• Like
Arcadismo
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
Uploaded on

arcadismo

arcadismo

  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Be the first to comment
    Be the first to like this
No Downloads

Views

Total Views
1,116
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1

Actions

Shares
Downloads
25
Comments
0
Likes
0

Embeds 0

No embeds

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
    No notes for slide

Transcript

  • 1. Arcadismo
    Século XVIII
  • 2. A grande odalisca - Ingres
  • 3. A banhista - Ingres
  • 4. Da Vinci
    Ingres
  • 5. Contexto histórico
    Criação da Enciclopédia por Diderot;
    Voltaire escreve Cândido e o otimismo;
    Preferência ao racionalismo à religiosidade cega;
    Iluminismo;
    Também conhecido como Neoclassicismo.
  • 6. Características
    Simplicidade de temas e linguagem;
    Contato com a natureza;
    Bucolismo (fugereurbem);
    Pastorialismo;
    Retorno do classicismo;
    Objetividade;
    Integração homem-natureza.
  • 7. Arcadismo no Brasil
    1768 – Obras Poéticas de Cláudio Manuel da Costa;
    Inconfidência Mineira;
  • 8. Autores e obras
    Cláudio Manuel da costa:
    1729-1789
    Pseudônimo árcade: GlaucesteSatúrnio
    Vila Rica
    Obras Poéticas
  • 9. Pastores, que levais ao monte o gado, Vêde lá como andais por essa serra; Que para dar contágio a toda a terra, Basta ver se o meu rosto magoado:
    Eu ando (vós me vêdes) tão pesado; E a pastora infiel, que me faz guerra, É a mesma, que em seu semblante encerra A causa de um martírio tão cansado.
    Se a quereis conhecer, vinde comigo, Vereis a formosura, que eu adoro; Mas não; tanto não sou vosso inimigo:
    Deixai, não a vejais; eu vo-lo imploro; Que se seguir quiserdes, o que eu sigo, Chorareis, ó pastores, o que eu choro.
  • 10. Tomás Antônio Gonzaga
    1744-1808 ou 1812
    Nome árcade: Dirceu
    Promoveu a transição entre o arcadismo e o romantismo
    Marília de Dirceu
  • 11. PARTE I
    Lira I
    Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,Que viva de guardar alheio gado;De tosco trato, d' expressões grosseiro, Dos frios gelos, e dos sóis queimado.Tenho próprio casal, e nele assisto;Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;Das brancas ovelhinhas tiro o leite,E mais as finas lãs, de que me visto.Graças, Marília bela,Graças à minha Estrela!