Noções de Projeto de Redes Prof. Mauro Tapajós
Contexto Atual <ul><li>As instituições dependem cada vez mais de redes como infra-estrutura básica para o negócio </li><ul...
Informação corporativa e departamental para cada vez mais pessoas
É comum hoje em dia, a criação de alianças globais - corporações virtuais (globalização) </li></ul><li>Empresas estão fund...
Aprender a projetar redes de comunicação de dados é premissa para satisfazer as necessidades de troca de informação de tai...
Necessidades atuais - Corporativo <ul><li>Empresas e clientes corporativos tem as seguintes características: </li><ul><li>...
Deve fazer mais com menos. A demanda está continuamente crescendo mas os orçamentos se mantém relativamente constantes
Redução do custo com WAN e operação de rede
Demanda por novas alternativas que usem a Internet pública porém com segurança e confiabilidade (como VPN's)
Métodos mais flexíveis de bilhetagem do serviço com acréscimos configuráveis (adaptação)
SLA’s determinísticos para garantir que os requisitos dos usuários sejam atendidos </li></ul></ul>
Necessidades atuais - Residencial <ul><li>Clientes residenciais </li><ul><li>Acesso à WEB mais rápido para uso pessoal
Acesso à sua rede corporativa para trabalho fora dela
Acesso à serviços de dados a baixo custo (TV, telefonia, etc)
Serviços multimídia </li></ul></ul>
<ul><li>O projeto de redes complexas é uma arte
Requer a combinação de: </li><ul><li>Compreensão dos requisitos (entendimento do problema é 80% da solução)
Compreensão das tecnologias disponíveis
Experiência no efetivo uso das tecnologias para resolver problemas </li></ul><li>Se não se souber o que se quer, nenhum pr...
<ul><li>Ter bem claros os conceitos de usuários, aplicação e sistema
O foco tradicional em colocar banda onde for necessário já  não é mais adequado
Aspectos de atrasos, redundância, escalabilidade e confiabilidade, além de outras demandas de aplicações exigem a implemen...
Análise das demandas de rede é um equilíbrio entre funcionalidades e limitações (como custo, por exemplo)
Tendência:  Design de redes baseadas em serviços </li></ul>Projeto de Redes
<ul><li>O quê – define os requisitos
Quem está envolvido – define o cliente/usuário, o  projetista ( designer ) e o implementador
Rede uma vez em operação – quem irá operar?
O cliente deve deixar claro: </li><ul><li>Suas demandas (requisitos)
Suas limitações (Ex: custos) </li></ul><li>O projetista traduz as demandas num projeto
O implementador monta a solução a partir do projeto feito, depois testa e verifica se atende realmente às demandas colocad...
<ul><li>Uma metodologia é necessária: deve ser estruturada no sentido de incluir o projeto lógico da rede antes de abordar...
Deve ser iterativa onde detalhes entram progressivamente no projeto, à medida em que se conhece melhor a situação. Passos:...
Projeto Lógico da Rede </li></ul></ul><ul><ul><li>Projeto Físico da Rede </li></ul></ul><ul><ul><li>Testes e Otimização
Documentação </li></ul></ul>Projeto de Redes
<ul><li>Conhecer a área de negócio da organização </li><ul><li>Indústria, Serviços, Governo, ONG, educação, etc
Mercado
Parceiros
Produtos e Serviços que são gerados
Produtos e Serviços que são utilizados </li></ul><li>Estrutura organizacional que usará a rede </li><ul><li>Departamentos ...
Linhas de negócio específicas
Filiais
Grupos de usuários
A organização da rede reflete a estrutura organizacional da instituição
Responsáveis técnicos e financeiros do projeto </li></ul></ul>Conhecimentos Prévios
<ul><li>Por que e para que uma nova rede? Como esta rede irá ajudar em termos de negócio? </li><ul><li>Aumento do faturame...
Modernizar tecnologias obsoletas
Melhorar sugurança e confiabilidade de aplicações
Melhorar a comunicação corporativa
Diminuir  time-to-market  e ofertar novos serviços
Construção de parcerias
Expandir a operação do negócio (mercados globais, etc) </li></ul><li>Critérios de sucesso – dependem da área (gerência, op...
Escopo da nova rede </li><ul><li>Nova rede ou expansão?
Tipo: apenas novo segmento, LAN, prédio, campus, acesso remoto, WAN ou corporativa </li></ul><li>Levantamento de aplicaçõe...
Requisitos especiais de segurança, disponibilidade e QoS
Criticalidade </li></ul></ul>Objetivo da Rede
<ul><li>Levantamento de requisitos, incluindo </li><ul><li>Objetivos e restrições do  negócio
Objetivos e restrições  técnicos </li></ul><li>Caracterização da rede existente
Caracterização do tráfego projetado para a rede </li><ul><li>Fluxos previstos
Carga de tráfego
Requisitos de QoS </li></ul></ul>Levantamento de Necessidades e Objetivos
<ul><li>Aspectos políticos </li><ul><li>Disputas internas
Relacionamentos entre equipes
Iminente perda de poder e função com a montagem de nova rede </li></ul><li>Procedimentos e práticas internas </li><ul><li>...
Adoção de soluções abertas ou proprietárias
Cultura das equipes em determinada tecnologia </li></ul><li>Recursos humanos </li><ul><li>Habilidades do corpo técnico
Estão prontos para as novas tecnologias a serem implantadas (aspectos de treinamento)? </li></ul></ul>Restrições do Negócio
<ul><li>Obtém e identifica informações de sistema e características
Mapeia limites de performance de alto e baixo nível
Aponta para os serviços de rede específicos
Processo lento e cuidadoso : depende de conversar com pessoas e interpretar resultados
Tenta entender melhor o comportamento da rede que estará sendo projetada
Caso se falhe nesta etapa, pode-se criar uma solução que não estará alinhada com as necessidades de usuários e aplicações ...
<ul><li>Podem variar bastante
Definem coisas como: </li><ul><li>Cobertura geográfica (LAN, MAN, WAN ou combinações)
Escalabilidade
Interfaces de software ou hardware para clientes e servidores
Premissas de segurança e controle de acesso
Confiabilidade e disponibilidade
Contexto privado ou público
Características de tráfego
Capacidades de dados e multimídias
Adaptação para novas tecnologias
Padrões formais ou proprietários
Gerenciabilidade </li></ul></ul>Demandas e Requisitos
<ul><li>A partir do modelo de componentes do sistema genérico, podemos chegar às diferentes óticas abaixo:
Requisitos de usuário
Requisitos de aplicação
Requisitos de  host
Requisitos de rede </li></ul>Requisitos
Requisitos Parâmetros de Display,  Interface con usuário,  API, QoS, ToS Drivers, Interfaces Aplicação Host Usuário Aplica...
<ul><li>Atrasos das aplicações
Tempo de resposta
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Redes Avançadas - 3.Noções de Projeto de Redes

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Redes Avançadas - 3.Noções de Projeto de Redes

  1. 1. Noções de Projeto de Redes Prof. Mauro Tapajós
  2. 2. Contexto Atual <ul><li>As instituições dependem cada vez mais de redes como infra-estrutura básica para o negócio </li><ul><li>Acesso imediato a mais informação
  3. 3. Informação corporativa e departamental para cada vez mais pessoas
  4. 4. É comum hoje em dia, a criação de alianças globais - corporações virtuais (globalização) </li></ul><li>Empresas estão fundindo suas redes de voz e dados (convergência)
  5. 5. Aprender a projetar redes de comunicação de dados é premissa para satisfazer as necessidades de troca de informação de tais empresas/instituições em alcance mundial </li></ul>
  6. 6. Necessidades atuais - Corporativo <ul><li>Empresas e clientes corporativos tem as seguintes características: </li><ul><li>Redes IP como intranets ou extranets com custos efetivos e segurança
  7. 7. Deve fazer mais com menos. A demanda está continuamente crescendo mas os orçamentos se mantém relativamente constantes
  8. 8. Redução do custo com WAN e operação de rede
  9. 9. Demanda por novas alternativas que usem a Internet pública porém com segurança e confiabilidade (como VPN's)
  10. 10. Métodos mais flexíveis de bilhetagem do serviço com acréscimos configuráveis (adaptação)
  11. 11. SLA’s determinísticos para garantir que os requisitos dos usuários sejam atendidos </li></ul></ul>
  12. 12. Necessidades atuais - Residencial <ul><li>Clientes residenciais </li><ul><li>Acesso à WEB mais rápido para uso pessoal
  13. 13. Acesso à sua rede corporativa para trabalho fora dela
  14. 14. Acesso à serviços de dados a baixo custo (TV, telefonia, etc)
  15. 15. Serviços multimídia </li></ul></ul>
  16. 16. <ul><li>O projeto de redes complexas é uma arte
  17. 17. Requer a combinação de: </li><ul><li>Compreensão dos requisitos (entendimento do problema é 80% da solução)
  18. 18. Compreensão das tecnologias disponíveis
  19. 19. Experiência no efetivo uso das tecnologias para resolver problemas </li></ul><li>Se não se souber o que se quer, nenhum processo chegará a uma solução adequada às necessidades colocadas </li></ul>Projeto de Redes
  20. 20. <ul><li>Ter bem claros os conceitos de usuários, aplicação e sistema
  21. 21. O foco tradicional em colocar banda onde for necessário já não é mais adequado
  22. 22. Aspectos de atrasos, redundância, escalabilidade e confiabilidade, além de outras demandas de aplicações exigem a implementação de suporte a estes itens
  23. 23. Análise das demandas de rede é um equilíbrio entre funcionalidades e limitações (como custo, por exemplo)
  24. 24. Tendência: Design de redes baseadas em serviços </li></ul>Projeto de Redes
  25. 25. <ul><li>O quê – define os requisitos
  26. 26. Quem está envolvido – define o cliente/usuário, o projetista ( designer ) e o implementador
  27. 27. Rede uma vez em operação – quem irá operar?
  28. 28. O cliente deve deixar claro: </li><ul><li>Suas demandas (requisitos)
  29. 29. Suas limitações (Ex: custos) </li></ul><li>O projetista traduz as demandas num projeto
  30. 30. O implementador monta a solução a partir do projeto feito, depois testa e verifica se atende realmente às demandas colocadas </li></ul>Projeto de Redes - Processo
  31. 31. <ul><li>Uma metodologia é necessária: deve ser estruturada no sentido de incluir o projeto lógico da rede antes de abordar o projeto físico e abordar requisitos antes de tudo
  32. 32. Deve ser iterativa onde detalhes entram progressivamente no projeto, à medida em que se conhece melhor a situação. Passos: </li></ul><ul><ul><li>Identificação das Necessidades e Objetivos
  33. 33. Projeto Lógico da Rede </li></ul></ul><ul><ul><li>Projeto Físico da Rede </li></ul></ul><ul><ul><li>Testes e Otimização
  34. 34. Documentação </li></ul></ul>Projeto de Redes
  35. 35. <ul><li>Conhecer a área de negócio da organização </li><ul><li>Indústria, Serviços, Governo, ONG, educação, etc
  36. 36. Mercado
  37. 37. Parceiros
  38. 38. Produtos e Serviços que são gerados
  39. 39. Produtos e Serviços que são utilizados </li></ul><li>Estrutura organizacional que usará a rede </li><ul><li>Departamentos e Gerências
  40. 40. Linhas de negócio específicas
  41. 41. Filiais
  42. 42. Grupos de usuários
  43. 43. A organização da rede reflete a estrutura organizacional da instituição
  44. 44. Responsáveis técnicos e financeiros do projeto </li></ul></ul>Conhecimentos Prévios
  45. 45. <ul><li>Por que e para que uma nova rede? Como esta rede irá ajudar em termos de negócio? </li><ul><li>Aumento do faturamento – reduzir custos
  46. 46. Modernizar tecnologias obsoletas
  47. 47. Melhorar sugurança e confiabilidade de aplicações
  48. 48. Melhorar a comunicação corporativa
  49. 49. Diminuir time-to-market e ofertar novos serviços
  50. 50. Construção de parcerias
  51. 51. Expandir a operação do negócio (mercados globais, etc) </li></ul><li>Critérios de sucesso – dependem da área (gerência, operação, usuários, etc)
  52. 52. Escopo da nova rede </li><ul><li>Nova rede ou expansão?
  53. 53. Tipo: apenas novo segmento, LAN, prédio, campus, acesso remoto, WAN ou corporativa </li></ul><li>Levantamento de aplicações atuais e futuras que irão rodar sobre a rede. Analisar aplicações de acordo com os seguintes aspectos: </li><ul><li>Vazão de dados
  54. 54. Requisitos especiais de segurança, disponibilidade e QoS
  55. 55. Criticalidade </li></ul></ul>Objetivo da Rede
  56. 56. <ul><li>Levantamento de requisitos, incluindo </li><ul><li>Objetivos e restrições do negócio
  57. 57. Objetivos e restrições técnicos </li></ul><li>Caracterização da rede existente
  58. 58. Caracterização do tráfego projetado para a rede </li><ul><li>Fluxos previstos
  59. 59. Carga de tráfego
  60. 60. Requisitos de QoS </li></ul></ul>Levantamento de Necessidades e Objetivos
  61. 61. <ul><li>Aspectos políticos </li><ul><li>Disputas internas
  62. 62. Relacionamentos entre equipes
  63. 63. Iminente perda de poder e função com a montagem de nova rede </li></ul><li>Procedimentos e práticas internas </li><ul><li>Compromisso com protocolos, padrões, fabricantes
  64. 64. Adoção de soluções abertas ou proprietárias
  65. 65. Cultura das equipes em determinada tecnologia </li></ul><li>Recursos humanos </li><ul><li>Habilidades do corpo técnico
  66. 66. Estão prontos para as novas tecnologias a serem implantadas (aspectos de treinamento)? </li></ul></ul>Restrições do Negócio
  67. 67. <ul><li>Obtém e identifica informações de sistema e características
  68. 68. Mapeia limites de performance de alto e baixo nível
  69. 69. Aponta para os serviços de rede específicos
  70. 70. Processo lento e cuidadoso : depende de conversar com pessoas e interpretar resultados
  71. 71. Tenta entender melhor o comportamento da rede que estará sendo projetada
  72. 72. Caso se falhe nesta etapa, pode-se criar uma solução que não estará alinhada com as necessidades de usuários e aplicações </li></ul>Levantamento de Necessidades e Objetivos
  73. 73. <ul><li>Podem variar bastante
  74. 74. Definem coisas como: </li><ul><li>Cobertura geográfica (LAN, MAN, WAN ou combinações)
  75. 75. Escalabilidade
  76. 76. Interfaces de software ou hardware para clientes e servidores
  77. 77. Premissas de segurança e controle de acesso
  78. 78. Confiabilidade e disponibilidade
  79. 79. Contexto privado ou público
  80. 80. Características de tráfego
  81. 81. Capacidades de dados e multimídias
  82. 82. Adaptação para novas tecnologias
  83. 83. Padrões formais ou proprietários
  84. 84. Gerenciabilidade </li></ul></ul>Demandas e Requisitos
  85. 85. <ul><li>A partir do modelo de componentes do sistema genérico, podemos chegar às diferentes óticas abaixo:
  86. 86. Requisitos de usuário
  87. 87. Requisitos de aplicação
  88. 88. Requisitos de host
  89. 89. Requisitos de rede </li></ul>Requisitos
  90. 90. Requisitos Parâmetros de Display, Interface con usuário, API, QoS, ToS Drivers, Interfaces Aplicação Host Usuário Aplicação Host Usuário Rede
  91. 91. <ul><li>Atrasos das aplicações
  92. 92. Tempo de resposta
  93. 93. Confiabilidade
  94. 94. Percepção (interface homem-máquina)
  95. 95. Adaptabilidade (diferentes perfis de usuários como usuários móveis, etc)
  96. 96. Segurança
  97. 97. Números de usuários e expectativa de crescimento
  98. 98. Localização de usuários </li></ul>Requisitos de Usuário
  99. 99. <ul><li>Traduz os requisitos de usuário para requisitos de host e rede
  100. 100. Tipos de aplicações (missão crítica, taxa controlada, tempo-real, etc)
  101. 101. Divisão das aplicações em grupos (OAM, WEB, distribuídas, etc) </li></ul><ul><li>Atraso
  102. 102. Confiabilidade (cuidado - sempre será colocada como requisito!)
  103. 103. Capacidade </li></ul>Requisitos de Aplicação
  104. 104. Aplicações – Várias Demandas <ul><li>Serviços WEB
  105. 105. Conferências (áudio e vídeo)
  106. 106. Servidor de arquivos – Backup – Redes NAS e SAN
  107. 107. Serviços de segurança
  108. 108. Serviços de gerenciamento
  109. 109. Serviços corporativos - Atendimento a cliente
  110. 110. Serviços de diretório
  111. 111. Login remoto
  112. 112. Correio eletrônico - Sistema de mensagens integrado – voicemail
  113. 113. Interconexão de LAN’s remotas
  114. 114. Telefonia Internet - Fax sobre IP
  115. 115. VPN’s IP
  116. 116. Educação à distância
  117. 117. Ligações da rede de dados para PSTN
  118. 118. Número Universal – identificador único de usuário para várias plataformas: telefonia, celular, PDA, estação de trabalho, etc
  119. 119. Comércio eletrônico </li></ul>
  120. 120. <ul><li>Tipos de equipamentos (Dispositivos computacionais genéricos, servidores, dispositivos especializados)
  121. 121. Aspectos de performance – difíceis de mapear (conjunto de processadores, memória, storage, SO, bus, drivers, etc)
  122. 122. Localização dos equipamentos – subsidia planejamento de tráfego e aspectos de segurança e gerenciamento </li></ul>Requisitos de Host
  123. 123. <ul><li>Redes existentes – migração - interoperabilidade
  124. 124. Localização
  125. 125. Escalabilidade
  126. 126. Serviços de rede (estratégias de endereçamento e nomenclatura, configuração de roteamento, etc)
  127. 127. Serviços de suporte (aspectos de segurança, contabilização, monitoramento, gerenciamento, etc)
  128. 128. Performance </li></ul>Requisitos de Rede
  129. 129. <ul><li>Restrições orçamentárias - Avaliar o que é possível em termos de: </li><ul><li>Aquisição de equipamentos e licenças de software
  130. 130. Contratos de manutenção e suporte
  131. 131. Novas contratações – avaliar necessidade
  132. 132. Treinamento
  133. 133. Consultorias e outsourcing </li></ul><li>Auxílio nas atividades de análise de ROI ( Return on Investiment )
  134. 134. Cronogramas e timings a serem respeitados </li><ul><li>Adaptar-se às restrições de tempo impostas
  135. 135. Identificar os marcos ou momentos dentro do cronograma </li></ul></ul>Restrições do Negócio
  136. 136. <ul><li>As limitações impostas ao projeto diminuem as opções
  137. 137. Exemplo: necessidade de compatibilidade com interfaces proprietárias (ex: IPX) representa um requisito e uma limitação no conjunto de roteadores que podem ser especificados
  138. 138. Outros itens: </li><ul><li>Custos máximos (a pior delas!)
  139. 139. Acesso a localidades separadas geograficamente e de difícil acesso (necessidades de soluções de rádio ou satelitais
  140. 140. Proximidade de materiais inflamáveis (em fábricas pode-se usar fibras óticas como solução)
  141. 141. Datas e prazos de entrega limitados (implica na implantação e na opção por determinadas tecnologias importadas mais recentes ou fabricantes) </li></ul></ul>Limitações no Projeto
  142. 142. <ul><li>Analisar os objetivos técnicos para recomendar tecnologias apropriadas
  143. 143. Escalabilidade </li><ul><li>Avaliar o crescimento planejado (usuários, aplicações, hosts, sites, tráfego, conexões, etc)
  144. 144. Restrições impostas pela escalabilidade podem envolver a escolha de tecnologias ou soluções (ex: equipamentos de rede com número de portas ou interfaces fixas) </li></ul><li>Disponibilidade </li><ul><li>Normalmente um objetivo crítico e imposto em contrato de SLA
  145. 145. Recuperabilidade – habilidade da rede em se recuperar rapidamente depois de uma falha (inclusive disaster recovery )
  146. 146. Custo do tempo de parada </li><ul><li>99,95% - normalmente usados na maioria dos sistemas
  147. 147. 99,98% - usados na maioria dos sistemas de missão crítica </li></ul></ul></ul>Objetivos e Restrições Técnicos
  148. 148. <ul><li>São parâmetros usados para descrever disponibilidade </li><ul><li>MTBF – Mean Time Between Failures </li><ul><li>Tempo de parada entre falhas no serviço
  149. 149. Igual à MTBSO ( Mean Time Between Service Outage ) </li></ul><li>MTBR – Mean Time Between Repairs </li></ul><li>É comum se descrever a disponiblidade na seguinte equação – MTBF/(MTBF+MTBR)
  150. 150. Baixos valores podem influir no projeto (por exemplo: manter peças de reposição para diminuir o MTTR) </li></ul>MTBF e MTTR
  151. 151. <ul><li>Capacidade – tráfego bruto em bps
  152. 152. Utilização – utilização efetiva de rede
  153. 153. Carga – tráfego imposto à rede em bps
  154. 154. Vazão – dados transmitidos corretamente (bps ou pps)
  155. 155. Eficiência – dados úteis (sem overhead ) transmitidos corretamente
  156. 156. Variação no atraso ( Jitter ) - diferença entre os atrasos percebidos por cada pacote
  157. 157. Tempo de resposta – tempo entre o pedido de um serviço e sua resposta
  158. 158. Atraso – Cálculo a ser feito - Causas </li><ul><li>Tempo de propagação – meio físico
  159. 159. Tempo de transmissão
  160. 160. Tempo de chaveamento (comutação)
  161. 161. Tempo em fila de roteamento </li></ul></ul>Desempenho - Definições Comuns
  162. 162. <ul><li>É aconselhável verificar aplicações que serão grandes geradoras de tráfego com QoS
  163. 163. Fatores que afetam a vazão de aplicações </li><ul><li>Capacidade de enlaces
  164. 164. Taxas de erros fim-a-fim
  165. 165. Procedimentos de protocolos (handshakes, reconhecimentos, controle de fluxo)
  166. 166. Parâmetros de protocolos (ex: tamanho de janelas de controle de fluxo)
  167. 167. Taxa de comutação de dispositivos
  168. 168. Fatores nos servidores e clientes </li><ul><li>Acesso à disco, I/O
  169. 169. Drivers
  170. 170. Barramentos usados
  171. 171. CPU
  172. 172. Utilização de memória
  173. 173. Ineficiências de aplicações e sistemas operacionais </li></ul></ul></ul>Vazão das Aplicações
  174. 174. <ul><li>Acurácia – medida de precisão no envio de dados – Fatores: </li><ul><li>Problemas de alimentação nos equipamentos
  175. 175. Descasamentos de impedância e conexões físicas mal feitas
  176. 176. Equipamentos com falhas
  177. 177. Ruídos eletromagnéticos e interferências </li></ul><li>Em enlaces a acurácia é especificada pela BER ( Bit Error Rate ) – proporção de bits com erro </li><ul><li>Enlaces analógicos – aproximadamente 10^-5
  178. 178. Enlaces digitais de cobre - aproximadamente 10^-6
  179. 179. Enlaces digitais de fibra - aproximadamente 10^-11 </li></ul><li>Eficiência – descreve o efeito do overhead
  180. 180. Usabilidade – facilidade de utilização da rede pelo usuário final – facilidades como: </li><ul><li>Configurações automáticas (ex: DHCP)
  181. 181. Mobilidade fácil para o usuário (ex: redes wireless) </li></ul></ul>Objetivos e Restrições Técnicos
  182. 182. <ul><li>Segurança – problemas de segurança não devem afetar a capacidade da empresa de conduzir negócios </li><ul><li>Planejamento (análise de riscos e levantamento de requisitos)
  183. 183. Tradeoff com itens como facilidade de uso (uso de senhas e procedimentos de segurança) </li></ul><li>Gerenciabilidade – aspecto primordial na montagem da solução final. Itens relacionados: </li><ul><li>Áreas de gerenciamento (falhas, configuração, segurança, desempenho e contabilização)
  184. 184. Planos específicos do cliente (uso de sistemas próprios, visualizações especiais, etc) </li></ul></ul>Objetivos e Restrições Técnicos
  185. 185. <ul><li>Maximizar a oferta e qualidade de serviços oferecidos por uma rede para os seus custos
  186. 186. Existem opções técnicas que podem auxiliar nesta tarefa
  187. 187. Equipamentos com baixo custo por porta
  188. 188. Miniminar custos de cabeamento (ex: evitar redundâncias desnecessárias)
  189. 189. Principalmente: aluguel de links de comunicação. Possibilidades de redução em links: </li><ul><li>Protocolos de roteamento adequados e configurados adequadamente para menor uso do link
  190. 190. Consolidação de vários tipos de tráfego (ex: voz + dados)
  191. 191. Compartilhamento de enlaces
  192. 192. Melhorar eficiência no enlace (supressão de silêncio, compressão de dados, etc) </li></ul></ul>Cost-Effectiveness
  193. 193. <ul><li>Gastos com pessoal de suporte e operação – grande parcela de gastos com rede
  194. 194. Fatores para minimizar este componente: </li><ul><li>Equipamentos fáceis de configurar
  195. 195. Projeto de rede simples para a operação
  196. 196. Boa documentação do projeto </li></ul><li>Ao final tentar equilibrar requisitos conflitantes: </li><ul><li>Custos X Tudo!
  197. 197. Segurança X Facilidade de uso
  198. 198. Alta vazão X Alto atraso
  199. 199. Priorizar objetivos técnicos mais fortes </li></ul></ul>Cost-Effectiveness
  200. 200. <ul><li>Se o trabalho é de expansão é necessário levantar: </li><ul><li>Topologia existente
  201. 201. Estrutura física atual
  202. 202. Desempenho sendo percebido e medido (identificar gargalos e obter níveis de referências) </li></ul><li>Caracterização da estrutura de rede </li><ul><li>Mapa de rede
  203. 203. Regras usadas para dar nomes
  204. 204. Tipos e tamanhos de estruturas de cabeamento usadas
  205. 205. Restrições arquiteturais e ambientais </li></ul></ul>Levantamento de Rede Existente
  206. 206. <ul><li>Descobrir hosts, segmentos e dispositivos de rede importantes
  207. 207. Depois entender os fluxos de tráfego
  208. 208. Mapear com software adequado </li><ul><li>Informações geográficas
  209. 209. Conexões WAN
  210. 210. Prédios, andares e até salas e compartimentos
  211. 211. Conexões e tecnologias usadas entre prédios e andares
  212. 212. Localização dos provedores de serviços de telecomunicações, acessos discados, VPN’s e sistemas de firewalls
  213. 213. Localizações de switches e roteadores, VPN’s, servidores, mainframes, estações de gerência, VLAN’s (cores diferentes) e totais estimados de estaçoes
  214. 214. Topologia lógica (core, backbone, distribuição, acesso, servers, etc) </li></ul></ul>Mapa de Rede Atual
  215. 215. Levantamento de Rede Existente - Exemplo
  216. 216. <ul><li>Esquemas existentes de endereçamento e nomenclatura </li><ul><li>Documentar as regras definidas (ex: sufixos de aeroportos GRU, POA, CWA, etc)
  217. 217. Documentar as regras usadas de endereçamento IP (criação de subredes, superedes, NAT) mesmo que todo o esquema de endereçamento possa ser mudado </li></ul><li>Cabeamento e mídias existentes - documentar: </li><ul><li>Tipos de mídias - UTP categoria x, fibra multimodo
  218. 218. Cabeamento realizado – vertical, horizontal, etc
  219. 219. Comprimentos dos cabos
  220. 220. Etiquetagens usadas
  221. 221. Cabeamento disponível entre prédio e andares
  222. 222. Tecnologias wireless sendo usadas
  223. 223. Salas de telecomunicações </li></ul></ul>Levantamento de Rede Existente
  224. 224. <ul><li>Restrições arquiteturais e ambientais
  225. 225. Externas: </li><ul><li>Trechos de cabos devem passar por áreas submersas
  226. 226. Linhas de trem/metrô
  227. 227. Estradas
  228. 228. Obras em execução
  229. 229. Áres de terceiros
  230. 230. Restrições de visada (para enlaces wireless) </li></ul><li>Internas: </li><ul><li>Verificar o estado do ar-condicionado e ventilação
  231. 231. Estado da alimentação elétrica existente e proteções contra sobrecargas e falhas no fornecimento
  232. 232. Espaço restante para passagem de canaletas e dutos ou inserir novos racks com acesso para a operação dos equipamentos </li></ul></ul>Levantamento de Rede Existente
  233. 233. <ul><li>Verificar o serviço atualmente oferecido através da rede existente
  234. 234. Definir um nível de referência ( baseline ) para poder verificar melhorias depois da nova rede implantada
  235. 235. Mesmo se melhora no desempenho não é o objetivo direto, ainda se pode verificar que o desempenho do serviço não piorou
  236. 236. Para obter os dados que indicarão o nível de referência deve-se atentar para itens como: </li><ul><li>Se a rede for grande, amostrar nos trechos e segmentos mais importantes
  237. 237. Momentos do dia para obter os dados e durante quanto tempo (médias)
  238. 238. Usar ferramentas adequadas (MRTG, traceroute , pings , BERT, analisador de protocolos, ferramentas SNMP/RMON) </li></ul><li>A disponibilidade atual da rede pode ser obtida com o próprio cliente (MTB, MTBR, logs e históricos de quedas e providências tomadas) </li></ul>Levantamento de Rede Existente
  239. 239. <ul><li>Análise de Requisitos
  240. 240. Caracterização e Análise de Fluxos de Tráfego
  241. 241. Design Lógico
  242. 242. Design Físico
  243. 243. Endereçamento e Roteamento </li></ul>Processo de Análise e Design
  244. 244. <ul><li>Identificação de grandes originadores/destinos de tráfego </li><ul><li>Comunidades de usuários (uso contínuo das mesmas aplicações – podem cruzar departamentos)
  245. 245. Locais de armazenamento maciço de dados: server farms , mainframes , robôs de backup em fita
  246. 246. Associar os fluxos importantes de origens para destino (RFC 2063 - Traffic Flow Measurement: Architecture ) </li></ul><li>Tipos de tráfego para a nova rede
  247. 247. Modelos usuais de fluxo - direções e simetria do tráfego gerado </li><ul><li>Modelo terminal-host (ex: telnet)
  248. 248. Modelo cliente-servidor (ex: WEB)
  249. 249. Modelo peer-to-peer (ex: teleconferência)
  250. 250. Modelo servidor-servidor (ex: serviço de diretórios)
  251. 251. Modelo de computação distribuída (ex: clusters) </li></ul></ul>Caracterização do Tráfego
  252. 252. <ul><li>Carga de tráfego </li><ul><li>Estimar pelo número de estações e aplicações para definir enlaces
  253. 253. Utilizar parâmetros para estimar </li></ul><li>Caracterização de requisitos QoS </li><ul><li>Com base nos fluxos e nas aplicações geram estes fluxos
  254. 254. Pode-se usar definições conhecidas: ATM (CBR, VBR, ABR, UBR), Intserv (Tspec RSVP, serviços básicos de carga controlada ou serviço garantido) ou classes QoS já definidas </li></ul></ul>Caracterização de Tráfego
  255. 255. Banda / Aplicações para Usuário Final
  256. 256. Design Lógico <ul><li>Utiliza a informação de requisitos e fluxos para obter objetivos de design
  257. 257. Critérios para a escolha de tecnologias
  258. 258. Traduz objetivos em escolhas tecnológicas
  259. 259. Cria pequenas área dentro do ambiente de design
  260. 260. Define então o plano de interconectividade
  261. 261. Integra aspectos de segurança e gerenciamento </li></ul>
  262. 262. <ul><li>Definem a maneira como serão inteconectados os dispositivos dentro dos prédios e entre prédios
  263. 263. É uma função de variáveis como: </li><ul><li>A arquitetura de procolos a ser usada
  264. 264. O meio de transmissão disponíveis e suas limitações de distância
  265. 265. O tipo, o número e localização dos dispositivos a serem conectados
  266. 266. O número e localização dos sites
  267. 267. A localização dos centros de cabeamento e caminhos por onde se poderia ter os cabos passados
  268. 268. A necessidade de confiabilidade e redundância </li></ul><li>Exemplos de topologias e tecnologias: </li><ul><li>Ligações ponto-a-ponto: SLDD, rádio
  269. 269. Anel: token-ring, FDDI, SDH
  270. 270. Estrela: ethernet com par trançado
  271. 271. Mesh: ATM </li></ul></ul>Topologias de Rede
  272. 272. Organização das Redes <ul><li>Para atender as estações localmente, fazendo a conexão com as demais estações numa mesma organização (prédio, sala, campus) são usadas as redes Locais ( LAN ’s – Local Area Network )
  273. 273. Para fazer a interconexão destas redes locais com outras separadas geograficamente (bairros, cidades ou países diferentes) são usadas as redes de Longo Alcance ( WAN ’s – Wide Area Network )
  274. 274. Redes metropolitanas ( MAN 's – Metropolitan Area Network ) são tecnologias específicas para redes multiserviço em aglomerados urbanos </li></ul>
  275. 275. Organização das Redes <ul><li>As operadoras de telecomunicações fornecem serviços tais como de comunicação de dados, telefonia e acesso à Internet através de suas extensas redes para usuários residenciais, corporativos e grandes organizações
  276. 276. As chamadas redes de acesso são redes usadas para conectar o usuário de determinado serviço com os equipamentos da operadora (Por exemplo: rede telefônica, ADSL, rede de TV a cabo, etc)
  277. 277. Chama-se backbones as tecnologias de rede que fazem a conexão de alta velocidade central dentro de uma rede, interconectando todos os pontos do serviço </li></ul>
  278. 278. Organização das Redes de Serviços
  279. 279. <ul><li>Idéia lógica de topologia e funções de rede
  280. 280. Identifica-se redes, pontos de interconexão, tamanho e alcance das redes e tipos de dispositivos
  281. 281. Não se define ainda tecnologias de redes específicas e cabeamento
  282. 282. Tendência a se usar estrutura hierárquicas ao invés de arquiteturas baseadas em backbones centralizados
  283. 283. Camadas previstas nesta estrutura: </li><ul><li>Core
  284. 284. Distribuição
  285. 285. Acesso </li></ul></ul>Projeto de Topologia de Rede
  286. 286. <ul><li>Redes devem ser construídas com organização </li><ul><li>Redes “espaguete” cria muitas adjacências entre os elementos de rede complicando o funcionamento de itens como roteamento
  287. 287. Redes flat (horizontais) não são escaláveis nem flexíveis </li></ul><li>Mais simples de compreender, testar e consertar
  288. 288. Em caso de problemas, é mais fácil o isolamento da falha
  289. 289. Facilita mudanças reduzindo seu impacto
  290. 290. Esquema modular facilita a criação de blocos que podem ser replicados
  291. 291. Facilita sumarização de rotas </li></ul>Topologia de Rede Hierárquica
  292. 292. Topologia de Rede Hierárquica
  293. 293. <ul><li>Redes devem ser construídas com organização </li><ul><li>Redes “espaguete” cria muitas adjacências entre os elementos de rede complicando o funcionamento de itens como roteamento
  294. 294. Redes flat (horizontais) não são escaláveis nem flexíveis </li></ul><li>Mais simples de compreender, testar e consertar
  295. 295. Em caso de problemas, é mais fácil o isolamento da falha
  296. 296. Facilita mudanças reduzindo seu impacto
  297. 297. Esquema modular facilita a criação de blocos que podem ser replicados
  298. 298. Facilita sumarização de rotas </li></ul>Topologia de Rede Hierárquica
  299. 299. Organização das Redes Atuais Redes de Transporte (Long Haul) Redes Metropolitanas (Distribuição) Redes de Acesso ao Serviço Termos comumente usados também: <ul><ul><li>PoP – Point of Presence
  300. 300. Mesh networks
  301. 301. Backbones
  302. 302. Metro loops ou Rings
  303. 303. Redes de Distribuição </li></ul></ul>
  304. 304. Organização de Redes Atuais
  305. 305. Redes de Acesso ao Serviço <ul><li>São o ponto de conexão com os usuários finais (residenciais, corporativos, instituições, governo, etc)
  306. 306. A distribuição local é caótica em termos de diversidade (companhias telefônicas, operadoras de TV a cabo, novas operadoras independentes, etc)
  307. 307. Representam uma grande complexidade de protocolos, infra-estruturas e velocidades – Last Mile
  308. 308. Deve ser flexível para garantir a fácil oferta de novos serviços e para entregá-lo à grande massa de usuários
  309. 309. Redes backbones são baseados em tecnologias comutadas ( switched ) e redes de acesso normalmente são baseadas em canais ou meios dedicados </li></ul>
  310. 310. Redes Metropolitanas <ul><li>Fazem a transição entre os PoPs das redes de transporte e as redes de acesso ao serviço
  311. 311. Possui uma topologia que se altera mais que as das redes long haul
  312. 312. Diversidade de serviços, carga de tráfego, requisitos de QoS e SLA obrigam a este tipo de rede a ser flexível e escalável
  313. 313. Tecnologia ótica desejada: banda larga a custos mais baixos
  314. 314. Normalmente representam distâncias relativamente pequenas, o que significa custos mais baixos se forem usadas alternativas mais baratas de fibra ótica </li></ul>
  315. 315. Redes de Transporte <ul><li>Redes de transporte ou Long-haul, representam as capacidades de transmissão de dados de alcance nacional, continental e até global oferecidas por poucas operadoras globais e multinacionais </li></ul><ul><li>Chamadas de redes “ backbones” no passado
  316. 316. Os requisitos básicos são banda larga e baixos atrasos </li></ul>
  317. 317. Redes de Transporte <ul><li>São compostos de grandes enlaces (topologia mesh ) formando grandes “tubos de escoamento” de tráfego
  318. 318. Poucos nós da rede manipulam a maior parte do tráfego
  319. 319. Estes tipo de rede não exige muitas mudanças na sua topologia, mas deve atender com boa escalabilidade os requisitos de aumento de banda
  320. 320. Tecnologia ótica desejada: banda larga em longas distâncias
  321. 321. A transmissão ainda é normalmente baseada em redes SDH/SONET, com tendências de migração para tecnologias óticas mais flexíveis </li></ul>
  322. 322. Redes de Transporte
  323. 323. <ul><li>Aspectos a serem estudados: </li><ul><li>Custo do serviço
  324. 324. Tipo do serviço
  325. 325. Tipos de tecnologias oferecidas
  326. 326. Área geográfica coberta
  327. 327. SLA oferecidos
  328. 328. Suporte técnico – planos de disponibilidade
  329. 329. Nível de segurança
  330. 330. Histórico do provedor no mercado </li></ul></ul>Provedores de Serviço de Rede
  331. 331. <ul><li>Transporte rápido e com grande vazão mesmo às custas de outros recursos
  332. 332. Funciona como backbone de alta velocidade
  333. 333. Objetivo básico: minimizar atrasos
  334. 334. Deve possuir componentes redundantes devido à sua criticidade
  335. 335. Seu diâmetro deve ser mantido sob controle
  336. 336. Evita fazer manipulações com pacotes (filtragens e tratamentos)
  337. 337. Normalmente é o ponto de ligação com a Internet </li></ul>Camada Core
  338. 338. <ul><li>Controla acesso aos recursos de rede
  339. 339. Diferencia serviços (manipulação de pacotes)
  340. 340. Controla o tráfego que cruza o core
  341. 341. Pode usar recurso de VLAN's
  342. 342. Faz a interface com protocolos de roteamento da camada de acesso e da camada core
  343. 343. Sumariza rotas das camadas de acesso para o core
  344. 344. Pode realizar tradução de endereços para a camada de acesso em caso desta usar endereçamento privado
  345. 345. Conectividade baseada em políticas </li></ul>Camada de Distribuição
  346. 346. <ul><li>Conecta os usuários finais do serviço à rede total
  347. 347. Pode usar filtros e ACL's para otimizar recursos para grupos de usuários
  348. 348. Microsegmentação da rede
  349. 349. Pode oferecer acesso à rede para sites remotos através de tecnologias WAN
  350. 350. Normalmente implementada com HUB's e Switches
  351. 351. As 3 camadas não necessariamente precisam estar implementadas em equipamentos separados </li></ul>Camada de Acesso
  352. 352. <ul><li>Controlar do diâmetro da rede para evitar grandes atrasos
  353. 353. Evitar chains (nova camada – atrasos maiores) e backdoors (porta dos fundos – problemas de roteamento e segurança)
  354. 354. Iniciar pela camada de acesso, depois distribuição e core </li></ul>Rede Hierárquica - Práticas
  355. 355. <ul><li>Objetivo: evitar pontos únicos de falhas que poderiam desabilitar aplicações de missão crítica
  356. 356. Como? Através de redundâncias de enlaces e dispositivos (roteadores, placas e até fontes de alimentação)
  357. 357. Enlaces de backup podem ser dimensionados para suportarem parte da capacidade do links sendo protegido
  358. 358. Recursos como failover automático e descoberta automática de caminhos (através de protocolos) também são opções
  359. 359. Itens hot-swappable também podems ser usados
  360. 360. Normalmente implica em tradeoff com os custos </li></ul>Aspectos de Disponibilidade
  361. 361. <ul><li>Enfoque no protocolo IP </li><ul><li>Não é simples atribuir endereços
  362. 362. Dificuldades de roteamento são criadas com endereçamento errado
  363. 363. Esgotamento de endereços válidos na Internet
  364. 364. A hierarquia de rede normalmente impõe limites de endereçamento </li></ul><li>Deve-se tratar os aspectos de endereçamento antes da definição de protocolos de roteamento, pois alguns protocolos não suportam todos os esquemas de endereçamento – ex.: roteamento CIDR ou subredes de tamanho variável </li></ul>Esquema de Endereçamento e Nomenclatura
  365. 365. <ul><li>Plano de numeração deve ser responsabilidade centralizada de uma autoridade dentro da empresa
  366. 366. Não existe mecanismo dinâmico de atribuição de endereços de rede IP
  367. 367. Definir um modelo estruturado que facilite a gerência de endereços e o entendimento da operação da rede
  368. 368. O roteamento IP somente usa endereços de rede </li><ul><li>Endereços de rede para a camada Core
  369. 369. Blocos de endereços de subrede para as camadas de distribuição e acesso </li></ul><li>Deixar espaço para crescimento (remanejamentos futuros são problemáticos se o endereçamento for mudar!) </li></ul>Atribuição de Endereços IP
  370. 370. <ul><li>Atribuir blocos de endereços de modo hierárquico e baseado em redes físicas
  371. 371. Checar se está sendo facilitada a sumarização de rotas
  372. 372. Atribuição dinâmica de endereços de hosts (usar esquemas como DHCP)
  373. 373. Alternativa sendo muito usada: endereços privativos </li><ul><li>Permite crescer internamente sem problemas
  374. 374. Vantagens no aspecto de segurança
  375. 375. Margem de manobra possível
  376. 376. Uma desvantagem: dificulta outsourcing e funcionamento de alguns protocolos (SNMP, IPpsec, etc) </li></ul></ul>Atribuição de Endereços IP
  377. 377. Atribuição de Endereços IP
  378. 378. <ul><li>Quem precisa?
  379. 379. Quem atribui?
  380. 380. Como os nomes são acessados, gerenciados e armazenados?
  381. 381. Normalmente dados a recursos (roteadores, switches, hosts, servidores, etc)
  382. 382. Servidores de nomes: evitar soluções centralizadas criando únicos pontos de falhas (para tudo!)
  383. 383. Normalmente se usam nomes que indicam </li><ul><li>O tipo do equipamentos
  384. 384. A localização (área) do mesmo
  385. 385. Departamento/organização interna a que pertence </li></ul></ul>Atribuição de Nomes
  386. 386. <ul><li>Diferem em termos de: </li><ul><li>Carga de tráfego gerada
  387. 387. Uso de CPU, memória e banda passante
  388. 388. Limites no número de nós
  389. 389. Capacidade de adaptação às mudanças
  390. 390. Padrões conformes </li></ul><li>Protocolos de bridging e switching : </li><ul><li>Uso de switches preferencial (é mais rápido)
  391. 391. Facilidade do recurso de VLAN's
  392. 392. Trunking – implementado com vários protocolos (ISL – Inter-switch Protocol , VTP – VLAN Trunk Protocol e IEEE 802.1q). Melhor exigir suporte a este último. </li></ul></ul>Definição de Protocolos de Roteamento, Bridging e Switching
  393. 393. <ul><li>Protocolos de roteamento </li><ul><li>Muitas alternativas
  394. 394. Melhor opção: roteamento estático (ex.: conexões únicas para ISP) ou dinâmico
  395. 395. IGP ou EGP?
  396. 396. 2 tipos básicos: Distance-Vector e Link-State
  397. 397. Protocolos baseados em Link-State convergem mais rapidamente porém são mais complexos para se configurar
  398. 398. Verificar as métricas possíveis (atraso, banda, etc) e se suportam sumarização de rotas (classes e classless )
  399. 399. Funcionamento hierárquico e não-hierárquico </li></ul></ul>Definição de Protocolos de Roteamento
  400. 400. <ul><li>Assunto maior que deve ser analisado com maior profundidade
  401. 401. Não é questão puramente operacional! Deve ser previsto no projeto da rede
  402. 402. Alguns passos necessários: </li><ul><li>Identificar recursos
  403. 403. Analisar riscos
  404. 404. Elaborar plano e política de segurança
  405. 405. Procedimentos
  406. 406. Estratégias de implantação (onde instalar os equipamentos?)
  407. 407. Manter situ ação – auditorias </li></ul></ul>Aspectos de Segurança
  408. 408. <ul><li>Alguns mecanismos: </li><ul><li>Procedimentos de autenticação
  409. 409. Autorização (ACL- Access Control Lists )
  410. 410. Métodos de auditoria
  411. 411. Garantia de Sigilo (confidenciabilidade) </li></ul><li>Alguns recursos: </li><ul><li>Firewall (simples – filtro de pacotes, complexo – equipamento especializado)
  412. 412. IDS – Intrusion Detection System
  413. 413. Uso de NAT
  414. 414. Proxy para determinados serviços Internet
  415. 415. Previsão de área DMZ (servidores na porta da rua)
  416. 416. Servidor de autenticação (ex.: Radius) </li></ul><li>Preocupação comum: desligar serviços de redes não usados </li></ul>Aspectos de Segurança
  417. 417. <ul><li>Ferramentas adequadas de gerenciamento permitem um gerenciamento efetivo de redes complexas com equipes pequenas
  418. 418. O sistema de gerenciamento ideal deve realizar as funções de gerenciamento de acordo com os requisitos levantados e limitações de custo (parte do projeto)
  419. 419. Funções comuns: configuração, falhas, problemas, performance, contabilização , segurança, serviços distribuídos ( backup , atualização de antivirus, reboots, etc)
  420. 420. Muitas ferramentas existentes – especificação indevida causa gastos desnecessários e gerenciamento ineficiente – não existe regra geral para definir a arquitetura de gerenciamento </li></ul>Aspectos de Gerenciamento
  421. 421. <ul><li>Seleção de tecnologias para: </li><ul><li>Cabeamento
  422. 422. Tecnologias de rede de camada física e de enlace
  423. 423. Serviços de rede necessário (DHCP, DNS, sistema de autenticação, etc) </li></ul><li>Cabeamento: </li><ul><li>Prever cabeamento que permaneça útil pelo maior tempo possível
  424. 424. Verificar topologias (centralizadas ou distribuídas), comprimentos e tipos dos cabeamentos
  425. 425. Verificar locais de perigo físico e cruzamento de áreas controladas (opções com wireless )
  426. 426. Localizar armários de cabeamento </li></ul></ul>Ambiente LAN
  427. 427. <ul><li>VLAN's – facilidade de criação de topologias e controle (uso em redes que crescem rapidamente)
  428. 428. Uso de spanning-tree nos switches pode encontrar rotas alternativas mas não faz balanceamento de carga no ambiente LAN
  429. 429. Redundância de servidores de rede </li><ul><li>DHCP – em redes pequenas pode estar na camada de distribuição, em redes maiores deve-se duplicar o serviço na camada de acesso
  430. 430. DNS – serviço crítico e deve estar disponibilizado sobre plataforma redundante (normalmente e 2 servidores) </li></ul><li>Redundância na comunicação host-roteador – fator complicador: a estação possui um único endereço físico para o roteador. Alternativas são proxy ARP, DHCP e HSRP ( Hot Standby Router Protocol ) / VRRP ( Virtual Router Redundancy Protocol ) </li></ul>Considerações – LAN
  431. 431. <ul><li>Segmentos WAN redundantes – verificar se os links usam a mesma tecnologia, mesmo provedor, passam pelo mesmo lugar, etc
  432. 432. É razoável o uso de múltiplos enlaces (e através de vários provedores) de acesso à Internet
  433. 433. Recurso de VPN's (ex.: acesso extranet para usuários móveis) </li></ul>Considerações - WAN
  434. 434. <ul><li>As opções usadas normalmente são: </li><ul><li>Dentro de prédios: cabos de par trançado categoria 5
  435. 435. Entre prédios (até 2 km): fibra ótica multimodo
  436. 436. Entre prédios (mais de 2 km): fibra ótica monomodo
  437. 437. Ligações remotas (links contratados ou não): linhas dedicadas (E1 ou múltiplos)
  438. 438. Acesso a sites remotos ou inacessíveis por meios guiados: rádio microondas (ou outra opção wireless ) </li></ul></ul>Opções Atuais de Meios de Transmissão
  439. 439. <ul><li>Trabalhos de grande porte devem prever contratação de terceiros instaladores de cabos. Usar uma única empresa e que forneça a certificação da instalação.
  440. 440. Cabeamento enterrado deve prever proteção de animais e insetos
  441. 441. Deixar folga nos dutos usados
  442. 442. Patch panels são uma necessidade em centros de cabeamento para facilitar mudanças de topologia
  443. 443. Não há necessidade de se oferecer fibra para desktops, exceto em casos especiais
  444. 444. Passar cabos extras entre prédios pode ser uma boa opção
  445. 445. Para trechos inacessíveis dentro dos prédios, usar modems ou soluções wireless
  446. 446. Etiquetar e manter controle de toda a planta cabeada
  447. 447. Evitar uso de fibras monomodo (antecipar evolução) </li></ul>Boas Práticas - Cabeamento
  448. 448. <ul><li>Montam os trechos origem-destino que irão compor a rede sobre uma variedade de tecnologias e meios de transmissão. Exemplos: </li><ul><li>Repetidores/HUB's – estendem a limitação de distância
  449. 449. Switches – comutadores (Ethernet, FDDI, ATM)
  450. 450. Roteadores
  451. 451. Gateways </li></ul><li>Os dispositivos podem ter facilidades já conhecidas como: </li><ul><li>Suporte a padrões de gerenciamento SNMP e RMON para gerenciamento e operação
  452. 452. Atualizações e configurações remotas de software
  453. 453. Placas e periféricos “hot swappable” para reduzir tempo de downtime
  454. 454. Componentes que representem pontos de falha devem ser redundantes (ex: ventiladores, fontes, etc)
  455. 455. Modularidade e escalabilidade para facilitar futuras expansões (ex: switches empilháveis)
  456. 456. Automatização (autoconfiguracão e alertas via mail) </li></ul></ul>Dispositivos de Rede
  457. 457. <ul><li>Uso de uma empresa integradora de soluções (gerenciamento mais fácil)
  458. 458. Pequenas empresas normalmente só necessitam de 1 roteador
  459. 459. Empresas maiores usam vários roteadores para montar suas subredes e operacionalizar suas tarefas de administração e gerenciamento
  460. 460. Especificar equipamentos de acordo com padrões reconhecidos e não proprietários, salvo casos de exigências do cliente
  461. 461. Recursos como suporte a SNMP e RMON facilitam a inserção do equipamento nestas arquiteuras de gerenciamento
  462. 462. Verificar o MTF e MTR para os dispositivos apresentados pelo fabricante
  463. 463. Avaliar o custo/benefício no uso de componentes Hot-swap
  464. 464. Analisar planos futuros do fabricante (continuidade da linhas de produtos)
  465. 465. Padronizar e agrupar os vários equipamentos dá margem a negociações de preços com o fornecedor
  466. 466. Em trechos onde o serviço for crítico, planejar caminhos cruzados entre os dispositivos </li></ul>Melhores Práticas – Dispositivos de Rede
  467. 467. <ul><li>Seleção de tecnologias LAN's: </li><ul><li>Redes em anel
  468. 468. Redes estatísticas ou determinísticas
  469. 469. Predileção atual por 100baseTX nas pontas e ATM ou Gigabit Ethernet em backbones </li></ul><li>Seleção de dispositivos: </li><ul><li>“ Switch when you can, Route when you must ”
  470. 470. Definição entre HUB's, Bridges, switch L2, switch L3 e roteadores
  471. 471. Critérios gerais (número de portas, tecnologias de rede suportadas, custo, itens redundantes ou hot-swappable , suporte, treinamento, documentação)
  472. 472. Critérios para switches (vazão, suporte a spanning-tree , modo full-duplex, VLAN's, IGMP, etc)
  473. 473. Critérios para roteadores (protocolos suportados, suporte a RSVP, compressão, criptografia, Load balancing , ACL's, etc) </li></ul></ul>Especificação LAN
  474. 474. <ul><li>Seleção de tecnologias para: </li><ul><li>Acesso remoto
  475. 475. Enlaces WAN
  476. 476. Dispositivos e provedores para WAN </li></ul><li>Acesso remoto: </li><ul><li>Modems analógicos (opção quando há pouca utilização e em poucos momentos)
  477. 477. PPP – normalmente usado
  478. 478. Outras alternativas: ISDN, cable modems e xDSL (principalmente ADSL, HDSL e VDSL)
  479. 479. RAS – Remote Access Server – recebe e controla acessos remotos </li></ul></ul>Especificação WAN
  480. 480. <ul><li>Soluções para acesso WAN: </li><ul><li>Satélite
  481. 481. Rádio
  482. 482. Celular
  483. 483. LPCD
  484. 484. Acessos Frame Relay
  485. 485. Acessos ATM </li></ul><li>Dispositivos WAN: </li><ul><li>Roteadores WAN (suporte a vários protocolos, convergência de dados e voz, etc)
  486. 486. Alta vazão e disponibilidade </li></ul></ul>Especificação WAN
  487. 487. <ul><li>Provar que o projeto irá satisfazer os objetivos de negócio e técnicos e realizar devidas configurações
  488. 488. Testes específicos customizados – construção de um protótipo e medições sobre o mesmo
  489. 489. Objetivos comuns: </li><ul><li>Validar a seleção de tecnologias
  490. 490. Verificar o serviço oferecido pelo provedor
  491. 491. Identificar problemas de conectividade e gargalos
  492. 492. Testas as redundâncias implementadas na rede
  493. 493. Analisar efeitos de quedas de enlaces
  494. 494. Determinar necessidades de otimização
  495. 495. Analisar impacto de atualizações sobre a rede
  496. 496. Identificar riscos
  497. 497. Atestar o aceite do cliente </li></ul></ul>Testes
  498. 498. <ul><li>Testes de indústria – avaliação com base em topologias previstas nos testes (apenas redes pequenas)
  499. 499. Para redes maiores e mais complexas – testes específicos
  500. 500. Realizar testes de sistema e não somente testes de componentes
  501. 501. Escopo do protótipo – englobar funções importantes (aquelas que envolvem risco, as influenciadas por limitações técnicas e de negócios, as rejeitadas anteriormente)
  502. 502. Modos de se testar o protótipo: </li><ul><li>Rede de testes em laboratório (sempre começar assim)
  503. 503. Integrado com rede de produção (teste final) </li></ul><li>Preocupações </li><ul><li>Avisar usuários, administradores e operadores
  504. 504. Realizar testes pequenos incrementando a complexidade à medida em que eles funcionarem OK </li></ul></ul>Testes
  505. 505. <ul><li>Plano de testes </li><ul><li>Objetivos
  506. 506. Critérios de aceitação
  507. 507. Tipos de testes
  508. 508. Equipamentos e outros recursos necessários
  509. 509. Roteiros de testes
  510. 510. Cronograma </li></ul><li>Critérios de aceitação </li><ul><li>Cliente e testador devem acordar sobre o significado dos critérios
  511. 511. Critérios também podem se basear em referências da rede anteriormente em operação
  512. 512. Ex.: medir tempo de resposta de uma aplicação durante horário de pico e deve ser menor que x seg </li></ul></ul>Testes
  513. 513. <ul><li>Tipos </li><ul><li>Testes de desempenho
  514. 514. Testes de estresse (carga)
  515. 515. Testes de falhas </li></ul><li>Verificações típicas </li><ul><li>Tempo de resposta
  516. 516. Vazão
  517. 517. Disponibilidade
  518. 518. Regressão (funcionamento das aplicações semelhante ou melhor que na rede anterior) </li></ul></ul>Testes
  519. 519. <ul><li>Registro dos Testes (documentação) </li><ul><li>Listar o que é necessário para se realizar os testes (mapa, dispositivos, ferramentas, RH, etc)
  520. 520. Procedimentos de testes
  521. 521. Cronograma </li></ul><li>Ferramentas para teste </li><ul><li>Ferramentas de Gerência e Monitoração </li><ul><li>Sistemas de gerenciamento (ex.: OpenView)
  522. 522. Comandos (show int, netstat, etc)
  523. 523. Analisadores de protocolos </li></ul><li>Ferramentas de Simulação </li><ul><li>Representação do mundo real </li></ul><li>Ferramentas de Análise de Serviços </li><ul><li>Visão do ponto de vista da aplicação - específicas
  524. 524. Ex.: NetPredictor, NetPIPE, etc </li></ul></ul></ul>Testes
  525. 525. <ul><li>Resumo executivo – única página voltada para gestores (foco no resultado)
  526. 526. Objetivo – descrição da vantagem obtida com a nova rede
  527. 527. Escopo – informação de tamanho e se é extensão ou nova rede, além de áreas afetadas
  528. 528. Requisitos (negócio e técnicos) – lista por ordem de prioridade e descrição dos tradeoffs decididos
  529. 529. Estado atual da rede – mapas e baselines (referências) atuais
  530. 530. Projeto lógico – topologia, modelo de endereçamento e nomes, protocolos de encaminhamentos definidos, mecanismos previstos de segurança e recomendações da arquitetura de gerência
  531. 531. Projeto físico – detalhamento de tecnologias, dispositivos, provedores e preços
  532. 532. Resultados de testes – documentação de testes com as evidências coletadas
  533. 533. Plano de implementação – cronogramas com datas e atividades dos planos definidos com equipes, treinamento e aceite
  534. 534. Análise de ROI (Retorno no investimento) – argumentos para área financeira
  535. 535. Apêndices – mapas detalhados, configurações particulares, etc </li></ul>Documentação do Projeto (itens)
  536. 536. Tendência em Serviços de Telecomunicações <ul><li>As tecnologias de pacotes chegaram ao mesmo tempo em que houve um movimento de desestatização em muitos países
  537. 537. As novas operadoras/provedores que entram sempre apresentam novos serviços tentando se diferenciar dos já tradicionais (acesso wireless, xDSL, VPN’s de alta velocidade
  538. 538. Estes novos players montam infra-estrutura própria controlando melhor aspectos de QoS e SLA
  539. 539. Para garantir os parâmetros de SLA e tempo de retorno à operaçao, muitas vezes são criadas rotas redundantes (1:1 ou 1:n), o que faz crescer a demanda por banda
  540. 540. Tendência a se oferecer pacotes de serviços – telefonia-Internet-TV
  541. 541. Usuários controlando seus serviços através de interfaces de pacotes </li></ul>
  542. 542. Cenário Atual - Operadoras <ul><li>Preocupação em alocar banda onde existem gargalos na sua rede
  543. 543. Procuram desenvolver e disponibilizar serviços da maneira mais fácil e rápida possível com o mínimo de custos
  544. 544. Necessidade de contratos com SLA para os clientes
  545. 545. Mercado liberado no Brasil (mais alternativas)
  546. 546. Gerenciamento constante de SLA deve ser feito pelo clientes (prever no projeto!) </li></ul>
  547. 547. Alguns Grandes Nomes Envolvidos com Telecomunicações / Redes de Dados
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