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TOMADA DE DECISÃO                        ???toalha de pano                                          toalha de papel       ...
TOMADA DE DECISÃO   Descartáveis                   Recicláveis                            Lavagem, envasamento,Sistema de ...
DEFINIÇÃO DO OBJETIVO E ESCOPODefinição de escopo e  objetivoAnálise doinventário                       Interpretação Aval...
DEFINIÇÃO DO OBJETIVO E ESCOPODefinição dos limites e objetivos da análise de ciclo, incluindo as     metas e decisões que...
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TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO    Produto   Transporte Rodoviário                                                             U...
TRANSPORTE E                                                                              DISTRIBUIÇÃO  Produto   Transpor...
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  • O “ Life Cycle Thinking ” é algo que eu diria intuitivo para as pessoas que começam a refletir sobre as questões ambientais. Quantos de nós já não ouvimos a seguinte colocação: “Não use copos de plástico para tomar café; a de cerâmica é ambientalmente mais correta!”. Esta postura indica uma visão mais ampla da interação de produtos com o meio ambiente. A ACV é uma importante técnica da gestão ambiental, e ela veio para ficar. A ACV é uma técnica nova e, como tal, precisa de algum desenvolvimento para se consolidar. A principal limitação para a execução de estudos de ACV é o grande número de dados a serem obtidos. O inventário de um sistema complexo pode conter milhares de unidades de processo, com dezenas ou até centenas de milhares de dados numéricos, derivados de um grande número de fontes e com uma ampla faixa de precisão.
  • O “Life Cycle Thinking” é algo que eu diria intuitivo para as pessoas que começam a refletir sobre as questões ambientais. Quantos de nós já não ouvimos a seguinte colocação: “Não use copos de plástico para tomar café; a de cerâmica é ambientalmente mais correta!”. Esta postura indica uma visão mais ampla da interação de produtos com o meio ambiente. A ACV é uma importante técnica da gestão ambiental, e ela veio para ficar. A ACV é uma técnica nova e, como tal, precisa de algum desenvolvimento para se consolidar. A principal limitação para a execução de estudos de ACV é o grande número de dados a serem obtidos. O inventário de um sistema complexo pode conter milhares de unidades de processo, com dezenas ou até centenas de milhares de dados numéricos, derivados de um grande número de fontes e com uma ampla faixa de precisão.
  • O “Life Cycle Thinking” é algo que eu diria intuitivo para as pessoas que começam a refletir sobre as questões ambientais. Quantos de nós já não ouvimos a seguinte colocação: “Não use copos de plástico para tomar café; a de cerâmica é ambientalmente mais correta!”. Esta postura indica uma visão mais ampla da interação de produtos com o meio ambiente. A ACV é uma importante técnica da gestão ambiental, e ela veio para ficar. A ACV é uma técnica nova e, como tal, precisa de algum desenvolvimento para se consolidar. A principal limitação para a execução de estudos de ACV é o grande número de dados a serem obtidos. O inventário de um sistema complexo pode conter milhares de unidades de processo, com dezenas ou até centenas de milhares de dados numéricos, derivados de um grande número de fontes e com uma ampla faixa de precisão.
  • O “Life Cycle Thinking” é algo que eu diria intuitivo para as pessoas que começam a refletir sobre as questões ambientais. Quantos de nós já não ouvimos a seguinte colocação: “Não use copos de plástico para tomar café; a de cerâmica é ambientalmente mais correta!”. Esta postura indica uma visão mais ampla da interação de produtos com o meio ambiente. A ACV é uma importante técnica da gestão ambiental, e ela veio para ficar. A ACV é uma técnica nova e, como tal, precisa de algum desenvolvimento para se consolidar. A principal limitação para a execução de estudos de ACV é o grande número de dados a serem obtidos. O inventário de um sistema complexo pode conter milhares de unidades de processo, com dezenas ou até centenas de milhares de dados numéricos, derivados de um grande número de fontes e com uma ampla faixa de precisão.
  • O “Life Cycle Thinking” é algo que eu diria intuitivo para as pessoas que começam a refletir sobre as questões ambientais. Quantos de nós já não ouvimos a seguinte colocação: “Não use copos de plástico para tomar café; a de cerâmica é ambientalmente mais correta!”. Esta postura indica uma visão mais ampla da interação de produtos com o meio ambiente. A ACV é uma importante técnica da gestão ambiental, e ela veio para ficar. A ACV é uma técnica nova e, como tal, precisa de algum desenvolvimento para se consolidar. A principal limitação para a execução de estudos de ACV é o grande número de dados a serem obtidos. O inventário de um sistema complexo pode conter milhares de unidades de processo, com dezenas ou até centenas de milhares de dados numéricos, derivados de um grande número de fontes e com uma ampla faixa de precisão.
  • O “Life Cycle Thinking” é algo que eu diria intuitivo para as pessoas que começam a refletir sobre as questões ambientais. Quantos de nós já não ouvimos a seguinte colocação: “Não use copos de plástico para tomar café; a de cerâmica é ambientalmente mais correta!”. Esta postura indica uma visão mais ampla da interação de produtos com o meio ambiente. A ACV é uma importante técnica da gestão ambiental, e ela veio para ficar. A ACV é uma técnica nova e, como tal, precisa de algum desenvolvimento para se consolidar. A principal limitação para a execução de estudos de ACV é o grande número de dados a serem obtidos. O inventário de um sistema complexo pode conter milhares de unidades de processo, com dezenas ou até centenas de milhares de dados numéricos, derivados de um grande número de fontes e com uma ampla faixa de precisão.
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    1. 1. Universidade Federal de Santa CatarinaDepartamento de Engenharia mecânica e MateriaisPós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais Prof. Orestes AlarconEngenharia de Materiais Pós-graduação em Ciência e | Doutorando Alexandre Galiotto
    2. 2. DESENVOLVIMENTO? Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    3. 3. PRODUTO E MEIO AMBIENTE Por que nasce um produto? Necessidade Oportunidade EXERCER UMA FUNÇÃOO “Life Cycle Thinking” é algo que eu diria intuitivo para as pessoas que começam a refletir sobre as queQuantos de nós já não ouvimos a seguinte colocação: “Não use copos de plástico para tomar café; a de Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    4. 4. DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOSPROJETO – IMPLANTAÇÃO - PRODUÇÃOUSODISPOSIÇÃO FINAL Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    5. 5. PRODUTO E MEIO AMBIENTE A visão mercadológica do produto contempla: 1) NÚCLEO CENTRAL, composto de seus atributos físicos e funcionais; 2) SERVIÇOS, que agregam-se ao produto, ajudando sua presença no mercado antes, durante e após a venda 3) PRODUTO AMPLIADO, composto de aspectos intangíveis, ligados à efetividade do produto e percepção da empresa por parte do mercado. Os Serviços e Produto Ampliado chegam a representar 80% do impacto do produto no mercado, com um custo de até 20%. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    6. 6. PRODUTO E MEIO AMBIENTE Todos os estágios do Ciclo de Vida geram impactos ambientais:Análise da matéria-prima e sua aquisição, produtos manufaturados, transporte, instalação, operação e manutenção, reciclagem e gerenciamento do lixo. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    7. 7. CICLO DE VIDA DO PRODUTO Extração de matérias- primas e energiaManufatura Reciclagem , Recuperação, Destinação ou Destruiçã Embalagem Uso e Reuso Transporte Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    8. 8. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    9. 9. ANÁLISE DO CICLO DE VIDA – ACVPós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    10. 10. CICLO DE VIDA DO PRODUTO Extended Product Responsability - Tendência mundial estender a responsabilidade dos produtos, em questões ambientais, de segurança e saúde, além do “portão” da fábrica, incluindo a etapa de uso do produto pelos consumidores e disposição final dos resíduos.Ex: Directive 2002/96/EC on Waste Electrical and Electronic Equipment (WEEE) Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    11. 11. PRODUTO E MEIO AMBIENTEAbordagem Tradicional MEIO AMBIENTE Manufatura do produto Foco sobre o processo Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    12. 12. NOVA ABORDAGEM Não basta que o desempenho ambiental do PROCESSO seja bom;o importante é que o desempenhoambiental do PRODUTO seja bom! FOCO SOBRE O PRODUTO Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    13. 13. PRODUTO E MEIO AMBIENTE Nova Abordagem MEIO AMBIENTEExtração de Elos industriais Manufatura rec. natur. da cadeia produtiva do produto Foco sobre o produto Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    14. 14. ABORDAGEM ATUAL O cumprimento da função pelo produto deve ter bom desempenho ambiental.FOCO SOBRE A FUNÇÃO DO PRODUTO Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    15. 15. PRODUTO E MEIO AMBIENTE Abordagem atual MEIO AMBIENTEExtração de Elos industriais Disposição rec. natur. da cadeia Uso final produtiva Transporte Foco sobre a função do produto Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    16. 16. CONCEITO DE CICLO DE VIDA DO PRODUTOUA FUNÇÃO, DESDE A OBTENÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS USADOS NA SUA FA FUNÇÃO Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    17. 17. ENGENHARIA DO CICLO DE VIDADefinição. Projetar o ciclo de vida do produto por meio de escolhas sobre a sua concepção,Escopo: Envolve todas as fases do processo produtivo, desde a etapa do projeto do produto Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    18. 18. FERRAMENTAS DA ECVAvaliação do ciclo de vida de produtos – ACVEcodesignProdução mais LimpaIndicadores de desempenho ambientalAuditoria e Certificação ambientalSistema de Gestão AmbientalPolíticas Integradas ao ProdutoEducação ambiental“End of the Pipe”ReciclagemReusoRemanufaturaLogística Reversa Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    19. 19. CONTEXTO DA ECV EXTRAÇÃO RECURSOS ETE DESIGN PRODUÇÃO EFLUENTE DISTRIBUIÇÃO REUSO USO RECICLAGEM PÓS USOR E M AN U FATU R A Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    20. 20. POSTURA PREVENTIVA: FOCO PRODUTO• Ferramentas: – Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) – “EcoDesign” – “Design for Environment” – “Design for Disassembly” – Aumento do ciclo de vida do produto: • Reuso • Reciclagem • Remanufatura Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    21. 21. ANÁLISE DO CICLO DE VIDA – ACV É uma técnica para a avaliação dos aspectos ambientais e dos impactos potenciaisassociados a um produto, compreendendo etapas que vão desde a retirada da naturezadas matérias-primas elementares que entram no sistema produtivo (berço) à disposiçãofinal (túmulo). São identificados os efeitos sobre o meio ambiente de todos os componentes eprocessos envolvidos, incluindo a energia consumida durante a sua fabricação e em suafutura utilização. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    22. 22. DEFINIÇÕES – ACVProcesso sistemático para avaliar a carga ambiental associada a um produto, processo ou atividade,através da identificação e quantificação do consumo de energia, materiais utilizados e resíduosdescartados ao ambiente, e conseqüentemente avaliar o impacto oriundo deste consumo de energia emateriais utilizados e posterior liberação ao meio ambiente, identificando e avaliando oportunidades demelhoria ambiental (SETAC, 1991).Análise de ciclo de vida é o processo de avaliação dos efeitos que um produto, processo ou atividade(ou a função que este é projetado para desenvolver) tem sobre o ambiente, considerando todo o ciclode vida do sistema em questão (UNEP, 1995). Esta análise inclui todo o ciclo de vida do produto, processoou atividade, abrangendo a extração, processamento de matérias-prima, produção, distribuição, uso,reuso, manutenção, reciclagem e disposição final. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    23. 23. DEFINIÇÕES – ACVCompilação e avaliação das entradas, das saídas e dos impactos ambientais potenciaisde um sistema de produto ao longo do seu ciclo de vida. (NBR ISO 14040)Ferramenta da gestão ambiental que avalia o desempenho ambiental de produtos aolongo de todo o seu ciclo de vida, desde a extração dos recursos naturais, passando portodas os elos industriais de sua cadeia produtiva, pela sua distribuição e uso, até suadisposição final.Avaliação dos impactos ambientais associados a todas as atividades humanasnecessárias para que um produto cumpra sua função. (GP2) Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    24. 24. O QUE É ACV ?A análise do ciclo de vida (ACV) é uma metodologia utilizada naavaliação dos efeitos ambientais de um produto,processo ou atividade ao longo de todo o seu ciclo de vida. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    25. 25. HISTÓRICO – ACVCrise energética Década 60 REPA – Resource and Environmental Profile Analysis Foco: processo1969: MRI (Midwest Reasearch Institute) estimar os efeitos ambientais do uso de dois diferentes tipos de embalagens para refrigerantes Coca ColaDécada de 70 Crise do Petróleo Racionalização do consumo fontes energéticas e melhor utilização de recursos naturais1974: EPA (Environmental Protection Agency) O primeiro modelo do que conhecemos hoje como ACV Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    26. 26. HISTÓRICO – ACV1985: Ecobalance (Europa) Área alimentar: monitoramento do consumo de matérias primas e energia, geração de resíduos no processo1991: Society of Environmental Toxicology and Chemistry (SETAC) Necessidade de padronizar e sistematizar os critérios e termos da ACV1993: ISO Criou comitê técnico TC207 para elaborar normas de sistema de gestão ambiental e suas ferramentas.1997: ISO 14.040 e Método EDIP (Dinamarca)1998: ISO 14.0412000: ISO 14.042 e 14.043 Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    27. 27. HISTÓRICO BRASIL – ACV1993 – GANA – Grupo de Apoio à Normalização Ambiental (sub-comitê de ACV) –precursor do CB38 ao qual deu origem em 1999.1998 – “Análise do Ciclo de Vida de Produtos” – José Ribamar Chehebe.1999 – CETEA/ITAL. – Criação do ABNT/CB-38 – SC 05 (subcomitê de ACV)2001 – Lançamento da NBR ISO 14040.2002 “Avaliação do Ciclo de Vida: princípios e aplicações” – Anna L. Mourad;Eloisa E. C. Garcia e André Vilhena – CETEA/CEMPRE.2002 – Criação da Associação Brasileira do Ciclo de Vida – ABCV. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    28. 28. PANORAMA INTERNACIONAL – ACVINICIATIVAS :SETAC – Society of Environmental Toxicology and Chemistry – estabelecimento debase metodológica para execução de estudos de ACV.ISO – International Organization for Standardization.PNUMA/SETAC – Life Cycle Initiative – difusão do life cycle thinking e ações visandoa consolidação do uso da ACV. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    29. 29. PANORAMA INTERNACIONAL – ACVAMÉRICA LATINA:Rede latino-americana de ACV – Troca de informações e de experiências.“Avaliação do Ciclo de Vida na América Latina” –Livro coordenado pelo prof. Armando Caldeira Pires.CILCA 2005 – Abril 2005, Costa Rica.CILCA 2007 – Fevereiro 2007, Brasil. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    30. 30. PANORAMA BRASILEIRO – ACVPROJETO BRASILEIRO:Conscientização – Instituto Brasil PNUMA/CB38.14025 – Rotulagem tipo III.Ministério de Ciência e Tecnologia.Comunidade: – Natura; Petrobras; Daimler; Nestle; Polibrasil; BASF; MWM;Siemens; Geoclock; Bureau Veritas; UnB; USP; UFSC; UFBa; UNICAMP; UFMG;CEFET/PR; IPT; ITAL; ABIPTI; Instituto Ekos; IBICT. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    31. 31. OBJETIVOS DA ACVIdentificar oportunidades de melhoria dos aspectos ambientais de produtos em várias fases do ciclo de vida;Auxiliar a tomada de decisões na indústria, governo e ONG’s no planejamento estratégico, na definição de prioridades e no desenvolvimento de projetos de processos e produtos;Avaliar a seleção de componentes produzidos por diferentes materiais;Seleção de indicadores de desempenho ambiental, incluindo técnicas de quantificação;Marketing (comparação de produtos, rotulagem e declarações ambientais). Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    32. 32. OBJETIVOS DA ACVeira redução no impacto ambiental total ao invés de simplesmente alterar a fase cau Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    33. 33. CARACTERÍSTICAS – ACV É primariamente uma ferramenta de gerenciamento ambiental direcionada ao produto ou ao serviço; Ferramenta de apoio à tomada de decisões: gera informações; não resolve problemas.É um instrumento integrativo, cobrindo todos os estágios do ciclo de vida e todosos tipos de impactos ambientais;É essencialmente um instrumento científico quantitativo.Única que compara desempenho ambiental de produtos. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    34. 34. APLICAÇÕES DA ACVComparar materiais genéricos;Comparar produtos funcionalmente equivalentes;Comparar diferentes opções com relação a processos objetivando a minimização deimpactos ambientais;Identificar processos, ingredientes e sistemas que tenham contribuição sobreimpactos ambientais;Fornecer informações para processos de auditorias;Suportar estratégias de planejamento a longo prazo relacionadas com desenvolvimentoe projetos de novos produtos; Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    35. 35. APLICAÇÕES DA ACVSuportar informações para consumidores das características de produtos e materiais;Fornecer informações para políticas de regulamentos e leis quanto a restrição de usode materiais;Reunir informações ambientais;Fornecer informações para avaliar e diferenciar produtos em programas de rotulagem;Avaliar efeitos sobre a disponibilidade de recursos e técnicas de gestão de resíduos;Ajudar ao desenvolvimento de políticas de longo prazo com relação ao uso de materiais,conservação de recursos e redução de impactos ambientais durante o ciclo de vidadestes. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    36. 36. FASES DA ACVDefinição de escopo e Aplicações: objetivo desenvolvimento e melhoria de produto planejamento estratégicoAnálise doinventário Interpretação elaboração de políticas públicas marketing Avaliação comparações assertivasde impacto Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    37. 37. FASES DA ACV Objetivo Interpretação e Escopo Análise do Inventário Avaliação de ImpactoPropósito Entrada / Saída Classificação: Identificação dos problemasEscopo (limites) Coleta dos dados: saúde ambiental Avaliação aquisição de saúde humanaUnidade Funcional Análise de sensibilidade recursos e energia exaustão de recursosDefinição dos Conclusões manufatura Caracterizaçãorequisitos de qualidade transportes Valoração Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    38. 38. TOMADA DE DECISÃO ???toalha de pano toalha de papel secador elétrico - ar quente Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    39. 39. TOMADA DE DECISÃO Descartáveis Recicláveis Lavagem, envasamento,Sistema de depósito – distribuição e refrigeração. refrigeração take back.Embalagem de vidro, Embalagem descartávellonga vida ou plástico. ou reciclável.
    40. 40. DEFINIÇÃO DO OBJETIVO E ESCOPODefinição de escopo e objetivoAnálise doinventário Interpretação Avaliaçãode impacto Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    41. 41. DEFINIÇÃO DO OBJETIVO E ESCOPODefinição dos limites e objetivos da análise de ciclo, incluindo as metas e decisões que devem ser apoiadas pelo projeto Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    42. 42. DEFINIÇÃO DO OBJETIVO E ESCOPO• Definir a finalidade, motivos e a aplicação do estudo;• Definir o público alvo a ser atendido pelo estudo;• Na fase de objetivo, as perguntas a serem respondidas pelo estudo devem ser• claramente elaboradas.• Definir a função e a unidade funcional do sistema;;• Definir os limites do sistema;• Procedimentos de alocação;• Tipos de impactos e metodologias de avaliação de impacto;• Fonte de dados e informações;• Considerações / hipóteses; Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    43. 43. DEFINIÇÃO DO OBJETIVOForma de revisão crítica;Tipo e formato do relatório do estudo.Onde iniciar e parar o estudo do ciclo de vida - extensão;Quantos e quais subsistemas incluir - largura;Nível de detalhes do estudo - profundidade.Definir a finalidade, motivos e a aplicação do estudo;Definir o público alvo a ser atendido pelo estudo;Definir as perguntas a serem respondidas pelo estudo para diagnosticar o PROBLEMA. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    44. 44. DEFINIÇÃO DO ESCOPOFunção do Sistema;Unidade Funcional;Limite do Sistema;Unidade de Processo;Procedimentos para aquisição dos dados;Tipos de impactos, metodologia de avaliação e a finalidade da interpretação;Dados necessários;Considerações; Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    45. 45. DEFINIÇÃO DO ESCOPOLimitaçõesQualidade mínima necessária dos dadosTipo de Revisão Crítica (externa ou Interna)Tipo e formato do relatório do estudo Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    46. 46. DEFINIÇÃO DO ESCOPO – PRINCIPAIS ELEMENTOSFunção do SistemaUnidade FuncionalLimite do SistemaUnidade de Processo Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    47. 47. ESCOPO – FUNÇÃO DO SISTEMAFunção do processo é a finalidade para que o sistema estudado se destina, que pode ser o fornecimento de um serviço (por exemplo: fornecimento de energia elétrica) ou a função do produto (por exemplo: secador) Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    48. 48. ESCOPO – UNIDADE FUNCIONALMedida do produto ou serviço que será utilizada no estudo de acordo com a função do produto ou serviço.Exemplos: quantidade de papel para secar as mãos; quantidade de energia para abastecer uma cidade de 100.000 hab. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    49. 49. ESCOPO – LIMITE DO SISTEMAO limite do sistema define quais unidades de processo serão incluídas dentro da ACV e estabelece o que é incluído ou excluído de cada etapa do processo.Para a definição do limite do sistema: de acordo com os objetivos (ITERATIVO); aplicação preterida; as considerações realizadas; disponibilidade de dados; audiência realizada; critério de corte (% dos inputs primários de Massa, Energia e/ou Aspectos Ambientais); Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    50. 50. ESCOPO – LIMITE DO SISTEMAO que precisa estar incluso: entradas e saídas da manufatura do produto analisado; distribuição / transporte; produção e uso de energia; uso, manutenção dos produtos; disposição dos resíduos e produtos; recuperação energética e dos produtos utilizados; manufatura dos materiais auxiliares; utilidades, como aquecimento e iluminação; toda fase de considerável emissão para o ambiente. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    51. 51. ESCOPO – UNIDADE DE PROCESSO EnergiaFluxosElementares Produto FinalMatérias-Primas Emissões Atmosféricas Unidade de Processo Efluentes LíquidosMaterias Auxiliares Resíduos Sólidos Tempo de Processamento Perda de Energia Menor parte do sistema, englobando uma atividade, ou grupo de atividades, de onde pretende-se coletar dados de inputs e outputs. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    52. 52. ESCOPO – QUALIDADE DOS DADOSTipos de dados: Primários (diretamente do processo analisado) Secundários (de revisão bibliográfica, ou de informações de terceiros) Suposições (pela experiência do analista) Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    53. 53. ESCOPO – QUALIDADE DOS DADOSRequisitos: Datados de até 5 anos; 1 ano de amostragem; Geograficamente compatíveis; Identificar diferenças tecnológicas para os processos estudados; Para massa e energia podem ser médias de dados secundários; Para aspectos ambientais deve ser dado primário da fonte. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    54. 54. ANÁLISE DE INVENTÁRIODefinição de escopo e objetivoAnálise doinventário Interpretação Avaliaçãode impacto Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    55. 55. ANÁLISE DE INVENTÁRIOEnvolve a coleta de dados e os procedimentos de cálculo para quantificar asentradas e saídas do sistema, incluindo:Massa;Energia;Emissões atmosféricas;Efluentes líquidos;Resíduos sólidos;Outros aspectos ambientais. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    56. 56. ANÁLISE DE INVENTÁRIO – ETAPASColeta: Fluxogramas; Unidades de processo; Unidades de medidas.Alocação: Tabelas; Planilhas.Validação das informações: Modelos computacionais; Balanço de massa e energia Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    57. 57. MODELAGEM DO SISTEMA – FLUXOGRAMA Energia Energia EnergiaExtração de Manufatura Manufatura Matérias- de materiais de Produtos primas Resíduo Resíduo Resíduo Energia Energia Disposição final, Uso e consumo reciclagem ou reuso. do produto Resíduo Resíduo Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    58. 58. DEFINIÇÃO DO OBJETIVO E ESCOPODefinição de escopo e objetivoAnálise doinventário Interpretação Avaliaçãode impacto Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    59. 59. AVALIAÇÃO DE IMPACTOSProcesso qualitativo e/ou quantitativo para classificar, caracterizar e analisar os efeitos das interações ambientais identificados na análise do inventário.Esta etapa compõe-se de: Identificação das categorias de impactos; Classificação (alocação) dos resultados da análise de inventário nas categorias de impactos; Caracterização por modelos dos dados classificados em um indicador da categoria de impacto. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    60. 60. IDENTIFICAÇÃO DAS CATEGORIASEscassez de energiaAquecimento globalOxidantes fotoquímicosAcidificaçãoToxicidade humanaEcotoxicidade:Eutrofização:Depleção da camada de ozônio Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    61. 61. CLASSIFICAÇÃOAquecimento global: emissão de CO2 e outros greenhouse gases, ex: CO2, N2O, CH4, aerossóis.Acidificação: resultante da emissão de oxidos de nitrogênio e enxofre com acidificação do solo e água, ex: SO2, NO2.Toxicidade humana: exposição a substâncias tóxicas diversas na água, solo e ar, ex: toxicidade água potável, ar cidades, etc.Ecotoxicidade: quantidade de produtos tóxicos emitidos na naturezaEutrofização: quantidade de nutrientes lançados na águaDepleção da camada de ozônio: emissão de gases CFC Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    62. 62. CARACTERIZAÇÃOOs dados do inventário atribuídos a categorias de impacto, são modelados para que sejam expressos na forma de um indicador numérico para uma determinada categoria.Exaustão de recursos não renováveis: medida em relação a oferta global do recurso.Potencial de aquecimento global: medida em relação a 1kg CO2.Formação de oxidantes fotoquimicos: medida em relação a 1 kg de etileno.Potencial de acidificação: medida em relação a 1 kg de SO2.Potencial de toxicidade humana: massa corpórea por kg substância.Ecotoxicidade aquática: volume de água por massa de substância.Potencial de eutrofização: medida em relação a 1 kg de fosfato/nitrogênio.Potencial de redução da camada de ozônio: medida em relação a 1 kg de CFC-11. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    63. 63. AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA (ACV)• Método EDIP (Environmental Design of Industrial Products) – DTU – Confederação das indústrias dinamarquesas – Agência de proteção ambiental dinamarquesa – 5 indústrias dinamarquesas – 4 anos – Wenzel, H.; Hauschild, M.; Alting, L. (1997). Environmental Assessment of Products. Vol. 1 e 2. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    64. 64. CÁLCULO DO POTENCIAL DE IMPACTO (PI)PI = Pquantidade da substância emitida x impacto potencial da substância Substância Fórmula Potencial para efeito estufa (gCO2equiv.) 20 anos 100 anos 500 anos Dióxido de CO2 1 1 1 carbono Metano CH4 62 25 8Monóxido de CO 2 2 2 carbono Óxido de N2O 290 320 180 Nitrogênio Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    65. 65. OPCIONAISNormalização: todos os impactos na mesma unidadeAgrupamento de categorias de impactos para impactos mais amplos ou para designar alto, médio ou baixoPonderação: baseado em escolhas de valor Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    66. 66. ANÁLISE DE INVENTÁRIODefinição de escopo e objetivoAnálise doinventário Interpretação Avaliaçãode impacto Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    67. 67. INTERPRETAÇÃOIndica formas de melhorar ambientalmente o processo por meio da interpretaçãodas potencialidades e restrições ambientais e realização de atividades de prevenção (como a Produção Mais Limpa) Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    68. 68. INTERPRETAÇÃO E ANÁLISE DE MELHORIAS AMBIENTAISIdentificar áreas de potencial de melhoria para redução dos impactos ambientais.Etapas: identificar, avaliar e selecionar opções de melhoria ambiental em produtosou processos.ACV não resolve problemas ambientais, mas ajuda a identificar áreas de potencialde melhoria e auxiliar à tomada de decisões.Análise de sensibilidade: checar hipóteses e limitações que podem causarincertezas nos resultados da ACV.Conclusões e recomendações consistentes com o objetivo e escopo. Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    69. 69. RELATÓRIORelatórios devem ser claros, objetivos, transparentes e voltados para o público alvo.Deve haver consistência entre objetivos, metodologia e dados apresentados.Terminologias e metodologias adequadas.Os resultados, métodos, hipóteses e limitações devem ser detalhados para permitircompreensão da complexidade da ACV.Realizar revisão crítica dos resultados e conclusões, se possível, por especialistasexternos ao grupo de trabalho.Análise da qualidade dos dados de caordo com os objetivos Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    70. 70. EXTRAÇÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS (Por exemplo: Mineração) Saídas Amb. Mat.Minério Extração EnergiaFluxos Min. beneficiado Matéria-primaElemen- Beneficiamento Refino Manufaturatares(semtransform. (EXTRAÇÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS)Humanas) Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    71. 71. EXTRAÇÃO DE MATÉRIAS-PRIMAS Processos Unitários Minéri Extração Saídas (Amb., Mat., Energia) Entradas oMat., ( Energia) Prod. IntermediáriosEntradas (Mat., Energia) Beneficiamento Saídas (Amb., Mat., Energia) Min. beneficiado Entradas(Mat.,Energia) Refino Saídas (Amb., Mat.,Energia) Matéria- Manufatura prima Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    72. 72. MANUFATURA Processo 01 Empacotamento Produto Transporte Processo 02Matéria-prima Distribuição Processo N MontagemEntradas Saídas Amb. Mat. (MANUFATURA) Energia Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    73. 73. TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Produto Transporte Rodoviário Uso Reuso Distribuidor 1 Distribuidor 2 Produto Manu- tençãoEntradas Saídas Amb. Mat. TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Energia
    74. 74. TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Produto Transporte (Rodoviário) Distribuidor 1 Distribuidor 2 Produto USOEntradas Saídas Amb. TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Mat. Energia Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    75. 75. USO, REUSO E MANUTENÇÃOProduto Desempacotamento Manutenção Uso Descarte Produto Tratamento Após Uso Pós Uso ReusoEntradas Saídas Amb. Mat. (USO, REUSO E MANUTENÇÃO) Energia Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    76. 76. RECICLAGEM, GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS Matéria-prima secundária Manufa- Reciclagem turaResíduodo produto Resíduos Tratamento e Disposição Final do sistema de Resíduos Saídas tratamento Amb. Mat. Energia (RECICLAGEM E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS)
    77. 77. Tratamento Pós Uso Matéria-prima secundária ReManufatura ReciclagemProdutoPós Uso Saídas Resíduos do sistema de tratamento Tratamento e Disposição Final Amb. Mat. Energia (RECICLAGEM E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS) Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais
    78. 78. DEFINIÇÃO DO OBJETIVO E ESCOPODefinição de escopo e objetivoAnálise doinventário Interpretação Avaliaçãode impacto Pós-graduação em Ciência e Engenharia de Materiais

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