(Jornal escolar palavras d'encanta 5.º ed.

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(Jornal escolar palavras d'encanta 5.º ed.

  1. 1. Volume 5, Edição 5 Jo r n a l E s c o la r — E B I d e G i n e t e s Abril de 2009 Coordenador: Prof. Max Teles Colaboradora: PALAVRAS D’ENCANTAR Prof.ª Célia Lima Alunos: Joana Ferreira 8.ºA Ana Aguiar 8.ºA e Tibério Ra- poso 8.ºB NESTA EDIÇÃO: Visita de Estudo às Instalações da RTP Açores Editorial 2 Turmas 8.ºA e 8.ºB Corso Carnavalesco 3 Visita de Estudo à 4 SINAGA Turmas 8.º A,B e C Visita de Estudo à 5 RTP Açores Turmas 8.ºA e B Visita de Estudo à 6 Escola Formação Tu- rística e Hoteleira PDL Visita de Estudo 6.ºC 7 Norte Crescente Afinal, porque deve- Corso de Carnaval 2009 Página do Português 8 Página do Francês 9 mos fazer história EBI de Ginetes familiar? Página da Matemática 10 Matpaper 2009 11/ 12 História Familiar 13 História Familiar / 14/ Bullyng 15 Festa da Páscoa 2009 16 1.º e 2.º Encontros de CDEG - Dança 17 Desporto Adaptado Pesca 18 Alguns conselhos 19/ CDEG vence 1.º Triatlo Topfitness sobre as Caminhadas 20/ 21 Anima Open 2009 Taça Coca Cola 22 Jogos de Futsal 23 CEDG vence Triatlo 24 CDEG Desp. Adap. 26 Caminhadas CDEG Badminton 27 CDEG Xadrez 28 A Gaivota 30 Vários 31/ 36
  2. 2. Página 2 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 cada vez mais envolvidos e empenhados em Editorial mostrar, a todos que desfrutam da escola, “Ano Novo, Vida Nova”, 2009 chegou que se pode tornar o ambiente escolar cada em força recheado de actividades culturais, vez mais agradável e inspirador. É claro que recreativas e desportivas. não vou destacar A, B ou C, pois todos à sua maneira têm contribuído para o bem es- Estes eventos foram cobertos mais tar da EBI de Ginetes. uma vez pelo nosso humilde jornal escolar Palavras d’Encantar que pretende, cada vez Com certeza que haverá muita coisa mais, fazer parte da vida da nossa Escola. O a melhorar, pois nada é estático e perfeito, clube de jornalismo que tem por missão dar mas paulatinamente iremos tornar a nossa vida ao nosso jornal escolar está cada vez escola num local onde se aprende a ser um mais forte, e este ano já conta com um gru- Homem e uma Mulher de corpo inteiro… e po de alunos consolidado e inovador. Assim, só a Educação o pode conseguir! as alunas Joana Ferreira, Ana Aguiar e Olí- Viva a EBI de Ginetes! O que fizeres via Melo do 8.º A e Tibério Raposo do 8.º B de bem à tua escola, ela te recompensará têm dado outra dinâmica ao nosso Jornal no dobro…pois o Amor, com Amor se paga! escolar. Estes alunos têm sido incansáveis na recolha de informação, organização e O coordenador do Clube de Jornalis- edição dos eventos, criando-lhes um sentido mo: Prof. Maximino Teles de responsabilidade e autoconfiança acima da média. São estas e outras pequenas coi- sas que definem se o discente conseguirá vencer os desafios que o esperam na socie- dade. No entanto, verifico que muitas vezes a restante comunidade escolar não valoriza este esforço, até o menospreza. Ora, da mi- nha parte, este alunos terão sempre o meu apoio e consideração! Agora, olhando para as actividades desenvolvidas na nossa escola, verificamos que os vários departamentos e clubes estão
  3. 3. P á g i n a 3 P al a v r a s d ’ E n c an t a r Volume 5, Edição 5 EBI de Ginetes participa no Corso Carnavalesco em Ponta Delgada tendo que para o ano haverá mais e melhor far- No dia 20 de Fevereiro de 2009, a Esco- ra! la Básica Integrada de Ginetes participou no Prof. Max Teles. Corso Carnavalesco que se realizou em Ponta Delgada. Estiveram presentes alunos do 1.º e 2.º Ciclo, bem como alguns professores acompa- nhantes. O Corso começou a formar no Campo de S. Francisco para depois percorrer as princi- pais artérias da baixa da cidade de Ponta Del- gada. Assim, várias escolas, colégios e infantá- rios marcaram presença, somando ao todo cer- ca de 4 mil foliões. A organização do evento desdobrou-se em esforços para colocar cada grupo de jovens mascarados nos seus devidos lugares. Após algum tempo decorrido, foi dado ordem de mar- cha ao Corso Carnavalesco e como uma gigan- te serpente humana, altamente colorida, num passo lento e pausado, esta foi avançando pe- las ruas estreitas da cidade. Um mar de gente esperava os foliões, ora na direita, ora na esquerda do passeio, aco- tovelando-se uns aos outros, com os pescoços estendidos para ver o seu filho, neto ou familiar que ia todo fantasiado da cabeça aos pés, to- cando corneta, pífaro ou bombo, numa algazar- ra infernal. Contudo, apesar da confusão, uma certa harmonia e sincronia pairava no ar, pois o Carnaval é assim mesmo! Finalmente, exaustos e satisfeitos, os foliões recolheram ao ponto de partida, prome-
  4. 4. Página 4 palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Visita de Estudo às Instalações da SINAGA Turmas 8.ºA, B e C As Turmas A, B e C do 8.º ano saí- onde guardavam o açúcar em BIG BAGS ram da Escola às 13:30, para começarmos de 1200 Kg. Por fim, fomos ver o empacota- a visita às instalações da SINAGA, em Pon- mento do açúcar, ora em sacos de 1 Kg, ta Delgada, acompanhados pelos professo- ora em saquetas, aquelas que usamos para res João Pinto, Max Teles, e as duas Pro- adicionar no café! Não saímos de lá com as fessoras Sónias. Antecipadamente, todos mãos a abanar, já que nos foram oferecidos os alunos tiveram acesso a um pequeno algumas saquetas de açúcar SINAGA. desdobrável com informações sobre a Insti- De novo na portaria, os nossos guias tuição, como preparação para a Visita de despediram-se de nós com agrado, até uma Estudo, para depois apresentar um relatório próxima visita. final sobre o que viram e ouviram nas insta- lações da fábrica. Na portaria, fomos recebidos pela Prof. Max Teles Dr.ª Zulmira e pelo Dr. Rui, que nos servi- ram de guias. Iniciamos a nossa visita com as respectivas apresentações. De seguida, fomos encaminhados para a maquinaria ex- terior e explicado o seu funcionamento. Após essa primeira abordagem da fábrica, os alunos tiveram a oportunidade de con- tactar directamente com objectos e maqui- nas antigas que se encontravam expostas no museu da SINAGA inaugurado em 2006. Assim, encontravam-se lá todo o tipo de ob- jectos e maquinas próprias para executar a transformação da beterraba em açúcar. O Eng. … elucidou os alunos sobre tudo que havia a saber sobre o processo de transfor- mação, desde o momento em que os agri- cultores trazem a beterraba, até à fase final da refinação do açúcar. Ainda neste museu, os alunos puderam observar como se deu a volta às dificuldades no tempo da 2.º Guer- ra Mundial, devido à escassez de peças para as máquinas, é que na própria fábrica se faziam moldes de madeira para construí- rem as peças que faltavam! Os alunos fize- ram algumas perguntas, podemos dizer que houve alguma participação. De seguida, os alunos foram dividi- dos em dois grupos e visitaram as restantes instalações. Assim, fomos ver as máquinas que estavam no interior a laborarem, embo- ra em fase de manutenção. Depois, troca- mos de turno e fomos ver os armazéns
  5. 5. Página 5Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Visita de Estudo às Instalações da RTP Açores Turmas 8.ºA e 8.ºB As Turmas A e B do 8.º ano saíram senta a meteorologia. O técnico explicou da Escola às 9h45, para começarmos a visi- que a tela verde florescente ajuda a criar ta às 10h30, nas instalações da RTP Aço- efeitos especiais aquando da apresentação res, em Ponta Delgada. Previamente, todos desse programa, pois no fundo o apresenta- os alunos fizeram um pequeno estudo sobre dor está a apontar para uma tela sem nada, a Instituição, como preparação para a Visita enquanto que o telespectador vê imagens de Estudo, como também tiveram que apre- com sinais meteorológicos. sentar um relatório final sobre o que viram e De novo na portaria, a nossa guia ouviram nas instalações da RTP Açores. ofereceu aos alunos e professores uns brin- Na portaria, fomos recebidos pela re- des (pines e porta-chaves). Despedimo-nos lações públicas, Célia Carreiro, que nos ser- com agrado, até uma próxima visita. viu de guia. Primeiramente, fomos encami- nhados para o estúdio principal, onde se Prof. Max Teles apresenta o Telejornal. Aí, os alunos tive- ram a oportunidade de contactar directa- mente com as câmaras e restante parafer- nália de instrumentos necessários para a execução dessa tarefa. Um técnico elucidou os alunos sobre tudo que havia a saber so- bre a elaboração de um telejornal, desde as luzes até à postura do pivot que apresenta o programa. Ainda nesse estúdio, os alunos puderam, por um dia, ser apresentadores do telejornal. Foi uma actividade engraçada, e na qual houve bastante participação. De se- guida, os alunos foram divididos em grupos (três grupos) e visitaram as restantes insta- lações. Assim, passamos por vários com- partimentos, onde se preparam os progra- mas que vemos em casa. Poderemos sali- entar por exemplo – a sala onde está o ro- bot que, automaticamente, selecciona as cassetes nas quais estão os programas e alinha-os conforme foi, previamente, progra- mado pelo computador. Terminamos a nos- sa visita no segundo estúdio, onde se apre-
  6. 6. Página 6 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Visita de estudo à escola Formação Turística e Hotelei- ra de Ponta Delgada No dia 27 de Março, as turmas A e B do nono ano e a turma do curso de Cozinha reali- zaram uma visita de estudo à Escola de Forma- ção Turística e Hoteleira de Ponta Delgada. Esta actividade foi organizada pela Psi- cóloga Ana Ribeiro e teve o apoio da Formadora Marta Carneiro e dos professores João Carva- lho, Maria José Aurélio e Mary Medeiros. Os alunos ficaram a conhecer as instala- ções do referido estabelecimento de ensino e tiveram a oportunidade de assistir a um concur- so de cozinha. Foram, ainda, transmitidas várias informações relacionadas com o funcionamento da escola e esclarecidas as dúvidas apresenta- das pelos discentes. Todos os alunos demonstraram interes- se e revelaram um bom comportamento. Brenda Cabral 9º A
  7. 7. Página 7 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Visita de Estudo 6.º C Norte Crescente No dia 10 de Março deste ano lectivo, as professoras de Formação Cívica e de Ciênci- as da Natureza realizaram uma visita de es- tudo com a turma do 6º C ao Centro Educaci- onal Ambiental e Ciência – Norte Crescente. Nesta visita o tema abordado foi a agricultura biológica – vermicompostagem. A visita de estudo foi bem sucedida, os alunos demons- traram muito interesse pelas diversas activi- dades realizadas. Prof.ª Sandra Ferreira
  8. 8. Página 8 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Página da Língua Portuguesa Autor do Mês O Grupo de Por- 2.º Período tuguês dando se- Janeiro – pausa guimento à rubri- Fevereiro – Fernando Pessoa – Prof.ª Cle- ca – O Autor do mentina Botelho Mês, inscrita no Março /Abril – Virgílio Ferreira - Plano Anual de Prof.ª Célia Lima Prof. Max Teles Actividades 2008- 2009, mais uma vez, pretende com esta actividade divulgar um autor/escritor/poeta. Assim, no átrio, junto à sala dos pro- fessores, encontra-se o expositor com essa temática. Esta iniciativa começou em Outu- bro com o autor – Padre António Vieira, em Novembro esteve exposto Teófilo Braga e em Dezembro tivemos Luís Vaz de Ca- mões, encerrando o 1.º período. Neste 2.º período tivemos uma inter- rupção no mês de Janeiro, continuando em Fevereiro com o Poeta Fernando Pessoa e o escritor Virgílio Ferreira, no mês de Mar- ço/Abril. Continuamos e continuaremos a di- vulgar os nossos melhores autores, de for- ma a que os alunos da EBI de Ginetes pos- sam respirar um pouco de cultura. 1.º Período Outubro — P.ª António Vieira — Prof. Max Teles Novembro — Teófilo Braga — Prof.ª Tere- sa Soares Dezembro — Camões — Prof.ª Clementina Botelho
  9. 9. Página 9 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Página do Francês Poisson d’Avril 1 de Abril Au 1 avril 2009, le groupe de français a réalisé l’activité qui était inscrite dans le Plan Annuel d’Activités « Poisson d’avril ». Cette initiative a été montrée à la Communauté Scolaire avec l’exposition des poissons en carton, dans la cour de l’école. Voilà, ce qui ont construit les poissons, sur- tout les élèves du 7ème e 8ème années, ils l’ont fait d’une forme personnelle, chaque élève a écrit un mot humoristique sur son poisson allusif à la date qui se commémorait – le jour des mensonges. No dia 1 de Abril de 2009, o grupo de Prof. Max Teles Francês realizou a actividade que estava inscrita no Plano Anual de Actividades “Poisson d’avril”. Esta iniciativa foi mostrada à Comuni- dade Escolar através da exposição dos pei- xes em cartolina, no átrio da escola. Assim, foram sobretudo alunos dos 7.º e 8.º anos do 3.º Ciclo que construíram os seus peixes de forma original, cabendo a cada um deles escrever uma palavra humorística alusiva à data que se comemorava – o dia das menti- ras.
  10. 10. Página 10 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Página da Matemática “Cantinho” da Matemática De certo que já devem ter reparado no espa- “Cantinho da Matemática” tem sido alvo de vandalis- ço junto ao Anfiteatro que se reserva à Matemática – mo por parte de alguns de vós. A frágil estrutura de o “Cantinho da Matemática”. madeira tem sofrido alguns danos causados por falta Este espaço foi criado para vós, para vos por de cuidado, empurrões e mesmo por pontapés. O a pensar um bocadinho, para vos manter informados uso indevido desta estrutura poderá significar o fim e, sobretudo para vos mostrar que a matemática até da sua curta existência. Pede-se a colaboração de é engraçada e não é nenhum “bicho papão”. Nele todos para a preservação do “Cantinho da Matemáti- encontrarão desafios à vossa medida, curiosidades ca”, bem como de todas as outras estruturas da nos- matemáticas, bem como a vida e obra de Matemáti- sa escola. Usem bem o que é vosso cos celebres e ainda imagens curiosas e espectacu- A Coordenadora do Dep. de Matemática e lares que nos põem os olhos em bico – as ilusões Informática - Prof.ª Mariana Cabral ópticas. O “Cantinho da Matemática” nasceu no ano lectivo 2007-2008 e está em constante renovação. Todos os meses os vossos professores de Matemáti- ca e de Informática têm o cuidado de seleccionar cuidadosamente todos os desafios e toda a informa- ção a afixar. Como já devem saber, neste espaço até existe um marco do correio onde podem colocar a resposta dos desafios mensais, habilitando-se assim a um prémio no final do ano lectivo. Para ganhar, basta serem persistentes! Também poderão, se as- Expositor - Matemática sim o entenderem, afixar os seus trabalhos de mate- mática para todos os vossos colegas consultarem. É uma questão de falarem com o vosso professor de Matemática. Na última interrupção do Carnaval, o “Cantinho” veio dar mais cor e vida à nossa escola, com o seu novo “look”, a estrutura de madeira que já lá existia, foi finalmente decorada e pintada. Este trabalho foi conseguido com a colaboração da pro- fessora Elvira Santos, que conjuntamente com os docentes do Departamento de Matemática e Informá- tica materializaram o projecto inicialmente idealizado. Cantinho da Matemática Mas (infelizmente, há um MAS…), o
  11. 11. Página 11 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Matpaper 2009 muito entusiasmo, competitividade, criatividade e No passado dia 3 de Abril, pelas 9 horas sobretudo espírito de equipa e entreajuda. Fo- realizou-se mais um MATpaper na nossa Escola. ram cerca de 127 os alunos participantes, dos quais 72 realizaram a prova do 2º ciclo e 55 rea- Esta actividade, promovida pelos grupos lizaram a prova do 3º ciclo. de Matemática dos 2º e 3º ciclos, consiste numa prova composta por 5 etapas contendo cada Mais se informa que os resultados finais uma delas 4 tarefas. A maioria das tarefas foi do MATpaper serão afixados brevemente, no direccionada para a resolução de problemas e “Cantinho da Matemática” e que os prémios se- para a aplicação de alguns conteúdos matemáti- rão entregues na Semana Aberta. cos. A Coord.do Dep. Matemática e Informáti- Todas as equipas começaram a prova ca - Prof.ª Mariana Cabral em simultâneo e em cada etapa o capitão dirigiu- se ao posto indicado para receber um envelope com as respectivas tarefas. Depois de as realizar entregou-as no posto seguinte e assim sucessi- vamente. Após a conclusão das 5 etapas, as equi- pas dirigiram-se para o refeitório da escola e rea- lizaram uma actividade extra que consistiu na elaboração de um cartaz alusivo à Páscoa. Este cartaz tinha como requisito obrigatório a presen- ça de 3 figuras geométricas. Esta prova foi pon- tuada por um júri composto por 4 elementos (Prof. Ana Costa, Prof. Guida Medeiros, Prof. Helena Carreiro e Prof. Luísa Ribeiro) que avali- ou a criatividade/originalidade, a apresentação e o cumprimento dos requisitos. O cartaz vencedor do 2º ciclo pertenceu à equipa Cheeth Girls que conseguiu 34 pontos. Enquanto que a equipa Amazing Girls foi a que melhor se classificou na prova do cartaz para o 3º ciclo, com 37 Pontos. Esta iniciativa contou com uma grande adesão por parte dos alunos que mostraram
  12. 12. Página 12 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Matpaper 2009
  13. 13. Página 13 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Afinal, porque devemos fazer história familiar Pode parecer difícil quando se olha num gráfico de linhagem, mas quando explicado torna-se fácil. Porque o desejo pessoal desempenha um papel muito importante, na busca de nossos antepassados depois de se aprender a buscar os seus antepas- sados com forte determinação, parece não haver obstáculos intransponíveis. É com muita alegria, quando vejo um aluno completar facilmente as 4 gerações, no entanto outros chegam também facilmente às 6 gerações. A grande maioria deles na escola dos Ginetes ultrapassou as 6 gera- ções, há alunos que já chegaram até a 12ª geração, parece incrível. No ano passado, muitos dos alunos começaram a sua história familiar e manifestam uma satisfação pessoal, quan- do mostram a seus pais o gráfi- co de linhagem, quase comple- tamente preenchido, há nomes que levam mais tempo a des- cobrir do que outros, depende em grande medida da acessibilidade dos registos (nascimento, ca- samento ou óbito). Mas a ligeireza com que se escreve e envia a carta é a ligeireza com que se recebe a informação. Há alunos que é mesmo aqui ao pé, como quem diz (mas fica a mais de 25 km, em Ponta Delgada). Há outros antepassados que ficam noutras ilhas e há outros que tem que atravessar o oceano até ao continente. Mas a alegria é sempre a mesma, quando se recebe a carta com as fotocópias não certificadas dos registos de nascimento e avidamente se passa a informação para os gráficos de linhagem. As fotocópias dos registos de nascimento trazem muita informação, a hora e a data de nascimento, o nome e idade dos pais e sua naturalidade, mas também os nomes dos avós, indicam também a rua onde nasceram, naquela época em que ain- da se nascia em casa.
  14. 14. Página 14 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Cont. pág. 10 Bullyng: Prevenção do Agora já depois de terem introduzido abuso, pare-o agora, tome esta informação no PAF (Personal Ancestor uma posição, e dê uma aju- File) ou Ficheiro Pessoal de Antepassados – os da corajosa. (2.ª parte) alunos estão aptos a manejar habilmente este programa, sabem como introduzir os nomes, as O QUE ESPERAR DO PESSOAL DA ESCOLA datas e os locais. Sem dúvida deram um salto SOBRE A AGRESSÃO/TIRANIZAR/ABUSO? enorme do 7º ano para o 8º ano, sabem como extrair a informação dos registos e passar para • O pessoal da escola deve investigar a agressão/ o programa de computador. tirania imediatamente. Depois de investigar sobre as suas preocupações, eles devem informá-lo sobre o que planeiam fazer sobre o sucedido. Agora vão mais longe, aprendem a re- gistar-se no www.familysearch.org e a fazer o • O pessoal da escola nunca deverá ter uma reuni- ão em comum com a sua criança e a criança que o carregamento da informação genealógica em agrediu/tiranizaram. formato GEDCOM. Esta ficará assim disponí- vel, para, se o desejarem consultar ou partilhar • Isto poderá ser muito intimidativo e constrangedor para a sua criança. com outros familiares ou amigos. Esta forma organizada de partilhar a informação, permite • Eles não devem referir-se às crianças para medi- ação. Tiranizar é uma forma de vitimização, não é que familiares de outras paragens nos descu- um conflito. Não deve ser mediado. bram e possam estabelecer relacionamentos construtivos e nos vejam como familiares próxi- mos. Mas não é só isto, a identificação dos an- • O Pessoal escolar deve reunir-se com a sua crian- tepassados directos permite a apropriação de ça para aprender sobre o modo de como a agres- uma imagem afectiva dos seus, permite come- são/tirania está sendo experimentada/vivida. çar a responder a perguntas fundamentais da • Eles devem desenvolver um plano para ajudar e nossa existência: De onde Vim? O que faço manter a sua criança segura, e eles devem ser aler- tados sobre qualquer futura agressão/tirania. Os aqui? E para onde vou? Isto leva a uma melhor educadores devem assegurar que a sua criança percepção da questão da identidade, quem sou terá a protecção e apoio e que eles trabalharão de eu? modo firme para impedir a agressão/tirania. Agora aproveito para lançar uma outra • O pessoal escolar deve ter um encontro com os questão: Os jovens que fazem história familiar alunos vítimas e esclarecer que estão a tomar medi- serão melhores jovens? Eles saberão respon- das para impedir que os suspeitos tornem a agredir der a esta questão, mas acredito que há em ou tiranizar. cada um de nós uma força enorme de sermos • Eles devem tornar claro para a estas crianças que melhores e de aprendermos a escolher sabia- tiranizar é contra as regras da escola e não será mente. No entanto, os momentos a que esta- tolerado. Se apropriado, eles devem administrar as mos sujeitos a bons ensinamentos são escas- consequências (como uma perda de privilégios de sos e precisamos procurar diariamente por intervalo) para as criança(s) que agredirem/tiranizou oportunidades de sermos instruídos em sabe- e notificar os seus pais. doria e em verdade. Este trabalho vem na linha do cumprimento da • Os Educadores e os pais devem ter cuidado para profecia de Malaquias que fala explicitamente não “culpar a vítima.” O abuso/tiranizar nunca é “falta” da criança que é tiranizada, e ele ou ela não sobre esta obra, que os alunos agora iniciam. devem de modo algum sentir-se responsável por Malaquias 4:6 E Ele converterá o coração [dos serem agredidos/tiranizados. pais] aos filhos, e o coração dos filhos a seus • Porém, se a sua criança é impulsiva ou tem falta pais; para que eu não venha, e fira a terra com de habilidades sociais, fale com um conselheiro maldição. “E Ele” refere-se ao Salvador por in- escolar. É possível que alguns estudantes que es- termédio dos seus servos. Portanto quando es- tão a tiranizar a sua criança estão reagindo devido tamos ao serviço de nosso próximo, estamos ao aborrecimento. Isto não justifica o direito à ao serviço do nosso Deus. agressão/tirania, mas pode ajudar a explicar por que eles estão sendo agredidos/tiranizados.
  15. 15. Página 15 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Bullyng: Prevenção do abuso, pare-o agora, tome uma po- sição, e dê uma ajuda corajosa. (2.ª parte) agrediu a sua criança fisicamente ou foi seriamente ameaçada com dano corporal. • Se o problema persiste ou aumenta, e os funcionári- os escolares não conseguem impedir o abuso/ agressão/tiranizar, você pode pedir a ajuda de um ad- vogado. • Peça à escola para manter um registro escrito de todas as ofensas cometidas contra a sua criança para o caso de ter de recorrer aos advogados, eles preci- sam da informação para avançar com as reclama- ções. PREVENÇÃO DO ABUSO • A Tirania acontece em qualquer escola, mas com um programa de prevenção efectivo contra a tirania, pode ser reduzido. Se a sua criança está sendo tiranizada, há a possibilidade de que haja outras crianças dentro da mesma escola que estão tendo experiências seme- lhantes. • Se a sua escola não tem uma política anti-abuso em • Dê um tempo razoável ao pessoal escolar para in- acção, ou um programa de prevenção do abuso, tra- vestigar e ouvir ambos os lados da história. Às vezes, balhe com os outros pais e com outros funcionários da uma criança que é tiranizada fará falsas alegações escola para desenvolver um. sobre uma criança como um modo adicional de tirani- zar sobre eles. • Os educadores não devem tirar conclusões precipita- Prof. João Pinto das e nomear um culpado sem uma averiguação/ avaliação completa da situação. Este processo não deve levar muito mais tempo do que uma semana. • Se o abuso/tirania continuar, escreva ao presidente da escola, e inclua as evidências. Pondo uma reclamação por escrito é importante assim há um registro da sua preocupação. • A maioria dos administradores escolares é pessoal responsável e sabe lidar com as preocupações. Po- rém, se o administrador da sua escola não pode ou está pouco disposto a tomar medidas de modo a im- pedir o abuso/tirania, escreva ao seu superior hierár- quico escolar a pedir ajuda. • Seja persistente. Você pode precisar de continuar a falar sobre as experiências de abuso/tirania que a sua criança está passando. QUANDO É QUE A FORÇA DA LEI DEVE SER POS- TO EM EXECUÇÃO? • Considere o envolvimento de polícia se outra criança
  16. 16. Página 16 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Grande Festa da Páscoa 2009 No dia 3 de Abril de 2009, na EBI de Gi- netes, realizou-se a Festa da Páscoa que encer- rou o 2º Período. A festa teve início às 9:00h com o Matpa- per, um concurso relacionado com a disciplina de Matemática que envolve vários desafios. Nele participaram equipas compostas por alunos do 2.º e 3.º Ciclos e, depois de resolverem todos os desafios, tiveram de construir um cartaz com massa! De seguida, pelas 9:45h, iniciou-se o jogo de futebol entre as alunas e funcionárias da EBI de Ginetes, que ficou empatado por 3-3. Após este jogo, os alunos da EBI de Gi- netes jogaram com os alunos da EPROSEC e, infelizmente, perderam. Depois desta derrota, a festa continuou no Anfiteatro com a actuação da orquestra da escola que tocou lindamente, encantando a pla- teia. A seguir, decorreu o concurso de Ka- raoke. Neste concurso, vários alunos mostraram o seu talento musical e, após todas as actua- ções, os professores também cantaram uma mú- sica em que se saíram muito bem! No final da festa foram entregues os prémios aos 3 vence- dores: 1.º Lugar: Miriam Resendes – Profij II; 2.º Lugar: Tânia Fragata – Profij II; 3.º Lugar: Fábio Veríssimo – 9ºB. Por fim, a professora Ângela e as suas alunas dançaram dois temas bem mexidos e com algumas acrobacias que cativaram os aplausos do público. Ana Rita Aguiar 8ºA Joana Ferreira 8ºA
  17. 17. Página 17 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Grande Festa da Páscoa—CDE de Ginetes Expressões Rítmicas — Dança A actividade de promoção “Actividades Aproveito para lançar o convite à partici- Rítmicas Expressivas: Dança” está a desen- pação e integração neste grupo de dança, que volver-se, sob a orientação da professora Ânge- tem as portas sempre abertas, quer a novos la Almeida, desde o início do ano lectivo, com alunos, quer a alunos desistentes, que serão treinos regulares às segundas (das 16h40 às sempre bem vindos. Apareçam!... 18h10) e quartas-feiras (das 14h15 às 15h45), Prof.ª Ângela Almeida na sala de Ginástica da EBI de Ginetes. Este grupo de dança já fez algumas actu- ações, nomeadamente de Kizomba, Kuduro (e variantes deste, como o Tiriri), Merengue e Ae- róbica. Desde já, os meus parabéns às minhas queridas alunas, que se têm empenhado… quer na contribuição com ideias, quer nas actu- ações em si, quer na uniformidade da roupa… Assim, as actuações só poderiam correr bem; a prova disso são as palmas e os elogios que têm recebido, por parte do público. Obrigada! Os objectivos desta actividade têm sido cumpridos. O grupo tem conseguido deslocar- se percorrendo todas as direcções e sentidos considerados, no ritmo e sequência dos apoios correspondentes à marcação e combinar os passos de dança; tem realizado as sequências coreográficas de acordo com a música, inte- grando os passos e combinações exercitadas, com alguma coordenação, fluidez de movimen- tos e sintonia. Só queria lembrar que é impor- tante cooperar com os colegas, ter paciência, incentivar e apoiar a sua participação na activi- dade, apresentando sugestões de aperfeiçoa- mento, e considerando, por seu lado, as pro- postas que lhes são dirigidas.
  18. 18. Página 18 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Pesca O concurso continua mo de dois conhecidos concorrentes, mal a foto da praxe foi tirada, o pescador Sérgio Faustino e Carlos Domingues abalaram a correr para os melhores pesqueiros, no entanto e devido à sua lentidão alentejana, o pescador Sérgio foi rapida- mente ultrapassado por outros concorrentes, gri- tando em desespero “aquela rocha é minha”. Esta prova contou com a estreia do grande pescador José Guilherme, muito conhecido em provas regionais e nacionais, pescando cerca de Realizou-se neste Domingo, 1 de Março, a 2,250 Kg (muito aquém do vencedor). 4ª Sessão do Grandioso Torneio de Pesca, pro- Resultados da 4ª Sessão va totalmente dominada pelo pescador Fernando 1º Fernando Silva 3,100 Kg Silva, que deixou os principais rivais a uma dis- tância confortável na classificação geral. O 2º José Guilherme 2,250 Kg “lebre” Gabriel Guerreiro perde para o “tartaruga” 3º Luís Beça 2,100 Kg Fernando Silva. É de lamentar a prestação do pescador Kapito que fez um avultado investi- 4º João Ferreira 1,950 Kg mento (mais de cinco mil euros) em materiais de 5º João Francês 1,800 Kg pesca e pescou apenas 450 gramas e do pesca- dor Ricardo Baptista que pescou apenas um pei- 6º Carlos Domingues 1,700 kg xe de cinco gramas, a prestação deste último 7º Sérgio Faustino 1,100 Kg ficou fortemente abalada pela ausência do seu mentor, o Grande Gabriel Guerreiro. 8º Rodrigo Ferreira 700 gramas Os pescadores João Francês e João Fer- 9º Jorge Patrício 450 gramas reira mostraram dotes de pescador ao terem a sensibilidade de escolherem o melhor pesqueiro 10º Ricardo Baptista 5 gramas do dia, pescando 1800 e 1950 gramas, respecti- vamente. O pescador dos anos oitenta apresen- tou-se na prova bastante cansado, esteve todo o dia de sábado a produzir bóias artesanais e a limar os anzóis, no entanto a sua prestação foi muito boa (3º classificado). O início da prova foi pautado pelo nervosis-
  19. 19. Página 19 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Caminhadas Alguns conselhos des; Olá Amigos, hoje vou falar de Caminhadas! Procurar a passagem por zonas de O Pedestrianismo (caminhada ou trekking) é interesse paisagístico, natural, social, his- tão antigo como o próprio homem e situa-se entre tórico, monumental ou cultural; o desporto e o turismo. O único objectivo é per- Estabelecer o grau de dificuldade do correr um determinado caminho, desfrutando de percurso dispondo de dados como a ex- toda a natureza que o rodeia, ora descansando, tensão, o tipo de terreno e o desnível. ora tirando fotografias num contacto mais íntimo Alguns conhecimentos de climatologia tam- com o mundo animal e vegetal, sem pressas de bém são importantes. Consoante as diversas con- chegar ao fim. Pode-se dizer que o objectivo do dições climatéricas, distância, e duração dos per- pedestrianismo é o contacto íntimo com a nature- cursos, cada aventureiro deve fazer-se acompa- za e o relaxamento que esse contacto provoca, nhar de equipamento próprio. principalmente nas pessoas habituadas ao stress Calor: roupas leves e frescas, cores claras, das grandes cidades. Este desporto pode ser pra- cobertura para a cabeça, óculos escuros e protec- ticado por pessoas de todas as idades, em função tor solar. da duração e da dificuldade dos percursos, visto Vento forte e/ou chuva: impermeável leve e que não exige técnicas especiais. As únicas con- transpirável, blusão, calças e polainas. dições são uma forma física razoável e o gosto Frio: roupa quente em lã (mantêm o calor, pela natureza. mesmo molhada) ou fibra polar (mais leve, mais Existem em S. Miguel e toda a região Açores resistente à abrasão, mais transpirável e maior diversos percursos pedestres sinalizados de mui- manutenção do calor), gorro e umas luvas. to boa qualidade. Um percurso pedestre sinaliza- É preciso não esquecer que na montanha o do é uma rota previamente sinalizada com marcas tempo muda repentinamente. próprias e que permite caminhar numa determina- O calçado é a peça fundamental da actividade da região com a certeza de não se perder e de, de andar a pé. As botas devem ter uma confortá- ao mesmo tempo, ter a oportunidade de visitar os vel protecção do tornozelo, ser maleáveis, imper- locais mais interessantes e singulares. meáveis, leves, resistentes, confortáveis e ter Uma boa maneira de se preparar para fazer uma boa aderência em todos os pisos. Em terre- uma caminhada é começar a passear, até mesmo no molhado e/ou com neve devem usar-se botas na zona onde habita, aumentando gradualmente de alpinismo. a extensão e a dificuldade do percurso. Equipamento obrigatório: (Continua »»»»») O pedestrianismo não envolve grandes co- nhecimentos técnicos. No entanto há uma série de conhecimentos imprescindíveis para uma práti- ca correcta de trekking. Aqui ficam algumas re- gras que podem adaptar-se aos percursos a reali- zar: Conhecer as técnicas de orientação: saber interpretar os mapas, escolher os de escala adequada, calcular distâncias; é também conveniente saber manejar a bússola; Conhecer as técnicas de socorrismo; Saber definir os limites físicos dos caminhos. Sempre que possível, devem evitar-se as estradas asfaltadas ou as vias de comunicação transitáveis por veí- culos motorizados; Estar ciente de que o percurso é feito sempre a caminhar, não se utilizando qualquer meio mecânico nas desloca- ções. Avança-se por caminhos, carreiros, veredas, azinhagas, caminhos florestais, etc; Não evitar núcleos de população, se- jam casas rurais isoladas, aldeias ou cida-
  20. 20. Página 20 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Caminhadas Alguns conselhos Botas: ligeiras, de preferência impermeá- Equipamento de emergência para comu- veis (em gortex, simpatex, nobuck ou pele nicação (ex.: telemóvel ou rádio equipado ensebada), de cano alto para proteger os com telefone). tornozelos. O tamanho deverá ser ligeira- mente maior do que o usado normalmente, A mochila deve conter: pois os pés vão inchando ao longo do per- curso; Máquina fotográfica e pilhas; Meias: grossas de trekking, («padded hiking socks») ou, na sua falta, dois pares de Binóculos; meias normais: as de fora mais grossas e as de dentro mais fininhas; devem ser sempre Cantil ou garrafa com água; de algodão ou lã (nunca de fibras); Calças: mesmo em épocas de calor, são Alimentação; aconselháveis calças desportivas ou fato de treino devido à densa vegetação que ladeia Sacos para o lixo; os percursos. Se quiser, pode levar uns cal- ções por baixo das calças e tirá-las se tiver Protector solar; calor e a vegetação o permitir; T-shirt: o melhor é usar um tecido que Batom protector; absorva a transpiração (capilene ou polypro- pylene). Se preferir usar t-shirts de algodão, Lanterna; leve uma extra, visto que têm tendência para ficar molhadas; Kit de primeiros socorros; Casaco leve ou camisola; Óculos de sol; Bússola; Chapéu ou gorro que cubra as orelhas; Equipamento adicional de frio e/ou chuva: Casaco impermeável ou blusão de forro Mapas e roteiros. polar ou Polar-Teck; Guarda-chuva prático; Luvas de lã, de preferência impermeá- veis; Também não será de dispensar o uso de um impermeável completo (calça e casaco) caso vá andar continuamente à chuva. Recomenda-se o uso de várias camadas de rou- pa para aumentar o conforto nos passeios aonde se precisa de calor. Normalmente, utilizam-se três ca- madas de roupa: a de dentro, fina e leve para absor- ver a transpiração (por ex., uma t-shirt); a do meio, com insolação para calor (camisolas feitas de «polarfleece» ou lã); e a de fora como protecção do vento e chuva («gortex» ou similar é recomendado). Equipamento opcional: Repelente de insectos; Alguns professores da EBI de Ginetes Pomada para as bolhas; Um pau comprido para ajudar a cami- nhar;
  21. 21. Página 21 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Caminhadas Alguns conselhos Não fazer fogo na floresta, matos ou A mochila deverá ser leve e pequena, de 30 a junto a fenos e searas. 50 litros de capacidade. Não fazer campismo selvagem. O kit de primeiros socorros deve conter: Respeitar a vida selvagem e o sossego Uma ligadura elástica; dos locais, evitando gritar ou falar em voz alta. Uma ligadura de gaze; Cuidado com o gado. Embora seja Adesivo; manso, não gosta da aproximação de es- tranhos às suas crias. Toalhetes; Não caçar. Loção anticéptica; Observar a fauna à distância, preferen- Uma pinça (para carraças); cialmente com binóculos. Tesoura de unhas; Não danificar nem colher plantas. Uma lâmina. Respeitar a propriedade privada. Equipamento desaconselhável: Não colher amostras de plantas ou rochas. Fios e pulseiras ornamentais (podem prender-se na vegetação); Ser afável com os habitantes locais, esclarecendo quanto à actividade em cur- Rádios ou equipamentos que pertur- so e às marcas do percurso. bem a serenidade do passeio. Boas Caminhadas, Um pouco de preparação física vai fazer com que tenha ainda mais prazer nestes passeios. Prof. Luís Alves Ética e Conduta Quem participar em actividades ao ar livre deve gostar da natureza e preservá-la. Deve ter em atenção as seguintes normas de conduta: Seguir sempre os trilhos existentes, evitando o corta-mato, pois este incremen- ta a erosão; Ao atravessar povoações e áreas culti- vadas, não danificar as culturas e respeitar os costumes, tradições e bens das popula- Alguns professores da EBI de Ginetes ções. As cancelas ou portões deverão ficar como os encontrou. Não abandonar vidros, plásticos, latas ou outros resíduos.
  22. 22. Página 22 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Alunos da EBI de Ginetes em grande evidência na Taça Coca Cola Realizou-se no dia 28 de Março de 2009, mais uma edição da Taça Coca-cola, no Com- plexo Desportivo da Ribeira Grande. A comitiva foi chefiada pelo Presidente do Conselho Execu- tivo, professor José Domingos e à semelhança dos anos anteriores, a escola participou com du- as equipas de ambos os sexos, devidamente orientadas pelos professores de Educação Físi- ca Gabriel Guerreiro, Cindy Alberto e João de Sá. Os resultados foram excelentes tendo em conta a dimensão da nossa escola e o número de atletas federados que existiam em competi- ção. A equipa masculina chegou às meias-finais Atletas da EBI de Ginetes da prova, após ter vencido a grande candidata ao título a Escola Secundária da Lagoa por 2 – 1 e o Liceu F.C por 1 – 0. Nas meias-finais, a Es- cola dos Ginetes perdeu na marcação das gran- des penalidades, após um em empate sem golos no tempo regulamentar. A equipa feminina vencedora do torneio do ano anterior, foi uma vez mais até à final, após ter empatado a zeros com a equipa da Es- cola Secundária das Laranjeiras e ter vencido a escola Secundária Domingos Rebelo por 1 -0. Nas meias-finais a escola dos Ginetes derrotou uma das equipas candidatas ao título, a Escola Secundária das Laranjeiras por 1 – 0. No entanto a sorte não acompanhou a equipa na final onde foi derrotada apenas na marcação das grandes Escola Secundária da Ribeira Grande penalidades pela Escola Secundária Antero de Quental. Uma vez mais a Escola 2, 3 de Ginetes demonstrou a sua qualidade e o espírito de gru- po, sendo a única escola do 2º e 3º ciclo presen- te nas 4 finalistas em ambos os sexos. Os alunos para além da componente desportiva, mostraram também um excelente comportamen- to social. Prof. Gabriel Guerreiro Vencedores da Taça Coca Cola regional Escola Secundária Antero de Quental
  23. 23. Página 23 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Futsal - Alunos EBI de Gi- Futsal - Professo- netes / EPROSEC ras/funcionárias — alunas No dia 3 de Abril de 2009, na EBI de Gi- No dia 3 de Abril de 2009, na EBI de netes, realizou-se um jogo de Futsal entre os alu- Ginetes, realizou-se um jogo de Futsal entre nos da EBI de Ginetes e os alunos da EPROSEC e, infelizmente, perderam. Professoras/Funcionárias e alunas. Os nossos jogadores bateram-se bem, Este jogo entre alunas e Professoras/ faltando talvez uma pontinha de sorte, pois tive- funcionárias da EBI de Ginetes ficou empata- ram muitas ocasiões de golo! do 3-3. Resta esperar por uma desforra que pu- Houve bastante emoção, tanto na pla- derá acontecer num futuro próximo. tea, como na assistência. Os aplausos e pala- vras de incentivo estiveram sempre presen- tes. Ana Rita Aguiar 8.º A Assim, o empate ficou bem, pois am- Joana Ferreira 8.º A bas as partes esforçaram-se e deram espec- táculo. Ana Rita Aguiar 8.º A Joana Ferreira 8.º A
  24. 24. Página 24 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 CDE de Ginetes vence 1.º Triatlo Topfitness Anima Open 2009 Realizou-se no dia 5 de Abril de 2009, a pri- Entrega de prémios - 1.º Lugar meira edição 1.º Triatlo Topfitness Anima Open 2009, em Ponta Delgada. Os nossos atletas - António Fragoso (Natação); Prof. Pedro Castelo Branco (BTT) e Prof. Max Teles (Corrida) – conseguiram vencer a primeira edição 1.º Triatlo Topfitness Anima Open 2009, o que ficará para a História. A prova consistia em 400 metros de natação, 20 Km de BTT e 5 Km de corrida. Com a partida no Clube Naval, junto à rampa da Marina para a nata- ção, entrega de testemunho para a BTT também jun- to à Marina e 3 voltas à marginal (Campo de S. Fran- cisco até ao novo troço de S. Roque) e nova entrega de testemunho para a corrida junto à Marina até ao Campo de S. Francisco e 3 voltas Campo de S. Fran- cisco / Portas da Cidade. Participaram 11 equipas de 3 elementos por Equipa CDEG estafetas, o que deu uma certa vivacidade à prova. Por outro lado, temos de salientar o salutar convívio entre jovens atletas e alguns mais idosos. De realçar por exemplo a nossa equipa que era constituída por um jovem de 13 anos e dois menos jovens de 38 e 40 anos respectivamente. Assim, o professor de Educação Física da nossa escola - Gabriel Guerreiro também está de parabéns, pois orientou com elevada mestria os seus atletas nesta prática desportiva do Triatlo por estafe- tas. Uma vez mais o Clube Desportivo Escolar de Ginetes demonstrou a sua qualidade e o espírito de grupo, sendo o único Clube Escolar nesta prova. Prof. Max Teles Local de partidas
  25. 25. Página 25 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 CDE de Ginetes vence 1.º Triatlo Topfitness Anima Open 2009
  26. 26. Página 26 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 CDEG — realiza 1.º e 2.º Encontros Desporto Adaptado Nos dias 18 de Fevereiro e 11 de Março de 2009, na Escola Básica Integrada de Ginetes realizaram-se o 1.º e 2.º Encontros de Equita- ção Terapêutica, nos quais participaram alunos com currículo do ensino especial. Nestes encontros estiveram envolvidos dois cavalos e um pónei, um dos cavalos esteve atrelado a uma charrete e o outro foi utilizado para realizar um percurso específico, ao longo do qual estavam distri- buídos determinados jogos didácticos. Por sua vez, o pónei fez as delícias da criançada, acariciando-o de uma forma efusiva. Os participantes e espectadores ficaram maravilhados com a beleza e elegância dos animais e sobretudo com a mestria que estes de- monstraram ao efectuarem os exercícios apresentados. Assim, os treinadores e professores envolvidos na apresentação deram, a quem esteve presente, uma visão objectiva do que é a Equitação Terapêutica. Em suma, os participantes e espectadores saíram destes Encontros felizes e com vontade de os reencontrar numa próxima oportunidade.
  27. 27. Página 27 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 CDEG - Badminton participações e resultados No passado dia 28 de Março realizou-se, na Escola Secundária da Lagoa, pelas 9:00h, a 5ª jornada de muitas de badminton realizadas du- rante este ano, contando com a presença dos atletas do respectivo clube da nossa escola. Este evento consiste em juntar os atletas dos clubes de badminton de diferentes escolas, nomeadamente as escolas de Capelas, Roberto Ivéns, Canto da Maia, Arrifes e a escola prepara- tória da Lagoa. Os atletas são divididos em masculinos e femininos cada um em sub-13, sub-15 e sub-17 e confrontar-se-ão consoante estas categorias. Neste campeonato participaram: Atletas do CDE de Ginetes Sub-15 femininos -Inês Oliveira -Joana Ferreira Sub-13 masculinos -Júlio Oliveira Sub-15 masculinos -Hélder Ponte -Tiago Soares De momento os atletas da nossa escola Atletas do CDE de Ginetes em acção encontram-se nas seguintes posições a nível de todas as escolas: Inês Oliveira -4ºlugar Joana Ferreira -6ºLugar Júlio Oliveira -6ºlugar Hélder Ponte -17ºlugar Tiago Soares -4ºlugar Joana Ferreira 8ºA Atletas do CDE de Ginetes com o seu treinador Prof. Carlos Domingues
  28. 28. Página 28 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 CDE de Ginetes — organiza III Torneio de Xadrez Inter- municípios No dia 28 de Fevereiro, o CDE Ginetes teve a honra de rece- ber na Escola E.B. 2,3 de Ginetes, a 2ª jornada do III Torneio Intermunicípios onde participaram 106 alunos em representação de 15 escolas. Pelo CDE Ginetes participaram os atletas António Travassos, Milton Ponte e Pedro Ferreira em sub-12 e Frederico Ferreira, Rodrigo Oliveira e Tiago Meireles em sub-14. Classificação Individual: - Milton Ponte - 3º(M12) - 23º (geral) - 5 pontos - Tiago Meireles - 3º(M14) - 26º (geral) - 5 pontos - Frederico Ferreira - 4º(M14) - 29º (geral) - 4,5 pontos - Rodrigo Oliveira - 5º(M14) - 31º (geral) - 4,5 pontos - António Travassos - 9º(M12) - 65º (geral) - 3 pontos - Miguel Terceira - 20º(M14) - 78º (geral) - 2,5 pontos - Pedro Ferreira - 13(M12) - 95º (geral) - 2 pontos - Pedro Costa - 14º(M12) - 103º (geral) - 1,5 pontos Classificação por Escolas: 1ª - EB/S Lagoa - 26,5 pontos 2ª - EB/S Antero de Quental - 22 pontos 3ª - EB/S V. Nordeste - 19,5 pontos 4ª - E.B.2,3 de Ginetes - 19 pontos 5ª - EB/S Ribeira Grande - 18,5 pontos 6ª - EB/S Roberto Ivens - 17,5 pontos 7ª - EB/JI Salga - 16,5 pontos 8ª - Colégio São Francisco Xavier - 14 pontos 9ª - EB/S Povoação - 12 pontos 10ª - Externato a Passarada - 11 pontos 11ª - EB/S Canto Maia - 9,5 pontos 12ª - EB1,2,3 Furnas - 9 pontos 13ª - EBJI de Lagoa - 7,5 pontos 14ª - Escola Gaspar Furtuoso - 4 pontos 15ª - EB/JI da Matriz - 2 pontos Prof. Carlos Domingues
  29. 29. Página 29 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Tiago Meireles - Vice- Rodrigo Oliveira em 1º no Torneio Campeão Regional em Sub- Intermunicípios 14 No passado dia 21 de Março de 2009, disputou-se na Escola Secundária do Nordeste, a 3ª Jornada do III Intermunicípios, o qual contou com a participação de A Associação de Xadrez da Região Autónoma 104 atletas em representação de 15 escolas. dos Açores levou a cabo nos dias 21 e 22 de Fevereiro, O CDE Ginetes esteve representado por seis atletas, na Escola Secundária de Lagoa, o Campeonato Regio- encontrando-se em 5º lugar. nal de Jovens, referente à época 2008-2009. A nível individual, destaca-se Rodrigo Oliveira que se Participaram 87 atletas, distribuídos por 7 escalões, encontra em 1º lugar nos M-sub14. masculinos e femininos. Classificação Individual: O CDEGinetes esteve representado por 6 atletas. Em Rodrigo Oliveira - 1º (M14) - 17º (geral) - 7,5 pontos sub-12 António Travassos, Milton Ponte e Pedro Fer- Tiago Meireles - 4º (M14) - 22º (geral) - 7 pontos reira e em Sub-14 Frederico Ferreira, Rodrigo Oliveira Milton Ponte - 5º (M12) - 31º (geral) - 6,5 pontos e Tiago Meireles. Frederico Ferreira - 10º (M14) - 40º (geral) - 6 pontos O nosso atleta Tiago Meireles consagrou-se Vice- António Travassos - 11º (M12) - 53º (geral) - 5 pontos Campeão Regional com 4 vitórias em 5 jogos. Pedro Ferreira - 12º (M12) - 63º (geral) - 4,5 pontos Classificação: *M14 - 34 atletas **M12 - 22 atletas ***Geral - 120 atletas Sub-12 (16 atletas) 1º - Medeiros, Jenifer - 5 pontos Classificação por Escolas: 8º - António Travassos - 2 pontos 1ª - EB/S Lagoa - 33,5 pontos 9º - Milton Ponte - 2 pontos 2ª - EB/S Antero de Quental - 33 pontos 10º - Pedro Ferreira - 1,5 pontos 3ª - EB/S V. Nordeste - 30 pontos 4ª - EB/S Ribeira Grande - 27,5 pontos Sub-14 (26 atletas) 5ª - E.B.2,3 de Ginetes - 27 pontos 1º - Alexandre Simões - 5 pontos 2º - Tiago Meireles - 4 pontos 11º - Rodrigo Oliveira - 3 pontos 16º - Frederico Ferreira - 2,5 pontos
  30. 30. Página 30 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 A Gaivota solitária No dia 13 de Março a turma PERE II, durante a aula de Educação Física que decorria num dos campos exteriores, deparou-se com um encontro especial. Acabara de aterrar no campo uma Gaivota-tridáctila (Rissa tridactyla). Esta ave marinha é comum no Atlântico Norte, mas de ocorrência muito rara nos Açores. Com cor muito semelhante à Gaivota-comum (Laurus argentatus), é no entanto muito mais pequena tendo apenas 40 cm de comprimento e 95 cm de envergadura contra os 90 cm de com- primento e 170 cm de envergadura da Gaivota- comum. De imediato o professor Hélio Sousa, depois de observar que a ave aparentava um bom estado de saúde, tratou de mobilizar meios por forma a devolver, com a maior brevidade possível, a ave ao estado selvagem. Ainda nes- sa manhã alguns professores e a turma PERE II dirigiram-se à costa da Ferraria tendo libertado a ave com sucesso e aproveitado para sensibili- zar os alunos presentes para a importância des- te acto. Prof. Carlos Domingues
  31. 31. Página 31 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Letras Um dia no Inverno Tinha estado um dia chuvoso e frio. À noite, o ar era húmido e fazia os ossos gelarem. Quando fui deitar-me enrolei-me nos cobertores e adormeci quenti- nho. Na manhã seguinte, olhei pela janela do quarto e, qual não foi o meu espanto ao ver os raios de Sol multiplicarem-se pelo jardim fora. Nem parecia Inverno, mas sim Primavera. Ninguém dizia que, no dia anterior, tinha chovido a potes. Vesti-me rapidamente e desci as escadas para o pequeno-almoço. Encontrei os meus primos na cozinha e, logo que acabei de comer, fomos jogar voleibol para o jardim. O céu estava limpo e azul, com o Sol a sorrir-nos. Como os meus primos estavam na minha casa, decidi aproveitar o tempo ao máximo. Quando acabamos as partidas de voleibol, deitamo- nos na relva a apanhar sol que, a essa hora, era tão agradável. Fomos almoçar e depois voltamos ao jar- dim. A temperatura subia enquanto nós jogávamos às escondidas. Ao fim de uma hora de brincadeira, já to- dos resmungavam por causa do Sol insuportável, pois estava um calor de morrer. Decidimos ir para o alpen- dre jogar às cartas. Rimos e rimos durante os jogos que fizemos e quando estávamos cansados e fartos, fomos lanchar. O sol já não era tão quente naquela al- tura. Depois de comer, nós concluímos que era altura de um passeio. Pedimos autorização aos nossos pais e fomos ao Moinho do Pico. Demorou o seu tempo até chegarmos ao cimo daquele monte, mas valeu a pena. A vista era magnífica e nós sentámo-nos na relva a contemplar. Quando achamos que já tínhamos descan- sado o suficiente, voltamos até minha casa. Pouco tempo foi até ao jantar e, após comermos, fizemos mais um jogo de voleibol. O Sol começou a pôr-se e o frio arrepiava-me. Os meus primos foram para as suas casas. O dia tinha sido quente, mas a noite nem por isso. No dia seguinte, acordei com a chuva lá fora. Afinal o Inverno voltara. Adeus Primavera e Sol cari- nhoso. Choviam canivetes na rua e não me apeteceu levantar. Enrosquei-me nos cobertores e comecei a dormir. Afinal foi um dia, apenas um dia, no Inverno. Maria João Carvalho 6.ºA
  32. 32. Página 32 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Extremamente curioso A Gata Borralheira dos Tempos Modernos
  33. 33. Página 33 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Feira de Batidos Palestra sobre os benefí- cios do ananás para a sa- Nos passados dias 27 e úde 28 de Janeiro, na sala de convívio, a turma do 9ºB realizou uma Feira de No passado dia 15 de Janeiro, pelas Batidos. 13.30 horas, no anfiteatro da E.B.2,3 de Gi- netes, realizou-se uma palestra sobre os be- Esta feira consistiu na nefícios do ananás para a saúde, ao que se venda de batidos com aliou um pouco de história. sabores de frutas, tendo sido todo o processo, Na verdade, Luís Machado, represen- desde o arranjar as fru- tante da Estufaçor, começou por referir as tas ao servir os batidos, feito pelos alunos e apre- propriedades nutricionais do referido fruto e sentado ao cliente. o porquê da designação “fruto-rei”. Seguiu- se a apresentação de um filme, que caracte- Este evento contou com a participação da rizava, de uma forma clara, todo o processo Professora Heloísa Coelho que ajudou a turma na de produção do ananás bem como a sua sua actividade. evolução ao longo dos séculos. Muitos foram os fregueses (alunos, profes- A parte final da apresentação foi de- sores e auxiliares) que por lá apareceram e pude- dicada a algumas questões formuladas pelos ram apreciar o batido e a ornamentação da sala formandos do curso de Jardinagem e Espa- que estava muito bem feita, tendo um livro no cen- ços Verdes e pelos alunos do Programa tro da sala alusivo ao tema da Saúde, onde se po- UNECA. diam encontrar receitas dos mais variados pratos, sendo eles todos saudáveis. Prof. Pedro Castelo Branco Uma ideia extraordinária por parte dos alu- nos da turma, pois é sempre importante alertar as pessoas para a prática de uma alimentação sau- dável. Joana Ferreira 8.ºA
  34. 34. Página 34 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Culinária a quanto obrigas! 1-Prepare o creme: Misture todos os ingredientes e leve ao lume, em Cordeirinho Doce banho-maria, até obter um creme. Retire do lume e deixe arrefecer com- pletamente antes de utilizá-lo. 2- Estenda o maçapão sobre uma superfície polvilhada com açúcar em Ingredientes: pó e forre a forma com mais de metade do maçapão. Barre as fatias de 1 kg de maçapão pão com compota de pêra e coloque-as por cima. Regue com conhaque 1 pão de forma e o creme que reservou. Cubra com o restante maçapão, fazendo pres- são. Desenforme o cordeirinho e sirva decorado a seu gosto. 6 c.(de sopa) de compota de pêra Conhaque q.b.(que baste) DICA: Se eventualmente lhe sobrar bolo tipo pão-de-ló, use-o nesta receita em substituição do pão de forma. Creme: 2 gemas 2 c.(de sopa) de açúcar 1 c.(de sopa) de marsala Açúcar em pó q.b. Ovos com gelado de pis- Ovo branco com miolo de tácio noz Ingredientes: Ingredientes: 2 ovos de chocolate pequenos 600g de chocolate branco em tablete 1c.(de sopa) de pistácios 50g de miolo de noz 200g de gelado de pistácio 1- Parta o chocolate em pedaços, derreta-o em banho- maria, mexendo ocasionalmente. Retire do lume e mexa para arrefecer um pouco. Verta o chocolate numa forma 1-Abra os ovos de chocolate ao meio. Para evitar que própria para moldar o ovo. Retire o excesso, de maneira a se partam, passe a lamina de uma faca afiada por água que só as paredes fiquem forradas. a ferver, seque-a e corte os ovos no ponto de junção. Ao longo desta operação vá aquecendo a faca várias vezes até que separe as duas metades. 2-Mantenha o restante chocolate em banho-maria, com o lume desligado, para não arrefecer. Vire a forma sobre o papel vegetal e leve ao frigorífico para solidificar, durante 2- Aqueça os pistácios em água quente e descasque- 10 minutos. Retire do frigorífico e volte a enchê-las de os. Seque-os e pique-os grosseiramente. Uns minutos chocolate, para que as paredes do ovo fiquem mais es- antes de servir, retire o gelado do congelador e deixe-o pessas. amolecer um pouco. 3-Repita a operação de solidificação e retire do frio, decor- 3- Trabalhe-o energicamente com uma espátula, por ridos 10 minutos ou quando estiver bem firme. alguns instantes, e depois, usando a mesma espátula, distribua o gelado pelas quatro meias cascas. Enfeite com pistácios. 4- Recheie uma das metades, com o miolo de noz e pin- cele as extremidades com o chocolate amolecido. Cubra de imediato com a outra parte do ovo. 5-Aqueça ligeiramente a lâmina da faca e passe-a em todo o comprimento do ovo para unir as duas partes. De- core a seu gosto. Joana Ferreira 8.ºA
  35. 35. Página 35 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Relação de parentesco Quem escreveu Os Lusíadas? Se a única irmã do único irmão da tua mãe tem um filho único, Numa manhã, uma professora per- que parentesco tem essa criança contigo ? gunta a um aluno: Essa criança és tu. -Diz-me lá quem escreveu Os Lusí- Uma data ... adas? Se o amanhã de ontem era quinta-feira, O aluno a gaguejar respondeu: que dia é o dia depois de amanhã de ontem ? -Não sei senhora professora, mas não fui eu – e começou a chorar. Sexta-feira A professora furiosa diz-lhe: -Pois então de tarde quero falar Descobre qual a relação entre os núme- com o teu pai. ros e complete o círculo. Da parte de tarde a dita conversa ocorreu e a professora queixa-se: -Não percebo o seu filho! Perguntei-lhe quem tinha escrito Os Lusíadas e ele respondeu-me que não sabia, mas que não tinha sido ele! É o 13. O pai atento à queixa, retorquiu à professora: -Ele não costuma ser mentiroso portanto se diz que não foi ele é porque não foi, já se fosse o irmão a dizer isso… 6 12 24 48 A professora irritada com tanta ignorância resolve ir para casa. 2 4 8 ? Pelo caminho encontra um conhecido seu que era oficial da GNR e este ao ver a sua cara furiosa pergunta-lhe: Descobre o número perdido da última peça de dominó. - Como lhe correu o dia? Pela sua cara não muito bem… 16 -Pois não! - Retorquiu a professora – Imagine só que eu perguntei a um aluno quem escreveu Os Lusíadas e ele respondeu-me não sabia, mas que não tinha sido ele! Qual é o próximo número da sequência? - Não se preocupe - conforta o oficial – Traga-o cá, que 2, 10, 12, 16, 17, 18, 19, .... nós damos-lhe um aperto que ele confessa tudo. Com os cabelos já em pé a professora continua o seu ca- 200. minho e ao chegar a casa, janta e deita-se. Dois, Dez, Doze, Dezasseis, Dezassete, Dezoito, Dezano- O marido pergunta-lhe como correu o seu dia e a professo- ra conta-lhe a situação do aluno, do pai e do oficial e diz Quantos gatos? não suportar aquilo. Uma sala tem 4 cantos. O marido tentando-a confortar diz-lhe: Em cada canto está um gato. -Oh querida, esquece lá isso. Se calhar foste tu que os Cada gato vê três gatos. escreveste e já não te lembras! Quantos gatos há na sala? Mário Barreira 9ºC 4 gatos. Quantos passáros ficaram? Numa árvore estavam três pássaros. Quantos patos? Um caçador deu um tiro e matou um. À beira dum lago iam dois patos zangados à Quantos ficaram? frente de um pato, 0 (zero) porque os outros fugiram !!!! dois patos em fila indiana iam atrás de um pato e um pato ia no meio dos outros patos. As duas ovelhas .. Qual o número de patos que iam à beira do Estão duas ovelhas no campo. lago? Uma delas olha na direcção do Norte, a outra na 3 patos direcção do Sul. No entanto, qualquer delas pode ver perfeitamen- te a outra. Prof.ª Sílvia Aguiar Como é isso possível? Estão de frente uma para a outra.
  36. 36. Página 36 Palavras d’Encantar Volume 5, Edição 5 Bruno Viveiros 9.º A Emanuel Aguiar 9.º A

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