Redes I - 1.Introdução às Redes de Comunicação de Dados

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Introdução às Redes de Comunicação de Dados

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  • No princípio pensava-se em migrar o protocolo de gerência Internet para a arquitetura OSI. Este projeto seria o CMOT: CMIP sobre TCP/IP, abandonado em função do sucesso do SNMP e a da dificuldade em se seguir os passos da arquitetura OSI.
  • Redes I - 1.Introdução às Redes de Comunicação de Dados

    1. 1. Introdução às Redes de Comunicação de Dados Prof. Mauro Tapajós
    2. 2. Por que se Usar Redes? <ul><li>Meio de comunicação (comunicação humana)
    3. 3. Compartilhamento de recursos com alta confiabilidade
    4. 4. Economia
    5. 5. Facilidades (Informação ajustada à demanda, sistemas de informação, entretenimento)
    6. 6. A geração e a transferência de informação é ponto crítico dos negócios de hoje
    7. 7. O fluxo de informação reflete e modela as estruturas das organizações, as redes viabilizam este processo </li></ul>
    8. 8. Por que se estudar Redes? <ul><li>Praticamente todos os sistemas de TI apresentam algum tipo de facilidade de rede
    9. 9. Rapidamente está se tornando parte da sociedade (como aconteceu com telefones, TV e rádio) – trabalho, entretenimento, comunidade, etc
    10. 10. Está em todos os lugares (no carro, escola, shoppings, lojas, etc)
    11. 11. Profissionais estudam como elas são, o que podem fazer, como funcionam e suas limitações – especialização </li></ul>
    12. 12. O que é uma Rede? <ul><li>É a infra-estrutura de hardware e software usada para transferir informação entre dois ou mais entidades
    13. 13. A interconexão pode ser feita através de qualquer meio físico que possa transmitir informação: </li><ul><li>Sinais em cabeamento de cobre
    14. 14. Fibras ótica através de emissores lasers
    15. 15. Microondas
    16. 16. Links de satélite, etc </li></ul></ul>
    17. 17. Impacto para as Pessoas <ul><li>Acesso à informação a qualquer hora
    18. 18. Comunicação pessoal e em grupo (e-mail, chats, encontros, aulas à distância, etc)
    19. 19. Cria e mantém novas comunidades (salas de bate-papo, newsgroups, grupos com interesses em comum)
    20. 20. Segue a linha de tecnologias que pretendem reduzir os problemas com tempo e distâncias (estradas de ferro, TV, automóveis, aviões, etc) – facilidades para as pessoas
    21. 21. Este fluxo de informação é normalmente livre de censura e controle – Por exemplo: a Internet apresenta um espelho da própria sociedade (tudo de bom e tudo de ruim pode ser encontrado)
    22. 22. As mudanças previstas ainda estão em estágio primário (comércio, serviços, entretenimento, socialização) </li></ul>
    23. 23. Impacto para Empresas <ul><li>Compartilhamento de recursos (fim da tirania da posição geográfica!) - disponibiliza programas, equipamentos e dados para qualquer um
    24. 24. Vastas redes de serviços já instaladas e disponíveis (rede telefônica, rádio, televisão, satélites, etc)
    25. 25. Computadores interconectados formam redes que mudaram e estão mudando a forma como se trata a informação e como se aplica isso nas atividades das empresas
    26. 26. Tecnologia chave para adquirir vantagem competitiva </li></ul>
    27. 27. O que é a Comunicação Digital? <ul><li>A informação pode ser codificada (e medida) por um conjunto de símbolos
    28. 28. Em redes de comunicação de dados, os símbolos usados para codificar e transferir informação são 0’s e 1’s, assim como os computadores digitais
    29. 29. Estas redes basicamente são capazes de transmitir 1’s e 0’s de forma transparente, sem se preocupar com o que eles significam </li></ul>
    30. 30. Modelo de Comunicação
    31. 31. Alguns Tipos de Informação Digital <ul><li>Dados (textos, e-mail, dados de aplicação)
    32. 32. Voz
    33. 33. Imagem
    34. 34. Vídeo </li></ul><ul><li>Todo o tipo de informação pode ser digitalizado, manipulado e enviado por redes e computadores digitais </li></ul>
    35. 35. O Ciclo da Comunicação Digital <ul><li>Codificação : a informação codificada num conjunto de bits e bytes (ex.: formatos jpg para imagens, mp3 para áudio, MIME para correio eletrônico, ASCII para texto, etc)
    36. 36. Processamento : os computadores digitais manipulam e tratam a informação em formato digital (ex.: aplicações e programas)
    37. 37. Transmissão : as redes de comunicação digital transmitem e recebem os bits referentes à informação (ex.: Internet) </li></ul>
    38. 38. Aspectos de Redes <ul><li>Projeto da Rede
    39. 39. Gerência da Rede
    40. 40. Segurança da Rede
    41. 41. Aplicações de rede
    42. 42. Serviços que irão ser disponibilizados nesta rede – Negócios que serão gerados! </li></ul>
    43. 43. Modelo Básico de Comunicação de Dados
    44. 44. Aspectos da Transmissão da Informação <ul><li>O uso de sinais eletromagnéticos para “carregarem” a informação (dramaticamente estendem o alcance da comunicação)
    45. 45. Meio de Transmissão (cabos, fibras óticas, ar livre, etc)
    46. 46. Técnicas de Comunicação (codificações, interfaces de comunicação, protocolos)
    47. 47. Eficiência na Transmissão (multiplexação, compressão)
    48. 48. Largura de banda – capacidade de transmissão de informação de um canal </li></ul>
    49. 49. Itens que demandaram maior evolução das redes <ul><li>Inicialmente as redes eram compostas basicamente por links de comunicação ligando diretamente alguns sistemas
    50. 50. Começou a ficar custoso ligar todos os equipamentos (aparecimento da tecnologia de redes multiponto) </li><ul><li>Acesso a storage externo
    51. 51. DB
    52. 52. Uso extensivo de correio eletrônico e recursos computacionais remotos
    53. 53. Aumento da confiabilidade de recusos computacionais </li></ul></ul>
    54. 54. Conceitos Importantes <ul><li>Canal de comunicação
    55. 55. Topologia de Rede
    56. 56. Interfaces de Rede
    57. 57. Protocolos de comunicação – PDU's
    58. 58. Host
    59. 59. Aplicação de Rede
    60. 60. Serviços de Rede – Primitivas de serviço (operações)
    61. 61. Serviço orientado a conexão e não-orientado
    62. 62. Sistemas Distribuídos
    63. 63. Comutação </li></ul>
    64. 64. Elementos de uma Rede <ul><li>Terminais, Workstations , Computadores e outros dispositivos (caixas de auto-atendimento, máquinas de compra por cartão de crédito, etc)
    65. 65. Meio de Transmissão – caminho por onde a informação irá seguir
    66. 66. Dispositivos de rede – equipamentos intermediários para encaminhar a informação enviada da origem para o destino </li></ul>
    67. 67. Redes Multiponto
    68. 68. Modos de Transmissão da Informação Simplex : neste modo, os dados estão fluindo em um único sentido de uma direção. Ex.: Sinais de uma estação de rádio AM, FM e de um canal de TV. Half-Duplex : neste modo, os dados fluem em ambos os sentidos, porém não simultaneamente. Ex.: rádio-amador e walkie-talkie
    69. 69. Modos de Transmissão da Informação Full-Duplex: é caracterizado pelos dados fluindo em ambos os sentidos de propagação simultaneamente. Ex.: Telefonia.
    70. 70. Endereços em Redes <ul><li>Pontos finais e intermediários nas redes necessitam ser especificados
    71. 71. Tipos de endereços </li><ul><li>Unicast
    72. 72. Broadcast
    73. 73. Multicast </li></ul></ul>
    74. 74. Latência <ul><li>É o tempo que leva uma mensagem para ir de um ponto a outro dentro da rede
    75. 75. Round-trip time (RTT) é o tempo que leva para se chegar a um ponto e receber o retorno
    76. 76. Componentes: </li><ul><li>Processing overhead / Software overhead – mais impacto em links de altas taxas
    77. 77. Tempo de Transmissão – depende de largura de banda e tamanho da mensagem
    78. 78. Atraso de Propagação – tempo de viagem do sinal no meio
    79. 79. Atraso de enfileiramento – tempo de espera na fila de processamento </li></ul></ul>
    80. 80. Produto Latência X Largura de Banda <ul><li>Fator de projeto de protocolos
    81. 81. Determina o tamanho do “tubo” de transmissão </li></ul>
    82. 82. Tipos de Comutação ( switching ) <ul><li>Define como a informação é encaminhada pela rede
    83. 83. Cada nós da rede deve saber como orientar o fluxo de dados para que o mesmo chegue ao seu destino
    84. 84. Quanta informação e procedimento será de responsabilidade da rede e quanto será de responsabilidade dos sistemas finais </li></ul>
    85. 85. Comutação por circuitos <ul><li>Estabelece um circuito físico dedicado à conversação
    86. 86. Necessita de pré-conexão antes de qualquer transmissão </li></ul>
    87. 87. Comutação por Circuito <ul><li>Uma mensagem de controle cria um caminho da origem para o destino
    88. 88. É retornada uma confirmação do circuito estabelecido para a origem indicando que a transmissão pode prosseguir
    89. 89. Se inicia a troca de dados
    90. 90. Todo o caminho fica alocado para a troca de dados (usado ou não)
    91. 91. Quando não houver mais troca de dados, o circuito é desfeito, liberando os recursos alocados </li></ul>
    92. 92. Estabelecimento de Conexão
    93. 93. Comutação por Circuito Time A B C D Data Call accept signal Call request signal Data Transmission Time Propagation Delay Transmission Delay
    94. 94. Comutação por Pacotes <ul><li>Comutação do tipo “ Store and Forward ”
    95. 95. As mensagens da aplicação são divididas em estruturas chamadas “pacotes”
    96. 96. Cada pacote é enviado de forma independente
    97. 97. Não define um circuito físico dedicado
    98. 98. Define rotas entre os dois pontos a se comunicarem
    99. 99. As rotas são analisadas pelos equipamentos de comutação que enviam os pacotes na “direção” certa
    100. 100. Em caso de falhas na rede, pode-se utilizar rotas alternativas de forma dinâmica </li></ul>
    101. 101. Comutação por Pacotes Time A B C D Pkt 1 Pkt 2 Pkt 3 Pkt 1 Pkt 2 Pkt 3 Pkt 1 Pkt 2 Pkt 3 Transmission Delay Header
    102. 102. Rede Baseada em Datagramas
    103. 103. Dados Gerados e Recebidos por Aplicações
    104. 104. Comparação
    105. 105. Circuitos Virtuais <ul><li>São uma “emulação” de um circuito real (permanente ou não) sobre uma rede de pacotes </li></ul>
    106. 106. Rede baseada em Circuitos Virtuais
    107. 107. Temporização para cada tipo de Comutação
    108. 108. Intensidade de Tráfego La/R L -> número médio de bits num pacote (bits) a -> taxa média de chegada dos pacotes (pacotes/seg) R -> taxa de transmissão (bits/seg) Quando a intensidade se aproxima de 1 -> atraso média na fila tende a infinito
    109. 109. Arquitetura Cliente-Servidor
    110. 110. Arquitetura Cliente-Servidor
    111. 111. Arquitetura P2P <ul><li>Não é baseada em servidores centralizados (serviço centralizado)
    112. 112. Utiliza recursos disponíveis existentes nas “pontas” das redes (classificados como clientes – como PCs ligados na Internet por exemplo)
    113. 113. Neste contexto, é um ambiente de conectividade instável e de endereçamento inexato
    114. 114. No início, a Internet era composta por poucas máquinas que sempre estariam disponíveis, logo as característica de conectividade eram permanentes. Hoje não é mais assim. </li></ul>
    115. 115. Padrões <ul><li>Necessários para permitir a interoperabilidade entre equipamentos e sistemas
    116. 116. Vantagens </li><ul><li>Garantem um grande mercado para equipamentos e software
    117. 117. Permitem que equipamentos de diferentes fabricantes “conversem” </li></ul><li>Desvantagens </li><ul><li>“ Congelam” a tecnologia
    118. 118. Podem existir vários padrões para a mesma coisa </li></ul></ul>
    119. 119. Órgão Padronizador da Internet - IAB <ul><li>IAB ( Internet Architecture Board )
    120. 120. Desde 1970 este comitê guia a evolução da Internet
    121. 121. O IAB supervisiona o processo de desenvolvimento dos protocolos da Internet
    122. 122. Centraliza esforços nas áreas de interesse e necessidade
    123. 123. Decide quando um protocolo está pronto para se tornar um padrão da Internet </li></ul>
    124. 124. Padronização Internet <ul><li>IETF - Internet Engineering Task Force - Realiza realmente o trabalho de pesquisa e testes das novas tecnologias
    125. 125. É composto de pesquisadores, modeladores, gente com experiência operacional e engenheiros de fabricantes organizados em grupos de trabalho ( workgroups )
    126. 126. A coordenação do IETF é realizada pelo IESG (Internet Engineering Steering Group)
    127. 127. Padrões Internet são de domínio publico </li></ul>
    128. 128. Padronização Internet <ul><li>RFC’s - Request for Comments - Série de documentos numerados que padronizam/informam os protocolos Internet
    129. 129. Existem RFC’s que descrevem os mais diversos assuntos
    130. 130. Uma RFC candidata a padrão deve seguir um processo que culminará com a sua adoção pelo IAB como documento padronizador </li></ul>
    131. 131. Caminho dos documentos até a sua padronização no IAB RFC 2026
    132. 132. Padronização ISO <ul><li>ISO ( International Organization for Standardization ) - Órgão internacional que promove progresso cooperativo nas áreas de ciência e tecnologia
    133. 133. OSI ( Open Systems Interconnect ) - Grupos de trabalho dentro da ISO que são muito influentes no mundo da comunicação de dados.
    134. 134. O modelo OSI é familiar a todos envolvidos em redes de comunicação
    135. 135. Muitos protocolos foram padronizados sob a bandeira OSI </li></ul>
    136. 136. ITU-T International Telecommunication Union <ul><li>Antes conhecido como CCITT
    137. 137. Função: padronizar as tecnologias envolvidas em Telecomunicações
    138. 138. Componentes: representantes de países, operadoras de telecomunicações privadas, organizações regionais, fabricantes, comunidades científicas e outros.
    139. 139. Os padrões são chamados “recomendações” </li></ul>
    140. 140. Alguns Padrões ITU-T Relacionados <ul><li>Series D - Principles of charging and accounting
    141. 141. Series E: PSTN, numbering and routing, service quality, network management;
    142. 142. Series G: Analog and digital transmission systems;
    143. 143. Series M: Maintenance;
    144. 144. Series O: Measurement equipment;
    145. 145. Series P: Telephony transmission quality;
    146. 146. Series Q: Switching, value-added services, signalling systems Nos. 4, 5, 6 and 7, R1 and R2, TCAP, IN; and
    147. 147. Series V: Data communications over the PSTN </li></ul>
    148. 148. Outros Órgãos
    149. 149. Por que existem tantos padrões e órgãos padronizadores? <ul><li>Múltiplas Tecnologias
    150. 150. Diferentes focos e ênfases. Exemplos: </li><ul><li>Telecomunicações e Telefonia </li><ul><li>Telebrás, ITU-T, ISO/OSI, ATM </li></ul><li>Computadores e LAN’s (local area networks) </li><ul><li>IETF, IEEE </li></ul><li>Sistemas e Storage </li><ul><li>ANSI, fabricantes </li></ul></ul></ul>
    151. 151. Modelos de Referência
    152. 152. Modelos de Referência <ul><li>A comunicação em rede é muito complexa
    153. 153. Os modelos criam um entendimento melhor dos problemas de redes
    154. 154. Para isso, utilizam um modelo de camadas e hierarquias de protocolos para dividir as várias funcionalidades desejadas numa rede
    155. 155. É uma abordagem com separação das operações – cada camada implementa um serviço </li><ul><li>Pode-se ter diferentes fabricantes oferecendo produtos para diferentes camadas (por exemplo: roteadores, servidores WEB)
    156. 156. O teste e manutenção é facilitado
    157. 157. É fácil se mudar uma implementação usada numa camada por outra </li></ul></ul>
    158. 158. Hierarquia de Camadas e Protocolos <ul><li>O uso de camadas esconde a complexidade de todo o sistema
    159. 159. Cada camada utiliza serviços oferecidos pela camada de baixo
    160. 160. Cada camada precisa de um protocolo próprio para se comunicar com sua correspondente do outro lado
    161. 161. Para oferecer serviços, as camadas especificam um Interface para a camada de cima </li></ul>
    162. 162. Modelo de Camadas
    163. 163. Vantagens no Uso de Abstrações em Camadas <ul><li>Encapsulamento dos dados – as estruturas e algoritmos numa camada não são visíveis para as demais
    164. 164. Permite a decomposição de um sistema complexo em partes menores - melhor compreensão do mesmo
    165. 165. O sistema pode evoluir por que as camadas podem ser trocadas (desde que a interface não mude) </li></ul>
    166. 166. Vantagens no Uso de Abstrações em Camadas <ul><li>Implementações alternativas de uma determinada camada podem coexistir
    167. 167. Uma camada pode ser omitida se algum ou todos os seus serviços não forem necessários
    168. 168. Implementações mais estáveis são possíveis por que cada camada pode passar por procedimentos independentes de teste </li></ul>
    169. 169. Desvantagens no Uso de Abstrações em Camadas <ul><li>Algumas funções realmente exigem trabalhar em vários níveis de camadas (gerenciamento de rede)
    170. 170. Camadas mal concebidas podem gerar implementações complexas e difíceis
    171. 171. Podem haver penalidades em termos de performance devido ao excesso de camadas (por exemplo: várias operações de cópia de memória para memória)
    172. 172. O design de uma camada N+1 pode ser afetado pelas propriedades de uma nova camada N </li></ul>
    173. 173. Princípios Usados no Modelo OSI <ul><li>Uma camada deve ser criada onde um nível diferente de abstração (funcionalidades) for necessário
    174. 174. Cada camada deve executar uma função bem definida
    175. 175. As fronteiras entre camadas devem ser criadas de forma a minimizar o fluxo de informações através das interfaces
    176. 176. O número de camadas deve ser tal que consiga distinguir funções sem a necessidade de comprimi-las em poucas camadas porém não gere um modelo irrealizável de muitas camadas </li></ul>
    177. 177. Nomenclatura OSI
    178. 178. Modelo de Referência OSI
    179. 179. Modelo de Referência OSI
    180. 180. Camada Física <ul><li>Define a representação dos bits
    181. 181. Transmite efetivamente os bits (informação “crua”)
    182. 182. Preocupações com as características físicas
    183. 183. Adapta o sinal ao meio de transmissão
    184. 184. Define o formato e a pinagem dos conectores
    185. 185. Estabelece a taxa de bits (bps – bits por segundo) e links físicos de comunicação
    186. 186. Monitora atrasos de transmissão
    187. 187. Estabelece a interface física entre dispositivos </li></ul>
    188. 188. Camada de Enlace de Dados <ul><li>Comunicação confiável entre pontos adjacentes dentro da mesma tecnologia de rede
    189. 189. Define os quadro e seus limites
    190. 190. Detecta erros com quadros perdidos, danificados e duplicados, e age de acordo
    191. 191. Controle de fluxo - diferentes velocidades
    192. 192. Controle de sequência de quadros
    193. 193. Controla o acesso ao meio
    194. 194. Em suma: a camada de enlace oferece para a camada de rede um serviço de link de comunicação sem erros </li></ul>
    195. 195. Tecnologias de Rede <ul><li>Normalmente quando se fala em tecnologia de rede, nos referimos à que tipo de sistema de transmissão físico que é usado na rede em questão
    196. 196. As camadas físicas e de enlace de dados compõem esta estrutura básica de transmissão numa rede de comunicação de dados e podem variar bastante em função das características da rede e do seu alcance </li></ul>
    197. 197. Camada de Rede <ul><li>Controla a operação da rede fim-a-fim
    198. 198. Implementa um esquema de endereçamento global
    199. 199. Constrói o pacote a ser enviado
    200. 200. Roteamento
    201. 201. Controle de congestionamento
    202. 202. Mecanismos de prioridades
    203. 203. Funções de contabilização (pacotes)
    204. 204. Permite que redes heterogêneas sejam conectadas </li></ul>
    205. 205. Camada de Rede – Operação fim-a-fim
    206. 206. Camada de Transporte <ul><li>Pode garantir a entrega dos dados entre aplicações (confiabilidade)
    207. 207. Controle de sequência de segmentos
    208. 208. Controle de fluxo de mensagens
    209. 209. Endereçamento final entre processos em execução
    210. 210. Permite a comunicação entre aplicações
    211. 211. Provém facilidades como multiplexação sobre um única conexão de rede </li></ul>
    212. 212. Camada de Sessão <ul><li>Mensagens de aplicações geralmente são parte de uma transação maior chamada de sessão
    213. 213. Serviços de estabelecimento de sessão gerenciamento direitos de acesso
    214. 214. Localiza os serviços de rede para um usuário
    215. 215. Gerencia diálogos entre aplicações
    216. 216. Sincronização de aplicações (exemplo: falha numa transferência de arquivos)
    217. 217. Agrupa as várias conexões de usuário num único contexto de sessão </li></ul>
    218. 218. Camada de Apresentação <ul><li>Reconhece os vários tipos de dados
    219. 219. Define a sintaxe e a semântica dos dados sendo transmitidos
    220. 220. Converte códigos (tipos de dados, por exemplo: ASCII to Unicode, LSB less-significant-bits para MSB more-low-significant-bits )
    221. 221. Serviços de criptografia de dados
    222. 222. Serviços de compressão de dados </li></ul>
    223. 223. Camada de Aplicação <ul><li>Suporte às aplicações de usuário
    224. 224. Função específica
    225. 225. Define a qualidade do serviço
    226. 226. Identifica os parceiros da comunicação entre aplicações semelhantes
    227. 227. Não existe modelo padronizado fixo para aplicações, mas ele existem (cliente/servidor – P2P, RPC, MPI – passagens de mensagens, etc) </li></ul>
    228. 228. Modelos OSI e Modelo TCP/IP
    229. 229. Modelo OSI <ul><li>Ainda um excelente modelo para conceituar e entender as arquiteturas de protocolos
    230. 230. Oferece escolha dos serviços (confiável ou não) na camada de rede
    231. 231. Pontos de controvérsia: existência de camadas de sessão e apresentação
    232. 232. Camada de enlace de dados “sobrecarregada” (2 subcamadas LLC e MAC)
    233. 233. Serviços que podem se repetir pelas camadas: controle de erros e fluxo
    234. 234. Serviços importantes que não tiveram a atenção devida: segurança dos dados e gerenciamento </li></ul>
    235. 235. Modelo TCP/IP <ul><li>Veio depois dos protocolos
    236. 236. Uma boa implementação inicial (Berkeley UNIX)
    237. 237. Alguns dos seus protocolos não foram bem pensados
    238. 238. Oferece escolha dos serviços (confiável ou não) na camada de transporte
    239. 239. Não define bem redes diferentes das redes TCP/IP - não é genérico
    240. 240. Englobou as 2 primeiras camadas numa única </li></ul>
    241. 241. Modelo TCP/IP Application Protocol Transport Protocol (TCP) Application Layer Transport Layer Network Layer Host-to- Net Layer Host A Host B Application Layer Transport Layer Network Layer Host-to- Net Layer Network Layer Host-to- Net Layer Network Layer Host-to- Net Layer IP IP IP
    242. 242. Comparação dos Modelos OSI e TCP/IP
    243. 243. Encapsulamento <ul><li>Cada camada possui o seu PDU ( Protocol Data Unit )
    244. 244. Trata PDU’s de outras camadas de forma transparente (nao olha dentro ou abre o PDU)
    245. 245. Ao enviar o seu PDU, agrega ao PDU da camada superior informações necessárias para o funcionamento do seu protocolo (cabeçalhos – headers )
    246. 246. Ao receber o seu PDU, retira as informações do cabeçalho, intepreta as mesmas e encaminha os dados para a camada superior </li></ul>
    247. 247. Encapsulamento Application Layer Presentation Layer Session Layer Transport Layer Network Layer Data Link Layer Physical Layer Data Data AH Data PH Data SH Data TH Data NH Data DH DT Data PH
    248. 248. Nomes comuns dos PDU’s <ul><li>Mensagens ( messages ) - Aplicação
    249. 249. Segmentos ( segments ) - Transporte
    250. 250. Pacotes ( packets ) - Rede
    251. 251. Células ( cells ) - ATM
    252. 252. Quadros ( frames ) – Enlace de dados </li></ul>
    253. 253. LAN - Local Area Network <ul><li>Costumam pertencer a um único proprietário
    254. 254. Normalmente utilizam meio compartilhado (um cabo/equipamento no qual todas as estações estão conectadas)
    255. 255. As distâncias não passam de poucos kilômetros e a taxa de transmissão é alta com baixos atrasos
    256. 256. Baseada em locais limitados geograficamente (empresas, campus, ...) </li></ul>
    257. 257. <ul><li>Antes, comunicação de dados remota era somente oferecida por conexões com modems via rede telefônica tipicamente de 9600 bps
    258. 258. Hoje, as redes WAN atravessam longas distâncias, normalmente conectando cidades ou países
    259. 259. Compostas por linhas de transmissão e equipamentos de comutação de pacotes
    260. 260. Usadas primariamente para interconectar redes separadas por grandes distâncias
    261. 261. Sua topologia não muda com a mesma frequência que as LAN's </li></ul>WAN - Wide Area Network
    262. 262. LAN's, MAN's e WAN's
    263. 263. Redes Wireless <ul><li>Utilizam como meio de transmissão o espaço aberto (ondas eletromagnéticas irradiadas) – sem fios ou cabos
    264. 264. Presentes em vários tipos de redes (celular, LAN’s, links remotos, etc)
    265. 265. Podem ter alcances longos ou limitados dependendo da aplicação
    266. 266. Podem atender a vários tipos de demandas de serviço
    267. 267. Exigem cuidados diferenciados por se tratar de um meio de transmissão não-confinado (uso de frequências, potências de transmissores, tipos de antenas, tempo de baterias, segurança, etc) </li></ul>
    268. 268. O que é a Tecnologia Internet? <ul><li>É uma rede de redes interconectadas que utiliza tecnologia de protocolos TCP/IP
    269. 269. Premissas: </li><ul><li>Escalabilidade – mecanismos e protocolos devem funcionar com vários tipos de redes e tamanhos
    270. 270. Inserção gradual de novos protocolos – facilidade de agregar novidades
    271. 271. Heterogeneidade – diferentes tecnologias coexistindo
    272. 272. Algumas funções somente são implementadas nos hosts (não na própria rede) – por exemplo: serviços WWW </li></ul></ul>
    273. 273. Nascimento da Internet <ul><li>1958 – Criação da ARPA ( Advanced Research Projects Agency ) do DoD ( Department of Defense ) para alavancar o desenvolvimento de tecnologias em resposta ao lançamento do Sputnik pela URSS
    274. 274. 1969 – O DoD cria uma rede de computadores (primeira rede de pacotes) para a ARPA (ARPANET) para ajudar os cientistas do governo a se comunicarem e trocarem informações
    275. 275. Originalmente a idéia era permitir que os pesquisadores se logassem e rodassem programas remotamente, mas logo se transformou numa ferramenta de troca de informações através de troca de arquivos, correio eletrônico e listas de discussão </li></ul>
    276. 276. Nascimento da Internet <ul><li>1970 - ARPA se tornou DARPA ( Defense Advanced Research Projects Agency ) e a ARPANET se tornou a DARPANET
    277. 277. 1980 – A DARPANET cresce e outras redes não-ARPA são interconectadas. É percebida a necessidade de novos protocolos que suportem a nova infra-estrutura. Isto levou ao desenvovimento da suite TCP/IP
    278. 278. 1983 – A DARPANET é dividida em DARPANET e MILNET ( Military Network )
    279. 279. A Internet surge ao se definir que todos os hosts nestas redes utilizem TCP/IP </li></ul>
    280. 280. Evolução da Internet <ul><li>1986 – A NFS ( National Science Foundation ) se junta à Internet através de sua rede NSFNET que liga vários centros nacionais de supercomputação para dar suporte à pesquisa
    281. 281. O Backbone NSFNET agregou várias redes que conectam WAN’s ligando universidades, governo e instituições de pesquisa em todo o mundo
    282. 282. 1990 – A ARPANET foi desmontada e a NSFNET e a MILNET se tornam o backbone da Internet mundial que cada vez mais tem outras redes conectadas </li></ul>
    283. 283. Evolução da Internet <ul><li>Idéia principal - uma rede que suportasse a perda de um ou mais pontos
    284. 284. Crescimento exponencial: aceitação rápida pelas facilidades tecnológicas e depois pelas oportunidades comerciais e de negócios on-line
    285. 285. Aplicações possíveis: navegação WEB, e-mails, terminais remotos, troca de arquivos, chat, etc...
    286. 286. A Internet foi uma implementação do TCP/IP para a versão BSD do sistema UNIX muito usado pelas universidades na época
    287. 287. Operadoras e provedores podem cobrar taxas relacionadas com instalação e uso de linhas de comunicação mas a utilização da Internet é livre </li></ul>
    288. 289. Conectividade da Internet - 1997
    289. 290. “ Players ” na Internet <ul><li>Usuários </li><ul><ul><li>Todos que estão ligados
    290. 291. Utilizações diversas – trabalho, lazer, etc </li></ul></ul><li>Provedores de Serviço (acesso) </li><ul><ul><li>Administram e vendem o acesso à Internet </li></ul></ul><li>Provedores de Conteúdo </li><ul><ul><li>Empresas e serviços disponibilizados através da Internet </li></ul></ul><li>Operadoras de Telecomunicações </li><ul><ul><li>Montam e oferecem os serviços de telecomunicações necessários à comunicação com a rede Internet </li></ul></ul></ul>
    291. 292. Conexão com a Internet <ul><li>Usuários finais se conectam através dos serviços de um provedor de acesso (acesso discado, ADSL, etc)
    292. 293. Empresas normalmente tem contratos de acesso à Internet para suas redes com grandes provedores/operadoras (circuitos dedicados) </li></ul>
    293. 294. Exemplos de Aplicações Internet <ul><li>Correio Eletrônico
    294. 295. Terminal Remoto
    295. 296. Transferência de Arquivos
    296. 297. Newsgroups
    297. 298. Compartilhamento de Arquivos
    298. 299. Distribuição de Recursos
    299. 300. WWW - World Wide Web
    300. 301. Vídeo-conferência
    301. 302. Jogos online </li></ul>

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