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O Valor De Uma Imagem
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O Valor De Uma Imagem

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  • 1. FOTOGRAFIA E ILUMINAÇÃO Prof.: Gean Lima O valor de uma Imagem Câmara Escura :: Outros @ 27/7/2003 10:44 Tema do autor: a escritadeira - J M F Coutinho Todas as imagens que nos rodeiam, segundo a segundo... dia a dia, podem ser belas, feias, tristes, dinâmicas, depressivas, alegres, tímidas, angustiantes, eufóricas, fortes, fracas, emotivas, calorosas, frias... serenas, ...enfim, recebemo-las pelos nossos olhos, no nosso ambiente profissional, no nosso ambiente de lazer... e porque não, quando dormimos, ...imagens essas , que mexem connosco. As imagens do dia a dia e as imagens da memória têm vida. O ser humano descobriu que se pode registar, através da fotografia, momentos reais "parados"... que podem "viver" para a vida futura sem espaço temporal, o tempo que o ser humano quiser... ...destruindo o registo fotográfico em segundos, ou conservando-o de gerações em gerações. Achamos maravilhosas as "imagens paradas no tempo ", ... vendo-as com “olhos quentes”. Com as imagens há algo muito gratificante... Quando nos tocam realmente, podemos registar e recordar, no mais íntimo de nós, as nossas próprias imagens... e imaginar coisas que não sabíamos que viríamos a sonhar, a guardar... ou a recordar. ? " Aqueles que aceitam a evidência dos sentidos podem ser classificados em 3 categorias não profissionais: os santos , os simplórios e os humoristas. A grande massa afasta-se desses indivíduos desventurados, ciente de que não deve confiar na experiência pura e simples. No Museu em que Elliot Erwitt, norte-americano, nascido na França em 1928 tirou uma fotografia (a um conjunto de quadros de pintura num museu), por exemplo, inúmeros visitantes viram ou teriam visto exactamente o que ele viu, não fosse pelo catálogo que lhes dizia terem diante de si interessantes obras de vários períodos dos pintores X, Y, e Z, além das de 2 Mestres anónimos. Diante de uma contradição entre o que vê e o que interpreta, o indivíduo médio prefere não tomar conhecimento do que está observando. Nenhum mecanismo inventado até hoje registra os factos visuais com a clareza da fotografia. A falha constante do sistema está em registrar os factos errados: não aquilo que sabíamos estar presente, mas aquilo que aparentava estar presente. Há muito tempo que os teóricos reconhecem este Calcanhar de Aquiles da Fotografia, ao qual se referem como "precisão fotográfica superficial" ou "naturalismo de superfície". Teóricamente, a única maneira de fazer frente a esse tipo de crítica com relação à fotografia de Erwitt seria sustentar que a foto demonstra alguma verdade filosófica geral ; por exemplo, que a verdadeira função dos Museus não é de exibir quadros, mas de preservar tesouros. Os que gostarem da fotografia , mas não da explicação, sintam-se à vontade para interpretá-la como um visão, uma tolice ou uma piada, mas sabendo que desta forma estão claramente identificando-se com um dos 3 grupos acima mencionados . ? extraído do link "Museum of Art Modern". Será a fotografia, música? Sera a fotografia, poesia? Será a fotografia, pintura? Será a fotografia, escultura? Será a fotografia, filosofia? Será a fotografia, educação? Será a fotografia, humanização? Será a fotografia, denúncia? Será fotografia, informação? Será a fotografia, psicologia? Será a fotografia, religião? Será a fotografia, cultura? Será a fotografia ?ensino? terá valor ... uma imagem?
  • 2. Fonte: http://aranhix.com

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