Tema: Fuga   <ul><li>Disciplina: Comportamental e Experimental </li></ul><ul><li>Profª: Eliane </li></ul><ul><li>Alunos: D...
Fuga - Introdução <ul><li>Para entendermos a conduta de qualquer pessoa precisamos identificar o comportamento e suas cons...
<ul><li>Algumas vezes, reforçamento negativo é responsável pelo o que fazemos; podemos fazer algo para nos livrar de algo ...
Fuga - Introdução <ul><li>A maneira mais direta de estudar a fuga é apresentar reforçadores negativos e ao mesmo tempo dar...
Formas de coerção   <ul><li>1-Por reforçamento negativo  (fazer algo para remover um estímulo aversivo) </li></ul><ul><li>...
Reforçamento negativo e Punição  <ul><li>Reforçamento negativo e punição são os mesmos eventos funcionando de maneira dife...
<ul><li>Ex: Rato- experimento de fuga </li></ul><ul><li>-aprendeu desligar o choque pressionando a barra </li></ul><ul><li...
 
Efeitos colaterais   <ul><li>Reforçamento negativo se intenso e contínuo, pode restringir estreitamente nossos interesses,...
Efeitos colaterais <ul><li>Lugares onde experienciamos reforçamento negativo tornam-se eles mesmos reforçadores negativos....
ROTAS DE FUGA <ul><li>DESLIGANDO-SE </li></ul><ul><li>É quando nos fechamos, não  </li></ul><ul><li>deixando-nos aperceber...
CRISE DE GERENCIAMENTO <ul><li>Colocar os problemas “no gelo” , deixamos para realizar uma tarefa, por exemplo, somente qu...
DELEGAÇÃO DE RESPONSABILIDADE <ul><li>Ou o conhecido “deixa o Zé fazer isso”, é quando usamos o desligar como uma forma de...
<ul><li>Esse modo de desligamento no qual delegamos a resolução de problemas a outros é a causa do interminável surgimento...
FAZER NADA <ul><li>Na decisão de um problema, uma escolha errada pode trazer conseqüências desastrosas ou catástrofes.  </...
<ul><li>O fato de o problema ser único na  historia humana, e não termos nenhum tipo de aprendizagem proveniente de experi...
DESISTINDO <ul><li>Um outro mecanismo de fuga , que consiste na total desistência do indivíduo perante o problema ou situa...
<ul><li>Desistir de aspectos coercitivos, mais importantes, da vida pode empobrecer severamente nossa existência.  </li></...
Desistindo da escola   <ul><li>As crises atuais de disciplina e desistência são resultado inevitável de uma historia de co...
Desistindo da escola <ul><li>Como um dos efeitos colaterais do controle coercitivo é o contracontrole. Em todo ambiente co...
Desistindo da escola <ul><li>A fuga é uma conseqüência inevitável da coerção.  </li></ul><ul><li>Desistir é simplesmente u...
Desistindo da escola <ul><li>A coerção não leva apenas alunos a sair do sistema educacional, mas professores também. Algun...
Desistindo da escola <ul><li>Permanecendo em seus postos, professores mostram que outros reforçadores, que não o dinheiro ...
Desistindo da escola <ul><li>Os professores não estão apensas se sentindo fracassados em ensinar, mas incapazes até mesmo ...
Desistindo da escola <ul><li>O governo vem reivindicando padrões mais altos nas escolas, padrões estes que seriam as notas...
Desistindo da escola <ul><li>Quando se impede o desligar-se ou o desistir dos alunos, surgem problemas de disciplina e agr...
Desistindo da escola <ul><li>Para diminuir a desistência da escola e aumentar a participação, um primeiro passo útil seria...
Desistindo da escola <ul><li>Não são todos os professores que praticam punição e reforçamento negativo com seus alunos. Aq...
Desistindo da Família <ul><li>Se a maior parte da atenção que se obtêm vem da forma de punição, é provável que jovens e cr...
Desistindo da Família <ul><li>O problema maior acontece quando os pais desistem da família, praticando divórcio e separaçã...
Desistindo da Religião <ul><li>Poderíamos esperar que a coerção não acontecesse nas instituições religiosas, por clamarem ...
Desistindo da Religião <ul><li>As regras e rituais de nossas igrejas fornecem forte reforçamento negativo permitindo-nos f...
Desistindo da Sociedade <ul><li>Desistir do fluxo principal da sociedade. </li></ul><ul><li>É provável que muitos que pare...
Desistindo da Sociedade <ul><li>O caso extremo de uma pessoa que desistiu da vida, é o suicídio. </li></ul><ul><li>Fuga úl...
Conclusão <ul><li>Apenas conhecendo a existência de pressões coercitivas teremos uma chance de resolver o problema último ...
<ul><li>Referencias Bibliográficas: </li></ul><ul><li>Coerção e suas implicações </li></ul><ul><li>Murray Sidman </li></ul...
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  1. 1. Tema: Fuga <ul><li>Disciplina: Comportamental e Experimental </li></ul><ul><li>Profª: Eliane </li></ul><ul><li>Alunos: Daiane, Gabrielly, Mayara e Ricardo </li></ul>
  2. 2. Fuga - Introdução <ul><li>Para entendermos a conduta de qualquer pessoa precisamos identificar o comportamento e suas conseqüências. </li></ul><ul><li>Se a análise for correta, mudanças nas contingências mudarão a conduta, mas nem sempre temos controle sobre as conseqüências que são responsáveis pela conduta. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Algumas vezes, reforçamento negativo é responsável pelo o que fazemos; podemos fazer algo para nos livrar de algo aversivo e não só para obter algo positivo. </li></ul>Fuga - Introdução
  4. 4. Fuga - Introdução <ul><li>A maneira mais direta de estudar a fuga é apresentar reforçadores negativos e ao mesmo tempo dar ao sujeito uma rota de fuga.Todos nós aprendemos pressionar muitas barras, algumas porque trazem “alimento” e outras porque desligam “choques”. </li></ul>
  5. 5. Formas de coerção <ul><li>1-Por reforçamento negativo (fazer algo para remover um estímulo aversivo) </li></ul><ul><li>2- Por punição (parar de fazer algo para que o estímulo aversivo não reapareça). </li></ul>
  6. 6. Reforçamento negativo e Punição <ul><li>Reforçamento negativo e punição são os mesmos eventos funcionando de maneira diferente. Quando encontramos um reforçamento negativo fazemos de tudo para desligarmos, para escapar dele. </li></ul><ul><li>Punição além de seu efeito de reduzir uma conduta indesejável, também aumentará a probabilidade de outro comportamento; se possível aquele que recebe punição irá desligá-la ou fugir. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Ex: Rato- experimento de fuga </li></ul><ul><li>-aprendeu desligar o choque pressionando a barra </li></ul><ul><li>-criou o comportamento de não arriscar sair de perto da barra </li></ul>
  8. 9. Efeitos colaterais <ul><li>Reforçamento negativo se intenso e contínuo, pode restringir estreitamente nossos interesses, até mesmo causando uma espécie de “visão de túnel” que nos impede de atentar para qualquer coisa, exceto o estresse a que estamos, no momento, sendo submetidos. </li></ul><ul><li>Reforçamento negativo continuado transforma mais e mais pessoas, objetos e lugares à nossa volta em reforçadores negativos. </li></ul>
  9. 10. Efeitos colaterais <ul><li>Lugares onde experienciamos reforçamento negativo tornam-se eles mesmos reforçadores negativos. Assim também se tornam as pessoas que nos controlam por reforçamento negativo. </li></ul><ul><li>Conseqüências acidentais podem ser responsáveis por superstições e por conduta que parece anormal ou doente. </li></ul>
  10. 11. ROTAS DE FUGA <ul><li>DESLIGANDO-SE </li></ul><ul><li>É quando nos fechamos, não </li></ul><ul><li>deixando-nos aperceber de </li></ul><ul><li>algo por este ser demasiadamente aversivo. </li></ul><ul><li>Pode tornar-se habitual e apesar de em alguns casos serem necessários (fingir que não houve as reclamações do outro pode salvar um casamento) desligar perigos e sinais de perigo não o são. </li></ul>
  11. 12. CRISE DE GERENCIAMENTO <ul><li>Colocar os problemas “no gelo” , deixamos para realizar uma tarefa, por exemplo, somente quando esta não pode mais ser adiada, ou quando esta já se juntou a um amontoado de outras e não as podemos </li></ul><ul><li>mais ignorar. </li></ul>
  12. 13. DELEGAÇÃO DE RESPONSABILIDADE <ul><li>Ou o conhecido “deixa o Zé fazer isso”, é quando usamos o desligar como uma forma de lidar com o problema. Assim diante de uma situação difícil ou que trás conseqüências desagradáveis, cremos que a deixando para que outro mais competente o faça estamos de fato a resolvendo. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>Esse modo de desligamento no qual delegamos a resolução de problemas a outros é a causa do interminável surgimento de sub-níveis e departamentos das empresas e repartições públicas assim como do crescimento da burocracia nessas instituições. </li></ul>
  14. 15. FAZER NADA <ul><li>Na decisão de um problema, uma escolha errada pode trazer conseqüências desastrosas ou catástrofes. </li></ul><ul><li>Nesses casos , como por exemplo o caso do armamento nuclear, em que nossos governantes temendo tomar decisões erradas acabam, por ignorar(desligar-se) e não necessitando assim de tomar decisão alguma. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>O fato de o problema ser único na historia humana, e não termos nenhum tipo de aprendizagem proveniente de experiências idênticas ocorridas anteriormente (pois a ocorrência extinguiria a espécie) dificulta sua resolução. </li></ul>
  16. 17. DESISTINDO <ul><li>Um outro mecanismo de fuga , que consiste na total desistência do indivíduo perante o problema ou situação a ser enfrentado. Desistir com suas muitas formas de significado, é um importante problema social de nosso tempo. Um elemento comum em todos os tipos de desistência é o reforçamento negativo. </li></ul>
  17. 18. <ul><li>Desistir de aspectos coercitivos, mais importantes, da vida pode empobrecer severamente nossa existência. </li></ul><ul><li>A sociedade também perde pois o desistente não contribui para a evolução sua ou de sua espécie. </li></ul>
  18. 19. Desistindo da escola <ul><li>As crises atuais de disciplina e desistência são resultado inevitável de uma historia de coerção educacional. </li></ul><ul><li>A coerção ainda é a principal ferramenta pedagógica. </li></ul><ul><li>Se supõe ser o trabalho do professor fazer com que os alunos aprendam, punindo-os quando eles fracassam. </li></ul>
  19. 20. Desistindo da escola <ul><li>Como um dos efeitos colaterais do controle coercitivo é o contracontrole. Em todo ambiente coercitivo, o coagido finalmente encontra maneiras de voltar-se contra os coercedores. </li></ul><ul><li>Uma relação de adversários desenvolveu-se entre alunos e professores, e as vitimas anteriores, agora pais, não mais apóiam o sistema contra seus próprios filhos. </li></ul>
  20. 21. Desistindo da escola <ul><li>A fuga é uma conseqüência inevitável da coerção. </li></ul><ul><li>Desistir é simplesmente uma das muitas formas de fuga. </li></ul><ul><li>Se a coerção aumenta, desligar-se torna-se impossível, então, a desistência começa, começando por atrasos, passando a faltar as aulas, até não aparecer mais na escola, enfatizando que a coerção não é a única causa de desistência. </li></ul>
  21. 22. Desistindo da escola <ul><li>A coerção não leva apenas alunos a sair do sistema educacional, mas professores também. Alguns argumentam que os baixos salários indicam o baixo valor que a sociedade atribui à profissão de ensinar. </li></ul>
  22. 23. Desistindo da escola <ul><li>Permanecendo em seus postos, professores mostram que outros reforçadores, que não o dinheiro e o prestigio, estão operando. Para a maioria dos professores a razão de fundo é o sucesso de seus alunos em aprender, para eles, cada desistente é uma oportunidade perdida para ensinar com sucesso. </li></ul>
  23. 24. Desistindo da escola <ul><li>Os professores não estão apensas se sentindo fracassados em ensinar, mas incapazes até mesmo de manter um ambiente que conduza à aprendizagem. </li></ul><ul><li>O critério mais importante para identificar bons professores é o comportamento dos alunos, não deixando de reconhecer que as causas de alguns fracassos estão além do controle de qualquer professor. </li></ul>
  24. 25. Desistindo da escola <ul><li>O governo vem reivindicando padrões mais altos nas escolas, padrões estes que seriam as notas dos alunos. </li></ul><ul><li>Somente se professores puderem combinar altas expectativas com altos níveis de competência para ensinar os alunos poderão descobrir como atingir as expectativas. </li></ul>
  25. 26. Desistindo da escola <ul><li>Quando se impede o desligar-se ou o desistir dos alunos, surgem problemas de disciplina e agressão, por exemplo; e a maneira observada de lidar com essa falta de disciplina é usar de mais atitudes coercitivas. </li></ul><ul><li>Uma maneira padrão de o aluno desistir é conseguir ser expulso. </li></ul>
  26. 27. Desistindo da escola <ul><li>Para diminuir a desistência da escola e aumentar a participação, um primeiro passo útil seria uma análise comportamental, examinando a interação entre alunos, professores e administradores; identificando os elementos coercitivos que provocam a fuga, testando as interações reforçadoras. </li></ul>
  27. 28. Desistindo da escola <ul><li>Não são todos os professores que praticam punição e reforçamento negativo com seus alunos. Aqueles que conduzem seus alunos com sucesso a cada passo, reforçando positivamente sucessos, em vez de punir fracassos, não criam desistentes; eles não dão aos seus alunos qualquer razão para fugir. </li></ul>
  28. 29. Desistindo da Família <ul><li>Se a maior parte da atenção que se obtêm vem da forma de punição, é provável que jovens e crianças deixem a velha casa paterna assim que surja uma oportunidade. </li></ul><ul><li>Primeiramente se desligam da vida familiar, quando se torna possível desistir, se vão. </li></ul>
  29. 30. Desistindo da Família <ul><li>O problema maior acontece quando os pais desistem da família, praticando divórcio e separação como fuga. </li></ul><ul><li>Outra forma, é por meio de doenças psiquiátricas incapacitadoras como alcoolismo, excesso de trabalho, excesso de televisão. </li></ul>
  30. 31. Desistindo da Religião <ul><li>Poderíamos esperar que a coerção não acontecesse nas instituições religiosas, por clamarem promover amor, paz... </li></ul><ul><li>Todos reforçamento positivo. </li></ul><ul><li>Algumas prometem reforçamento último, a vida depois da morte, qualquer um que não faça as reparações adequadas é negado essa vida após a morte. </li></ul>
  31. 32. Desistindo da Religião <ul><li>As regras e rituais de nossas igrejas fornecem forte reforçamento negativo permitindo-nos fugir desse perigo. </li></ul><ul><li>Uma das principais soluções da religião para a instabilidade de seu controle coercitivo tem sido mudar sua base de poder do futuro espiritual para o presente mundano. </li></ul>
  32. 33. Desistindo da Sociedade <ul><li>Desistir do fluxo principal da sociedade. </li></ul><ul><li>É provável que muitos que parecem ter desistido jamais tiveram acesso a reforçadores positivos. </li></ul><ul><li>Pessoas que vão desde os que sofrem abusos físicos e sexuais aos que perceberam quão repulsivas e inconsistentes são as hipocrisias da civilização </li></ul>
  33. 34. Desistindo da Sociedade <ul><li>O caso extremo de uma pessoa que desistiu da vida, é o suicídio. </li></ul><ul><li>Fuga última das garras de necessidades ou uma vida dominada por reforçamento negativo e punições. </li></ul>
  34. 35. Conclusão <ul><li>Apenas conhecendo a existência de pressões coercitivas teremos uma chance de resolver o problema último de desistir. </li></ul><ul><li>É muito importante também pensarmos em uma forma de prevenção, lidando não somente com os indivíduos que são vítimas da coerção, mas também com as pessoas e instituições que a aplicam, antes mesmo de que as pessoas venham a desligar-se ou desistir. Quando o crescimento do indivíduo cessa, a sociedade perde as contribuições potenciais de seu membro abalado. </li></ul>
  35. 36. <ul><li>Referencias Bibliográficas: </li></ul><ul><li>Coerção e suas implicações </li></ul><ul><li>Murray Sidman </li></ul><ul><li>Fuga- capítulo 6 </li></ul>
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