Como evitar o mico da grafia 2
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Como evitar o mico da grafia 2 Presentation Transcript

  • 1. estrangeiros). Principalmente, o mento proativo", por exemplo, si-Como caso mostra como denunciamos quem somos pelo modo como nos expressamos. A imagem que espe- ramos imprimir sobre nós mesmos está, sempre, ligada à forma co- naliza que compartilha o universo de referência dos treinamentos em- presariais e "entrega" o jogo sobre .,1 quem é. Pode fazer isso de forma de- .•.. liberada, consciente. Em boa parte Micos·.de glafia souívoco Advinhar CORREÇÃO Adiviriharevitar··o mo articulamos a linguagem, ào das vezes em que nos expressamos; Ascenção . Ascensão domínio dosisterna da língua e às no entanto, emitimos sinais invo- ~, Apropiado . Apropriado variantes do idioma que adotamos luntãrios de nossa formação e do- em-cada situação comunicativa. mínio do idioma. Se desarmados de Benefidente. . Beneficente Quando falamos, temos a ilusão intenção retórica; quando falamos .. • Distoar Destoarmlco de achar que comunicamos só um revelamos muito ao dizer qualquer ~ conteúdo intencional, mas há outras coisa, simplesmente somando síg- .? êxcessão Exçêção Os tropeços de informações transmitidas enquanto nificados ao sentido literal. ) Encapuçado Encapuzado grafia, regência e se fala. Não diz apenas aquilo que diz Assim, .que~ dirige a alguém i (desculpe o truísrno) quem fala "pro- palavras doces transmite 1) o sig- .1 •Frustado frustrado concordância brerna" ou "a nível de", apela para o nificado literal de seu enunciado + i Flagrância Fragrância que m.ais gerundismo ("vou estar providen- 2) sua capacidade de ser doce. Tal" Im,pecilhà . Empecilho 1 ciando") ou tropeça na concordân- como aquele que, ao usar um dado comprometem cia do verbo "haver" ("houveram tom de vozIenfadonho, magnetí- Parallzar Paralisar a nossa im.agem. reuniões em que nada se decidiu"). zante, irritante], imprime ao que Pertubar Perturbar Uma parte do que dizemos de diz uma imagem de pessoa chata . nós mesmos ao enunciarmos algo ou interessante. . Previlégio Privilégio revela o nosso ponto de observa- O problema é quando a enuncia- . Xuxu Chuchu ção do mundo. Quem muito em- ção é marcada por cacoetes de lin- prega expressões como "comporta- guagem usados à exaustão num dado O exército dos efraimitas, uma das 12 tribos de Is- ;~~1".~,u;t;4t;,#,t;.r~~:it,* .•. !.:;li:"!i·~~~·"~"""·"; rael, cruzou o rio [ordão para enfrentar [efré, o ~_V . chefe militar de Gileade. Exigia de [efté o di- reito de dividir a glória - e, por óbvio, a pilhagem - da guerra amonita.smesmo sem ter participado do com- bate. Em resposta, o general abriu guerra. Venceu. Em 6) A fuga, os efraimitas tentaram cruzar o jordão, de volta para casa. Deram de cara com os homens de J efré, que ,,j.-:,i" tinham ordens de executar os fugitivos. ~ E é então gu o episódio bíblico, contido no Li- f~Zt:IVl - :~t vro os [utzes (12,6, ClõnããeSfêrãaa o Antigo Testamento, aban- lenda para maravil ar a ciência --~ pt:Z IVlt:St:S QUEREMOS da linguagem. Q(]t: "l~Jt:l Para peneirar a fronteira, os gileaditas obrigaram ASCENÇÃO . cada passante a dizer a palavra "chibolete" (translite- ração de "espiga" em hebraíco), que sabiam de diftctl pronúncia a quem usasse o dialeto da tribo de Efraim. SOCIAL .!:,-: .: Dito e feito: os efraimitas foram constrangidos a passar pelo teste. Por mais que evitassem, enunciavam "síbo- II lere", Ao todo, 42 mil foram mortos no ato, à medida que articulavam a palavra.I~ O relato virou uma metáfora do idioma como marca de identidade (o mais famoso chíbolete por- tuguês é o ditongo nasal "ão", impronunciável por . " .~ . 41 ,_._.---"-- ..- --------------_.