Guia planejamento orient_did_quarta_volume_unico

5,498 views
5,403 views

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
5,498
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1,390
Actions
Shares
0
Downloads
74
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Guia planejamento orient_did_quarta_volume_unico

  1. 1. Guia de Planejamento e Orientações Didáticas Professor – 4ª série
  2. 2. GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO Guia de Planejamento e Orientações Didáticas Professor – 4a série 2a ediçãoPROFESSOR(A): ____________________________________________________________TURMA: ____________________________________________________________________ São Paulo, 2010
  3. 3. Governo do Estado de São Paulo Prefeitura da Cidade de São Paulo Prefeito Governador Gilberto Kassab José Serra SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO Vice-Governador Alexandre Alves Schneider Alberto Goldman Secretário Célia Regina Guidon Falótico Secretário da Educação Secretária Adjunta Paulo Renato Souza DIRETORIA DE ORIENTAÇÃO TÉCNICA Regina Célia Lico Suzuki Secretário-Adjunto Elaboração e Implantação do Guilherme Bueno de Camargo Programa Ler e Escrever - Prioridade na Escola Municipal Iara Gloria Areias Prado Chefe de Gabinete Fernando Padula Concepção e Elaboração deste Volume Angela Maria da Silva Figueredo Coordenadora de Estudos e Normas Pedagógicas Armando Traldi Júnior Aparecida Eliane de Moraes Valéria de Souza Carlos Bifi Dermeval Santos Cerqueira Coordenador de Ensino da Região Metropolitana Ivani da Cunha Borges Berton da Grande São Paulo Jayme do Carmo Macedo Leme José Benedito de Oliveira Kátia Lomba Bräkling Leika Watabe Coordenador de Ensino do Interior Márcia Maioli Rubens Antônio Mandetta de Souza Margareth Aparecida Ballesteros Buzinaro Silvia Moretti Rosa FerrariPresidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação Regina Célia dos Santos Câmara Fábio Bonini Simões de Lima Rogério Ferreira da Fonseca Rogério Marques Ribeiro Diretora de Projetos Especiais da FDE Rosanea Maria Mazzini Correa Claudia Rosenberg Aratangy Suzete de Souza Borelli Tânia Nardi de Pádua Coordenadora do Programa Ler e Escrever Iara Gloria Areias Prado Consultoria Pedagógica Kátia Lomba Bräkling Célia Maria Carolino Pires Editoração Teresa Lucinda Ferreira de Andrade Os créditos acima são da publicação original de março de 2008. Agradecemos à Prefeitura da Cidade de São Paulo por ter cedido esta obra à Secretaria da Educação do Estado de São Paulo para atender aos objetivos do Programa Ler e Escrever. Catalogação na Fonte: Centro de Referência em Educação Mario Covas São Paulo (Estado) Secretaria da Educação. Ler e escrever: guia de planejamento e orientações didáticas; professor – S239L 4º série / Secretaria da Educação, Fundação para o Desenvolvimento da Educação; adaptação do material original, Marisa Garcia, Andréa Beatriz Frigo. – 2. ed. São Paulo : FDE, 2010. 372 p. : il. Inclui bibliografia. Obra cedida pela Prefeitura da Cidade de São Paulo à Secretaria da Educação do Estado de São Paulo para o Programa Ler e Escrever. Documento em conformidade com o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. 1. Ensino Fundamental 2. Ciclo I 3. Ensino da escrita 4. Ensino de matemática 5. Atividade Pedagógica 6. Programa Ler e Escrever 7. São Paulo I. Fundação para o Desenvolvimento da Educação. II. Garcia, Marisa. III. Frigo, Andréa Beatriz. IV. Título. CDU: 372.4(815.6)
  4. 4. Ler e Escrever em primeiro lugarPrezada professora, prezado professor Este Guia é parte do Programa Ler e Escrever que chega ao seuquarto ano presente em todas as escolas de Ciclo I da Rede Estadualbem como em muitas das Redes Municipais de São Paulo. Este Programa vem, ao longo de sua implantação, retomando a maisbásica das funções da escola: propiciar a aprendizagem da leitura e daescrita. Leitura e escrita em seu sentindo mais amplo e efetivo. Vimostrabalhando na formação de crianças, jovens e adultos que leiam muito,leiam de tudo, compreendam o que leem; e que escrevam com coerênciae se comuniquem com clareza. Isso não teria sido possível se a Secreta-ria não tivesse desenvolvido uma política visando ao ensino de qualidade. Ao longo dos últimos três anos foram muitas as ações que concre-tizam esta política: o estabelecimento das 10 metas para educação, queafirmaram e explicitaram o compromisso de todas as instâncias da Se-cretaria na busca da melhoria da qualidade do ensino; a publicação dosdocumentos curriculares; a seleção de professores coordenadores paraos diferentes segmentos da escolaridade; medidas visando estabilizar asequipes nas escolas; a criação do IDESP, para bonificar o trabalho coleti-vo e dar apoio às equipes das escolas em maiores dificuldades; o acom-panhamento sistemático da CENP às oficinas pedagógicas das Diretorias;os encontros de formação com os professores coordenadores; o aumentodas HTPCs para professores de Ciclo 1, garantindo assim tempo de estu-do, planejamento e avaliação da prática pedagógica; o envio de acervosliterários, publicações e outros materiais à sala de aula para dar mais op-
  5. 5. ções aos professores; o programa de manutenção das escolas que temagilizado as reformas e atendido às emergências com mais rapidez. Mais recentemente, definimos novas jornadas de trabalho, criamosregras claras para garantir o trabalho dos temporários, passando a exigirum exame para todos os que vierem a dar aulas. Mais importante, defi-nimos novas regras para os concursos de ingresso, que serão feitos emduas etapas, com um curso de formação a ser oferecido pela Escola deFormação de Professores de São Paulo. Finalmente, temos a propostade Valorização Pelo Mérito, um projeto que promove uma melhoria radicalnas carreiras do Magistério do Estado de São Paulo e que reconhece oesforço individual do professor no seu constante empenho por melhorara qualidade de nossa educação. O norte está estabelecido, os caminhos foram abertos, os instru-mentos foram colocados à disposição. Agora é momento de firmar osalicerces para tudo que foi conquistado permaneça. Assim, é tempo dedeixar que cada escola e cada Diretoria, com apoio da SEE, assumam,cada vez mais, a responsabilidade pela tomada de decisões, a iniciativapela busca de soluções adequadas para sua região, sua comunidade, suasala de aula. Sempre sem perder de vista cada aluno e sua capacidadede aprender. Paulo Renato Souza Secretário da Educação do Estado de São Paulo
  6. 6. Introdução Este Guia de orientações que você está recebendo foi produzido to-mando-se como referência as expectativas de aprendizagem para a 4a sé-rie do Ciclo I e é mais uma ferramenta que visa auxiliá-lo no planejamentode situações didáticas de leitura, escrita e matemática, de modo a fa-vorecer um ensino eficaz e uma aprendizagem efetiva de todos os seusalunos. Conforme proposto pelo programa Ler e Escrever, a grande priorida-de em nossa rede de ensino é a formação de leitores e escritores com-petentes. Para isso, é preciso que os alunos possam interagir, a partirda leitura e da escrita, com textos de gêneros diferentes e com distintospropósitos sociais. Nesse sentido, as propostas que encontrará no material conside-ram tanto a aprendizagem de aspectos discursivos da linguagem e pa-drões de escrita como o desenvolvimento da competência leitora emsuas diversas dimensões, o que exige que os alunos tenham acesso adiferentes gêneros linguísticos para que possam conhecê-los e obser-vem suas funções e estruturas de organização. As opções de organização do tempo didático, conforme têm si-do observadas em outras publicações do programa, são pelo trabalhocom projetos e sequências didáticas e pela proposta de atividades per-manentes de leitura, escrita e análise e reflexão sobre a linguagem e alíngua. O primeiro projeto se organiza em torno das lendas, por ser umrico gênero literário, por meio do qual os alunos podem se familiari-zar com a linguagem usada nesse tipo de texto, além de também ter apossibilidade de emitir opiniões e fazer indicações posteriores. Uma vez que as lendas têm autoria indeterminada e são transmi-tidas através dos tempos pela oralidade, entrar em contato com elas éigualmente importante para que os alunos ampliem seu repertório dacultura oral.
  7. 7. Do mesmo modo, é interessante que observem como a magia po-de, em determinados momentos, servir como explicação àquilo que eradesconhecido, atendendo à curiosidade do homem sobre suas origens eos fenômenos da natureza. O segundo projeto aborda o tema “Universo ao meu redor” e temo propósito de fazer uso da leitura e da escrita para aprender. Para queisso aconteça, os alunos deverão entrar em contato com diferentes ti-pos de textos informativos, imagens e outras fontes de pesquisa, comolivros, revistas especializadas, internet ou entrevistas com especialis-tas, de forma a obter informações e aprofundar o conhecimento a res-peito de um tema. Ao pesquisar um assunto, deverão coletar, organizar e discutir infor-mações, além de terem a oportunidade de, também eles, compartilhar oque aprenderam com os demais, seja por meio de registros escritos oude apresentações orais (nesse caso, aprendendo a apresentar um semi-nário). Organizamos também duas sequências didáticas. Uma delas, “Len-do notícias para ler o mundo”, tem como finalidade expor os alunos à prá-tica da leitura e escrita tendo o jornal como suporte. O jornal, caracteriza-do por uma organização própria na qual categorias de assuntos estão divi-didas em cadernos, permite uma leitura prazerosa ao mesmo tempo queseletiva, uma vez que se pode escolher o que se deseja ler entre textosdiferentes, com situações de comunicação também diversas, como ocorrecom reportagens, classificados, anúncios, tirinhas e notícias. Outra sequência didática proposta tem o título “Caminhos do ver-de” e visa auxiliar os alunos na construção da competência de ler parase informar, consultando materiais que tenham informações que favore-çam o planejamento de passeios. Trata-se de uma proficiência que implica a construção de procedi-mentos de busca de informações em material de leitura de diversas na-turezas, como jornais, artigos de divulgação científica, mapas e roteiros.Além disso, requer do aluno a utilização das informações em um plane-jamento efetivo das atividades e, inclusive, uma avaliação da viabilidadeda mesma considerando pertinência, adequação e custos.
  8. 8. Há também uma sequência didática de estudo da pontuação dediscurso direto e indireto em gêneros literários – contos, crônicas, lendase fábulas – e uma sequência didática de estudo da ortografia, abrangen-do as regularidades morfológico-gramaticais, uso do -ICE ou -ISSE, -AN-ÇA ou -ANSA. Todas essas atividades foram propostas em torno das expectativasde aprendizagem para o 4a série do Ciclo I, conforme consta no docu-mento “Orientações Curriculares do Estado de São Paulo, Língua Portu-guesa e Matemática, Ciclo I”, produzido pela FDE – Fundação para o De-senvolvimento da Educação. Desse modo, são objetivos do trabalho criar o ambiente e proporsituações de práticas sociais de uso da escrita aos quais os alunos nãotêm acesso para que possam interagir intensamente com textos dosmais variados gêneros, identificar e refletir sobre seus diferentes usossociais, produzir textos e, assim, construir as capacidades que lhes per-mitam participar das situações sociais pautadas pela cultura escrita. Na segunda parte deste Guia, você terá as orientações para o tra-balho com Matemática, uma vez que os conteúdos dessa área, juntamen-te com os de outras, devem ter como objetivo a busca de uma formaçãointegral, dirigida para a CIDADANIA. Este material foi elaborado seguindo a concepção de que ensinarmatemática é criar situações didáticas que contribuam para os alunoscolocarem em jogo os conhecimentos adquiridos, descobrindo que es-ses nem sempre são suficientes para resolver as situações propostase, portanto, há a necessidade de buscar novas estratégias e ideiascom a exposição das suas próprias hipóteses, da escuta de outrasopiniões, do confronto de ideias, o que promove um novo patamar deconhecimento. Nesse sentido, o seu papel deverá ser o de mediar as análises eas discussões produzidas pelos alunos, intervindo de forma a colocarquestões que transformem a sala da aula num espaço investigativo. Para os alunos aprenderem, é preciso que percebam sentido nasatividades, pois assim haverá maior envolvimento. Nesse processo é ne-cessário que os alunos possam:
  9. 9. ■ explicar os procedimentos pessoais que utilizaram para solucio- nar os problemas, de forma que os colegas possam entender; ■ desenvolver uma argumentação que justifique suas escolhas (por exemplo, para solucionar um problema, a organização de um nú- mero, a representação do deslocamento de uma pessoa ou obje- to no espaço etc.); ■ saber ouvir a argumentação de um colega e as explicações do professor; ■ saber questionar a opinião dos colegas e do professor para man- ter ou não a sua opinião; Todas as atividades se estruturam para que os alunos possamatingir os seguintes objetivos: ■ resolver situações-problema, a partir da interpretação de enun- ciados escritos ou orais, desenvolvendo procedimentos de plane- jar, executar e avaliar, revisando o que e como se fez; ■ verificar as soluções encontradas, comunicando os resultados e comparando-as com as de outros colegas, validando ou não as respostas encontradas; ■ fazer comunicações matemáticas, apresentando resultados pre- cisos ou aproximados, fazendo uso da linguagem oral e de repre- sentações matemáticas, estabelecendo relações entre elas. O material está organizado de modo que os conteúdos não percama natureza do saber matemático produzido socialmente. As atividadesestão distribuídas por blocos de conteúdo: números, operações e resolu-ção de problemas (aditivos e multiplicativos), espaço e forma, grandezase medidas e tratamento da informação. Em cada exercício apresentado você encontrará: ■ Título – Nome da atividade. ■ Objetivos – O que se pretende que os alunos aprendam com esta atividade. ■ Planejamento – Apresenta informações de como deve ser a orga- nização da atividade, qual material necessário e o tempo aproxi- mado de duração da mesma.
  10. 10. ■ Encaminhamento – Informa a sequência de etapas que podem contribuir com o êxito da atividade, além de trazer elementos teó- ricos para apoiar as suas discussões com os alunos. Existem ainda, em algumas atividades, orientações de: ■ O que mais fazer? – São sugestões que podem complementar o trabalho que está sendo desenvolvido com os alunos. ■ O que é importante discutir com o aluno – Nesse item destaca- mos alguns aspectos matemáticos que são importantes e im- prescindíveis e devem ser discutidos no decorrer da atividade. Por último, deve-se destacar que este material contém sugestõesde atividades e dos encaminhamentos. Você poderá reorganizá-las, re-criá-las a partir do levantamento do conhecimento de seus alunos. As atividades estão organizadas por blocos de conteúdo, mas émuito importante que você utilize, na mesma semana, conteúdos de dife-rentes naturezas – números, operações, grandezas e medidas, espaço eforma e tratamento da informação, pois, como o conhecimento se cons-trói pelo estabelecimento de relações e generalizações, não é produtivofragmentá-lo em blocos, como se fossem “informações estanques”. Esperamos que este material contribua com seu trabalho! Ele temcomo objetivo fundamental apoiar sua ação na tarefa de ensinar. Bom trabalho e sucesso nessa empreitada! Equipe responsável pelo Programa Ler e EscreverGuia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I 9
  11. 11. Sumário Expectativas de aprendizagem para a 4a série do Ciclo 1. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15 Língua Portuguesa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15 Matemática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21 Avaliação da aprendizagem Língua Portuguesa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 A função das pautas de observação na avaliação e no planejamento do professor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24 Matemática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 Dos instrumentos de acompanhamento dos avanços dos alunos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25 Do diagnóstico ao planejamento das intervenções didáticas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 Situações que a rotina deve contemplar Língua Portuguesa Sugestão para a organização da rotina semanal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33 Quadro da rotina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 Matemática Sugestão para a organização da rotina semanal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 34 Quadro da rotina . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36 Atividades de Língua Portuguesa Projeto didático – Uma lenda, duas lendas, tantas lendas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 38 Etapa 1 – Levantando conhecimentos prévios sobre o gênero. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 Atividade 1 – Para início de comversa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42 Etapa 2 – Compartilhando o projeto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 Atividade 2 – Compartilhando o projeto e organizando o trabalho. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45 Etapa 3 – Ampliando os saberes sobre lendas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 Atividade 3A – Conhecendo um pouco mais as lendas (1) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47 Atividade 3B – Comhecendo um pouco mais as lendas (2) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 53 Atividade 3C – Ampliando o repertório de lendas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 54 Atividade 3D – Roda de leitura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57 Atividade 3E – Lendas de outros tempos e lugares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60 Atividade 3F – As lendas e o fantástico universo indígena . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65 Atividade 3G – Nova roda de leitura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 69 Atividade 3H – Comparando versões de uma lenda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70 Atividade 3I – Mais uma roda de leitura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7510 Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I
  12. 12. Atividade 3J – Analisando aspectos linguísticos das lendas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76 Atividade 3K – Analisando o discurso nas lendas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 78 Etapa 4: Selecionando as lendas, reescrevendo-as e revisando os textos . . . . . 82 Atividade 4A – Reescrevendo coletivamente uma lenda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82 Atividade 4B – Reescrevendo trechos de uma lenda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 84 Atividade 4C – Selecionando as lendas para serem reescritas, planejando a reescrita e reescrevendo-as. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86 Atividade 4D – Revisando as lendas e editorando-as . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89 Etapa 5 – Edição e preparação final da coletânea… . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 Atividade 5A – Produzindo as ilustrações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 90 Atividade 5B – Organizando a coletânea . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 91 Atividade 5C – Preparando a apresentação oral da lenda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 93 Etapa 6 – Avaliação final do trabalho desenvolvido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 Atividade 6 – Avaliação final do trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94Projeto didático “Universo ao meu redor” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96 Etapa 1 – Por onde anda o Universo? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 Atividade 1 – Levantando conhecimentos prévios sobre o tema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98 Etapa 2 – Compartilhando o projeto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 100 Atividade 2 – Compartilhando o projeto e organizando o trabalho. . . . . . . . . . . . . . . . . . 100 Etapa 3 – Estudando sobre meio ambiente, desmatamento e sustentabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 Atividade 3A – Desequilíbrios provocados pelo homem . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 Atividade 3B – O desmatamento e sua influência em diferentes problemas ambientais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107 Atividade 3C – O desmatamento no Brasil e no mundo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 111 Atividade 3D – A mata atlântica e sua história . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117 Atividade 3E – O símbolo dourado da mata atlântica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124 Atividade 3F – A vida na mata . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 128 Atividade 3G – Desmatamento e sustentabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130 Etapa 4 – Estudo e planejamento do seminário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136 Atividade 4 – Planejando o seminário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 136 Etapa 5 – Estudo e planejamento da exposição oral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138 Atividade 5A – Investigando saberes dos alunos a respeito de uma exposição oral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 138 Atividade 5B – Analisando recursos da organização interna de uma exposição oral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 140 Atividade 5C – Planejando uma exposição oral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 143Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I 11
  13. 13. Etapa 6 – Avaliação do trabalho desenvolvido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 146 Atividade 6 – Avaliação final do trabalho . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 146 Sequência didática da leitura “Caminhos do verde” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 149 Etapa 1 – Atividades de lazer. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151 Atividade 1A – Pesquisar diversos portadores, buscando indicações de atividades de lazer . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151 Atividade 1B – Organizando dicas de lazer. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152 Atividade 1C – Descobrindo o lazer em sua cidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 153 Etapa 2 – Conhecer a mata atlântica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156 Atividade 2 – Procurando indicações de passeios que incluam conhecer a mata atlântica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 156 Etapa 3 – Passeio ao Jardim Botânico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159 Atividade 3 – Estudando o passeio ao Jardim Botânico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159 Etapa 4 – Reinvestindo o conhecimento aprendido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 169 Atividade 4 – Recomendações para outro passeio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 169 Sequência didática “Lendo notícias para ler o mundo” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171 Etapa 1 – Apresentação da sequência didática e investigação inicial da proficiência do aluno . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173 Atividade 1A – Identificando notícias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173 Atividade 1B – Lendo e estudando uma notícia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 176 Atividade 1C – Explorando os cadernos do jornal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 180 Atividade 1D – Recuperando o contexto de produção de uma notícia . . . . . . . . . . . . . 182 Atividade 1E – As partes que compõem uma notícia – visão geral . . . . . . . . . . . . . . . . . 185 Etapa 2 – Estudo de características da linguagem escrita do gênero . . . . . . . . . . 187 Atividade 2A – As marcas do contexto de produção no título e no texto das notícias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 187 Atividade 2B – Compartilhando diferentes notícias. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 191 Atividade 2C – As declarações e os efeitos que provocam no leitor . . . . . . . . . . . . . . . 192 Atividade 2D – O olho da notícia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 197 Atividade 2E – O lead e a sua função na organização da notícia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200 Atividade 2F – A ordem dos fatos em uma notícia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202 Atividade 2G – Reescrevendo uma notícia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 204 Sequência didática “Estudo de pontuação” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205 Atividade 1 – Lendo uma crônica para contextualizar o estudo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207 Atividade 2 – Estudando maneiras de introduzir as falas dos personagens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21212 Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I
  14. 14. Atividade 3 – As marcas linguísticas do discurso direto e indireto . . . . . . . . . . . . . . . . . 214 Atividade 4 – Ampliando a reflexão sobre as marcas do discurso direto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 216 Atividade 5 – As aspas e mais uma possibilidade de uso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 219 Atividade 6 – Reinvestindo o conhecimento aprendido – pontuando diálogos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221 Atividade 7 – Alterando o discurso em um conto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 223Sequência didática “Estudo da ortografia” . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225 Palavras terminadas em -ISSE e -ICE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226 Atividade 1 – Lendo o poema e comentando . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 227 Atividade 2 – Estudando palavras do poema e ampliando o repertório . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 229 Atividade 3 – Testando as descobertas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230 Atividade 4 – Completando o quadro de descobertas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 232 Palavras terminadas em -ANSA e -ANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234 Atividade 1 – Lendo o poema e comentando . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234 Atividade 2 – Estudando a ortografia das palavras selecionadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 236 Atividade 3 – Ampliando a análise das palavras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238 Atividade 4 – Testando as descobertas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240Atividades de Matemática Orientações didáticas gerais para o desenvolvimento das atividades de Matemática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244 Números. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244 Atividade 1 – Os números na contagem das populações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246 Atividade 2 – Escritas abreviadas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 248 Atividade 3 – Os números racionais no contexto diário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 252 Atividade 4 – Dividindo figuras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254 Atividade 5 – Usando a calculadora para fazer descobertas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 260 Atividade 6 – Comparando os números racionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262 Atividade 7 – Jogo das representações decimais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264 Cálculos e operações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 266 Resolução de problemas do campo aditivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 266 Resolução de problemas do campo multiplicativo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 266 Atividade 8 – Analisando dados populacionais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 268 Atividade 9 – Qual é a pergunta? (1) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 270 Atividade 10 – Qual é a pergunta? (2) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 272 Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I 13
  15. 15. Atividade 11 – Desafios para multiplicar ................................................. 274 Atividade 12 – Estimando para não errar. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 276 Atividade 13 – Desafios para dividir . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278 Atividade 14 -- As representações decimais no cotidiano. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 281 Atividade 15 – Calculando porcentagem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 285 Atividade 16 – Trabalhando com probabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 290 Espaço e forma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293 Atividade 17 – Traçando a rota . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 294 Atividade 18 – Oriente-se! . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 296 Atividade 19 – As formas geométricas ao nosso redor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 299 Atividade 20 – Conhecendo os poliedros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 301 Atividade 21 – Contando faces, arestas e vértices . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 303 Atividade 22 – Planificações de sólidos geométricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 307 Atividade 23 – Os polígonos: ângulos e lados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 310 Atividade 24 – Contando vértices e ângulos do polígono . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 313 Atividade 25 – Figuras planas – parte e todo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 315 Atividade 26 – Aumentando e diminuindo figuras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 319 Grandezas e medidas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 322 Atividade 27 – Observando a temperatura em diferentes lugares . . . . . . . . . . . . . . . . . . 323 Atividade 28 – Diferentes países, diferentes moedas: quanto vale o real? . . . . . 325 Atividade 29 – Medidas do dia a dia: comprimento e massa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 328 Atividade 30 – O contorno das figuras . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 333 Atividade 31 – Qual é a área. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 336 Atividade 32 – Área ou perímetro? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 339 Atividade 33 – Que horas são? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 343 Atividade 34 – Contando o tempo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344 Atividade 35 – Antes ou depois do meio-dia? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 348 Tratamento da informação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 350 Atividade 36 – Leitura de tabelas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 351 Atividade 37 – Leitura de gráficos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 354 Atividade 38 – Traçando gráficos de linha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 358 Atividade 39 – Gráficos de setores (pizza) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 362 Atividade 40 – Coletando informações para a construção de gráficos e tabelas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 365 Referências bibliográficas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 36814 Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I
  16. 16. Expectativas de aprendizagempara a 4a série do Ciclo I A Secretaria Estadual da Educação (SEE) reconhece e assume a importância deestabelecer expectativas e metas de aprendizagem para os alunos, em cada um dosanos dos ciclos, a fim de orientar o planejamento didático dos professores e, principal-mente, nortear o currículo do Ensino Fundamental. As atividades que você encontrará neste material estão organizadas de acordocom as expectativas de aprendizagem previstas para o 4a série do Ciclo I, na sua novaversão e publicação, constituindo-se em mais uma ferramenta para o trabalho do pro-fessor, no sentido de favorecer a aprendizagem de seus alunos. Língua Portuguesa As expectativas de aprendizagem para o ensino da Língua Portuguesa nos anosiniciais do Ensino Fundamental orientam-se em torno da comunicação oral, da leitura eda escrita. Em relação à oralidade, pretende-se que os alunos sejam capazes de adequarseu discurso às diferentes situações de comunicação oral, observando o contexto eseus interlocutores. Na leitura, deverão estar habilitados a ler diferentes textos, considerando as ca-racterísticas dos gêneros textuais e seus propósitos comunicativos. Ao escrever, deverão ser capazes de redigir textos diversos, adequando os dife-rentes gêneros às situações de comunicação, às intenções de quem escreve e aosleitores, os destinatários dos textos. A seguir, relacionamos as expectativas que se pretende alcançar por meio dasatividades propostas nos projetos, sequências didáticas e atividades permanentesconstantes deste material.Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I 15
  17. 17. AO FINAL DA 4a SÉRIE DO CICLO I ESPERA-SE QUE OS ALUNOS SEJAM CAPAZES DE: Na comunicação oral Na leitura Na escrita, considerando-se a produção de textos e a reflexão sobre a língua Participar de situações de Apreciar textos literários. Reescrever e/ou produzir intercâmbio oral que requeiram: Selecionar os textos de acordo textos de autoria utilizando  ouvir com atenção; com os propósitos de sua leitura, procedimentos de escritor:  intervir sem sair do assunto sabendo antecipar a natureza  planejar o que vai tratado; de seu conteúdo e utilizando escrever considerando a  formular e responder a modalidade de leitura mais intencionalidade, o interlocutor, perguntas, justificando suas adequada. o portador e as características respostas; do gênero; Utilizar recursos para  explicar e compreender  fazer rascunhos; compreender ou superar explicações; dificuldades de compreensão  reler o que está escrevendo,  manifestar e acolher opiniões; durante a leitura (pedir ajuda aos tanto para controlar a  argumentar e colegas e ao professor, reler o progressão temática, quanto contra-argumentar; trecho que provoca dificuldades, para melhorar outros aspectos continuar a leitura com a intenção discursivos ou notacionais do Planejar e participar de texto; situações de uso da linguagem de que o próprio texto permita oral, sabendo utilizar alguns resolver as dúvidas ou consultar  revisar textos (próprios e de outras fontes). outros), em parceria com os procedimentos de escrita para colegas, assumindo o ponto organizar sua exposição. de vista do leitor com a intenção de evitar repetições desnecessárias (por meio de substituição ou uso de recursos da pontuação); evitar ambiguidades; articular partes do texto; garantir concordância verbal e nominal;  revisar textos (próprios e de outros), do ponto de vista ortográfico. Avaliação de aprendizagem Ao nos referirmos à avaliação da aprendizagem dos alunos é importante lembrar que nosso objetivo maior é fazer com que todos os alunos possam utilizar a leitura e a escrita de modo competente e, para isso, não basta avaliar apenas as crianças, mas também o processo de ensino e aprendizagem, fazendo as modificações necessárias no planejamento e intervenções didáticas para melhor alcançarmos as metas educa- cionais a que nos propomos. É importante considerar também que o processo de avaliação deve ser contínuo e, por isso, não é preciso realizar atividades distintas das habituais para avaliar as16 Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I
  18. 18. crianças. Portanto, o que aqui se apresenta são alguns critérios para que os professo-res possam melhor analisar e avaliar o que se passa na sala de aula, particularmenteo avanço dos alunos em relação às expectativas de aprendizagem. A seguir, você encontrará um quadro em que se encontram as expectativas, ativi-dades cotidianas e os itens a serem observados, que indicam se o aluno alcançou asmetas para esse momento do ciclo. Lembre-se de registrar o que observou e faça uso de suas anotações para me-lhor intervir junto a seus alunos. Expectativa de que os Atividade Observar se o aluno... alunos sejam capazes de: Participar de situações Roda de curiosidades. Expõe sua opinião sobre o de intercâmbio oral que Roda de biblioteca. que foi lido, complementa requeiram ouvir com informações com conhe- atenção, intervir sem Conversas realizadas a par- cimentos que já possui e sair do assunto tratado, tir de leituras compartilha- ouve os colegas com aten- formular e responder das coletivas ou em duplas. ção, tanto nas situações co- perguntas justificando Discussões relacionadas letivas como nos momentos suas respostas, aos projetos. de trabalho em duplas. compreender explicações, Expõe oralmente conteúdos manifestar e acolher aprendidos durante os pro- opiniões, argumentar e jetos utilizando uma lingua- contra-argumentar. gem mais formal. Fundamenta suas ideias não apenas em opiniões pessoais, mas também em informações aprendidas. Refere-se às falas de seus colegas ou da professora para associar às suas pró- prias ideias. Sabe contrapor suas ideias às de outros retomando os argumentos utilizados e rebatendo-os com os seus próprios. Planejar e participar Atividades de comunicação Comunica-se com uma de situações de uso oral. linguagem formal, sem ter da linguagem oral de, necessariamente, ler. sabendo utilizar alguns Organiza slides ou cartazes procedimentos de escrita relacionados à sua fala, para organizar sua sem ser uma repetição exposição. dela, mas um complemento.Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I 17
  19. 19. Expectativa de que os Atividade Observar se o aluno... alunos sejam capazes de: Apreciar textos literários. Leitura pelo professor. Escuta atentamente. Roda de biblioteca. Compara textos lidos ou ouvidos. Identifca seus autores e gêneros preferidos, buscando, por conta própria na sala de leitura ou na própria classe, textos dos quais goste. Faz indicações literárias aos seus colegas apoiando-se em características da trama, personagens, autor ou gênero. Selecionar os textos de Leitura pelo aluno. Utiliza títulos, subtítulos, acordo com os propósitos sumários ou índices para de sua leitura, sabendo descartar textos que não antecipar a natureza de interessam aos seus seu conteúdo e utilizando a propósitos. modalidade de leitura mais Faz uma leitura global para adequada. separar o que pode lhe interessar. Sabe dizer por que escolhe ou descarta um texto/ portador apoiando-se em informações do conteúdo do texto, do seu portador ou do gênero. Utilizar recursos para Leitura pelo aluno. Pede ajuda aos colegas e superar difculdades de ao professor, relê o trecho compreensão durante a que provoca dificuldades, leitura (pedir ajuda aos continua a leitura com colegas e ao professor, intenção de que o próprio reler o trecho que provoca texto permita resolver as difculdades, continuar a dúvidas ou consulta outras leitura com intenção de fontes, como dicionário ou que o próprio texto permita glossário. resolver as dúvidas ou consultar outras fontes).18 Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I
  20. 20. Expectativa de que os Atividade Observar se o aluno... alunos sejam capazes de: Reescrever e/ou produzir Produção de texto pelo Planeja o que vai escrever, textos de autoria utilizando aluno. considerando os propósitos procedimentos de de seu texto e se a escritor: planejar o que linguagem está adequada; vai escrever considerando faz rascunhos; relê o que a intencionalidade, o escreve e altera quando interlocutor, o portador e as não se dá por satisfeito. características do gênero; fazer rascunhos; reler o que está escrevendo, tanto para controlar a progressão temática quanto para melhorar outros aspectos, discursivos ou notacionais, do texto. Revisar textos (próprios Participa das discussões e de outros), em parceria em torno dos textos, com os colegas, assumindo propondo mudanças e o ponto de vista do leitor justifica suas propostas com intenção de evitar remetendo-se ao provável repetições desnecessárias leitor. Propõe substituição (por meio de substituição de palavras repetidas; ou uso de recursos identifica problemas de da pontuação); evitar concordância e procura ambiguidades; articular solucioná-los. partes do texto; garantir concordância verbal e nominal. Revisar textos (próprios e Revisão de textos. Fica atento aos aspectos de outros) do ponto de vista ortográficos trabalhados em ortográfico. classe. Professor, considere que: A Roda de Curiosidades é uma situação em que os alunos, sentados em círculo,com a mediação do professor, trazem notícias, objetos ou informações sobre temasdiversifcados para conversar a respeito. A Roda de Biblioteca é uma situação em que os alunos, num dia estipulado parafazer empréstimo de livros do acervo da classe ou da biblioteca (sala de leitura) daescola, compartilham impressões e fazem recomendações a respeito dos livros lidos. A Leitura Compartilhada é aquela em que o professor lê, e os alunos têm o mes-mo texto em mãos para poder acompanhar a leitura.Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I 19
  21. 21. SITUAÇÕES QUE A ROTINA DEVE CONTEMPLAR Considerando-se os conteúdos tratados em cada uma das propostas e as pos- sibilidades de articulação entre elas, assim como as necessidades de aprendizagem dos alunos, sugerimos a seguinte ordenação para as propostas de trabalho e organiza- ção da rotina:  Projeto “Uma lenda, duas lendas, tantas lendas...” – no primeiro semestre, aproximadamente duas vezes por semana.  Projeto “Universo ao meu redor” – no segundo semestre, aproximadamente duas vezes por semana.  Sequência didática “Caminhos do verde” – no primeiro semestre; aproximada- mente uma vez por semana.  Sequência didática “Lendo notícias para ler o mundo” – no segundo semestre; aproximadamente uma vez por semana.  Sequência didática “Estudo de pontuação” – aproximadamente uma vez por semana.  Sequência didática “Estudo da ortografia” – aproximadamente uma vez por semana. Evidentemente, há outras possibilidades de organização dessa rotina ao longo da semana e do ano; porém, é preciso levar em conta os objetivos de cada um dos proje- tos e das sequências didáticas, além dos desafios que os alunos precisam enfrentar diante de cada uma das propostas. Parece-nos mais coerente que as modalidades organizativas sejam distribuídas ao longo da semana, de modo que os alunos tenham a oportunidade de conviver com a variedade de textos sugeridos. Além do mais, não seria produtivo organizar o traba- lho com os dois projetos em um único semestre, pois são muitas as tarefas que tanto o professor quanto o aluno precisarão realizar. Considerando que o projeto didático “Universo ao meu redor” e a sequência di- dática “Caminhos do verde” se organizam a partir de textos que tratam de questões ambientais, o mais adequado é que sejam distribuídos entre os dois semestres. Recomendamos iniciar pela sequência “Caminhos do verde”, pois permite ao pro- fessor dispor de mais tempo para planejar um passeio ao Jardim Botânico, opção inte- ressante e um dos conteúdos tratados na sequência. Com o objetivo de promover um melhor aproveitamento dos alunos em relação ao estudo de ortografia e pontuação, sugerimos que haja, pelo menos, uma aula semanal de cada uma das respectivas sequências, intercalando-se apenas os dias em que se- rão tratadas. Para que os alunos se apropriem dos conteúdos relativos à ortografia e pontua- ção é importante que sejam acompanhados constantemente e que se avalie a neces- sidade de complementar as atividades deste material com outros exercícios de sis- tematização, que podem ser propostos no caderno do aluno ou em folhas avulsas. É importante lembrar que essas aprendizagens se pautam no uso frequente desses con- teúdos pelos alunos que, ao valorizarem a escrita e a pontuação corretas, precisam observar, com atenção, o modo como escrevem, em todas as suas produções.20 Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I
  22. 22. Sugestão do quadro da rotina semanal2ª-feira 3ª-feira 4ª-feira 5ª-feira 6ª-feira o1 semestreProjeto sobre Sequência didática Projeto sobre Sequência didática Sequência didáticalendas Ortografia lendas Pontuação Caminhos do verde2o semestreProjeto sobre Sequência didática Projeto sobre Sequência didática Sequência didáticaUniverso Ortografia Universo Pontuação Leitura de notíciasao meu redor ao meu redor Matemática As expectativas de aprendizagem para o ensino da Matemática estão agrupadasem cinco grandes blocos temáticos (números, operações, espaço e forma, grandezase medidas, tratamento da informação), traduzidas nas atividades que devem ser distri-buídas e trabalhadas ao longo do ano. No entanto, é importante ressaltar que se develevar em conta qual é a situação inicial de conhecimento que os alunos possuem parase fazer os ajustes necessários no planejamento.Números  Compreender e utilizar as regras do sistema de numeração decimal, para leitu- ra e escrita, comparação, ordenação e arredondamento de números naturais de qualquer ordem de grandeza.  Reconhecer e fazer leitura de números racionais no contexto diário nas repre- sentações fracionária e decimal.  Explorar diferentes significados das frações em situações-problema: parte e todo, quociente e razão. Escrever números racionais de uso frequente nas re- presentações fracionária e decimal e localizar alguns deles na reta numérica.  Comparar e ordenar números racionais de uso frequente nas representações fracionária e decimal.  Identificar e produzir frações equivalentes, pela observação de representações gráficas e de regularidades nas escritas numéricas.Operações  Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema, compreendendo diferentes significados das operações com números naturais.  Resolver adições com números naturais, por meio de estratégias pessoais e do uso de técnicas operatórias convencionais, do cálculo mental e da calculadora, e usar métodos de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora.  Resolver subtrações com números naturais, por meio de estratégias pessoaisGuia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I 21
  23. 23. e do uso de técnicas operatórias convencionais, do cálculo mental e da calcu- ladora, e usar estratégias de verificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora.  Resolver multiplicações com números naturais, por meio de técnicas operató- rias convencionais, do cálculo mental e da calculadora, e usar estratégias de ve- rificação e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora.  Resolver divisões com números naturais, por meio de técnicas operatórias con- vencionais, do cálculo mental e da calculadora, e usar estratégias de verifica- ção e controle de resultados pelo uso do cálculo mental ou da calculadora.  Analisar, interpretar, formular e resolver situações-problema, compreendendo diferentes significados da adição e subtração envolvendo números racionais escritos na forma decimal.  Calcular o resultado da adição e subtração de números racionais na forma de- cimal, por meio de estratégias pessoais e pelo uso de técnicas operatórias convencionais.  Resolver problemas que envolvem o uso da porcentagem no contexto diário, como 10%, 20%, 50%, 25%.  Identificar as possíveis maneiras de combinar elementos de uma coleção de objetos e de contabilizá-las usando estratégias pessoais.  Explorar a ideia de probabilidade em situações-problema simples. Espaço e forma  Descrever, interpretar e representar por meio de desenhos a localização ou a movimentação de uma pessoa ou um objeto, e construir itinerários.  Reconhecer semelhanças e diferenças entre poliedros (como os prismas, as pirâmides e outros).  Identificar relações entre o número de elementos – como faces, vértices e arestas – de um poliedro.  Explorar planificações de alguns poliedros e corpos redondos.  Identificar semelhanças e diferenças entre polígonos, considerando seu núme- ro de lados e de ângulos.  Compor e decompor figuras planas e identificar que qualquer polígono pode ser composto a partir de figuras triangulares.  Ampliar e reduzir figuras planas pelo uso de malhas quadriculadas. Grandezas e medidas  Utilizar unidades usuais de tempo em situações-problema.  Utilizar unidades usuais de temperatura em situações-problema.  Utilizar o sistema monetário brasileiro em situações-problema.  Utilizar unidades usuais de comprimento, massa e capacidade em situa- ções-problema.22 Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I
  24. 24.  Calcular perímetro de figuras desenhadas em malhas quadriculadas ou não.  Compreender a área como a medida da superfície de uma figura plana.  Calcular área de retângulos ou quadrados desenhados em malhas quadricula- das ou não.  Resolver situações-problema que envolvam o significado de unidades de medi- das de superfície.  Utilizar medidas como centímetro quadrado, metro quadrado, quilômetro qua- drado e alqueire.Tratamento da informação  Resolver situações-problema utilizando dados apresentados de maneira organi- zada, por meio de tabelas simples ou tabelas de dupla entrada.  Resolver situações-problema em que os dados são apresentados por meio de gráficos de colunas ou gráficos de barras.  Ler informações apresentadas de maneira organizada por meio de gráficos de linha.  Ler informações apresentadas de maneira organizada por meio de gráficos de setor.  Construir tabelas e gráficos para apresentar dados coletados ou obtidos em textos jornalísticos, científicos e outros.Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I 23
  25. 25. Avaliação de aprendizagem Língua Portuguesa A função das pautas de observação na avaliação e no planejamento do professor Neste Guia foram propostas pautas para a observação dos conhecimentos sobre os gêneros estudados e sobre as convenções da escrita que podem ser encontradas no interior dos projetos e sequências didáticas. As pautas de observação podem se tornar importantes aliadas do professor para acompanhar o desenvolvimento das aprendizagens de seus alunos. A ideia é, periodicamente, diagnosticar os saberes dos alunos, quanto aos conteúdos propos- tos para a 4a série e, com base nessas informações, replanejar seu trabalho e suas intervenções. Mas o que é uma pauta de observação? A pauta de observação consiste na or- ganização e registro sistemático de informações sobre os conhecimentos dos alunos, tanto inicial (antes do desenvolvimento de um projeto ou sequência), quanto processual (durante o processo de ensino e aprendizagem) e final – momento em que o professor pode avaliar o alcance dos objetivos de ensino atingidos com o trabalho realizado. De posse das pautas de observação (ortografia, pontuação, conhecimento sobre os gêneros) e da comparação dos resultados, identifique as necessidades gerais do grupo e dos alunos que precisam de mais ajuda. Esse procedimento é essencial. É verdade que no dia a dia você obtém muitas informações acerca do que cada aluno sabe. As pautas de observação servem jus- tamente para fortalecer essas impressões e, ao mesmo tempo, garantir um melhor acompanhamento do processo. Sempre há alunos que não chamam tanto a atenção e não costumam pedir ajuda (são tímidos ou preferem não se manifestar). Mostram, ao longo do ano, avanços menos significativos do que seria esperado, indicando que ne- cessitam de um acompanhamento próximo. As pautas de observação são registros im- portantes para se organizar uma síntese das aprendizagens e das necessidades dos alunos, permitindo ao professor planejar melhor seu trabalho em sala de aula. De posse das pautas de observação, organize duplas de modo que os dois parceiros colaborem um com o outro, considerando os objetivos de cada uma das atividades. Após ter orientado os alunos a realizar determinada atividade, caminhe entre eles e observe seus trabalhos, especialmente daqueles que têm mais dificuldades.24 Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I
  26. 26. É importante circular pela classe enquanto os alunos trabalham, por diversos mo-tivos: avaliar se compreenderam a proposta; observar como estão interagindo; garantirque as informações circulem e que todos expressem o que sabem e não sabem. Quan-do necessário, procure questionar e interferir, evitando criar a ideia de que qualquer res-posta é válida. Observe também se o grau de dificuldade envolvido na proposta não estámuito além do que podem alguns alunos, se não está excessivamente difícil para eles. Cada atividade propõe desafios destinados a favorecer a reflexão dos alunos.Muitas vezes você deverá fazer ajustes: questionar alguns para que reflitam um poucomais, oferecer pistas para ajudar os inseguros. Matemática Também em Matemática a avaliação de aprendizagem tem o papel de informar aoprofessor o alcance dos objetivos previstos, onde e como fazer as mudanças necessá-rias para ajustar o processo do ensino à aprendizagem por parte dos alunos. Com o procedimento de avaliação, a ideia é ir além de uma simples verificação parasaber se os alunos são capazes de utilizar técnicas e algoritmos que solucionem as qua-tro operações ou, ainda, escrever e interpretar números em determinada sequência. É preciso que os objetivos de ensino possam prever ações que desenvolvam nosalunos a capacidade de:  empenhar-se na realização das atividades propostas, utilizando todo o conheci- mento construído quando se requer a resolução de novas situações-problema;  expor as dúvidas e reconhecer a necessidade de rever o que ainda não aprendeu;  utilizar-se de estratégias pessoais para resolver determinado problema, dispon- do-se a expor suas ideias;  interagir, estabelecendo uma postura de escuta atenta para entender as expli- cações do professor e/ou dos colegas;  formular argumentos, expondo-os a fim de que sejam validados ou refutados pelos colegas, avançando cada vez mais na linguagem matemática;  reconhecer tanto os seus avanços quanto a necessidade de continuar apren- dendo.  Contextualizar o conhecimento matemático, estabelecendo relações com a vida cotidiana, e também descontextualizá-lo, generalizando e transferindo co- nhecimentos a outros contextos.Dos instrumentos de acompanhamento dos avançosdos alunos Este Guia, assim como os demais produzidos para o Programa Ler e Escrever,propõe alguns instrumentos de acompanhamento dos avanços dos alunos, que permi-tirão planejar melhor as ações didáticas que compõem sua rotina de trabalho.Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I 25
  27. 27. Além desses, você professor poderá dispor de um conjunto de atividades e ou- tros instrumentos de observação de aproveitamento que ajude a ter um foco mais ajustado dos avanços e das dificuldades de cada aluno. Porém, é importante lembrar que os instrumentos de avaliação utilizados precisam ser elaborados de forma bas- tante criteriosa, permitindo observar quais conhecimentos foram ou não apropriados pelos alunos, como organizam a linguagem matemática para se comunicar, como re- solvem os problemas apresentados etc. a) Para diagnosticar o conhecimento numérico dos alunos Antes de prosseguir no planejamento em relação a números, é preciso que você verifique qual é o conhecimento numérico de todos os seus alunos, até que ordem de grandeza produzem e interpretam convencionalmente e em qual grandeza surgem as dificuldades. Se muitos alunos ainda não compreenderam as regularidades da formação do sistema de numeração decimal, muito provavelmente poderão se deparar com dificul- dades nos estudos de cálculo e operações. E, ainda, de nada adiantará introduzir o conceito dos números racionais – previstos para a 4a série do Ciclo I – sem antes os alunos terem descoberto as regularidades dos números naturais. Caso assim seja, será preciso que o professor retome os conteúdos não dominados pela turma e, a par- tir deles, avance na construção de novos conhecimentos. b) Sobre os conhecimentos referentes ao cálculo e à resolução de problemas Ao longo do ano, os alunos deverão desenvolver habilidades referentes à reso- lução de problemas e cálculo. Para isso é necessário trabalhar diferentes atividades relacionadas às operações nos campos aditivo e multiplicativo. O ensino das operações não se reduz ao ensino de técnicas operatórias e ao seu treino mecânico. Experiências têm mostrado que muitos alunos conseguem realizar o cálculo das quatro operações sem se utilizar de algoritmos convencionais. Isso não sig- nifica, no entanto, abandonar o algoritmo no trabalho matemático; significa não enfati- zar a técnica pela técnica, mas aliá-la ao cálculo mental construído com compreensão. Resolver problemas requer que os alunos aprendam a:  ler e interpretar o que precisa ser resolvido;  saber selecionar os dados imprescindíveis para a sua resolução;  identificar dados que não são relevantes para a resolução do problema;  dispor a planejar estratégias mais adequadas, verificando sua eficácia e qual é a operação que o ajudará a chegar ao resultado;  colocar em prática as estratégias e a operação e verificar a adequação ou não da resposta a que chegou. Do diagnóstico ao planejamento das intervenções didáticas Diante do exposto, para decidir qual a melhor situação didática a ser apresentada, deve-se planejar intervenções no sentido de buscar que todos os alunos avancem em re-26 Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I
  28. 28. lação à compreensão do sistema de numeração e na capacidade de resolver problemaspropostos. É preciso realizar uma avaliação periódica – as sondagens – para verificar:  o que sabem a respeito da escrita dos números;  quais estruturas aditivas e multiplicativas costumam utilizar para resolver pro- blemas;  quais recursos utilizam para fazer os cálculos. É importante que essas avaliações aconteçam em atividades específicas, separa-das, mas no mesmo período de tempo, uma vez que o conhecimento numérico auxiliana realização de operações e resolução de problemas. Nesse sentido, são propostas as seguintes sondagens:  números – maio e outubro;  resolução de problemas do campo aditivo – maio e outubro;  resolução de problemas do campo multiplicativo – maio e outubro.Orientações para a sondagem da escrita de números  Para essa sondagem, sugerimos que seja feito um ditado de números, indi- vidualmente.  Entregue meia folha de sulfite e peça que escrevam o nome e a data. Faça o ditado de números de diferentes grandezas e de modo que não apareçam na ordem crescente ou decrescente. Sugerimos os seguintes números: J mês de março: 95 – 905 – 1.005 – 5.000 – 9.523 – 10.001 – 31.435 – 67.308 – 159.002; J mês de setembro: 750 – 70.050 – 20.000 – 1.020 – 9.354 – 60.504 – 384.752 – 2.302.000.  Recolha o ditado dos alunos e analise a escrita. Em seguida, registre suas observações na Pauta de Observação de Números – no 1, na página 30.  Faça o registro a cada sondagem realizada. Compare as informações re- gistradas, observando o percurso do avanço do conhecimento numérico de cada um dos alunos, pois isso ajudará você a reorganizar as ações didáticas de intervenção para que os alunos ampliem cada vez mais o conhecimento so- bre os números.Orientações para a sondagem dos campos aditivo e mul-tiplicativo e suas representações Para realizar a sondagem sobre o conhecimento dos alunos a respeito das es-truturas aditivas e multiplicativas e perceber quais fatores interferem em seu desem-penho quanto à natureza e representação, recomendamos que os alunos realizem aresolução de problemas individualmente.  Prepare-se com antecedência, lendo e analisando a natureza de cada situação- -problema.Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I 27
  29. 29.  Prepare a folha com os quatro enunciados dos problemas de cada campo para cada aluno.  Explique a situação de diagnóstico aos seus alunos, esclarecendo que essas atividades estão sendo realizadas para se ter um conhecimento do que eles sabem e do que precisam aprender; portanto, deverão realizá-las sem ajuda dos colegas. Nesse sentido, recomende que cada um resolva-as da melhor for- ma que puderem.  Esclareça que as dúvidas deverão ser dirigidas a você professor. Oriente-os para que façam os registros para comunicar suas estratégias de solução da forma mais clara possível, seja utilizando a técnica operatória ou outra forma de registro (desenhos, esquemas etc.).  Se na sua turma ainda houver alunos que não conseguem ler com autonomia, faça uma leitura de cada enunciado em voz alta.  Organize a classe em grupos de quatro crianças e acompanhe um grupo por vez, enquanto as demais se dedicarão a outra atividade possível de ser realiza- da de forma autônoma e, também, com a ajuda dos colegas.  É importante que o acompanhamento seja feito dessa forma, pois é possível que você precise de maior esclarecimento sobre como o seu aluno chegou à solução do problema, uma vez que alguns podem fazer uso de um procedimen- to que não esteja suficientemente explícito para o preenchimento da pauta de observação.  Após o término da atividade, recolha as folhas e faça a análise dos registros, tendo por base a pauta de observação para os campos aditivo (página 31) e multiplicativo (página 32). Faça esse registro a cada sondagem realizada.  Recomenda-se que realize as sondagens dos campos aditivo e multiplicativo em diferentes dias.  Compare as informações dessas pautas e de outros instrumentos diários de observação. Assim será possível você avaliar os progressos de seus alunos e buscar outras propostas didáticas. Sugerimos os seguintes problemas do campo aditivo para o:  Mês de maio 1. O número de alunos matriculados nas 4as séries de uma escola era de 187 no mês de fevereiro. No final de maio esse número foi para 220. Em quanto alte- rou o número de alunos matriculados nessa escola, de fevereiro a maio? 2. Fátima foi contar a sua coleção de adesivos. No total são 95, sendo que 35 são do Garfield e 30 da Hello Kitty. Quantos são da Turma da Mônica? 3. No jogo do bafo, Renato iniciou com 109 figurinhas. Ganhou 18 figurinhas na primeira partida. No final do jogo contou novamente e percebeu que estava com 87 figurinhas. O que aconteceu da segunda partida até o final do jogo? 4. Marcela nasceu em 1999 e Carla, em 1995. Quem é a mais velha? Qual a di- ferença de idade entre as duas meninas?28 Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I
  30. 30.  Mês de outubro 1. Em fevereiro e agosto um professor de Educação Física costuma pesar os alunos. Em agosto ele verificou que o seu aluno Edson tinha 48 quilos. Sabendo-se que ele engordou 3 quilos, quanto pesava Edson em fevereiro? 2. Beto e André fazem coleção de selos. Juntos têm 136. Sabendo que Beto tem 49, quantos selos tem André? 3. No começo do mês de maio, Sérgio tinha no banco 320 reais que recebeu no primeiro mês de trabalho. Toda semana ele vai ao banco verificar o saldo de sua conta. Na segunda semana guardou 45 reais que recebeu de um amigo. No final do mês foi verificar novamente o saldo e viu que estava com 135 reais. O que aconteceu entre a terceira e a quarta semana? 4. Ana e Paula resolveram competir nadando durante 30 minutos, sem nenhuma parada. Ana conseguiu nadar 565 metros e Paula, 35 metros a mais. Quantos metros nadou Paula?Sugerimos os seguintes problemas do campo multiplicativo para o:  Mês de maio 1. João vai passar alguns dias na praia e está levando 7 bermudas e 12 camise- tas. Quantas combinações de bermudas e camisetas ele poderá fazer, sem haver repetição? 2. Pedro precisa azulejar uma parede e calculou que para cada fileira precisará de 12 azulejos e para cada coluna, 15. Quantos azulejos ele precisará provi- denciar? 3. Na barraca de frutas de seu Pedro, 12 laranjas custam 3 reais. Quanto Joana vai pagar por 36 laranjas? 4. Carlos tem 12 anos. Seu pai tem o triplo da idade dele. Quantos anos tem o pai de Carlos?  Mês de outubro 1. Numa lanchonete os sucos podem ser vendidos em 3 tamanhos de copo: pe- queno, médio e grande. Sabendo-se que há 15 combinações de suco e copos possíveis, sem que se repitam, quantos tipos de frutas estão disponíveis para fazer os sucos? 2. Em uma malha quadriculada distribuída pela professora há 25 quadradinhos em cada fileira e 23 em cada coluna. Quantos quadradinhos há nessa malha quadriculada? 3. Se uma caixa com 80 canetas custa 48 reais, quanto custarão 20 canetas? 4. No fim de semana, Márcio e André verificaram a quilometragem de seus car- ros. André fez o cálculo e observou que durante a semana andou a metade do que andou Márcio. Sabendo-se que Márcio andou 210 quilômetros nessa semana, quantos quilômetros percorreu André?Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I 29
  31. 31. Pauta de Observação I30 ESCRITA DE NÚMEROS – Data ____/____/____ EMEF _________________________________________________________ Turma: _____ Professor(a): _________________________ Série do Ciclo I ______   Escreve números Nome dos alunos Observações     menores que 100 de 100 a 1.000 maiores que 1.000 Legendas:  usando algarismos 1 sem relação com o número que foi ditado  TOTAL fazendo uso 2 A realização da sondagem fará sentido apenas no contexto da leitura e discussão dos seguintes referenciais teóricos: de “coringas” Parra, Cecília. Didática da Matemática: reflexões psicopedagógicas. Porto Alegre: Artmed, 2006. Cap. 5. 3 apoiando-se na fala Brizuela, Bárbara M. Desenvolvimento matemático na criança: explorando notações. Porto Alegre: Artmed, 2006. Cap. 2. Sem esta base teórica, esta sondagem pode ser pouco útil ou mesmo de difícil operacionalização. 4 convencionalmente Guia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I
  32. 32. Pauta de Observação II RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DO CAMPO ADITIVO – Data ____/____/____ EMEF _________________________________________________________ Turma: _____ Professor(a): _________________________ Série do Ciclo I ______ 2 - Composição com 3 - Transformação composta Problemas 1 - Transformação uma das partes 4 - Comparação Observações a conhecidas 1 transf. 2a transf. Nome Ideia Resultado Ideia Resultado Ideia Resultado Ideia Resultado Ideia ResultadoGuia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I Legendas: A – Acerto NR – Não realizou AE – acertou a estratégia, mas se enganou na contagem/no cálculo31
  33. 33. Pauta de observação III32 RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DO CAMPO MULTIPLICATIVO – Data ___/___/___ EMEF: ______________________________________________________ Turma: _____ Professor(a): _________________________ Série do Ciclo I ______ Problemas 1 - Combinatória 2 - Configuração 3 - Proporcionalidade 4 - Comparação Nome dos alunos retangular Observações ideia resultado ideia resultado ideia resultado ideia resultado Legendas: A – Acerto NR – Não realizouGuia de Planejamento e Orientações Didáticas para o Professor da 4a série – Ciclo I AE – acertou a estratégia, mas se enganou na contagem/no cálculo

×