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Palestra no FISL7 - Padrões Abertos e Software Livre para Vídeoconferência - Prof. Mauro Tapajós Santos

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  • 1. Padrões Abertos e Software Livre para o Serviço de Vídeoconferência FISL 7 - 19/04/2006 Prof. Msc Mauro Tapajós
  • 2. Objetivo <ul><li>Quais são os padrões abertos atuais usados no serviço de vídeoconferência sobre redes de dados e o estado atual de pesquisa nestes padrões? Esta palestra irá apresentar alguns dos SL já existentes para se implementar este tipo de serviço e alguns cenários já possíveis, encontrados na pesquisa na UCB. </li></ul>
  • 3. Mini-Currículo <ul><li>Professor da Universidade Católica de Brasília (UCB)
  • 4. Coordernador Técnico do Projeto CESMIC
  • 5. Aluno de pós-graduação en &quot;Dirección de Sistemas de Información en Entornos de Software Libre&quot; na Universidad Obierta de Catalunya (Barcelona)
  • 6. Mestre em Telecomunicações e Redes pela UnB
  • 7. Engenheiro Eletricista pela UnB
  • 8. Trabalho com SL dede 1996 (várias empresas) </li></ul>
  • 9. Serviço de Vídeoconferência <ul><li>Comunicação humana
  • 10. Sessão de comunicação em tempo real por vídeo e áudio entre dois ou mais pontos
  • 11. Existem muitas situações onde cabe o serviço: reuniões, cursos, conferências, telemedicina, educação à distância-debates-palestras, etc
  • 12. Dispersão geográfica
  • 13. Necessita certa qualidade do serviço de rede </li></ul>
  • 14. Objetivos Comuns <ul><li>Ampliar o alcance de comunicação entre profissionais
  • 15. Reduzir o gasto utilizados no deslocamento físico
  • 16. Facilitar decisões que dependam de dois ou mais responsáveis
  • 17. Realizar treinamento simultâneo entre grupos que estejam em locais distintos </li></ul>
  • 18. Origem do Serviço <ul><li>Interesse surge com o nascimento da TV
  • 19. Primeiras VCFs baseadas na tecnologia de TV – ligação de sistemas de TV com cabos
  • 20. NASA – links VHF/UHV com astronautas em órbita
  • 21. Links satelitais – usados pelas emissoras de TV
  • 22. A tecnologia dos PCs e evolução de CODECs e protocolos viabilizou o uso de VCF pelo público em geral </li></ul>
  • 23. Histórico <ul><li>1964 – AT&T apresenta o Picture Phone ( Freeze frame e Slow motion)
  • 24. 1973 – Pacotes de voz pela ARPANET
  • 25. 1976 – NVP Network Voice Protocol
  • 26. 1981 – PVP (vídeo sobre pacotes)
  • 27. 1982 – CCITT - CODEC de vídeo H.120 (2 Mbps)
  • 28. 1990 – CCITT - CODEC de vídeo H.261
  • 29. 1990 – CCITT – Padrão H.320 para VCF sobre ISDN
  • 30. 1992 – RTP
  • 31. 1996 – IETF – RTPv2
  • 32. 1996 – ITU-T CODEC H.263 (baixas velocidades)
  • 33. 1996 – H.324 VCF sobre POTS
  • 34. 1996 – H.323 v1 VCF sobre pacotes
  • 35. 1998 – H.323 v2
  • 36. 1999 – H.323 v3
  • 37. 2000 – H.323 v4
  • 38. 2003 - CODEC H.264 </li></ul>
  • 39. Norma H.200 do ITU-T <ul><li>Framework for Recommendations for audiovisual services
  • 40. Áudio conferência (somente áudio)
  • 41. Teleseminário (áudio e vídeo unidirecionais de uma origem com retorno em áudio) </li></ul><ul><li>Conferência Audiográfica (áudio, documentos e imagens)
  • 42. Conferência Audiodocumentacional (similar à audioconferência com transmissão de texto)
  • 43. Freeze Frame Videoconferência (similar á conf. audiográfica com envio de snapshots dos participantes)
  • 44. Videoconferência (similar à conf. audiográfica com vídeo) </li></ul>
  • 45. Facilidades do Serviço <ul><li>Quadro Branco
  • 46. Troca de arquivos/msgs
  • 47. Câmera secundária
  • 48. Controle remoto da câmera
  • 49. Modos multiponto: </li><ul><li>Tela cheia ( full screen )
  • 50. Continuos presence – impacto na banda necessária </li></ul></ul>
  • 51. Tipos de VCF <ul><li>Quanto à plataforma: </li><ul><li>Appliance Systems
  • 52. Baseada em PC ( Desktop ) </li></ul><li>Quanto ao porte: </li><ul><li>Sistemas de sala
  • 53. Set Top
  • 54. Desktops (CODECs implementados em software) </li></ul></ul>
  • 55. Salas de Vídeoconferência <ul><li>Dimensionamento
  • 56. Localização Geográfica
  • 57. Iluminação
  • 58. Acústica </li></ul><ul><li>Decoração
  • 59. Layout
  • 60. Mobiliário
  • 61. Rack/Suporte
  • 62. Infra-estrutura (cabeamento de rede, aterramento) </li></ul>
  • 63. Preocupações Não-Técnicas <ul><li>Conjunto de procedimentos necessários para facilitar a realização de reuniões, tais como: </li></ul><ul><li>Agendamento de conferência
  • 64. Divulgação dos participantes
  • 65. Etiqueta
  • 66. Configuração do sistema para que a sessão possa ser realizada
  • 67. Permitir, durante o serviço, facilidades para que os participantes possam trocar informações (apresentações, documentos, transferência de arquivos, etc.) </li></ul>
  • 68. <ul><li>Ponto a ponto
  • 69. Grupo x ponto
  • 70. Grupo x grupo
  • 71. Broadcast
  • 72. Combinações
  • 73. Participação Ativa e Passiva </li></ul>Cenários para VCF
  • 74. <ul><li>Melhor exemplo – protocolos Internet: </li><ul><li>Protocolos de rede: TCP/IP (aberto) X protocolos proprietários (Novell, Win, etc)
  • 75. Serviço de Mail: RFC 822 (aberto) X X.400 (CCITT)
  • 76. Protocolo de gerenciamento: SNMP (aberto) X CMIP (OSI) </li></ul><li>Já existem vários padrões abertos para VCF (principalmente do ITU-T, ISO e IETF) </li></ul>Padrões Abertos
  • 77. <ul><li>G.711 (A e micro) – 64 kbps
  • 78. G.722 – SB-ADPCM - 48 a 64 kbps
  • 79. G.722.1 – MLT – 24 a 32 kbps
  • 80. G.722.2 – ACELP – 6,60 a 23,85 kbps
  • 81. G.726 – ADPCM – 16 a 40 kbps (32 kbps)
  • 82. G.727 – mesmo que G.726 com otimizações para PCME
  • 83. G.728 – LD-CELP 16 kbps
  • 84. G.729 – CS-ACELP 6,4 a 11,8 kbps (8 kbps) – Patentes!
  • 85. GSM – 13 kbps
  • 86. iLBC (RFC 3951) – de 13,3 a 15,2 kbps) – licença gratuita!
  • 87. Speex – voz em baixas taxas (2 a 22,4 kbps)
  • 88. MP3 não é um CODEC de telefonia! – apenas é usado para música em espera </li></ul>CODEC's de Voz para VCF
  • 89. <ul><li>H.261 – 40 kbps a 2 Mpbs – chega a 288x352 – projetado para as linhas ISDN nx64 kbps (hoje considerado obsoleto)
  • 90. H.262/MPEG2 Part-2
  • 91. H.263 projetado para baixas taxas - já é considerado obsoleto diante de H.264
  • 92. H.264/MPEG4 Part 10/AVC (Advanced Video Coding) -
  • 93. Theora – livre </li></ul>CODEC's de Vídeo para VCF
  • 94. <ul><li>Grupo de trabalho ISO
  • 95. MPEG-1 - áudio/vídeo </li><ul><li>MP3 (layer III) e VCD
  • 96. 352x240 (NTSC 30 fps) e 352x288 (PAL 25 fps) 320x240 (PC)
  • 97. 1,2 a 1,5 Mbps - Qualidade: VHS a 30 fps </li></ul><li>MPEG-2 – áudio/vídeo de alta qualidade </li><ul><li>DVD
  • 98. Velocidades de 2 Mbps até 15 Mbps são suportadas
  • 99. 720X480 (4:3) até 1920x1080 (16:9 HDTV) </li></ul></ul>Padrões MPEG ( Moving Picture Experts Group )
  • 100. <ul><li>MPEG-4 – áudio/vídeo para redes de banda limitada </li><ul><li>Velocidades de 56 kbps até 2 Mbps
  • 101. AAC (Apple iTunes, por exemplo)
  • 102. Container de vários tipos de objetos de mídia sicronizados
  • 103. Suporte a DRM! </li></ul><li>MPEG-7 - Multimedia Content Description Interface </li><ul><li>Metadados </li></ul><li>MPEG-21 - Multimedia Framework </li><ul><li>DRM </li></ul></ul>Padrões MPEG ( Moving Picture Experts Group )
  • 104. <ul><li>Multimídia sobre: </li><ul><li>H.320 – ISDN
  • 105. H.321, H.310 – Broadband ISDN
  • 106. H.322 – comutação de pacotes, com QoS, Ethernet isócrona
  • 107. H.323 - comutação de pacotes, sem QoS, principalmente sobre IP
  • 108. H.324 - redes de circuitos comutados PSTN </li></ul></ul>Padrões ITU-T H.xxx para VCF
  • 109. Multimídia sobre Redes de Pacotes <ul><li>Informações como voz e vídeo geram grandes quantidades de dados e são muito associadas à temporização da rede, daí surge a necessidade de haver algum tipo de controle sobre atrasos e velocidade
  • 110. CODECs sofisticados exigem processamento e imbutem atrasos no fluxo de dados
  • 111. “ IP is everywhere” - Universalização da plataforma </li></ul>
  • 112. TCP/UDP como Protocolo de Transporte Multimídia <ul><li>TCP </li><ul><li>Protocolo ponto-a-ponto com conexão ( multicast!)
  • 113. Atrasos intoleráveis na maior parte das aplicações de tempo-real
  • 114. Não possui um mecanismo para anexar informação de tempo nos segmentos </li></ul><li>UDP </li><ul><li>Também não define os mecanismos de temporização citados acima </li></ul><li>Apesar de certas funcionalidades poderem ser incluídas a nível de aplicação, existe um conjunto de funções que merecem ser implementadas num protocolo específico para tráfego de tempo-real </li></ul>
  • 115. RTP - Real Time Protocol RFC 3550 <ul><li>É o protocolo adequado para transmitir multimídia digitalizada sobre uma rede IP
  • 116. Tem funções de protocolo de transporte mas roda sobre UDP e pode trabalhar com multicasting
  • 117. RTP não garante a entrega sincronizada dos pacotes, apenas provê informações que ajudam na reprodução do fluxo na recepção
  • 118. Oferece suporte a: </li></ul><ul><ul><li>Mixagens ( mixing ): combinação de múltiplos fluxos num único (necessidade de um ponto com funções de mixer )
  • 119. Tradutores (translators) </li></ul></ul>
  • 120. Mixer RTP <ul><li>Faz o relay de tráfego (fluxos) recebidos de um ou mais originadores, combina os fluxos recebidos e encaminha para um ou mais destinos
  • 121. Por exemplo: combinação de tráfegos de voz numa conferência para transmissão por link de menor velocidade </li></ul>
  • 122. Tradutores (Translators) RTP <ul><li>Faz o relay de tráfego (fluxos) RTP recebidos para um ou mais destinos, após haver ou não transformado os dados do fluxo
  • 123. Por exemplo: transformação de fluxo de vídeo de alta resolução num fluxo de baixa resolução, travessias através de firewalls ou encaminhamento unicast de tráfego multicast </li></ul>
  • 124. RTP ( Real Time Protocol ) <ul><li>Integração direta com a aplicação – aceite por parte desta da entrega de segmentos com perdas
  • 125. A própria aplicação pode reenviar dados ao ser sinalizada dos termos de QoS
  • 126. A aplicação, então, define seus PDU’s (APU’s – Application Data Units )
  • 127. Do mesmo modo RTP complementa UDP agregando funções (como sequenciamento) e trabalha num modo integrado entre camadas de protocolos </li></ul>
  • 128. Cabeçalho RTP <ul><li>Versão : 2 (atual)
  • 129. P : padding. Usado quando a aplicação o requer
  • 130. X : sinaliza o uso de cabeçalho de extensão
  • 131. CC : número de geradores de fluxo
  • 132. M : marker. Sua interpretação depende do tipo de payload . Normalmente sinaliza limites de um fluxo de dados, como o fim de um frame de vídeo.
  • 133. Sequence num : números de sequência. Primeiro é randômico
  • 134. Media timestamp : deve ser contínuo mas com granularidade adequada ao payload
  • 135. Ptype: .codificação/tipo dos dados
  • 136. Synchronization source identifier : origem do fluxo
  • 137. Contributing source ID : cada campo deste tipo (podem ser vários) identifica cada um dos geradores de fluxo. Gerado por um mixer RTP. </li></ul>
  • 138. Alguns Tipos de Payload RTP
  • 139. Pilha RTP
  • 140. <ul><li>Vários pacotes podem ter o mesmo timestamp caso os dados tenham sido gerados ao mesmo tempo (ex. Um frame de vídeo que ocupa vários pacotes)
  • 141. Mídias diferentes devem ir por fluxos diferentes (por exemplo: o vídeo e seu áudio) </li></ul>RTP ( Real Time Protocol )
  • 142. RTP ( Real Time Protocol ) <ul><li>Um número de sequência garante a ordem dos pacotes, a eliminação de duplicatas e a detecção de perdas
  • 143. O timestamp permite a reprodução dos pacotes do fluxo no tempo correto em que o dado foi gerado </li></ul>
  • 144. <ul><li>É parte obrigatória do RTP e utiliza uma porta imediatamente superior à porta UDP sendo usada pelo RTP </li></ul>RTCP ( Real Time Control Protocol )
  • 145. RTCP <ul><li>Oferece informações de controle para fontes de tráfego RTP: </li></ul><ul><ul><li>Monitoramento da rede durante a sessão (aspectos de QoS e congestionamento)
  • 146. Sinalização de controle fora-de-banda
  • 147. Identificação adequada de fontes de fluxo </li></ul></ul><ul><li>Mensagens RTCP são periodicamente enviadas pelos participantes </li></ul><ul><li>Existem vários tipos de mensagens para implementar as funcionalidades acima </li></ul>
  • 148. Padrão H.323 <ul><li>H.323 é um padrão ITU-T e define um conjunto de protocolos para transmissão de tráfego multimídia sobre redes de pacotes e que podem trabalhar em conjunto oferecendo os serviços básicos para compor um sistema de telefonia IP funcional
  • 149. O conjunto provê suporte à todos os aspectos de uma chamada como: </li></ul><ul><ul><li>Registro de um terminal
  • 150. Sinalização de controle de chamadas e serviços
  • 151. Codificação dos dados em tempo real
  • 152. Transmissão dos dados codificados </li></ul></ul>
  • 153. Padrão H.323 <ul><li>Oferece ainda suporte para aplicações de vídeo, compartilhamento de dados durante as sessões e as codificações/decodificações necessárias
  • 154. Define como é a negociação de chamadas e os formatos das informações necessárias
  • 155. Não define: </li></ul><ul><ul><li>Codificação de endereços
  • 156. Priorização de tráfego
  • 157. Segurança </li></ul></ul>
  • 158. H.323 <ul><li>Entidades previstas </li><ul><li>Terminais
  • 159. Gateways
  • 160. Gatekeepers
  • 161. MCU’s - Multipoint Control Unit </li></ul><li>Protocolos </li><ul><li>H.225.0 – RAS ( registration, admission, status ) e sinalização de chamada ( call signalling )
  • 162. Q.931 – Configuração de chamadas e terminação
  • 163. H.245 – Controle de mídia / Sinalização de capacidades
  • 164. T.120 – Compartilhamento de dados
  • 165. RTP/RTCP – Transporte de mídia </li></ul></ul>
  • 166. Componentes de uma rede H.323 <ul><li>MCU ( Multipoint Control Unit ): suporta os servições de múltiplos usuários como conferências (endereçamentos unicast e multicast) </li></ul>Gateways : permitem a interconexão de terminais H.323 com outros dispositivos de áudio e traduzem a sinalização de um lado para o outro Gatekeepers executam as funções de servidor de diretórios (conversão de endereços) e supervidor do sistema (controle e gerenciamento das chamadas)
  • 167. Gatekeeper <ul><li>Funções: </li></ul><ul><ul><li>Tradução de endereços
  • 168. Controle de admissão
  • 169. Controle de banda
  • 170. Gerenciamento de zonas
  • 171. Sinalização de controle de chamadas
  • 172. Controle de chamadas </li></ul></ul><ul><li>Descoberta do gatekeeper - a través de mensagens multicast (224.0.1.41 - UDP 1718)
  • 173. Porta para registros e status: UDP/1719
  • 174. Podem auxiliar a montagem de conferências multiponto com H.245 repassando as conexões com todos os participantes e depois passando o canal H.245 para uma MCU </li></ul>
  • 175. <ul><li>Chamada ponto a ponto ≠ multiponto
  • 176. Responsável por prover recursos para três ou mais entidades
  • 177. Formado por duas entidades: </li><ul><li>MC - Multipoint Controller - Obrigatório - prover controle para realização da conferência
  • 178. MP - Multipoint Processor - Opcional - Distribui fluxos de vídeo e áudio para entidades </li></ul></ul>MCU – Multipoint Control Unit
  • 179. Pilha de Protocolos H.323 <ul><li>Codecs de áudio e vídeo comprimem e descomprimem fluxos multimídia
  • 180. Fluxos multimídia são transportados por RTP/RTCP, rodando sobre UDP
  • 181. A sinalizaçao é transportada confiávelmente sobre TCP </li><ul><li>RAS - registration, admission, status
  • 182. Q.931 – Configuração de chamadas e terminação
  • 183. H.245 – Sinalização de capacidades </li></ul></ul>
  • 184. Telefonia IP – Protocolos H.323
  • 185. Estabelecimento e Configuração de de Chamadas <ul><li>Através de mensagens H.225 e Q.931/2 se estabelece a chamada, através de conexão na porta TCP/1720 ( call control )
  • 186. H.225 també é usado para RAS ( registration, admission, status ) - comunicação com o gatekeeper
  • 187. H.245 permite a o posterior acerto de canais lógicos, codecs e capacidades através da porta TCP indicada em mensagens de estabelecimento da chamada
  • 188. H.245 é usado depois do estabelecimento da chamada
  • 189. Existe uma facilidade de fast start para reduzir os passos na criação da chamada </li></ul>
  • 190. Exemplo de Chamada H.323
  • 191. SIP – Session Initiation Protocol – RFC 3261 <ul><li>Padrão IETF para um protocolo de aplicação (sinalização) que cobre somente a sinalização necessária para se iniciar, modificar, convidar outros (para participar) e terminar chamadas (sessões)
  • 192. Não oferece toda a funcionalidade do H.323 – pretende ser parte da arquitetura IETF de suporte a aplicações multimídia
  • 193. Baseado nos princípios aprendidos da comunidade Internet – independente de aplicação </li></ul>
  • 194. SIP <ul><li>Herdou muito do protocolo HTTP (como o modo textual ou códigos de erro, por exemplo)
  • 195. + SIMPLES! Implementações mais baratas
  • 196. UTF-8
  • 197. DEVE suportar TCP e UDP (porta 5060)
  • 198. PODE suportar outros transportes (como SCTP)
  • 199. Expansível
  • 200. Pode permitir serviços comuns das redes telefônicas ( follow-me , rede inteligente, etc) </li></ul>
  • 201. SIP <ul><li>Call setup
  • 202. Negociação de funcionalidades e mídia
  • 203. Gerenciamento de chamada e mudanças “on the fly”
  • 204. Mapeamento de nomes
  • 205. Localização de usuários
  • 206. Redirecionamento de chamadas </li></ul>
  • 207. Componentes de uma rede SIP <ul><li>User agents Client – UAC – porção cliente localizada no terminal SIP
  • 208. User Agent Server – UAS : encaminha um pedido de chamada e trata as respostas para o terminal chamador </li></ul><ul><ul><li>Proxy Server – age como cliente/servidor tratando os pedidos e até reescrevendo as mensagens para o devido encaminhamento
  • 209. Redirect server – redireciona chamadas (tratando adequadamente parâmetros como endereços). Não aceita nem inicia chamadas. Devolve as informações.
  • 210. Registrar – servidor que permite que terminais SIP registrem sua presença
  • 211. Location server – encontra destinos </li></ul></ul>
  • 212. Arquitetura SIP
  • 213. Métodos SIP <ul><li>Outros métodos foram definidos por outras RFC's </li></ul>
  • 214. Pilha de Protocolos SIP
  • 215. Chamadas SIP <ul><li>Terminal chamador localiza servidor
  • 216. Envio de request SIP via servidor
  • 217. Terminal chamado responde
  • 218. Resposta chega ao chamador
  • 219. Chamador envia ACK </li></ul><ul><li>Endereços SIP: [email_address]
  • 220. Nomes de servidores sugerido: sip.domínio (como é feito para os demais protocolos Internet. Ex. ftp.domínio ) </li></ul>
  • 221. Exemplo de Chamada SIP
  • 222. SDP – Session Description Protocol – RFC 3264 <ul><li>Originalmente desenvolvido para descrever sessões multicast no MBone
  • 223. Descreve informações de sessões multimídia: </li><ul><li>Codificação da mídia
  • 224. Números de porta
  • 225. Endereços multicast </li></ul><li>Não negocia parâmetros de mídias
  • 226. Pode convidar pessoas ou até robôs (como um media storage server ) para uma conferência
  • 227. Suas mensagens trafegam encapsuladas em mensagens SIP </li></ul>
  • 228. Alguns Protocolos Relacionados <ul><li>RFC 3489 - STUN Simple Traversal of User Datagram Protocol (UDP) Through Network Address Translators (NATs)
  • 229. RFC 2974 – SAP Session Announcement Protocol (anúncio de conferências e sessões multicast -ainda experimental)
  • 230. H.350/RFC 3944 - Directory Services Architectures in Support of Multimedia Conferencing - Armazenamento de informações de conferências multimídia em serviços de diretório LDAP </li></ul>
  • 231. <ul><li>SIPPING – aplicação de SIP em vários contextos de telefonia e multimídia
  • 232. XCON – Protocolos para conferências centralizadas (preocupação com itens como autenticação, privacidade, permissão e combinação numa sessão)
  • 233. SIMPLE – SIP em aplicações IMP ( messaging e presence )
  • 234. AVT – Transporte de Áudio e Vídeo
  • 235. MMUSIC - Multiparty Multimedia Session Control – trata SDP e demais protocolos </li></ul>Grupos de Trabalho IETF Relacionados
  • 236. <ul><li>Alternativa criada pela comunidade Asterisk à SIP e H.323, mas não é um padrão reconhecido oficialmente
  • 237. Codificação binária
  • 238. Sinalização e mídia usam as mesmas portas (udp/4569) – fácil uso com NAT
  • 239. Interrompe a chamada no caso de ausência da outra parte
  • 240. O Asterisk suporta vídeo H.261 e H.263 através de canais IAX2 e SIP </li></ul>IAX – Inter Asterisk eXchange Protocol
  • 241. <ul><li>Vídeos grandes via WEB
  • 242. Aplicações interativas
  • 243. Distribuições de vídeo em larga escala ( webcasts )
  • 244. Melhor controle do que é visto e por quem
  • 245. Pode ser usado para replicar sessões de VCF em tempo real para outros usuário </li></ul>Streaming
  • 246. <ul><li>Protocolo de apresentação
  • 247. Controla a entrega sob demanda de dados real-time de áudio e vídeo – mas não carrega tráfego de A/V!
  • 248. Fontes destes dados podem ser registros ao vivo ou armazenados em mídias
  • 249. Suporta entregas em múltiplas sessões, permite a escolha de canais de entrega como UDP, multicast UDP, TCP e mecanismos baseados no RTP
  • 250. Adequado para distribuição de vídeo para a Internet e vídeo sob demanda </li></ul>RTSP – Real Time Streaming Protocol – RFC 2326
  • 251. <ul><li>Chamadas / Sessões </li><ul><li>Antes: somente voz
  • 252. Hoje: Voz + Vídeo + Messaging + ... </li></ul><li>VCF é mais um tipo de sessão como jogos em rede, messaging ou VoIP
  • 253. Herda o “modelo telefone” </li></ul>VCF em Redes de Pacotes
  • 254. <ul><li>Assunto complicado
  • 255. Servidores que oferecem o serviço de VCF sofrerão assim como os demais
  • 256. Registro/autenticação – contabilização
  • 257. Privacidade nas conversações
  • 258. Ainda não existe infraestrutura de administração para VCF </li></ul>Segurança em VCF sobre Redes de Pacotes
  • 259. <ul><li>Protocolos de Sinalização – como H.323, SIP e IAX
  • 260. Transporte de Mídia – normalmente RTP
  • 261. Protocolos de Suporte (redirecionamentos/localização, QoS, etc) - DNS, SDP, LDAP, TRIP, RSVP, COPS, MEGACO, Diameter/Radius, etc </li></ul>Protocolos para VCF em Redes de Pacotes
  • 262. <ul><li>Normalmente o estabelecimento da chamada e sua sinalização em geral é independente do fluxo de mídia que será gerado por ela
  • 263. A portas usadas pelos vários protocolos são distintas, de forma que seja difícil a associação de uma chamada com o fluxo de mídia
  • 264. Não há solução direta e simples
  • 265. Para Linux: existe um patch SIP/RTP para o netfilter </li></ul>O problema com NAT
  • 266. <ul><li>www.asterisk.org </li></ul><ul><li>www.gnugk.org </li></ul><ul><li>www.ekiga.org
  • 267. www.gnomemeeting.org </li></ul><ul><li>www.voxgratia.org
  • 268. www.openh323.org (antigo) </li></ul>Alguns Softwares Livres para VCF <ul><li>yate.null.ro </li></ul>
  • 269. <ul><li>VRVS ( Virtual Room Videoconferencing System) - www.vrvs.org
  • 270. AccessGrid - www.accessgrid.org
  • 271. OpenWengo - www.openwengo.com
  • 272. Skype - www.skype.org
  • 273. CuSeeMe - www.cuworld.com </li></ul>Alguns Serviços VCF na Internet
  • 274. <ul><li>Sistema de VCF de baixo custo disponível via Internet criado pela CalTech e CERN
  • 275. Limita banda nas VCF – 256 kbps
  • 276. Usa ferramentas do Mbone (vic, rat, etc) </li></ul>VRVS – Virtual Room Videoconferencing System <ul><li>Suporte clientes H.323, quickplayer e VNC
  • 277. Refletor: servidor que serve de ponte do usuário com uma sala virtual </li></ul>
  • 278. <ul><li>Serve como instrumento de divulgação e capacitação – inclusão social, redução do analfabetismo, formação profissional
  • 279. Exige capacidade para ter qualidade - custo!
  • 280. VCF já pode ser implementada mas com limitações sobre plataformas totalmente livres
  • 281. Atenção aos CODECs a serem usados! Patentes!
  • 282. FILME - http://uwtvproduction.org/convergence.html </li></ul>Observações Finais
  • 283. Questões?
  • 284. Site do Projeto CESMIC: www.cesmic.ucb.br Site Professor: www.ucb.br/prg/professores/maurot Stand FISL M06

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