MARIA PEDRO SILVA
mariapedro@ua.pt

RUI MARQUES VIEIRA
rvieira@ua.pt

ANTÓNIO MOREIRA
moreira@ua.pt

MÓDULO 0.
ENQUADRAMEN...
0.1. A Oficina de Formação:
- finalidade e objetivos;
- módulos programáticos;
- organização e funcionamento
- avaliação;
...
0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: finalidade e objetivos

MELHORIA/MUDANÇA DAS PRÁTICAS AVALIATIVAS DOS DOCENTES

1.

Contribuir...
0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: finalidade e objetivos

MELHORIA/MUDANÇA DAS PRÁTICAS AVALIATIVAS DOS DOCENTES

4. Promover a ...
0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: módulos programáticos

MÓDULO 1 – Enquadramento conceptual sobre avaliação para as aprendizage...
0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: organização e funcionamento
FORMAÇÃO
CONTÍNUA DE
PROFESSORES

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Modalidade: OF
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0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: avaliação

1. AVALIAÇÃO DE DIAGNÓSTICO [AD]
1.1. Inquérito por questionário (a responder em ht...
0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: orientações para a estrutura do portefólio
1. INTRODUÇÃO
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0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO:
níveis de avaliação e classificação dos portefólios

INTRODUÇÃO
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níveis de avaliação e classificação dos portefólios

DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO ...
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níveis de avaliação e classificação dos portefólios
REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE DESENVOLVIMEN...
0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO:
níveis de avaliação e classificação dos portefólios

REFLEXÃO CRÍTICA FINAL SOBRE O IMPACTO DA...
0.1. A Oficina de Formação:
- finalidade e objetivos;
- organização e funcionamento
- módulos programáticos;
- avaliação;
...
0.1. A COMUNIDADE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM:
exploração da plataforma
disponível em: http://cms.ua.pt/aaac/
Referências bibliográficas

Coll, C. (2004). Las comunidades de aprendizaje. Nuevos horizontes para la investigación y la ...
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Enquadramento Geral da 2ª edição da Oficina de Formação" AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS DOS ALUNOS EM CIÊNCIAS DO 1.º E 2.º CEB: reflexão, planificação e melhoria das práticas didáticas"

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  1. 1. MARIA PEDRO SILVA mariapedro@ua.pt RUI MARQUES VIEIRA rvieira@ua.pt ANTÓNIO MOREIRA moreira@ua.pt MÓDULO 0. ENQUADRAMENTO GERAL DA OFICINA DE FORMAÇÃO
  2. 2. 0.1. A Oficina de Formação: - finalidade e objetivos; - módulos programáticos; - organização e funcionamento - avaliação; - orientações para a estrutura do portefólio; - níveis de avaliação e classificação do portefólio. 0.2. A comunidade virtual de aprendizagem [CVA] - exploração da plataforma; - Inquérito por questionário “AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS DOS ALUNOS DO ENSINO BÁSICO EM CIÊNCIAS DO 1º E 2º CEB”
  3. 3. 0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: finalidade e objetivos MELHORIA/MUDANÇA DAS PRÁTICAS AVALIATIVAS DOS DOCENTES 1. Contribuir para a formação dos professores do 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico (grupos de recrutamento 110 e 230), partindo dos seus conhecimentos, preocupações e necessidades, de modo a reforçar a compreensão da atual relevância da avaliação para as aprendizagens no processo de ensino e de aprendizagem; 2. Proporcionar oportunidades de reflexão colaborativa acerca da natureza, paradigmas e modalidades de avaliação e as suas implicações nas práticas didático-pedagógicas; 3. Contribuir para o envolvimento dos professores na sua formação, através da reflexão e partilha de experiências sobre as suas práticas avaliativas, nomeadamente sobre: aprendizagens valorizadas, técnicas e instrumentos de avaliação mais utilizados;
  4. 4. 0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: finalidade e objetivos MELHORIA/MUDANÇA DAS PRÁTICAS AVALIATIVAS DOS DOCENTES 4. Promover a prática de uma avaliação alternativa/autêntica/formadora/contextualizada, através da conceção/produção/implementação/avaliação de instrumentos de avaliação inovadores e diversificados, capazes de fornecer indicadores/evidências que promovam e motivem a aprendizagem dos alunos; 5. Fomentar nos professores uma cultura de trabalho colaborativo através da dinamização e participação numa comunidade virtual de aprendizagem.
  5. 5. 0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: módulos programáticos MÓDULO 1 – Enquadramento conceptual sobre avaliação para as aprendizagens dos alunos no Ensino Básico; MÓDULO 2 – Avaliação para as aprendizagens dos alunos em ciências; MÓDULO 3 – Técnicas e instrumentos de avaliação para as aprendizagens dos alunos em ciências; MÓDULO 4 – Utilização/implementação dos recursos criados em contexto formal de ensino e aprendizagem; MÓDULO 5 – Avaliação dos formandos e da oficina de formação.
  6. 6. 0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: organização e funcionamento FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES SA Modalidade: OF (17 horas TP + 18 horas TA) dinamizada Sessões de Acompanhamento SESSÕES PRESENCIAIS Sessões de Grupo engloba SESSÕES NÃO PRESENCIAIS constitui assente SG COMUNIDADE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM PRÁTICAS COLABORATIVAS finalidade http://cms.ua.pt/aaac adaptado de Andrade, I. (2006). Línguas e Educação. Projeto submetido à FCT. Consultado em http://linguaseeducacao.web.ua.pt
  7. 7. 0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: avaliação 1. AVALIAÇÃO DE DIAGNÓSTICO [AD] 1.1. Inquérito por questionário (a responder em http://cms.ua.pt/aaac - entre a 1ª e 2ª sessões) 1.2. Reflexão inicial onde será pedido aos docentes que descrevam as suas práticas avaliativas e partilhem/exemplifiquem com instrumentos de avaliação que utilizam (entre a 1ª e 2ª sessões). 2. AVALIAÇÃO FORMATIVA [AF] 2.1. Observação do docente em contexto – SESSÃO DE ACOMPANHAMENTO (condição para obtenção de EXCELENTE – data a combinar); 2.2. Reflexões individuais descritivas dos instrumentos de avaliação desenvolvidos e implementados, caracterizadoras das suas práticas e reflexivas em termos de mudanças conceptuais e de práticas (entre a 3ª e 5ª sessões); 2.3. Participação nas sessões presenciais participação e interesse – máximo de faltas: 2); (questionamento, resposta aos desafios lançados, 2.4. Participação e dinamização na plataforma (resposta 25% partilha de instrumentos de avaliação desenvolvidos, de experiências/vivências, (…)). 3. AVALIAÇÃO SUMATIVA [AS] aos fóruns de discussão lançados; 75% 3.1. Reflexão individual final relativa às mudanças que ocorreram ao nível do desenvolvimento pessoal, social e profissional dos docentes (final da oficina de formação).
  8. 8. 0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: orientações para a estrutura do portefólio 1. INTRODUÇÃO 1.1. identificação dos Propósitos/finalidades do Portefólio 1.2. reflexão pessoal de caracterização inicial das práticas de avaliação 2. PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO 2.1. Descrição do processo de desenvolvimento (conceção, produção e implementação) do(s) instrumento(s) desenvolvido(s) para avaliação das aprendizagens dos alunos em ciências 2.2. Reflexão sobre o processo de desenvolvimento (conceção, produção e implementação) do(s) instrumento(s) desenvolvido(s) para avaliação das aprendizagens dos alunos em ciências 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS 3.1. Reflexão crítica final sobre o impacto da oficina de formação nas suas práticas de avaliação (desenvolvimento pessoal, social e profissional) 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS
  9. 9. 0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: níveis de avaliação e classificação dos portefólios INTRODUÇÃO finalidades/propósitos do portefólio INSUFICIENTE Não apresenta. REGULAR Contextualiza apenas o motivo pelo qual o portefólio foi construído – acreditação em oficina de formação. BOM Identifica as finalidades/propósitos do Portefólio de uma forma genérica, não relacionando com o trabalho desenvolvido na oficina de formação. IMPLEMENTAÇÃO DO(S) INSTRUMENTO(S) EM SALA DE AULA MUITO BOM Identifica as finalidades/propósitos do Portefólio, identificando os motivos para a frequência na oficina de formação, enumerando receios/medos/sucessos/ conquistas/expetativas. PRESENÇA DO FORMADOR EM SA EXCELENTE Identifica e fundamenta as finalidades/propósitos do Portefólio, enumerando receios/medos/sucessos/conquistas/expetativas e contextualizando/narrando/exemplificando as suas práticas avaliativas antes da frequência na oficina de formação – o que entendo por avaliar? o que avalio? como avalio? porque é que avalio?
  10. 10. 0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: níveis de avaliação e classificação dos portefólios DESCRIÇÃO DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO (CONCEÇÃO, PRODUÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO) DO(S) INSTRUMENTO(S) DESENVOLVIDO(S) PARA AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS DOS ALUNOS EM CIÊNCIAS INSUFICIENTE REGULAR Não apresenta qualquer descritivo relativo ao(s) instrumento(s) de avaliação concebido(s). Apresenta fotografias e cópias do(s) instrumento(s) de avaliação desenvolvidos. Apresenta registos e descreve: 1. o modo como decorreu, a conceção e a produção do(s) instrumento(s) de avaliação desenvolvido(s) BOM IMPLEMENTAÇÃO DO(S) INSTRUMENTO(S) EM SALA DE AULA MUITO BOM Apresenta registos e descreve: 1. o modo como decorreu, a conceção e a produção do(s) instrumento(s) de avaliação desenvolvido(s) 2. o contexto no qual o(s) instrumento(s) de avaliação foram aplicados PRESENÇA DO FORMADOR EM SA EXCELENTE Apresenta registos e descreve: 1. o modo como decorreu, a conceção e a produção do(s) instrumento(s) de avaliação desenvolvido(s) 2. o contexto no qual o(s) instrumento(s) de avaliação foram aplicados
  11. 11. 0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: níveis de avaliação e classificação dos portefólios REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO (CONCEÇÃO, PRODUÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO) DO(S) INSTRUMENTO(S) DESENVOLVIDO(S) PARA AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS DOS ALUNOS EM CIÊNCIAS INSUFICIENTE Não apresenta reflexão sobre o processo de desenvolvimento do(s) instrumento(os) de avaliação desenvolvido(s). REGULAR Reflete globalmente sobre: 1. as técnicas e/ou instrumento (s) de avaliação desenvolvido(os) justificando as opções tomadas atendendo à sua experiência profissional. BOM Reflete globalmente sobre: 1. o trabalho desenvolvido, fazendo a sua própria interpretação fundamentada (no conhecimento existente e na experiência profissional). IMPLEMENTAÇÃO DO(S) INSTRUMENTO(S) EM SALA DE AULA MUITO BOM Reflete sobre particularidades da prática, nomeadamente sobre: 1. o modo como decorreu, a conceção e a produção do(s) instrumento(s) de avaliação desenvolvido(s) 2. o contexto no qual o(s) instrumento(s) de avaliação foram aplicados – reflexão geral sobre o momento da implementação do(s) instrumento(s) de avaliação desenvolvido(s) PRESENÇA DO FORMADOR EM SA EXCELENTE Reflete sobre o trabalho desenvolvido, analisando-o criticamente e refletindo sobre particularidades da prática, nomeadamente sobre: 1. o modo como decorreu, a conceção e a produção do(s) instrumento(s) de avaliação desenvolvido(s) 2. o contexto no qual o(s) instrumento(s) de avaliação foram aplicados – reflexão sobre o momento da implementação do(s) instrumento(s) de avaliação desenvolvido(s); o papel do aluno no processo de avaliação das aprendizagens; os resultados/evidências recolhidas e quais as opções a tomar.
  12. 12. 0.1. A OFICINA DE FORMAÇÃO: níveis de avaliação e classificação dos portefólios REFLEXÃO CRÍTICA FINAL SOBRE O IMPACTO DA OFICINA DE FORMAÇÃO NAS SUAS PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO (DESENVOLVIMENTO PESSOAL, SOCIAL E PROFISSIONAL) INSUFICIENTE REGULAR Não apresenta reflexão crítica. Apresenta reflexão final focalizada na sua experiência pessoal. BOM Reflete e evidencia as implicações da oficina de formação no seu desenvolvimento pessoal. IMPLEMENTAÇÃO DO(S) INSTRUMENTO(S) EM SALA DE AULA MUITO BOM Reflete sobre as implicações da oficina de formação nas dimensões: 1. pessoal 2. profissional PRESENÇA DO FORMADOR EM SA EXCELENTE Reflete e fundamenta as implicações da oficina de formação nas dimensões: 1. pessoal; 2. profissional; 3. social/organizacional.
  13. 13. 0.1. A Oficina de Formação: - finalidade e objetivos; - organização e funcionamento - módulos programáticos; - avaliação; - orientações para a estrutura do portefólio; - níveis de avaliação e classificação do portefólio. 0.2. A comunidade virtual de aprendizagem [CVA] - exploração da plataforma; - Inquérito por questionário “AVALIAÇÃO PARA AS APRENDIZAGENS DOS ALUNOS DO ENSINO BÁSICO EM CIÊNCIAS DO 1º E 2º CEB”
  14. 14. 0.1. A COMUNIDADE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM: exploração da plataforma disponível em: http://cms.ua.pt/aaac/
  15. 15. Referências bibliográficas Coll, C. (2004). Las comunidades de aprendizaje. Nuevos horizontes para la investigación y la intervención en psicología de la educación. IV Congreso Internacional de Psicología y Educación, Almeria. Dias, P. (2004). Comunidades de aprendizagem e formação online. Nov@formação (3), 14-17. Dillenbourg, P., Poirier, C., & Carles, L. (2003). Communautés virtuelles d’apprentissage: e-jargon ou nouveau paradigme? In A. Taurisson & A. Senteni (Eds.), Pédagogies.Net. L'essor des communautés virtuelles d'apprentissage (pp. 11-72). Sainte-Foy: Presses de L'Université du Québec. Meirinhos, M. (2006). Desenvolvimento profissional docente em ambientes colaborativos de aprendizagem à distância: estudo de caso no âmbito da formação contínua. Tese de Doutoramento (não publicada). Instituto de Estudos da Criança: Universidade do Minho. Vieira, R. M. (Coord); Sá, P.; Almeida, I.; Marques, A.; Magalhães, S.; Soares, C.; Silva, M.P.; Martins, T.; Neves, M. J. (2010). O Programa de Formação de Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico - Ensino Experimental das Ciências na Universidade de Aveiro. Aveiro: Divisão Editorial da Universidade de Aveiro).

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