Pequena Apostila sobre Software Livre

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Apostila para esclarecer aspectos de software livre - prof. Mauro Tapajós - projeto CESMIC

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Pequena Apostila sobre Software Livre

  1. 1. Pequena Apostila sobre Software Livre Revisão 1.1 Prof. Msc Mauro Tapajós
  2. 2. Objetivo <ul><li>Debate útil e esclarecedor sobre aspectos de tecnologia baseada em Software Livre </li></ul>
  3. 3. Mini-Currículo <ul><li>Professor da Universidade Católica de Brasília (UCB)
  4. 4. Coordernador Técnico do Projeto CESMIC, que faz pesquisas com SL na UCB
  5. 5. Pós-graduação en &quot;Dirección de Sistemas de Información en Entornos de Software Libre&quot; na Universidad Obierta de Catalunya (Barcelona)
  6. 6. Mestre em Telecomunicações e Redes pela UnB
  7. 7. Engenheiro Eletricista pela UnB
  8. 8. Trabalha com SL dede 1996 </li></ul>
  9. 9. Roteiro <ul><li>Liberdade da Informação
  10. 10. Software Livre / Software de Código Aberto / Software Proprietário
  11. 11. Aspectos Legais e Licenças
  12. 12. Disseminação da Alternativa
  13. 13. Mitos
  14. 14. Convencimento e Processos de Migração
  15. 15. Suporte e Treinamento
  16. 16. Aspectos de Engenharia de Software Livre
  17. 17. Financiamento e Modelos de Negócio </li></ul>
  18. 18. A Revolução Atual <ul><li>Era da informação - Os atuais meios tecnológicos permitem um intercâmbio de informação e conhecimento nunca antes visto
  19. 19. Informação e Conhecimento = Poder
  20. 20. Assunto estratégico para organizações e países
  21. 21. Emerge uma grande responsabilidade social: garantir o acesso à informação e ao conhecimento para a população
  22. 22. Necessidade de acompanhamento e ações por parte do governo e instituições </li></ul>
  23. 23. Software Proprietário
  24. 24. Software Proprietário <ul><li>É criado e mantido para alcançar os planos de negócio de seu fabricante
  25. 25. Normalmente resultado de um conjunto limitado de testes, tempo e equipe
  26. 26. Evoluções e atualizações somente virão quando fizerem parte da estratégia de negócio e acompanhada de encargos
  27. 27. É vetada qualquer tentativa do usuário de melhorar o software através da alteração do mesmo – dependência total do fabricante
  28. 28. Aspectos críticos de segurança envolvidos </li></ul>
  29. 29. O que será que causou isso?
  30. 30. E isso?
  31. 31. Software Livre <ul><li>É criado e mantido pela comunidade online que disponibiliza e compartilha o software
  32. 32. Fazem parte da comunidade representantes das organizações que o utilizam (usuários)
  33. 33. O software evolui com base nas demandas e experiências de seus usuários e desenvolvedores
  34. 34. Com SL, o código fonte do mesmo já não é mais um segredo guardado a sete chaves e o suporte não é mais uma obrigação de dependência de uma única fonte
  35. 35. Transforma-se a atividade de suporte num ramo mais competitivo – oportunidade para serviços! </li></ul>
  36. 36. Software Aberto ou Livre? <ul><li>Software Livre – Free Software
  37. 37. Software de Código Aberto – Open Source Software (OSS) </li></ul><ul><li>Motivações diferentes
  38. 38. Consequências similares </li></ul>
  39. 39. Tipos de Software
  40. 40. Software Livre <ul><li>Altera muito o panorama de TI
  41. 41. O preço do software (licenças) cai vertiginosamente, mas o custo com software não necessariamente cai na mesma proporção
  42. 42. A possibilidade de melhorias/customizações no software torna a componente de desenvolvimento mais importante
  43. 43. O papel do usuário também se torna mais importante como elemento utilizador e crítico ( feedback ) – antes ele era somente apertar botões!
  44. 44. Viabiliza o uso pleno dos recursos de TI </li></ul>
  45. 45. <ul><li>Software: componente chave da atual revolução tecnológica que presenciamos
  46. 46. É um bem intangível – e deve ser tratado como tal
  47. 47. Parte de algo maior – movimento pela liberdade do acesso ao conhecimento e à informação
  48. 48. Conceito forte de Comunidade </li></ul><ul><li>Conhecimento é um bem público e coletivo, depende de um histórico já existente - Deve ser compartilhado! </li></ul>Filosofia por Trás do Movimento de Software Livre
  49. 49. Liberdades do Software Livre (segundo a FSF) <ul><li>Liberdade de executar o programa
  50. 50. Liberdade de modificar o programa para adequar às suas necessidades (acesso ao código fonte)
  51. 51. Liberdade de redistribuir cópias (gratuitas ou não)
  52. 52. Liberdade de distribuir versões modificadas do programa (comunidade se beneficia com os seus melhoramentos) </li></ul>Richard Stallman (FSF)
  53. 53. Diretrizes OSI para um Software Ser Livre <ul><li>Free Redistribution
  54. 54. Source Code
  55. 55. Derived Works
  56. 56. Integrity of The Author's Source Code
  57. 57. No Discrimination Against Persons or Groups
  58. 58. No Discrimination Against Fields of Endeavor
  59. 59. Distribution of License
  60. 60. License Must Not Be Specific to a Product
  61. 61. License Must Not Restrict Other Software
  62. 62. License Must Be Technology-Neutral </li></ul>
  63. 63. <ul><li>Possibilidade de subdivisão das tarefas em partes de grande diversidade de granularidade
  64. 64. Existência de uma numerosa comunidade motivada com grande diversidade de habilidades e de disponibilidades
  65. 65. Cada participante escolhe a tarefa que mais lhe convém, consequentemente todos estão satisfeitos e trabalhando no máximo da sua produtividade
  66. 66. A integração dos pedaços produzidos independentemente é feita por mecanismos computacionais automatizados
  67. 67. Note que a abertura da informação é essencial para que um esquema destes possa acontecer </li></ul>Trabalho em Comunidade ( Yochai Benkler )
  68. 68. <ul><li>Deve receber tratamento jurídico diferenciado?
  69. 69. Patentes! Direito Autoral
  70. 70. Genoma humano e SL - o código deve ser aberto – várias implicações!
  71. 71. Se aplicássemos o mesmo pensamento à música, teríamos patentes de acordes musicais, de efeito tonal, de harmônicas, de combinação de instrumentos, sendo sua cópia crime, tudo isso, para o bem e a prosperidade da humanidade! </li></ul>Limites à Difusão do Conhecimento
  72. 72. Movimento do Software Livre <ul><li>Não é brincadeira de conhecedores de informática
  73. 73. Já possui muitos adeptos : pessoas, empresas, organizações, PSL's (projeto software livre) e países
  74. 74. Fenômeno multidisciplinar - afeta diferentes áreas: </li><ul><li>Aspectos técnicos
  75. 75. Aspectos na gestão de TI
  76. 76. Aspectos na contratação de recursos de TI
  77. 77. Aspectos nos modelos de negócio e mercado
  78. 78. Aspectos estratégicos para o Governo – soberania </li></ul></ul>
  79. 79. <ul><li>Democratizam o desenvolvimento de tecnologia
  80. 80. Já existem vários formatos abertos
  81. 81. Melhor exemplo – protocolos Internet: </li><ul><li>Protocolos de rede: TCP/IP (aberto) X protocolos proprietários (Novell, Win, etc)
  82. 82. Serviço de Mail: RFC 822 (aberto) X X.400 (CCITT)
  83. 83. Protocolo de gerenciamento: SNMP (aberto) X CMIP (OSI) </li></ul></ul>Padrões Abertos
  84. 84. <ul><li>É uma criação intelectual
  85. 85. Trata-se de propriedade Intelectual e Industrial
  86. 86. Implica em muita interação com terceiros – garantias e responsabilidades
  87. 87. Diferentes cenários a considerar: </li><ul><li>Uso
  88. 88. Distribuição – Integração
  89. 89. Modificações – Obra derivadas </li></ul></ul>Software no Âmbito Legal
  90. 90. Direito Autoral <ul><li>Existe um consenso internacional que a proteção ao software seria através da legislação de direitos de autor
  91. 91. Características: </li><ul><li>Simplicidade : a obra não precisa estar registrada
  92. 92. Automatismo : o direito nasce com a obra
  93. 93. Proteção econômica
  94. 94. Se requer apenas originalidade (e não novidade)
  95. 95. A proteção se estende à documentação
  96. 96. A proteção tem caráter internacional </li></ul></ul>
  97. 97. <ul><li>Objeto de proteção : código fonte + documentação
  98. 98. Titulares : autores
  99. 99. Conteúdo da proteção : direitos morais (reconhecimento, divulgação, honra) e patrimoniais (cópia, modificação, distribuição, divulgação pública)
  100. 100. Limites : duração (tempo de vida + 70 anos), reprodução para uso, cópias de segurança e engenharia reversa para fins de interoperabilidade </li></ul>Propriedade Intelectual
  101. 101. Copyright Copyright ≠ Direito Autoral <ul><li>Doutrina aplicada ao software nos EUA e vários outros países
  102. 102. Foca não no autor mais sim na obra
  103. 103. Não reconhece os direitos morais
  104. 104. Não exige originalidade – basta não ser cópia
  105. 105. Permite a cessão completa dos direitos de uma obra </li><ul><li>Copyright Law (1976)
  106. 106. Computer Software Copyright Law (1980)
  107. 107. DMCA – Digital Millenium Copyright Act </li></ul></ul>
  108. 108. Proteções ao Direito Autoral <ul><li>Registro de autoría (mesmo que a validade seja automática)
  109. 109. Depósito notarial
  110. 110. Uso do ©
  111. 111. Extremos: </li><ul><li>Tecnologias de proteção - DRM
  112. 112. Proteção legal sobre os mecanismos tecnológicos de proteção – grande debate! </li></ul></ul>
  113. 113. <ul><li>WIPO – Organização Mundial da Propriedade Intelectual </li><ul><li>Convenção de Paris (1883) – propriedade industrial (revista em 1967)
  114. 114. Convênio da União de Berna (1886) – proteção de obras artísticas e Literárias (revista em 1971)
  115. 115. Convênio Universal de Genebra (1952) – direitos de autor
  116. 116. WCT – Tratado WIPO sobre Direitos de Autor (2002) – usado na DMCA ( Digital Millenium Copyright Act )) </li></ul><li>OMC – Organização Mundial do Comércio </li><ul><li>TRIP - Acordo sobre os Aspectos da Propriedade Intelectual Relacionados com o Comércio (1994) </li></ul></ul>Tratados Internacionais Relacionados
  117. 117. <ul><li>DECRETO Nº 75.699, DE 06 DE MAIO DE 1975
  118. 118. Promulga a Convenção de Berna para a Proteção das Obras Literárias e Artísticas, de 9 de setembro de 1886, Revista em Paris, a 24 de julho de 1971.
  119. 119. O Presidente da República, havendo o Congresso Nacional aprovado, pelo Decreto Legislativo nº 94, de 4 de dezembro de 1974, a Convenção de Berna para a Proteção das Obras Literárias e Artísticas, concluída a 9 de setembro de 1886 e revista em Paris, a 24 de julho de 1971;
  120. 120. E havendo a referida Convenção entrado em vigor, para o Brasil, em 20 de abril de 1975, decreta:
  121. 121. Que a Convenção, apensa por cópia ao presente Decreto, seja executada e cumprida tão inteiramente como nela se contém. </li></ul>Brasil Assinou a Convenção de Berna
  122. 122. Propriedade Industrial <ul><li>Patentes
  123. 123. Marcas
  124. 124. Segredos Industriais </li></ul>
  125. 125. Patentes <ul><li>Natureza : monopólio da exploração da inovação industrial, oferecido por tempo determinado
  126. 126. Proteção da Idéia e da Expressão
  127. 127. Proteção do governo ao investimento científico
  128. 128. Características esperadas da patente: </li><ul><li>Novidade
  129. 129. Atividade Inventiva
  130. 130. Caráter Industrial </li></ul></ul>
  131. 131. Patentes de Software <ul><li>Na Europa e Brasil: </li><ul><li>Invenção implementada por computador (produto ou procedimento) como parte de processo maior
  132. 132. Software por si mesmo – não é patenteável </li></ul><li>Nos EUA </li><ul><li>Qualquer coisa nova útil e não óbvia </li></ul><li>Problema: muitas entidades aprovam patentes sem muito exame (lentidão no processo) </li></ul>
  133. 133. Patentes de Software <ul><li>Transmissível como propriedade
  134. 134. Homologação Internacional
  135. 135. Obrigação de exploração
  136. 136. Situação anti-competitiva!
  137. 137. Com software livre é fácil averiguar infrações de patentes – dificuldade de defesa
  138. 138. Reflexão: Patentes sobre padrões </li></ul>
  139. 139. <ul><li>Contrato – acordo de vontades provedor/usuário
  140. 140. A licença pode estabelecer um contrato mediante sua aceitação
  141. 141. Processo de aceitação: </li><ul><li>Expressa – assinatura
  142. 142. Implícita
  143. 143. Licenças click-wrap e shrink-wrap </li></ul></ul>Licenças de Software
  144. 144. <ul><li>4 Liberdades FSF (Free Software Foundation)
  145. 145. 10 diretrizes OSI (Open Source Initiative)
  146. 146. Aspectos importantes a checar: </li><ul><li>Direitos e obrigações definidos
  147. 147. Permissividade – poder privatizar
  148. 148. Persistência da licença – se mantém sobre obras derivadas
  149. 149. Reciprocidade da liberdade – se mantém sobre obras ampliadas e associdadas </li></ul></ul>Licenças de SW Livre
  150. 150. <ul><li>Qualquer obra derivada deve ser redistribuída sob a mesma licença da obra original
  151. 151. A licença GPL foi a primeira a ter cláusulas “copyleft”, depois que Richard Stallman teve um trabalho seu, distribuído como domínio público, privatizado por um empresa
  152. 152. O copyleft não é pré-requisito para uma licença ser considerada livre </li></ul>Efeito Copyleft
  153. 153. <ul><li>Com Copyleft (Ex: GPL, LGPL, Affero)
  154. 154. Permissivas (Ex: BSD, Apache)
  155. 155. Complexas (Ex: MPL, dual-licensing )
  156. 156. Pseudo-livres (Ex: SCSL, SUN, MSSI) </li></ul>Alguns Tipos de Licenças de SW Livre
  157. 157. <ul><li>Ausência de garantias e responsabilidades
  158. 158. GPL – General Public License </li><ul><li>Liberdade para o usuário – copyleft
  159. 159. Usada em 75 % do SL disponível
  160. 160. Aceitação: </li><ul><li>Uso e cópia: sem necessidade de aceitação
  161. 161. Modificação e Distribuição: implícita </li></ul><li>Não aceita novas restrições além das suas próprias
  162. 162. Nova versão sendo debatida GPLv3 </li></ul></ul>Algumas Licenças Livres
  163. 163. <ul><li>BSD – Berkeley Software Distribution </li><ul><li>Liberdade para o desenvolvedor
  164. 164. Idéia: o investimento já foi feito, então o software pode ser publicado e até privatizado
  165. 165. Únicas restrições: </li><ul><li>Respeitar autoria
  166. 166. Manter avisos de ausências de garantias
  167. 167. Distribuir código fonte </li></ul><li>Não é persistente </li></ul></ul>Algumas Licenças Livres
  168. 168. <ul><li>A lei brasileira define a função da informática e prevê o sentido social do seu uso </li></ul><ul><li>O estado pode definir pelo software livre como alternativa que viabilize melhor os ideais de propagação do bem estar social
  169. 169. Algumas leis relacionadas no Brasil: </li><ul><li>Lei de licitações </li></ul></ul><ul><ul><li>Lei do software – 9.609/98 - dispõe sobre a natureza jurídica do software e a sua comercialização no País </li></ul></ul><ul><ul><li>Direitos Autorais – 9.610/98 - bem restritiva! </li></ul></ul>Implicações e Aspectos Legais no Brasil
  170. 170. <ul><li>9279/96 - Regula direitos e obrigações relativos à propriedade industrial.
  171. 171. 9609/98 - Dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador, sua comercialização no País, e dá outras providências.
  172. 172. 9610/98 - Altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências. </li></ul>Leis Brasileiras Relacionadas
  173. 173. Definição de Software no Brasil Art.1º da Lei 9609/98 “ Programa de Computador é a expressão de um conjunto organizado de instruções em linguagem natural ou codificada, contida em suporte físico de qualquer natureza, de emprego necessário em máquinas automáticas de tratamento da informação, dispositivos, instrumentos ou equipamentos periféricos, baseados em técnica digital ou análoga, para fazê-los funcionar de modo e para fins determinados”.
  174. 174. Natureza da Comercialização do SW Art.9º da Lei 9609/98 “ O uso do programa de computador no país será objeto de contrato de licença .” Um usuário de software NÃO COMPRA o programa e sim uma licença de uso, estabelecida por seu autor!
  175. 175. <ul><li>TODOS podem fazer (o que eu estou fazendo aqui?!)
  176. 176. Entender do que se trata
  177. 177. Elementos de divulgação </li><ul><li>Professores
  178. 178. Alunos (qualquer curso!)
  179. 179. Pessoal técnico
  180. 180. Governo
  181. 181. Internet
  182. 182. Eventos </li></ul></ul>Disseminação do Software Livre
  183. 183. <ul><li>Flexibilidade e autonomia em TI
  184. 184. Independência e multiplicidade de fornecedores
  185. 185. Livre customização e integração de sistemas
  186. 186. Redução de custos com licenças
  187. 187. Maior estabilidade e segurança nos serviços
  188. 188. Aderências a padrões
  189. 189. Licenciamento adequado
  190. 190. Desenvolvimento de conhecimento interno
  191. 191. Auditabilidade de sistemas </li></ul>Objetivos Normalmente Buscados com a Alternativa SL
  192. 192. <ul><li>Dispensa apresentações
  193. 193. Um dos SL mais populares - tem apresentado a robustez e a aceitação necessárias para sua utilização em vários contextos de processamento
  194. 194. Aceitação crescente nas empresas, ONG's, governo e home users
  195. 195. Viabiliza custos com software em vários projetos
  196. 196. Distribuições : conjuntos do kernel Linux e aplicativos, juntamente com programas de instalação e customização criados e mantidos por determinado grupo </li></ul>Sistema GNU/Linux
  197. 197. Algumas Distros GNU/Linux Mandriva =
  198. 198. <ul><li>Em nenhum outro ambiente o SL faz tanto sentido: </li><ul><li>Custos baixos
  199. 199. Didática no ensino de ferramentas computacionais (não é caixa preta)
  200. 200. Disponibilidade gratuita
  201. 201. Intercâmbio de conhecimento com outras instituições e profissionais
  202. 202. Criação de novos e adequados softwares
  203. 203. Já prepara os alunos dentro do novo modelo, mas nada o impede de utilizar ferramentas proprietárias </li></ul></ul>Uso do SL no Meio Acadêmico
  204. 204. <ul><li>Em casa, escritório da igreja, salão do clube, etc
  205. 205. Ambiente onde o quesito licenciamento e custos não pesa – pirataria é lugar comum!
  206. 206. Multidão de leigos que não farão a mudança por iniciativa própria
  207. 207. O caminho de convencimento será pelas virtudes de uso das opções de SL livres
  208. 208. Necessidade de esclarecimento e apoio
  209. 209. Instalação e customização: trabalho a ser feito para estes usuários </li></ul>Usuários Domésticos
  210. 210. <ul><li>Filmes de Ficção – Era do Gelo, Star Trek – Nemesis e “Star Wars - Episode II – Attack of the Clones” </li></ul>Exemplo de Uso Atual do Software Livre
  211. 214. No Ambiente Corporativo
  212. 215. <ul><li>Serviços em SL já muito presentes
  213. 216. Maior interesse depois da opção do governo pelo SL
  214. 217. Grandes nomes já identificaram a oportunidade de negócio
  215. 218. Modelo de negócio é alterado de comercialização de caixas de software para modelo de serviços – investimentos dos recursos em competência brasileira
  216. 219. Empresas de vários portes já estão oferecendo serviços em SL (consultorias, treinamento, customizações, implantações, etc) </li></ul>No Ambiente Corporativo?
  217. 220. Ambientes Corporativos – Contexto para SL <ul><li>Exigências cada vez mais rígidas de SLA (Acordos de Níveis de Serviço) – Sistemas Críticos
  218. 221. Know-how técnico necessário em ambiente de servidores (Datacenters e CPD's)
  219. 222. Entendimento das necessidades de dia-a-dia de equipes internas ou externas de operação e manutenção
  220. 223. Outsourcing - possibilidade!
  221. 224. Operação controlada e monitorada – Gerenciamento, segurança e disponibilidade </li></ul>
  222. 225. <ul><li>Opção tecnológica que gera a oportunidade de caminho para um desenvolvimento na era da informação controlado por nós mesmos
  223. 226. Somos compradores ou desenvolvedores de solução?
  224. 227. Retenção das divisas gastas com royalties
  225. 228. Liderança no processo: Governo – sintonizado com a academia e com grande interesse das empresas
  226. 229. Brasil – tem sido citado como referência mundial na adoção de SL pelo governo – (Corinto Meffe: qual o problema do Brasil estar na dianteira num processo mundial para variar?)
  227. 230. Número razoável de cases de implantação – grande experiência positiva acumulada </li></ul>Software Livre para o Brasil
  228. 231. <ul><li>Desinformação – necessidade de esclarecimento melhor no assunto por parte dos planejadores
  229. 232. Aspecto cultural – resistência, comodismo, legado
  230. 233. Operacionalização - engessada por anos de imposição de especializações em ferramentas proprietárias
  231. 234. Especificação – editais – Como escrever o que se quer adquirir?
  232. 235. Como especificar os serviços e os profissionais para projetos com SL? Certificações? Capacitações? Opções de trabalhos em consultorias </li></ul>Dificuldades no Processo de Migração para SL
  233. 236. <ul><li>Formatos de dados fechados
  234. 237. Cadeias de distribuição
  235. 238. Marketing “suspeito” e tendencioso
  236. 239. Investimentos em treinamento “aprisionador”
  237. 240. Software pré-instalado em equipamentos (Ex: notebooks) </li></ul>Elementos que Favorecem Produtos Monopolizados
  238. 241. <ul><li>Escolha do conjunto de softwares – necessidade de pesquisa e avaliação
  239. 242. Decisão: usar ferramentas que já existem ou desenvolver?
  240. 243. Apoio da gerência - necessidade
  241. 244. Uso de ferramentas adequadas para o trabalho em grupo – muitas já existem!
  242. 245. Missão importante: facilitar o uso pelo usuário leigo que não programa e não tem interesse maior que utilizar o recurso de TI </li></ul>Desafios na Adoção do SL
  243. 246. <ul><li>Dificuldades e resistência no processo de capacitação
  244. 247. Pode ser vista em vários eventos </li><ul><li>Teoria do custo zero
  245. 248. Dúvidas sobre licenciamento
  246. 249. Mito: comercialização do software como sabão em pó
  247. 250. Software aberto ou Software Livre?
  248. 251. Não há suporte!?
  249. 252. Não posso usar em sistemas de missão crítica!?
  250. 253. Não está pronto para o desktop!? </li></ul></ul>Ignorância ainda Persiste
  251. 254. Pirataria <ul><li>Pirataria no ambiente doméstico – Situação aceita
  252. 255. Pirataria no ambiente corporativo - CRIME! </li></ul><ul><li>Há interesse dos grandes fabricantes de produtos conhecidos em manter a situação de pirataria doméstica - Garante mais pessoas familiarizadas para seus produtos </li></ul><ul><li>Ao encontrar estas ferramentas em ambiente corporativo, a pessoa normalmente já está treinada </li></ul><ul><li>Softwares de licenciamento livre não exigem controle de números de licenças </li></ul>
  253. 256. “ As a cryptography and computer security expert, I have never understood the current fuss about the open source software movement. In the cryptography world, we consider open source necessary for good security; we have for decades. Public security is always more secure than proprietary security. It's true for cryptographic algorithms, security protocols, and security source code. For us, open source isn't just a business model; it's smart engineering practice. ” Bruce Schneier, Crypto-Gram 1999/09/15 Segurança
  254. 257. <ul><li>Fale na linguagem deles – não foque na tecnologia somente
  255. 258. Não malhe a Microsoft
  256. 259. Seja prático – tenha um plano real
  257. 260. Mostre casos de estudo (evite os dos fabricantes – prefira artigos ou revistas)
  258. 261. Esclareça o ROI ( Return of Investment ) real ao invés do TCO (Total Cost of Ownership), para deixar claro o benefício sendo obtido
  259. 262. Seja profissional e positivo </li></ul>Convencendo a Gerência
  260. 263. <ul><li>“ Convincing management to approve free software ”, Maria Wislow, 2005.
  261. 264. Atualização do atual parque proprietário: </li><ul><li>Windows 2003 Server, Enterprise Edition, com 25licenças de acesso de clientes ($3999)
  262. 265. 75 licenças adicionais CALs ($2448.75)
  263. 266. Novo hardware de servidor ($2000) </li></ul><li>Custo total da atualização: $8447.75 </li></ul>Exemplo de Cálculo de ROI (1)
  264. 267. <ul><li>Substituição por alternativa Linux: </li><ul><li>Debian GNU/Linux com Samba ($0)
  265. 268. Contrato de Instalação inicial com empresa local integradora ($1500)
  266. 269. Reuso de hardware do servior ($0) </li></ul></ul><ul><li>Custo Total da mudança Linux/Samba: $1500
  267. 270. Benefício Total: 8447.75 - 1500 = $6947.75
  268. 271. ROI = (6947.75) / cost of free software deployment (1500) = 463% </li></ul>Exemplo de Cálculo de ROI (2)
  269. 272. <ul><li>Práticas obtidas de experiências reais – casos de implantação
  270. 273. Governo Brasileiro - Guia Livre
  271. 274. Foco em sistemas mais usados e comprovados em SL </li><ul><li>Servidores
  272. 275. Serviços de Rede e WEB
  273. 276. Sistemas Corporativos
  274. 277. Desktops
  275. 278. Depois ferramentas específicas e legado </li></ul></ul>Estratégias para Migração
  276. 279. <ul><li>Baseado em semelhante documento encomendado pela União Européia e montado por empresa contratada
  277. 280. Documento que reforça posição do governo em liderar o processo (assina em baixo!)
  278. 281. Já tem despertado muito interesse, inclusive internacional
  279. 282. Aberto à sociedade – versão em espanhol </li></ul>Guia Livre do Governo Federal
  280. 283. <ul><li>Ter claras as razões
  281. 284. Ter apoio da gestão e equipe técnica
  282. 285. Ter defensores da mudança em altas posições hierárquicas
  283. 286. Formar peritos e criar laços com as comunidades de SL
  284. 287. Começar por sistemas não críticos
  285. 288. Garantir que cada passo da migração seja gerenciável
  286. 289. Criar canais de comunicação e bases de conhecimento </li></ul>Considerações sobre a Migração a SL
  287. 290. Metodologia
  288. 291. <ul><li>Definição de 3 grupos estratégicos </li><ul><li>Grupo Gerencial
  289. 292. Grupo Técnico
  290. 293. Grupo Funcional </li></ul><li>Planejar treinamento e documentação acessível
  291. 294. Reações clássicas: </li><ul><li>Medo do desconhecido
  292. 295. Diluição do currículo
  293. 296. Conhecimento é poder </li></ul></ul>Aspectos da Migração a SL
  294. 297. <ul><li>Organização de grupos de softwares livres: </li><ul><li>Sistemas Operacionais
  295. 298. Estações de trabalho
  296. 299. Servidores </li></ul><li>Ambientes – Cenários </li><ul><li>Windows
  297. 300. UNIX
  298. 301. Mainframe
  299. 302. Thin Clients </li></ul></ul>Aspectos da Migração a SL
  300. 303. <ul><li>Treinamento (Ex.: Semana de Capacitação)
  301. 304. Documentação (Ex.: Documento do Guia Livre)
  302. 305. Normas (Ex.: Arquitetura e-PING)
  303. 306. Licença (Ex.: CC-GNU-GPL) </li></ul><ul><li>Órgão públicos não competem por clientes – podem compartilhar SW (cenário diferente das empresas – vantagens competitivas) </li></ul>Governo: Planejamento Sendo Seguido
  304. 307. Não Funciona?!
  305. 308. <ul><li>Um dos grandes receios de quem quer migrar
  306. 309. Existe suporte e know-how para os novos sistemas/plataformas em SL?
  307. 310. Muitos dos sistemas tradicionalmente não-críticos adquiriram este status (correio eletrônico, web servers, etc) exigindo suporte de missão-crítica
  308. 311. Existem soluções que envolvam muitas instâncias computacionais (redes de lojas, hotéis ou pontos de venda) estão sendo implementados sobre plataforma livre em função do custo total, mas exige o mesmo tipo de suporte dado às soluções com sistemas fechados </li></ul>E a Operação disso?
  309. 312. Aspectos de Suporte Linux <ul><li>Software Livre (principalmente Linux) roda numa razoável diversidade de plataformas - os custos de treinamento e gerenciamento diminuem em ambientes homogêneos
  310. 313. Ferramentas em SL comuns são cada vez mais usadas nos cursos regulares das áreas de TI – a massa de mão-de-obra que entra no mercado já teve o contato com SL
  311. 314. As características de segurança e administração do sistema (derivado do UNIX) evitam muitos dos problemas comuns de hoje (virus, invasões, crashs inexplicáveis de aplicações, etc) reduzindo o número de chamados para problemas desta ordem </li></ul>
  312. 315. Mão-de-obra em SL <ul><li>Número crescente de profissionais de TI nascidos sob a bandeira do software livre e têm amplo entendimento do seu modus operandis
  313. 316. O sistema GNU/Linux é muito usado como ambiente de aprendizado das disciplinas de “escovação de bits” por que passam os futuros profissionais nas universidades e cursos técnicos
  314. 317. Estes profissionais não sentirão tanto o choque da mudança quanto os outros acostumados a trabalhar com versões proprietárias
  315. 318. Muitos dos novos desafios de suporte podem ser resolvidos com conhecimentos e profissionais que já se tem em casa (valorização) </li></ul>
  316. 319. Treinamento em SL <ul><li>Muitos conhecimentos em ambiente livre podem ser adquiridos de várias formas inclusive informalmente – Basta uma configuração bem modesta de hardware, orientação e vontade
  317. 320. As opções de treinamento não se limitam aos programas de capacitação criados pelos detentores da tecnologia
  318. 321. Normalmente se encontra extensa documentação sobre SL
  319. 322. Credibilidade nesta formação está sendo possível através da oferta de provas de certificação
  320. 323. Os cursos e certificações Linux custam em média a metade do preço das demais </li></ul>
  321. 324. Serviços em SL <ul><li>Se formar uma equipe interna não for alternativa, já existe oferta de serviços de suporte contratados que viabiliza a terceirização do suporte SL
  322. 325. Muitos dos grandes “players” estão dando suporte e credibilidade, afastando os argumentos do “sistema sem dono”
  323. 326. As divisas geradas pelos serviços sobre plataforma livre permanecem no país – fato visto com muitos bons olhos pelo governo brasileiro e por várias instituições </li></ul>
  324. 327. Engenharia de Software Livre <ul><li>Não há um único modelo de desenvolvimento
  325. 328. Modo Catedral: arquiteto responsável e controle rígido de atividades
  326. 329. Modo Bazar: </li><ul><li>Sem autoridade central
  327. 330. Publicação imediata e periódica
  328. 331. Usuários = co-desenvolvedores
  329. 332. Ganhos nos processos de testes e na publicidade do SW </li></ul></ul>
  330. 333. Engenharia de Software Livre <ul><li>Geração de versões estáveis e instáveis - comum
  331. 334. Líder de projeto: motivador e coordenador
  332. 335. Documentação </li><ul><li>não é comum documentação formal – impõe aos novos desenvolvedores um processo lento e custoso de entendimento do código
  333. 336. não costumam existir itens como requisitos – mudança constante </li></ul><li>Implementação: tentativa e erro, não são comuns testes unitários
  334. 337. Não seguem os métodos e modelos clássicos -> Eng de SL está ainda em estágios iniciais de estudo! </li></ul>
  335. 338. Ferramentas para o Desenvolvimento de SL <ul><li>80% do código é gerado pelos 20% desenvolvedores mais ativos
  336. 339. Linguagens: </li><ul><li>C – predomina mais está caindo
  337. 340. Scripts: ganham espaço (PHP, JAVA, PERL e Python)
  338. 341. Compiladas: ADA, Pascal, Modula – em queda </li></ul><li>Utilitários comuns </li><ul><li>make
  339. 342. GNU Autoconf, automake e libtool </li></ul></ul>
  340. 343. Ferramentas para o Desenvolvimento de SL <ul><li>Controle de versões: CVS, Subversion, etc
  341. 344. Documentação: </li><ul><li>Tão dinâmica quanto o código
  342. 345. Ex.: roff (usado nas páginas man), texinfo, Docbook, wikis </li></ul><li>Gestão de Bugs (erros) Ex.: Bugzilla
  343. 346. Gestão de tarefas Ex.: issuezilla, dotProject
  344. 347. Serviços WEB de apoio ao desenvolvimento (Sourceforge, Savannah, tigris.org, etc) </li></ul>
  345. 348. Ferramentas para Colaboração <ul><li>Patch, diff, merge – muitos trechos de códigos vindos de colaboradores
  346. 349. Listas de correio
  347. 350. weblogs (Slashdot, Barrapunto, etc)
  348. 351. wikis
  349. 352. Em tempo real: IRC
  350. 353. Não se costuma usar ferramentas com recursos de som e vídeo (problema com conexões e noção de comunidade) </li></ul>
  351. 354. Dá para ganhar dinheiro com isso? <ul><li>Sim. Exemplos: RedHat, Novell, Mandriva
  352. 355. Exemplos de software livres profissionais: </li><ul><li>MySQL y Sleepcat (BBDD)
  353. 356. Compiere (ERP)
  354. 357. Asterisk (PBX)
  355. 358. Pentaho (BI)
  356. 359. Sugar (CRM)
  357. 360. Alfresco (DMS)
  358. 361. Zope (CMS) </li></ul></ul>
  359. 362. Modelos de Negócio ? <ul><li>Nem todos os projetos de SW são iguais
  360. 363. Em alguns: receita = licença – Ex.: Win
  361. 364. Em outros: receita = serviços – Ex.: ERP </li></ul>
  362. 365. Modelos de Negócio SL <ul><li>Melhor conhecimento – venda de serviços resultante do know-how num determinado SL (Ex: LinuxCare)
  363. 366. Melhor conhecimento com limitações – possui limitações como patentes e licenças proprietárias (Ex: Ximian)
  364. 367. Fonte de um SL – a empresa é a maior ou única desenvolvedora do SL (Ex: Zope)
  365. 368. Fonte de um SL com limitações – distribuição proprietária por tempo definido, distribuição limitada (Ex: Ada Core Technologies)
  366. 369. Licenças especiais (Ex: MySQL) </li></ul>
  367. 370. Modelos de Negócio SL – Classificação de Hecker - OSI <ul><li>Frank Hecker – “ Setting Up Shop – The Business of Open Source Software ”
  368. 371. Suport Seller – abre posição no mercado de serviços através de liberação de SL (Ex: Digital Creations e ZOPE)
  369. 372. Loss Leader – SL garante mercado para produto proprietário (Ex: software cliente para um servidor proprietário, plugins do Kivio)
  370. 373. Widget Frosting – software diretamente relacionado com hardware (Ex: clientes felizes voltam a comprar!) </li></ul>
  371. 374. <ul><li>Accessorizing – documentação, Cds, livros, cursos, pinguins, etc (Ex: O'Reilly)
  372. 375. Service Enabler – uso de SL como meio de acesso a um serviço de conteúdo online, aumentando sua base de usuários
  373. 376. Sell It, Free It – um software proprietário terá licença livre no futuro (Ex: Aladin Enterprises com o Ghostscript)
  374. 377. Brand Licensing – libera-se um SL associado a uma marca, principalmente softwares que se tornaram livres (Ex: Eclipse, RedHat, poderia ser o JAVA com a SUN) </li></ul>Modelos de Negócio SL – Classificação de Hecker - OSI
  375. 378. Financiamento de Projetos de SL <ul><li>Financiamento Público (pesquisa, promoção de padrões, função social)
  376. 379. Financiamento privado sem objetivos de lucro (Ex: FSF)
  377. 380. Financiamento privado com benefícios </li><ul><li>Livros
  378. 381. Hardware (Ex: Digium e o Asterisk)
  379. 382. Adjuntos (Ex: plugins para Kivio)
  380. 383. Mídias de SL (Cds, DVDs, etc) </li></ul><li>Financiamento privado como investimento (Ex: ZOPE)
  381. 384. Cooperativas de desenvolvedores (Ex: Solis) </li></ul>
  382. 385. Algumas Possibilidades Atuais com SL <ul><li>Consultorias (migrações, planejamentos, etc)
  383. 386. Serviços (instalação, customizações, treinamento, suporte)
  384. 387. Fábrica de SW (note que há grande demanda pela formalização das metodologias de desenvolvimento!)
  385. 388. Homologação – Certificação (atestados de operabilidade, testes de performance, provas de conceito, etc) </li></ul>
  386. 389. <ul><li>SL: Assunto vasto – exige maior leitura
  387. 390. Pense a respeito!
  388. 391. Verifique as vantagens do uso de SL
  389. 392. O que mais podemos fazer? Viabilizar ações!
  390. 393. Disseminar o uso! Mostrar a alternativa! </li></ul>Observações Finais
  391. 394. Questões? Site do Projeto CESMIC: www.cesmic.ucb.br

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