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Tingimento de tecidos 1
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Tingimento de tecidos 1

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  • 1. WorkshopTINGIMENTO DE TECIDOS TIE-DYE 2012 Maria do Céu Guerreiro
  • 2. Tingimento de tecidosO tingimento de tecidos é um processo de alteração dacor da fibra têxtil através da adição de diversassubstâncias corantes. As técnicas utilizadas são diversase dependem das caraterísticas de cada fibra têxtil. Maria do Céu Guerreiro
  • 3. TingimentoAs formas primitivas de tingimentoconsistiam em esfregar os pigmentos(bagas e frutos). Este processodesenvolveu-se e passou a cozer-se assubstâncias corantes com ostecidos, dando assim mais resistênciaperante a água e a luz. Maria do Céu Guerreiro
  • 4. CorantesAté meados do século XIX os corantes eram extraídosartesanalmente das várias partes dos vegetais: das flores, dassementes, dos frutos, das cascas, da madeira, etc. Os processoseram também diversos:maceração, fermentação, destilação, decantação. Maria do Céu Guerreiro
  • 5. TingimentoPara se obterem bons resultados no tingimento, éfundamental preparar o tecido, que deve serlavado para se retirarem as gomas e a sujidade. Maria do Céu Guerreiro
  • 6. MordentesNo tingimento, alguns corantes necessitam de umafixação que pode ser feita antes, durante ou depoisdo próprio tingimento. Ao longo dos tempos, foramusados vários tipos de mordentes, como porexemplo cinzas, tártaro, urina, ferrugem, carbonatode soda, vinagre ou sal. Maria do Céu Guerreiro
  • 7. MordentesDos produtos químicos que podem ser usados comomordentes, a maioria são tóxicos, todavia podem sersubstituídos por sal, vinagre ou cinzas de madeira.O tipo de mordente influencia os resultados obtidos aonível da cor e da resistência às lavagens. Maria do Céu Guerreiro
  • 8. Alguns exemplos de corantes naturais Açafrão Caril Café Casca de cebola Chá Pimentão doce Sabugueiro Beterraba Eucalipto Maria do Céu Guerreiro
  • 9. TIE-DYETie-dye é uma técnica muito antiga, praticada por várias culturas nomundo, sobretudo asiáticas e africanas, para decorar tecidos comuma grande variedade de cores e de padrões. É conhecida noJapão como shibori, onde se conhecem exemplares desta técnicaque datam do século VI. Também na China e na Índia o tie-dye épraticado desde tempos remotos. Maria do Céu Guerreiro
  • 10. TIE-DYENas décadas de 1960 e 1970, o movimentohippie popularizou esta técnica aplicando-aem todo o tipo de roupa.Atualmente, as tribos africanas aindapraticam muito esta arte de tingirtecidos, assim como alguns criadores demoda já se basearam no tie-dye paracriarem os seus artigos. Maria do Céu Guerreiro
  • 11. TIE-DYEO tie-dye não permite que se obtenhamdesenhos com contornos precisos, massim desenhos simples e irregularescompostos pormanchas, espirais, riscas, círculos ououtras composições complexas. Maria do Céu Guerreiro
  • 12. TIE-DYEO nome Tie-dye significa "Amarrar e Tingir" e baseia-seprincipalmente em amarrar o tecido de formas diferentes e depoistingi-lo. As ataduras exercem pressão e protegem o tecido para quea tinta não penetre nesses espaços, produzindo assim padrõesmuito variados. Os tecidos mais adequados para esta técnica sãoos mais finos como o algodão, o linho ou a seda. Maria do Céu Guerreiro
  • 13. AtadosListas - dobra-se o tecido em ziguezague com dobras paralelas.Com um fio de algodão, amarra-se o tecido tendo o cuidado detapar muito bem toda a área que não queremos tingir. Maria do Céu Guerreiro
  • 14. AtadosCírculos concêntricos – determina-se o centro dos círculos no tecidoe coloca-se em forma de cone, fazendo coincidir o centro marcado como vértice do “cone”. De seguida, amarra-se o tecido com voltassobrepostas e em vários pontos, de modo a formar diversos círculos. Maria do Céu Guerreiro
  • 15. AtadosMancha radial – coloca-se o tecido em forma de cone e enrola-se ofio, de baixo para cima, em espiral. Depois enrola-se no sentidocontrário cruzando os fios. Maria do Céu Guerreiro
  • 16. AtadosSilhuetas – desenham-se as figuras com um lápis no tecido e faz-seum alinhavo regular sobre a linha desenhada, depois de contornado odesenho puxam-se os fios de forma a franzir o tecido e dá-se um nóbem firme. Maria do Céu Guerreiro
  • 17. AtadosNós - O tecido pode ser enrolado e depois dão-se os nós, bemapertados, ao acaso ou seguindo um desenho prévio. Maria do Céu Guerreiro
  • 18. AtadosAtados com objetos envolvidos – envolver pequenos objetosno tecido e amarrar com fio ou um elástico. Maria do Céu Guerreiro
  • 19. AtadosAmarrotado e atado (marmoreado) – amarrotar o tecido e atá-lo ao acaso. Maria do Céu Guerreiro
  • 20. TIE-DYE - TingimentoDepois de preparado o banho detinta, diluindo o corante na águasegundo as indicações do fabricante(também se pode juntar sal grossopara facilitar a aderência da tinta aotecido), mergulha-se o tecido de formaa ficar todo submerso. A temperatura eo tempo de tingimento dependem dotipo de corante e das tonalidadespretendidas. Maria do Céu Guerreiro
  • 21. TIE-DYE - TingimentoO tingimento pode ser repetidovárias vezes para que a cor fiquemais intensa. Se pretendermostingir com cores diferentes énecessário proteger as partes dotecido que se querem conservarcom a cor inicial. A cor de fundo vaiinfluenciar a segunda cor . Maria do Céu Guerreiro
  • 22. TIE-DYE - TingimentoAlguns corantes indicam que o banho de tingimento não deveferver, nem ultrapassar a temperatura de 40º (tintas leicht &bunt), no entanto, outros (tintas “Raposa”) indicam que se devemanter a fervura durante vinte minutos. Maria do Céu Guerreiro
  • 23. TIE-DYE - TingimentoDepois do banho natinta, mergulha-se o tecido nomordente (água e uma colherde sal por cada litro de águaou, em alternativa, vinagre). Maria do Céu Guerreiro
  • 24. TIE-DYE - TingimentoAgora é só tirar osfios, desatar os nós epassar o tecido por águafria até a água ficar limpa. Maria do Céu Guerreiro
  • 25. Higiene e segurançaAtenção: A organização e ventilação do espaço, autilização de luvas de borracha e um avental sãomuito importantes para que o trabalho de tingimentodecorra sem problemas. Maria do Céu Guerreiro
  • 26. TIE-DYE – nas aulas de E.T.• Decoração de umas cortinas para a sala de aula.• Realização de uma toalha para a festa de Natal daescola.• Prenda para o dia da mãe.• Pintura de uma t-shirt para o clube de dança ou dodesporto escolar. Maria do Céu Guerreiro
  • 27. FontesEsteves, M. d. (2000). Corantes sulfurosos:Análise e tingimento por técnicas electroquímicas.Obtido em 20 de outubro de 2011, de Repositorium da Universidade do Minho:http://repositorium.sdum.uminho.ptFernandes, A. G., & Maurício, M. (s/d). Arte no tear - 7º ano, 2ª edição. Lisboa: Plátano Editora.Fernandes, A. G., & Maurício, M. (s/d). Arte no tear 2 - 8º ano. Lisboa: Plátano Editora.Jameson, N., & Hirst-Smith. (1979). Tie-Dye batik e velas - arte em sua casa. Queluz: Celditor.Nobre, F. (s/d). Atelier de artes 10/11/12 - Materiais e técnicas de expressão plástica; 2ª edição.Porto: Areal Editora.S/a. (1992). Couro, tingiduras e papel absorvente / vol. 7; 2ª edição. Lisboa: Lusodidacta.http://academiasheilaassis.ning.com/profiles/blog/list?tag=coreshttp://modaspot.abril.com.br/tecidos/tecidos-tecnologia/os-corantes-naturais-sao-uma-opcao-ecologica-para-tingir-os-tecidoshttp://oficinadeestilo.uol.com.br/blog/2010/10/07/como-tingir-roupas-em-casahttp://umtrilhonafloresta7b.blogspot.com/2011/06/eucalipto.html Damasceno, S. Maria do Céu Guerreiro