Gestão de Configuração (CM)
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Trabalho sobre Gestão de Configuração (CM) do nível 2 do CMMi

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Gestão de Configuração (CM) Presentation Transcript

  • 1.
    • MBA Gestão da Qualidade em Software com ênfase em CMMI e MPS.BR
    • CMMI – Gestão de Configuração
    • 05/2010
    PÓS-GRADUAÇÃO
  • 2.
    • 1. Introdução
    • 2. Mapeamento de Objetivos Específicos e Práticas Específicas
    • 3. Práticas específicas e sua aplicação nas empresas
    • 3.1 - SG1 – Estabelecer Baselines
    • 3.2 - SG2 – Rastrear e Controlar Alterações
    • 3.3 - SG3 – Estabelecer Integridade
    • 4. Template de Requisição de Serviço de Configuração
    • 5. Considerações
    • 6. Referências
    Sumário
  • 3.
    • Gestão de Configuração é uma disciplina que aplica supervisão, direção técnica e administrativa ao identificar e documentar as características funcionais e físicas de um item de configuração, controlar as mudanças dessas características, registrar e reportar a situação do processamento e implementação das mudanças, verificar a conformidade com os requisitos especificados. Estabelecendo e mantendo a integridade dos produtos de trabalho.
    • As principais atribuições da área de GC são: identificação de configuração , controle de configuração, contabilização de status de configuração e a auditoria das configurações .
    1. Introdução
  • 4.
    • A gestão da configuração t em como objetivo responder as seguintes perguntas:
    • Quais são os produtos de trabalhos que podem ser colocados sob gestão de configuração?
    • Quando os itens de configuração sofreram alterações?
    • Quem foi o responsável pela alteração?
    • Qual o impacto que a alteração irá gerar?
    • A Baseline criada pode ser liberada?
    • Quem faz parte da área de GC?
    • Todos os envolvidos no processo de desenvolvimento
    • Por que é importante?
    • Pois uma gestão de configuração não efetiva pode implicar em baselines que não podem ser reconstruídas ou construídas quando necessário, tendo maior gasto e necessidade de mais recursos na manutenção, além de re-trabalho durante os testes, pois os componentes não estão como esperados.
    • Quando está bem feito?
    • Quando qualquer alteração puder ser monitorada e analisada.
    1. Introdução
  • 5. 2. Mapeamento de Objetivos Específicos e Práticas Específicas
  • 6. 3. Práticas específicas e sua aplicação nas empresas 3.1 – SG1 Estabelecer Baselines SP 1.1 – Identificar Itens de Configuração: Numa empresa a seleção de produtos de trabalho para o gerenciamento de configuração pode ser baseada em critérios estabelecidos durante a elaboração do plano do projeto. Exemplos de critérios para selecionar os itens de configuração: Produtos de trabalho que são dependentes de outros, nos quais uma alteração em um obrigará uma alteração nos outros; Produtos de trabalho que servem para controle do projeto; Produtos de trabalho que podem ser utilizados por mais de um grupo/pessoa; Produtos de trabalho que são insumos para fases seguintes do processo de execução do projeto; Produtos de trabalho que serão entregues ao cliente; Exemplos de produtos de trabalho que podem fazer parte de um item de configuração: Lista de Requisitos / Planos do Projeto / Cronograma / Plano de teste / Resultados de testes / Especificações de componente / Códigos fonte.
  • 7. 3. Práticas específicas e sua aplicação nas empresas SP 1.2 – Estabelecer um sistema de Gestão de Configurações: Em uma empresa o Sistema de Gestão de Configuração define as ferramentas para seu acesso, o ambiente de armazenamento e as diretrizes para criação e alteração de itens de configuração em baselines. Exemplos de ferramentas open source: Para controle de versão – Subversion, CVS, Aegis e Arch Para controle de alteração – Trac, Mantis, Bugzilla e Scarab Para integração contínua – Scon, Bitten, Ant, Maven, CruiseControl, Gump e TinderBox. Exemplos de ambiente de armazenamento: Dinâmico: Os itens de configuração são armazenados na pasta do projeto e são de responsabilidade dos autores. A organização de diretórios e subdiretórios neste ambiente segue a estrutura padrão definida na política da empresa. Estático: Os itens de configuração são versionados e armazenados na ferramenta de controle e compõem as baselines. Este ambiente e os itens armazenados estão sob Gestão de Configuração e só poderão ser alterados após análise de impacto e aprovação via solicitação de mudança. 3.1 – SG1 Estabelecer Baselines
  • 8. 3. Práticas específicas e sua aplicação nas empresas 3.1 – SG1 Estabelecer Baselines SP 1.3 – Criar ou Liberar Baselines Ao iniciar o projeto, uma baseline inicial deve ser criada com todos os itens de configuração existentes até o momento a partir de uma Requisição de Serviço de Configuração. É necessário criar baselines para registro dos itens de configuração nas datas planejadas ou quando houver alteração de itens de configuração. Liberar para o Cliente as baselines externas criadas. Exemplos de baselines a serem criadas em uma empresa: Baseline Interna, formada por itens de configuração técnicos e gerenciais finalizados, não destinados a entidades externas à Organização. São produtos de trabalho das fases de estudo de viabilidade, aprovação, planejamento, encerramento, monitoramento e controle, gestão de qualidade, medição e análise e gestão de configuração. Baseline Externa, formada por itens de configuração finalizados, somente destinados a entidades externas à Organização (Cliente e/ou parceiros) e constantes da fase de Execução. Nenhum item da baseline interna poderá fazer parte da externa e vice-versa.
  • 9. SP 2.1 – Rastrear Solicitações de Alteração Nessa prática, é realizado o recebimento das solicitações de alteração de itens de configuração que se encontram em baseline. Sendo feita a análise do impacto das alterações e correções propostas nas solicitações de mudança. E por fim, executam-se as solicitações de alteração dos itens de configuração em baseline. Em uma empresa é possível rastrear as ocorrências de alterações nas seguintes situações: No monitoramento e controle do projeto; Na análise do documento de Requisição de Serviço de Configuração, gerada no processo Criar Baseline; Na solicitação do Cliente ou da equipe do projeto. 3. Práticas específicas e sua aplicação nas empresas 3.2 – SG2 Rastrear e Controlar alterações
  • 10. 3. Práticas específicas e sua aplicação nas empresas SP 2.2 – Controlar Itens de Configuração O Comitê de Controle de Configurações é um grupo formado pelo Gerente de Requisitos, pelo Gerente de Configuração e pelo Analista de Qualidade, com a responsabilidade de avaliar as solicitações de mudança e seus impactos, além de aprovar as Requisições de Serviço de Configuração. A partir do momento que um item de configuração fizer parte de uma baseline, toda e qualquer alteração deste item deve passar pelo processo de Controle de Mudanças, envolvendo o Comitê de Controle de Configuração. Exemplo de como proceder em uma empresa para controlar as alterações: Para alterações dos itens de configuração que já estão em baseline no ambiente estático devem ser realizadas as atividades de check-out e check-in dos itens na ferramenta, pelo Gerente de Configuração; Check-out: baixar cópia para atualização do item do ambiente estático para o ambiente dinâmico. Check-in : subir o item atualizado, do ambiente dinâmico para o ambiente estático, sendo incorporado onde foi realizado o check-out e mantendo o histórico de versões do item. 3.2 – SG2 Rastrear e Controlar alterações
  • 11. 3. Práticas específicas e sua aplicação nas empresas 3.3 – SG3 Estabelecer Integridade SP 3.1 – Estabelecer Registros de Gestão de Configuração
    • É importante manter o histórico das revisões dos itens de configuração, das alterações solicitadas, das alterações realizadas, dos status dos itens de configuração, sendo possível identificar a diferença entre uma baseline e outra.
    • Realizando essa prática, todos os stakeholders tem acesso e conhecimento do estado de cada item de configuração.
    • Em uma empresa os registros de gestão de configuração é feito através de:
    • Criar versionamentos de toda e qualquer alteração solicitada e realizada;
    • Criar um documento que contenha todas as diferenças entre as baselines;
    • Revisar esse histórico de acordo com a periodicidade estabelecida no Cronograma Técnico do Projeto.
  • 12. 3. Práticas específicas e sua aplicação nas empresas
    • SP 3.2 – Executar Auditorias de Configuração
    • A Auditoria de Configuração confirma se os registros da Gestão de Configuração e se os itens de configuração estão completos, consistentes e precisos.
    • Audita também as baselines onde foram geradas manutenções a partir das Requisições de Serviço de Configuração.
    • É realizada pela Área de Qualidade e a periodicidade é estabelecida no Cronograma Técnico do Projeto, quando do planejamento da Gestão de Configuração e da Gestão de Qualidade.
    • Em uma empresa a auditoria de baseline pode ser realizada através de:
    • Verificações amostrais ou não de baselines do produto ou do componente do produto
    • Verificações de registros
    • Verificações de distribuição (releases)
    3.3 – SG3 Estabelecer Integridade
  • 13. 4. Template de Requisição de Serviço de Configuração
  • 14. 4. Template de Requisição de Serviço de Configuração
  • 15. 5. Considerações
    • A Gerência de Configuração é um processo de extrema importância para que as empresas possam manter o seu desenvolvimento de software controlado. Este controle é mais facilmente realizado com a adoção de ferramentas para o controle de versão, controle de mudanças e integração contínua.
    • A utilização destas ferramentas contribuem para a qualidade do Projeto e isto torna a Gerência de Configuração como uma das atividades mais importantes para a Garantia de Qualidade do Software.
    • Com a utilização de ferramentas open-source, a organização poderá chegar a esta qualidade com um custo zero, já que as ferramentas são de fácil instalação e utilização.
  • 16. 6. Referências CMMI Product Development Team.CMMI for Systems Engineering/Software Engineering/Integrated Product and Process Development/Supplier Sourcing, Version 1.2. Software Engineering Institute, Carnegie Mellon University, 2006 KOHAN, Sarah. Apostila FIAP CMMI – Nível 2 Processos de Apoio. São Paulo, 2010. MINI-CURSO Gerência da Configuração Visão Prática. ASR, São Paulo, set. 2006. Disponível em: <http://www.spinsp.org.br/apresentacao/CM_ASR.pdf>. Acesso em: 18 mai. 2010.
  • 17. OBRIGADO