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Plano de Ensino - Sociologia Econômica e Organizações

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Plano de Ensino - Sociologia Econômica e Organizações

  1. 1. UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SÓCIO-ECONÔMICAS – ESAG PLANO DE ENSINOI. IDENTIFICAÇÃOCurso: Mestrado Profissional e Acadêmico em AdministraçãoDisciplina: Sociologia Econômica e OrganizaçõesCarga horária: 60h Trimestre: 2012/2 Créditos: 4Professores: Carolina Andion e Maurício C. SerafimContato: andion.esag@gmail.com e serafim.esag@gmail.comII. EMENTAA abordagem sociológica dos fenômenos econômicos. Um panorama do campo científico dasociologia econômica. A gênese dos pressupostos da economia neoclássica e suas bases. Umareleitura dos fenômenos econômicos a partir dos clássicos da sociologia: Durkheim, Weber eSchumpeter. O período de transição na disciplina e o diálogo com a antropologia: contribuições dateoria da dádiva e de Karl Polanyi. A nova sociologia econômica de língua inglesa e francesa e suascontribuições para os estudos organizacionais. Análise de experiências de inovações sociais nomercado, à luz dos pressupostos teóricos: mercado justo, empreendedorismo social, consumoconsciente, microcrédito, investimento social privado, economia de comunhão, responsabilidadesocial corporativa, desenvolvimento territorial e sustentabilidade, redes sociais.III. OBJETIVOS • Realizar uma incursão no campo teórico da sociologia econômica e um diálogo com os seus principais autores representativos, buscando relacionar tais teorias e os estudos organizacionais; • Analisar as diferentes etapas da disciplina, desde os clássicos, passando pelo período de transição nos anos 1950 e chegando à Nova Sociologia Econômica de línguas inglesa e francesa, examinando seus desdobramentos atuais no campo organizacional; • Relacionar o campo teórico e o campo da prática, por meio do exame de experiências práticas de inovações sociais no mercado na atualidade.IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTIVOAula 1 - Introdução ao campo da sociologia econômica, principais correntes e autoresrepresentativosANDION, C. Correntes que formam a Nova Sociologia Econômica. Material didático da disciplinaSociologia Econômica e Organizações no Mestrado Profissional e Acadêmico em Administração daESAG/UDESC. Florianópolis, 2009.MARTES, A. C. B. et al. Apresentação do Fórum de Sociologia Econômica. Revista deAdministração de Empresas, v. 47, n. 2, pp. 10-14, 2007.SWEDBERG, R. Sociologia econômica: Hoje e amanhã. Tempo Social, v. 16, n. 2, pp. 7-34, 2004.Bibliografia Complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:LEVÉSQUE, B. Contribuição da nova sociologia econômica para repensar a economia no sentido dodesenvolvimento sustentável. Revista de Administração de Empresas, v. 47, n. 2, pp. 49-60, 2007.Aula 2 – A gênese e os pressupostos da Economia Neoclássica
  2. 2. UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SÓCIO-ECONÔMICAS – ESAGHIRSCHMAN, Albert. As paixões e os interesses. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979. pp. 17-68.(Primeira Parte – De Como os interesses foram convocados para contrabalançar as paixões)BRUE, S. L. História do Pensamento Econômico. São Paulo: Thompson Learning, 2005. (cap.13-pp. 231-251 e cap. 15 - pp. 273-297)Bibliografia Complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:DUMONT, L. Homo Aequalis: gênese e plenitude da ideologia econômica. Bauru, SP: EDUSC,2000, pp. 13-55 (Cap. 1 e 2).Aula 3 a 5 – Uma releitura dos mecanismos que compõem a esfera econômica a partir dosclássicos: as instituições e as regras, o ator econômico e sua racionalidade, odesenvolvimento e a inovação.Aula 3: Durkheim: as instituições e o mercadoDURKHEIM, Emile. Da divisão do trabalho social. São Paulo: Martins Fontes, 1995. pp. 185-220.(Livro I, capítulo VII: Solidariedade orgânica e solidariedade contratual).DURKHEIM, Emile. Lições de sociologia: a moral, o direito e o Estado. São Paulo: Ed. da USP,1983. pp. 156-201. (Lições 15 a 18).LAZZARINI, S.G; MUSACCHIO, A.; BANDEIRA-DE-MELLO, R, MARCON, R. What do DevelopmentBanks Do? Evidence from Brazil, 2002-2009. Working Papers Series, Harvard Business School,abril, 2012. Disponível em http://ssrn.com, acessado em julho de 2012.Bibliografia Complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:HODSON, G.M. The approach of Institutional Economics. Journal of Economic Literature, v.XXXVI, Março de 1998, p. 166-192.Aula 4: Weber: o ator econômico e sua racionalidadeWEBER. Max. Economia e sociedade. Brasília: UNB, 1999. Vol. 1, Parte I, Cap. 2: As categoriassociológicas fundamentais da gestão econômica p. 37-56.GUERREIRO RAMOS, A. O Conceito de Ação Administrativa (extratos escolhidos). In: GUERREIRORAMOS, A. Administração e Contexto Brasileiro. Esboço de uma teoria geral da administração.Rio de janeiro: FGV, 1983.Bibliografia complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:SWEDBERG, Richard. Max Weber e a idéia de sociologia econômica. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ,2005. pp. 21-105. (Capítulos 1 e 2)Aula 5: Schumpeter: o desenvolvimento e a inovaçãoSCHUMPETER, Joseph. A Teoria do Desenvolvimento Econômico. São Paulo: Nova Cultural,1988. pp. 43-66. (Capítulo II - O fenômeno fundamental do desenvolvimento econômico).ANDREW,C.; KLEIN, J-L. Social Innovation: What is it and why is it important to understand it better.Cahiers du CRISES. Collection Études Théoriques. Abril, 2010.Bibliografia Complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:NELSON, R.R. Recent Evolutionary Theorizing About Economic Change. Journal of EconomicLiterature, v. XXXIII, março de 1995. p. 48-90.
  3. 3. UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SÓCIO-ECONÔMICAS – ESAGMURRAY, R. CAULIER-GRICE, R; MULGAN, G. The Open Book of Social Innovation. NESTA.Innovating Public Services. The Young Foundation, 2010. p. 1-29.Aula 6 e 7: O período de transição e o diálogo com a antropologia: de Marcel Mauss à KarlPolanyiAula 6: Polanyi e a noção de economia substantivaPOLANYI, K. The Economy as Instituted Process. In POLANYI, Karl; ARENSBERG, H. & PEARSON,H, W. Trade and Markets in the early empires. Economies in history and theory. New York: FreePress, 1957. pp. 243-270.POLANYI, K. A grande transformação: as origens da nossa época. Rio de Janeiro: Campus,1998, pp. 59-68 (Capítulo 4)VINHA, Vinha. Polanyi e a Nova Sociologia Econômica: uma aplicação contemporânea do conceitode enraizamento social. Econômica, v. 3, n. 2, p. 207-230, dez 2001.Bibliografia Complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:MACHADO, N. M. C. Karl Polanyi e a Nova Sociologia Econômica: Notas sobre o Conceito de (dis)embeddedness. Revista Crítica de Ciências Sociais, 90, setembro de 2010, p. 41-94. Disponívelem http://iseg.academia.edu , acessado em julho de 2012.Aula 7: Mauss e a teoria da dádivaMAUSS, M. Ensaio sobre a dádiva. Forma e Razão da Troca nas Sociedades Arcaicas. In MAUSS,M. Sociologia e Antropologia. São Paulo: Cosac Naify, 2003. pp.185-193 e 294-324 (Introdução eConclusão).GOUDBOUT, J. Introdução à Dádiva. Revista Brasileira de Ciências Sociais. V. 13, No 38, 1998.Bibliografia complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:CAILLÉ, Alain. Antropologia do Dom. O terceiro Paradigma. Petrópolis: Vozes, 2002. p. 29-49(Marcel Mauss: este ilustre desconhecido).Aula 8 a 10: A Nova Sociologia Econômica de língua inglesa: a inscrição social, cultural epolítica dos fenômenos econômicosAula 8: Abordagem estrutural e cultural dos mercadosGRANOVETTER, M. Ação Econômica e Estrutura Social: o problema da imersão. RAE Eletrônica.v.6, n.1, 2007.ZELIZER, V. A. A negociação da intimidade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011. p. 17-47.Bibliografia complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:DIMAGGIO, P. Aspectos culturais da ação e da organização econômica. In MARQUES, Rafael;PEIXOTO, João (org.) A Nova Sociologia Econômica. Oeiras: Celta, 2003, pp. 167-194.Aula 9: Abordagem das redes sociaisSTEINER, P. A Sociologia Econômica. São Paulo: Atlas, 2006. pp. 76-107. (Capítulo 4 RedesSociais e Funcionamento dos Mercados).
  4. 4. UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SÓCIO-ECONÔMICAS – ESAGBALDI, M; VIEIRA, M.M.F. Calçado do Vale: Imersão Social e Redes Interorganizacionais. In:MARTES, Ana Cristina B. (org.). Redes e sociologia econômica. São Carlos: EdUFSCar, 2009. P.285-308.Bibliografia complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:MIZRUCHI, M. S. Análise de redes sociais: Avanços recentes e controvérsias atuais. In: MARTES,Ana Cristina B. (org.). Redes e sociologia econômica. São Carlos: EdUFSCar, 2009. p. 131-159.Aula 10: Abordagem política e o papel dos atoresFLINGSTEIN, N. From the Transformation of Corporate Control. In DOBIN, Frank The NewEconomic Sociology. A Reader. New Jersey: Princeton University Press, 2004. pp. 407-432.FLINGSTEIN, N. Habilidade Social e a Teoria dos Campos. In: MARTES, Ana Cristina B. (org.).Redes e sociologia econômica. São Carlos: EdUFSCar, 2009, p.69-106.Bibliografia complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:BOURDIEU, P. O campo econômico. Política e Sociedade, n. 6, Abril de 2005, p. 15-57.Aula 11 a 14: A Nova Sociologia Econômica de língua não inglesa: as teorias da regulação, dasconvenções e das grandezas e as novas visões da economia (economia social, civil e plural)Aula 11: A escola da RegulaçãoLIPIETZ, A. Audácia. Uma Alternativa para o Século XXI. São Paulo: Nobel. 1991. p. 7-49.LIPIETZ, A. O mundo do Pós-Fordismo. Indicadores Econômicos. FEE. Vol 24 no 4, 1997. p.79-130.Bibliografia complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:BOCCHI, J.I. Crises capitalistas e a escola francesa da regulação. Pesquisa e Debate. volume 11,número 1 (17), 2000, p. 26-48.Aula 12: A corrente das convenções e a teoria das grandezasBOLTANSKY, L.; THÉVENOT, L. A Sociologia da Capacidade Crítica. Tradução de Marcos AquinoSoares do artigo « The sociology of critical capacity » publicado em European Journal of SocialTheory 2 (3), p. 359-377.KRIEGER, M.G.M Legitimidade das organizações da sociedade civil na região Sul do Brasil.Uma análise da percepção dos atores do campo à luz da Teoria das Grandezas. Dissertação deMestrado. Programa de Mestrado Profissional em Administração da Universidade Federal de SantaCatarina. Florianópolis : UDESC, 2011. (Capítulo 6 – Uma Análise da Legitimidade das OSCs daregiâo Sul do Brasil à Luz da Teoria das Grandezas p. 135-172)Bibliografia complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:KRIEGER, M.G.M Legitimidade das organizações da sociedade civil na região Sul do Brasil.Uma análise da percepção dos atores do campo à luz da Teoria das Grandezas. Dissertação deMestrado. Programa de Mestrado Profissional em Administração da Universidade Federal de SantaCatarina. Florianópolis : UDESC, 2011. (Capítulo 3 – Teoria das Grandezas e Legitimidade das OSCsp. 61-95)
  5. 5. UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO E SÓCIO-ECONÔMICAS – ESAGAula 13 : Por outras economias: do antiutilitarismo à Economia CivilBRUNI, L. ; ZAMAGNI, S. Economia civil : eficiência, equidade e felicidade pública. VargemGrande Paulista. Vargem Grande Paulista, SP: Editora Cidade Nova, 2010. p. 67-84 ; 145-189.CAILLË, Alain. Antropologia do Dom. O terceiro Paradigma. Petrópolis: Vozes, 2002. pp. 8-26 epp. 50-82.Bibliografia complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:MARTINS, P.H. De Levi Strauss a MAUSS – Movimento Antiutilitarista nas Ciências Sociais. RevistaBrasileira de Ciências Sociais. Vol 23, no 66, fev 2008.Aula 14 : Por outras economias: da economia social à economia pluralCHAVES, R. La Economia Social en España : concepto, agentes y politicas públicas. In : URALDE,J.M.P. La Economía Social en Iberoamérica. Un acercamiento a su realidad. Madrid : Fundibes,2006, p. 215-269.SAUVAGE, PATRICE. Synthèse. In : OCDE. Réconcilier l’économique et le social – vers uneéconomie plurielle. Paris, OCDE, 1996.Bibliografia complementar mestrado profissional e obrigatória no acadêmico:ANDION, C; SERVA, M; LÉVESQUE, B. O debate sobre a economia plural e sua contribuição para oestudo das dinâmicas de desenvolvimento territorial sustentável. Eisforia. Ano 4 Volume 4,Dezembro de 2006. p. 199-221.Aula 15 – Avaliação e Seminário de encerramentoV. METODOLOGIA DE ENSINOAulas dialogadas sobre a bibliografia de referência com utilização de instrumentos de apoioaudiovisuais, além de outros materiais didáticos e técnicas de ensino-aprendizagem. Os alunosdeverão realizar, a partir da 3a aula, seminários explorando os desdobramentos teóricos atuais dasabordagens vistas na aula (para o mestrado acadêmico) e experiências práticas relacionadas atemática (no caso do mestrado acadêmico). Além disso, os alunos deverão elaborar 06 papers dasaulas a serem entregues antes do início da aula aos professores e organizar junto com osprofessores o seminário final da disciplina.VI. SISTEMA DE AVALIAÇÃO 1. Papers das aulas (30%) 2. Seminários individuais (40%) 3. Seminário Final (30%)

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