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Saudação<br />Agradecimento<br />Felicitação<br />Porque a solução para os graves problemas que atravessamos não está fora...
Com isto quero afirmar que as soluções, neste momento, não estão nas agências centrais. As agências centrais (algumas dela...
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Uma análise breve do contexto político e organizacional<br />A gramática da acção directiva<br />Saídas possíveis (embora ...
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Um contexto paradoxal:<br />Hipercentralização do comando<br />Hipercentralização da gestão dos recursos<br />Desconexão e...
E estas linhas de acção são tanto mais interpelantes quando havia sinais (ainda que débeis e a precisar de confirmação) de...
Um contexto depressivo:<br />menos remuneração<br />menos apoio na acção<br />menos recursos<br />mais complexidade na ges...
E esta última questão é talvez a questão maior: <br />Como mobilizar os professores para uma acção comprometida com a melh...
Uma ameaça de burnoutprofissional e organizacional <br />(aliás, as escolas tendem a ser no actual contexto quase-organiza...
Ora, nestes contextos muito difíceis, caóticos, desesperantes, temos de procurar soluções. <br />Como disse já, procurar n...
Antes de as procurarmos, algumas notas sobre a gramática da acção directiva: <br />i) a dupla legitimidade (local/eleitora...
(as vontades, os saberes, os poderes – o exercício de procura)<br />..apresentaçõesApresentaçõespptA caixa de fósforos.ppt...
Unidade na acção. Reforço dos mecanismos de comunicação, entreajuda, cooperação entre directores. Criação de um fundo de a...
5) Perguntar o menos possível (AC…), afirmar o princípio da realidade…Entre o mundo do sistema e o mundo da vida (Habermas...
10) Activar a presença dos dispositivos de representação (conselho de escolas) e mediatizar as posições e as disposições d...
..apresentaçõesApresentaçõespptO Síndrome da rã fervida.ppt<br />Uma prevenção<br />
..apresentaçõesApresentaçõespptA pedra no caminho.ppt<br />Um conselho <br />
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http://terrear.blogspot.com/<br />jalves@porto.ucp.pt<br />
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Encontro nacional directores

  1. 1. Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas PúblicasEncontro de Lisboa, 15 de Janeiro de 2011<br />Ser Director na Escola Pública:  Como sair dos labirintos?<br />José Matias Alves<br />(Universidade Católica Portuguesa)<br />
  2. 2. Saudação<br />Agradecimento<br />Felicitação<br />Porque a solução para os graves problemas que atravessamos não está fora de nós. O nós são os directores, os líderes intermédios, os professores – as comunidades educativas.<br />Palavras iniciais<br />
  3. 3. Com isto quero afirmar que as soluções, neste momento, não estão nas agências centrais. As agências centrais (algumas delas) são a fonte dos nossos problemas educativos e organizacionais. Não as podemos extinguir ou ignorar. Mas seria estratégico não as sobrevalorizar. E encontrarmos no meio de nós o querer, o saber e o poder que possibilite algumas saídas dos labirintos.<br />
  4. 4. ..apresentaçõesSacudindoaTerra.pps<br />Uma história metáfora…<br />
  5. 5. Uma análise breve do contexto político e organizacional<br />A gramática da acção directiva<br />Saídas possíveis (embora precárias e difíceis) do labirinto<br />(método: exposição/diálogo|| exposição + debate)<br />organização<br />
  6. 6. Pedi à organização uma lista de problemas e constrangimentos. Chegou-me, ontem, uma lista de 22 (e dizia a autora que poderia continuar pela noite dentro). Há um denominador comum nessa lista: economicismo (o fim da acção educativa não é educar, mas reduzir custos); desconfiança e desautorização de quem realiza grande parte das promessas educativas. Esta ordem não pode ser aceite sem reclamação e protesto. E sem procura de alternativas.<br />Confissão<br />
  7. 7. Um contexto paradoxal:<br />Hipercentralização do comando<br />Hipercentralização da gestão dos recursos<br />Desconexão e ambiguidade entre fins/meios/decisões (no próprio palco – ou palcos – dos poderes centrais) – arena política<br />Desautorização e desconfiança<br />Retórica da autonomia que só é de responsabilidade e de prestação de contas<br />Contextos<br />
  8. 8. E estas linhas de acção são tanto mais interpelantes quando havia sinais (ainda que débeis e a precisar de confirmação) de melhoria de resultados, de altos níveis de satisfação quanto à relação pedagógica e aos ambientes de aprendizagem (PISA, 2010)<br />
  9. 9. Um contexto depressivo:<br />menos remuneração<br />menos apoio na acção<br />menos recursos<br />mais complexidade na gestão das exigências dos muitos públicos escolares<br />mais dependências e limitações<br />mais dificuldade em mobilizar as comunidades educativas para a acção.<br />
  10. 10. E esta última questão é talvez a questão maior: <br />Como mobilizar os professores para uma acção comprometida com a melhoria dos processos e dos resultados educativos? Como gerar a confiança entre pares quando ela está a ser minada por múltiplos factores?<br />
  11. 11. Uma ameaça de burnoutprofissional e organizacional <br />(aliás, as escolas tendem a ser no actual contexto quase-organizações, pois começam a não ter identidade, autonomia, capacidade de decisão… quase tudo se passando fora de si mesmas..)<br />De esgotamento…<br />
  12. 12. Ora, nestes contextos muito difíceis, caóticos, desesperantes, temos de procurar soluções. <br />Como disse já, procurar no meio de nós. Reacendendo, nestes contextos críticos, as promessas e as práticas de comunidades educativas fortalecidas pelas adversidades.<br />
  13. 13. Antes de as procurarmos, algumas notas sobre a gramática da acção directiva: <br />i) a dupla legitimidade (local/eleitoral e a que advém de ser também mandatário do poder central)<br />ii) o ser obrigado a resolver os problemas da realidade e a cumprir a teia de normas legais (e para-legais)<br />iii) o estar entre a espada e a parede<br />Iv) o estar solitário numa terra de ninguém<br />Gramática de acção directiva<br />
  14. 14. (as vontades, os saberes, os poderes – o exercício de procura)<br />..apresentaçõesApresentaçõespptA caixa de fósforos.pptx<br />As saídas possíveis (12)<br />
  15. 15. Unidade na acção. Reforço dos mecanismos de comunicação, entreajuda, cooperação entre directores. Criação de um fundo de apoio à acção directiva.<br />Empowermentna acção directiva. Reforço da inserção territorial em termos políticos (Assembleias municipais, CME…), sociais e empresariais<br />Reforço da unidade organizacional. Reforço dos mecanismos de escuta (escutatória), comunicação, interacção. <br />Reforço das dinâmicas de construção da comunidade educativa (exigência, solidariedade, suporte, confiança)<br />
  16. 16. 5) Perguntar o menos possível (AC…), afirmar o princípio da realidade…Entre o mundo do sistema e o mundo da vida (Habermas, Sergiovanni…) , resistir à colonização e afirmar que o sistema tem de servir o mundo da vida, isto é, as necessidades das pessoas… <br />6) Afirmação da legitimidade eleitoral/local, quando entra em conflito com a legitimidade estatal…<br />7) Incremento das lideranças intermédias das organizações escolares; multiplicar os poderes e as responsabilidades e os compromissos…<br />8) Promoção de múltiplas dependências locais que podem significar mais autonomia e capacidade de acção<br />9) Saber quem são os nossos aliados naturais: os alunos, os pais, os professores, os representantes da comunidade local… e agir em conformidade.<br />
  17. 17. 10) Activar a presença dos dispositivos de representação (conselho de escolas) e mediatizar as posições e as disposições das escolas<br />11) Agir (nas várias sedes em que estamos presentes) contra a obsessão agrupamentalque tende a ser comandada pela mera racionalidade económica e esquece a especifidade das organizações educativas; <br />12) Construir alianças com instituições do ensino superior que podem ter outro poder de promoção do empowermentorganizacional e outra capacidade de influência junto das agências locais e centrais; <br />
  18. 18. ..apresentaçõesApresentaçõespptO Síndrome da rã fervida.ppt<br />Uma prevenção<br />
  19. 19. ..apresentaçõesApresentaçõespptA pedra no caminho.ppt<br />Um conselho <br />
  20. 20. ..apresentaçõesApresentaçõespptSOS.ppt<br />Uma (quase) certeza<br />
  21. 21. http://terrear.blogspot.com/<br />jalves@porto.ucp.pt<br />

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