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Redes de computadores II - 1.Arquitetura TCP/IP
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  • 1. Arquitetura de Protocolos TCP/IP Prof. Mauro Tapajós
  • 2. Protocolo IP <ul><li>A tônica dos protocolos TCP/IP era compor um conjunto que viabilizasse uma rede que fosse robusta e automaticamente se recuperasse de falhas em nós ou links
  • 3. Protocolo usado na Internet para unir todos os tipos heterogêneos de redes que a compõem
  • 4. Esta opção permite a construção de redes de grande porte com pouco gerenciamento centralizado - interconexão
  • 5. Pacotes e datagramas possuem o mesmo sentido no âmbito do IP. É uma rede “best-effort” (melhor esforço): podem ocorrer atrasos, pacotes fora de ordem, danificação e perda de pacotes. Camadas de protocolos superiores devem tratar destes problemas </li></ul>
  • 6. Protocolo IP <ul><li>Os roteadores encaminham pacotes da origem ao destino dentro da rede toda (global) e não só dentro da tecnologia de rede
  • 7. Entrega de pacotes de tamanhos variados de um host para outro, mesmo se estiverem em redes diferentes
  • 8. Realiza fragmentação e remontagem , define formato dos pacotes e algoritmos de encaminhamento de pacotes
  • 9. Existe uma tendência a se rodar tudo sobre IP
  • 10. IMP’s numa rede IP são roteadores e operam em modo datagrama (sem conexão) </li></ul>
  • 11. Operação a Nível de Camada de Rede IP
  • 12. MTU - Maximum Transmission Unit <ul><li>Cada tecnologia de rede que implementa a subrede possui o seu próprio MTU Ethernet: 1518 bytes FDDI: 4500 bytes Token Ring: 2 to 4 kB
  • 13. Cada subrede tem um tamanho máximo de datagrama IP (cabeçalho + payload) = MTU </li></ul>O D Rede 1 MTU=1500 Rede 2 MTU=1000 R
  • 14. Protocolo IP <ul><li>Prevê um esquema de endereçamento hierárquico
  • 15. Executa procedimentos de fragmentação e remontagem
  • 16. Define um algoritmo de encaminhamento de pacotes
  • 17. É uma rede “ best-effort ” (melhor esforço): podem ocorrer atrasos, pacotes fora de ordem, danificação e perda de pacotes. Camadas de protocolos devem tratar destes problemas
  • 18. Cabe ao protocolo IP definir um nível de encaminhamento rápido e flexível de pacotes </li></ul>
  • 19. Arquitetura TCP/IP
  • 20. Exemplos de Aplicações na Internet <ul><li>Correio Eletrônico
  • 21. Terminal Remoto
  • 22. Transferência de Arquivos
  • 23. Newsgroups
  • 24. Compartilhamento de Arquivos
  • 25. Distribuição de Recursos
  • 26. WWW - World Wide Web
  • 27. Vídeo-conferência
  • 28. Jogos online </li></ul>
  • 29. Exemplo – Rede IP
  • 30. Camadas Envolvidas
  • 31. Rede IP: Exemplo
  • 32. Rede IP: Exemplo Protocolo IP interconectando redes de tecnologias Ethernet, FDDI e PPP
  • 33. Endereços IP <ul><li>Únicos para toda a rede
  • 34. Se uma máquina muda de rede dentro da rede TCP/IP, normalmente ela deve alterar seu endereço IP
  • 35. Máquinas com várias interfaces de rede deve ter um endereço IP para cada interface </li></ul>
  • 36. Tipos de Endereços IP
  • 37. Aspectos de Endereços IP <ul><li>Endereços normalmente reservados </li><ul><li>Endereços da rede em questão – Endereços com os bits da parte HOST iguais a zero
  • 38. Endereços de broadcast na rede em questão – Endereços com os bits da parte HOST iguais a um </li></ul><li>Nem todos os endereços possíveis foram atribuídos a classes
  • 39. Endereços classe A 127.*.*.* são chamados de loopback e são reservados para: </li><ul><li>Teste de aspectos do TCP/IP
  • 40. Comunicação inter-processo na mesma máquina </li></ul><li>Pacotes com endereços de loopback como os acima não devem ser encontrados numa rede </li></ul>
  • 41. Endereços IP reservados Utilizados para fins especiais
  • 42. Como Obter Endereços IP? <ul><li>Se for prevista conexão com a Internet, deve-se usar endereços “válidos”
  • 43. O órgão responsável em atribuir endereços IP válidos, domínios e parâmetros de protocolos para as várias organizações é o ICANN ( Internet Corporation for Assigned Names and Numbers )
  • 44. Estes serviços eram prestados anteriormente pela IANA ( Internet Assigned Numbers Authority )
  • 45. No Brasil, organização responsável pela atribuição de endereços Internet válidos é a FAPESP em São Paulo (também é responsável em atribuir domínios, AS, etc) </li></ul>registro.br
  • 46. Subredes <ul><li>Endereçamento baseado em classes não é eficiente por que é grande a demanda de endereços de rede classe B
  • 47. Pode-se utilizar sub-divisões das classes B e C para organizar subredes dentro de uma região de rede atendida pelo endereçamento B ou C
  • 48. Cria um segundo nível de hierarquia de forma que uma “máscara de subrede” indique que parte dos bits do endereço representam a subrede </li></ul>
  • 49. Subredes <ul><li>Roteadores utilizam a máscara de subrede para indicar destinos possível nas suas tabelas de roteamento
  • 50. Criam hierarquias de 3 níveis
  • 51. Podem ser criadas sem necessidade de se notificar o NIC (autoridade que designa endereços para a Internet)
  • 52. Subdivide uma rede de forma particular e controlada pelo dono da rede </li></ul>Rede Host
  • 53. Subredes: Exemplo Nesta rede classe B, 6 bits do terceiro byte são reservados à endereçamento de subredes
  • 54. Subredes (exemplo)
  • 55. Broadcasting <ul><li>Utiliza endereços com bits todos 1’s em determinadas partes
  • 56. Endereços broadcast : </li><ul><li>Limited - 255.255.255.255
  • 57. Net-direct – netid.255.255 (exemplo: classe B)
  • 58. Subnet-direct – netid.subnetid.255 (exemplo de rede classe B com 8 bits alocados para subredes) </li></ul><li>Só faz sentido se usado por protocolo que permita broadcasting (UDP, ARP, DHCP, etc)
  • 59. Deve ser usado com cuidado – sobrecarrega a rede </li></ul>
  • 60. ARP ( Address Resolution Protocol ) <ul><li>Como saber para que equipamento mandar se somente temos um endereço IP global?
  • 61. TCP/IP suporta qualquer tecnologia de rede com quaisquer endereços de camada 2
  • 62. Endereços físicos podem ser fixos (Ethernet) ou configuráveis
  • 63. O ARP mapeia endereços de rede IP em endereços de camada de enlace (físicos) - IP ->MAC
  • 64. Baseado em broadcasts em nível de enlace
  • 65. Usado para se saber qual endereço MAC está usando um IP
  • 66. Entradas no cache são temporizadas
  • 67. Proxy ARP (configurável) -> roteadores </li></ul>
  • 68. ARP
  • 69. ARP <ul><li>Encapsulado diretamente no quadro
  • 70. Cache de resolução de endereços mantido em cada host
  • 71. Broadcast: </li><ul><li>Inclui endereços IP e Físico do host origem
  • 72. Hosts receptores atualizam seu cache </li></ul></ul>Header ARP Data Quadro
  • 73. RARP ( Reverse Address Resolution Protocol ) <ul><li>Permite que um determinado endereço MAC saiba seu IP (MAC ->IP)
  • 74. Utilizado principalmente por hosts diskless
  • 75. É feito via um broadcast de nível de enlace na rede (endereço MAC composto somente por 1’s)
  • 76. Necessidade de haver um servidor RARP em cada rede
  • 77. Formato de quadro igual ao ARP
  • 78. A evolução do RARP como protocolo de “boot” de máquinas sem IP foram o BOOTP ( Bootstrap Protocol ) e o DHCP ( Dynamic Host Configuration Protocol ) </li></ul>
  • 79. ICMP ( Internet Control Message Protocol ) <ul><li>IP sozinho não provê serviços para detectar falhas e efetuar testes
  • 80. Permite comunicação de controle e sinalização de erros entre software IP de roteadores e hosts
  • 81. Alerta de eventos na rede e monitoramentos
  • 82. Destino das mensagens ICMP -> IP software (e não uma aplicação)
  • 83. Todas as implementações IP devem também implementar ICMP
  • 84. Algumas funções: </li><ul><li>Anúncio de erros de rede
  • 85. Anúncio problemas de congestionamento
  • 86. Auxílio no diagnóstico de problemas
  • 87. Informe de timeouts </li></ul></ul>
  • 88. ICMP – Tipos de Mensagens
  • 89. ICMP <ul><li>Encapsulado pelo IP mas ainda parte da camada de rede
  • 90. O cabeçalho ICMP é composto de: </li><ul><li>Tipo (8 bits) : tipo da mensagem
  • 91. Código (8 bits) : parâmetros específicos
  • 92. Checksum (16 bits) : check da mensagem ICMP toda
  • 93. Parâmetros (32 bits) : parâmetros específicos </li></ul></ul>Data Header Quadro Data Header Datagrama Data Header ICMP
  • 94. Valores ICMP
  • 95. Formatos de Mensagens ICMP
  • 96. Alguns Usos Específicos do ICMP <ul><li>Mensagens de Echo request/reply (comando “ping”) </li><ul><li>Usada para testar se um host está “vivo”
  • 97. Usado para se saber os hosts num segmento
  • 98. Podem calcular o tempo de envio e recebimento da resposta </li></ul><li>Pedidos de máscara de endereço
  • 99. Aviso de destino inalcançável na rede </li><ul><li>Endereço inválido para o equipamento </li></ul><li>Aviso de Timeout TTL de pacotes </li><ul><li>Muitos saltos no pacote o expiraram no seu percurso ao destino (não é usado em pacotes multicast !) </li></ul><li>Utilitário traceroute </li></ul>
  • 100. Ping ICMP R1 R2 R3 A B Time Echo request Echo reply
  • 101. traceroute <ul><li>O comando traceroute grava as rotas tomadas pelos pacotes
  • 102. Quando um pacote chega num roteador e seu campo TTL chega a zero, é enviada uma mensagem ICMP de time exceeded
  • 103. Incrementando o campo TTL ele consegue receber mensagens time exceeded de forma a registrar e mapear o caminho sendo dado pela rede para determinado endereço de destino
  • 104. Continua até chegar no destino ou uma mensagem de erro ocorrer </li></ul>
  • 105. traceroute R1 R2 R3 A B TTL=1, Dest = B, port = invalid TTL=2, Dest = B TTL=3, Dest = B TTL=4, Dest = B Te (R1) Te (R2) Te (R3) Pu (B) Time Te = Time exceeded Pu = Port unreachable
  • 106. O que o IP não faz? <ul><li>Criação de circuitos lógicos (seu serviço é sem conexão – datagrama)
  • 107. Comunicação confiável fim-a-fim e controle de fluxo fim-a-fim (protocolos de nível superior – TCP ou protocolos de aplicação)
  • 108. Detecção de erros nos payload dos pacotes (TCP, UDP ou outros)
  • 109. Sinalização de erros e alterações (ICMP)
  • 110. Montagem de tabelas de roteamento (RIP, OSPF, BGP)
  • 111. Resolução e mapeamento de endereços e nomes (ARP, RARP, DNS)
  • 112. Configuração automática de endereços (BOOTP, DHCP)
  • 113. Suporte à grupos e roteamento multicast (IGMP, MBONE) </li></ul>
  • 114. Alguns Protocolos de Suporte ao IP <ul><li>ARP ( Address Resolution Protocol )
  • 115. RARP ( Reverse Address Resolution Protocol )
  • 116. ICMP ( Internet Control Message Protocol )
  • 117. IGMP ( Internet Group Management Protocol )
  • 118. RSVP ( Resource Reservation Protocol )
  • 119. RIP ( Routing Information Protocol )
  • 120. OSPF ( Open Shortest Path First )
  • 121. BGP ( Border Gateway Protocol )
  • 122. EGP ( Exterior Gateway Protocol ) </li></ul>
  • 123. Alguns protocolos da Suíte TCP/IP
  • 124. Protocolos de Transporte TCP/IP <ul><li>Comunicação fim-a-fim numa rede interconectada
  • 125. No conjunto de protocolos TCP/IP temos a oferta de serviço orientado a conexão e confiável (protocolo TCP) e serviço não- orientado a conexão baseado em datagrama ( protocolo UDP) </li></ul>
  • 126. Protocolos de Transporte TCP/IP
  • 127. Protocolos de Transporte TCP/IP
  • 128. Protocolo TCP <ul><li>Baseado na transferência de sequências de bytes entre buffers de transmissão e recepção
  • 129. Bem projetado: não mudou muito desde sua aparição nos anos 60
  • 130. Suporta aplicações básicas como TELNET, FTP e correio eletrônico
  • 131. Especifica o formato dos dados e confirmações usadas na transferência daqueles, garantindo a correta entrega dos dados de clientes a servidores e vice-versa
  • 132. Implementa suporte para detecção de erros e disparo de retransmissões quando necessário
  • 133. Permite que múltiplas aplicações num sistema possam se comunicar concorrentemente tratando a operação multiplexada </li></ul>
  • 134. Encapsulamento do Protocolo TCP
  • 135. Conexões TCP <ul><li>Baseado no conceito de sockets ( endpoints )
  • 136. Um socket em TCP é identificado por uma porta e o endereço IP da máquina
  • 137. Um mesmo socket pode suportar várias conexões ao mesmo tempo
  • 138. Não suporta multicasting e broadcasting (sempre é ponto-a-ponto e full-duplex )
  • 139. Cada conexão é identificada pelos números dos sockets nas duas pontas
  • 140. Sockets é também o nome de uma biblioteca de subrotinas que provê acesso às facilidades TCP/IP </li></ul>
  • 141. Protocolo TCP <ul><li>Uso de segmentos (cabeçalho TCP mais um ou mais bytes de dados a serem transmitidos)
  • 142. Numera individualmente os bytes sendo transmitidos para controle de fluxo
  • 143. Utiliza um esquema de janela deslizante para confirmar a informação recebid a
  • 144. Caso um segmento seja maior que 65495 bytes (limite do pacote IP=64k) ou maior que o MTU da rede, ele deve ser fragmentado pelo roteador (podendo gerar problemas de confirmação e remontagem na recepção) </li></ul>
  • 145. Software TCP
  • 146. Algumas Portas Conhecidas ( Well-Known )
  • 147. Multiplexação TCP <ul><li>Várias aplicações rodam nos hosts ao mesmo tempo. A definição de que aplicação se comunicará com qual aplicação de outra máquina é descrita pelo endereço de aplicação (porta) definida a nível de transporte </li></ul>
  • 148. Protocolo UDP ( User Datagram Protocol ) <ul><li>Descrito na RFC 768 com posteriores evoluções
  • 149. Oferece às aplicações a capacidade de enviar pacotes IP encapsulados por um protocolo de transporte sem conexão
  • 150. Basicamente oferece a capacidade de endereçamento de aplicação em portas ao protocolo IP </li></ul>
  • 151. Protocolo UDP Utilizado quando: <ul><li>É necessário o envio de mensagens de multicast ou broadcast
  • 152. O overhead gerado por procedimentos de conexão é injustificado ou não é tolerado pela aplicação em uso
  • 153. Aplicações de amostragem de dados (Ex.: sensores)
  • 154. Serviços request-response (a aplicação toma a responsabilidade de verificar mensagens que não chegam)
  • 155. Aplicações de tempo-real onde temporização é o mais importante </li></ul>
  • 156. Arquitetura TCP/IP
  • 157. Algumas Aplicações e Serviços TCP/IP <ul><li>Domain Name System - DNS : resolve nomes em endereços IP
  • 158. File Transfer Protocol - FTP : envio de arquivos entre sistemas
  • 159. Terminal Emulation Protocol – Telnet : cria terminais remotos
  • 160. Simple Mail Transfer Protocol - SMTP : envio de mensagens de correio eletrônico
  • 161. Simple Network Management Protocol - SNMP : protocolo para gerenciamento de redes
  • 162. Hypertext Transfer Protocol - HTTP : troca de informações em formato hipertexto
  • 163. Network File System - NFS : sistemas de arquivos remotos </li></ul>
  • 164. Arquitetura TCP/IP
  • 165. BOOTP ( Bootstrap Protocol ) <ul><li>É um protocolo que permite que um host obtenha seu endereço IP dinamicamente
  • 166. Permite que o administrador da rede tenha o controle sobre os endereços
  • 167. Mais eficiente que o RARP por que uma única mensagem do protocolo define várias opções como o endereço do host , a máscara de subrede e o endereço do gateway padrão, ...
  • 168. O servidor deve ter a informação a ser passada previamente configurada (não é dinâmico)
  • 169. Trabalha na camada de aplicação usando serviços da camada UDP, logo é um protocolo de APLICAÇÃO </li></ul>
  • 170. DHCP ( Dynamic Host Configuration Protocol ) <ul><li>Permite que um dispositivo conectado à rede saiba automaticamente sua configuração de rede, incluindo seu endereço IP
  • 171. É um superconjunto do BOOTP agregando mais funcionalidades e parâmetros
  • 172. Logo, pode utilizar relays BOOTP de roteadores
  • 173. Utiliza o mesmo formato de mensagem do BOOTP
  • 174. Procedimento diferente de inicialização do host (discovery)
  • 175. Oferece pools de endereços IP e a oferta de leased IP’s
  • 176. Oferece ainda a possibilidade de se reservar determinados IP’s para servidores e roteadores </li></ul>
  • 177. <ul><li>Serviço usado para mapear nomes usados por aplicações em endereços IP de 32 bits
  • 178. Endereços IP não são práticos de se usar
  • 179. É um sistema distribuído onde é montada uma árvore hierárquica de nomes </li></ul>Domain Name Service (DNS)
  • 180. WWW - World Wide Web <ul><li>Conceito proposto por Tim Berners-Lee in 1989
  • 181. Idéia: compartilhamento de informações através de um sistema hiper-texto distribuído
  • 182. O sistema é composto de navegadores ( browsers ) clientes de servidores WWW que contém a informação a ser coletada
  • 183. Protótico desenvolvido em 1991
  • 184. O primeiro browser gráfico ( Mosaic ) desenvolvido por Mark Andreessen
  • 185. Utilizam um protocolos de nível de aplicação chamado HTTP ( Hyper Text Transfer Protocol ) para receber arquivos com conteúdo de informação </li></ul>
  • 186. <ul><li>Protocolo de aplicação leve e rápido para transporte de informação em formato hipertexto
  • 187. Implementa um conjunto de métodos para serem usados em requests
  • 188. Pode ser usado como protocolo gerérico para comunicação entre user agents e gateways para outros protocolos
  • 189. Mensagens são passadas em formato texto através de um esquema request/response entre cliente e servidor
  • 190. URL – Uniform Resource Locator – identifica uma página/programa </li></ul>HTTP – Hyper Text Transfer Protocol
  • 191. HTTP – Hyper Text Transfer Protocol
  • 192. <ul><li>SMTP – Simple Mail Transport Protocol
  • 193. Usado para o envio de correio eletrônica pela Internet
  • 194. Define com um programa que envia mensagens de correio e um que recebe devem interagir
  • 195. POP – Post Office Protocol – usado para receber as mensagens de correio eletrônico </li></ul>Correio Eletrônico
  • 196. Intranets <ul><li>Redes proprietárias de organizações que utilizam tecnologia TCP/IP para disponibilizar aplicações e conteúdo para usuários internos
  • 197. Muito usadas em ambientes corporativos (grande sucesso)
  • 198. O conteúdo somente é acessível para usuários internos
  • 199. Podem ser implementadas numa grande variedade de plataformas </li></ul>
  • 200. Extranets <ul><li>Estende o conceito de intranet oferecendo informação e serviços para um número controlado de usuários externos à corporação (fabricantes, clientes, etc)
  • 201. Permite a troca eficaz e segura de informação entre companhias
  • 202. Ambas se aproveitam de todas as facilidades do mundo TCP/IP
  • 203. Métodos usados para acesso: </li><ul><li>Acesso discado
  • 204. Acesso pela Internet com segurança
  • 205. VPN ( Virtual private network )
  • 206. Acesso pela Internet a um servidor que replica o conteúdo extranet disponibilizado
  • 207. Acesso pela Internet a um servidor que realiza queries em servidores internos </li></ul></ul>

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