Aula 05 neoclassicismo-romantismo
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Aula 05 neoclassicismo-romantismo

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  • 1. Neoclassicismo e Romantismo Prof. Márcio Duarte
  • 2. NEOCLASSICISMO Final do Séc XVII
  • 3. Neoclassicismo • Final do século XVII. • Propunha uma volta à beleza clássica Greco- romana. • Um dos motivos para isso foi a grande curiosidade sobre o passado desencadeada pelas escavações arqueológicas em Pompéia e Herculano.
  • 4. • O Iluminismo ou Filosofia das Luzes foi uma corrente filosófica, política, artística e literária que se desenvolveu na Europa e nas colónias inglesas da América do Norte (futuros EUA), sobretudo no século XVIII, mas com precursores no século anterior e importantes manifestações no seguinte. • O objetivo do movimento era proporcionar a melhoria da condição humana, libertando a Humanidade de todas as formas de tirania, intolerância, superstição e fanatismo.
  • 5. O estilo das Luzes • No final do século XVIII, cansado das extravagâncias barrocas, o gosto do público vira-se para a simplicidade dos modelos clássicos. • O Neoclassicismo será o estilo artístico da Idade das Luzes, pela sua clareza, racionalidade, simplicidade e proporções elegantes. • Será a primeira de uma série de manifestações de revivalismo artístico que se estenderão durante o final do século XVIII e todo o século XIX. "Retrato de Luis XIV” (1701) de Hyacinthe Rigaud
  • 6. As solenes alegorias so século XVIII são substituidas pelas cenas pastoris da Arcádia, pelo reino de Venus e de Pã (mitologia), por temas eróticos e sensuais, que exaltam a busca do prazer por parte de uma classe social que atingiu o limiar do seu DECLÍNIO.
  • 7. Jacques Louis David - O juramento dos Horácios (1784)
  • 8. Jacques Louis David – Morte de Sócrates (1787)
  • 9. Jacques Louis David - A morte de Marat (1793)
  • 10. A Revolução Francesa, a proeminência da burguesia e o início da Revolução Industrial na Inglaterra modificam radicalmente a posição do artista na sociedade. A arte passa a responder a necessidades sociais e econômicas. A construção de edifícios públicos - escolas, hospitais, museus, mercados, cárceres etc. - e as intervenções no traçado das cidades evidenciam a exigência de racionalidade que a arquitetura e a urbanística, nova ciência da cidade, almejam.
  • 11. Versatilidade do Neoclassicismo • O estilo neoclássico mostrou-se capaz de proporcionar tanto imponentes edifícios públicos como simples e elegantes casas particulares. • Esta versatilidade ajudou à sua difusão e manutenção. Museu Britânico, Londres
  • 12. Berlim, Portas de Brandenburgo
  • 13. Madrid, Porta de Alcalá
  • 14. O Neoclassicismo no Novo Mundo Como estilo do Iluminismo, o Neoclassicismo prosperou nos Estados Unidos da América, primeiro país a aplicar consistentemente a Filosofia das Luzes, tendo um importante núcleo na cidade de Washington e em todo o Leste e Sul do país. Washington: Lincoln Memorial, Obelisco e Capitólio, ao fundo
  • 15. Washington, Casa Branca
  • 16. Uma villa paladiana nos EUA: Monticello, de Thomas Jefferson
  • 17. Esculturas • No séc. XIX a escultura é o género artístico com menos progressos. • Os temas repetem os da pintura; as formas assentam em composições movimentadas e de sentido dramático. • Escultores: A. Préault, F. Rude, J-B Carpeaux, etc. François Rude, 1833-36, A Marselhesa
  • 18. Antonio Canova – Amor e psique (1787 – 1793)
  • 19. Antonio Canova
  • 20. No Brasil… Em linhas gerais, a modelos neoclássicos e românticos aclimatados, que têm que enfrentar as condições da natureza e da sociedade locais. Entre as várias alterações no modelo encontra- se o predomínio das paisagens entre os pintores acadêmicos no Brasil, a despeito da hierarquia de gêneros que considerava a paisagem secundária. No que diz respeito à pintura histórica, vale destacar o papel da "arte acadêmica nacional" na construção de uma iconografia do Império, sobretudo no período de dom Pedro II (1825 - 1891), entre 1841 e 1889. Retrato do Marquês de Inhambupe , 1825 – Simplício de Sá
  • 21. ROMANTISMO (OU REVIVALISMO OU MEDIEVALISMO) Europa – Séc XIX
  • 22. O que foi o Romantismo? Foi uma corrente filosófica, literária e artística, que surgiu na Europa, no século XIX; Com os progressos tecnológicos, a desertificação dos campos e o crescimento das cidades conduziu uma elite a um movimento espiritual de refúgio na natureza e de valorização dos ambientes naturais; Ou seja, claramente um fenómeno urbano; Defendem-se igualmente os sentimentos e a imaginação, contra a mecanização da indústria e da vida citadina.
  • 23. Os Românticos acreditavam em si, olharam para si, descobriram-se não se importando com opiniões adversas aos seus saberes pessoais, sobre o que transmitiam, de que forma transmitiam.
  • 24. Paisagem rural com igreja, John Constable, 1814-15.
  • 25. Traços mais característicos • Gosto pela Natureza; • Defende os sentimentos, a imaginação e a criatividade; • Desejo de algo longínquo e inatingível; • Nostalgia da Idade Média e do Oriente com a sua mística; • Atração pela noite, por ruínas antigas, pelo sobrenatural e pelo lusco-fusco.
  • 26. Jean-François Millet: As colhedoras de grãos, 1846
  • 27. Théodore Rousseau: Paisagem, 1842
  • 28. Francis Danby: O dilúvio, c. 1840
  • 29. Monk by the Sea - Caspar David Friedrich
  • 30. Alexandre Cabanel: Ophelia, 1883
  • 31. A Liberdade Guiando o Povo - 1830 Destacou-se durante no período romântico com excelência o Francês Eugène Delacroix, ressaltando o ideal romântico em diversas obras, como por exemplo esta, colocando-se como um revolucionário:
  • 32. Capa do CD – Viva La Vida, Coldplay - 2008
  • 33. Características gerais • Os românticos apaixonaram-se por todas as épocas e culturas históricas, mas especialmente as medievais, já que era na Idade Média que achavam ter encontrado as raízes da sua cultura, nacionalismo e línguas; • A arqueologia, os estudos históricos, literários e linguísticos constituíram a base ideológica dos revivalismos românticos; • Revivalismos históricos em voga no séc. XIX: neo-gótico, neo-românico, neo-bizantino, neo-árabe, etc; • A arquitetura revivalista romântica não possui inovações estruturais ou técnicas e copia, fantasiando, estilos antigos; • Os revivalismos atingiram os restauros de monumentos nacionais.
  • 34. Pintura romântica • Temas: mitologias cristã e nórdica; o indivíduo (a interioridade, o sonho, erotismo, etc.); a natureza (paisagens e a vida animal); factos históricos de cariz nacionalista; exotismos; costumes populares • Aspectos técnico-formais: prevalência da cor sobre o desenho; intensos efeitos de claro-escuro; estruturas agitadas; a figura humana deixa de obedecer ao cânone clássico Titania Awakes, Surrounded by Attendant Fairies - Henri Fussli, 1794
  • 35. Principais nomes Caspar David Friedrich William Turner Theódore Géricault Eugéne Delacroix Francisco Goya Na gravura: Gustave Doré < Caspar David Friedrich: O peregrino sobre o mar de névoa, 1818
  • 36. “O romantismo não se encontra nem na escolha dos temas nem em sua verdade objectiva, mas no modo de sentir. (...) E quem fala de romantismo fala de (…) intimidade, espiritualidade, cor e tendência ao infinito, expressos por todos os meios de que as artes dispõem” Baudelaire
  • 37. “Veneza, O Grande Canal”
  • 38. Chuva, Vento e Vapor Naquele tempo a obra de arte era feita com o propósito de ser vivida e sentida, tal como o artista fez quando a criou. Não havia regras. O artista apenas pintava o que sentia e a sua imaginação não tinha limites.
  • 39. Na arquitectura… • Sedução da Idade Média trouxe as tradições medievais e os Estilos Gótico e Manuelista de volta; • A fantasia imperava nas construções e decorações.
  • 40. Palácio de Westminster onde se reúne o Parlamento Britânico
  • 41. Palácio de Neuschwanstein, Baviera, de Eduared Riedel e Georg von Dollmann, 1868-86.
  • 42. A arquitetura e a sedução das artes exóticas e orientais John Nash (1752-1835), arquiteto inglês, usou em Brighton temas volumétricos e decorativos da arquitetura indiana, como cúpulas bulbosas, chaminés disfarçadas de minaretes e arcos em ferradura com rendilhados.Pavilhão Real de Jorge IV, Brighton, Inglaterra, 1815-21.
  • 43. Em Portugal, o palácio da Pena, de D. Fernando de Saxe- Coburgo, é o primeiro exemplo da arquitetura romântica portuguesa, conjugando temas medievais, manuelinos, árabes e indianos. Barão von Eschwege, 1838-c.1847.
  • 44. Barão von Eschwege, 1838-c.1847.
  • 45. Músicos Românticos Beethoven Chopin Lizst