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Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 01 - 21-05-2011
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Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital - Aula 01 - 21-05-2011

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Slide da disciplina de Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital, ministrada pelo professor Thiago Prado Campos - Aula 01 - 21/05/2011

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  • 1. Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital
    Thiago Prado de Campos
    Aula 1
    21/maio/2011
  • 2. Programa
    Conceitos de Padrões, Padrões Abertos e Padrões Fechados.
    Entidades Padronizadoras de Tecnologias de Internet e Conteúdo Web.
    Arquitetura de Internet e Navegadores
    Padrões de Conteúdo de Documentos da Web
    HTML, XML, RSS, Sitemap, PNG, GIF, JPEG, SVG.
  • 3. PADRÕES, LICENÇAS E ENTIDADES
    Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital
  • 4. O que são Padrões?
    Padrão é um documento aprovado por um organismo reconhecido que provê, pelo uso comum e repetitivo, regras, diretrizes ou características de produtos, processos ou serviços cuja obediência não é obrigatória.
    Existem inúmeros exemplos de padrões em uso, cobrindo todas as áreas, desde a estabilidade térmica de fluidos hidráulicos até o tamanho de CDs ou DVDs.
  • 5. Padrões Abertos
    Não há uma interpretação única para Padrões Abertos, mas em geral, costuma significar:
    Disponível publicamente para acesso e implementação;
    Não dependente de royalties ou quaisquer taxas;
    Costumam ser definidos por ampla participação de empresas, instituições e profissionais do mercado.
  • 6. Padrões Abertos
    Algumas especificações podem estar disponíveis sob alguns termos contratuais restritivas quanto ao seu uso, definidos pela organização que detêm os direitos autorais sobre elas.
    Neste caso, dizemos que o padrão é parcialmente aberto.
    Exemplos: JPEG, DDR SDRAM, H.264
  • 7. Padrões Abertos
    Exemplos de Padrões Abertos:
    Arquitetura da WWW
    http://www.w3.org/TR/webarch/
    Peripheral Component Interconnect (PCI)
    Especificação da Intel para conexão de computadores tipo IBM-PC.
    Formato de Documentos: ODF, OOXML, PNG, PDF
    Linguagens de Programação: C#, ANSI C
  • 8. Padrões Abertos
    “os padrões abertos são importantes para ajudar a criar soluções interoperáveis e acessíveis para todos. Eles também promovem concorrência sadia através do campo técnico ao nível de todos os players de mercado. Isto significa baixo custo para as empresas e, finalmente, para o consumidor.”
    Erkki Liikanen, União Européia
  • 9. Padrões Fechados
    Encontra-se na literatura também os termos “Padrões Proprietários” ou “Sistemas Fechados”.
    Possui aceitação pública generalizada mas não cumpre os requisitos para ser aberto.
    Podem ser formatos cujas especificações não estão publicamente disponíveis ou cobram royalties para implementação.
  • 10. Padrões Fechados
    Software licenciado sob direito exclusivo do detentor do copyright. Ao titular da licença é dado o direito de usar o software sob certas condições, mas restrito de outros usos, tais como a modificação, distribuição complementar, ou engenharia reversa.
    Em geral são desenvolvidos por empresas privadas sem a participação da sociedade ou mercado.
  • 11. Padrões Fechados
    Exemplos de Padrões Fechados
    Softwares: Microsoft Windows, Adobe Flash Player, Apple iTunes, MacOS, WinRAR, MySQL, Skype protocol
  • 12. Padrões Fechados
    iTunes Music Store da Apple tem sido um padrão de fato no negócio da música online, ultrapassando em 2008 a Wal-Mart. É uma plataforma proprietária da Apple, em que baseia a sua oferta de meios de comunicação.
  • 13. E Open Source (Código Aberto)?
    Descreve a prática de software desenvolvido de forma que permita que qualquer pessoa tenha acesso ao código do programa, mas seu desenvolvedor determina suas condições de uso.
    O acesso ao código fonte nem sempre significa que é permitido cópia, modificação e redistribuição.
  • 14. E Open Source (Código Aberto)?
    Exemplos:
    Linguagens de Programação: PHP, Python
    Sistemas Operacionais: Linux, FreeBSD
    Aplicações para Web: Apache, Tomcat, MediaWiki, Drupal, Joomla, Wordpress, Moodle, Mozilla Firefox, OpenOffice.org, 7-ZIP
    Contra-Exemplo: Symbian
    http://symbian.nokia.com/blog/2011/04/04/not-open-source-just-open-for-business/
  • 15. E Open Source (Código Aberto)?
    Vantagem do open source
    Facilita a compreensão do funcionamento do software e pode permitir contribuir com melhorias e correções.
  • 16. E Software Livre?
    Software livre (free software) é um conceito de extrema importância no mundo da computação. Para estar nesta condição, o software precisa ter características atreladas a aspectos de liberdade. Pode-se dizer, portanto, que o software livre é um movimento social, que defende uma causa.
  • 17. E Software Livre?
    A ideia começou a tomar forma em 1983, pelas mãos de Richard Stallman, que na época criou o GNU e, cerca de dois anos depois, fundou a Free Software Foundation (FSF).
  • 18. Fundamentos do Software Livre
    Liberdade de
    executar o programa, para qualquer propósito;
    estudar como o programa funciona e adaptá-lo às suas necessidades (exige open source)
    distribuir cópias de forma que você possa ajudar ao seu próximo;
    liberdade de melhorar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie (exige open source)
  • 19. Software Livre vs. Open Source
    Todo Software Livre é open source.
    Nem todo programa open source é Software Livre.
    Exemplos:
    Mozilla Firefox é open source mas não é software livre. Ele usa a “Mozilla Public License” que diz que se um software teve fonte alterado terá que ser distribuído com outro nome.
  • 20. Freeware (Software Gratuito)
    É um software que é disponibilizado sem custo.
    Não necessariamente é open source ou software livre.
  • 21. Licenças
    Quando um software é criado, o desenvolvedor o associa a um documento que determina quais ações o utilizador pode ou não executar. Esta é a licença de software.
    Licenças:
    Copyright
    GNU
    Copyleft
    Creative Commons
  • 22. Copyright ©
    Também denominado direito autoral ou direitos de autor.
    São termos que definem as restrições sobre acesso, uso e reprodução de obras literárias, artísticas ou científicas.
    Além do documento específico aplica-se o disposto na legislação em vigor a respeito.
  • 23. Copyleft
    No caso, a palavra "left" faz alusão a um contexto mais generoso: enquanto o copyright dá mais foco nas restrições, o copyleft se baseia nas permissões.
  • 24. GNU Public License (GPL)
    Licença criada pela FSF baseada nas liberdades que ela defende.
    A GPL surgiu em 1989 e foi revisada em 1991 e 2007, estando atualmente na versão 3: http://www.gnu.org/licenses/gpl.html
    Um programa não necessita obrigatoriamente de uma licença GPL para ser um software livre. É possível o uso de outras licenças, desde que compatível com as liberdades em questão.
  • 25. Creative Commons
    Idealizadas para permitir a padronização de declarações de vontade no tocante ao licenciamento e distribuição de conteúdos culturais em geral (textos, músicas, imagens, filmes e outros), de modo a facilitar seu compartilhamento e recombinação.
    http://creativecommons.org/licenses/?lang=pt
  • 26. Creative Commons
    As licenças são disponibilizadas em 3 camadas: licença jurídica, legível por humanos e legível por máquinas.
    Isto é, o conteúdo é o mesmo mas com público diferente em cada formato.
  • 27. Exercício
    Acesse e responda o questionário disponível em: http://bit.ly/pitagoras01
  • 28. Organizações que criam/gerenciam padrões
    Existem organizações que através de processos bem definidos gerem a criação, disponibilização e continuidade de padrões.
    No contexto de Internet é importante conhecer algumas destas organizações, que trabalham para padronizar as tecnologias envolvidas com a grande rede mundial.
  • 29. ISO – www.iso.org
    A Organização Internacional para Padronização (em inglês: InternationalOrganization for Standardization) aglomera os grêmios de padronização/normalização de 158 países.
    Fundada em 23 de Fevereiro de 1947, em Genebra, Suíça, a ISO aprova normas internacionais em todos os campos técnicos, exceto na electricidade e eletrônica, cuja responsabilidade é da InternationalElectrotechnicalCommission (IEC).
  • 30. ISO - Exemplos
    • ISO 31 Tamanhos e unidades
    • 31. ISO 1000 Unidades SI e recomendações para o uso de seus múltiplos e de algumas outras unidades
    • 32. ISO 216 Formatos e dimensões de papel - série A e B
    • 33. ISO 639 Códigos para representação de nomes de línguas
    • 34. ISO 2108 ISBN - Sistema internacional de identificação de livros
    • 35. ISO 3166 Códigos de países e subdivisões
    • 36. ISO 4217 Códigos de moeda
    • 37. ISO 5218 Convenção numérica para representação de sexos
    • 38. ISO 8601 International Standard Date and Time Notation
    • 39. ISO 8859 Codificação de caracteres em fontes, as quais incluem o ASCII
    • 40. ISO 8879 Standard Generalized Markup Language (SGML)
    • 41. ISO 9000 Sistema de gestão da qualidade em ambientes de produção
    • 42. ISO 9899 A linguagem de programação C
    • 43. ISO 10006 Gestão da qualidade (aplicada em gestão de projetos)
    • 44. ISO 10646 Universal Character Set (equivalente ao Unicode)
    • 45. ISO 14000 Normas de gestão do ambiente em ambientes de produção
    • 46. ISO 14772 Virtual Reality ModellingLanguage VRML
    • 47. ISO 15930 Portable Document Format (PDF)
  • IEEE – www.ieee.org
    O Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos, fundada nos Estados Unidos. É a maior (em número de sócios) organização profissional do mundo.
    engenheiros elétricos, engenheiros da computação, cientistas da computação, profissionais de telecomunicações etc.
    Sua meta é promover conhecimento no campo da engenharia elétrica, eletrônica e computação.
    Um de seus papéis mais importantes é o estabelecimento de padrões para formatos de computadores e dispositivos.
  • 48. IEEE – exemplos
    IEEE 802 - Os padrões IEEE 802 são referentes às redes locais e redes metropolitanas.
    IEEE 1394 – Firewire
    IEEE 829 — Software Test Documentation
    IEEE 1284 — Parallel port
    IEEE P1363 — Public key cryptography
    IEEE 12207 — Information Technology – Ciclo de vida de um software
  • 49. IEC - www.iec.ch
    A International Electrotechnical Commission ou Comissão Eletrotécnico Internacional (IEC) é uma organização internacional de padronização de tecnologias elétricas, eletrônicas e relacionadas.
    Alguns dos seus padrões são desenvolvidos juntamente com a ISO.
  • 50. IEC - Exemplos
    ISO/IEC 12207 é a norma que define processo de desenvolvimento de software
    ISO/IEC 15445 padroniza a descrição e processamento de documentos HTML
    ISO/IEC 15504 também conhecida como SPICE, é uma evolução da ISO/IEC 12207
    ISO/IEC 15948 define o PNG
    ISO/IEC 16262 define o ECMAScript (javascript)
    ISO/IEC 17799 é uma norma de Segurança da Informação
    ISO/IEC 19501 define a Unified Modeling Language (UML)
    ISO/IEC 23270 define a Linguagem de Programação C#
    ISO/IEC 26300 define o OpenDocument (ODF)
    ISO/IEC 27001 é um padrão para sistema de gerência da segurança da informação
    ISO/IEC 29500 define o Office Open XML File (OOXML)
  • 51. IETF – www.ietf.org
    A Internet Engineering Task Force é uma comunidade internacional ampla e aberta
    técnicos, agências, fabricantes, fornecedores, pesquisadores
    Missão: identificar e propor soluções a questões/problemas relacionados à utilização da Internet, além de propor padronização das tecnologias e protocolos envolvidos.
    As recomendações da IETF são usualmente publicadas em documentos denominados RFCs (Request for Comments).
  • 52. IETF – Exemplos
    RFC 793 - Transmission Control Protocol
    RFC-822 Standard for ARPA Internet text messages
    RFC-2045 MIME Part 1: Format of Internet Message Bodies
    RFC-2046 MIME Part 2: Media Types
    RFC-2047 MIME Part 3: Header Extensions for Non-ASCII Text
    RFC-2048 MIME Part 4: Registration Procedures
    RFC-2049 MIME Part 5: Conformance Criteria and Examples
    RFC-2110 MIME E-mail Encapsulation of Aggregate Documents, such as HTML
    RFC-2616 Hypertext Transfer Protocol -- HTTP/1.1
    RFC-2821 Simple Mail Transfer Protocol
    RFC-2854 The 'text/html' Media Type
    RFC 3986 Uniform Resource Identifiers (URI)
  • 53. Outros
    ABNT – www.abnt.org.br
    A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no Brasil, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. A ABNT é a única e exclusiva representante no Brasil das entidades internacionais ISO e IEC.
    IANA – www.iana.org
    A Internet Assigned Numbers Authority é a organização mundial que funciona como a máxima autoridade na atribuição dos "números" na Internet. Entre os quais estão os números das portas e os endereços IP. Ela mantém uma estreita ligação com o IETF no cumprimento desta função.
  • 54. W3C – www.w3c.org
    O World Wide Web Consortium é um consórcio de empresas de tecnologia, atualmente com cerca de 500 membros.
    Fundado por Tim Berners-Lee em 1994 para levar a Web ao seu potencial máximo.
    O W3C desenvolve padrões para a criação e a interpretação dos conteúdos para a Web.
  • 55. W3C – www.w3c.org
    As recomendações do W3C são desenvolvidas por grupos de trabalho formados por membros do Consórcio e experts convidados.
    Os grupos de trabalho criam esboços e propostas de recomendações , baseados em um consenso comum de companhias e organizações interessadas na criação de aplicações Web. Estas são então submetidas à apreciação dos membros do W3C e seu diretor para aprovação formal como uma Recomendação.
  • 56. W3C – Ciclo de Vida
    Recommendation
    Proposed to
    Recommendation
    Candidate for
    Recommendation
    Last Call for
    Working Draft
    Working Draft
    http://www.w3.org/Consortium/Process/
  • 57. W3C – Ciclo de Vida
    Cria-se um Working Group para discussão sobre um assunto.
    O grupo propõe uma recomendação, através de um Working Draft
    O Working Draft pode sofrer alterações conforme contribuições recebidas. Quando o grupo achar conveniente, publica um Last Call for Working Draft, como sendo última oportunidade de opinar sobre o rascunho
    Após todos darem suas últimas contribuições o documento é convertido para Candidate Recommendation. É uma versão estável do WD. Ela é proposta para a comunidade experimentar sua implementação e dar feedbacks.
    Aqui acontece o Call for Implementation, para apresentação das implementações
    Após os feedbacks e experiência, o documento passa ao status de Proposed Recommendation e é submetido a um comitê consultivo para revisão.
    Após aprovação pelo comitê, finalmente, o documento é então publicado como Recommendation.
  • 58. W3C – Outros Docs
    A W3C, através dos Working Groups e colaboradores também publica outros tipos de documentos:
    Artigos – podem ser do tipo Quality Assurance (ex.: My Web site is standard! And yours?), FAQs (Ex.: HTML and XHTML Frequently Answered Questions) ou informativos diversos.
    Interest Group Note – tutoriais (Ex.: Tableless layout HOWTO), guias e diretrizes (Ex.: HTML 4.0 Guidelines for Mobile Access), etc.
  • 59. Exercício
    Acesse e responda o questionário publicado em: http://bit.ly/pitagoras02
  • 60. Infraestrutura de internet e navegadores
    Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital
  • 61. Internet / Início Militar
    A Internet é uma rede antiga, com quase 40 anos.
    Até o ex-presidente de Cuba, Fidel Castro teve importante papel no seu surgimento. Na década de 60, os Estados Unidos tinham uma real possibilidade de ataque nuclear através de Cuba. Desta forma, a interligação das bases militares em rede foi a principal estratégia norte-americana para se defender de um possível ataque.
    Na hipótese de uma base ser atingida, a comunicação entre as demais permaneceria possível. Essa rede era a ARPANET (AdvancedResearch Project Agency Network). A rede interligou várias computadores de bases militares, universidades e centros de pesquisas envolvidos.
  • 62. Internet / Amadurecimento acadêmico
    A principal utilidade da Arpanet era a troca de mensagens de correio eletrônico e arquivos. Isso despertou o interesse dos demais departamentos das universidades e a rede foi se expandindo. Na década de 80, a NSFNET (rede nacional de pesquisa dos EUA) também se conectou à Arpanete outras cinco grandes centros regionais de supercomputação. A NSFNET e a ARPANET seriam os dois primeiros backbones da Internet. Outras redes foram então se conectando, como a USENET, a Bitnet, a EARN e diversas redes BBS.
    Acessar e operar os recursos da Internet nesta época era algo restrito à acadêmicos e exigiam muito conhecimento de Unix, shells e comandos de e-mail e ftp.
  • 63. Internet / Expansão Comercial
    Em 1992, num laboratório de Física, em Genebra na Suíça, Tim Berners-Lee criou o World Wide Web. O modelo inicialmente foi aplicado no CERN (Centre European pour la Recherche Nucleaire) que possuía laboratórios distribuídos por várias cidades em 19 países da Europa. A informação, que se perdia diariamente foi organizada e distribuída através de documentos hipertexto.
    O primeiro navegador gráfico foi o X-Mosaic, desenvolvido no NCSA (Centro Nacional de Supercomputação da Universidade de Illinois), inicialmente para Unix. Depois, portado para Windows e Macintosh, onde então se popularizou para mais usuários.
  • 64. Internet / Expansão Comercial
    Nesta época, a NSFNET já tinha se entregue à iniciativa privada e provedores de acesso e informação comerciais se multiplicaram, oferecendo às pessoas comuns o mesmo acesso que antes só tinham as grandes organizações e o meio acadêmico.
    Os criadores do Mosaic (entre eles Marc Andreesen), deixaram a universidade e fundaram uma empresa: a Netscape.
    Daí por diante, a Web evoluiu e o próprio movimento do mercado propiciou sua expansão através de grandes, médias, pequenas empresas e profissionais autônomos.
  • 65. Internet / Explosão Social
    No século XXI, com a invasão da Internet nas casas, muita gente mergulhou de cabeça na grande rede mundial. O surgimento de novas aplicações e conteúdos atraentes à todas as faixas etárias (principalmente crianças e jovens) formaram uma cultura na qual a comunicação através da Internet já é adotada de forma comum pela nova geração.
    Estamos num ponto onde a Internet já passa a fazer parte do dia-a-dia das pessoas: pesquisa de trabalhos escolares, comunicação com amigos e parentes, diversão, trabalho, obrigações sociais e interoperabilidade com outras tecnologias são exemplos de fatores que trouxeram a Internet para um ponto no qual não há mais regresso.
  • 66. Arquitetura Cliente/Servidor
    Cliente-servidor é um modelo computacional que separa clientes e servidores, sendo interligados entre si geralmente utilizando-se uma rede de computadores.
    Cada instância de um cliente pode enviar requisições de dados para algum dos servidores conectados e esperar pela resposta. Por sua vez, algum dos servidores disponíveis pode aceitar tais requisições, processá-las e retornar o resultado para o cliente.
  • 67. Características do Cliente
    • Quem envia requisição é conhecido como cliente
    • 68. Inicia requisições
    • 69. Espera para receber respostas
    • 70. Normalmente, conecta-se à um número pequeno de servidores ao mesmo tempo
    • 71. Comumente Interage diretamente com usuário final usando uma interface gráfica
  • Características do Servidor
    • Quem recebe requisições enviadas pelo cliente é conhecido como servidor
    • 72. É passivo (escravo)
    • 73. Espera por requisições dos clientes
    • 74. Após receber requisições, processa e então envia respostas
    • 75. Normalmente aceita conexões de um grande número de clientes
    • 76. Comumente não interage diretamente com usuários finais
  • Cliente-Servidor / Exemplos
  • 77. Cliente-Servidor / Exemplos
  • 78. Serviços de Internet
    Web não é Internet!
    A Internet possui diversos serviços. A World Wide Web (conhecido também como Web) é o nome do serviço mais popular da Internet. Por esse motivo, é freqüentemente confundida com a própria Internet.
    Internet é o nome dado ao conjunto de computadores, provedores de acesso, satélites, cabos e serviços que formam uma rede mundial baseada em uma coleção de protocolos de comunicação conhecidas como TCP/IP.
  • 79. Serviços de Internet
    PROTOCOLOS
    É através de protocolos de comunicação que um computador pode se comunicar com outro através de uma linha telefônica ou placa de rede sem que o usuário precise se preocupar em saber qual o meio físico que está sendo utilizado.
    TCP/IP é um conjunto de protocolos padrão que foi adotado como ‘língua oficial’ da Internet.
  • 80. Como Funciona o TCP/IP
    servidor
    cliente
    mensagem
    segmento
    datagrama
    quadro/frame
  • 81. Como Funciona o TCP/IP
    Camada 4 – Protocolos de Aplicação
    oferecem serviços de acesso remoto (telnet), e-mail (POP e SMTP), transferência de arquivos (FTP), serviço de nomes (DNS), serviço web (HTTP), entre outros. Lidam com a comunicação aparente entre duas aplicações rodando em computadores diferentes.
    Camada 3 – Protocolos de Transporte
    realiza a transferência dos dados organizados em pacotes de uma máquina para outra. Pode ser confiável (TCP) ou não confiável (UDP).
  • 82. Como Funciona o TCP/IP
    Camada 2 – Protocolos de Nível de Internet
    identificam as máquinas e pacotes através de endereços IP de origem e destino.
    Camada 1 – Protocolos de Camada Rede/Física
    interfaceia e realiza a transmissão dos dados através da linha telefônica, placas e cabos de rede, etc.
  • 83. Endereço de Internet (IP)
    O Protocolo IP (Internet Protocol) é um dos mais importantes no TCP/IP. Ele define a forma de endereçamento que permite a localização de um computador na Internet, através de um conjunto de dígitos chamado de endereço IP.
    Qualquer máquina acessível através da Internet tem um endereço IP exclusivo, podendo ser temporário ou permanente.
  • 84. Endereço de Internet (IP)
    Computadores que hospedam páginas Web e que oferecem outros serviços de internet precisam de um endereço IP, para que você possa localizá-los a qualquer hora.
    O endereço IP do site da UTFPR (www.utfpr.edu.br) é 200.19.73.171.
    O endereço IP do servidor que hospeda o site www.thiagotpc.com é 201.76.50.86.
  • 85. Serviço de Nomes de Domínio (DNS)
    Para facilitar o acesso aos computadores da Internet e evitar a necessidade de se decorar números IP é que foi criado o DNS.
    Este serviço guarda tabelas que associam o nome de uma máquina ou de uma rede à um endereço IP. Quando você digita o nome de uma máquina no seu navegador, o browser primeiro tenta localizá-lo consultando uma outra máquina (cujo IP o navegador já conhece) que oferece o serviço de nomes.
    Se esse serviço de nomes falhar, o navegador não conseguirá o número IP que precisa e assim não localizará a máquina correspondente.
  • 86. Portas
    Uma mesma máquina pode oferecer vários serviços, desde que em portas diferentes, como um prédio de escritórios.
    As portas são identificadas por números e para facilitar, várias portas para determinados serviços foram padronizadas. Para ter acesso a um serviço, é preciso que a aplicação cliente saiba conversar na língua de uma aplicação servidora.
    Como são portas padronizadas, um cliente muitas vezes só precisa saber o nome ou endereço IP da máquina que tem determinado serviço. É o que ocorre com os navegadores.
  • 87. Web
    A World Wide Web é um serviço TCP/IP baseado no protocolo de nível de aplicação HTTP (HyperText Transfer Protocol – Protocolo de Transferência de Hipertexto).
    É o meio virtual formado
    pelos servidores HTTP (servidores web),
    clientes HTTP (navegadores) e
    protocolo HTTP (regras de comunicação entre cliente e servidor).
  • 88. Hipertexto
    É uma forma não-linear de publicação de informações onde palavras que aparecem no texto podem levar a outras seções de um documento, outros documentos ou até outros sistemas de informação, fugindo da estrutura linear original de um texto simples.
    O hipertexto baseia-se em ligações entre dois pontos, chamados de âncoras. As ligações entre as âncoras são chamadas de vínculos (links).
    Para Web, escolheu-se como linguagem declarativa de hipertextos o HTML (HyperText Markup Language).
  • 89. Hipertexto
  • 90. Servidor Web
    O serviço HTTP funciona de forma semelhante ao serviço FTP (File Transfer Protocol – protocolo de transferência de arquivos), oferecendo aos seus clientes um conjunto de arquivos e recursos que podem ser transferidos para seus programas clientes que o interpretam e exibem ao usuário.
    Servidores Web mais comuns:
    APACHE (para Linux) e
    IIS (para Windows)
  • 91. URI - UniformResourceIdentifier
    É um endereço que sintaticamente representa um recurso presente na Internet. Contém duas informações essenciais:
    COMO transferir o objeto (o protocolo) e
    ONDE encontrá-lo (máquina, porta e caminho virtual)
    Sintaxe:
    protocolo://maquina:porta/caminho/recurso
    Exemplos:
    http://www.thiagotpc.com/arquivos/curriculo.pdf
    http://intranet:8081/pedidos
    ftp://usuario:senha@maquina.com/pub/arquivo.doc
    mailto:contato@thiagotpc.com
  • 92. Protocolo HTTP - códigos
    Toda requisição HTTP recebe um cabeçalho de resposta, que contém um Código e uma Frase, pelo menos.
    O elemento Status-Code é um código de inteiro de 3 dígitos do resultado da tentativa do servidor em entender e processar a requisição (request).
    Estes códigos são definidos em detalhes na seção 10 da RFC 2616. A Reason-Phrase visa fornecer uma breve descrição textual do Status-Code.
    O Status-Code é voltado para a interpretação automatizada (programa cliente) e a Reason-Phrase é voltada para o usuário humano. O cliente HTTP não precisa necessariamente examinar ou exibir a Reason-Phrase.
  • 93. Protocolo HTTP - códigos
    O primeiro dígito do Status-Code define a classe da resposta. Os 2 dígitos finais definem um significado específico.
    1xx: Informacional - Requisição recebida, processo continua;
    2xx: Sucesso - recebida, compreendida e aceita com sucesso;
    3xx: Redirecionamento (Transitório) - Deve haver ação consecutiva para que a requisição seja completada;
    4xx: Erro Cliente - A requisição enviada pelo cliente contém sintaxe errada ou não pode ser atendida;
    5xx: Erro Servidor - O servidor falhou em atender requisição aparentemente válida. Erros e exceções em programas (Java, .NET, PHP etc.) e servidores são casos típicos destes erros.
  • 94. Protocolo HTTP - códigos
    100 - Continue
    101 - Switching Protocols
    200 - OK
    201 - Created
    202 - Accepted
    203 - Non-Authoritative Information
    204 - No Content
    205 - Reset Content
    206 - Partial Content
    300 - Multiple Choices
    301 - Moved Permanently
    302 - Found, Moved Temporarily
    303 - See Other
    304 - Not Modified
    305 - Use Proxy
    307 - Temporary Redirect
    400 - Bad Request
    401 - Unauthorized
    402 - Payment Required
    403 - Forbidden
    404 - Not Found
    405 - Method Not Allowed
    406 - Not Acceptable
    407 - Proxy Authentication Required
    408 - Request Time-out
    409 - Conflict
    410 - Gone
    411 - Length Required
    412 - Precondition Failed
    413 - Request Entity Too Large
    414 - Request-URI Too Large
    415 - Unsupported Media Type
    416 - Requested range not satisfiable
    417 - Expectation Failed
    500 - Internal Server Error
    501 - Not Implemented
    502 - Bad Gateway
    503 - Service Unavailable
    504 - Gateway Time-out
    505 - HTTP Version not supported
  • 95. Navegador (browser)
    É um programa que serve de interface universal a todos os serviços que podem ser oferecidos via Web.
    Ele é um cliente HTTP. A principal função do navegador é ler e exibir o conteúdo de uma página.
    Navegadores podem ser usados para abrir páginas armazenadas localmente no computador. Neste caso, não estão atuando como clientes HTTP e sim como interpretadores de arquivos hipertexto.
  • 96. Navegador (browser)
    precisam interpretar vários tipos de arquivos que são enviados para ele pelo servidor web:
    arquivos em formato de texto, como HTML, XML, CSS, XSL, SVG, Javascript etc.;
    arquivos binários, como imagens GIF, JPG, PNG, e programas Java, Flash, dentre outros.
    Quando envia o arquivo o servidor web informa ao navegador o tipo MIME do arquivo.
    Código ASP, PHP, .net, Java, Python, ColdFusion não é interpretado pelo navegador.
  • 97. Nestcape Navigator
    Início: 15/dez/1994
    Dominou o marketshare de navegadores nos anos 90 e praticamente sucumbiu em 2002. Sua última versão foi o Netscape Navigator 9, lançado em 2007.
    Em Dez/2007, foi anunciado o fim do projeto. O suporte ao navegador foi prestado pela AOL até Fev/2008.
  • 98. Internet Explorer
    Início: ago/1995
    Domina atualmente o marketshare de navegadores. A última versão estável é a 9 (fev/2011).
    Atualmente a versão 10 está em desenvolvimento.
  • 99. Firefox
    Início: 9/nov/2004
    Baseado no motor open-source Gecko desenvolvido pela fundação Mozilla.
    Hoje tem a segunda colocação do marketshare de navegadores. A última versão estável é a 4.0.
  • 100. Opera
    Início: 1996
    É um dos navegadores mais aderentes aos padrões web e popular em dispositivos móveis (OperaMini). Proprietário.
    A última versão estável é a 11.1.
  • 101. Safari
    Início: 23/jun/2003
    Baseado no motor KHTML opensource, é desenvolvido pela Apple e tem grande uso no sistema operacional Mac, no iPad, iPod e iPhone.
    A última versão estável é a 5.0.
  • 102. Chrome
    Início: Set/2008
    É o navegador mantido pelo Google. O mais caçula dentre eles.
    Sua atual versão é a 11.0.
  • 103. Market share de Navegadores
    http://gs.statcounter.com/#browser-ww-monthly-200812-201105
  • 104. Exercício
    Acesse e responda o questionário disponível em http://bit.ly/pitagoras03
  • 105. Camadas e tecnologias de conteúdo para web
    Introdução aos Padrões Web e Tecnologias para o Ambiente Digital
  • 106. Desenvolvimento Web
    SERVIDOR
    CLIENTE
    CLIENTE
    CLIENTE
    CLIENTE
  • 107. Desenvolvimento Web
    Sistema Operacional
    Windows, Linux, FreeBSD
    Servidor Web
    IIS, Apache, Tomcat
    Banco de Dados
    SQL Server, Oracle, MySQL, PostgreSQL
    Linguagem de Programação
    Perl, ASP, ASP.NET, PHP, Java, Python, Ruby, Coldfusion
  • 108. Sistema Operacional
    Plataforma que será utilizada no servidor que hospedará o site. É ele que permite utilização do servidor web, de banco de dados e linguagem de programação.
    Opções:
    Linux: software livre
    Windows: software proprietário
  • 109. Servidor Web
    Servidor que se comunicará com os clientes web (navegadores) atendendo as solicitações de páginas e envio de informações por formulários.
    Opções mais comum:
    Apache (para Linux e Windows), Software Livre
    IIS (somente Windows), Proprietário
    Tomcat (Linux e Windows), Software Livre
  • 110. Banco de Dados
    Serviço que armazenará tabelas com registros de informações sobre o site, como usuários, produtos, pedidos, etc.
    Opções mais comuns:
    MySQL, opensource, Windows e Linux
    PostgreSQL, Software Livre, Window s e Linux
    MS SQL Server, proprietário, somente Windows
  • 111. Linguagem de Programação
    Tecnologia que irá tratar as informações enviadas pelos navegadores podendo armazená-las ou recuperá-las do banco de dados, enviar e-mails, etc.
    Opções disponíveis:
    Java, PHP, Python, Ruby, Perl - livres
    C# (.net) – open source
    VBScript (ASP), Visual Basic.net - proprietárias
  • 112. Linguagem de Programação
    Linguagens de programação mais populares e mais utilizadas no mundo:
    http://www.tiobe.com/index.php/content/paperinfo/tpci/index.html
    http://langpop.com/
  • 113. Desenvolvimento Web
    Conteúdo
    HTML, XML, JSON, SVG, ..., Imagens (JPEG, GIF, PNG)
    Apresentação
    CSS, Imagens (JPEG, GIF, PNG)
    Comportamento
    Javascript
    Tudo em 1
    Flash, Silverlight, Java, Objective-C
  • 114. Desenvolvimento Web
  • 115. Desenvolvimento em Camadas
    Conteúdo
    Camada responsável pela informação. A mais importante.
    Formatos: HTML, XML, SVG, MATHML, etc.
    Apresentação
    Camada responsável por apresentar o conteúdo ao usuário, através do navegador, impressora ou leitor de tela.
    Formato: CSS
    Comportamento
    Responsável em controlar o comportamento do conteúdo e da apresentação conforme interação realizada pelo usuário.
    Formato: Ecmascript (javascript)
    HTML, CSS e EcmaScript são livres e interpretados por qualquer navegador.
    92
  • 116. Tudo em 1
    Java (applets), Flash Movie, Silverlight, Objective-C
    Prós:
    Geralmente possuem um bom ambiente de desenvolvimento (IDE);
    Contra:
    Não são padrões livres;
    Não provém boa acessibilidade.
    Necessita de algo a mais no navegador.
    93
  • 117. Conteúdo para Web
    A camada de conteúdo É A MAIS IMPORTANTE!
    A principal tecnologia utilizada na camada de conteúdo é a HTML, que estudaremos com maiores detalhes a seguir.
  • 118. HTML
    HyperTextMarkupLanguage
    HTML é a linguagem para descrever a estrutura de páginas web. Possibilita aos autores:
    Publicar documentos on-line com títulos, texto, tabelas, listas, fotos, etc.
    Recuperar informação on-line através de links de hipertexto, com o clique de um botão.
    Criar formulários para a realização de transações com serviços remotos, para uso em busca de informações, fazer reservas, encomenda de produtos, etc
    Incluir planilhas, clips de vídeo, clips de som e outras aplicações diretamente em seus documentos.
    Com a HTML, os autores descrevem a estrutura das páginas usando a marcação. Os elementos da linguagem são rótulo de conteúdo, tais como “parágrafo", "lista", “tabela", e assim por diante.
    95
  • 119. LinguagemMarcação versus Programação
    Criada para expressar uma computação que pode ser executada por uma máquina, particularmente, um computador.
    São usadas para criar programas que controlam o comportamento de uma máquina.
    Python, PHP, Java, Javascript
    Criada para transformar texto puro em um documento estruturado.
    Também pode ser usada para transformar dados em objetos estruturados, como imagens, músicas, espaços 3D, etc.
    HTML, SVG, VRML, MathML, RTF, LaTex
    96
  • 120. Versões da HTML para hoje!
    HTML 1 – criado entre 1990-1991, por Tim Berners Lee
    HTML 2 – lançada em 1995 pela IETF
    HTML 3 – não foi aprovada
    HTML 3.2 – lançada em 1997 pela W3C
    HTML 4 – em 1999, pela W3C
    XHTML 1 – em 2000, trata-se do HTML4 em XML
    XHTML 1.1 – recomendação somente em nov/2010
    XHTML 2 – abandonada em 2009
    HTML 5 – em desenvolvimento desde 2007.
    97
  • 121. Versões da HTML para hoje!
    HTML 1 – criado entre 1990-1991, por Tim Berners Lee
    HTML 2 – lançada em 1995 pela IETF
    HTML 3 – não foi aprovada
    HTML 3.2 – lançada em 1997 pela W3C
    HTML 4 – em 1999, pela W3C
    XHTML 1 – em 2000, trata-se do HTML4 em XML
    XHTML 1.1 – recomendação somente em nov/2010
    XHTML 2 – abandonada em 2009
    HTML 5 – em desenvolvimento desde 2007.
    98
  • 122. HTML 5
    Descontente com o que estavam acompanhando no WorkingGroup do XHTML2, fabricantes de navegadores se reuniram em 2004 e fundaram a WHATWG (Apple, Mozilla, Opera). Adobe e Microsoft inicialmente ficaram de fora.
    O objetivo do HTML5 é tornar os navegadores capazes de rodar aplicativos sob plataforma web.
    Mas envolve também solução para outros problemas:
    Áudio e Vídeo sem necessidade de plugins
    Banco de dados local
  • 123. Os Players desta Guerra
    Microsoft ($ 39 bi / 93 mil empregados)
    Detêm 60% do mercado de usuários de browsers com o Internet Explorer
    Possui tecnologia proprietária, Silverlight, concorrente do Flash
    Atualmente apóia HTML5 e diz implementar no IE9
    7% do mercado de smartphones
    Google ($ 36 bi / 20 mil empregados)
    Parceiro no Webkit, no qual baseia-se o Chrome (7%)
    Apóia HTML 5 desde o início
    10% do mercado de smartphones
  • 124. Os Players desta Guerra
    Apple ($ 31 bi / 34 mil empregados)
    Parceira majoritária no Webkit, fonte para iPhone e Safari (5%).
    15% do mercado de smartphones
    Apóia HTML5 por estar envolvida no Webkit
    Recentemente “ficou de mal” com a Adobe/Flash
    Adobe ($ 4 bi / 8.600 empregados)
    Não produz navegador, mas usa o WebKit para renderizarAdobeAIR
    Produz o Flash (fechado, proprietário), multiplataforma
    Mas que consome muitos recursos no MacOS
  • 125. Os Players desta Guerra
    Opera ($ 1 bi / 750 empregados)
    Desenvolve o Opera Browser (3% - PCs + Mobile)
    Foco principal: browser para smartphones, compatível com Iphones, Android, Windows Mobile (mini), Symbian (44%) e Blackberry (19%)
    Mozilla Corporation (< $ 1bi / 250 empregados)
    Produz o Firefox (24%)
    Apóia HTML5 desde o início
  • 126. Os Players desta Guerra
    Nokia ($ 15 bi / 125 mil empregados)
    Celulares com Symbian e MAEMO (45% mercado)
    Nokia Browser baseado no WebKit
    RIM ($ 7bi / 12 mil empregados)
    Produz os Blackberrys (19% do mercado de smartphones) com SO e navegador próprios.
  • 127. Browsers e Versões da HTML
    104
  • 128. Documento HTML
    Um documento HTML 4 é composto por duas partes distintas:
    1. um cabeçalho com uma seção declarativa
    2. um corpo contendo o atual conteúdo do documento
    Os espaços em branco (espaços, mudanças de linha, tabulações e comentários) poderão aparecer antes ou depois de cada seção.
    As seções deverão ser delimitadas pelo elemento HTML.
    105
  • 129. Documento HTML
    Eis aqui o exemplo de um documento HTML simples:
    <html>
    <head>
    <title>O meu primeiro documento HTML</title>
    </head>
    <body>
    <p>Olá Mundo!</p>
    </body>
    </html>
    106
  • 130. Documento HTML
    Agora, informando qual versão do HTML queremos que o navegador interprete.
    <!DOCTYPE HTML PUBLIC "-//W3C//DTD HTML 4.01//EN" "http://www.w3.org/TR/html4/strict.dtd">
    <html>
    <head>
    <title>O meu primeiro documento HTML</title>
    </head>
    <body>
    <p>Olá Mundo!</p>
    </body>
    </html>
    107
  • 131. Alguns elementos da HTML
    Títulos: <h1>, <h2>, ... <h6>
    Parágrafos e Texto: <p>, <strong>, <em>, <abbr>, <a>
    Listas: <ul>, <li>, <ol>, <dl>, <dt>, <dd>
    Contato: <address>
    Estrutura da Página: <header>, <footer>, <article>, <aside>, <section>
    Embutir mídia: <img>, <object>, <audio>, <video>, <canvas>, <svg>, <math>
  • 132. Exercício
    Vamos criar um documento HTML para entender a lógica de estruturação de uma linguagem de marcação.
    Tema: um currículo pessoal
  • 133. Exercício
    Seu Nome
    Um parágrafo com uma breve biografia/apresentação
    Experiência Profissional
    Formação Acadêmica
    Capacitação/Atualização
    Contato
  • 134. XML
    XML resumidamente é uma maneira de escrever documentos de marcação.
    A HTML pode seguir estas regras de sintaxe que a permite ser chamada de XHTML.
    Algumas outras linguagens seguem a sintaxe XML mas possuem propósito ligeiramente diferente da HTML:
    RSS, MathML, SVG, Sitemap, etc.
  • 135. Filosofias da XML
    Separar conteúdo da formatação
    Simplicidade e Legibilidade, tanto para humanos quanto para computadores
    Possibilidade de criação de tags sem limitação
    Criação de arquivos para validação de estrutura (DTDs ou XML Schema)
    Interligação de bancos de dados distintos
    Concentração na estrutura da informação, e não na sua aparência
  • 136. Regras de Sintaxe da XML
    Deve possuir um único elemento raiz. Ou seja, a mesma tag deve iniciar e encerrar o documento.
    O elemento raiz pode ser precedido por uma opcional declaração XML.
    <?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
    Dentro do elemento raiz podem haver quantos elementos forem necessários.
  • 137. Regras de Sintaxe da XML
    A sintaxe básica de um elemento é:<nome atributo=“valor”> Conteúdo </nome>
    Os valores de atributos devem estar entre aspas (simples ou duplas) e cada atributo deve aparecer somente uma vez num elemento.
    Os elementos na XML devem estar corretamente encaixado. Ou seja, o último elemento iniciado é o primeiro a ser fechado. Ex.:<pessoa><nome>Thiago</pessoa></nome><pessoa><nome>Thiago</nome></pessoa>
  • 138. Regras de Sintaxe da XML
    Nomes de elementos são CASE-SENSITIVE. Ou seja: Nome é diferente de nome. Ex.:<nome> ... </nome><Nome> ... </nome><NOME> ... </nome>
  • 139. Distribuição de Informação com RSS
    RSS É um formato de distribuição de informações (como notícias) pela Internet.
    Com ele você fica sabendo quando uma informação do seu interesse foi publicada, sem que você tenha de navegar até o site.
    A abreviatura do RSS é usada para se referir aos seguintes padrões:
    Rich Site Summary (RSS 0.91)
    RDF Site Summary (RSS 0.9 e 1.0)
    ReallySimpleSyndication (RSS 2.0)
    Também existe o formato Atom 1.0.
  • 140. Distribuição de Informação com RSS
    O RSS é amplamente utilizado pela comunidade dos blogs para compartilhar as suas últimas novidades ou artigos completos e até mesmo arquivos multimídia.
    No ano 2000, o uso do RSS difundiu-se para as maiores empresas de notícias como a Reuters, CNN, e a BBC. Estas empresas permitiam que outros websites incorporassem suas notícias e resumos através de vários acordos de uso.
    O RSS é usado agora para muitos propósitos, incluindo marketing, bug-reports, e qualquer outra atividade que envolva atualização ou publicação constante de conteúdos.
  • 141. Feeds RSS
    O termo Feed vem do verbo em inglês "alimentar“.
    Os feeds RSS oferecem conteúdo Web ou resumos de conteúdo juntamente com os links para as versões completas deste conteúdo e outros metadados.
    Esta informação é entregue como um arquivo XML.
    Um tipo de programa conhecido como "feedreader" ou agregador verifica periodicamente os documentos RSS publicados e informam os usuários se houverem atualizações.
  • 142. Feeds RSS
    Os agregadores podem ser programas independentes, extensões de navegadores ou correio-eletrônicos ou ainda aplicações web.
    Nas páginas web os feeds RSS são tipicamente indicados por um retângulo laranja, com as letras XML ou RSS.
  • 143. Estrutura de um arquivo RSS
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  • 144. Exercício
    Crie uma conta em algum dos seguintes agregadores de feeds:
    Google Reader
    Bloglines
    Netvibes
    Feedingo
  • 145. Sitemap (mapa de site)
    Em 16 de novembro de 2006 Google, Yahoo! e Microsoft formaram uma aliança para estabelecer um padrão comum de um sitemap que facilita a indexação de sites independente do motor de busca envolvido.
    Sitemap é um arquivo XML com informações de um site que são relevantes para motores de busca, otimizando os resultados de um procura feita por alguém.
  • 146. Sitemap
    Última atualização, freqüência da alterações, relevância em relação a outros URLs, etc.
    Um arquivo de sitemap pode ter até 50 mil URLs e 10 MB.
    http://sitemaps.org/
  • 147. Exemplo de Sitemap
    <urlsetxmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9 http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9/sitemap.xsd" xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9">
    <url>
    <loc>http://www.pevermelho.net/thiago/</loc>
    <lastmod>2008-06-25T15:09:03+00:00</lastmod>
    <changefreq>daily</changefreq>
    <priority>1.0</priority>
    </url>
    <url>
    <loc>http://www.pevermelho.net/thiago/politica/eleicoes-2008-para-prefeito-de-londrina/</loc>
    <lastmod>2008-06-25T15:09:03+00:00</lastmod>
    <changefreq>weekly</changefreq>
    <priority>0.3</priority>
    </url>
    (...)
    </urlset>
  • 148. Referências
    Esta apresentação contém citação de marcas, imagens de logomarcas que podem possuir direitos de propriedade. Aqui foram usados unicamente para fins didáticos.
    O conteúdo destes slides foram baseados em documentos publicados nos seguintes sites:
    http://www.infowester.com/
    http://pt.wikipedia.com/
    http://www.w3.org/
    http://sitemaps.org/
    http://cyber.law.harvard.edu/rss/rss.html