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Memória Memória Presentation Transcript

  • MemóriaHistória e Literatura
  • “ A vida não é a que a gente viveu, e sim a que a genterecorda, e como recorda para contá-la”
  • Presença do ausente. A memória não é, em absoluto, pura. É uma prolífica união entreconhecimento e sensação. Paul Ricoeur
  • Pois um acontecimento vivido éfinito, ou pelo menos encerradona esfera do vivido, ao passoque o acontecimento lembrado ésem limites, porque é apenasuma chave para tudo o que veioantes e depois. walter benjamin
  • Como bem sabemos por intermédio deHalbwachs, a memória coletiva tira suaforça e sua duração dos indivíduos que alembram, dos grupos. Mas esta também émodificada por cada um destes indivíduos,cada vez que estes a rememoram, cada vezque a repetem, suas lacunas sãopreenchidas pelas memórias individuais,pelas representações de cada umadaquelas lembranças. Halbwachs
  • “ A literatura é, no caso,um discurso privilegiado de acesso ao imaginário das diferentes épocas.
  • O A verdade da ficção literária não está, pois, em revelar a existência real de personagens e fatos narrados, mas em possibilitar a leitura das questões em jogo numa temporalidade dada. Ou seja, houve uma troca substantiva, pois para o historiador que se volta para a literatura o que conta na leitura do texto não é o seu valor de documento, testemunho de verdade ou autenticidade do fato, mas o seu valor de problema. O texto literário revela e insinua as verdades da representação ou do simbólico através de fatos criados pela ficção.
  • Existiram (os personagens) enquantopossibilidade, como perfis que retraçamsensibilidades. Foram reais na ‘verdade dosimbólico’ que expressam não no acontecerda vida. São dotados de realidade, porqueencarnam defeitos e virtudes dos humanos,porque nos falam do absurdo da existência,das misérias e das conquistas gratificantesda vida, porque falam das coisas para alémda moral e das normas, para além doconfessável, por exemplo. Pesavento