Curso estoque e_custos

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Curso estoque e_custos

  1. 1. ESTOQUE E CUSTOS
  2. 2. INFORMAÇÕES  Manuais Eletrônicos do PROTHEUS DEM  Sugestões para o DEM pelo e- mail ap5_mat@microsiga.com.br) Suporte ao Suporte / Disk-Siga Programação Cursos Internos
  3. 3. Cadastro de Produtos• Cadastro base dos módulos de MATERIAIS.• Define dados padrão como TES, armazém, utilização no MRP, lote mínimo, lote econômico, controle de rastreabilidade , controle de endereçamento, indica se é produto fantasma ou não, etc.• Armazena dados genéricos como custo standard, data da última compra, último preço de compra, etc.• O tipo do produto é apenas descritivo no que diz respeito ao fato de ser uma Matéria Prima ou um Produto Acabado.
  4. 4. Cadastro de Estruturas O cadastro de estruturas (também conhecido em engenharia ou em outros ERPs PA1 como BILL OF MATERIALS) é o cadastro utilizado para cálculo de necessidades, explosão dessas necessidades e composição dos produtos. Se identificarmos o PI1 MP3 nosso produto como um “bolo” poderíamos identificar o cadastro de estruturas como a “lista de ingredientes”.MP1 MP2
  5. 5. O que é um movimento?• O movimento pode ser definido como o ato de saída ou entrada de determinado material num armazém qualquer.• Os movimentos podem ocorrer durante a produção de determinado produto , na entrada ou saída de NFs, na transferência entre armazéns, etc.
  6. 6. Cadastro de TES• Cadastro influi no estoque e livros fiscais.• Influi no estoque através dos seguintes campos: – Atualiza estoque – Indica se atualiza o SB2 ou não – Calcula ICMS– Indica se calcula ICMS ou não – Calcula IPI – Indica se calcula IPI ou não – Credita ICMS – Indica se credita ICMS no custo ou não – Credita IPI – Indica se credita IPI no custo ou não – Poder de Terceiros – atualiza o arquivo SB6 através dos movimentos.
  7. 7. Poder de Terceiros• Quando “EU MANDO BENEFICIAR” – NF de saída com tipo “B” p/ apresentar fornecedor e TES com F4_PODER3 = “R” (Remessa) – NF de entrada com tipo “N” p/ apresentar fornecedor e TES como F4_PODER3 = “D” (Devolução)
  8. 8. Poder de Terceiros• Quando “EU MANDO BENEFICIAR” •Abertura de OP PA1 •Empenho dos Itens (menos o item do tipo BN pois esse tipo será remetido para MP1 MP2 beneficiamento) •Retorno do produto mais o SERVIÇO TIPO BN serviço prestado (esses dois itens podem ser requisitados diretamente para a OP)
  9. 9. Poder de Terceiros• Quando “EU BENEFICIO” – NF de entrada com tipo “B” p/ apresentar cliente e TES com F4_PODER3 = “R” (Remessa) – NF de saída com tipo “N” p/ apresentar cliente e TES como F4_PODER3 = “D” (Devolução)
  10. 10. Poder de Terceiros• Quando “EU BENEFICIO”•Recebimento da Mercadoria através da NF•Não posso utilizar o material de terceiros em uma ordem deprodução que eu produzo ( o custo do produto de terceiro nãopode ser apropriado a um produto meu)•Retorno do mesmo produto que foi enviado e venda doserviço prestado
  11. 11. Tipos de Movim. Internos• O código funciona como na TES• O campo de apropriação indireta serve para indicar se produto com apropriação indireta deve ter o tratamento especial desconsiderado (Sim ou Não).• O campo de atualização de empenho indica se os registros do arquivo SD4 serão lidos e baixados.• O campo ref. a Mão de Obra indica se a mesma deve ser requisitada ou não (maioria dos casos ref. a produção PCP).• O campo ref. a movimento valorizado indica se o usuário irá definir o valor do movimento ou não.• O campo quantidade zerada (Sim/Não) trabalha em conjunto com o campo de movimentos valorizados. Permite incluir um movimento valorizado sem quantidade, apenas para ajuste de valor.
  12. 12. APROPRIAÇÃO INDIRETA• Sugerido para aplicação em produtos de difícil COMPRA DO PRODUTO TINTA controle (Ex. Tinta) Saldo entra normalmente no Almox 01• Em quase 100 % dos casos é necessário REQUISIÇÃO DO PRODUTO SEM INDICAR OP Envia Automaticamente para Almox 99 que seja feito o ajuste dos saldos REQUISIÇÃO DO PRODUTO DO 99 PARA OP reais. Retira Saldo do Almox 99• Agiliza a verificação de saldos em processo.
  13. 13. Ordem de Produção• A Ordem de Produção nada mais é que a ordem dada a fábrica para que determinado produto seja fabricado.• Ao abrir a OP é lida a estrutura do produto e são empenhados os componentes necessários para sua fabricação.• Estes empenhos podem ser alterados em relação a quantidade, local, lote, etc. Os mesmos são baixados no momento da produção ou podem ser requisitados manualmente para a OP.• A Ordem de Produção pode ser firme ou prevista.
  14. 14. Ordem de Produção• A Ordem de Produção pode ser incluída através de inclusão manual, através da geração de OPs por ponto de pedido, através do MRP e através da rotina OPs por pedidos de venda, que lê pedidos ainda não liberados e gera OP somente do saldo em estoque faltante.• Para saber se um produto é comprado ou fabricado o sistema verifica o arquivo de estruturas.• A Ordem de Produção gera saldo previsto de entrada dos produtos a serem fabricados, e gera Solicitação de Compras das matérias primas que não tem saldo em estoque.
  15. 15. Ordem de Produção• O custeio de uma Ordem de produção nada mais é que a soma por nível dos custos dos componentes, até chegarmos ao produto PAI
  16. 16. Explosão de Necessidades Os módulos de materiais consideram as informações de Ponto de Pedido, Lote Mínimo, PA1 Lote Econômico, Quantidade por Embalagem e Tolerância para calcular as necessidades de compra e de geração de Ops. O Lote Econômico e o Lote PI1 MP3 Mínimo são utilizados para efetuar a “quebra” da necessidade em quantidades que tornem a compra ou fabricaçãoMP1 MP2 economicamente mais rentável.
  17. 17. Exemplo CUSTO MÉDIOData TM QTD $Uni $Tot $ Est Qtd CM01 NFE 10 01,00 10,00 10,00 10 1,0001 NFE 10 04,00 40,00 50,00 20 2,5001 NFS 08 02,50 20,00 30,00 12 2,5002 NFS 07 02,50 17,50 12,50 05 2,5002 NFE 05 10,00 50,00 62,50 10 6,2503 REN 03 06,25 18,75 43,75 07 6,2503 REN 02 06,25 12,50 31,25 05 6,2503 REV 01 10,00 10,00 21,25 04 5,3104 REN 04 05,31 21,25 0 0 5,31
  18. 18. Exemplo CUSTO FIFOData TM QTD $Uni Qtd UnitL $ Lot ote01 NFE 10 01,00 10 1,00 10,0001 NFE 10 04,00 10 4,00 40,0001 NFS 08 01,00 02 1,00 02,0002 NFS 7 2 01,00 00 1,00 00,00 5 04,00 05 4,00 20,0002 NFE 05 10,00 05 10,00 50,0003 REN 03 04,00 02 4,00 08,0003 REN 02 04,00 00 4,00 00,00
  19. 19. CUSTOS x PROTHEUS• O calculo de custos no SIGA funciona ON-LINE, no caso dos movimentos ocorrerem na seqüência normal (saldo em estoque não ficando negativo) e do usuário efetuar os lançamentos contábeis também ON-LINE ou OFF- LINE (ocorrem saídas de produto antes das entradas, o que causa um saldo negativo temporário) qdo o usuário só efetua os lançamentos contábeis depois de todos movimentos dos mês fechados (NFs de complemento, despesa de importação, etc).• O recalculo do custo médio existe exatamente para suprir a deficiência causada por esta situação, recolocando os movimentos na seqüência que garante as entradas antes das saídas e gerando os lançamentos contábeis necessários.
  20. 20. CUSTOS x PROTHEUS• O fluxo de fechamento de custos ON-LINE deve ser feito da seguinte forma: – Movimentação do Mês – Saldo Atual para Final (para atualizar os campos de valor e qtd final) – Virada dos Saldos (para criação dos saldos iniciais do período seguinte) – Caso o usuário utilize o rateio de MOD pela contabilidade deve rodar o custo médio também qdo utiliza custo ON- LINE, para obter o valor da MOD. Neste caso pode utilizar o método de apropriação sequencial e não precisa gerar os lançamentos contábeis.
  21. 21. CUSTOS x PROTHEUS• O fluxo de fechamento de custos OFF-LINE deve ser feito da seguinte forma: – Recalculo dos Custos de Entrada (no caso de mudanças de TES ou taxa de moedas). – Recalculo do Custo Médio (além de atualizar o valor dos movimentos serve para atualizar os campos de valor e qtd final ). – Virada dos Saldos (para criação dos saldos iniciais do período seguinte)
  22. 22. Recalculo do Custo Médio• A rotina de recalculo do custo médio tem como objetivo básico re-processar os movimentos na seqüência correta e gravar os custos nos arquivos de saldo, de movimentos, e fornecer desta forma as informações necessárias para conferencia.• Vale ressaltar que o CUSTO FIFO também esta disponível para utilização no PROTHEUS, porém não existe de maneira ON-LINE, apenas OFF- LINE. Para sua utilização deve ser habilitado o parâmetro MV_CUSFIFO e processada a rotina de Recalculo.
  23. 23. Recalculo do Custo Médio• Ao utilizar-se o controle de poder de terceiros deve ser utilizado o método de apropriação diária, não digitando-se remessas e devoluções do produto no mesmo dia (vide manual).• Verificar o conteúdo da pergunta “Atualiza Arq. De Movimentos”.• Verificar o conteúdo da pergunta “Gera Estrut. Pela movimentação”.
  24. 24. Recalculo do Custo MédioA importância do nível dos produtos e movimentosO nível é um fator decisivo para efetuar o sequenciamento dosmovimentos na rotina de recalculo do custo médio. É através donível que o sistema identifica qual a seqüência de processamentoentre todos os produtos.Normalmente ao se utilizar uma estrutura e efetuar todamovimentação pelo padrão do sistema já temos todos osmovimentos com a informação de nível gravada corretamente, oproblema ocorre nas exceções que ocorrem muitas vezes….Existem maneiras de “contornar” o problema em grande parte doscasos, conforme iremos verificar
  25. 25. Recalculo do Custo MédioA importância do nível dos produtos e movimentos 1ª Exceção – Requisição de produtos que não fazem parte da estrutura do produto PAI da ordem de produção. Quando ocorrem requisições desse tipo o sistema pergunta ao usuário se confirma o movimento, indicando que o produto requisitado não faz parte da estrutura do produto PAI da Ordem de produção. Nessa situação ocorrerá um erro na valorização dessas requisições no recalculo do custo médio, visto que o sistema não entende que o produto requisitado é um componente do produto produzido. Com isso o custo do produto requisitado é calculado após a produção do produto PAI. O correto é utilizar a pergunta “Gera Estrutura pela movimentação” com o conteudo igual a “Sim”, para que o sistema GERE UMA ESTRUTURA TEMPORÁRIA BASEADA NOS MOVIMENTOS e consiga processar os movimentos na sequencia correta.
  26. 26. Recalculo do Custo Médio2ª Exceção – Requisição de produtos que não fazem parte daestrutura do produto PAI da ordem de produção + requisição deretrabalho.Conforme explicado no caso anterior o correto é utilizar a pergunta“Gera Estrutura pela movimentação” com o conteudo igual a“Sim”, para que o sistema GERE UMA ESTRUTURA TEMPORÁRIABASEADA NOS MOVIMENTOS e consiga processar os movimentosna sequencia correta. Porém se utilizarmos retrabalho (requisitar oproduto PAI para uma OP do próprio produto PAI) o sistema iráapresentar a mensagem de erro de recursividade e não conseguiráprocessar o cálculo dos níveis da maneira correta, comprometendotodo o recalculo de custo. Nessa situação deve ser orientado oprocedimento adequado para re-trabalho: deve-se criar um códigodiferente para o produto a ser re-trabalhado (por exemplo, PAI-RETRABALHO) , e deve-se transferir do produto PAI para essecódigo e requisitar esse código para a OP.
  27. 27. Recalculo do Custo MédioCálculo com a pergunta “Gera Estrutura pela Movimentação” igual a “Sim” PAI REQUISIÇÃO PAI Se for utilizada a requisição de re-trabalho dessa forma o sistema irá entrar em recursividade (um Produto não pode ser feito dele mesmo).
  28. 28. Recalculo do Custo MédioCálculo com a pergunta “Gera Estrutura pela Movimentação” igual a “Sim” PAI TRANSFERENCIA PAI RETRABALHO PAI RETRABALHO REQUISIÇÃO PAI OK
  29. 29. Recalculo do Custo Médio• A rotina de recalculo do custo médio não coloca simplesmente entradas antes de saídas , verifica também o nível e o tipo dos movimentos efetuados para sequenciar o processamento corretamente. Essa sequencia pode ser apresentada para alteração pelo usuário, através de nova pergunta incluída a partir da versão 609 (Mostra Seq. Calculo Sim ou Não)
  30. 30. Recalculo do Custo MédioIndice do arquivo de trabalho:"DTOS(TRB_DTBASE)+TRB_SEQPRO+TRB_ORDEM+TRB_NIVEL+TRB_NIVSD3+TRB_CHAVE+TRB_SEQ"
  31. 31. Recalculo do Custo Médio A seqüência utilizada de acordo com a característica do movimento (informação gravada no campo TRB_ORDEM) é a seguinte:100 -> Compras120 -> Entrada de beneficiamento PERIODO ANTERIOR150 -> Devolução Compras200 -> Devolução Vendas PERIODO ANTERIOR250 -> Remessa Beneficiamento "Eu Benef.“280 -> Retorno Beneficiamento "Fora“ PERIODO ANTERIOR290 -> Retorno Beneficiamento "Eu Benef.“300 -> Movimentações Internas (menos req. p/ consumo e transferência)300 -> Movimentações Internas de transferência (w)300 -> Remessa Beneficiamento "Fora" de Produtos sem estrutura (x)300 -> Retorno Beneficiamento "Fora" de Produtos sem estrutura (y)300 -> Remessa Beneficiamento "Fora" de Produtos com estrutura (x)300 -> Retorno Beneficiamento "Fora" de Produtos com estrutura (y)300 -> Entrada de beneficiamento efetuado fora e Requisição para OP (z)301 -> Requisições para Consumo480 -> Apontamento de Projetos ( SIGAPMS )500 -> Vendas "SD2"550 -> Devoluções Vendas do período
  32. 32. ANÁLISE DE RESULTADOS• A análise dos resultados deve ser feita preferencialmente pelo relatório de KARDEX (MATR900) , impresso pela seqüência de cálculo. Dessa forma será mostrado exatamente qual foi o processamento efetuado pelo sistema.• Uma série de fatores devem ser considerados para efetuar a análise dos resultados obtidos no recálculo do custo médio: – Saldo inicial dos produtos; – Nível dos produtos envolvidos; – Seqüência dos movimentos apresentada anteriormente; – Tipo de Apropriação de calculo escolhida; – Customizações utilizadas na gravação dos arquivos de movimentação
  33. 33. PCP QUEESTO DÚVIDAS

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