Teoria do investimento parental

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  • 1. Teoria do Investimento Parental Curso de Psicologia Unime – Salvador 2013
  • 2. Antônio Lima; Carla Nogueira; Herondina Aragão; Isis Eugênio; Mateus Santos; Rosineide Ribeiro. Orientadora: Profa. Ilana Brandão. Componentes:
  • 3. “Segundo a Teoria do Investimento Parental, seria esperada uma relação entre condições de criação da mãe e sua carreira reprodutiva e, por sequência, seus padrões de cuidado aos filhos, com repercussões no desenvolvimento das crianças”. Introdução Mateus Santos
  • 4. Protótipos Mateus Santos Tipo 1 Tipo 2 Escassez de recursos Abundância de recursos Baixo investimento parental Alto investimento parental Clima familiar insatisfatório Clima familiar positivo Mais cedo Mais tarde Quantitativo Qualitativo Baixo investimento parental Alto investimento parental Amadurecimento Reprodução
  • 5. “É definido pela maior ou menor quantidade de cuidado biológico e ou psicológico dispensado a prole”. “As decisões do investimento parental são baseadas nas condições ecológicas que os pais vivenciam, incluindo a ordem de nascimento da criança, as quais expressam na prevalência de certos estilos de cuidado”. Mateus Santos
  • 6. “A primeira fase do desenvolvimento humano pode ser caracterizada pela tarefa de aquisição de uma matriz social primária, adaptativa, em relação ao ambiente no qual o indivíduo se desenvolve”. Mateus Santos
  • 7. John Bowlby Carla Nogueira
  • 8. Mary Ainsworth Carla Nogueira
  • 9. A mãe desenvolve uma sensibilidade materna sendo definida como habilidade, promovendo uma base sócio-emocional. Comportamento Materno Carla Nogueira
  • 10. A etapa do desenvolvimento do bebê é uma modalidade essencial, a qual se constitui pelo contato e olho no olho desde os primeiros meses de vida.; Até aos 3 meses:Reflexo de sucção ou(chuchar); Até ao 6 meses: Reflexo de preensão palma dos pés; Até oas 9 mese: Reflexo de defesa. Competência do Bebê Carla Nogueira
  • 11. Carla Nogueira 3 meses 9 meses6 meses
  • 12. A Constituição ápice do sistema normativo pátrio colocou a família na posição de base da sociedade e, portanto, merecedora de especial proteção do estado. Ocorre, contudo, que a mesma carta magma, obedecendo a evolução natural da sociedade e de seus principais jurídicos, inovou quanto suas disposição a cerca do direito de família passou a abranger e abrigar novas formas de entidade familiar deixando de reconhecer apenas o casamento tradicional e passado a aceitar a união estável e a comunidade formada por qualquer um dos pais e docentes . Alienação Parental Herondina Aragão
  • 13. Herondina Aragão
  • 14. Para coibir determinadas condutas familiares . O estado, por meio do poder legislativo pode atuar como inventor acerca da vida pessoal e familiar do cidadão para preservar a dignidade humana. Visando a proteção de todos os membros de uma família desfeita especialmente da criança e do adolescente foi aprovado pelo conselho nacional de justiça em 07/07/2010. O Projeto de lei da câmara no dia 20 de 2010 que dispõe acerca da alimentação parental. A Alienação parental foi definida pela primeira vez em 1985 e nos termos do projeto de lei em tela ,ocorre, quando um dos genitores ,avós sob sua autoridade . Herondina Aragão
  • 15. O Brasil possui proporcionalmente os maiores números de órfãos de pais vivo no mundo. Daí a importância de um profissional da psicologia que tenha um amparo conhecimento de infância de família, pois esta é uma forma de abuso emocional, que pode causar distúrbios psicológicos a criança pelo resto de sua vida. Herondina Aragão
  • 16. Relação Familiar A comprensão de relação entre pais e filhos é vital e para comprender a maternidade e a paternidade de maneira mais profunda é preciso buscar subsidios não só na psiciologia mas em outras áreas de conhecimento uma vez que somos por essências, seres bio-psicologicos. Rosineide Ribeiro
  • 17. Rosineide Ribeiro
  • 18. É uma area que nos proporciona um enfoque interesante sobre as relações parentais . A etologia ,aborda e defende que os procedimentos de observação ,descrição, experimentação e análise do desenvolvimento para o o estudo do comportamento animal pode ser ultilizado no estudo do comportamento humano. Contribuição da Etologia Rosineide Ribeiro
  • 19. A despeito de a responsividade envolvida no cuidado parental ser definida como a capacidade do progenitor de mostrar-se sensível aos sinais da criança18, e apesar da mãe ser a principal figura de apego, Prado e Vieira enfatizam que o pai merece atenção especial, não como reflexo ou substituição da relação de apego do filho com a mãe, mas como de fundamental importância para o desenvolvimento da criança. O papel do pai no desenvolvimento Infantil Antonio Lima
  • 20. Apesar das mudanças em nossa sociedade a interação entre pai e mãe no ambiente familiar é distinta e os esforços deles teriam que ser no sentido de dividir responsabilidades em relação aos cuidados dos filhos O contato entre pai e criança se dá em maior escala física, aumenta com a idade e tende a ser mais intenso em locais públicos. Paquette relata ainda que as interações pai-criança ocorrem primariamente por meio da brincadeira, mais especificamente a turbulenta, encorajando a obediência e o desenvolvimento de competências competitivas nas crianças. Antonio Lima
  • 21. As especificidades dessas interações pai-criança podem estar interferindo também no desenvolvimento motor das crianças. Relação entre cuidado paterno e o desenvolvimento neuropsicomotor da criança. Antonio Lima
  • 22. Os primeiros contatos com os pais surgem desde a gestação ao nascimento. Os primeiros contatos materno e paterno Isis Eugênio
  • 23. Reação do bebê entre pai , mãe e estranha. Coração órgão de emoção Isis Eugênio
  • 24. O investimento entre pai e mãe com o bebê surge a partir da gestação, e se desenvolvendo um afeto entre ambos, surgindo os primeiros contatos, sendo eles os seguinte: As primeiras conversas ,carrinhos ,as emoções etc. Resumo Isis Eugênio
  • 25. Estudo gráficos demonstram a reação do bebê entre pai, mãe e um estranho, sendo que seus batimentos se sincronizam ao escutar a voz de seus pais ,ao estranho não demonstra interação. Então, podemos relatar que o investimento começa a partir da gestação (quando começa o “apego” pelo filho), seguido de seu nascimento e a sua formação infantil , adolescente até a fase adulta. Isis Eugênio
  • 26. LORDELO E. R. et al. Investimento parental e desenvolvimento da criança. Estudos de Psicologia. Salvador, v. 11(3), n 3, p 257-264, 2006. Constituição federal do Brasil ,1988. Cunha, J. Psicodiagnóstico v Porto Alegre Artes Medicas Batista, Porto Alegre; Arte Medica 1981. Referências
  • 27. Mapurunga, M. C. A Criação do ódio na alienação parental e a importância da avaliação psicológica. <http://www.psicopatologiafundamental.org/uploads /files/posteres_iv_congresso/mesas_iv_congresso/mr 25-maria-clara-mapurunga.pdf> Acesso em 14/03/2013