E.E. Dona Consuelo Muller Aluno (a) : Carmem e Maykon Nº. 44 e 26. Profº Suintila  Disciplina : Física   Serie : 2ºf
Refração da luz ! <ul><li>A  refração  é o fenômeno que ocorre com a luz quando ela passar de um meio homogêneo e transpar...
<ul><li>1. A luz, ao entrar na  atmosfera  terrestre, sofre pequenas variações ao passar dentre as diversas camadas de ar....
Reflexão e Refração <ul><li>Quando um pulso de uma corda atinge uma extremidade (que pode ser fixa ou livre) nota-se que e...
Definição de Refração da luz  <ul><li>Por que a luz se desvia ao passar de um meio transparente para outro? </li></ul><ul>...
Curiosidades  <ul><li>Em dias quentes, geralmente em estradas asfaltadas, é muito comum o caminho parecer estar molhado. I...
Leis da refração da luz ! <ul><li>Consideremos dois meios transparentes  A  e  B  e um feixe estreito de luz monocromáctic...
A primeira lei da Refração  <ul><li>O raio incidente, o raio refratado e a normal, no ponto de incidência, estão contidos ...
A segunda lei da Refração  <ul><li>A Segunda Lei da Refração foi descoberta experimentalmente pelo holandês  Willebrord   ...
Inventor da refração da luz. <ul><li>Em 1669 o cientista formulou sua teoria das cores, sobre a refração da luz. Quando um...
<ul><li>Com essa descoberta, percebeu que o fenômeno da refração luminosa limitava a eficiência dos telescópios da época. ...
<ul><li>. </li></ul>fim !!!
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Maykon fisica

  1. 1. E.E. Dona Consuelo Muller Aluno (a) : Carmem e Maykon Nº. 44 e 26. Profº Suintila Disciplina : Física Serie : 2ºf
  2. 2. Refração da luz ! <ul><li>A refração é o fenômeno que ocorre com a luz quando ela passar de um meio homogêneo e transparente para outro meio também homogêneo e transparente, porém diferente do primeiro. Nessa mudança de meio, podem ocorrer mudanças na velocidade de propagação e na direção de propagação. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>1. A luz, ao entrar na atmosfera terrestre, sofre pequenas variações ao passar dentre as diversas camadas de ar. 2. Pela refringência ser diretamente proporcional a densidade, a luz desvia do menos refringente para o mais refringente, aproximando-se da reta normal; 3. Quando chega perto do chão existe um ar super aquecido de menor densidade que provoca um desvio do meio mais refringente para o mais refringente, provocando, as vezes, a reflexão total. Isso caracteriza as miragens e as impressões de asfalto molhado que temos;   </li></ul>
  4. 4. Reflexão e Refração <ul><li>Quando um pulso de uma corda atinge uma extremidade (que pode ser fixa ou livre) nota-se que ele volta e, esse fenômeno é denominado reflexão de um pulso. * Extremidade fixa: </li></ul><ul><li>  Quando o pulso de um corda choca-se com uma extremidade fixa, o pulso volta tendo sofrido um inversão de fase, ou seja, reflexão com inversão de fase, onde o suporte da corda exerce uma força de reação em sentido contrário. * Extremidade livre: </li></ul><ul><li>Quando o pulso de corda atinge um extremidade livre, ele volta não sofrendo um inversão de fase, isto é, sofre um reflexão sem inversão de fase. Isso acontece porque a extremidade livre não exerceu a força de reação esperada e, assim o eixo movimenta-se para cima e para baixo acompanhando o movimento do pulso. </li></ul>
  5. 5. Definição de Refração da luz <ul><li>Por que a luz se desvia ao passar de um meio transparente para outro? </li></ul><ul><li>Desde o século 19 já se sabia que a luz é uma forma de onda que se propaga com alta velocidade. Mas, essa velocidade depende do meio por onde a luz está se propagando. No ar, a velocidade da luz é quase 300.000 quilômetros por segundo. No interior de um vidro transparente ela se reduz a uns &quot;meros&quot; 200.000 km/s. É essa mudança de velocidade que faz o feixe de luz se desviar ao passar do ar para o vidro. </li></ul>
  6. 6. Curiosidades <ul><li>Em dias quentes, geralmente em estradas asfaltadas, é muito comum o caminho parecer estar molhado. Isso acontece porque o ar que está próximo ao solo se esquenta, se expandindo. Isso provoca uma queda em sua densidade, diminuindo seu índice de refração em relação ao ar que está mais longe do solo. Quando a luz incide nessa massa de ar menos densa, com um ângulo acima do limite, acontece a reflexão total , que dá a sensação de que a estrada está molhada. </li></ul>
  7. 7. Leis da refração da luz ! <ul><li>Consideremos dois meios transparentes A e B e um feixe estreito de luz monocromáctica, que se propaga inicialmente no meio A , dirigindo-se para o meio B . Suponhamos, ainda, que uma parte da luz consiga penetrar no meio B e que a luz tenha velocidades diferentes nos dois meios. Nesse caso, diremos que houve Refração . O raio que apresenta o feixe incidente é o raio incidente ( i ), e o raio que apresenta o feixe refratado é o raio refratado ( r ). </li></ul>
  8. 8. A primeira lei da Refração <ul><li>O raio incidente, o raio refratado e a normal, no ponto de incidência, estão contidos num mesmo plano. A normal é uma reta perpendicular à superfície no ponto de incidência, θ A é denominado ângulo de incidência entre o raio e a normal e θ B, ângulo de refração entre o raio e a normal. </li></ul>
  9. 9. A segunda lei da Refração <ul><li>A Segunda Lei da Refração foi descoberta experimentalmente pelo holandês Willebrord van Royen Snell (1591-1626) e mais tarde deduzida por René Descartes, a partir de sua teoria corpuscular da luz. Nos Estados Unidos, ela é chamada de Lei de Snell e na França, de Lei de Descartes ; em Portugal e no Brasil é costume chamá-la de Lei de Snell-Descartes . </li></ul>
  10. 10. Inventor da refração da luz. <ul><li>Em 1669 o cientista formulou sua teoria das cores, sobre a refração da luz. Quando um raio de sol atravessa um prisma de vidro, sai do outro lado como um feixe de luzes de diferentes cores, como um arco-íris. Newton fez o feixe colorido passar por um segundo prisma, onde as cores voltaram a se juntar em outro feixe, de luz branca, igual ao inicial. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Com essa descoberta, percebeu que o fenômeno da refração luminosa limitava a eficiência dos telescópios da época. Inventou, então, um telescópio refletor, em que a concentração da luz era feita por um espelho parabólico e não por uma lente. Em 1671, o cientista assumiu o cargo de professor catedrático de Matemática da Universidade de Cambridge e, no ano seguinte foi eleito para a Royal Society. Nos anos posteriores, tratou das propriedades da luz, explicou a produção das cores por lâminas delgadas e formulou a teoria corpuscular da luz. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>. </li></ul>fim !!!

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