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Web 2.0.10Segundo dados do indicador Varejo Online (VOL) produzidos trimestralmente pela E-Consulting Corp., apenas no Bra...
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A evolução do Mobile CommerceA combinação de aparelhos mais poderosos, operadoras de telefonia mais inovadorase mudanças n...
De acordo com a TechRepublic, o número de transações de mobile commerce (ou M-Commerce) deve crescer de 498 milhões em 200...
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Redes Sociais S.A.A evolução da Internet em possibilidades de utilização, mais notadamente no que serefere ao seu poder de...
propicia é a utilização do ferramental e modus operandi das redes sociais parausufruto de negócios da corporação.Recente p...
patamar cresceu de 11% em 2008 para 34% em 2009. Fóruns atingem 32% depenetração, seguido por Podcasts com 29%, Social Net...
Como Alcançar Desempenho Superior nas              Ações de Cross Channel MarketingA possibilidade de meios que as empresa...
•   Multicanal é a capacidade de executar diferentes campanhas em diversas       Mídias. Aqui, em tese, não há preocupação...
Empresas como a Virgin Megastore, EMI, Sephora, Fnac, Porsche e Accor têm sedestacado em seus respectivos setores e obtido...
barato efetuar cross e up-sell com esses clientes. 6. Mudam o Foco do Offline para o Online    Essas empresas têm buscado ...
** Procuramos definir Mídia como o conjunto de Veículos, Ambientes e Canais àdisposição de uma organização.  * Canais: Rel...
Marketing Boca a Boca 2.0A velha conhecida propaganda “boca a boca”, em que um cliente (in)satisfeitomultiplica sua opiniã...
A adoção em massa dos meios digitais fez surgirem novos agentes protagonistas nascadeias de comunicação. Hoje, teoricament...
Inovação e Criatividade For Free em                                      Propaganda OnlineDe acordo com análise do IDC, di...
Com as verbas minguando, o que está em jogo é o conhecimento para se extrair omáximo de cada formato, canal, ambiente e es...
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Redes sociais ou as Novas Igrejas, Bares e                                             PraçasA compreensão histórica dos e...
1. Base territorial comum (lugar físico, como o bairro ou a cidade)2. Interesses comuns (religiosos, profissionais, sociai...
Particularmente não pretendemos encontrar amigos e familiares em um restauranteou mesmo igreja online. Por outro lado, con...
antenada” – o que em tempos como os nossos não é nem um pouco fácil para umfabricante de automóveis norte-americano.Defini...
Site Oficial: Fiesta Movementhttp://www.fiestamovement.com/http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/Redes-...
Uma Celular na Mão e uma Marca na CabeçaA forma como as empresas e agências pensam e fazem publicidade mudouradicalmente c...
bastiões de estilo de vida e sinônimos do “cool” contou com o engajamento intensivode seus consumidores.A série de anúncio...
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  1. 1. E-MarketingMelhores Análises, Melhores InsightsUma coletânea de análises, percepções e insights sobretemas relevantes para o mundo do marketing online
  2. 2. Índice Web 2.0.10 3 Da Personalização à Clusterização: O Marketing na Web deve ser Contexto, Utilidade e Verdade 6 M-Commerce: Hoje? Amanhã? 10 Público Móvel – Publicidade Móvel 14 Redes Sociais S.A. 16Como Alcançar Desempenho Superior nas Ações de Cross Channel Marketing 19 Marketing Boca a Boca 2.0 24 Inovação e Criatividade For Free em Propaganda Online 26 Redes sociais ou as Novas Igrejas, Bares e Praças 29 Uma Celular na Mão e uma Marca na Cabeça 34 E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 2
  3. 3. Web 2.0.10Segundo dados do indicador Varejo Online (VOL) produzidos trimestralmente pela E-Consulting Corp., apenas no Brasil, em 2010, o Varejo Online atingirá a marca de 23,65bilhões de reais, um crescimento de 8,4% em relação à 2009. Para 2012, estima-se que31,35 bilhões de reais serão transacionados de forma online entre empresas econsumidores.Afora bens de consumo, que responde pelo pilar mais visível do varejo online, dentreos principais mercados podemos destacar a evolução da atividade em Autos, Turismo eMedia, como mostra o gráfico abaixo: E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 3
  4. 4. Diante de tal panorama histórico (nos últimos 8 anos foram mais de 500% decrescimento, sobre uma base de 4,3 bilhões), não é nenhuma novidade que a Web temse tornado cada vez mais a menina dos olhos dos executivos e empresários, tanto nocurto como no longo prazo. Como explorar tais oportunidades já no próximo quarter?Como construir uma arquitetura transacional cada vez mais intangível, virtual eflexível? Como conhecer os clientes, se relacionar e gerar mais vendas? Etc.Apesar da tentação de se desenvolver novos ambientes de forma pontual ou de inseriruma mega estrutura digital da noite para o dia - modelo top down - a forma maisefetiva de se inserir a Web nos negócios com os clientes é de forma orgânica,combinada com planejamento e inteligência.Para tanto, a empresa deve partir das necessidades e possibilidades atuais derivadasdos principais modelos, processos e atividades transacionais, de relacionamento e decomunicação com seus diferentes perfis de cliente, e verificar como as tendências,ferramentas e funcionalidades associadas à Web podem aprimorá-las, potencializá-las,maximizá-las ou mesmo redefini-las. Essa é a melhor forma de se destinarcorretamente os recursos e investimentos para o mundo digital.Deve-se olhar simultaneamente em volta e para dentro da empresa. Exemplo: aMobilidade é um passo natural para toda e qualquer empresa que já atua na Web.Porém, conforme a audiência migra cada vez mais para as mini-telas e os formatos deWeb se renovam, as tradicionais estratégias de Push-Pull perdem a efetividade e sãosubstituídas pelo Follow. Só que nesse caso, são as empresas que devem acompanharclientes e consumidores de forma proativa e intuitiva para onde quer que estejam.As empresas que desejam fazer parte do novo mundo do relacionamento,colaboração, conteúdo, branding e transação 2.0 deverão ter claras as característicasdos desafios que irão enfrentar. A dinâmica da atuação digital é distinta e uma vezinserida no modelo de negócio, altera significativamente os processos corporativos –mesmos os mais maduros e estabelecidos, além de impactar em variáveisfundamentais, como posicionamento de marcas, modelos de competição einteratividade com seus públicos. E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 4
  5. 5. Dessa forma, não basta provisionar um investimento significativo para Web se aestratégia de atuação (e mais ainda, de inserção da Web no âmbito corporativo) nãoestiver bem definida e consensada com os principais públicos internos, que na grandemaioria dos casos, terão que “mostrar a cara”, respondendo aos questionamentos edando satisfação (em tempo real!) para seus clientes.Preparada ou não, cedo ou tarde, será imperativo às empresas destinarem recursosrelevantes para a Web – do desenvolvimento à comunicação. A curva de investimentocresce a cada ano e quanto mais tarde uma empresa compreender seu futuroinexorável, menos chances terá para competir nos novos mercados.http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/Web-2.0.10 E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 5
  6. 6. Da Personalização à Clusterização: O Marketing na Web deve ser Contexto, Utilidade e VerdadeA Internet permite o acesso aos mais diferentes Sites, Ambientes e ComunidadesOnline e, com isso, o perfil das pessoas que acessam e usam a Internet varia do maisalto executivo de uma multinacional a um aluno de uma escola estadual.Compreendendo isso, e as diferentes necessidades de cada usuário, nasceu o conceito– e, por decorrência, as plataformas - de personalização da comunicação digital etambém da navegação nos Sites e Ambientes Digitais.Atualmente, a quantidade, qualidade, origem, variedade e formato da informaçãodisponibilizada nos diferentes ambientes digitais (Sites, Lojas Virtuais, Intranets, Blogs,Comunidades, etc) é muito grande e, obviamente, boa parte dessas informações passaa ser inútil para a maioria de pessoas. Claro, os modelos de segmentação presumem E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 6
  7. 7. uma redução sensível no volume de usuários impactados, potencialmentedirecionados e sensíveis à determinada informação, porque esses modelos incorporamparâmetros de corte e organização de universos, tais como idade, sexo, região, etc. Nomarketing digital, assim como no tradicional, segmentação é fundamental porque ésinal de foco, relevância, inteligência e otimização de mensagens, impactos e efeitos.Isso é o mesmo que dizer maior assertividade e maior conversão a menores custos.Na Web 2.0, no mundo interconectado multidevice, multi-ambiente, muti-usuário,multiformato e multicanal, segmentar não é mais suficiente. Pessoas se tornamavatares. Usuários assumem diferentes chapéus ao mesmo tempo. A famosa lei dafísica – um corpo só em um só lugar do espaço – cai por terra. A mesma pessoa estáem vários ambientes, às vezes sendo ela mesma, às vezes sendo outra pessoa.Diferentes pessoas estão no mesmo ambiente, ocupando exatamente o mesmo lugarno espaço, às vezes sendo a mesma pessoa (ou melhor, avatar). Mapear, trackear eorganizar isso é muito difícil. Compreender mais ainda. Identificar padrões, encontrarsoluções e aproveitar oportunidades... bem isso é o que se espera do Marketing, nãoé?No mundo em que logs e senhas não são mais suficientes para determinar quem équem e que papel interpreta naquele momento, rever a forma de organizar osindivíduos e seus grupos é a saída mais óbvia. Clusterizar é o nome da técnica deorganização de indivíduos e universos em função de seu comportamento, hábitos,atitudes, preferências, opiniões, pertencimentos, ligações, conexões, valores,interesses, história de vida, etc.A Web social é sobre comportamentos simultâneos das pessoas – de usuário, deconsumidor, de emissor de mensagens, de formador de opinião, de blogueiro... Naverdade tudo isso 2.0 (consumidor 2.0, funcionário 2.0, etc). Que ter sucessocomercial, relevância de mensagem e recall na Web 2.0? Clusterize seus targets – eisto começa por segmentá-los; mas não pára por aí, porque os critérios são diferentes,como visto acima.Para provar a necessidade de se pensar sistemicamente e começar a clusterizarindivíduos – CRM 2.0 – basta ver os exemplos abaixo. Os números de cada onda daWeb são meramente ilustrativos (uma abstração mesmo)... mas representam umpouco a evolução da interação e do comportamento de empresas e indivíduos naInternet. Vejamos:Exemplo Web 1.0 (Personalização)? Um usuário cadastrado que visita uma loja de CDse têm preferência pelo estilo de música clássica acaba recebendo informações sobre asmúsicas do momento ou os últimos lançamentos do jazz... porque alguém achou quepessoas que gostam de música clássica, gostam de jazz e transformou isso em regra desistema, de tecnologia. Esse tipo de postura causa perda de tempo, descontentamento E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 7
  8. 8. e pode fazer com que esse usuário abandone sua compra ou até a visitação do Site nofuturo.Exemplo Web 1.25 (Personalização + Comunidades)? Um membro da comunidade“Adoro Heavy Metal” no Orkut é um enfermeiro de 45 anos que não participa dacomunidade aberta “Enfermeiros Maduros” nem da comunidade “Enfermeiros doHospital X” – em que trabalha - e que, afinal, não tem interesse qualquer em trocarinformação sobre os temas de sua profissão com seus “colegas” de profissão. Secomunicar com ele? Como? Outro exemplo? Um grupo social do tipo “Sou Corinthianoe daí” com toda horda de perfis e públicos – de crianças a senhoras de idade, dejaponeses a negros, passando por homossexuais... Segmentar fica difícil.Exemplo Web 1.5 (Personalização + Comunidades + Multiformato)? Um usuário recebeum vídeo comercial de seu amigo e o replica para sua rede de contatos. Esse vídeo étransformado em download e se torna game. Também virá tema de e-mail replicadopara toda lista desta pessoa. A marca de uma empresa está diluída na comunicaçãonos diferentes formatos. O viral acontece em áudio, vídeo, imagem, interação...Exemplo Web 1.75 (Personalização + Comunidades + Multiformato + Multicanal)?Você está andando no Shopping e recebe um SMS de sua loja de roupas preferidasobre uma promoção. Você não gosta do que vê. Ao contrário, filma uma pessoa queestá vestindo algo que seria de seu interesse e reenvia à loja, dizendo que quer algoassim. Eles não têm! Você nem passa lá. Envia a mesmo foto a uma comunidade deamigos, pede para que descubram a marca daquela roupa. É do maior concorrente desua loja preferida. Você compra no concorrente. E posta no seu Blog.Exemplo Web 2.0 (Personalização + Comunidades + Multiformato + Multicanal +Multichapéu)? O funcionário de uma grande operadora de telefonia celular é tambémseu cliente. Mas um cliente um pouco diferente, porque está do lado de dentro. Elesabe o porquê das coisas. O telefone não funciona. O SMS não funciona. Ele liga para oContact Center. É mal atendido. Fica sem solução... como qualquer cliente normal.Mas ele não é cliente normal, por que sabe o porquê das coisas. E o que faz então?Comunica a verdade dos fatos em suas redes e comunidades na Web, vai em Sites dereclamação, posta no seu blog, vai a comparadores de produtos e serviços... Esqueceas prerrogativas de cada chapéu, porque é um ser humano, naquele momento,frustrado e com raiva. Só que o que diz tem fundamento... o tal celular não funcionaporque a torre da região está sem manutenção. Ele entrega o ouro para aconcorrência... ou para os advogados processistas.A Internet é um tanto quanto fria em termos de relacionamento com os clientes. Amaioria das empresas também, independente do canal. Engatinham... E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 8
  9. 9. Já os usuários adoram ser reconhecidos pelo nome – quando querem ser - e de ter afacilidade de achar o conteúdo, serviço e produto que procuram o mais rápidopossível.Esse é o novo desafio das marcas e das empresas em sua relação com consumidores –atuais ou prospects, interessados ou não. O marketing do contexto, do momento, daverdade e da utilidade.http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/da-personalizacao-a-clusterizacao-o-marketing-na E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 9
  10. 10. M-Commerce: Hoje? Amanhã?Recentemente superarmos, segundo a Anatel, o patamar de 170 milhões de celularesno país. Os assinantes brasileiros somam-se aos outros 2,7 bilhões de usuários no restodo mundo.Como dar sentido a essa afirmação? Isso significa que: • Aproximadamente 40% da população do mundo atualmente carregam um celular, • Há hoje mais celulares do que veículos (800 milhões registrados no mundo) e que cartões de crédito (1,4 bilhão), • Demorou mais de 100 anos para que os telefones fixos fossem disponibilizados em 80% dos países do mundo, ao passo que para os celulares esse tempo foi de 16 anos e que • Em muitos países desenvolvidos, a penetração dos celulares é bem superior à 90% da população, ou seja, a dito "todo mundo tem um celular" está muito próximo da realidade. E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 10
  11. 11. A evolução do Mobile CommerceA combinação de aparelhos mais poderosos, operadoras de telefonia mais inovadorase mudanças na infra-estrutura de rede móvel (como redes 3G, capazes de transportargrandes quantidades de dados em alta velocidade) acelerou ainda mais as mudançasem um setor já em rápido movimento e transformação.O celular do futuro (ver links abaixo) é um dispositivo que permitirá aos usuários secomunicar, conectar, interagir, transacionar e inovar.Vídeos:Pesquisador da Nokia fala sobre algumas das descobertas inesperadas encontradasdurantes suas pesquisas sobre as formas como as pessoas interagem com a tecnologia(cerca de 16 min com - Legenda em Português).Jan Chipchase on our mobile phonesConteúdo:Artigo escrito pelo pesquisador chefe da Ofcom (agência regulatória detelecomunicações do Reino Unido) fala sobre o futuro dos celulares (3.200 caracteres –cerca de 6 minutos de leitura. Inglês).The future of mobile phones: A remote control for you lifeNo Brasil, assim como na maioria dos mercados, aparelhos com essas característicasestarão disponíveis em um curto espaço de tempo. E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 11
  12. 12. De acordo com a TechRepublic, o número de transações de mobile commerce (ou M-Commerce) deve crescer de 498 milhões em 2006 para cerca de 4,8 bilhões em 2010.Além disso, o ticket-médio dessas operações deve evoluir de US$ 7,00 para US$ 13,00no mesmo período. Estudos da E-Consulting apontam que no Brasil, em 2010,devemos chegar a algo perto de R$ 400 milhões.O que querem os Consumidores?Os consumidores de hoje querem conteúdo, comunicação, e serviços de comércio einformação que possam ser acessados a qualquer hora, em qualquer lugar, em váriosdispositivos.Conveniência, facilidade de uso e segurança são as principais preocupações dosconsumidores.Eles querem comprar bens tangíveis ou digitais, usando as opções de pagamentoalternativo, como a M-Wallet (soluções de pagamento via celular), billing-on-behalf(faturamento na conta de serviços) ou cartões pré-pagos.Além disso, os consumidores querem ferramentas para gerenciar suas contas detelefone e as de seus familiares, de maneira similar ao que acontece com os planos deTV a cabo ou Internet. Ou seja, o consumidor quer ser capaz de controlar o conteúdoacessado e os gastos feitos através de telefone de seu filho adolescente.E, naturalmente, embora queiram uma ampla gama de serviços, os consumidores nãoquerem pagar a mais por isso.Principais setores a serem beneficiadosEm nossa opinião, os setores de serviços bancários e produtos financeiros, emissão debilhetes (aéreos, espetáculos, etc), turismo e entretenimento, educação,conhecimento (assinaturas, downloads, conteúdos, etc) e varejo (bens de consumo, E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 12
  13. 13. serviços à pessoa física, etc) serão os mais beneficiados com a ascensão do M-Commerce.As empresas que forem capazes de transformar essa tendência em serviços de valor ecomodidade – com a devida e percebida segurança - terão oportunidades únicas dediferenciar-se da concorrência, garantir novas fontes de receita e, principalmente,incrementar o relacionamento com seus consumidores.Ou sejaO aumento da oferta e da adesão ao M-Commerce é fruto da combinação de novastecnologias em infra-estrutura de telecomunicações e aparelhos celulares, associadosa uma postura mais inovadoras das operadoras de telefonia (em função de menorregulação e aumento da competição) e a uma forte e sólida campanha de informaçãoe demonstração de vantagens e benefícios aos usuários. Para tal, usabilidade eexperimentação são variáveis-chave no processo de comunicação e “venda” doserviço.Em outras palavras, a adoção de estratégias de Mobile Commerce, por sua vez, não selimita à instalação de plataformas de tecnologia – essa é a parte “simples”. Estudosrealizados em mercados mais maduros (especialmente Japão e Áustria) apontam ocaminho das pedras: as organizações devem também ser capazes de criar campanhasde marketing e publicidade; gerir a privacidade dos consumidores, cumprir osrequisitos regulatórios diversos, garantir a segurança dos dados e ainda criar ummodelo de negócio bem sucedido.http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/m-commerce-hoje-amanha E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 13
  14. 14. Público Móvel – Publicidade MóvelEspecialmente nos últimos anos temos vivenciado um momento de fortes transições einovações no campo da comunicação. A massificação da Internet e o nascimento dofenômeno da convergência mudaram radicalmente a forma como o relacionamentoocorre entre os mais diversos tipos de atores, sejam em nas dimensões B2C, B2B, C2C,etc.A forma de se comunicar, os canais utilizados, a capacidade de disseminação deinformações, a velocidade com que uma informação vira notícia, a mudança do poderde formação de opinião para as mãos dos consumidores, assim como a mobilidadepropiciada pelos dispositivos móveis são algumas dessas alterações que impactaramdiretamente na forma como uma infomação deve ser passada e absorvida nos dias dehoje.Neste contexto de mudanças e oportunidades a publicidade vem gradativamenteadaptando-se à utilização e exploração das mídias e canais convergentes e móveis. Apenetração de aparelhos celulares atingindo um marco de mais de 1 celular porhabitante, ocupando a 5ª posição no ranking mundial no mercado de celularesmundiais e a 1ª colocação da América Latina representa um enorme potencial a serexplorado no campo da comunicação e publicidade.Segundo estudo do Strategy Analytics, mundialmente, o mercado de mídia móveldeverá movimentar US$ 1,4 bilhão, no ano de 2010, atingindo 1/5 do gasto global compublicidade na Internet, nos próximos três anos. No Brasil, este valor deve chegar a FR E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 14
  15. 15. 80 milhões, de acordo com estudos do XPLab da E-Consulting Corp..Com a evolução tanto dos aparelhos celulares, do acesso à banda larga móvel, assimcomo da gradativa utilização mais ampla das funcionalidades disponíveis, teremos umambiente propício para um crescimento mais agudo dos investimentos em mídiamóvel, ofertando possibilidades mais elaboradas e interativas de comunicação (ex. TVDigital e Utensílios) ou mesmo utilizando-se de simples mensagens de texto ou detecnologias como o bluetooth, todas parte do arsenal que está a disposição dacriatividade e objetividade dos publicitários que se lançam neste mercado aindaembrionário.Atualmente, as campanhas via mensagens de texto (SMS) representam a maior parcelado orçamento da publicidade móvel. Estima-se que aproximadamente 1,5 bilhão deusuários receberão publicidade via mensagem de texto neste ano.As possibilidades de utilização do potencial da mobilidade são inúmeras. Exemplo deação promocional simples e alto impacto foi a que fez o Hard Rock Café em SãoFrancisco, que lançou mão de uma campanha de marketing móvel que utilizava atecnologia Bluetooth para convidar as pessoas a uma visita à loja. Todos osconsumidores que passavam pela área delimitada pelo Bluetooth no Pier 39, um pontoturístico comercial da cidade de São Francisco, recebiam um convite, com endereço daloja, para irem até o Hard Rock Café mais próximo. Caso o consumidor aceitasse oconvite, receberia um vídeo com conteúdo da marca e um cupom móvel (mobilecoupon), que dava direito a um desconto especial no café.Uma das características que diferencia o marketing móvel do tradicional é a suacaracterística de unir a capacidade de personalização e de mensuração da Web com acapacidade de acesso anytime, anywhere da telefonia celular.Se capaz de unir personalização e adequação do conteúdo relevante, no timing corretode interagir com o cliente certo, sem barreiras geográficas, é uma prerrogativamercadológica fundamental que certamente diferenciará quem terá ou não sucesso nomundo da comunicação convergente e móvel.http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/publico-movel-2013-publicidade-movel E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 15
  16. 16. Redes Sociais S.A.A evolução da Internet em possibilidades de utilização, mais notadamente no que serefere ao seu poder de disseminação de informações e promoção da comunicaçãomultilateral entre diversos agentes, fez surgir ambientes e “ferramentas” que vierampara fomentar a capacidade nata do ser humano em se relacionar e interagir.Comunidades Online como Orkut, Facebook, MySpace, Youtube, Linked-in e Twitter,dentre outras, caíram no gosto dos internautas apresentando índices de crescimento eadesão assutadores.Internautas, antes consumidores com pouca voz ativa, agora são mídia e, portanto,capazes de impactar gigantes corporativos com uma simples postagem de um vídeo,opinião ou relato pessoal de um fato positivo ou negativo que vivenciou comdeterminada interação com uma empresa, sua marca, produto, serviço ourepresentantes.Todo este poder vem sendo gradativamente compreendido e utilizado pelas empresasem diversos formatos como bolgs corporativos, twitters corporativos ou redes ecomunidades privadas. Porém, uma das grandes oportunidades que esta onda 2.0 E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 16
  17. 17. propicia é a utilização do ferramental e modus operandi das redes sociais parausufruto de negócios da corporação.Recente pesquisa conduzida pela Universidade de Massachussetts Dartmouth, com asempresas da Inc. 500 (publicado pela Inc. Magazine) nos anos de 2007 e 2008, sobre autilização de mídias sociais nos ambientes internos das corporações, revelou que asmidias sociais vêm alcançando altos níveis de penetração nas empresa em ritmoacelerado. A familiaridade com ferramentas 2.0 e ambientes colaborativos quasedobrou em 2008, quando comparada com 2007.A midia social mais popular e mais familiar para as empresas continuou a ser a denetworkng (tais como Facebook, Linkedin, Multiply, Orkut, etc), com 57% dosrespondentes dizendo ser muito familiar a elas (contra 42% em 2007), agregando umcrescimento de 44% em apenas 1 ano.Os Wikis, que em 2007 ocupavam o último lugar, com apenas 16% de usuários dizendoter muita familiaridade com a ferramenta, em 2008 já ultrapassaram o podcasting com35% dos usuários dizendo que eram muito familiares com a ferramenta. O ranking defamiliaridade segue a seguinte ordem: Social Networking-57%, Vídeos Online-52%,Blogs-52%, Fóruns-39%, Wikis-35% e Podcasts-33%.Já em relação ao uso efetivo das ferramentas de mídias sociais pelas empresas norte-americanas, temos um crescimento médio em relação a sua adoção (2008 em relaçãoa 2007) de 77%. Social Networking apresentou nível de penetração de 49%, VideosOnline com 45%, Blogs com 39%, Fóruns com 35%, Wikis com 27% e Podcastings com21%. Ainda vale ressaltar que em 2007, 43% das empresas entrevistadas não usavamnenhum tipo de ferramenta relacionada a mídias sociais e, em 2008, apenas 23%faziam parte deste grupo.A importância da utilização das mídias sociais para os negócios e estratégias demarketing das empresas nos EUA também foi pesquisada: 84% das pessoaspesquisadas consideram as mídias sociais como muito importante (44%) ou de algumaforma importante (40%), contra 60% em 2007 (26% muito importante e 34% dealguma forma importante).Recente estudo da E-Consulting com 288 das 1000 maiores empresas do país, entreMarço e Julho de 2009, apontou que o ranking de familiaridade no Brasil se comportada seguinte maneira: Social Networking-69%, Vídeos Online-58%, Fóruns-41%,Podcasts-33%, Blogs-32% e Wikis-21%. O Twitter se configura na rede de maiorcrescimento entre 2008 e 2009, atingindo 224% em aumento do nível de familiaridadeda ferramenta no ambiente corporativo. Quanto à penetração de utilização, esse E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 17
  18. 18. patamar cresceu de 11% em 2008 para 34% em 2009. Fóruns atingem 32% depenetração, seguido por Podcasts com 29%, Social Networking com 24%, Blogs com19% e Wikis com 14%. Vídeos Online atingiram 46%, mas sua utilização corporativanão necessariamente está ligada aos negócios. (para saber mais sobre este estudo faleconosco em contato@ec-corp.com.br)A comunicação corporativa passa a ser uma atividade cross e não mais específica deuma área, assim como a colaboração em projetos ganha participantesmultidisciplinares com visões e experiências complementares. Os ambientescolaborativos promovem o palco ideal para que, de forma organizada e “controlada”,se revele o conhecimento individual e se potencialize o conhecimento corporativo ecomunitário. Vídeos, áudio, richtexts, links, games, animações e demais formatospassam mensagens e conhecimentos de forma experiencial sem, contudo, perder emseriedade, foco e propósito.A crescente adoção das mídias sociais nos ambientes corporativos se evidencia como amigração bem sucedida de uma tendência que começou no mundo individual e chegouao organizacional. A compreensão e o reconhecimento prático da sua utilidade comomeio e/ou estratégia para melhorar os negócios, processos, relacionamentos ecomunicações da empresa – internas ou externas, de forma a transformar sua práticadiária em um modelo mais participativo e interativo com os diversos públicos derelacionamento (stakeholders) é fator essencial para que as empresas 1.0 seredefinam, de fato, como organizações 2.0.http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/Redes-Sociais-S.A-1 E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 18
  19. 19. Como Alcançar Desempenho Superior nas Ações de Cross Channel MarketingA possibilidade de meios que as empresas podem escolher ou combinar para melhorse comunicarem com seus clientes tem crescido rapidamente na última década, desdeque os veículos tradicionais, tais como TV, Rádio e Mídia Impressa, foramcomplementados por outros Canais e Ambientes, principalmente os digitais.Essa mudança ocasionou um aumento da dificuldade das empresas em otimizar asações de suas campanhas online e offline, incluindo-se aí orçamentos, expectativas eproporções. Além disso, esse vasto leque de opções criou um novo desafio para omarketing das organizações: garantir que a informação correta seja entregue notempo certo e através da Mídia** preferida/mais adequada a cada perfil, segmento oucluster de cliente/consumidor.Diferenças entre Multicanal e Cross-Channel MarketingÉ preciso compreender que as diferenças entre cross-channel e multi-channelmarketing (ou multicanal) não são apenas semânticas. E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 19
  20. 20. • Multicanal é a capacidade de executar diferentes campanhas em diversas Mídias. Aqui, em tese, não há preocupação com a consistência da mensagem e nem com a coordenação entre as diferentes mídias. • A abordagem Cross-Channel está relacionada à capacidade de conduzir uma determinada campanha em diversas mídias (mesma campanha, mesma mensagem e várias mídias). Há, portanto, a preocupação com consistência da mensagem e coordenação das mídias.Essa preocupação com a consistência das mensagens e a coordenação entre as mídiasse relaciona principalmente com o impacto disso na experiência do consumidor –portanto sua percepção. Mensagens dissonantes e mídias não alinhadas reduzem aeficácia das campanhas ao comprometer a percepção do consumidor e, no final do dia,se traduzem em perdas institucionais e reputacionais e gastos de verbasdesnecessários e ineficazes.DificuldadesEm todo o mundo, organizações de diversos setores têm buscado executar campanhase ações sob uma visão de cross-channel marketing.No entanto, essas empresas têm encontrado algumas dificuldades, em especial: 1. Medir e comparar o retorno das ações de Marketing (ausência de comparativos ecases de sucesso); 2. Inconsistência dos temas e mensagens das campanhas nas diversas Mídias; 3. Ausência de integração entre as Mídias, 4. Customizar o conteúdo das mensagens em função do segmento de cliente.SoluçõesA solução para problemas como esses está na execução de uma estratégia de crosschannel marketing que combine a centralização das atividades e tecnologias decoordenação às ferramentas que permitem gerir as informações sobre ocomportamento e performance dos clientes e sobre o desempenho das campanhas.Além disso, é muito importante que as diferentes áreas da organização tenham umavisão única do cliente (Visão 360º. ou Visão Única do Cliente).Melhores Práticas E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 20
  21. 21. Empresas como a Virgin Megastore, EMI, Sephora, Fnac, Porsche e Accor têm sedestacado em seus respectivos setores e obtidos ROMIs (Return on MarketingInvestments) superiores à média. Essas empresas compartilham algumascaracterísticas na execução de suas campanhas: 1. São obsessivas na utilização de métricas de performance e as utilizam paraotimizar as campanhas futuras. As empresas reconhecem a importância da mensuração da performance dascampanhas e as utilizam. 2. Centralizam informações Apesar da grande dificuldade envolvida, algumas dessas empresas centralizaram asinformações sobre seus clientes para garantir que a mensuração da performance e avisão única do cilente em toda a organização sejam praticadas pela organização (doCRM aos diversos canais de contato presenciais e remotos com os clientes econsumidores). 3. Atualizam os cadastros dos clientes baseados em suas interações multicanais Essas empresas centralizam as informações de Vendas, Marketing, Operações econstantemente atualizam os cadastros desses clientes baseados em suas interaçõesmulticanais. Essa informação é utilizada para otimizar campanhas, testar aeficácia de algumasmídias para alguns segmentos de clientes e entegar mensagens de marketing maisimpactantes e relevantes. 4. Padronizam os processos relacionados à execução do Cross Channel Essas empresas utilizam processos padronizados e tecnologias que permitemautomatizar: (1) o processo de aprovação de suas campanhas de marketing (paramanter a consistência de branding), (2) a gestão do desenvolvimento da campanha e(3) a medição da performance da campanha. O foco, portanto, está na otimização dacampanha. 5. Identificam dos Clientes de Alto Valor As melhores empresas são mais eficientes que a média em identificar e secomunicar com seus clientes de alto valor; com isso, otimizam o ROMI, pois é mais E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 21
  22. 22. barato efetuar cross e up-sell com esses clientes. 6. Mudam o Foco do Offline para o Online Essas empresas têm buscado desenvolver competências relacionadas às mídiasdigitais, como e-mail marketing, social media, conteúdo multimídia, aplicativosinterativos, games e webadverstising, ao contrário de foco puramente centrado nosveículos tradicionais offline (TVs, Jornais, etc). 7. Executam a mesma campanha de marketing em várias mídias (consistência) Preocupação em entregar a mesma mensagem, campanha ou tema em váriasmídias, ao contrário da entrega de várias mensagens, campanhas ou temas em váriasmídias.ConclusãoO número de mídias** (veículos, canais e ambientes) disponíveis para se interagir ecomunicar com os consumidores aumentou significamente nos últimos anos.As campanhas de marketing hoje devem abranger diversos canais, cada um com suaspeculiaridades, desafios e limitações. A razão disso é que os consumidores não fazemmais distinção entre o mundo real e o virtual quando de suas interações com asmarcas, busca por informações ou pesquisas sobre produtos. Para eles é tudo umacoisa só, e todas as interações contribuem para a formação de sua experiência com asmarcas.Temos observado as dificuldades que as empresas têm tido em gerir campanhas queabrangem várias mídias de forma integrada e com mensagens consistentes. Na prática,as empresas utilizam-se de uma abordagem Multicanal (várias campanhas x váriasmídias), enquanto que nossas pesquisas sugerem que uma abordagem Cross-Channel(mesma campanha x várias mídias) pode levar a retornos superiores.A abordagem Cross-Channel otimiza a gestão das campanhas, entrega mensagens etemas de marketing de forma consistente e promove uma visão unificada do clienteem toda a organização. Em tempos de Consumidor 2.0, a abordagem Cross-Channelestará cada vez mais relacionada à geração de valor para as empresas (ResultadosFinanceiros + Ativos Intangíveis).Anexo: E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 22
  23. 23. ** Procuramos definir Mídia como o conjunto de Veículos, Ambientes e Canais àdisposição de uma organização. * Canais: Relacionam-se a vendas e transações (Ex. Lojas Físicas, Vendas Diretas,Vending Machines, etc). * Ambientes: Está ligado presença/atuação/interação do cliente/usuário (seja estequal for), ou seja, o que o usuário acessa (ex. sites, hot-sites, extranets, blogs, wikis,intranets, portal corporativo, etc). * Veículos: Aquilos que leva a mensagem de forma unilateral a algum público (TV, TVinterna, revista, outdoor, e-marketing, twitter, mobile, etc).http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/como-alcancar-desempenho-superior-nas-acoes-de E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 23
  24. 24. Marketing Boca a Boca 2.0A velha conhecida propaganda “boca a boca”, em que um cliente (in)satisfeitomultiplica sua opinião sobre determinado produto, serviço ou empresa a seus contatosmais próximos (amigos, parentes, colegas de trabalho etc), recebeu uma roupagemsócio-hightech e potencializou seu poder de alcance e efeito em milhares de vezes. Oboca a boca virou marketing viral.Com a massificação do acesso a web, o fenômeno das redes sociais e a mudança noeixo e nos agentes propagadores da informação, o bom e velho marketing boca a bocaparece inofensivo - ou no mínimo pouco impactante - quando comparado à novarealidade 2.0 alicerçada em redes e comunidades sociais, blogs, wikis, twitters,messengers, sms, etc, tropa de choque em que o marketing viral se apóia.O marketing viral, assim como um vírus, precisa de um receptor que, ao ser“contaminado”/influenciado pela mensagem/vírus, passa a ser umhospedeiro/disseminador dessa mensagem (memes, no caso da informação) ouinformação genética (no caso dos vírus). O processo viral é caracterizado por possuiruma capacidade de propagação/exposição exponencial, potencializado pela facilidadee pela penetração que os novos canais digitais colaborativos propiciam. E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 24
  25. 25. A adoção em massa dos meios digitais fez surgirem novos agentes protagonistas nascadeias de comunicação. Hoje, teoricamente, todos os indivíduos conectados sãopotenciais geradores de mídia. Basta um post em um canal digital de grande tráfego,que milhares de pessoas serão impactadas, e, se suscetíveis à mensagem,multiplicarão sua visibilidade em questão de segundos, minutos, horas ou dias.No mundo digital, redes de consumidores se formam a cada minuto, comunidades derelacionamento trocam informações sobre marcas, produtos e serviços, influenciandomilhares de agentes que interagem ou apenas observam o desenrolar dos maisvariados temas.Sob o ponto de vista das empresas, as oportunidades são proporcionais à capacidadede propagação das informações na rede.Uma boa estratégia de maketing viral é aquela que consegue fazer com que seupúblico alvo seja sensibilizado pela mensagem e a dissemine ao maior número decontatos e relacionamentos que tiver.Como exemplos clássicos do marketing viral, podemos citar o pioneiro Hotmail (emque as pessoas que mandam uma mensagem por e-mail estão transmitindo amensagem a outros usuários que lêem no rodapé: "Tenha você também um e-mailgratuito") e, mais recentemente, o Orkut, uma vez que a entrada na comunidade se dáapenas por convite, que se tornou o gatilho da ação (o Google adotou a mesma táticacom o Gmail).Porém, vale ressaltar que a imprevisibilidade é algo que caracteriza o marketing viral eseu resultado nem sempre pode ser mensurável.Construir credibilidade, divulgar um produto ou serviço, suscitar curiosidade, associarvalores a uma marca e provocar experimentação são algumas das principais aplicaçõespara o marketing viral.As vantagens da correta utilização desta arma da comunicação moderna se baseia,principalmente, na amplitude de impacto associada ao baixo custo das campanhas ena velocidade com que se disseminam, uma vez que o disseminador não é alguém queé pago pela marca para sê-lo, que a mídia utilizada é gratuita e que o conceito viralencontra um campo fértil e propício nas redes da Web para se desenvolver em plenacapacidade.http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/Marketing-Boca-a-Boca-2.0 E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 25
  26. 26. Inovação e Criatividade For Free em Propaganda OnlineDe acordo com análise do IDC, divulgada este mês, os gastos globais com anúncios nainternet caíram 5% no segundo trimestre, movimentando 13,9 bilhões de dólares,representando o segundo trimestre consecutivo de queda nas vendas de anúnciosonline.Apesar da queda acentuada - resultado direto da retração das verbas de marketing ecomunicação em função da crise econômica global – e da perspectiva de retomada docrescimento em meados de 2010, a propaganda online, em seus diversos formatos,meios e mídias é a principal ferramenta do marketing moderno para empresas eanunciantes divulgarem sua marca, produtos e serviços.Não é de hoje que os gestores lidam com o dilema marketing dirigido x marketing demassa. Mas de alguns anos para cá, com a consolidação dos modelos de negócio depropaganda online, a consagração de estratégias e cases com resultadossurpreendentes e a disseminação de indicadores e métricas de performance e valordas ações - atrelando cada centavo gasto ao seu retorno quantitativo – a curva deadoção corporativa desta nova mídia aponta para o céu. E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 26
  27. 27. Com as verbas minguando, o que está em jogo é o conhecimento para se extrair omáximo de cada formato, canal, ambiente e estratégia de propaganda online.Quando pensamos em propaganda online, a associamos diretamente aosinvestimentos em anúncios em sites, portais, lojas virtuais e demais ambientes Web degrande acesso (hubs) ou segmentados através de formatos “tradicionais” comoBanners, Skyscrapers e Pop Ups ou Webdoors, a versão para Internet dos famosos"outdoors".A grande diferença para o mundo tradicional é a possibilidade de se agregarinteratividade e funcionalidades colaborativas que tornam a experiência doconsumidor com a marca, em seu momento de aquisição, mais rica. Apesar de“tradicionais”, estes formatos comportam a evolução e sofisticação derivada dosnovos conteúdos multimídia - como o Vídeo Ad - e da criatividade dos publicitários. Emestratégias cross-channel, a utilização combinada das versões offline com versõesonline colaborativas tende a potencializar os resultados.Uma das regras de ouro da propaganda online é segmentar a comunicação em termosde mensagem em função do público-alvo e dos ambientes que freqüenta e conteúdosque este acessa (pois fazer marketing de massa na web é tão fácil quanto no mundooffline; só que neste caso, a possibilidade desperdiçada de obter resultados superioresestá há um click e não em um outro mundo).A evolução dos formatos de propaganda online na Web trata da inserção de anúnciose links no próprio fluxo de navegação (como os Intersticiais, onde um anúncio éexibido em tela inteira enquanto a página carrega) ou na exibição de conteúdos comotextos (com palavras chave e links contextualizados), imagens (atrelando links aprodutos que aparecem nas fotos) e vídeos (o YouTube e demais portais vídeo-oriented permitem realizar discretas inserções durante a reprodução de vídeosapontando links relacionados ao conteúdo reproduzido).Nos últimos anos, duas grandes tendências se consolidaram nas estratégias demarketing online: o Marketing de Busca (SEM - Search Engine Marketing), que sedivide em Links Patrocinados e SEO (Search Engine Optimization) e as Redes Sociais(Social Media).Conforme a “cultura de busca” se dissemina na Web – uma vez que o volume deconteúdo atingiu níveis extremos e definir sua relevância deixa de ser papel do usuárioe passa a ser o resultado dos algoritmos dos buscadores – atuar estrategicamente comMarketing de Busca, de forma integrada com as demais ações e de acordo com o ciclode vida do produto/consumidor é fator crítico de sucesso. E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 27
  28. 28. O case da construtora Tecnisa em SEM é emblemático e a empresa terminoureconhecida pelo Google como a empresa do mercado imobiliário que possui asmelhores práticas de campanha de Links Patrocinados no mundo. Os resultadosintrínsecos da estratégia – em termos de audiência, page-views, click-trough, etc – jáse justificam. Porém, o resultado para o negócio, derivado da venda de umapartamento pela internet (a partir de um link patrocinado), mostra um novo patamarda propaganda online.Mantendo a mesma linha estratégica, a Tecnisa desenvolveu uma ação promocionalno Twitter que resultou na 1ª venda de um apartamento do mercado imobiliário comcontato gerado por este canal.Enquanto o SEM tem um foco no conteúdo, as redes sociais são focadas no diálogo.Por este motivo, é muito importante que profissionais de marketing utilizem ecompreendam em profundidade seu público-alvo, para assim planejar ações derelacionamento e experiência no Youtube, Twitter, Facebook e outras redes quetragam novos consumidores para os canais transacionais.Um exemplo inusitado de utilização de Social Media para a realização de ações demarketing é o case da campanha Whooper Sacrifice, do Burger King. Através de umaplicativo no Facebook, que provocava os usuários a “sacrificar” 10 dos seus amigospara ganhar um sanduíche Whopper, o case foi short-list do Cannes Lions 2009 nacategoria Cyber, um dos mais importantes prêmios da propaganda online.Explorar as possibilidades da propaganda na Web para gerar leads e oportunidadescomerciais é questão de criatividade e inovação e não depende, estritamente, degrandes investimentos. Associar a visão digital ao processo de marketing ecomunicação só tem a gerar benefícios para empresas e seus acionistas, seja qual forseu core-business, tamanho ou setor de atuação.http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/invoacao-e-criatividade-for-free-em-propaganda E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 28
  29. 29. Redes sociais ou as Novas Igrejas, Bares e PraçasA compreensão histórica dos estudos sobre Comunidades e Sociedades pode auxiliaras organizações a compreenderem o porquê de a Colaboração e a Interatividadeserem tão valorizadas pelos consumidores.Antes de tudo um olhar sobre as ComunidadesA noção de "comunidade" evoluiu de um quase "ideal" de família e aldeia para abarcarum maior conjunto de grupos humanos e interesses com o passar do tempo. Oconceito passou a incluir a idéia de relações sociais que indivíduos com as seguintescaracterísticas compartilham: E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 29
  30. 30. 1. Base territorial comum (lugar físico, como o bairro ou a cidade)2. Interesses comuns (religiosos, profissionais, sociais, etc)3. Colaboração para um fim comumAs comunidades reais quase desaparecemDe acordo com Raquel da Cunha Recuero (UFRGS):“Ray Oldenburg disse que haveriam três tipos importantes de lugar em nossa vidacotidiana: o lar, o trabalho e os "terceiros lugares", referentes àqueles onde os laçossociais fomentadores das comunidades seriam formados, como a igreja, o bar, a praçae etc.Esses lugares seriam mais propícios para a relação social que ele julga necessária parao "sentimento de comunidade", porque seriam aqueles onde existe o "lazer", onde aspessoas encontram-se de modo desinteressado para se divertirem.Como esses lugares estariam desaparecendo da vida moderna, devido às atribulaçõesdo dia a dia, as pessoas estariam sentindo que o "sentimento de comunidade" estariaem falta.”Howarld Schultz (Chairman e CEO da Starbucks) em seu excelente livro Pour YourHeart Into It defende explicitamente que uma das causas de sucesso da rede decafeterias baseou-se na possibilidade de oferecer aos consumidores o “terceiro lugar”.As redes sociais aparecem – ou devemos chamá-las de igrejas, bares e praças domundo pós-moderno?- Será que de alguma maneira a ausência do sentimento de comunidade levou aosurgimento das comunidades virtuais?As redes sociais por sua vez permitiram às pessoas realizarem, de certa maneira, quasetudo o que fazem nas praças, bares e igrejas do mundo real, como: solicitarinformações, colaborar, comprar, vender e barganhar produtos, se relacionar comconhecidos e estranhos, etc. A principal diferença é que isso é realizado online. E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 30
  31. 31. Particularmente não pretendemos encontrar amigos e familiares em um restauranteou mesmo igreja online. Por outro lado, conseguimo-nos imaginar indo ao Médico ou aFaculdade pela Internet.Se as pessoas querem participar de comunidades (i.e: interagir e colaborar), porquenão criar campanhas publicitárias que promovam isso?Em julho de 2008, a Mozilla Foundation estabeleceu um novo recorde mundial. Em 24horas, seu navegador Web (Firefox) foi baixado por 8.002.530 de pessoas.As principais razões disso são duas:1. A empresa articulou uma estratégia de marketing que buscou alavancar a presençaem diversas redes sociais e também em promover ações em portais de Internet queauxiliariam a levar internautas à página de download da empresa.2. O Firefox é um software de código aberto, ou seja, interação e colaboração estãoem seu cerne. Isso auxiliou no desenvolvimento de uma comunidade de “fans –usuários – desenvolvedores” que estarão dispostos a defender e promover as ações daempresa.A Ford está apostando o sucesso do Fiesta em blogs, tweets e no Facebook.Em janeiro de 2009 a empresa entregou a 100 jovens norte-americanos 100 unidadesdo Fiesta para que eles o testem por 6 meses. Em troca, esses jovens só precisamrealizar algumas missões e compartilhar suas experiências online (Flickr, Youtube,Twitter e Facebook). • Twitter: 6.389 seguidores • Youtube: 80.000 vídeos assistidosO objetivo da empresa é promover a idéia de que carros compactos (ou como osnorte-americanos chamam: estilo europeu) podem ser bacanas. Talvez mais do queisso, a centenária gigante de automóveis queira parecer como uma empresa “bacana e E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 31
  32. 32. antenada” – o que em tempos como os nossos não é nem um pouco fácil para umfabricante de automóveis norte-americano.Definitivamente foi uma ação inteligente. O modelo antigo das milionárias campanhaspublicitárias suportadas por artigos da chamada “mídia-especializada” parece nãofuncionar mais. Consumidores buscam informações não enviesadas e fruto daexperiência de uso de “pessoas reais” que possam contactar, se relacionar, se espelhare até conhecer.Foto: http://www.flickr.com/photos/fiestamovement/page1/Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=lBs8jPDPvegConclusãoCada vez mais o movimento de colaboração e interação mostra que veio para fazerparte definitiva da vida das pessoas e, por decorrência, dos planos de marketing dasempresas. Há alguns anos as pessoas alardeavam que a Internet privaria as pessoas dese relacionarem mutuamente... mas o que vemos hoje é exatamente o contrário. E,apesar de estar um pouco difícil para as praças (segurança e tudo mais), bares e,principalmente, igrejas no mundo real, não param de abrir e crescer.Links de interesse:Mozilla Blog: Set a Firefox World Record!http://blog.mozilla.com/blog/2008/05/28/set-a-firefox-world-record/http://www.spreadfirefox.com/en-US/worldrecordWikipedia: Lista das redes sociais mais importantes:http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_social_networking_websitesBlog Harvard Business Rewiew: How Ford Got Social Marketing Righthttp://blogs.hbr.org/cs/2010/01/ford_recently_wrapped_the_firs.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+harvardbusiness+%28HBR.org%29&utm_content=Google+ReaderArtigo Wired: Are you cool enough to drive a Ford Fiesta?http://www.wired.com/autopia/2009/02/are-you-cool-en/ E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 32
  33. 33. Site Oficial: Fiesta Movementhttp://www.fiestamovement.com/http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/Redes-sociais-ou-as-Novas-Igrejas-Bares-e-Pracas E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 33
  34. 34. Uma Celular na Mão e uma Marca na CabeçaA forma como as empresas e agências pensam e fazem publicidade mudouradicalmente com o desenvolvimento da Internet como canal tanto voltado aobusiness (viés transacional) como mídia central para comunicação, relacionamento ecolaboração, ou seja, desde o surgimento dos primeiros E-Commerce até a atual onda2.0, pautada no envolvimento do usuário através da produção de conteúdo emformato rich media (User Generated Content – UGC).Com o maior engajamento do usuário e dos clientes no processo de construção ecriação (na verdade, co-construção e co-criação) das marcas e imagens destas marcas -uma vez que a identidade, essência e propósitos das marcas são de propriedade econtrole das empresas, porém a imagem – obtida através da interpretação, utilização,contextualização e aplicação prática, nos modelos de um processo antropofágico –depende quase que exclusivamente da atuação de seus usuários.O processo interativo de Branding e o papel da marca como instrumento deidentificação e formação da personalidade e identidade do ser humano-consumidor-cliente não é novidade alguma. A dinâmica que tornou marcas como Apple, Nike,Starbucks, MasterCard, Google, Absolut, Wal Mart, Louis Vitton, All Star etc em E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 34
  35. 35. bastiões de estilo de vida e sinônimos do “cool” contou com o engajamento intensivode seus consumidores.A série de anúncios customer made de MasteCard (“Existem coisas que o dinheiro nãopaga”) e Absolut (Absolut Anything) parodiando as versões oficiais das propagandas setornaram fenômeno com direito a premiações e reconhecimento internacional,representando um bom exemplo de como a colaboração revolucionou o branding e apublicidade.Porém, tais cases (apesar de serem referência) datam de uma época onde a tecnologiae as possibilidades de criação de rich content pelo usuário derivadas da Convergênciade devices e das funcionalidades da Web 2.0 não existiam ou eram limitadas àquelesque possuíam conhecimento técnico dos processos de criação ou acesso aossoftwares, hardwares, sistemas e ambientes web específicos.Com a popularização de sites e redes de compartilhamento multimídia(especificamente as redes de vídeo como YouTube e Vimeo e fotos como Filckr, Picasae Photobucket ) , funcionalidades simplificadas de edição e editoração, e mais ainda,com o embarque de câmeras de foto/vídeo de boa qualidade em todo e qualquer novocelular produzido, os antes simples consumidores passivos se tornaram publicitáriosprofissionais que precisam apenas de uma marca na cabeça e um celular na mão paraviralizarem sua mensagem adiante.Com a credibilidade de quem, a princípio, não tem interesses por trás de uma ação dedivulgação e branding espontânea, os consumidores assumirão o papel de publicitáriose defensores maiores das marcas. Patrocinar tais consumidores ou simular açõespublicitárias como se fossem espontâneas, assim como fez a Coca-Cola na campanhaHapiness Machine é a resposta das empresas para participar no jogo da novapublicidade 2.0.http://www.e-consultingcorp.com.br/midia/ultimos-artigos/uma-celular-na-mao-e-uma-marca-na-cabeca E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 35
  36. 36. Os artigos deste e-book fazem parte da série de artigos disponibilizados nas newsletters do Grupo ECC.Os textos são produzidos pelos analistas do SRC (Strategy Research Center) do Grupo ECC e pelos sóciose consultores da E-Consulting Corp. (www.e-consultingcorp.com.br) Os artigos deste e-book, assim como todo seu conteúdo, está sob licença Creative Commons. E-Marketing | Melhores Análises, Melhores Insights 36

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