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Transcript

  • 1. <ul><li>Sociedade Recreativa e Cultural </li></ul><ul><li>Escola da Samba UNIDOS DA COLONINHA </li></ul><ul><li>Carnaval 2011 </li></ul>
  • 2.  
  • 3. <ul><li>A economia brasileira viveu vários ciclos ao longo da História do Brasil. </li></ul><ul><li>Descoberto no ano de 1500 e conhecido como “País com exuberante natureza&quot;, &quot;o país mais autêntico&quot;, ou bem como, &quot;o país da Amazônia&quot;, o Brasil durante os primeiros quatro séculos, foi governado pelos portugueses ao qual não permitiam o comércio, a fabricação e muitas outras atividades econômicas . </li></ul>
  • 4. <ul><li>Foi no ano de 1501 que se iniciou o comércio transatlântico de Portugal com o Brasil, sendo o produto mais procurado aquele que deu o nome ao país, o pau-brasil. </li></ul><ul><li>Após os primeiros contatos com os indígenas, os portugueses começaram a explorar a madeira existente na Mata Atlântica. </li></ul>
  • 5. <ul><li>Primeira riqueza a ser explorada em terras brasileiras, o pau brasil tinha um grande valor no mercado europeu, pois sua seiva de cor avermelhada era muito utilizada para a construção de barcos, de instrumentos musicais, para tingir tecidos e fabricar tinta para escrever. </li></ul>
  • 6. <ul><li>Para a extração do pau-brasil, os portugueses contavam essencialmente com a mão de obra indígena, trabalho este, conseguido por meio do escambo, ou seja, por meio da troca de quinquilharias - espelhos, apitos, chocalhos. </li></ul>
  • 7. <ul><li>Em 1530, Martin Afonso de Souza organiza uma expedição a fim de colonizar e proteger as terras brasileiras dos invasores estrangeiros. </li></ul><ul><li>Piratas franceses, ingleses e holandeses invadiam o território brasileiro afim de praticar a retirada ilegal de madeira, além de contrabandear aves de plumagens coloridas, peles e índios para escravizar. </li></ul>
  • 8. <ul><li>Com o inicio da colonização, os portugueses começam o plantio da cana de açúcar, visando um promissor comércio na Europa, onde o produto alcançava grande valor, trazendo o primeiro surto de prosperidade ao Brasil colonial. </li></ul>
  • 9. <ul><li>A característica dessa monocultura se baseava em dois pontos: </li></ul><ul><li>grandes propriedades e mão de obra escrava, </li></ul><ul><li>construções rodeadas de extensos canaviais e o engenho. </li></ul><ul><li>Os escravos, tratados como mercadorias, eram as &quot;mãos e os pés&quot; do senhor de engenho, isto é, faziam todos os serviços braçais do engenho. </li></ul>
  • 10. <ul><li>O ciclo do açúcar no Brasil colonial se estendeu até a segunda metade do século XVII e a partir de então, a exportação do produto declinou devido à concorrência do açúcar produzido nas Antilhas. Restava a Portugal encontrar outras formas de exploração das riquezas coloniais. </li></ul>
  • 11. <ul><li>No século XVIII, a exploração do ouro e diamantes deu início a um novo ciclo econômico, o ciclo da mineração. A notícia da descoberta do metal precioso no interior do Brasil, o maior manancial até então encontrado em toda história ocidental, provocou a primeira corrida do ouro da história moderna. </li></ul>
  • 12. <ul><li>As cidades mineiras ainda não tinham revelado todo o seu fascinante mundo dourado quando, em 1714, pequeninas pedras brilhantes foram encontradas no Arraial do Tijuco em Minas Gerais. Preciosas e raras, os diamantes até então só eram encontrados nas Índias. </li></ul>
  • 13. <ul><li>Nasce neste período, a figura do contratador, a quem a realeza concedia o direito de explorar as lavras. Estes poucos homens tinham enorme poder e influência, determinavam o ritmo de vida na região: da contratação de escravos ao mero posicionamento da torre de uma igreja. </li></ul>
  • 14. <ul><li>Estava aí montado o cenário para um dos mais lendários romances de Minas Gerais: Xica da Silva, a escrava que durante o ciclo de ouro, aproveitou-se de sua sensualidade para conquistar a alforria e se tornar a rainha do Diamante. </li></ul>
  • 15. <ul><li>De acordo com a imaginação popular, Xica, uma jovem mulata dotada de beleza invulgar, teria seduzido com seus encantos o elemento mais poderoso da região: o contratador dos diamantes, João Fernandes de Oliveira. </li></ul>
  • 16. <ul><li>Odiada pela corte, se tornou uma pessoa poderosa, autoritária inclusive, recebendo o apelido de “Xica Mandona&quot; ou “Xica que Manda&quot;. Seus mínimos desejos e vontades eram prontamente satisfeitos pelo contratador. </li></ul>
  • 17. <ul><li>Para ela, mandou construir o famoso Palácio da Palha com cascatas artificiais e plantas exóticas vindas da Europa, além de um suntuoso teatro onde atores contratados na corte e no Rio de Janeiro vinham encenar peças nas famosas festas de Xica. </li></ul>
  • 18. <ul><li>Ao término do século XVIII, a febre do ouro havia passado, os aluviões estavam se esgotando por meio da exploração dos rios, o ouro começou a rarear, mas nisso tudo, ficaram as glórias das faustosas e imponentes igrejas, bem como o esplendor da arte barroca. </li></ul>
  • 19. <ul><li>No inicio do século XIX, a propagação do café, cercada de exotismo e mistério, coincide com a chegada da família real portuguesa ao Brasil em 1808. As primeiras mudas foram trazidas ao Pará e cultivadas com interesse quase decorativo em pequenos terrenos próximos a moradias e até mesmo em jardins. </li></ul>
  • 20. <ul><li>Por quase um século, o café foi a grande riqueza nacional e as divisas geradas pela economia cafeeira aceleraram o desenvolvimento do Brasil e o inseriram nas relações internacionais de comércio. </li></ul><ul><li>Este período coincide com a substituição da mão-de-obra escrava pela de imigrantes europeus, atraídos por políticas governamentais. </li></ul>
  • 21. <ul><li>A partir da segunda metade do século XIX , o desenvolvimento tecnologico e a revolução industrial na Europa fizeram a borracha exercer forte atração sobre empreendedores visionários. </li></ul><ul><li>O ciclo da borracha, revolucionou a economia brasileira e principalmente o modo de vida na Amazônia. </li></ul>
  • 22. <ul><li>Belém, principal porto de exportação da mercadoria, enriqueceu e ganhou ares de cidade européia. </li></ul><ul><li>Inspirada no luxo da Belle Époque (a “bela época” que marcou a economia e as artes da França antes da primeira guerra), a capital paraense orgulhava-se de apelidos como “Paris Tropical”. </li></ul><ul><li>Viver em Belém no fim do século XIX era coisa chique! No porto da cidade, atracavam navios abarrotados de queijos franceses, vinhos portugueses, vestidos italianos e serviçais europeus. </li></ul>
  • 23. <ul><li>Com o contrabando de sementes da seringueira para a Europa, a Amazônia começa a perder a primazia do monopólio de produção da borracha, pois os seringais plantados pelos ingleses na Malásia, no Ceilão e na África tropical passaram a produzir látex com maior eficiência e produtividade. </li></ul><ul><li>Conseqüentemente, a Amazônia começou a perder o monopólio da produção e os preços começaram a despencar e o ciclo extrativista entra então em decadência. </li></ul>
  • 24. <ul><li>Foi somente no ínicio do século XX que começou o desenvolvimento industrial no Brasil. </li></ul><ul><li>Com a crise da Bolsa de Valores em Nova York em 1929, muitos cafeicultores passaram a investir parte dos lucros, obtidos com a exportação do café, no estabelecimento de indústrias, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro. </li></ul><ul><li>Eram fábricas de tecidos, calçados e outros produtos de fabricação mais simples. </li></ul>
  • 25. <ul><li>Além disso, outro fator importante para a intensificação da indústria brasileira foi o crescimento acelerado dos grandes centros urbanos derivado do fenômeno do êxodo rural, promovido pela queda do café. </li></ul><ul><li>A partir dessa migração houve um grande aumento de consumidores, apresentando a necessidade de produzir bens de consumo para a população. </li></ul>
  • 26. <ul><li>Com o final da Segunda Guerra Mundial (1939-45), a indústria brasileira foi a grande beneficiada, pois os países europeus estavam com suas indústrias arrasadas e necessitavam importar produtos industrializados de outros países, entre eles, o Brasil. </li></ul><ul><li>Neste período, foram instaladas no país a Companhia Siderúrgica Nacional, que abastecia as indústrias com matéria-prima, entre elas o ferro e o aço e a Petrobrás, que impulsionou o desenvolvimento das indústrias ligadas à produção de gêneros derivados do petróleo (borracha sintética, tintas, plásticos, fertilizantes, etc.). </li></ul>
  • 27. <ul><li>A partir da segunda metade dos anos de 1950, o setor industrial passou a ser o carro-chefe da economia no país. </li></ul><ul><li>É o período JK. </li></ul><ul><li>Com o lema “Cinqüenta anos em cinco” o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961) propagou o desenvolvimento industrial brasileiro, que ganhou novos rumos e feições. JK abriu a economia para o capital internacional, atraindo indústrias multinacionais. </li></ul>
  • 28. <ul><li>Foi durante este período que ocorreu a instalação de montadoras de veículos internacionais (Ford, General Motors, Volkswagen e Willys) em território brasileiro e o desenvolvimento da indústria naval, a expansão da indústria pesada e a construção de usinas siderúrgicas e hidrelétricas. </li></ul>
  • 29. <ul><li>Entre 1969 e 1973, o Brasil viveu o chamado Milagre Econômico, quando um crescimento acelerado da indústria gerou empregos e aumentou a renda de todos os trabalhadores. Instaurou-se um pensamento ufanista de &quot;Brasil potência&quot;, que se evidencia com a conquista da terceira Copa do Mundo de Futebol em 1970 no México e a criação do mote de significado dúbio: </li></ul><ul><li>&quot;Brasil, ame-o ou deixe-o&quot;. </li></ul>
  • 30. <ul><li>O acelerado crescimento econômico que se verificou no Brasil dos anos de 1970 fez com que o país ingressasse finalmente na sociedade de consumo. </li></ul><ul><li>Assim, foi possível assistir a um constante desfile de lançamentos, aguçando a concorrência ou criando mercados absolutamente novos. </li></ul>
  • 31. <ul><li>Surgem os primeiros shopping centers no Brasil, locais onde se acumula em forma concentrada um grande número de lojas, de grifes e de espaços estetizados em função do entretenimento, criando novos hábitos de consumo como, por exemplo, a facilidade de encontrar tudo no mesmo lugar. </li></ul><ul><li>A idéia de modernidade e progresso aliada ao shopping foram os maiores atrativos para os brasileiros elegerem esse “templo do consumo” como lugar privilegiado para compras e lazer. </li></ul>
  • 32. <ul><li>Depois de um longo período de fechamento do mercado brasileiro às importações, acentuado pela crise financeira dos anos de 1980, o país iniciou seu processo de liberalização comercial. </li></ul><ul><li>A abertura econômica no decorrer dos anos de 1990, entendida aqui como a redução de impostos sobre os bens importados, representou o alinhamento do país à onda de movimento de expansão do comércio, chamado de globalização. </li></ul>
  • 33. <ul><li>Com a importação, houve a criação de novos negócios, a abertura de novas empresas, o estabelecimento de representantes ou distribuidores de empresas estrangeiras, gerando novos empregos. </li></ul><ul><li>O lançamento de produtos diferentes, de melhor qualidade e com preços competitivos fez com o que brasileiro se conscientizasse da importância da abertura da economia para o desenvolvimento do país, obrigando as indústrias a reformular seu parque industria com o intuito de poder competir no novo mercado. </li></ul>
  • 34. <ul><li>Atualmente, o comércio exterior brasileiro apresenta números recordes no que diz respeito ao mercado internacional, tendo parceiros países como: os EUA, o Canadá, a China, a Índia e diversos países da Comunidade Européia. </li></ul><ul><li>Como resultado, o saldo da balança comercial atinge seu maior superávit da história do comércio exterior brasileiro. </li></ul>
  • 35. <ul><li>ESTRUTURA DO DESFILE </li></ul>
  • 36. Comissão de Frente <ul><li>Com as cores do amanhecer tingindo a manhã de prateada, 15 homens que estavam na praia juntaram suas lanças e se prepararam para um encontro com os desconhecidos. </li></ul><ul><li>Quem seriam e de onde viriam os recém chegados? </li></ul><ul><li>Vinham provavelmente da Terra Sem Males, julgaram os mais experientes: o lugar onde todos eram felizes e ninguém morria, e que ficava para lá da imensidão das águas salgadas. Os nativos avançaram cautelosamente e após alguma hesitação, depuseram as lanças e lhes ofereceram pássaros e cocares de cores luxuriantes. </li></ul><ul><li>Uma nova era estava se iniciando em Pindorama, a Terra das Palmeiras. </li></ul>
  • 37. <ul><li>Primeiro Casal de </li></ul><ul><li>Mestre Sala e Porta Bandeira </li></ul><ul><li>D. Manuel I, o Venturoso e D. Maria de Aragão e Castela </li></ul><ul><li>Décimo quarto rei de Portugal, cognominado O Venturoso , D. Manuel I proporcionou a seu país, grandes viagens exploratórias que levaram a descoberta do caminho maritímo para as Índias e ao Brasil. </li></ul><ul><li>Primeiro rei portugues a assumir o título de Senhor do Comércio, da Conquista e da Navegação, da Arábia, Pérsia e Índia , casou-se em segundas nupcias, numa política de aproximação entre as casas reais de Portugal e Espanha, com a princesa aragonesa Maria de Aragão e Castela. </li></ul>
  • 38. <ul><li>Guardiões do Mestre Sala e Porta Bandeira </li></ul><ul><li>Fidalgos Cavaleiros da Dinastia de Avis  </li></ul><ul><li>Os Fidalgos Cavaleiros faziam parte da nobreza portuguesa e tinham como papel, proteger o casal real nas solenidades as quais este participava. Valentes, arrojados e elegantes integravam os cortejos reais em posição fisica e hierárquica, imediatamente posterior aos titulares reais. </li></ul><ul><li>1ª Ala: Deusas Parajás - deusas indígenas da honra, do bem e da justiça. </li></ul>
  • 39. Abre Alas – Terra a Vista
  • 40. <ul><li>2ª Ala: Índios </li></ul><ul><li>3ª Ala: Pau Brasil </li></ul><ul><li>4ª Ala: Quinquilharias (Bateria) </li></ul><ul><li>Ala de Passistas </li></ul><ul><li>5ª Ala: Cana de Açúcar </li></ul><ul><li>6ª Ala: Negros </li></ul>
  • 41. <ul><li>7ª Ala: Escravos (ala coreografada) </li></ul><ul><li>8ª Ala: Senhores de Engenho </li></ul><ul><li>Cidadão e Cidadã Samba </li></ul><ul><li>9ª Ala: Descoberta do Ouro </li></ul><ul><li>10ª Ala: Corte Mineira (Baianinhas) </li></ul><ul><li>11ª Ala: Esplendor do Barroco </li></ul>
  • 42. 1º Carro – Palácio da Palha - Xica da Silva
  • 43. <ul><li>12ª Ala: Ouro Negro (Café) </li></ul><ul><li>13ª Ala: Imigrantes </li></ul><ul><li>Segundo Casal de Mestre/Sala e Porta Bandeira </li></ul><ul><li>14ª Ala: Borracha </li></ul><ul><li>15ª Ala: Belém – Paris Tropical (Velha Guarda) </li></ul><ul><li>Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira </li></ul><ul><li>Hors Concours </li></ul><ul><li>16ª Ala: Industrialização </li></ul><ul><li>17ª Ala: Petrobrás (Derivados do Petróleo) </li></ul><ul><li>18ª Ala: Siderurgia </li></ul>
  • 44. 2º Carro – Companhia Siderúrgica Nacional
  • 45. <ul><li>19ª Ala: Anos JK (Montadoras veículos) </li></ul><ul><li>Terceiro Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira </li></ul><ul><li>20ª Ala: Brasil: Ame-o ou Deixe-o </li></ul><ul><li>21ª Ala: Inflação (ala das crianças) </li></ul><ul><li>Escola de Mestre Sala e Porta Bandeira </li></ul><ul><li>22ª Ala: Importados (China) </li></ul><ul><li>23ª Ala: Importados (Índia) </li></ul><ul><li>24ª Ala: Importados (EUA) </li></ul>
  • 46. 3º Carro – Shopping , Paraíso de Compras
  • 47. Comissão de Frente Primeiro Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
  • 48. Deusas Parajás Índios Canavial Abre Alas Pau brasil Bateria - Quinquilharias Passistas
  • 49. Negros Senhores de Engenho Descoberta do Ouro Corte Mineira Palácio da Xica Esplendor do Barroco
  • 50. Café – Ouro Negro Imigrantes Borracha Belém – Paris Tropical Industrialização Petrobrás Siderurgia
  • 51. Siderurgia Anos JK Brasil: Ame-o ou Deixe-o Inflação
  • 52. Importados da China Importados da Índia Importados dos USA Shopping Center
  • 53. Samba Enredo “Vossa Majestade, beijo-lhe as mãos! A terra do pau-brasil é boa e querendo aproveitá-la, tudo nela dá”. Compositores: Juninho Zuação, André Cunha e Diego Nicolau   <ul><li>O índio foi quem extraiu No troca-troca a madeira pau-brasil E a coroa portuguesa levou nossa riqueza Para Europa conquistar A cana-de-açúcar que fez o país prosperar Escravos trabalhavam sol a sol Trazidos de além-mar. Cidades mineiras a se revelar Num mundo dourado a brilhar. </li></ul><ul><li>Que mulher não sonhou ter diamantes Mas Xica da Silva se fez deslumbrante A borracha e o café quem e que não quer? Tesouros dessa terra fascinante . (BIS) </li></ul><ul><li>Da crise à evolução Indústrias fortalecem a brava nação O petróleo, ferro e aço Uniram o país num forte laço E o período JK fez o povo sonhar, resplandecer Brasil... Em cada rosto uma expressão Em cada gesto a emoção A esperança no olhar Templos de consumo, globalização Um novo mundo para ganhar seu coração </li></ul><ul><li>Quero tanto dizer como eu amo você Minha Majestade, és tu Coloninha! Se Caminha escreveu (REFRÃO) </li></ul><ul><li>Esse chão tem riqueza, esse solo é meu! </li></ul>
  • 54. Ficha Técnica <ul><li>-Carnavalesco: José Alfredo Beirão Filho </li></ul><ul><li>-Comissão de Carnaval: Sérgio Cunha, Diego Cunha, Adilson Vieira e Júlio Martins </li></ul><ul><li>-Equipe de criação: José Alfredo Beirão Filho, Edmundo Meira Neto, Renata Perito , Adriana Pereira e Saul Cunha </li></ul><ul><li>- Diretor de Harmonia: Valcione Furtado </li></ul>
  • 55. <ul><li>-Coordenador de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Saul Henrique Tavanatti </li></ul><ul><li>-Primeiro Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Caroline Miranda e Anderson Polli </li></ul><ul><li>-Segundo Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Thiele Camargo e Luís Fernando </li></ul><ul><li>-Terceiro Casal de Mestre- Sala e Porta bandeira: Thaíse e Guilherme </li></ul><ul><li>- Mestre Sala e Porta Bandeira Hors-Concours: Vânia Alexandre e Ivan Silveira </li></ul><ul><li>-Cidadã Samba: Lissá Santos Costa </li></ul><ul><li>-Cidadão Samba: Léo Cunha </li></ul><ul><li>-Rainha da Bateria: Michele Silvy </li></ul><ul><li>-Rainha da Escola: Giovana de Paula Reis </li></ul><ul><li>-Primeira Princesa: Raiana Costa </li></ul><ul><li>-Segunda Princesa: Cátia Stanck </li></ul><ul><li>- Coreografia Comissão de Frente: Gika </li></ul><ul><li>- Coordenadora de Ala Coreografada: Michele Padilha </li></ul><ul><li>- Coordenadora de Destaques: Fabiana Gama </li></ul><ul><li>- Coordenadora da Ala de Baianas: Dela </li></ul><ul><li>-Compositores do Samba-enredo: Juninho Zuação, Diego Nicolau e André Cunha </li></ul><ul><li>-Mestre de Bateria: Mestre Dú </li></ul><ul><li>-Direção Musical: Anderson Agulha </li></ul><ul><li>- Diretores de Bateria: Diego, Marquinho, Juninho, Cleiton, Jadson, Léo, Juninho Zuação e Diego Cunha </li></ul><ul><li>-Intérpretes: Jorge Luis, Sabará, Badeka, Petoco, Severo, Markinho e Kako de Oliveira </li></ul><ul><li>-Cordas: Patcho, Luizinho, Marco Antônio e Cley </li></ul><ul><li>-Comissão de Harmonia: Fernando Augusto, Glauber Oliveira, Osni Pereira, Reginaldo Martins, Thiago Martins, Ivair Moraes e Marcelo Moscão. </li></ul>
  • 56. Comissão de Carnaval 2011 <ul><li>Fantasias: </li></ul><ul><li>-Destaques, Mestres-Salas e Porta-Bandeiras, Comissão de Frente. </li></ul><ul><li>Coordenação Geral: José Alfredo Beirão Filho </li></ul><ul><li>Equipe: Edmundo, Mara, Ângela , Kika, Élio, Cláudio, Renata, Adriana e Déia. </li></ul><ul><li>-Fantasias de Ala: </li></ul><ul><li>Coordenação Geral: Appus Confecções </li></ul><ul><li>-Adereços </li></ul><ul><li>Coordenação Geral: José Darci de Jesus e Neuzimere Mariano </li></ul><ul><li>Alegorias: </li></ul><ul><li>Coordenação Geral: Marafigo e Marcio </li></ul><ul><li>Serralheiros: Alemão </li></ul><ul><li>Aderecistas: Tia Dica, Fátima, Cida, China, Marcão, Guilherme, Marquinhos </li></ul><ul><li>Esculturas : Michel, Fabinho, Ed e Tarsio </li></ul><ul><li>Iluminação : Técnica Consultoria de Iluminação </li></ul>
  • 57. Diretoria Gestão 2009/2011 <ul><li>Diretoria Executiva </li></ul><ul><li>Laerte Arlindo Matos – Presidente </li></ul><ul><li>Tania Maria Ramos - Vice-Presidente </li></ul><ul><li>Ângelo Brasil Marques – Orador </li></ul><ul><li>Alexandre Waltrick Rates – Vice - Presidente Jurídico </li></ul><ul><li>Carlos Henrique Fernandes – Vice Presidente Financeiro </li></ul><ul><li>Rodolfo Antônio Silva – Vice-Presidente de Patrimônio </li></ul><ul><li>Sérgio Roberto Cunha - Vice-Presidente Administrativo </li></ul><ul><li>Fabiana Mara Gama - Vice Presidente do Grêmio Feminino </li></ul><ul><li>Telmo dos Santos - Vice-Presidente de Esportes </li></ul><ul><li>Conselho Deliberativo - Nélson Bittencourt </li></ul>

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