Românico

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Características do românico em Penafiel.

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Românico

  1. 3. <ul><li>Tem a sua origem na fundação de uma comunidade monástica beneditina, no século X. está na origem deste Mosteiro Beneditino de Paço de Sousa. No interior da igreja, conserva-se o monumento funerário de D. Egas Moniz, principal impulsionador do mosteiro, em cujas imediações possuía paço. A fase mais recuada do edifício românico está patente no portal axial virado a Poente, onde a cachorrada arcaica e a decoração dos capitéis remete para finais do século XII e princípios do seguinte. </li></ul><ul><li>A igreja apresenta três naves de três tramos, atravessadas por um pequeno transepto e arco-diafragma, para onde se abrem as capelas laterais da cabeceira, obra já dos princípios do século XIV, inspirada na arquitectura mendicante de feição goticizante. </li></ul>Mosteiro Beneditino de Paço de Sousa.
  2. 4. <ul><li>Pormenor do retábulo do Mosteiro de Paço de Sousa </li></ul>
  3. 6. <ul><li>Túmulo de Egas Moniz </li></ul>
  4. 7. <ul><li>Capela Mor do Mosteiro de Paço de Sousa </li></ul>
  5. 8. <ul><li>Igreja Românica S. Gens de Boelhe </li></ul>
  6. 10. <ul><li>A fundação de Igreja da Boelhe ocorreu, segundo as suas características construtivas, entre os últimos decénios do século XII e os primeiros anos do reinado de D. Sancho I. </li></ul><ul><li>http://boelhe.blogs.sapo.pt/45997.html - 2011 </li></ul>Igreja Românica S. Gens de Boelhe
  7. 13. <ul><li>Mandada edificar por D. Mafalda, filha de D. Sancho I, no século XIII, a igreja do Salvador de Gândara (como antes era conhecida) constitui, segundo vários especialistas, uma cópia modesta da igreja de Cedofeita, no Porto, em especial ao nível da decoração, o que atesta a itinerância dos artistas do Românico nesta região do pais. A partir do século XVII, esta igreja começa também a ser conhecida como de Cabeça Santa, ... devido a um crânio guardado em relicário de prata e exposto em altar, dito pertencer a um santo desconhecido, e ao qual se atribui qualidades milagreiras. </li></ul><ul><li>De referir, ainda, a representação de dois dragões e um acrobata na porta lateral Sul, este considerado um dos melhores exemplares de escultura românica do Norte, bem como um conjunto de sepulturas antropomórficas escavadas na rocha muito bem preservados nas traseiras do templo. </li></ul>
  8. 20. <ul><li>S. Pedro de Abragão – Tem a a sua origem na primeira metade do século XII (1145), a pesar de bastante transformada por obras seiscentistas e setecentistas. É um monumento importante para a caracterização do Românico do Douro Litoral &quot;do segundo quartel do século XIII&quot;, e para as relações estilísticas entre as muitas construções vizinhas das bacias dos rios Sousa e Tâmega.), data em que se menciona já a igreja. </li></ul>
  9. 21. <ul><li>A Igreja de S. Pedro de Abragão foi fundada no século XII, tendo sofrido grandes alterações nos séculos XVII e XVIII, altura em que foi reconstruída já em estilo barroco. A cabeceira, e o respectivo arco cruzeiro, constituem os únicos elementos românicos que restam da construção original. Integra a Rota do Românico do Vale do Sousa. </li></ul>
  10. 27. <ul><li>Luzim </li></ul>
  11. 28. <ul><li>Memorial de Sobrado - Castelo de Paiva (monumento funerário, relacionado com a última caminhada da beata D. Mafalda) </li></ul>
  12. 29. <ul><li>Agosto 2011 </li></ul><ul><li>Maria de Fátima Gomes </li></ul>

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