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Palestra BáSica 21 07 09
 

Palestra BáSica 21 07 09

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Palestra Básica ...

Palestra Básica

10 Preceitos Básicos

1 – Uniformizar mensagens, conteúdos e apresentações

2 – Ser um instrumento de formação e melhoria da imagem da SECTES

3 – Facilitar a visão de abrangência da SECTES

4 – Ampliar o conhecimento sobre todas as áreas da SECTES e sua valorização, construindo um verdadeiro time da Inovação

5 - Provocar compartilhamento e melhoria constante das palestras realizadas por integrantes da equipe SECTES

6 – Desenvolver e ampliar a cultura da família SECTES, tendo como mola propulsora a sua Missão, Visão, Programas e Atividades

7 – Integrar todos os projetos e ações da SECTES, mostrar como eles se relacionam e sua interdependência

8 – Ampliar o conhecimento sobre todas as áreas da SECTES e sua valorização, construindo um verdadeiro time da Inovação

9 – Tornar intrínseco em cada membro da SECTES a mensagem da cultura inovadora, transformando-os em verdadeiros mensageiros da inovação

10 – Na Era do Conhecimento, somos o que compartilhamos. “Vamos lapidar a cultura SECTES até que sejamos a melhor imagem que Minas pode ter”.

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  • 1 - A SECT – Secretaria de Ciência e Tecnologia – foi criada em 16/12/1976. 2 – Em 26/11/2003, através da Lei n.º 14.797, a SECT recebeu nova denominação, passando a se chamar SECTES - Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Hoje, a Secretaria tem como finalidade as ações setoriais do Governo de Minas relativas ao desenvolvimento, fomento da pesquisa, e à geração e aplicação de conhecimentos científicos e tecnológicos, bem como exercer o controle das Entidades de Ensino Superior.
  • Esta figura síntese do PMDI – 2007/2023 evidencia: 1 – a visão de futuro: “ Minas, o Melhor Estado para se viver ”. 2 – as 6 estratégias, perspectivas, que formam o núcleo propulsor da transformação de Minas Gerais. 3 – os 5 objetivos ou destinatários das políticas públicas. (Foco) 4 – as 11 áreas de resultados ou desafios a serem superados. A SECTES abrande diretamente as Áreas de Resultados: Educação de Qualidade. Inovação, Tecnologia e Qualidade.
  • Esta figura mostra a estrutura orgânica básica da SECTES: Secretário de Estado. Secretário Adjunto. 2 Subsecretarias: de Inovação e Inclusão Digital e de Ensino Superior. Gabinete. Auditoria Setorial. 6 Assessorias, sendo 02 (duas) informais. 7 Superintendências.
  • Esta figura mostra o sistema operacional de Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior que é composto por: 2 Conselhos. 8 Instituições Vinculadas, sendo 4 Autarquias e 4 Fundações.
  • Missão é a razão de existir da SECTES. É o diferencial em relação as outras Secretarias e Instituições, enuncia o seu negócio: Ciência, Tecnologia, Inovação e Ensino Superior. Evidencia o foco: “Desenvolvimento sustentável e melhoria da qualidade de vida em Minas Gerais”.
  • Visão é o grande sonho de futuro, a extraordinária conquista – “ser vista e reconhecida pela sociedade como exemplo, expoente na formulação e implantação de políticas públicas que assegurem o Desenvolvimento Científico e Tecnológico, a Inovação e o Ensino Superior.
  • Neste Mapa estratégico da SECTES, destacamos, resumidamente: MISSÃO SECTES – promover a ciência, a tecnologia, a inovação e o ensino superior para o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida em Minas Gerais. OBJETIVOS PARA MINAS GERAIS : 1. Transformar conhecimento em negócios, elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado. 2. Preparar Minas como Estado Líder na economia do conhecimento. 3. Consolidar, na sociedade, a percepção de CTI e ES como área estratégica. 4. Alinhar as ações e os indicadores deste sistema operacional da SECTES às diretrizes do PMDI.
  • Minas Gerais sedia o maior número de universidades federais do Brasil (11). Detêm 4 Instituições Estaduais de Ensino Superior: UEMG, UNIMONTES, FHA e ESCOLA de GOVERNO(FJP). Ao todo são 348 Instituições de Ensino Superior com cerca de, 505 mil alunos matriculados, sendo aproximadamente 94 mil alunos em Organizações Acadêmicas Públicas (18,6%) e 411 mil alunos em Organizações Acadêmicas Privadas (81,4%). Conta ainda com 13 Institutos Federais de Educação Tecnológica.(7 Escolas Agrotécnicas Federais e 6 Centros Federais de Educação Tecnológica). O numero de mestres e doutores atuando nas instituições de Ensino Superior em MG de 2002 a 2007, passou respectivamente de 6,9 mil para 12,8 mil e 4,5 mil para 7,1 mil. Incremento de mestrados, no período, de 85,5% e de doutorados de 57,6%, representando um bom indicador para a melhoria da qualidade do Ensino. Mestres e doutores titulados em 2002 foi de 2045 e 468, respectivamente, totalizando 2.513. Em 2008 atingiu 4.219, 3291 mestres e 928 doutores. Representando, 9,9% dos mestres e 8,7% dos doutores titulados, por ano, no Brasil.
  • SIMI – Sistema Mineiro de Inovação www.simi.org.br Missão : integrar e coordenar o Ambiente de Inovação do Estado. Objetivo : Articular entidades e ações, visando estimular a transformação de conhecimento em inovação,promovendo o desenvolvimento socioeconômico de Minas Gerais. Instrumentos: Fórum Mineiro de Inovação : presidido pelo Governador. Objetivo: elaborar e decidir sobre as Estratégias de Promoção de Inovação em Minas Gerais. Comitê de Empresários para Inovação : promover a difusão e propagação da inovação nos setores socioeconômicos de MG. Programa de Comunicação : promover a inovação por meio da divulgação de novos conhecimentos e seus benefícios socioeconômicos para os mineiros. Parcerias Internacionais: promover parcerias com outros países, visando estimular os setores de C,T,I&ES em MG, tendo por base a expertise e conhecimento internacionais. Portal Web 2.0 – promover ambiente de integração de ações virtuais e presenciais dos Agentes de Inovação em Minas. Disponibiliza ferramentas para oportunidades de colaboração e interatividade dos atores de inovação do Estado. Observatório: visa desenvolver competências em gestão e no uso e operação de ferramentas e métodos que permitam o emprego prático das bases de dados, indicadores e análises produzidas O SIMI está sendo operado por 03 (três) projetos estruturadores: 1 – Rede de Inovação Tecnológica – RIT - Visa ampliar a capacidade de inovação tecnológica nas empresas mineiras, com atuação em: 1.1 - AMBIENTE DE INOVAÇÃO – prover ambiente favorável à Inovação. 1.2 - INOVAÇÃO NA EMPRESA – ações de suporte e articulação entre Empresas e Instituições de Ciência e Tecnologia. 1.3 - INOVAÇÃO NA SOCIEDADE – visa disseminar e ampliar a cultura do empreendedorismo e da inovação pelos mineiros. 2 – Desenvolvimento Regional e Setorial - Visa ampliar a competitividade dos segmentos econômicos de elevado conteúdo tecnológico. Arranjos Produtivos Locais – são concentrações geográficas de empresas de um segmento ou instaladas em um mesmo Complexo Industrial: Biocombustíveis, Biotecnologia, Eletroeletônica e Software. Pólos de Excelência : consolidar a liderança de Minas Gerais no desenvolvimento sustentável de setores estratégicos, nos quais o Estado possua tradição, massa crítica e/ou vantagens competitivas. Integrar as competências institucionais para induzir o processo de desenvolvimento sustentável de cada setor. Pólos de Inovação : visa acelerar o processo de desenvolvimento de regiões economicamente deprimidas. Governo e Parceiros, através de um Arcabouço Institucional, vão agir como catalisadores de oportunidades. 3 – Rede de Formação Profissional Orientada pelo Mercado ( RFPOM ) - Visa a inclusão social e digital, através de Telecentros e CVTs (Centros Vocacionais Tecnológicos). Apoiar o crescimento do Ensino Superior, privilegiando a elevação de sua qualidade e acessibilidade. Contribuindo para que os mineiros estejam preparados e valendo-se das oportunidades do mercado de trabalho.
  • Diretrizes 1 - Setor produtivo como lócus da Inovação 2 - Integração ICTs e Empresas 3 - Implantação de Parques Tecnológicos e PIT 4 - Modernização das Incubadoras de Empresas de Base Tecnológica 5 - Operacionalização da Lei Mineira de Inovação – FIIT 6 - Fortalecimento da Cultura Empreendedora 7 - Design como ferramenta de Inovação Cenários - Número significativo de ICTs e Pesquisadores em MG - Produção Científica altamente relevante - Demanda de maior interatividade entre Academia e Setor Produtivo - Cultura empreendedora pouco desenvolvida - Pequena tradição de P&D nas Empresas - Incubadoras de Empresas, Núcleos de Inovação e Parques Tecnológicos articulados - Equalização entre demanda do mercado e impulso tecnológico
  • Prover ambiente favorável à Inovação em Minas Gerais
  • Parque Tecnológico – destinado a empresa de base tecnológica nas diversas áreas de conhecimento. Visa promover a cultura da inovação e a competitividade através de um ambiente que estimule e gerencie o fluxo de conhecimentos e tecnologia entre as universidades, Centros de P&D, empresas e seus mercados, facilitando a criação e consolidação de empresa de base tecnológica, além de prover outros valores agregados como uma infraestrutura de qualidade. São construídos sempre em parcerias com instituições locais de pesquisa e ensino. Projetos em implantação, apresentados nos três slides seguintes, estão com seu desenvolvimento avançado. Parques em estudos preliminares: Lavras – R$ 60 mil Uberaba – R$ 40 mil Juiz de Fora – R$ 150 mil
  • BHTEC – vocação multissetorial R$ 18,0 milhões repassados R$ 6,5 milhões a repassar R$ 4,0 milhões contrapartida
  • PTV – FOCO AGRONEGÓCIO R$ 6,0 milhões repassados R$ 1,6 milhão contrapartida (FINEP)
  • ParCTec – FOCO EM ENERGIA Investimento de R$ 5,5 milhões. Contrapartida de R$ 1,5 milhão (FINEP e MCT).
  • Incubadoras de Empresas – tendo como meta consolidar a incubação de empresas no Estado, o esforço tem sido pela criação de um ambiente propício ao desenvolvimento de empresas de alta tecnologia, já que Minas Gerais alcançou grande destaque por vencer seis prêmios nacionais da ANPROTEC. Esta ação está presente em 13 cidades mineiras. Desafios: Capacitação e Gestão de pessoas – volatilidade. Programa de Padronização de Processos Internos – Diferenças estruturais entre as incubadoras. Ampliar a capacidade e modernizar gestão – Contrapartidas. - Graduar 33 empresas em 2009 Resultados Numéricos: Empresas graduadas em 2008= 28. (meta/2009=31). 102 novos produtos e serviços de alta tecnologia lançados no mercado. 2.450 postos de trabalho gerados direta e indiretamente. Impostos gerados pela empresas incubadas: R$ 1,95 milhões/ano. faturamento total das empresas incubadas e graduadas: R$ 50,00 milhões/ano. 16 Incubadoras apoiadas (25 pela RMI). Edital FAPEMIG - Apoio à Gestão. Investimentos (desde 2003): R$ 3 Milhões via FAPEMIG. R$ 3 Milhões com recursos do Tesouro.
  • Atração e Retenção de Centros de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D): com uma política estruturada para atrair Centros de P&D de médias e grandes empresas, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais – SECTES, vem desenvolvendo um amplo esforço de prospecção e contato com empresas nacionais e estrangeiras visando demonstrar os diferenciais e as vantagens do Estado. Exemplos promissores: 1 – Instalação de Centro de Pesquisa e Educação Ambiental voltado para pós-graduação, numa área de 10 mil m², em Brumadinho. Parceria: SECTES, SEMAD, CEMIG, COPASA, Instituto Cultural Inhotim e Mineradora Ferrous Resources do Brasil. A parceria prevê a construção de 12 laboratórios, herbário, cinco salas de aula, berçário botânico, biblioteca multimídia, estufa, viveiro e um centro de imagens 3D – conclusão das obras em 12 meses e investimento de R$ 10 MILHÕES. Outras parcerias: desenvolvimento sustentável e qualificação de mão-de-obra – UFMG, PUC Minas e UNICAMP. Exemplo de parceria do setor público e privado, que traz a esperança de um Brasil Melhor para se viver. 2 – Centro de Pesquisas Tecnológicas (CPT): concentra os estudos e pesquisas na Mina Esperança, em Brumadinho, para todas as unidades da Ferrous Brasil. Prevê o melhor uso dos recursos naturais e mineração sustentável. Parceria: SECTES e Mineira Ferrous do Brasil. Investimentos de R$ 15 MILHÕES, fundamentais também para a geração de empregos. Serão construídas: uma Usina Piloto de Beneficiamento para tratar qualquer tipo de minério; uma Estação de Esgoto e outra de afluentes; uma Usina Piloto de Pelotização; laboratórios de desenvolvimento de processos minerais, de testes metalúrgicos, reológicos, químicos e de mineralogia. Administração e Oficina Mecânica. Importante exemplo: para manter em Minas o domínio da inteligência do processo produtivo em mineração e metalurgia. 3 – Centro de Tecnologia de Ferrosos (CTF): em Nova Lima, da companhia Vale do Rio Doce (CVRD) com investimentos de R$ 15 MILHÕES. O CTF da CVRD possui uma estrutura de 80 profissionais, entre engenheiros de minas, metalúrgicos, físicos, geólogos e químicos. Conta com vários laboratórios. Já tem 29 projetos de pesquisa e desenvolvimento e 19 assessoramentos técnicos. O CTF possui parcerias na Alemanha, China e Japão. Ótimo exemplo para concentrar em Minas a excelência no segmento de ferrosos. 4 – Centro de Inovação Microsoft: na unidade São Gabriel, da PUC Minas, em Belo Horizonte. Conta com 02 (dois) laboratórios, duas salas de treinamento e uma sala de coordenação e 25 computadores à disposição para alunos, professores e profissionais do segmento. Visa aliar o desenvolvimento de tecnologia à pesquisa científica por meio de financiamento de bolsas da iniciação cientifica e mestrado. Excelente exemplo: para atender a demanda aquecida do mercado de tecnologia da informação.
  • Parque Industrial Tecnológico – PIT : localizado próximo ao Aeroporto Internacional de Confins, em uma área de cerca de 2 milhões de m², visa a atração de indústrias de alto conteúdo tecnológico, com foco na produção. O PIT funcionará como transbordamento natural do BHTec. As obras terão início em setembro de 2009, após estudo de viabilidade em andamento. A primeira indústria deverá ser implantada em 2010. A foto de satélite evidencia a área demarcada, próximo ao Aeroporto de Confins e que corresponde ao tamanho de 200 campos de futebol.
  • Lei Estadual de Inovação : destinada a incentivar a parceria entre instituições de pesquisa e empresas, tem foco no desenvolvimento de tecnologias e inovações, com a valorização do pesquisador e da instituição de pesquisa. O seu pioneirismo é marcado pela criação do Fundo de Incentivo à Inovação Tecnológica – FIIT, que funciona como uma forma de subvenção, mediante projetos inovadores apresentados por empresas, com vistas à ampliação das receitas de ICMS para o Estado. Lei da Inovação(Federal) – Numero 10.973/2004 - Base Legal. Lei Mineira de Inovação e Tecnologia – Numero 17.348/2008. Novo Marco Regulatório da CT&I.
  • A inovação contempla a atuação de diversos atores públicos e privados, dentre eles instituições de ciência, tecnologia e de ensino superior – ICT e ES, setor empresarial e governo, que trabalham em conjunto para compor um ambiente que catalise todas as competências. Essa integração visa estimular a competitividade, elevar o nível de conhecimento e gerar benefícios socioeconômicos para a sociedade. A INOVATEC é um significativo evento brasileiro-mineiro voltado às inovações tecnológicas e sociais. É o ambiente ideal para os atores da inovação apresentarem demandas e ofertas/soluções tecnológicas, assim como produtos e processos inovadores. Para cumprir este papel, a INOVATEC tem os seguintes objetivos: Apresentar os programas existentes nas áreas de inovação e tecnologia; Incentivar a inserção da oferta e demanda tecnológica brasileira nas redes de inovação aberta; Oferecer oficinas e conteúdos para a formação de massa crítica nos atores de inovação; Fomentar a inovação, o empreendedorismo, o capital social e o desenvolvimento; Renovar conceitos e ampliar o debate sobre o poder das novas tecnologias como ferramentas de inserção social. No ano de 2008, a INOVATEC teve como país convidado a Itália, e em 2009, como parte do calendário oficial do Ano da França no Brasil, o país francês é o convidado e terá oportunidade de apresentar ao público brasileiro, as diferentes facetas de sua cultura e do seu estágio atual de desenvolvimento em diversas áreas do conhecimento. Como uma das maiores potências econômicas do planeta e o segundo parque eletronuclear do mundo, a França tem muito a compartilhar nas áreas de energia, telecomunicações, indústria aeronáutica, saúde, agroindústria, informática e outras vanguardas.
  • Visão conjunta da localização dos Parques Tecnológicos e das Incubadoras de Empresas em Minas Gerais. Investimentos: Incubadoras de Empresas= R$ 6,00 milhões Parques Tecnológicos = R$ 43,35 milhões Total Geral, aproximadamente, R$50,00 milhões.
  • Ações de suporte e articulação entre Empresas e Instituições de Ciência e tecnologia.
  • Programa de Incentivo à Inovação – PII : visa transformar pesquisas conduzidas em laboratórios de universidades em inovação tecnológica. O Programa é uma parceria entre a SECTES, o Sebrae-MG e as Instituições locais de P&D. Conta com um público de pesquisadores, empreendedores, futuros empresários e inventores. Promover o desenvolvimento regional em Minas Gerais, através da inovação tecnológica, respeitando as vocações locais. Promover o empreendedorismo nas universidades, através da comercialização de suas tecnologias ou geração de EBT sólidas em suas incubadoras. Investimentos: 2007 - R$ 2 milhões. 2008 e 2009 – R$ 3 milhões.
  • O PII iniciou-se em 2007 em Juiz de Fora (UFJF) e Itajubá (UNIFEI). Em 2008 teve como ações de destaque 11 projetos do PII de Itajubá e 12 projetos do PII de Juiz de Fora sendo beneficiados no desenvolvimento dos protótipos e elaboração dos planos de negócios de suas tecnologias; 21 projetos do PII de Viçosa beneficiados com o estudo de viabilidade técnica, econômica, comercial, impacto ambiental e social (EVTECIAS). Em 2008/2009 foram lançados o PII em Belo Horizonte (UFMG) e outro em Lavas (UFLA) com foco na área de Agroenergia. E ainda este ano estão previstos um PII em parceria com a Fundação Biominas, além do desenvolvimento e implantação do Sistema do PII (Toolkit).
  • Núcleo de Inovação Tecnológica – NIT: órgão constituído por uma ou mais ICTs com o objetivo de disseminar a cultura da propriedade intelectual no ambiente das universidades, centros de pesquisa e empresas de Minas Gerais, com base na Lei de Inovação. São, portanto, núcleos de apoio ao pesquisador e de gestão da inovação, proteção da atividade intelectual e comercialização de resultados das pesquisas. Implantação dos NITs nas ICTs mineiras Investimento total: R$ 2.385.262,57 em 18 entidades (ICT’s e Universidades Federais) Resultados: 118 proteções requeridas e concedidas desde 2007 (Patentes, Marcas, etc) 118 contratos de transferência de tecnologia realizados Minas Gerais se encontra em um lugar de destaque, pois apresenta um índice de 290 patentes depositadas para cada milhão de habitantes, enquanto a média nacional é de 195. Criação e fortalecimento da RMPI – Rede Mineira de propriedade intelectual Objetivos: 1 – desenvolvimento das Instituições na proteção do conhecimento científico e tecnológico. 2 – incentivo à transferência de tecnologia. 3 – incentivo ao desenvolvimento da Inovação Tecnológica. 4 – capacitação de recursos humanos. Propriedade Intelectual, compreende: 1 – Propriedade Industrial: patentes, marcas, desenhos industriais, concorrência desleal, falsas indicações geográficas. 2 – Culturais. 3 – Software. 4 – Direitos Autorais.
  • Tecnologia Industrial Básica: visa aprimorar e certificar laboratórios e escritórios que oferecem serviços de TIB ao setor empresarial/industrial. Atua em parceria com: IPEM, CETEC, IEL, SEBRAE e Rede Metrológica de Minas. Área de Abrangência: Metrologia Normatização e Regulamentação Técnica. Avaliação de conformidade. Informação Tecnológica. Gestão e Propriedade Intelectual. Desafios : Aperfeiçoamento técnico de medição. Renovação de equipamentos, instrumentos e instalações. Acompanhar a evolução da metrologia mundial. Atender a demanda por rastreabilidade do setor produtivo. Por que? Mercados exigentes quanto à certificação do produtos. Reconhecimento mútuo dos sistemas de certificação e credenciamento entre os países. Fator de competitividade. Certificação de sistemas de Gestão de qualidade, ambiental, saúde ocupacional e segurança industrial. Apoio: Editais FAPEMIG (modernizar laboratórios).
  • O SIMI  visa aumentar a competitividade e o desenvolvimento econômico e social do Estado, através da disseminação da cultura da Inovação. Tem como foco dinamizar a interação entre Governo, Empresários e Pesquisadores, acelerar a troca de informações, gerar políticas de inovação mais participativas e ampliar as parcerias entre universidades e mercado. Estatísticas do portal (abr-2009): 387 Usuários 180 Instituições 46 Comunidades 336 Documentos na Biblioteca Inovação na Empresa 21 inovações incorporadas em 2008 5 Encontros de Inovação: Madeiras e Móveis Gemas e jóias Inovação para Internacionalização Tecnologia da Informação Eletroeletrônica
  • Plataforma SIMI: disponibiliza ferramentas para colaboração e interatividade dos atores da Inovação no Estado.
  • Centro Minas Design : O Centro Minas Design é uma organização para dinamizar e integrar diferentes vertentes e agentes da demanda e oferta do design em Minas Gerais. Sob orientação estratégica única, o programa do Centro é executado descentralizadamente nos diferentes níveis pelos vários agentes sociais e econômicos com forte participação empresarial. O modelo multi-institucional abre disposição para a cooperação e o compartilhamento de experiências e conhecimentos, na base de relações recíprocas e com alto grau de articulação, interação e cooperação . Objetivos Contribuir para a inserção efetiva do design na economia mineira moderna como um recurso estratégico de incremento à competitividade dos produtos e serviços do Estado no mercado global. Linhas de Ação: Promoção, Informação e Comunicação Objetivo: Contribuir para a inserção do design na estratégia econômica do Estado pela promoção, difusão, comunicação e informação da atividade em todos os níveis profissionais, empresariais e da sociedade como um todo. Ensino, Pesquisa e Desenvolvimento Objetivo: Promover a integração dos Centros de Formação de Recursos Humanos com o setor produtivo mineiro com vistas ao fortalecimento do ensino, pesquisa e desenvolvimento do design alinhado aos programas e projetos do Estado para os diversos setores da sua economia. Articulação, Políticas e Fomento Objetivo: Promover e apoiar a cooperação técnica, o intercâmbio e a articulação das Instituições de Ensino, Pesquisa, Ciência e Tecnologia, com outras nacionais e internacionais, visando o desenvolvimento integral do design mineiro e a inserção das marcas e produtos do Estado no contexto global. Formação profissional – parcerias internacionais Laboratórios: Laboratório de Embalagens - em licitação Laboratório de Prototipagem, Virtualidade e Simulações – (GDP) Estudo de viabilidade apresentado Instalações no CETEC Inserção do Design como ferramenta de inovação 100 linhas de produtos desenvolvidas (2011); 12 APLs (clusters) apoiados (2011)
  • As Redes Setoriais são redes de cooperação voltadas para a potencialização do Design em diferentes setores produtivos do Estado. A estrutura em rede, ao integrar agentes sociais e econômicos em um programa multi-institucional abre disposição para a cooperação e o compartilhamento de experiências e conhecimentos. Na base de relações recíprocas, os atores que compõem a rede possuem alto grau de interdependência e mantêm vínculos de articulação, interação e cooperação entre si. Ainda que mantenham uma relação de interdependência, no que se refere aos aspectos universais do design, cada rede setorial que conforme a rede matriz tem autonomia para gestar suas ações e definir a linha filosófica de seus projetos. As redes setoriais foram criadas com uma proposta de cooperação sinérgica em ações coletivas com a função de criar e promover um novo espaço de intercâmbio entre organizações para solucionar problemas mútuos, como forma de relação de complementaridade. Os parceiros e agrupamentos industriais afins são estruturados segundo os objetivos e as necessidades inerentes à natureza de cada setor. Redes Setoriais Formalizadas e com plano de ação formatados: Rede Setorial de Madeira e Móveis Rede Setorial de Gemas e Jóias Rede Setorial de Eletroeletrônico Rede Setorial de Vestuário e Calçados Rede Setorial em fase de formatação: Rede Setorial de Agronegócios
  • Editais Induzidos da FAPEMIG, através do: - PAPPE: Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas, através de projetos capazes de apresentar soluções tecnológicas de impacto social e econômico – em 2008, o Edital atingiu R$ 20 milhões. - Programa de Mestres e Doutores na Empresa : visa alocar profissionais pós-graduados em empresas que apresentem projeto em parceria com Instituições de Pesquisa (FAPEMIG). TIB Incubadoras Jovem Pesquisador Fomento a programas aderentes aos projetos governamentais. Lançamento e acompanhamento de 06 editais induzidos para apoio às ações transversais de inovação; Editais induzidos: PAPPE (FAPEMIG . FINEP . FIEMG) Propostas apresentadas: 244 Selecionadas 86 ( 15 em diligência) Mestre e Doutores nas Empresas Propostas apresentadas: 63 Selecionadas 33 Total subvenção: R$ 3.859.736,64
  • Visa disseminar e ampliar a Cultura do Empreendedorismo e da Inovação em Minas Gerais.
  • Cultura Empreendedora: Curso de Empreendedorismo e Plano de Negócios Ensino à Distância e Presencial/Metodologia desenvolvida em parceria com UFMG/Acompanhamento e premiação dos melhores planos de negócios 2008: 101 PN produzidos/402 cidadãos atendidos /29 localidades mineiras envolvidas Projeto Jovens Empreendedores (ensino fundamental) Parceria Sectes, Sebrae/MG, Superintendências Regionais de Ensino (SRE) e Secretarias Municipais de Educação /Atividades lúdicas que despertam comportamentos empreendedores/Grupo de acompanhamento pedagógico 2009: Sul e Norte de Minas (SRE)- 13 cidades, 18 escolas estaduais e 3 redes municipais, 765 professores capacitados e 9000 alunos atingidos. Núcleos de Apoio ao Empreendedor (Nae) Parceria com estruturador RFOM/Apoio e suporte a micro e pequenos empresários/Oferecer meios para empreendedores terem acesso a tecnologias que auxiliam a melhor gerir seus negócios/67 NAEs dividido por todas as regiões do Estado/ 2008: Criação do Portal NAE – rede de comunicação interna e externa/Cursos e palestras de capacitação.
  • Projeto TEIA : Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação Aplicados – utiliza a internet, ferramentas da Web 2.0 e Redes Sociais para capacitar prestadores de serviços no desenvolvimento de negócios e oportunidades (visa abranger todos os municípios). O TEIA MG leva conhecimento e inovação tecnológica a todos que desejam participar da revolução promovida pela internet. Dentre uma das atividades desenvolvidas pelo TEIA, está o IntegraMinas, projeto com as Prefeituras dos Municípios mineiros, a fim de padronizar todos os domínios para: www.nomeprefeitura.mg.gov.br. Fonte recursos Fapemig Valor do projeto (2008/2009) R$3,14 milhões.
  • Solenidade no Palácio da Liberdade, em 01/06/09, por ocasião da assinatura do Termo de Acordo entre o governo de Minas e a Google, parceria inédita que vai dar acesso a um conjunto de softwares oferecidos pela Google, via INTERNET, á mais de 2,5 milhões de alunos e 165 mil professores das escolas da rede publica estadual. O projeto TEIA, uma das mais importantes ações de inclusão digital do Governo de Minas, foi reconhecido pelos executivos da Google com os seguintes depoimentos ao Governador Aécio Neves: Alexandre Hohagen –Diretor Geral da Google para a América Latina. É o projeto mais emocionante, envolvente e completo que tenho visto desde que começamos a operação da Google no Brasil. Jamais vi um projeto que pudesse envolver de maneira tão inteligente todos os jogadores desse jogo que se chama INTERNET 2.0. Parabéns. É um projeto pioneiro que eu gostaria muito que a Google levasse como exemplo do que esta acontecendo aquí para outros países do mundo. Vint Cerf – Vice Presidente mundial da Google, considerado o pai da INTERNET. A Google tem um compromisso muito grande com o ensino e com o fluxo livre de informações. Acredito que este acordo deve ser um protótipo para outros acordos da mesma natureza e espero aprender o maxímo possivel a partir da experiência de vocês aquí. Espero traduzir isto em ação em outras partes do mundo. O que mais toca aquí são o esforços para atingir as pequenas comunidades no Estado, envolvendo toda as municipalidade nesta prática. É uma profunda e grande honra participar desta cerimonia.
  • Projeto C5: Centro de Competência em Comunidades de Cooperação e Conhecimento – formado por uma equipe multidisciplinar da UFMG (Ciências da Computação, Ciências Econômicas e Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas). O projeto visa analisar a evolução e os resultados de forma quantitativa e qualitativa do Projeto TEIA.
  • Rede de Formação Profissional Orientada pelo Mercado (RFPOM) : apoiar o aprimoramento e o crescimento do Ensino Superior privilegiando a elevação de sua qualidade e acessibilidade. Visa a inclusão social e digital, através de Telecentros e CVTs (Centros Vocacionais Tecnológicos). Contribuindo para que os mineiros estejam preparados e valendo-se das oportunidades do mercado de trabalho. Educação é o ativo mais importante para a mobilidade social, é fator de melhoria de produtividade e de redução de desigualdade.
  • A inclusão digital abre uma esfera de possibilidades pessoais, passando pela democratização do conhecimento e do ensino, refletindo, principalmente, na criação de alternativas pára a qualificação profissional. Ser digital é fundamental e será cada vez mais, o grande desafio, é acessar, processar, selecionar, organizar e usar a informação e/ou conhecimento este é o grande papel da inclusão digital. CVT – o Centro Vocacional Tecnológico é voltado para a capacitação tecnológica da população, observando a vocação produtiva da região. Sua estrutura de ensino possui laboratórios, salas de inclusão digital, de videoconferência e de Núcleo de Apoio ao Empreendedor. As unidades (CVTs e Telecentros) abrangem todo o estado de Minas Gerais e o público-alvo são cidadãos excluídos digitalmente. Os objetivos do CVT são promover o acesso gratuito à internet; utilizar ferramentas de ensino à distância para treinar e qualificar mão-de-obra regional; formar técnicos em áreas estratégicas; e oferecer cursos profissionalizantes aos jovens que pretendam ingressar no mercado de trabalho. Telecentro – é um espaço reservado para a inclusão digital e social, com acesso gratuito à internet possibilitando a utilização do correio eletrônico, a capacitação profissional por meio de cursos à distância, realização de pesquisas escolares e serviços de utilidade pública. O Telecentro é composto por uma sala de inclusão digital de cinco a dez computadores conectados em rede. Os principais objetivos são reduzir o índice de analfabetismo digital e permitir o acesso a informações gerais e específicas nas áreas econômica, social, cultural e profissional. Em parceria com o Governo Federal, o Governo de Minas Gerais já implantou 84 Centros Vocacionais Tecnológicos – CVTs, e 487 Telecentros para a inclusão social e digital.Investimentos de 96,0 milhões. O Objetivo é contribuir para que os cidadãos mineiros estejam preparados para as oportunidades de mercado do trabalho.
  • Minas Gerais sedia o maior número de universidades federais do Brasil (11). Detêm 4 Instituições Estaduais de Ensino Superior. Ao todo são 348 Instituições de Ensino Superior e cerca de 505 mil alunos matriculados, sendo aproximadamente 94 mil alunos em Organizações Acadêmicas Públicas ( 19% ) e 411 mil alunos em Organizações Acadêmicas Privadas ( 81% ).Conta ainda com 13 Institutos Federais de Educação Tecnológica. N.º N.º DE MATRÍCULAS Graduação Mestrado Doutorado FEDERAIS 24 77.977 6.527 4.029 ESTADUAIS 4 14.002 209 0 MUNICIPAIS 4 1.737 0 0 Subtotal 32 93.716 6.736 4.029 PRIVADAS 287 411.374 1.809 155 TOTAL 319 505.090 8.545 4.184 FONTE: MEC/INEP - Sinopse Estatística da Educação Superior/2007
  • A população mineira cresceu de 18,34 milhões de habitantes para 19,65 milhões de habitantes de 2002 a 2007, representando um incremento de 7,14%. No mesmo período o número de mestres e doutores atuando nas Instituições de ensino superior, em Minas, foi ampliado respectivamente em 85,5% e 57,6%, representando um excelente indicador para melhoria do ensino.
  • Neste período (2000-2008) a população mineira cresceu uma média de 263,3 mil pessoas por ano, passando de 18,34 para 19,92 milhões de habitantes, ou seja, 8,62%. O crescimento de titulados em mestrado + doutorado, nesse mesmo período,foi de 1.902 para 4.218, representando um incremento de 121,8%. O numero de titulados em mestrado e doutorado representa, respectivamente 1,25% e 0,35% do incremento médio anual da população mineira (263,3 mil hab./ano). Quando comparado com países como a França que tem praticamente o mesmo tamanho territorial de Minas e uma população de 64,42 milhões de habitantes (3,19 vezes superior á mineira).A Alemanha e França formam respectivamente 30 e17 doutores por 100.000 habitantes. Minas forma 4,7 doutores/100.000 habitantes. Minas avança, porém, o desafio é ainda muito grande.
  • Verificamos no quadro: 1) O número de alunos titulados doutores em Minas Gerais no ano 2000 foi de 345, representando 6,5% do total de alunos titulados doutores no Brasil, que foi de 5.344. Já em 2008 o Brasil titulou 10.711 doutores, sendo que 928, representando 8,7%, se titularam no Estado de Minas Gerais. 2) Comparando os números de titulados doutores de 2000 e 2008, o Brasil e Minas Gerais apresentaram um avanço de 100,4% e 169,0%, respectivamente. Verifica-se que a formação de doutores está desacelerando, no Brasil, o crescimento de 2003 foi de 17% em relação a 2002; já em 2008 o crescimento foi de 8% em comparação a 2007. A taxa de crescimento dos titulados doutores em Minas em 2001 foi de 20% em relação a 2000. Essa taxa chegou a atingir 27% de elevação no número de titulados doutores em 2003 em relação a 2002, já em 2008 apresentou um crescimento de 12% em relação a 2007, uma taxa decrescente em relação a alguns anos anteriores, porém, ainda acima da taxa do Brasil. 3) Quando se compara Minas Gerais com os outros três estados, que apresentaram o maior número de titulados em doutorado no ano 2008, São Paulo (4.824), Rio de Janeiro (1.724) e Rio Grande do Sul (989), o estado mineiro, com 928 titulados, apresentou uma taxa de crescimento anual, de 12%, inferior aos estados do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, os quais cresceram 15% e 14%, respectivamente. O Estado de São Paulo, apesar de apresentar um crescimento inferior em 2008, com uma taxa de apenas 2%, em termos numéricos o crescimento de São Paulo (94 doutores) foi semelhante ao crescimento de Minas Gerais (97 doutores).
  • Em 2008, 46.725 alunos obtiveram o título de pós-graduação no Brasil. Em Minas Gerais, esse número de 4.444 alunos, o que representa 9,5%. Dos 33.360 que obtiveram o título de mestre, no Brasil, 3.291 foram no estado mineiro, representando 9,9%. Dos 10.711 alunos que obtiveram o doutorado no Brasil, 928 doutores foram titulados em Minas Gerais, ou seja, 8,7% em relação ao país. Na pós-graduação em cursos profissionalizantes, 2.654 alunos obtiveram, o título no Brasil, e desse total, 225 foram titulados no Estado (8,5%).
  • Verificamos neste gráfico: Do total de titulados em mestrado no Estado, 84,07% (2.767) se titularam em instituições federais, 13,40% (441) se tornaram mestres em universidades privadas e 2,53% (83) em universidades estaduais. Titulados na pós-graduação em cursos profissionalizantes, instituições federais foram 4,89% (11), privadas 91,55% (206) e estaduais 3,56% (8). No somatório de mestre+profissionalizante, foram titulados 79,01 % (2.778) em instituições federais, 18,17% (647) em particulares e 2,59% (91) estaduais. Os doutores formados, 97,41% (904) obtiveram o título em instituições federais e 2,59% (24) em instituições privadas. As instituições federais são a principal fonte de formação de doutores no Estado.
  • O número de programas de pós-graduação ofertados pelas instituições de ensino, de Minas Gerais, em 2008, totalizam 253 cursos, sendo: 08 (oito) estaduais, 205 por instituições federais e 40 cursos por instituições privadas. No Brasil, foram ofertados, 2.568 cursos de pós-graduação. Os cursos oferecidos pelas instituições mineiras representaram 9,8% do total de cursos de pós-graduação ofertados no Brasil. -
  • A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) é a principal na titulação de mestres e doutores, entre as 11 instituições que têm curso de doutorado no Estado. Três universidades foram responsáveis pela formação de 80,9% dos doutores em Minas Gerais, sendo que a UFMG foi responsável pela formação de 438 doutores (47,2%), a Universidade Federal de Viçosa (UFV) pela formação de 194 doutores (20,9%) e a Universidade Federal de Lavras (UFLA) pela formação de 119 doutores (12,8%).
  • A UFMG com 483 doutores titulados aparece como a quinta maior instituição na formação de doutores, atrás da USP com 1608 doutores titulados, UFRJ com 785 doutores titulados, UNICAMP com 709 doutores titulados e UFRGS com 563 doutores titulados. A UFV, com 194 doutores titulados, é a 14ª nesse ranking de formadoras de mestres e doutores no país.
  • Considerando que a população mineira de 20,19 milhões de habitantes representa 10,57% da população brasileira de 191,1milhões de habitantes. No quadro verificamos: 1 - O número de matriculados no início do ano em Minas comparados com o Brasil, representam apenas 9,4% do mestrado, 8,07% do doutorado e 8,34% do profissionalizante. 2 - Dos titulados,em 2006, Minas representa sobre o Brasil: 10,10% do mestrado, 7,59% do doutorado e 8,10% do profissionalizante.
  • Ampliar a Competitividade dos Segmentos Econômicos de elevado conteúdo tecnológico.
  • APLs são concentrações geográficas de empresas de um segmento ou instaladas em um mesmo complexo industrial. Eles funcionam como redes de indústrias que trabalham de forma cooperada, com tecnologia de produção flexíveis. Este Projeto Estruturador contempla 4 grandes cadeias produtivas: Eletroeletrônica, Software, Biotecnologia e Biocombustíveis. Objetivam ampliar e melhorar a capacidade competitiva de segmentos econômicos de elevado conteúdo tecnológico, de forma sustentável, e promovendo o desenvolvimento regional.
  • O Arranjo Produtivo Local (APL) de Eletroeletrônicos garante apoio às 132 empresas instaladas no município de Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas. A expectativa é manter o faturamento e os empregos gerados. O setor fechou o ano, de 2008, com 9.200 empregos, um crescimento de 22,7% em relação aos 7.500 existentes em 2007. O faturamento anual também foi satisfatório e subiu de R$ 780 milhões para R$ 1 bilhão. O Vale da Eletrônica fabrica em torno de 11 mil itens que são comercializados no Brasil e no exterior. O Sindvel foi criado para coordenar, proteger e representar legalmente as indústrias do setor e, juntamente com a Associação Industrial de Santa Rita do Sapucaí, desempenha importante papel na representação das indústrias da região e na realização de atividades de interesse comum. Filiado à Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), o sindicato viabiliza o desenvolvimento tecnológico e empresarial com o apoio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), o desenvolvimento profissional por meio de convênios com o Senai e o desenvolvimento social mediante parcerias com o Sesi, além de canalizar para seus associados outras facilidades oferecidas pelo Sistema Fiemg e Sebrae. A atuação em conjunto das empresas, aliada ao relacionamento com essas entidades, tem permitido o treinamento de funcionários e empresários, a participação em feiras nacionais e internacionais e a visita a eventos em diversas partes do mundo, entre outras atividades. A Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapemig), tem dado atenção especial à área de inovação tecnológica. Investimento de aproximadamente R$ 18 milhões na formação de mão-de-obra em Santa Rita do Sapucaí .  O APL de Eletroeletrônica se destacou em 2008 ao vencer o 3º Prêmio de Inovação em Inteligência Competitiva, realizado pela Associação Brasileira de Analistas em Inteligência Competitiva (Abraic). O trabalho diz respeito à implantação do Núcleo de Informações Estratégicas (NIE), sediado na Faculdade de Administração e Informática de Santa Rita do Sapucaí. O segundo colocado foi o projeto da Petrobras. Outra ação importante é a internacionalização. Foi aberto um escritório em Montevidéu, no Uruguai, para dar suporte a micro e pequenas empresas. Atualmente, dez empresas e 30 produtos desenvolvidos no APL, encontram-se em processo de homologação. Já foi realizada a aquisição de dez estações de trabalho para serem utilizadas na Design House, assim como de um software especializado em desenvolvimento de chips para aplicação nos produtos das empresas do APL. A Design House é uma infra-estrutura criada em apoio ao desenvolvimento/projetos de novos chips e placas de circuitos impressos. O Bureau de Eletroeletrônica conta com o Sistema Web de Informação Estratégicas e tem o objetivo de promover a competitividade das empresas do APL.
  • O objetivo do Projeto Estruturador (PE) APL de Biotecnologia é promover e articular ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação na área da Biotecnologia aplicada à saúde humana, animal, agricultura e meio ambiente. Além disso, deve fomentar parcerias entre o setor acadêmico e o setor empresarial mineiro, promovendo a qualificação dos setores produtivos e ampliando a capacidade competitiva do APL de forma autossustentável. Trabalha com três pólos existentes no Estado. O primeiro está localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH); o segundo localizado no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba; e o terceiro em Viçosa. Tem como parceiros o Sebrae, IEL/Fiemg, Sindusfarq, Fundação Triângulo, Centev e o Centro de Pesquisa René Rachou/Fiocruz. Em 2008, 48 empresas e 27 municípios foram beneficiados com R$ 5 milhões de recursos investidos. Recursos estes oriundos da Fapemig e do Tesouro Estadual. Em 2009, estão previstos investimentos de R$................................... Entre as ações realizadas estão a criação do Bureau de Inovação, Gestão da Competitividade; Implantação do Centro de Excelência em Bioinformática; Certificação de Produtos e Processos; Comunicação e Marketing.
  • Segundo o Secretário de Governo do Município de Belo Horizonte, há em Minas 3.100 empresas cadastradas que atuam neste segmento. O Governo de Minas, através da FAPEMIG, já alocou R$ 3,8 milhões neste APL, e tem programado a liberação de R$ 1,4 milhões até 2010, totalizando R$ 5,4 milhões, que evidenciam a grande prioridade imprimida pela atual gestão dos mineiros. É um setor gerador de empregos, com demanda crescente, em quantidade e qualidade – 17 mil empregos em TI. O objetivo deste APL é: Promover a capacitação técnica e gerencial de pessoas e empresas visando ao incremento da qualidade e da produtividade; ampliar o acesso a mercados e ao crédito; aumentar a visibilidade nos vários mercados, bem como a integração com universidades e centros de pesquisa; a criação do Núcleo de Inteligência Competitiva. Localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte e em Viçosa (Zona da Mata), o APL de Software tem a sua fonte de recursos na Fapemig e no Tesouro Estadual. Os parceiros são: Assespro, Fumsoft, Siindifor, Sucesu-MG, Amcham-MG, Fapemig, Prefeitura de Belo Horizonte, Sebrae, IEL, PUC Minas e UFMG. Foco em Certificação de produtos e processos e Capacitação em Gestão da competitividade.
  • O APL de Biocombustíveis tem dentre suas ações o Escritório Gestor do Centro de Inovação em Bioenergia do Estado de Minas Gerais (BIOERG). O objetivo é apoiar o desenvolvimento, a consolidação e a competitividade das cadeias produtivas da bioenergia: etanol, biodiesel e óleos vegetais, carvão vegetal e biomassa. As fontes de recursos são o Tesouro Nacional e a FAPEMIG, além e parcerias nacionais e internacionais. O público-alvo é formado por empresários, produtores, trabalhadores rurais, técnicos, pesquisadores e professores da rede pública e privada. Ações: - Implantação do Núcleo de Inteligência Competitiva – NIC-BIO - Instalação da Rede Laboratorial de certificação e controle de qualidade de biocombustíveis - Instalação da Rede de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) - Publicação de editais induzidos para Inteligência e Inovação - Ações de capacitação e formação profissional nos APLs; - Implementação do plano de comunicação e marketing para o setor; - Internacionalização do APL. Investimentos: 2007 = R$ 3.950.554,00 2008 = R$ 9.250.481,00 2009 = R$ 11.989.134,00 Total = R$ 25.190.169,00
  • Pólos de Excelência : visam à consolidação do Estado no desenvolvimento de setores estratégicos, nos quais Mias Gerais tenha tradição, massa crítica e/ou vantagens competitivas. O objetivo é integrar as competências institucionais para induzir o processo de desenvolvimento sustentável de cada setor. Já foram implantados os Pólos de Café, Leite, Florestas, Mineração e Metalurgia, Recursos Hídricos e Genética Bovina. Na sequência, encontra-se em fase de implantação os Pólos de Excelência em Gestão Ambiental, Eletroeletrônica e Telecomunicações e Gemas e Jóias.
  • O Brasil ocupa papel relevante no cenário mundial da Bovinocultura: Maior Rebanho Comercial do Mundo – Aproximadamente 200 milhões de cabeças. Maior Exportador de Carne Bovina – 2,40 milhões de toneladas/ano. 2ª Maior Produtor de Carne Bovina – 10,4 milhões de toneladas/ano. 2º Maior Consumidor de Carne Bovina – 8,0 milhões de toneladas/ano. 2º Maior Produtor e Exportador de Couros – 50,5 milhões de abate/ano. 3º Maior Consumidor per capita de Carne Bovina – 41,8 kg/hab./ano 6º Maior Produtor de Leite – 28,0 Bilhões de litros/ano. Se Minas fosse um país, seria o 10º do Mundo em Rebanho Bovino, o 12º em produção de carne e o 21º em Produção de Leite. No Brasil, Minas se destaca na bovinocultura, como: 3º maior rebanho bovino = 22,5 milhões de cabeças. 3º maior produtor de carne bovina = 1,13 milhões ton./ano. Consome = 0,85 milhões ton./ano. Excedente exportável = 0,28 milhões ton./ano. Todo o Território Mineiro ja recebeu o estatus de livre de febre aftosa. O Pólo de Excelência em Genética Bovina tem a missão de promover as condições necessárias para consolidar a liderança de Minas no desenvolvimento sustentável da genética bovina, por meio da integração de empresas e instituições de ensino e pesquisa, aplicando recursos para o fortalecimento da pesquisa e da capacidade de inovação. Reconhecida como a capital mundial da raça zebu, a cidade de Uberaba é sede do Pólo de Excelência em Genética de Bovinos, em razão da sua importância como centro mobilizador de negócios e pesquisas que envolvem melhoramento genético de bovinos. O escritório do polo está instalado na Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), uma parceria estrategicamente importante. Na era do conhecimento, alcançarão vantagens competitivas aquelas regiões que desenvolverem ambientes adequados para o domínio da inteligência do processo produtivo, o que envolve a articulação de empresas, universidades, centros de pesquisa e governo. O Pólo de Excelência de Genética Bovina conta com o apoio de um comitê gestor formado por empresas, associações e instituições importantes do segmento da genética bovina.
  • A quantidade de água na Terra é praticamente invariável há centenas de anos, mantida pelo fenômeno do ciclo hidrológico, porém, a distribuição da água no mundo é muito desigual, havendo necessidade constante de se desenvolver pesquisas e gerar tecnologias que permitam a captação, armazenamento, utilização adequada e preservação da água e seus mananciais. Considerando que cada pessoa utiliza uma média de 150 litros de água por dia, em 1970 esta demanda era de 153,7 bilhões de litros/dia e, em 2009, é de 1 trilhão de litros/dia no mundo. O Brasil é altamente privilegiado, possui o maior volume de água doce do planeta, porém a sua distribuição é bastante irregular. A Amazônia é o lugar mais rico de água potável superficial do planeta. O Brasil conta com cerca de 50.810m³ de água/hab/ano, considerando que cada brasileiro utiliza, em média, 150 litros de água por dia, o consumo de água no Brasil era de 14 bilhões de litros/dia em 1970, e em 2009, será de 28,7 bilhões de litros/dia. Minas é conhecida por ser a caixa d’água do Brasil. O Estado é um fornecedor significativo de água potável no país, e, ainda, é divisor de várias bacias hidrográficas. Criação do Instituto Hidroex localizado em Frutal, na região do Triângulo Mineiro, incluído na Rede Internacional de Referência em Recursos Hídricos da UNESCO, é um marco importante para mineiros e brasileiros. O HIDROEX atuará como centro produtor e difusor de conhecimentos das questões relacionadas à água na América Latina e na África. O Hidroex e o Verde Minas contam com investimentos de R$27,6 milhões, sendo R$ 21,2 milhões do MCT e R$6,4 milhões do Governo de Minas. O Diretor-geral Adjunto da UNESCO, Márcio Barbosa, afirmou: “ A criação do Hidroex vai além dos méritos de estudos, qualificação de pessoal, ele me sensibilizou pelo espírito de solidariedade que carrega” . O Pólo de Excelência em Recursos Hídricos tem como objetivo ampliar ações que envolvam ciência, tecnologia e inovação, tornando-se referência nacional e internacional no setor, além de fortalecer a geração de negócios baseados na economia do conhecimento sobre o tema água. Uma das ações do Pólo é auxiliar e manter articulações junto a Gender and Water Alliances (GWA), Rede Brasileira de Capacitação em Recursos Hídricos (CapNet) e Instituto Internacional de Ecologia (IIE), para a formação de redes de pesquisas e educação. O Pólo firmou um acordo com o Fundo Setorial de Recursos Hídricos (CT-Hidro/MCT), Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes) que resultou no termo de referência do edital conjunto de Recursos Hídricos para a Bacia do Rio Doce, cujos investimentos totalizam R$ 3 milhões.Projetos do Pólo: Implantação de uma Unidade de Educação Ambiental para as Águas: “Escola da Água”. Monitoramento em Tempo Real da Qualidade das Águas da Lagoa Dom Helvécio. Criação e Estruturação do Núcleo de Referência e Inovação em Irrigação (Nurii), além da parceria na concepção do Instituto Nacional de Recursos Minerais, Água e Biodiversidade. Apoio aos principais centros de pesquisa do Estado, 81 grupos de pesquisa e 283 pesquisadores divididos em 14 grandes áreas relacionadas com recursos hídricos.
  • Tem como principal negócio a expansão da massa crítica que agregue valor, competitividade e novos negócios à cadeia produtiva industrial de Minas Gerais numa dimensão global. As principais realizações estruturantes do Programa no período 2008 foram: a consolidação da acordos e propostas efetivas de cooperação com instituições australianas, que resultaram em visitas de inúmeras missões deste país a Belo Horizonte; o lançamento de propostas conjuntas com o Consórcio Minerometalúrgico de Formação e Qualificação Profissional de Minas Gerais; e o lançamento do programa de capacitação de jornalistas. As atividades de 2008 envolveram a iniciativa de mobilização para acreditação do Geoparque do Quadrilátero Ferrífero pela Unesco; elaboração do Plano de Negócios do PEMM para 2009/2010; projetos conjuntos para cada instituição-membro do Comitê Gestor; estruturação da rede de projetos de sustentabilidade em regiões minerárias e metalúrgicas; estruturação do Portal de Pesquisa e Inteligência do PEMM; e Realização do Espaço Mineração, Metalurgia e Recursos Hídricos durante a INOVATEC.
  • O Brasil destaca-se como o maior produtor mundial de café – média anual de 41 milhões de sacas/ano (últimos 4 anos). Maior exportador mundial, com 30% de participação, exportando cerca de 30 milhões de sacas/ano. Minas é o maior produtor nacional de café, participando com uma média de 50,3% da produção brasileira de café. Se Minas fosse um país, seria o maior produtor de café do mundo. Área – 1,17 milhões de hectares e 3,64 bilhões de covas. Produção – 21,4 milhões de sacas/ano (média das duas últimas safras). Consumo mineiro de café de aproximadamente 2,1 milhões de sacas/ano. Excedente exportável superior a 19 milhões de sacas/ano. Visando consolidar a liderança de Minas, o Pólo de Excelência do Café tem como objetivo: integrar as competências institucionais para induzir o processo de desenvolvimento competitivo sustentável do agronegócio do café em Minas Gerais, além de promover um ambiente adequado para a atração de investimento e novos negócios com densidade de inteligência e conhecimento nos diversos elos da cadeia produtiva do café.O Pólo funciona no Centro de Ensino, Pesquisa e Extensão do Agronegócio Café (Cepecafé) da Universidade Federal de Lavras (UFLA). O local possui infraestrutura adequada, necessária ao uso simultâneo das instalações também pela Epamig e Embrapa-Café, que já estão dentro do campus da UFLA desenvolvendo pesquisas na área. Ações implementadas: -Estudo de viabilidade do Parque Tecnológico do Café, em Varginha. Criação de dois cursos de MBA em Coffee Business (Lavras e Machado). Criação de Curso Trainee em Mercados.
  • O Brasil é o 6º produtor mundial de leite com cerca de 28,0 bilhões de litros/ano. Minas é o maior produtor do país, participando com 28% da produção nacional de leite. Possui também o 3º maior rebanho bovino (22,5 milhões de cabeças). Se Minas fosse uma país seria o 10º do mundo em Rebanho Bovino (22,5 milhões de cabeças) e o 21º em produção de leite (7,8 bilhões de litros). Tem como missão articular as competências existentes na Zona da Mata e no Campo das Vertentes, com o objetivo de promover inovações tecnológicas, atender demandas e atrair negócios para o desenvolvimento sustentável do sistema agroindustrial do leite. Visa, também, melhorias na cadeira produtiva do leite que induzam incrementos nas exportações mineiras e consolidem a região da Zona da Mata e Campo das Vertentes como um polo de excelência em produtos lácteos de alto valor agregado. A Gerência Executiva do programa, localizada na cidade de Juiz de Fora, apóia-se em um Comitê Gestor, formado por representas de 18 instituições parceiras que demandam ações, monitoram e referendam as iniciativas contidas no Plano de Negócios: Sectes, Seapa, SEDE, UFJF, UFLA, UFV, Cefet/Rio Pomba, Embrapa/Gado de Leite, Epamig, Emater-MG, INDI, Sebrae/MG, Faemg, Fetaemg, Silemg, Fiemg, BDMG e Itambé.
  • O Brasil conta 6,58 milhões de hectares de florestas plantadas, sendo 4,26 milhões de hectares em eucalipto, 1,86 milhões de hectares em pinos e 0,46 milhões de hectares em outras espécies.Minas é o maior Estado reflorestador do País, com um total de 1,43 milhões de hectares, sendo 1,29 milhões de hectares em eucalipto, representando mais de 30% da área plantada dessa espécie no Brasil.Em pinus, conta com uma área plantada de 145 mil hectares A demanda elevada e crescente do complexo madeira tem-se constituído em importante desafio para a sustentabilidade das cadeias produtivas dos segmentos industriais da celulose e papel; produtos sólidos de madeira, painéis reconstituídos, móveis, siderurgia a carvão vegetal, energia e outros. O pólo tem como proposta consolidar a liderança de Minas Gerais no desenvolvimento sustentável do Sistema Agroindustrial de Base Florestal, no qual possui tradição, massa crítica científica, empresarial e grande vantagem competitiva em negócios. Foi lançado pelo Governador Aécio Neves e está sediado na Universidade Federal de Viçosa.Em 2008, foram desenvolvidos projetos de Sequestro de Carbono em Florestas e um Sistema de Queima de Gases na Carbonização para Geração de Energia, como subsídios à elaboração de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), em parceria da Sectes, UFV e Embrapa, também, tecnologias para produção sustentada de três espécies arbóreas do Cerrado para o Alto Jequitinhonha. O Pólo prioriza suas ações na identificação e remoção de entraves estruturais, seja no que respeita aos negócios, seja na formação de estruturas de pessoal, de conhecimentos, de laboratórios e de comunicação e ação entre os diferentes agentes do Sistema Agroindustrial de Base Florestal de Minas Gerais, no país e no exterior.
  • Pólos de Inovação visam acelerar o processo de desenvolvimento de regiões economicamente deprimidas. Nesses pólos, o Governo do Estado e os parceiros vão agir como catalisadores de oportunidades. Em cada região selecionada, será criado um arcabouço institucional para dar suporte à inovação, por meio da pesquisa, do desenvolvimento e da capacitação de recursos humanos, condições essenciais para dar sustentabilidade aos investimentos. Os Pólos de Inovação estão em Montes Claros, Salinas, Araçuaí e Teófilo Otoni. Premissas: Possibilitar o salto necessário á alteração das dinâmicas de desenvolvimento através da formação e concentração de massa critica territorialmente localizada, que acelere o fluxo informação – conhecimento –inovação – projeto – desenvolvimento. Agregar valor á economia regional(emprego e renda) e ás políticas públicas através de um grande esforço de inovação, ancorado em sólidas estruturas de capacitação de recursos humanos de P&D.
  • Centro de Estudos para convivência com o Semi-árido. Estagio Atual: - Área definida na UNIMONTES - Escritório montado - Equipe contratada - Rede social WEB 2.0 constituída - Site de busca pronto - Equipe para elaboração plano diretor contratada - Plano diretor iniciado. Impactos: - produção e articulação de conhecimento sobre o semi-árido. - Estabelecimento relacionamento internacinal para pesquisadores. - Adensamento de massa crítica, setores definidos no plano diretor. Desafios: - Integração institucional - Atraso inicio da operação(Coordenação UNIMONTES). Parcerias: - UNIMONTES, UFMG, EMBRAPA, EPAMIG, CEMIG e Comitê de combate á seca. Investimento inicial: - R$ 1.500.000,00
  • Estágio Atual: - Plano diretor em elaboração - Equipe contratada - Escritório partilhado com UFVJM – posteriormente irá para o IDENE. - Agente TEIA em treinamento - Plano de ação projeto TEIA e curso empreendedorismo – fase planejamento - Projetos especiais em fase de definição Impactos: Desenvolvimento da região de Diamantina Adensamento de massa crítica nos setores definidos no Plano Diretor Desafios: Integração institucional Parcerias: SEDE, Prefeitura Municipal, UFVJM, CEMIG, COPASA Investimento Inicial: R$ 1.000.000,00 (liberados em junho de 2009)
  • Estágio Atual: Plano diretor elaborado Equipe contratada Escritório partilhado com o IFET Agente TEIA em treinamento Plano de ação projeto TEIA e curso empreededorismo - fase planejamento Levantamento da iconografia - concluído Workshop – Reflexões cerâmicas – segundo semestre Produção de protótipos de peças cerâmicas – concluido Estudos de materiais da região – concluído – parceria UFSJ, gerou patente Contrato SENAI para curso de cerâmica e central de massa cerâmica Projeto melhoria da cachaça – em andamento Curso tecnologia de alimentos e melhoria laboratório IFET em andamento Semana de transferência tecnológica – parceria EMBRAPA – andamento Projeto implantação de fornos para queima de cerâmica – fase conclusão Impactos: - Desenvolvimento da região de Salinas - Adensamento de massa crítica, setores definidos plano diretor Parcerias: SEDVAM, SEDE, UTRAMIG, CETEC, Pólo Mineral, Prefeitura Municipal Investimento inicial – R$ 1.000.000,00
  • Estagio Atual: - Plano diretor elaborado Equipe contratada Escritório partilhado com IDENE Agente TEIA em treinamento Plano de ação TEIA e curso empreededorismo – fase planejamento Plano de negócios gestão – iniciado Levantamento das competências e projetos federais e estaduais concluído Projeto de desenvolvimento e agregação valor ao artesanato local – iniciado Impactos: - Desenvolvimento da região de Araçuaí - Adensamento da massa critica, setores definidos no plano diretor Parcerias: - SEDVAM, SEDE, UTRMIG, CETEC, Pólo Mineral, Prefeitura Municipal Desafios: Integração institucional Política – eleições municipais
  • Estagio Atual: -Plano Diretor elaborado -Equipe contratada -Escritório partilhado com o IDENE -Projeto de implantação do UNIT – fase implantação do laboratório -Acordo de Cooperação com a SEE publicado -Curso técnico de joalheria – negociação SEE, UTRAMIG -Curso de joalheria do projeto de Formação Profissional – agosto/2009 -Agente TEIA em treinamento -Plano de ação do TEIA e curso de empreededorismo – fase planejamento -Plano de negócio de floricultura – iniciado -Levantamento de necessidade de formação de recursos para ZPE – SEDE -Projeto desenvolvimento agregação valor ao artesanato local – iniciado Impacto: - Desenvolvimento da região do Vale do Mucuri - Adensamento de massa crítica setores definidos no plano diretor Desafios: -Integração institucional -Solução para curso Técnico em joalheria Parcerias:- SEDVAM, SEDE, UTRAMIG, CETEC, Pólo Mineral
  • Visão das ações em todas as regiões do Estado, ampliando a competitividade dos segmentos econômicos de elevado conteúdo tecnológico e nas regiões economicamente deprimidas um grande esforço catalisador de oportunidades, através de parceiros e de um arcabouço institucional estratégico para capacitação de recursos humanos essenciais na atração de investimentos de forma sustentável e também fornecer e/ou garantir suporte à pesquisa e à inovação.
  • A Secretaria tem como finalidade as ações setoriais do Governo de Minas relativas ao desenvolvimento, fomento da pesquisa, e à geração e aplicação de conhecimentos científicos e tecnológicos, bem como exercer o controle das Entidades de Ensino Superior.
  • História e Caracterização dos Termos : 1 – Mattelart (2002) analisa que a partir do século XVIII, surge a tendência em batizar os períodos da história universal em termos de “eras”, diferenciando a sociedade do presente da do futuro. Assim, fala-se em: Era Agrícola, Era Industrial e Era da Informação, e aponta que o conceito de sociedade da informação aparece pela primeira vez em 1973 na obra “The Coming of Post Industrial Society*”, do sociólogo de Harvard, Daniel Bell. 2 – Peter Drucker amplia o conceito para sociedade do conhecimento no livro “Post Capitalist Society”, em 1993, e analisa que o recurso econômico básico não é mais o capital, a terra, ou a mão-de-obra, mas sim, o conhecimento. “A Sociedade da Informação é uma utopia de realização tecnológica, a sociedade do conhecimento é uma esperança de realização do saber”. 3 – Tapscott (1997) traz a abordagem da Economia Digital e suas implicações nas relações produtivas. 4 – Dutton (2004) – “A exclusão digital não é apenas a exclusão ao contato com o meio digital ou o acesso à informação, mas principalmente a exclusão de acesso ao conhecimento”. A revolução tecnológica e a disseminação de suas formas se dá num cenário de rápidas transformações em ciclos de tempo cada vez menores. Nos mais diversos campos da atividade humana, uma inovação é suplantada por outra, antes mesmo que se tenha acomodado à anterior. A nova economia é uma Economia Global. “O conhecimento não conhece fronteiras” (Peter Drucker). “ Ser digital é fundamental e será cada vez mais”. Estamos na era que a informação bem usada vale muito mas do que dinheiro. A lógica da economia digital é a da abundância. Quanto mais conhecimento você tem, mais conhecimento você gera, tendendo para o infinito, numa velocidade cada vez maior. O grande desafio é acessar, processar, selecionar, organizar e usar a informação e/ou conhecimento, que é o grande papel da economia digital.
  • A Teoria de Roger do Processo de adoção: Saber – ter conhecimento, informação, só isso não é suficiente. Querer – também é preciso ter vontade, desejar, ambicionar, contudo, não basta. Poder – dispor de força, autoridade, influência é importante, mas não suficiente. CORRER – além de Saber, Querer e Poder, é essencial ter velocidade, rapidez, aproveitar a oportunidade, essencial é correr. O desafio da velocidade é o maior para todos nós.
  • Este provérbio africano, extraído de “O Mundo é Plano”, de Tomas Friedman, evidencia o desafio do imediatismo, da economia baseada em bits (Economia Digital).
  • Escala – é musculatura, é posicionar-se bem. Escala é crucial em todos os elos da cadeia produtiva, o mais fraco determina a força da cadeia, seu nível de competitividade. Velocidade – adequada para se posicionar de forma mais rápida que o mais rápido concorrente. Custo – tem que ser compatível. Desafio: “Tornar a sociedade do conhecimento digital uma realidade para todos os mineiros”.
  • Nos últimos 20 anos, a população passou de 5,19 para 6,79 bilhões de habitantes – incremento de 1,6 bilhão de habitantes nesse período, correspondendo a um crescimento médio de 80 milhões de pessoas por ano, ou 219,18 mil habitantes por dia ou, ainda, uma BH a cada 11 dias (BH= 2,44 milhões de habitantes). A projeção indica mais crescimento – de 7,66 bilhões de habitantes em 2020 e 9 bilhões em 2040. O crescimento da população gera oportunidade e amplia demandas. Alguns exemplos: 1 - Produzir de forma sustentável: alimentos, madeira (papel, celulose, painéis, carvão e outros), energia renovável, fibras, fitoterápicos (plantas medicinais). 2 - Gerar emprego e renda. 3 – Água – considerando que cada pessoa utiliza uma média de 150 litros de água por dia, em 1970, essa demanda no mundo era de 153,7 bilhões de litros/dia e, em 2009, é de 1,0 trilhão de litros/dia, A quantidade de água na Terra é praticamente invariável há centenas de anos, mantida pelo fenômeno do Ciclo Hidrológico. A distribuição da água no mundo é muito desigual. Há necessidade de se desenvolver mais pesquisa s e gerar tecnologias que permitam a captação, armazenamento e preservação da água e seus mananciais. 4 - Terra – o território mundial é de 13,06 bilhões de hectares. Em 1970, a densidade de pessoas por hectare no mundo era de 0,28 e, em 2009, é de 0,52 hab/ha. Água, terra, fauna , flora e agroecossistema – desafios constantes para a Ciência, Tecnologia e Inovação. 5- Veículos. S egundo cálculos da OICA (Organização Mundial da Indústria Automobilística) , em 2007, o mundo superou 1 bilhão de carros circulando, média de 6,6 pessoas/veículo, e está produzindo mais de 70 milhões de veículos por ano. Os campeões de venda /2007, em milhões de veículos são EUA (16.12), China (6,07), Japão (5,03), Alemanha (3,4) , Inglaterra (2,7), Itália (2,7), Rússia (2,6), França (2,5), Brasil (2,3) e Espanha (1,9). Caso todos os países caminhem para a média de 1 habitante/veículo, como atualmente nos EUA, como será a trafecabilidade? Há tecnologia e conhecimento disponível para esta resposta? Quanto de combustível será necessário? Qual o tipo de combustível? Qual o padrão de consumo para a humanidade? Em 2009 a previsão é da China vender mais de 8,8 milhões de veículos.A produção mundial de etanol em 2004 foi de aproximadamente 40 bilhões de litros , 79 bilhões de litros em 2008 e previsão de 88 bilhões de litros em 2009. A do Brasil foi de 15,0 bilhões de litros/2004e 26,6 bilhões/2008 e previsão de 28 ,2 bilhões de litros em 2009. Os EUA 13,4 em 2004 e 36,0 bilhões de litros em 2008 e previsão de 42,0 bilhões de litros em 2009. EUA - a população americana passou de 295,2 milhões de habitantes em 1995, para 307,2 milhões de habitantes em 2007, crescimento médio de 3,0 milhões de hab/ano, sendo cerca de 1,0 milhão de imigrantes/ano. A comercialização de veículos nos EUA está em torno de 16 milhões de veículos/ano. Mais de 5 vezes o crescimento médio da população.
  • A população cresceu de 93,10 para 191,10 milhões de habitantes, nos últimos 39 anos, média de 2,51 milhões/habitantes/ano. As projeções indicam crescimento de cerca de 2,0 milhões de habitantes/ano, atingindo 193,2 milhões de habitantes em 2010 , e 200,0 milhões de habitantes em 2013. Exemplos de demandas e/ou oportunidades: 1)- ÁGUA – considerando que cada brasileiro utiliza, em média, 150 litros de água por dia, o consumo de água no Brasil em 1970 era de 14,0 bilhões de litros/dia e, em 2009, é de 28,7 bilhões de litros/dia. O Brasil á altamente privilegiado em termos de disponibilidade hídrica global. Conta com cerca de 50.810 m³/hab/ano. A distribuição de água no Brasil também é bastante irregular. A Amazonas é o lugar mais rico em água potável perficial de todo o planeta. Investir em C&T e I na captação, armazenamento, reservação da água e seus mananciais deve er uma prioridade constante. O território brasileiro é de 851,1 milhões de hectares (5º maior do mundo). Em 1990, a densidade populacional era de 0,11 hab/ha e, atualmente, é de 0,22 hab/ha, ou seja, no Brasil, há 2,36 vezes mais terra por habitante do que a densidade média global. Água, terra, fauna, flora e agroecossistemas são também grandes desafios para a ciência, tecnologia e inovação. 2)- Veículos - Em 2008, a frota de automóveis no Brasil atingiu 32,1 e a frota total superou 54,5 milhões de veículos. A frota de automóveis em 1990 era de 11,0 milhões, que correspondia a 1 automóvel para 13,36 habitantes. Atualmente essa relação é menos de 6,0 habitantes/automóvel. Para onde caminha a trafegabilidade ? A demanda sobre o tipo e quantidade de combustível? Segundo o carbonômetro, dispositivo criado pela UNICA , o uso de biocombustível já evitou o lançamento de 45 milhões de t de gás carbônico na atmosfera. 3)- Terra – O território brasileiro de 851,1 milhões de hectares, tinha uma densidade populacional de 0,11 habitantes/ha, em 1970. Atualmente é de 0,23 habitantes/ha. Para onde vamos? 4)- Alimentos; fibras; energia renováveis; madeira (papel, celulose, painéis,carvão e outros). 5)- Empregos e renda. A liderança na economia do conhecimento, certamente, será o grande diferencial competitivo para o sucesso das populações de Regiões, Estados e Nações. CTI e ES é o caminho estratégico para garantir esta liderança aos Mineiros.      
  • A população mineira passou de 11,49 para 20,19 milhões de habitantes nos últimos 39 anos , média de 223 milhões de habitantes/ano. De 2000 a 2009, o crescimento médio foi de 256 mil habitantes/ano. Minas é a caixa d’água do Brasil; em 1970, a utilização de água pela população mineira era de1,72 bilhões de litros/dia. Atualmente é de 3,03 bilhões de litros por dia. O território mineiro abrange 58,67 milhões de hectares, ligeiramente superior à área da França (54,40 milhões de hectares). Em 1970, a densidade da população em Minas Gerais era de 0,20/hab/ha e, atualmente, é de 0,34 hab/ha, inferior à densidade global (0,52/hab/ha) e superior à densidade brasileira (0,22/ha). Veículos – Minas, em 2008, atingiu 3,31 milhões de automóveis, 264 mil caminhões, 396 mil caminhonetes, 155 mil camionetas, 50 mil ônibus, 25 mil microônibus, 1,36 milhões de motocicletas, 134 mil motonetas, 146 mil de outros, totalizando 5,84 milhões de veículos em dezembro de 2008. Minas é o retrato do Brasil.
  • A produção mundial de milho, trigo, /09arroz, soja e cevada cresceu de 1,2 bilhões de toneladas em 1974/75, para 2,50 bilhões de toneladas na safra 2008/09– crescimento de 108,3% (34anos). A produção no Brasil, no mesmo período, cresceu 245,0%. Saiu de 40,0 milhões de toneladas, para 138,0 milhões de toneladas. A previsão para a safra 2009/10 no mundo é de produzir, 2,57bilhões de toneladas (milho, trigo, arroz, soja, cevada). Estes produtos historicamente representam mais de 87,0% da produção mundial de grãos. Milho – estoque mundial para 68 dias. O consumo passou de 610,0 milhões de toneladas em 2000/01, para 772,9 milhões de toneladas em 2008/09, incremento médio de 20,34 milhões t/ano, nesse período.Produto mais consumido no mundo. Soja – o consumo mundial passou de 204,5 milhões de toneladas em 2004/05, para 231,0 milhões de toneladas em 2008/09, incremento médio de consumo de 6,63 milhões de toneladas/ano, nesses últimos 4 anos. Estoque mundial de 45,84 milhões de toneladas, suficiente para 72 dias de consumo.
  • 1) A produção cresceu de 40 milhões de toneladas para 83 milhões de toneladas, em 25 anos (1974/75 a 1999/00), média de 1,72 milhões toneladas/ano. 2)Em um cenário favorável de taxa de câmbio, baixos estoques mundiais e bons preços, a produção brasileira de grãos cresceu 40 milhões de toneladas de 1999/00 a 2002/03, atingindo a produção de 123,2 milhões de toneladas, incremento médio de 13,4 milhões de toneladas por ano. 3) Caiu, respectivamente, para 119,1; 114,7 e 120,8 milhões de toneladas nas safras 2003/04; 2004/05 e 2005/06, em função, principalmente, de adversidades climática. 4)Novamente, em um cenário favorável, melhoria de renda das populações de países em desenvolvimento, maior consumo, baixos estoques de produtos sensíveis e bons preços, o produtor brasileiro mostrou, outra vez, sua competência e a produção atingiu 131,75 milhões de toneladas, na safra 2006/07 e 142,42 milhões de toneladas na safra 2007/08. 5) Na safra 2008/09, em razão de adversidades climáticas, a produção foi de apenas 138,0 milhões de toneladas. 6) A produção de grãos no Brasil cresceu, em 34 anos, 3,45 vezes. A produção mundial dos principais grãos, no mesmo período, passou de 1,2 para 2,50 bilhões de toneladas (cresceu 2,08 vezes). 7) Em condições normais, é esperado para a safra 2009/10 que o Brasil supere a produção de 150 milhões de toneladas. 8) A área utilizada manteve praticamente do mesmo tamanho (tecnologia). Área plantada de cerca de 47,0 milhões de hectares. Na safra 2008/09, deduzindo as áreas de plantio em sucessão de culturas e consorciadas, constata-se que a área utilizada foi de, aproximadamente, 37,0 milhões de hectares. Área em Sucessão (milhões de hectares): milho – 4,89; feijão – 2,54; trigo –1,81; outros – 0,76 =Total: 10,00 milhões de hectares. 9) Evolução tecnológica (Produtividade e Extensão das épocas de cultivo . Ex: milho safrinha)
  • 1 – A produção de grãos em Minas passou de 3,51 milhões de toneladas da safra 1974/75 para 10,2 milhões de toneladas na safra 2008/09, utilizando menos área. 2 – A área plantada em hectares foi de 3,32 milhões de hectares na safra 974/75 e de apenas 2,81 milhões de hectares na safra 2008/09. 3 – A produtividade era de 1060 kg/há em 1974/75 e atualmente atingiu 3629kg/ha. 4 – Milho é o melhor exemplo de avanço de melhoramento de planta e de ganhos de produtividade. Em meados da década de 70, Minas plantava cerca de 1,8 milhões de hectares de milho e colhia aproximadamente 2,4 milhões de toneladas (produtividade 1,34 toneladas por hectare). Na safra 2008/09 foi plantado cerca de 1,30 milhão de hectares de milho, em Minas, com uma colheita de aproximadamente 6,5 milhões de toneladas (produtividade aproximada de 5,0 ton/ha.) Conclusão: Ciência, Tecnologia e Inovação é caminho estratégico, para ampliar competitivamente a produção de forma sustentável.
  • Verificamos que a grande maioria de pesquisadores no Brasil, se encontram nas Instituições de Ensino Superior, diferentemente de países como EUA, Coréia do Sul e Japão, onde os pesquisadores estão lotados nas Empresas. O Programa de Mestres e Doutores na Empresa é uma ótima iniciativa para ampliar e fortalecer a cultura inovadora nas empresas mineiras.
  • Rede Mineira de Propriedade Intelectual está no rol das Redes de Pesquisa do Estado, apoiadas pela FAPEMIG. OBJETIVOS desenvolvimento das instituições na proteção do conhecimento científico e tecnológico Incentivo a transferência de tecnologia Incentivo ao desenvolvimento da inovação tecnológica Capacitação de recursos humanos Recursos alocados em 2007 e 2008 = R$ 1.000.000,00 25 instituições participantes
  • A evolução do número de proteções é um bom indicador dos avanços de C, T & I, em MG, principalmente, nos últimos 6 anos.
  • O pedido de patentes depositadas em Minas Gerais passou de uma participação no total brasileiro de 8,06% em 2002 para 9% em 2006, evidenciando uma ligeira evolução de MG.
  • Neste quadro, verificamos que o Brasil no período 2001/03 a 2003/05 avançou 8,06% no total e Minas cresceu 8,31% Na inovação de produtos e/ou processo o Brasil avançou 8,35% e Minas teve ligeira queda. Em mudanças estratégicas e organizacionais o Brasil ampliou 9,5% e Minas 3,57%.
  • O Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FNDCT, importante para ampliar o aporte de recursos para ciência e tecnologia. Verificamos no gráfico, incremento nacional de mais de 90% nos investimentos através do FNDCT no período 2003 a 2005. Em Minas este avanço representou mais de 80%.
  • Minas aparece em 2º lugar em empresas inovadoras e 4º lugar em empresas que fazem P&D.
  • Fonte CNPq: 7183 Pesquisadores = 9,3% dos pesquisadores do Brasil (2004) 40 instituições = 11,9% das instituições de pesquisa do Brasil (2004) Fonte CAPES: 2826 Mestres = 9,5% dos mestres titulados no Brasil em 2006 711 Doutores = 7,4% dos doutores titulados no Brasil em 2006 Fonte INPI (1997-2006): 5.606 Patentes = 8,5% das Patentes brasileiras
  • Verificamos que EUA, Japão, Alemanha e Canadá com investimentos que certamente ampliarão os avanços e a dianteira no ranking dos países em P&D. O Brasil está melhorando, porém a velocidade ou salto precisa ser maior.
  • Este gráfico evidencia o porque da liderança dos EUA em Ciência e Tecnologia.
  • Verificamos a preponderância das importações de Alta Tecnologia e Média Tecnologia sobre as exportações.
  • Esta informação evidencia o acerto e oportunidade dos objetivos de MG, via SECTES: 1 – Consolidar na sociedade a percepção de CT&I e ES como área estratégica. 2 – Preparar Minas como Estado Líder na economia do conhecimento. 3 – Transformar conhecimento em negócios, elevando a produtividade e a competitividade contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado. O conhecimento alicerçado na ciência, na tecnologia e na informação, é atualmente o fator de produção por excelência determinante do progresso e da riqueza das nações. Estamos vivendo uma era onde “a única certeza é a incerteza, apenas o conhecimento é fonte segura de vantagem competitiva”.
  • No mapa mundi verificamos os líderes em índices de realização tecnológica, na cor marrom clara. América do Norte – EUA. Oceania – Austrália. Ásia – Japão, Coréia do Sul e Taiwan. Europa – Finlândia, Noruega, Suécia, Alemanha, França, Reino Unido e Holanda.
  • Verificamos no gráfico: quanto maior o desenvolvimento tecnológico maior e riqueza da nação. Evidenciando o acerto, oportunidade e importância dos objetivos de Minas Gerais, através da SECTES. Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e competitividade. Consolidar na sociedade a percepção de C,T&I e Ensino Superior como área estratégica. Preparar MG como Estado Líder na Economia do Conhecimento.
  • A mudança tecnológica é fator determinante no desenvolvimento das economias. Os avanços tecnológicos ocorridos nos últimos anos transformaram de maneira decisiva a sociedade global. No atual processo de globalização, a inovação e o conhecimento são os principais fatores estratégicos para determinar o nível de competitividade de desenvolvimento dos setores produtivos e viabilizar a inserção dos países no cenário mundial. Garantir o investimento de 1% do PIB em ciência e tecnologia é um avanço em MG e no Brasil, porém ainda muito aquém dos países que estão investindo mais de 2% ao ano de seu PIB em C&T. A produção científica mundial está concentrada em três blocos de países: Europa (42,1%); América do Norte (31,8%) e Ásia (18,2%).
  • O número de mestres e doutores atingiu 30.600 e 10.000, respectivamente. A produção científica brasileira cresceu 54% entre 1998 e 2002, passando de 10.279 para 15.846 artigos indexados pelo ISI. No mesmo período, a produção mundial aumentou 8,7%. De 2002 a 2007 o Brasil passou da 22ª colocação para 15ª no ranking mundial do número de artigos científicos publicados. Em 2008, ultrapassou a Holanda e Rússia e agora ocupa a 13ª posição. O número de artigos publicados no Brasil foi de 30451 em 2008 e 19436 em 2007; com esse aumento, o Brasil passou a contribuir com 2,12% dos artigos dos 183 países participantes desse ranking. O Brasil trilha uma trajetória que consiste no aumento da produção científica. O mundo dobrou a produção científica de 1981 a 2006. o Brasil aumentou 9 vezes, neste período, com destaque na produção científica para a Agricultura, com participação de 4% da produção mundial. Entre os fatores que contribuem para esse crescimento brasileiro pode ser citado: O aumento do orçamento para universidades federais e centros de pesquisa. Apoio e fomento à pesquisa e formação de recursos humanos nos últimos anos. O número de mestres e doutores cresceu significativamente neste período. Minas é o retrato do Brasil. O número de mestres e doutores titulados por ano em MG passou, respectivamente, de 2.139 para 3.401 e de 468 para 831, de 2002 para 2007.
  • A produção científica brasileira cresceu de 56% de 2007 para 2008, e o Brasil passou de 15º para 13º no ranking mundial de artigos publicados em periódicos científicos indexados pelo ISI, conforme o gráfico. Este avanço reflete o aumento do fomento à pesquisa no Brasil. O número de mestres e doutores que saiu de 13.5 mil em 1996 para 40,6 em 2007, o crescimento das bolsas concedidas pela CAPES de 19 mil para 31 mil, no mesmo período. Neste ranking reúne uma base de dados com artigos publicados em 183 países, sendo que os 20 países relacionados neste gráfico representam 84,34% do total de artigos publicados. Na UFMG, as publicações indexadas pularam de 1.598, em 2006, para 1761, em 2008. Os grupos de pesquisa da UFMG foram ampliados de 650, em 2007, para 732, em 2008. O pró-reitor adjunto de pesquisa, Rubén Dario Sinisterra, afirma, entre os fatores que contribuiram para a evolução, foi a sustentabilidade das políticas públicas de financiamento. “Tanto o governo federal como o governo estadual têm investido na pesquisa e hoje não faltam recursos”. Por ano, a UFMG têm obtido uma média de 40 patentes. Outro fator que contribui para a boa colocação do Brasil no ranking é o acesso livre ao conhecimento gerado mundialmente e oferecido pelo Portal de Periódicos. Quando foi criado, em 2000, o portal contava com 1,8 mil títulos. Em 2009, são 13 mil periódicos, 126 bases de dados referenciais e seis bases dedicadas exclusivamente a patentes. O número de consultas ao portal, nesse periódo, passou 3,03 milhões de acesso para 60,7 milhões.
  • SIMI – Sistema Mineiro de Inovação Missão : integrar e coordenar o Ambiente de Inovação do Estado. Objetivo : Articular entidades e ações, visando estimular a transformação de conhecimento em inovação,promovendo o desenvolvimento socioeconômico de Minas Gerais. Instrumentos: Fórum Mineiro de Inovação : presidido pelo Governador. Objetivo: elaborar e decidir sobre as Estratégias de Promoção de Inovação em Minas Gerais. Comitê de Empresários para Inovação : promover a difusão e propagação da inovação nos setores socioeconômicos de MG. Programa de Comunicação : promover a inovação por meio da divulgação de novos conhecimentos e seus benefícios socioeconômicos para os mineiros. Portal Web 2.0 – promover ambiente de integração de ações virtuais e presenciais dos Agentes de Inovação em Minas. Disponibiliza ferramentas para oportunidades de colaboração e interatividade dos atores de inovação do Estado. O SIMI está sendo operado por 03 (três) projetos estruturadores: 1 – Rede de Inovação Tecnológica – RIT - Visa ampliar a capacidade de inovação tecnológica nas empresas mineiras, com atuação em: AMBIENTE DE INOVAÇÃO – prover ambiente favorável à Inovação. INOVAÇÃO NA EMPRESA – ações de suporte e articulação entre Empresas e Instituições de Ciência e Tecnologia. INOVAÇÃO NA SOCIEDADE – visa disseminar e ampliar a cultura do empreendedorismo e da inovação pelos mineiros. 2 – Desenvolvimento Regional e Setorial - Visa ampliar a competitividade dos segmentos econômicos de elevado conteúdo tecnológico. Arranjos Produtivos Locais –são concentrações geográficas de empresas de um segmento ou instaladas em um mesmo Complexo Industrial: Biocombustíveis, Biotecnologia, Eletroeletônica e Software. Pólos de Excelência : consolidar a liderança de Minas Gerais no desenvolvimento sustentável de setores estratégicos, nos quais o Estado possua tradição, massa crítica e/ou vantagens competitivas. Integrar as competências institucionais para induzir o processo de desenvolvimento sustentável de cada setor. Pólos de Inovação : visa acelerar o processo de desenvolvimento de regiões economicamente deprimidas. Governo e Parceiros, através de um Arcabouço Institucional, vão agir como catalisadores de oportunidades. 3 – Rede de Formação Profissional Orientada pelo Mercado (RFPOM) - Visa a inclusão social e digital, através de Telecentros e CVTs (Centros Vocacionais Tecnológicos). Apoiar o crescimento do Ensino Superior, privilegiando a elevação de sua qualidade e acessibilidade. Contribuindo para que os mineiros estejam preparados e valendo-se das oportunidades do mercado de trabalho.
  • Disponibilidade de terras Mundo = 13,06 bilhões de hectares – a produção de alimentos, fibras, agroenergia (vida selvagem, floresta) dependem de terras adequadas em quantidade e qualidade. 1,4 bilhão de hectares – culturas anuais 0,14 bilhão de hectares – culturas permanentes 3,48 bilhões de hectares - pastagens Brasil: Área: 851,1 milhões de hectares ( 5º maior país do mundo) -Florestas plantadas – 6,0 milhões ha - Culturas anuais - 37,0 milhões de ha - Culturas permanentes – 18,0 milhões de ha - Pastagens – 218,0 milhões de ha. -TOTAL – 279,0 milhões de ha (32,78%) Fatores essenciais e favoráveis a maior competitividade do agronegócio brasileiro. Clima: variado, excelente luminosidade Água: 19% da água doce do Planeta Melhor tecnologia agropecuária de clima tropical Competência (produtores, pesquisadores e outros) Cerrado: 204 milhões de hectares Ameaças: infra-estrutura (armazenagem, transportes, portos) Capital (fator escasso) Mercado (protecionismo, barreiras, subsídios) Insumos (fertilizantes) País Extensão Territorial milhões ha Rússia 17.080 Canadá 9.980 China 9.360 EUA 9.600 Brasil 851 Austrália 7.690 Índia 3.290

Palestra BáSica 21 07 09 Palestra BáSica 21 07 09 Presentation Transcript

  • Palestra Básica
  • TEMA PALESTRANTE Local Data
  • Apresentação A palestra básica, esta estruturada e composta por 122 slides.
    • Slides de 1 a 11 – apresentação geral e institucional
    • 2. Slides de 12 a 82 sobre o SIMI, sendo:
    • 2.1. Slides de 12 a 48 relativos ao RIT
    • 2.1.1. Slide 12 – Diretrizes e Cenários do RIT
    • 2.1.2. Slides 13 a 29 – Ambientes de Inovação
    • 2.1.3. Slides 30 a 41 - Inovação na Empresa
    • 2.1.4. Slides 42 a 48 – Inovação na Sociedade
    • 2.2. Slides 49 a 60 – Rede de Formação Profissional
    • 2.2.1. Slide 50 CVTs e Telecentros
    • 2.2.2. Slides 51 a 60 Instituições de Ensino Superior
    • 2.3. Slides 61 a 82 – Desenvolvimento Regional e Setorial
    • 2.3.1. Slides 62 a 66 – APLs
    • 2.3.2. Slides 67 a 75 – Pólos de Excelência
    • 2.3.3. Slides 76 a 86 – Pólos de Inovação
    • 2.3.4. Slide 87 – Visão Global
    • 3. Slide – 88. Encerramento
    • 4. Slides 89 – Sugestões para contextualizar a Palestra
    • Slides 90 a 93 – Novos Paradigmas, Desafios da Velocidade e Modelo de Inclusão
    • Slides 94 a 97– Cenários Populacionais
    • Slides 98 a 101– Cenário da Produção de Grãos.
    • 5. Outros Slides – 102 a 129
  • Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado
  • Estrutura - SECTES
  • Estrutura - SECTES
  • Missão
    • Promover a Ciência, a Tecnologia, a Inovação e o Ensino Superior para o desenvolvimento sustentável e a melhoria da qualidade de vida em Minas Gerais.
  • Visão
    • Ser referência nacional na formulação e implementação de políticas públicas que assegurem o Desenvolvimento Científico e Tecnológico, a Inovação e o Ensino Superior.
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema.
  • INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR EM MINAS GERAIS
  • Sistema Mineiro de Inovação - SIMI Ambiente de Inovação: - Parques Tecnológicos - Incubadoras de Empresas - Atração de Centros de P&D - Parque Industrial Tecnológico - Lei da Inovação (FIIT) - INOVATEC Inovação na Empresa: - PII - NIT - TIB - Plataforma SIMI - Centro Minas Design Editais Induzidos: * PAPPE * Mestres e Doutores na empresa * Venture Capital e Private Equity Inovação na Sociedade: - Cultura Empreendedora : NAEs – Núcleo de Apoio ao empreendedor, Projeto Jovens Empreendedores, Curso de Empreendedorismo - TEIA: Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação Aplicados - C5: Centros de Competência em comunidades de Cooperação e Conhecimento Desenvolvimento Regional e Setorial: - APLs - Pólos de Excelência - Pólos de Inovação FÓRUM – PORTAL Web 2.0 OBSERVATÓRIO de C,T,I & ES www.simi.org.br Rede de Formação Profissional: - CVTs e Telecentros - Instituições de Ensino COMITÊ DE EMPRESÁRIOS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARCERIAS INTERNACIONAIS
  • Rede de Inovação Tecnológica - RIT Parceiros UNIVERSIDADE CENTROS DE PESQUISA Municípios de MG
    • Inovação na
    • Empresa:
    • - PII - NIT - TIB
    • - Plataforma SIMI
    • - Centro Minas Design
    • Editais Induzidos:
    • * PAPPE
    • * Mestres e Doutores na empresa
    FÓRUM – PORTAL Web 2.0 COMITÊ DE EMPRESÁRIOS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO Sistema Mineiro de Inovação - SIMI Ambiente de Inovação: Parques Tecnológicos Incubadoras de Empresas Atração de Centros de P&D Parque Industrial Tecnológico Lei da Inovação (FIIT) INOVATEC
  • UBERABA ITAJUBÁ JUIZ DE FORA LAVRAS VIÇOSA BELO HORIZONTE Em Fase de Implantação Em Fase de Estudo Mapa de Parques Tecnológicos
  • Parque Tecnológico Belo Horizonte - BhTec É uma parceria entre Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Governo de Minas, Sebrae e Fiemg Ordem de início da obra do Prédio Institucional: 22/09/2008 BhTec = Vocação Multisetorial 30 Empreendimentos até 2011
  • O PTV é uma parceria entre Universidade Federal de Viçosa (UFV), Governo do Estado e o Governo Municipal, além do apoio de diversas instituições da região. Ordem de início da obra do prédio institucional: 24/09/2008 Foco: Agronegócio 10 Empreendimentos até 2011 Ex.: Fomento Florestal Parque Tecnológico Viçosa PTV
  • Parque Científico e Tecnológico de Itajubá - ParCTec O ParCTec é uma parceria entre Universidade Federal de Itajubá, Governo do Estado e a Prefeitura Municipal de Itajubá. Ordem de início da Obra do Prédio Institucional : 01/09/2008 Foco: Energia 10 Empreendimentos até 2011
  • UBERABA UBERLÂNDIA INCONFIDENTES SANTA RITA DO SAPUCAÍ BRASÓPOLIS ITAJUBÁ JUIZ DE FORA SÃO JOÃO DEL REI LAVRAS MONTES CLAROS BELO HORIZONTE ITABIRA VIÇOSA Mapa de Incubadoras de Empresas
  • Por que Investir em Minas Gerais ? Atração de Centros de P&D Instituições de Ensino atuando em P & D & I Linhas de Pesquisa compatíveis com as necessidades da Empresa Menor Custo de Vida = Menor Custo de Mão-de-obra Infra-estrutura diferenciada Plano Governamental
  • Confins Intl Airport CEMIG´s Substation 2 x 300 MVA PIT – Industrial Tech Park 3,4 millions sq m. Highway MG-010 Belo Horizonte Confins Localização do PIT
  • Lei Mineira de Inovação - FIIT Inovação é a manifestação social e econômica da esperança
    • Marco Regulatório/Legal para Indução à Inovação
    • Define condições para parcerias e prestação de serviços pelas ICTs federais e seus
    • servidores às empresas privadas, para o desenvolvimento de produtos e processos
    • inovadores.
    • Possibilita ao servidor das ICTs e Instituições Federais ter ganho adicional ou obter
    • licença pessoal para trabalhar ou constituir empresa dedicada à inovação.
    • Prevê implantação de NITs nas ICTs e estimula o inventor independente.
    • Incentivos às Empresas para Indução à Inovação
    • Concede incentivos fiscais com redução de impostos às empresas inovadoras.
    • Prevê apoio financeiro às empresas na forma de subvenção econômica, financiamento ou
    • participação acionária, para desenvolvimento de produtos ou processos inovadores.
    LEI FEDERAL DE INOVAÇÃO Lei n.º 10.973 de 02/12/2004
    • Permite aos órgãos federais, no interesse público, praticar a
    • encomenda tecnológica e exercer seu poder de compra com
    • empresas que buscam solução de um problema tecnológico.
    • Autoriza a constituição de fundos mútuos de investimento
    • para capitalização de empresas inovadoras.17
    • Marco Regulatório/Legal para Indução à Inovação
    • No interesse público, as instituições estaduais podem encomendar projetos cooperativos com empresas ou redes para solução de seus problemas tecnológicos.
    • Propõe implantação de NITs nas ICTs e MG e apóia o inventor independente.
    • Define condições para ICTs de MG e seus servidores estabeleçam parcerias e contratos de serviços ou de transferência de tecnologia com EBTs e ICTs privadas.
    • Cria condições para ganho adicional e licença pessoal do servidor para constituir empresa inovadora ou trabalhar em EBT, ICT privada ou outra ICT MG.
    LEI MINEIRA DE INOVAÇÃO E TECNOLOGIA Lei n.º 17.348 de 17/01/2008
    • Incentivos às Empresas para Indução à Inovação
    • Concede incentivos financeiros às empresas para inovação tecnológica no Estado através do FIIT – Fundo de Incentivo à Inovação Tecnológica, independente da FAPEMIG.
    • Apóia criação de incubadoras de EBTs, Parques Tecnológicos, Redes Cooperativas para Inovação e Centros de P&D nas empresas, inclusive estrangeiras.
    • Fomenta e participa de Fundos Mútuos de Capital Semente.
    • Regulamentado pelo Decreto n.º 44.874 de 18/08/2008
    • O FIIT concederá incentivos à inovação tecnológica no Estado por meio de apoio financeiro às empresas, inclusive nas parcerias com ICTs, assegurando a inclusão de recursos para esta finalidade na proposta de lei orçamentária anual.
    • É vedada a transferência para o FIIT de recursos da FAPEMIG, oriundos da aplicação do disposto no art. 212 da Constituição do Estado.
    • Os recursos do FIIT serão liberados às empresas na forma subvenção econômica, condicionados à análise e recomendação pela FAPEMIG de seus projetos de pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos inovadores.
    FIIT – Fundo de Incentivo à Inovação Tecnológica
    • O FIIT terá como Órgão Gestor a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES) e como Agente Executor e Financeiro a FAPEMIG, que receberá a título de ressarcimento de despesas operacionas 2% (dois por cento) do valor de cada recurso liberado.
    • O Grupo Coordenador do FIIT será composto por um representante dos órgãos: SECTES, que o presidirá, SEPLAG, SEF, SEDE, FAPEMIG e FIEMG.
    • Será de responsabilidade do Grupo Coordenador do FIIT:
    • aprovar a política geral, a aplicação dos recursos e as prioridades.
    • acompanhar a execução orçamentária e financeira.
    • aprovar os projetos e as solicitações de apoio.
    FIIT – Fundo de Incentivo à Inovação Tecnológica
    • Compete ao Órgão Gestor do FIIT, com apoio da FAPEMIG:
    • elaborar e propor ao Grupo Coordenador a política geral, a de
    • aplicações de recursos e as prioridades do FIIT.
    • elaborar e propor a proposta orçamentária anual do FIIT.
    • submeter ao Grupo Coordenador, para enquadramento, os projetos
    • e programas com aderência às políticas e prioridades de C,T&I do
    • Estado, observando a disponibilidade de recursos.
    • encaminhar, para análise técnica da FAPEMIG, os projetos e
    • solicitações de apoio financeiro recomendados como passíveis de
    • apoio.
    • convocar e presidir as reuniões do Grupo Coordenador, avaliando
    • outros assuntos pertinentes.
    FIIT – Fundo de Incentivo à Inovação Tecnológica
    • Compete ao Agente Executor e Financeiro do FIIT:
    • secretariar as reuniões do Grupo Coordenador e providenciar suas
    • recomendações.
    • contratar e operacionalizar os projetos e programas aprovados.
    • emitir relatórios de acompanhamento dos projetos e de
    • desempenho do FIIT.
    • analisar os pedidos enquadrados e encaminhados, observando o
    • mérito do projeto, sua viabilidade técnica e financeira, bem como
    • seu impacto para a C,T&I no Estado.
    • deliberar sobre os projetos e programas tecnicamente
    • recomendados, emitindo um termo de resolução para aprovação
    • pelo Grupo Coordenador.
    FIIT – Fundo de Incentivo à Inovação Tecnológica
  • Mapa de Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos
    • Uberlândia
    • Incubadora
    • Uberaba
    • Incubadora
    • Parque
    • Tecnológico
    Incubadoras de Empresas Parques Tecnológicos
    • Inconfidentes
    • Incubadora
    • Santa Rita do Sapucaí
    • Incubadora
    • Brasópolis
    • Incubadora
    • Itajubá
    • Incubadora
    • - Parque Tecno.
    • Itabira
    • Incubadora
    • Belo Horizonte
    • Incubadora
    • Parque Tecn.
    • Viçosa
    • Incubadora
    • Parque Tecnológico
    • Juiz de Fora
    • Incubadora
    • Parque Tecnológico
    • São João Del Rei
    • Incubadora
    • Lavras
    • Incubadora
    • Parque Tecnológico
    • Montes Claros
    • Incubadora
  • FÓRUM – PORTAL Web 2.0 COMITÊ DE EMPRESÁRIOS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO Ambiente de Inovação: - Parques Tecnológicos - Incubadoras de Empresas - Atração de Centros de P&D - Parque Industrial Tecnológico - Lei da Inovação (FIIT) - INOVATEC Sistema Mineiro de Inovação - SIMI Inovação na Empresa: PII NIT TIB Plataforma SIMI Centro Minas Design Editais Induzidos: PAPPE Mestres e Doutores na empresa Venture Capital e Private Equity
  • Pesquisas Produtos Empresas Incubadoras e Parques Tecnológicos Desenvolvimento Regional PPTec PROGRAMA DE INCENTIVO À INOVAÇÃO - PII
  • Inovação na Empresa UFV Toolkit Biotech
  • PII – Resultados alcançados ● 05 Programas de Incentivo a Inovação lançados (Lavras; Itajubá, Viçosa, Juiz de Fora, Belo Horizonte);   ● 109 propostas contempladas com Estudo de Viabilidade Técnica;   ● 03 Lançamentos dos Livros do PII: Lavras, Juiz de Fora, Itajubá;   ● 47 propostas contempladas para elaboração dos protótipos e planos tecnológicos;   ● 10 patentes depositadas e 14 em andamento;   ● 11 Spin offs e 8 tecnologias transferidas.
  • Mapa de Núcleos de Inovação Tecnológica - NITs Uberlândia Fomento em Propriedade Intelectual Instituições Atendidas Belo Horizonte Ouro Preto Viçosa São João Del Rei Lavras CDTN / CETEC / CEFET / EPAMIG / FAPEMIG / FHEMIG / FIOCRUZ / FUNED / PUC / SECTES / UEMG / UFMG / UNI-BH UFSJ UFLA UFU UFV Montes Claros UNIMONTES UFOP Itajubá Alfenas UNIFAL Juiz de Fora FES-FAI / UNIFEI UFJF Diamantina UFVJM Uberaba UFTM
  • Tecnologia Industrial Básica - TIB Visa aprimorar e certificar laboratórios e escritórios que oferecem serviços de TIB ao setor empresarial/industrial. Atua em parceria com: IPEM, CETEC, IEL, SEBRAE e Rede Metrológica de Minas.
  • www.simi.org.br Plataforma SIMI
  • Ambiente da Inovação Pesquisadores Empresas Fomentadores Investidores Incubadoras Informações Estratégicas Ações Governamentais Equipe de Gestão TI Fórum de Inovação Membros do Governo, ICT’s e Empresários Formuladores de Políticas Públicas Conecit, Assembleia Legislativa Encontros de Inovação Encontros de Inovação O SIMI possui uma estrutura dinâmica, que permite a conexão de pessoas e a geração de informações para indução de políticas públicas.
  •  
  •  
  •  
  • Editais Induzidos PAPPE Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas Programa de Mestres e Doutores na Empresa
    • Inovação na
    • Empresa:
    • - PII - NIT - TIB
    • - Plataforma SIMI
    • - Centro Minas Design
    • Editais Induzidos:
    • * PAPPE
    • * Mestres e Doutores na empresa
    FÓRUM – PORTAL Web 2.0 COMITÊ DE EMPRESÁRIOS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO Ambiente de Inovação: - Parques Tecnológicos - Incubadoras de Empresas - Atração de Centros de P&D - Parque Industrial Tecnológico - Lei da Inovação (FIIT) - INOVATEC Sistema Mineiro de Inovação - SIMI Inovação na Sociedade: Cultura Empreendedora : NAEs – Núcleo de Apoio ao empreendedor, Projeto Jovens Empreendedores, Curso de Empreendedorismo TEIA : Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação Aplicados C5 : Centros de Competência em Comunidades de Cooperação e Conhecimento
  • Empreendedorismo Desenvolver perfil empreendedor nos cidadãos, com foco nos potenciais empresários e em jovens do Ensino Fundamental e Médio, via Curso de Empreendedorismo e Plano de Negócios, Projeto Jovens Empreendedores e Núcleo de Apoio ao Empreendedor (NAEs).
  • www.teia.mg.gov.br
  • Projeto TEIA Aécio Neves (Governador de MG), Vint Cerf (Vice-Presidente Mundial da GOOGLE) e Alberto Duque Portugal (Secretário de C, T e ES)
  • Inovação na Sociedade: - Cultura Empreendedora : NAEs – Núcleo de Apoio ao empreendedor, Projeto Jovens Empreendedores, Curso de Empreendedorismo - TEIA: Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação Aplicados - C5: Centros de Competência em comunidades de Cooperação e Conhecimento FÓRUM – PORTAL Web 2.0 COMITÊ DE EMPRESÁRIOS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO Ambiente de Inovação: - Parques Tecnológicos - Incubadoras de Empresas - Atração de Centros de P&D - Parque Industrial Tecnológico - Lei da Inovação (FIIT) - INOVATEC Sistema Mineiro de Inovação - SIMI Rede de Formação Profissional: CVTs e Telecentros Instituições de Ensino
  • Telecentro CVT CVT e Telecentro Mapa de CVTs e Telecentros 361 Municípios beneficiados 270 mil Cidadãos certificados
  • INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR EM MINAS GERAIS
  • NÚMERO DE MESTRES E DOUTORES ATUANDO EM INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR EM MG (2002-2007) Fonte: MEC/Inep/Deaes Ano Mestrado Doutorado 2002 6.917 4.505 2003 8.800 5.166 2004 10.190 5.455 2005 10.913 6.069 2006 12.248 6.623 2007 12.809 7.098
  • Número de mestres, doutores e profissionalizantes titulados em MG, no período de 2000-2008 831 245 3.156 2007 711 204 2.826 2006 928 225 3.291 2008 663 139 2.738 2005 569 139 2.555 2004 593 69 2.381 2003 468 94 2.045 2002 415 8 1.855 2001 345 0 1.557 2000 Doutorado (D) Profissionalizante (P) Mestrado (M) Ano Fonte: CAPES
  • Número de titulados em Doutorado no Brasil, agrupado por UF, 2000-2008. Fonte: CAPES 10711 Brasil 5344 6040 6894 6897 8109 8991 9366 9919
  • Número de titulados na pós-graduação, Brasil e Minas Gerais, por nível, agrupado por Dependência Administrativa – 2008 Fonte: CAPES Dependência Administrativa Mestrado Doutorado Profissionalizante Total BR MG BR MG BR MG BR MG Particular 6.956 441 1.022 24 1.463 206 9.441 671 Federal 17.632 2.767 5.440 904 824 11 23.896 3.682 Estadual 8.554 83 4.249 - 275 8 13.078 91 Municipal 218 - - - 92 - 310 - Total 33.360 3.291 10.711 928 2.654 225 46.725 4.444 Porcentagem 100% 9,9% 100% 8,7% 100% 8,5% 100% 9,5%
  • Porcentagem de titulados, Minas Gerais por nível, agrupado por Dependência Administrativa - 2008 Mestres: Federais: 84,07%; Particulares: 13,4%; Estaduais: 2,53%. Profissionalizante: Federais: 4,89%; Particulares: 91,55%; Estaduais: 3,56%. Doutores: Federais: 97,41%; Particulares: 2,59%; Estaduais: 0%. Profissionalizante: Federais: 4,89%; Particulares: 91,55%; Estaduais: 3,56%. Fonte: CAPES Profissionalizante Doutor Mestre Mestre+Prof.
  • Fonte: CAPES Número de programas de pós-graduação, Brasil e Minas Gerais por nível, agrupado por Dependência Administrativa – 2008 9,8% 100% 7,8% 100% 10,0% 100% Porcentagem 253 2.568 17 218 236 2.350 Total 40 523 10 102 30 421 Particular - 18 - 3 - 15 Municipal 205 1.380 6 82 199 1.298 Federal 8 647 1 31 7 616 Estadual MG BR MG BR MG BR Total Profissionali-zante Mestrado e Doutorado Dependência Administrativa
  • Principais Instituições de Minas Gerais em titulação de mestres e doutores, 2008
  • Principais Instituições do Brasil na titulação de mestres e doutores, 2008
  • Fonte: CAPES / MEC, Ano Base: 2006; Elaboração SECTES / GAB 2008 Legenda: M = Mestrado, D = Doutorado, P = Profissionalizante Número de alunos de pós-graduação e tempo médio de titulação em meses Abrangência Matriculados no início do ano Novos Titulados Tempo médio de titulação M D P M D P M D P M D P Brasil 74412 44466 6548 38948 10559 3272 29761 9366 2519 28 48 28 Sudeste 42786 31541 4454 21074 6793 2013 16589 6885 1765 29 48 28 Minas Gerais 6993 3588 546 3649 788 271 2826 711 204 27 48 29
  • Inovação na Sociedade: - Cultura Empreendedora : NAEs – Núcleo de Apoio ao empreendedor, Projeto Jovens Empreendedores, Curso de Empreendedorismo - TEIA: Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação Aplicados - C5: Centros de Competência em comunidades de Cooperação e Conhecimento
    • Inovação na
    • Empresa:
    • - PII - NIT - TIB
    • - Plataforma SIMI
    • - Centro Minas Design
    • Editais Induzidos:
    • * PAPPE
    • * Mestres e Doutores na empresa
    FÓRUM – PORTAL Web 2.0 COMITÊ DE EMPRESÁRIOS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO Ambiente de Inovação: - Parques Tecnológicos - Incubadoras de Empresas - Atração de Centros de P&D - Parque Industrial Tecnológico - Lei da Inovação (FIIT) - INOVATEC Sistema Mineiro de Inovação - SIMI Desenvolvimento Regional e Setorial: APLs Pólos de Excelência Pólos de Inovação
  • Programa APLs SOFTWARE BIOCOMBUSTÍVEIS BIOTECNOLOGIA ELETRO-ELETRÔNICOS E TELECOMUNICAÇÕES UNIFEI UFMG UNIUBE UFU UFV UNIMONTES MCT / ABDI APEX / MDIC FUNSOFT SINDINFOR SUCESU ASSESPRO UFMG PUC MINAS UFV PBH IEL – FIEMG SEBRAE SINDVEL INATEL ETE CETEC FAI IEL – FIEMG SEBRAE SINDUSFARC FUNED BIOMINAS UFMG UFU PUC MINAS RENE RACHOU IEL – FIEMG SEBRAE EMBRAPA EPAMIG CEMIG IEL – FIEMG PETROBRAS SEBRAE APEX ABDI MCT MDIC MCT ABDI APEX MDIC MCT / ABDI APEX / MDIC
  • Faturamento na APL de Santa Rita do Sapucaí chegou a R$ 1 bi em 2008 (29/02/2009) Fonte: Imprensa Oficial - MG APL de Eletroeletrônica e Telecomunicações
  • APL de Biotecnologia Biotecnologia em Minas
  • APL DE SOFTWARE Número de municípios beneficiados: 35 Número de empresas beneficiadas: 1.300 Empregos formais gerados: 7.240 Faturamento 2008: R$ 2,8 bilhões (Fonte: Sociedade Mineira de Software - Fumsoft) A taxa de crescimento de BH de 2000 a 2007 é maior (150%) que das outras três cidades brasileiras que mais empregam: São Paulo (54%), Brasília (106%) e Rio de Janeiro (-4%) Software de Minas: “ Aqui se produz” Valor total 2008 / 2009: R$ 3 milhões 814 mil
  • APL DE BIOCOMBUSTÍVEIS REGIÕES : Etanol : Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba Biodiesel e Óleos Vegetais : Norte de Minas Carvão Vegetal e Biomassa : Região Central e Jequitinhonha Total de investimentos 2007-2009: R$ 25.190.169,00
  • GENÉTICA BOVINA LEITE CAFÉ FLORESTAS GESTÃO AMBIENTAL Programa Pólos de Excelência RECURSOS HÍDRICOS UFV UFLA UFVJM FAEMG SEBRAE SIF AMS INTERSIND EMBRAPA EMATER EPAMIG FAEMG SEBRAE UFJF CEFET UFLA UFV PATRIMONIAL SILEMG ITAMBÉ FETAEMG IEL-FIEMG ABICS CIC CNC EMBRAPA EMATER ANA IGAM UFMG UFV UFU UFOP CEMIG HIDROEX COPASA EMBRAPA ABCZ ASBIA EMBRAPA FASU FETAEMG FAEMG IMA SEBRAE EPAMIG FAEMG EAFM PRÓ-CAFÉ SEBRAE UFLA SINDCAFÉ ELETRO-ELETRÔNICOS E TELECOMUNICAÇÕES SINDVEL INATEL ETE CETEC FAI IEL – FIEMG SEBRAE UFLA UFTM UNIUBE UFMG UFV UFU MINERAL E METALÚRGICO UFOP UFMG UFSJ PUC CETEC FIEMG APEX ABDI MCT MDIC INHOTIM UFMG PUC MINAS UFOP
  • Pólo de Excelência Genética Bovina
  • Pólo de Excelência Recursos Hídricos
  • Pólo de Excelência Mineral e Metalúrgico
  • Pólo de Excelência Café
  • Pólo de Excelência Leite
  • Pólo de Excelência Florestas
  • Pólo de Excelência Gestão Ambiental
  • Pólo de Excelência Gemas e Joias
  • Programa Polos de Inovação Diamantina Corinto Janaúba Salinas Almenara Araçuaí Teófilo Otoni Montes Claros Pirapora Januária
  • Pólo de Inovação MONTES CLAROS UNIMONTES
  • Pólo de Inovação DIAMANTINA
  • Pólo de Inovação ALMENARA
  • Pólo de Inovação SALINAS
  • Pólo de Inovação ARAÇUAÍ
  • Pólo de Inovação TEÓFILO OTONI
  • Pólo de Inovação CORINTO
  • Pólo de Inovação PIRAPORA
  • Pólo de Inovação JANUÁRIA
  • Pólo de Inovação JANAÚBA
  • Programa Polos de Excelência, de Inovação e APLs RECURSOS HÍDRICOS GENÉTICA BOVINA LEITE MINERAL METALÚRGICO CAFÉ FLORESTAS GESTÃO AMBIENTAL SOFTWARE BIOCOMBUSTÍVEIS BIOTECNOLOGIA Diamantina Corinto Janaúba Salinas Almenara Araçuaí Teófilo Otoni Montes Claros Pirapora Januária ELETRO-ELETRÔNICOS E TELECOMUNICAÇÕES
  • O caminho estratégico para gerar conhecimento e transformá-lo em negócios, elevar a produtividade e a competitividade, e contribuir para o desenvolvimento sustentável do Estado é a Ciência , Tecnologia, a Inovação e o Ensino Superior.
    • Apresentamos nos slides seguintes, algumas sugestões para introdução e/ou contextualização e/ou complementação da palestra:
    • Novos Paradigmas
    • Modelo de Inclusão
    • Processo de Inovação (Roger)
    • Cenário das Populações
    • Cenários do Agronegócio
    • Outros slides.
    SUGESTÕES
  • NOVOS PARADIGMAS Economia do Conhecimento Economia Digital Sociedade da Informação
  • INOVAÇÃO O DESAFIO DA VELOCIDADE SABER “ Inovação é a manifestação social e econômica da esperança” QUERER PODER CORRER
  • Sobrevivendo na Economia Globalizada “ Todos os dias de manhã, na África, o antílope desperta. Ele sabe que terá que correr mais rápido que o mais rápido dos leões, para não ser morto. Todos os dias, pela manhã, desperta o leão. Ele sabe que terá que correr mais rápido que o antílope mais lento, para não morrer de fome. Não interessa que bicho você é, se leão ou antílope. Quando amanhece, é melhor começar a correr”. Provérbio Africano Extraído de “O Mundo é Plano”, de Tomas Friedman
  • MODELO DE INCLUSÃO ESCALA VELOCIDADE CUSTO
  • Crescimento da População Mundial milhões de habitantes
  • Crescimento da População Brasileira milhões de habitantes
  • Crescimento da População Mineira milhões de habitantes
  • Produção de Grãos no Mundo milhões de toneladas
  • 275% 245% 21/07/09 Evolução Tecnológica “ Área e Produção de Grãos no Brasil”
  • Produção de Grãos em MG Área em mil ha Produção em mil toneladas Produtividade em mil kg
  • Outros Slides
  • Alocação de Pesquisadores por Área em Países Selecionados 2006
  • RMPI – Rede Mineira de Propriedade Intelectual
  • TOTAL DE PROTEÇÕES
  • Pedidos de Patentes Depositadas Período 1997 - 2006 Fonte: Banco de Dados do INPI Obs: (1) Pedidos de Residentes; (2) Pedidos correspondem às modalidades de: Privilégio de invenção, modelo de utilidade, certificado de adição e “Patent Cooperation Treaty”; (3) Estados selecionados, Sudeste e Brasil Abrangência 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Espírito Santo 105 83 96 84 88 84 91 90 92 103 Minas Gerais 591 457 533 499 556 551 619 610 589 601 Rio de Janeiro 524 484 599 657 775 698 542 626 608 566 São Paulo 2.836 2.572 2.861 2.880 3.027 3.159 3.336 3.427 3.154 2.996 Sudeste 4.056 3.596 4.089 4.120 4.446 4.492 4.588 4.753 4.443 4.266 Amazonas 08 19 18 14 18 24 26 44 29 31 Mato Grosso 10 22 37 39 33 24 27 26 28 44 Brasil 5.878 5.292 6.106 6.222 6.705 6.832 7.230 7.498 7.087 6.681
  • Empresas Industriais e Empresas Inovadoras Relações de Implementação de Inovação Fonte: IBGE, PINTEC – 2005; Motta de Albuquerque; Elaboração SECTES / GAB, 2008 Grandes Regiões e Unidades da Federação selecionadas Total Que implementaram (1) Inovação de produto e/ou processo Apenas projetos incompletos e/ou abandonados Apenas mudanças estratégicas e organizacionais 2001-2003 2003-2005 2001-2003 2003-2005 2001-2003 2003-2005 2001-2003 2003-2005 Brasil 84.262 91.055 28.036 30.377 2.315 2.056 30.972 33.937 São Paulo 29.650 31.990 9.209 10.734 1.045 624 11.387 12.098 Minas Gerais 10.028 10.861 3.503 3.203 286 267 3.926 4.066 Rio de Janeiro 5.468 5.294 1.367 1.362 141 176 2.316 2.278 Paraná 7.057 7.792 2.607 3.154 134 83 2.423 2.604 Santa Catarina 6.915 7.585 2.480 2.648 156 213 2.411 3.001 Rio Grande do Sul 8.273 8.840 3.304 3.225 136 257 2.753 3.110
  • Evolução dos Investimentos FNDCT e Fundos Setoriais Período 2003 - 2005
  • Tabela I Empresas Industriais, empresas inovadoras que realizam P&D e empresas que realizam P&D contínuo que consideram as universidades como fontes de informação importantes, por estado, classificados pelo total de empresas que realizam P&D contínuo – Brasil, 2003 Fonte: PINTEC, IBGE, 2005 Estados Empresas Industriais Empresas Inovadoras Empresas que fazem P&D Empresas que fazem P&D contínuo Total Empresas que indicaram as universidades como importante fonte de informação Empresas que indicaram a universidade como fonte de informação não importante % Empresas que indicaram a universidade como importante Minas Gerais 10.028 3.503 410 180 80 100 44.55 São Paulo 29.650 9.209 2.212 1.173 306 867 26.05 Rio Grande do Sul 8.273 3.304 736 357 84 272 23.69 Santa Catarina 6.915 2.480 480 244 49 195 19.98 Rio de Janeiro 5.468 1.367 273 134 31 103 23.17 Paraná 7.057 2.607 354 121 19 103 15.33
  • Fonte: CAPES , CNPq(2004) e INPI Minas Gerais: Recursos para a Inovação Números de Minas Pesquisadores em atividade 7.183 Titulações em 2006 (mestres e doutores) 3.537 Patentes 5.606 Programas de Pós-Graduação 211 Instituições de pesquisa 40
  • Investimento em P&D x PIB per capita
  • Balança de Royalties (em milhão de dólares) Fonte: UNCTAD - ONU 32000 6000 4000 2000 0 -2000 -4000 -6000 EUA
  • 2005 2006 0 5.000 10.000 Alta Tecnologia Média Alta Tecnologia Média Baixa Tecnologia Baixa Tecnologia EXPORTAÇÕES IMPORTAÇÕES 2005 2006 2005 2006 2005 2006 15.000 20.000 25.000 30.000 35.000 40.000 US$ milhões (FOB) FONTE: (GOMES; LOURENÇO, 2007) - Funed Medicamentos: estudo da cadeia de valor – v. 2 – Base de Dados: MDIC/SECEX, 2007 Intensidade Tecnológica no Comércio Exterior do Brasil
  • O conhecimento é responsável por 55% da Riqueza Mundial Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OECD)
  • Concentração Mundial de Excelência Fonte:UM - Technological Achievement Index 2001
  • Fonte: ALBUQUERQUE, Eduardo. Cedeplar , UFMG (2007) Atualmente a Inovação é considerada um dos principais vetores da competitividade da nações Riqueza das nações Desenvolvimento tecnológico Desenvolvimento científico Riqueza x Desenvolvimento
  • PIB x C&T – Comparação Histórica Riqueza das nações Desenvolvimento Científico e Tecnológico Fonte: ALBUQUERQUE, Eduardo. Cedeplar , UFMG (2007)
  • Produção Científica do Brasil Mestres e Doutores titulados anualmente
  • Ranking Mundial de Produção Científica (em %)
  • Centro Minas Design
  • Centro Minas Design
  • Centro Minas Design
  • Centro Minas Design
  • Sistema Mineiro de Inovação - SIMI Ambiente de Inovação: - Parques Tecnológicos - Incubadoras de Empresas - Atração de Centros de P&D - Parque Industrial Tecnológico - Lei da Inovação (FIIT) - INOVATEC Inovação na Empresa: - PII - NIT - TIB - Plataforma SIMI - Centro Minas Design Editais Induzidos: * PAPPE * Mestres e Doutores na empresa * Venture Capital e Private Equity Inovação na Sociedade: - Cultura Empreendedora : NAEs – Núcleo de Apoio ao empreendedor, Projeto Jovens Empreendedores, Curso de Empreendedorismo - TEIA: Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação Aplicados - C5: Centros de Competência em comunidades de Cooperação e Conhecimento FÓRUM – PORTAL Web 2.0 OBSERVATÓRIO de C,T,I & ES www.simi.org.br COMITÊ DE EMPRESÁRIOS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARCERIAS INTERNACIONAIS
  • Sistema Mineiro de Inovação - SIMI Ambiente de Inovação: - Parques Tecnológicos - Incubadoras de Empresas - Atração de Centros de P&D - Parque Industrial Tecnológico - Lei da Inovação (FIIT) - INOVATEC Inovação na Empresa: - PII - NIT - TIB - Plataforma SIMI - Centro Minas Design Editais Induzidos: * PAPPE *Mestres e Doutores na empresa * Venture Capital e Private Equity Inovação na Sociedade: - Cultura Empreendedora : NAEs – Núcleo de Apoio ao empreendedor, Projeto Jovens Empreendedores, Curso de Empreendedorismo - TEIA: Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação Aplicados - C5: Centros de Competência em comunidades de Cooperação e Conhecimento Rede de Formação Profissional: - CVTs e Telecentros - Instituições de Ensino FÓRUM – PORTAL Web 2.0 OBSERVATÓRIO de C,T,I & ES www.simi.org.br COMITÊ DE EMPRESÁRIOS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARCERIAS INTERNACIONAIS
  • FÓRUM – PORTAL Web 2.0 OBSERVATÓRIO de C,T,I & ES www.simi.org.br Sistema Mineiro de Inovação - SIMI Ambiente de Inovação: - Parques Tecnológicos - Incubadoras de Empresas - Atração de Centros de P&D - Parque Industrial Tecnológico - Lei da Inovação (FIIT) - INOVATEC Inovação na Empresa: - PII - NIT - TIB - Plataforma SIMI - Centro Minas Design Editais Induzidos: * PAPPE * Mestres e Doutores na empresa * Venture Capital e Private Equity Inovação na Sociedade: - Cultura Empreendedora : NAEs – Núcleo de Apoio ao empreendedor, Projeto Jovens Empreendedores, Curso de Empreendedorismo - TEIA: Tecnologia, Empreendedorismo e Inovação Aplicados - C5: Centros de Competência em comunidades de Cooperação e Conhecimento Desenvolvimento Regional e Setorial: - APLs - Pólos de Excelência - Pólos de Inovação Rede de Formação Profissional: - CVTs e Telecentros - Instituições de Ensino COMITÊ DE EMPRESÁRIOS PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARCERIAS INTERNACIONAIS
  • Região de maior dinamismo do Agronegócio 21/07/09 Brasil Última grande Fronteira Agrícola do Mundo Região do Cerrado
  • Pólo de Excelência Gestão Ambiental
  • Pólo de Excelência Gemas e Joias
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 1 - Atuar com foco em competências estratégicas 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema.
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB)
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 19 - Preparar MG como Estado Líder na economia do Conhecimento APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 20 - Consolidar na sociedade a percepção de C,T,I e ES como área estratégica APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas
  • PROMOVER A CIÊNCIA, A TECNOLOGIA, A INOVAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA EM MINAS GERAIS PESSOAS ORGANIZAÇÃO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 7 - Desenvolver ações para ampliar a oferta do Ensino Superior com qualidade 9 - Produzir análises prospectivas para induzir ações estratégicas e subsidiar políticas públicas nas áreas de CTI e ES 6 - Ampliar a oferta de Ensino Superior por meio do Ensino à Distância 10 – Estabelecer diretrizes para a política de comunicação da SECTES e para a popularização de CT&I, integrando as entidades que compõem o sistema. 8 - Buscar ordenamento jurídico e regulatório compatível com as características e dinâmicas da área de CTI e ES. 4 - Fortalecer a pesquisa científica tecnológica, os Centros de Excelência e a retenção de talentos 5 – Estimular a criação e o fortalecimento de cursos de base tecnológica e profissionalizante 12 - Fortalecer a capacidade de gestão e articulação para impulsionar o Sistema Estadual de CTI e ES 13 – Acelerar e valorizar o processo e a cultura da inovação 16 - Apoiar o desenvolvimento regional e setorial, por meio dos APLs, Pólos de Excelência e Pólos de Inovação. 17 – Estimular empreendimentos de base tecnológica em áreas estratégicas portadoras de futuro 14 - Aprimorar a interação entre IESs, ICTs e setor produtivo atendendo às demandas do mercado 15 – Apoiar a constituição e a consolidação de Centros de P,D&I 11 – Apoiar os programas e agentes de Tecnologia Industrial Básica (TIB) 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI APRENDIZADO PROCESSOS PARCEIROS MINAS GERAIS 21 - Alinhar as ações e indicadores do sistema operacional de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior às diretrizes do PMDI 19 - Preparar MG como Estado líder na economia do conhecimento 20 - Consolidar na sociedade a percepção de CTI e ES como área estratégica 18 - Transformar conhecimento em negócios elevando a produtividade e a competitividade, contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Estado 3 – Aprimorar a gestão da informação e do conhecimento 2 - Consolidar o modelo de gestão da SECTES 1 - Atuar com foco em competências estratégicas