jogo, o livro didático estudantes presentes, características variadas (tanto no poderia servir como ferramenta de pesquisa e cariótipo, quanto no portador) das três síndromes confirmação. Os jogos ajudam a criar um entusiasmo sobre o to, destaca também, que o grande problema com os conteúdo a ser trabalhado a fim de considerar os jogos é que a competição pode desviar a atenção do interesses e as motivações dos educandos em aluno com o conceito envolvido no jogo. expressar-se, agir e interagir nas atividades lúdicas Oliveira (2001 apud Grübel & Bez, 2006) salienta realizadas na sala de aula (CHAGURI, 2006). Grübel & que mesmo reconhecendo a comunicação como uma Bez (2006) afirmam que os educadores têm papel das condições basilares para a interação humana, não fundamental, pois é através do contexto, reflexão se pode entender a produção de materiais crítica e intervenções que os jogos educativos vão pedagógicos para o processo de ensino-aprendizagem contribuir para o desenvolvimento dos educandos e a dos saberes culturais como uma simples transmissão construção da aprendizagem. Valente (1993) de um conhecimento por parte de alguns e a recepção acrescenta que existe uma grande variedade de jogos por parte de outros, mas como construções e educacionais para ensinar conceitos que podem ser reconstruções inerentes ao conhecimento e através de difíceis de serem assimilados pelo fato de não jogos é possível também construir e reconstruir existirem aplicações práticas mais imediatas. Entretan- conhecimento. 9
  • 12. Dia 04/11 – 90N1 Horário: 19:00 as 19:40 19:40 as 20:20 A aula iniciou as 19:20h. Haviam 12 alunos na aula. Ao fazer a chamada a professora comenta comigo e como os outros alunos que muitas pessoas estão faltando a aula, mesmo sendo a última unidade, quando muitos precisam de nota. A professora deu uma breve explicação sobre “Alterações cromossômicas na espécie humana”, relembrando conceitos utilizados no assunto anterior. Ela explicou que faria uma atividade valendo 1,0 ponto sobre as alterações cromossômicas (a mesma que foi utilizada na turma 90N4), assim reuniu-se grupos de 4 pessoas, cada um com um livro. Foram trabalhadas 3 síndromes: a Síndrome de Down, de Tuner e de Klinefelter. A professora explicou detalhadamente a atividade para os alunos. Em seguida, os alunos copiaram a atividade, começaram a fazê-la e em alguns momentos chamaram a professora para tirar dúvidas. Para despertar maior interesse e motivação pela em relação a diferenças de aprendizagem e respeitando aula de Biologia eu repetiria com os alunos dessa turma o tempo de assimilação e compreensão de cada turma. o jogo proposto na turma anterior, tendo sempre atenção A evasão escolar é um problema complexo e se estudar simplesmente porque acreditam que a escola relaciona com outros importantes temas da é desinteressante. A necessidade de trabalhar é pedagogia, como formas de avaliação, reprovação apontada como o segundo motivo pelo qual os escolar, currículo e disciplinas escolares. Para jovens evadem, com 27% das respostas, e a combater a evasão escolar, portanto, é preciso dificuldade de acesso à escola aparece com 10,9%. atacar em duas frentes: uma de ação imediata que busca resgatar o aluno "evadido", e outra de reestruturação interna que implica na discussão e avaliação das diversas questões enumeradas acima. (CALDAS, 2006). A falta de interesse pela escola é o principal motivo que leva o jovem brasileiro a evadir. A pesquisa Motivos da Evasão Escolar, lançada pela Fundação Getulio Vargas - FGV-RJ, revela que 40% dos jovens de 15 a 17 anos que evadem deixam de 10
  • 13. Dia 04/11 – 90N2 Horário: 20:20 as 21:00 A professora iniciou a aula as 20:20. A professora fez a chamada, estavam presentes na sala apenas 06 alunos. Percebo que há um interesse da professora em saber o que está acontecendo com os alunos que estão faltando as aulas, percebo também que a relação da professora com essa turma é bastante amigável, noto que ela conhece cada aluno pelo nome e em alguns momentos conversam sobre a vida fora da escola. Houve a correção do exercício sobre características dos cromossomos. Durante a correção, ela fez uma breve revisão do assunto, demonstrando alguns tópicos através de simples desenhos no quadro. Faria a correção do exercício de maneira que os bate-papo onde eu no lugar de professora estaria bem alunos não se sentissem intimidados ao perceber que próximos a eles, estabelecendo um contato maior com cometeram erros e nem envergonhados. Reuniria a a turma, tentando desmistificar a idéia de que o turma em um círculo, sentados nas cadeiras ou até professor esta ali somente para julgar o que os alunos mesmo no chão e essa correção seria mais como um fazem de certo ou errado. Segundo Vasconcelos et al. (2005) na interação seres humanos. Na sala de aula, os alunos não são professor-aluno, a escola enquanto instituição educativa pessoas para transforma-se em coisas, em objetos, que desempenha um papel fundamental, sendo palco das o professor pode manipular, jogar de um lado para o diversas situações que propiciam esta interação outro. O aluno não é um depósito de conhecimentos principalmente no que tange sua dimensão socializante, memorizados que não se entende, como um fichário ou a qual prepara o indivíduo para a convivência em grupo e uma gaveta (SILVA & SANTOS, 2006). em sociedade. É na escola, que a criança e o adolescente procuram buscar o atendimento de algumas de suas necessidades afetivas. O diálogo é de suma importância para a interação professor-aluno no fator psicológico, sendo vínculo entre o cognitivo e as ações concretas. Favorecer a aprendizagem a partir do diálogo é algo que não ocorre de maneira espontânea, pois requer por parte do professor, ter uma escrita e conhecimento atento da turma, uma vez que o diálogo implica que as pessoas estejam abertas a nossa idéia e formas de pensar. A relação entre professores e alunos deve ser uma relação dinâmica, como toda e qualquer relação entre 11
  • 14. Dia 04/11 – 90N3 Horário: 21:00 as 21:40 21:40 as 22:20 A aula começou as 21:20. Mesmo com o atividade para iniciar a aula. O estudo dirigido que a atraso da professora, os alunos pediram que a aula professora propõe é o mesmo das outras turmas. começasse um pouco mais tarde, pois precisavam Nenhum aluno havia levado livro, então foram pegar terminar uma atividade avaliativa de outra disciplina. emprestado de colegas das outras salas. A professora confirmou com a colega da outra A professora explicou os tópicos da atividade sobre disciplina e esperou que todos acabassem a “Alterações cromossômicas na espécie humana”. Como a turma era bastante agitada e relapsa, e jornais usados os alunos formariam equipes e para explicar o assunto “Alterações cromossômicas fariam cartazes explicando a Síndrome de Down por na espécie humana” eu tentaria utilizar um recurso meio de colagens, desenhos e pinturas. Esse cartaz didático que costuma “prender” a atenção dos alunos deveria conter as características no cariótipo, no na sala de aula, o vídeo/filme, já que a escola conta portador e sobre a inserção dos portadores na com um aparelho de TV que pode ser utilizado nas sociedade atual. A pontuação seria de acordo com a aulas. No primeiro momento da aula haveria a criatividade dos alunos e abordagens dos tópicos exibição do filme sobre o assunto e no segundo exigidos. momento a atividade avaliativa. Com uso de revistas A educação deve ter como papel principal o solicita constantemente a imaginação e reinveste a desenvolvimento do indivíduo em sua totalidade. Para afetividade com um papel de mediação primordial no tanto, ela precisa modificar-se constantemente, mundo, enquanto que a linguagem escrita desenvolve observando as mudanças ao redor, essencialmente o mais o rigor, a organização, a abstração e a análise desenvolvimento tecnológico e a influência que a lógica (MORAN, 1995). mídia exerce no dia a dia do mundo globalizado. O O meio-audiovisual não é apenas um recurso desafio dos educadores é estimular, no ambiente didático, mas através dele pode-se criar um novo escolar, o envolvimento da mídia nos objetivos meio de ajudar a (re) construção do conhecimento. a educacionais para desenvolver valores e atitudes que inserção deste recurso didático na prática contribuam para a construção da reflexão e do pedagógica, necessita que o professor venha a entendimento dos educandos (VIGLUS, 2007) compreender como ele poderá relacionar o vídeo com O vídeo parte do concreto, do visível, do os conteúdos a serem discutidos em sala, e fazer imediato, próximo, que toca todos os sentidos. Mexe com que o aluno compreenda que aquele vídeo faz com o corpo, com a pele - nos toca e "tocamos" os parte da aula. É comum os alunos imaginarem que o outros, estão ao nosso alcance através dos recortes vídeo é um mero ilustrador do discurso do professor. visuais, do close, do som estéreo envolvente. Pelo Cabe deixar claro que eles, devem estar inseridos vídeo sentimos, experimentamos sensorialmente o como ser atuante no meio tecnológico, permitindo outro, o mundo, nós mesmos. A linguagem novas formas de expressão (VASCONCELOS & LEÃO, audiovisual desenvolve múltiplas atitudes perceptivas: 2009) 12
  • 15. Horário: 19:00 as 19:40 Dia 10/11 – 90N4 19:40 as 20:20 A aula começou com 30 minutos de atraso. A Durante alguns momentos a professora saiu da professora fez a chamada e perguntou quem trouxe sala de aula e deixou os alunos sozinhos. Todos os o livro que ela havia pedido na aula passada. Dos 08 alunos fizeram a atividade proposta. alunos presentes somente 03 levaram o livro, alguns Divisão celular - Estudo dirigido: deles comentaram que não levavam o livro pra sala de aula porque geralmente iam para a escola direto 1. Importância do processo do trabalho, não tendo tempo de passar em casa 2. Ciclo celular para pegar material. A professora escreveu no 3. Interfase quadro os tópicos do estudo dirigido e explicou 4. Mitose sucintamente cada um. Ao explicar como o estudo 5. Prófase dirigido deveria ser feito, a professora atentou para 6. Metáfase que os alunos não apenas copiassem os parágrafos 7. Anáfase do livro e sim escrevessem o que entendessem. 8. Telófase Para explicar um assunto desse tipo eu os alunos fixassem o assunto eu indicaria a resolução do estudo dirigido em casa, para posterior correção utilizaria o máximo de ilustrações possíveis para que em sala de aula. os alunos pudessem compreender e visualizar os fenômenos que ocorrem na divisão celular. Para que O estudo dirigido propriamente dito ou formas precisam obedecer condições prévias de estudo, outras de estudos procuram, de certa modo, fornecer planejamento e organização para participar do estudo "balizamento didático" para o educando efetivar a sua dirigido (LIBÂNEO, 1994 apud OKANE & TAKAHASHI, 2006) aprendizagem, ao mesmo tempo que lhe vão conferindo técnicas e consciência de como estudar (NÉRICI, 1981). O estudo dirigido não é um fato educativo isolado, mas parte de uma concepção pedagógica, uma continuidade de ações de todo o processo educacional. O mau uso da estratégia observando que, quando seus princípios não estão esclarecidos, é muito provável sua má utilização. Muitas vezes é usado apenas para deixar o aluno ocupado (OKANE & TAKAHASHI, 2006). Neste método, o professor serve de orientador e facilitador da aprendizagem para que cada aluno resolva de modo relativamente independente e criador a tarefa determinada. Tanto o professor quanto o aluno 13
  • 16. Dia 11/11 – 90N1 Horário: 19:00 as 19:40 19:40 as 20:20 A aula começou com 25 minutos de atraso. atenção o processo de fecundação e desmentiu a Estavam presentes apenas 10 alunos. A professora história. escreveu no quadro o estudo dirigido (o mesmo da turma anterior) e começou a falar sobre a divisão celular e como ela é importante para o crescimento dos seres, e dá exemplo sobre o bebê da aluna grávida, explicando que uma criança nasce com torno de 50 cm e vai crescendo, não somente “esticando”, tudo isso devido as divisões celulares que ocorrem. Um dos alunos contou então uma história sobre homem “parir”, os alunos se mostraram interessados no assunto e a professora explicou com Assim como na turma anterior, eu explicaria um assunto fecundação, num segundo momento eu traria algum tipo de comentário como “BBC – Corpo Humano assunto desse tipo eu utilizando o máximo de ilustrações 2” para explicar o processo, fazendo uma junção com o possíveis para que os alunos pudessem compreender e tema proposto, que é a divisão celular. visualizar os fenômenos que ocorrem na divisão celular. Para que os alunos fixassem o assunto eu indicaria a resolução do estudo dirigido em casa, para posterior correção em sala de aula, respeitando sempre a evolução e os limites na aprendizagem de cada turma. Já que a turma demonstrou dúvidas e interesse pelo A escola é o lugar eleito socialmente para tempo e não é independente da história. Disso resulta a construção de tipos específicos de conhecimento, e é aí necessidade de uma intensa negociação de significados que a ação docente se configura como uma atividade em sala de aula (ROMANELLI, 1996) humana transformadora. Professor e aluno refletem seu contexto histórico e geográfico, trazendo experiências de vida decorrentes de suas interações sociais e com o mundo. Essa diversidade torna inevitável a existência de visões diversas sobre os fenômenos que os circundam, uma vez que o objeto de conhecimento não está solto no 14
  • 17. Dia 11/11 – 90N2 Horário: 20:20 as 21:00 A aula começou com 05 minutos de atraso. necessário ler o capítulo todo do livro, apenas os Estavam presentes 18 alunos. A professora notou tópicos que estavam no estudo dirigido. A professora que tinha uma aluna que não era da turma e pediu comentou que a célula ovo não se divide porque que ela se retirasse. Começou a correção do “Deus bate a varinha” mas sim por causa da divisão exercício sobre “Características dos cromossomos”, celular, salientou que não nega a existência de poucos alunos tinham resolvido e tinham vergonha Deus, mas que toda vez que comenta de Deus em de dizer as respostas em voz alta. Assim que aulas de Biologia acaba gerando conflito. terminou a correção a professora iniciou o estudo dirigido sobre divisão celular (o mesmo das turmas anteriores) e explicou que para respondê-lo não era Após a correção do exercício eu explicaria para os pediria que eles dividissem em grupos para produzirem alunos o que é a divisão celular e como ela ocorre, uma espécie de maquete com materiais como massa de destacando cada uma das etapas. No segundo modelar, macarrão, barbante, cola, lápis de cor etc. momento, para chamar a atenção e motivar os alunos eu A auto-estima influencia muito no rendimento escolar, pois, sem ela, pode acontecer que, mesmo o aluno sendo inteligente, encontre dificuldades na hora de aprender. Eles não se sentem atraídos pela escola, perdem o interesse e a motivação muito facilmente, não se dedicam como deveriam às tarefas escolares e se preocupam com os sentimentos que afetam a si mesmos. No ambiente escolar a auto-estima impede o bom desempenho, e o mau desempenho leva à falta de auto- estima, por isso, fica muito mais difícil resgatar seus valores (CORSI et al., 2004). 15
  • 18. Dia 11/11 – 90N3 Horário: 21:00 as 21:40 21:40 as 22:20 A aula começou as 21:10. Estavam presentes na sala 11 alunos e apenas 06 levaram o livro. A professora copiou no quadro o estudo dirigido (o mesmo das turmas anteriores) e começou a explicação. Ela salientou que a atividade é importante porque faz com que os alunos estudem e tenham a anotação no caderno. Muitos alunos conversavam e não se importavam com a explicação da professora. Durante a execução do estudo dirigido a professora permaneceu sentada e deixou que os alunos “se virassem sozinhos”. Seguindo o modelo da turma anterior, no primeiro respeitando as diferenças existentes entre as turmas. momento da aula eu explicaria para os alunos o que é a divisão celular e como ela ocorre, destacando cada uma das etapas. No segundo momento, para chamar a atenção e motivar os alunos eu pediria que eles dividissem em grupos para produzirem uma espécie de maquete com materiais como massa de modelar, macarrão, barbante, cola, lápis de cor etc., sempre Alguns materiais didáticos trazem o tema assunto abordado. Nesse contexto, é primordial que os reprodução celular numa abordagem bem completa, alunos percebam a importância da reprodução celular com desenhos e definições bem claras e textos no seu cotidiano, uma vez que a mitose é um tipo de complementares abordando temas atuais e reprodução em que a sua principal função é a de contextualizados, o que vem a facilitar o entendimento produzir células para o crescimento do indivíduo, bem do tema pelos alunos. Através dessa análise chega-se à como a reposição de células perdidas ao longo da sua conclusão de que não é a falta de materiais adequados existência. Deste modo, é necessário criar condições que podem deixar as aulas sem atrativo e pouco em sala de aula para encetar o interesse no aluno, para interessantes. Por essa razão, entende-se que seja que o mesmo aprenda e apreenda os conceitos que necessária a implementação de novas metodologias abordam a reprodução celular, sua importância e sua para que as aulas sejam atrativas e interessantes, e aplicação na vida cotidiana dos seres vivos em geral que os alunos possam realmente compreender o (GUZELLA & TASCHETTO, 2008). 16
  • 19. R eferências Bibliográficas CALDAS, E. L. Combatendo a evasão escolar. 2006. Disponível MEGID NETO, J. & FRACALANZA, H. O livro didático de em: <http://www.fpabramo.org.br/conteudo/ combatendo-evasao- ciências: problemas e soluções. Ciência & Educação, v. 9, n. escolar>. Acesso em: 13 fev. 2010. 2, p. 147-157, 2003. CHAGURI, J. P. O uso de atividades lúdicas no processo de NÉRICI, G. I. Metodologia do Ensino: uma introdução. São ensino/aprendizagem de espanhol como língua estrangeira para Paulo: Atlas, 1981. aprendizes brasileiros. [2006 ?] Disponível em <http://www.unicamp.br/iel/site/alunos/publicacoes/textos/u00004.htm NOVAIS , E. L. É possível ter autoridade em sala de aula sem >. Acesso em: 01 mar. 2010. ser autoritário? Linguagem & Ensino, v. 7, n. 1, p. 15-51, 2004. CHARRÉU, L & BARRETO, M. Imagen, Arte y Ciencia: En como la ilustración científica incrementa la adquisición cognitiva en los OKANE, E. S. H. & TAKAHASHI, R. T. O estudo dirigido como alumnos de la enseñanza básica y secundaria. In: II Congrés estratégia de ensino na educação profissional em enfermagem. d’Educació de les Arts Visuals, Barcelona, 2007. Disponível em: <>. Rev. Esc. Enferm. USP, v. 40, n. 2, p. 160-169, 2006. Acesso em: 25 jan. 2010. ROMANELLI, L. I. O papel mediador do professor no processo CORSI, S. E.; BASSO, P. D.; FECCHIO, M. Motivação em sala de de ensino-aprendizagem do conceito átomo. Química nova aula. Akrópolis, v. 12, n. 3, jul./set., 2004. na escola, n. 3, maio, 1996. Disponível em: < http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc03/pesquisa.pdf>. Acesso GUZELLA, Z. A. & TASCHETTO, O. M. Busca de novas em 06 mar 2010. metodologias para facilitar o entendimento da reprodução celular. [ 2008 ?]. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr. SILVA, A. C. & SANTOS, R, M. Relação professor aluno: gov.br/portals/pde/arquivos/1895-8.pdf>. Acesso em: 06 mar. 2010. Uma reflexão dos problemas educacionais. Trabalho de conclusão de curso (Pedagogia), Universidade da Amazônia, GRÜBEL, J. M. & BEZ, M. R. Jogos educativos. Novas Tecnologias Centro de Ciências Humanas e Educação, Pará, 2002. na Educação, v. 4, n. 2, 2006. VALENTE, J. A. Diferentes Usos do Computador na LIMA, V. M. R. & FREITAS, A. L. S. Aula expositiva. 2000. Educação. 1993. Disponível em: Disponível em: <http://fisica.uems.br/arquivos/ <http://upf.tche.br/~carolina/pos/valente.html>. Acesso em: 26 instrumentacao/Capitulo_7.pdf >. Acesso em: 01 mar. 2010. jan. 2010. MAIA, R. G. & SCHIMIN, E. S. Ilustrações: recurso didático VASCONCELOS et al. A presença do diálogo na relação facilitador no ensino de biologia. [2006 ?] Disponível em: professor-aluno. 2005. In: V Colóquio Internacional Paulo <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1082- Freire, Recife, 19 a 22 de setembro 2005. Disponível em: 4.pdf >. Acesso em: 01 mar. 2010. <http://www.paulofreire.org.br/pdf/ comunicacoes_orais/A%20PRESENÇA%20DO%20DIÁLOGO MACHADO, J. L. A. Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula: %20NA%20RELAÇÃO%20PROFESSOR-ALUNO.pdf >. repensando a relação professor-aluno. 2007. Disponível em: Acesso em 13 fev. 2010. <http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp? artigo=526 >. Acesso em: 25 jan. 2010. VASCONCELOS, F. C. G. C. & LEÃO, M. B. C. O vídeo como recurso didático para ensino de ciências: uma MORAN, J. M. O vídeo na sala de aula. Comunicação & Educação. categorização inicial. 2009. Disponível em: São Paulo, ECA-Ed. Moderna, [2]: p. 27-35, jan./abr. 1995. Disponível <http://www.eventosufrpe.com.br/jepex2009/cd/resumos/R031 em: <http://www.eca.usp.br/ prof/moran/vidsal.htm>. Acesso em: 05 5-1.pdf>. Acesso em: 25 jan. 2010. mar. 2010 VIGLUS, D. O filme na sala de aula: um aprendizado prazeroso. 2007. Disponível em: <http://www.diaadia educacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1532-8.pdf>. Acesso em: 25 jan. 2010.