A Fixação do Território
<ul><li>O nosso trabalho tem como principal tema a conquista e fixação do território português. Nele abordaremos os seguin...
<ul><li>•   Reconquista  é o termo utilizado para designar as campanhas militares que os reinos cristãos da Península Ibér...
•   A origem do REINO de POERTUGAL remonta às atitudes  rebeldes de Afonso Henrique contra o seu primo e suserano Afonso V...
•   D. AFONSO HENRIQUES  era vassalo do rei de Leão e devia-lhe obediência, à maneira feudal. No entanto, vai lutar contra...
•   Em 1143, na CONFERÊNCIA DE ZAMORA, o rei de Leão e de Castela, Afonso VII acaba por reconher D. Afonso Henriques como ...
<ul><li>•   De  1147 a 1165,  D. Afonso Henriques  conquistou  Santarém, Lisboa, Sintra, Almada, Palmela, Alcácer do Sal, ...
<ul><li>•   Nesta época houve, também, recuos. Depois de duas expedições vitoriosas ao Algarve, as forças portuguesas não ...
<ul><li>•   D. Afonso II , filho de Sancho I, governou entre 1211 a 1223. Durante o seu mandato, este rei concentrou-se, s...
<ul><li>•   D. Sancho II  reinou entre 1223 a 1245. No seu reinado, a fronteira portuguesa avançou vitoriosamente no Alent...
<ul><li>•   A reconquista portuguesa chegou, finalmente, ao fim,  o que durou sensivelmente mais um século. </li></ul><ul>...
<ul><li>•   No ano 1252, houve um conflito entre os reinos cristãos de Portugal e de Leão e Castela que reivindicavam, par...
<ul><li>•   Em 1267, o  TRATADO DE BADAJOZ  resolvia definitivamente o problema da soberania sobre o Algarve. O rei de Leã...
•   Reinava em Portugal  D. Dinis , quando, em 1297, foi assinado  o  TRATADO  DE  ALCANISES,  entre  o  rei  português  e...
<ul><li>•   Em suma, o território português (embora com algumas excepções), adquiria a sua configuração definitiva, o que ...
A RECONQUISTA Carácter Político Carácter Religioso Conduziu à afirmação e ao  engrandecimento dos reinos  e soberanos  ibé...
A reconquista ou «CRUZADAS DO OCIDENTE» tomou contornos de GUERRA SANTA, merecedora  de tanta consideração como as CRUZADA...
<ul><li>•   As Ordens Religioso-Militares (os Templários, os Hospitalários, os monges de Calatrava e de Santiago) introduz...
Senhores laicos e eclesiásticos Os concelhos Regiões do território  português
<ul><li>Concluímos o trabalho dentro do tempo definido pela professora e o nosso maior objectivo é transmitir aquilo que a...
<ul><li>http://www.arikah.net/commons/en/thumb/4/42/175px-AfonsoII-P.jpg </li></ul><ul><li>http://ricardoantunes.zftp.com/...
<ul><li>Osmar Landim, nº 24 </li></ul><ul><li>Fabio Varela, nº 4 </li></ul><ul><li>Mauro Michaela, nº 19 </li></ul>ALADINO...
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A Reconquista

  1. 1. A Fixação do Território
  2. 2. <ul><li>O nosso trabalho tem como principal tema a conquista e fixação do território português. Nele abordaremos os seguintes subtemas: </li></ul><ul><li>1. A Reconquista </li></ul><ul><li>2. Do Termo da Reconquista ao estabelecimento e fortalecimento de fronteiras; </li></ul><ul><li>3. O carácter político e religioso da Reconquista. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>• Reconquista é o termo utilizado para designar as campanhas militares que os reinos cristãos da Península Ibérica dirigiram contra os Muçulmanos, que a invadiram em 711.A </li></ul><ul><li>• Reconquista foi um processo lento, de avanços e recuos condicionados pelo relevo, pelas bacias hidrográficas, pela unidade ou divisão dos Muçulmanos. Contou, ainda, com o apoio da Igreja. </li></ul><ul><li>• Foi na altura da Reconquista cristã da Península Ibérica aos Muçulmanos que PORTUGAL surgiu, transformando-se numa entidade política independente. Depois, definiu o seu território. </li></ul>
  4. 4. • A origem do REINO de POERTUGAL remonta às atitudes rebeldes de Afonso Henrique contra o seu primo e suserano Afonso VII, rei de Leão e Castela e imperador da Espanha. D. Afonso Henriques
  5. 5. • D. AFONSO HENRIQUES era vassalo do rei de Leão e devia-lhe obediência, à maneira feudal. No entanto, vai lutar contra Castela para conseguir uma maior autonomia do CONDADO PORTUCALENSE, com vista a torná-lo independente. É um acto próprio de um senhor feudal que se quer tornar mais poderoso, com mais territórios e com mais poder sobre o território e a população que nele vive. D. Afonso Henriques
  6. 6. • Em 1143, na CONFERÊNCIA DE ZAMORA, o rei de Leão e de Castela, Afonso VII acaba por reconher D. Afonso Henriques como rei (rex) de Portugal. 1143 Portugal Novo reino cristão da Europa
  7. 7. <ul><li>• De 1147 a 1165, D. Afonso Henriques conquistou Santarém, Lisboa, Sintra, Almada, Palmela, Alcácer do Sal, Beja e Évora. </li></ul><ul><li>O primeiro rei de Portugal, Afonso Henriques, a quem a História chamaria de O Conquistador, faleceu em 1185. </li></ul><ul><li>Muralhas </li></ul><ul><li>de </li></ul><ul><li>Alcácer do Sal </li></ul><ul><li>• Com a morte do primeiro rei de Portugal, o seu filho, D. Sancho I herdou o trono, entre 1185 e 1211, revelando-se, tal como o seu pai, um grande chefe guerreiro, embora menos feliz. </li></ul>A LUTA PELO ALARGAMENTO DO TERRITÓRIO
  8. 8. <ul><li>• Nesta época houve, também, recuos. Depois de duas expedições vitoriosas ao Algarve, as forças portuguesas não resistiram às investidas almóadas que partiram de Marrocos e invadiram a Península Ibérica. Consequentemente, os portugueses perderam todas as posições a sul do Tejo, à excepção de Évora. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>• D. Afonso II , filho de Sancho I, governou entre 1211 a 1223. Durante o seu mandato, este rei concentrou-se, sobretudo, na organização da administração e na consolidação do poder real. </li></ul><ul><li>• No entanto, no seu reinado, as forças militares portuguesas resistindo ao poderio dos Almóadas na Andaluzia, prosseguiram com a reconquista, conquistando Alcácer do Sal, Castelo de Veiros, Monforte, Borba, Vila Viçosa e Moura. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>• D. Sancho II reinou entre 1223 a 1245. No seu reinado, a fronteira portuguesa avançou vitoriosamente no Alentejo, beneficiando da tomada leonesa das cidades muçulmanas de Cáceres, Mérida e Badajoz. Esse reinado foi marcado pelas conquistas de Elvas, Jurumenha, Serpa, Moura, Beja, Aljustrel e Mértola. Entre 1234 a 1239, a soberania portuguesa chegou ao Algarve oriental. </li></ul>Mesquita almóada de Mértola
  11. 11. <ul><li>• A reconquista portuguesa chegou, finalmente, ao fim, o que durou sensivelmente mais um século. </li></ul><ul><li>Foi no reinado de D. Afonso III , rei de Portugal entre 1248 e 1279, que, através de uma campanha brilhante, conseguiu concluir a conquista do Algarve. </li></ul><ul><li>• Em Março de 1249, o rei apoderou-se do enclave isolado que os Muçulmanos possuíam no Algarve, no qual se incluíam Faro, Albufeira, Porches e Silves. O Norte cristão, finalmente, anexava o Sul muçulmano. </li></ul>Muralhas de Silves
  12. 12. <ul><li>• No ano 1252, houve um conflito entre os reinos cristãos de Portugal e de Leão e Castela que reivindicavam, para os seus reinos respectivos, parte do Algarve. Esse conflito levou à guerra entre aqueles reinos. </li></ul><ul><li>• Enfrentando a guerra entre os dois reinos cristãos, o Papa Inocêncio IV interveio na celebração do Tratado de Paz, em 1253. Com este tratado, o rei Afonso III viria a casar com Beatriz, filha de Afonso X de Leão e Castela que renunciaria, temporariamente, aos seus direitos como suserano do Algarve, a favor do sogro. </li></ul><ul><li>• Na data de 1263-1264 , as negociações diplomáticas sobre a posse do Algarve continuaram, saindo Portugal altamente beneficiado. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>• Em 1267, o TRATADO DE BADAJOZ resolvia definitivamente o problema da soberania sobre o Algarve. O rei de Leão de Castela, Afonso X, renunciava a favor do infante D. Dinis (filho de D. Afonso III) que era seu neto, a quaisquer direitos sobre os territórios algarvios. No ano posterior, em 1268, Afonso III era, de direito, rei de Portugal e do Algarve. </li></ul><ul><li>• Posteriormente, entre 1295-1297, Portugal viria a refazer as hostilidades com Castela, ao participar na guerra civil que assolou aquele reino. </li></ul>
  14. 14. • Reinava em Portugal D. Dinis , quando, em 1297, foi assinado o TRATADO DE ALCANISES, entre o rei português e Fernando IV de Castela. Ao mesmo tempo projectavam-se casamentos reais, uma paz de 40 anos baseada na «amizade a defesa mútuas»e fixavam-se os limites territoriais dos dois reinos hispânicos. 1297 Portugal estabelece definitivamente as suas fronteira s Diploma do TRATADO DE ALCANISES D. DINIS
  15. 15. <ul><li>• Em suma, o território português (embora com algumas excepções), adquiria a sua configuração definitiva, o que faz de Portugal o Estado europeu com as fronteiras mais antigas e estáveis. </li></ul>
  16. 16. A RECONQUISTA Carácter Político Carácter Religioso Conduziu à afirmação e ao engrandecimento dos reinos e soberanos ibéricos. A Reconquista foi entendida como uma «guerra santa» dos Cristãos contra os Muçulmanos. O seu triunfo levou à afirmação e expansão da religião cristã na Península Ibérica.
  17. 17. A reconquista ou «CRUZADAS DO OCIDENTE» tomou contornos de GUERRA SANTA, merecedora de tanta consideração como as CRUZADAS à Palestina. Os reis peninsulares usufruíram de várias bulas papais que exortavam à expulsão dos muçulmanos da Península Ibérica, concedendo perdão aos que participavam na luta. A Reconquista teve o apoio das Ordens Religioso-militares Cruzado Cristão
  18. 18. <ul><li>• As Ordens Religioso-Militares (os Templários, os Hospitalários, os monges de Calatrava e de Santiago) introduzidas na Península no século XI contribuíram para o fortalecimento ideal de cruzada e ajudaram a expulsar os muçulmanos da Península Ibérica. </li></ul><ul><li>• Aquelas Ordens revelaram-se auxiliares importantes na conquista de terras alentejanas e algarvias. Receberam depois dos reis muitos desses territórios como doação e passaram também a defendê-los. </li></ul>Templário Cavaleiros da ordem religioso-militar de Santiago
  19. 19. Senhores laicos e eclesiásticos Os concelhos Regiões do território português
  20. 20. <ul><li>Concluímos o trabalho dentro do tempo definido pela professora e o nosso maior objectivo é transmitir aquilo que aprendemos aos nossos colegas de uma forma simples, motivadora, clara e eficaz. Esperamos que tenham gostado…! </li></ul><ul><li>Obrigado pela atenção! </li></ul>
  21. 21. <ul><li>http://www.arikah.net/commons/en/thumb/4/42/175px-AfonsoII-P.jpg </li></ul><ul><li>http://ricardoantunes.zftp.com/files001/Lisboa/CasteloSJorge_DomAfonsoHenriques.JPG </li></ul><ul><li>http://elblogdeodracir.files.wordpress.com/2007/08/templario.jpg </li></ul><ul><li>“ O Tempo da História, 2ª Parte” </li></ul><ul><li>Célia Pinto do Couto, Maria Antónia Monterroso Rosas, </li></ul><ul><li>Elvira Cunha Azevedo Mea, </li></ul><ul><li>Porto Editora </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Osmar Landim, nº 24 </li></ul><ul><li>Fabio Varela, nº 4 </li></ul><ul><li>Mauro Michaela, nº 19 </li></ul>ALADINOOOO TXAPINHOOOO MAUROOOO
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