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Métodos Contraceptivos Métodos Contraceptivos Presentation Transcript

  • MÉTODOS CONTRACEPTIVOS Ana Teresa – nº4 António José – nº 5 Inês – nº 8 Joana Silveira – nº 10 12ºG ESAM 2008/09
    • ÍNDICE
    • Introdução…………………………………………………………………… 3
    • Tipos de métodos…………………………………………………………… 4
    • Métodos Naturais…………………………………………………………… 5 a 9
    • Métodos Mecânicos………………………………………………………… 10 a 15
    • Métodos Químicos…………………………………………………………..16 a 24
    • Esterilização………………………………………………………………….25
    • Métodos Contraceptivos- usuários ideais…………………… ................26 a 28
    • Resumo……………………………………………………………………….29 a 30
    • Perguntas…………………………………………………………………….31
    • Cenários de resposta……………………………………………………….32
    • Conclusão…………………………………………………………………….33
    • Anexos………………………………………………………………………...34
    • Referências bibliográficas…………………………………………………..35 a 36
    • INTRODUÇÃO
    • Uma relação sexual que une um homem e uma mulher não está sempre ligada ao desejo de ter um filho. Actualmente, raras são as pessoas que nunca ouviram falar de contracepção. Contudo, a nível mundial, mais de um quarto das mulheres que engravidam abortam ou têm uma gravidez não planeada; Portugal é dos países europeus com maior taxa de adolescentes grávidas e o número de pessoas infectadas com doenças sexualmente transmissíveis não pára de aumentar. Assim, é importante investir na divulgação dos métodos contraceptivos, nomeadamente das vantagens e desvantagens que lhes são inerentes. Os nossos objectivos centram-se no conhecimento e divulgação destes métodos .
    • TIPOS DE MÉTODOS:
    • Método contraceptivo : é o regime de uma ou mais acções, dispositivos ou medicamentos que pretendem prevenir ou reduzir a propensão de uma mulher engravidar.
    • Métodos naturais: baseiam-se no conhecimento do período de fertilidade da mulher (período em que pode ocorrer a fecundação), evitando o encontro dos gâmetas e, por isso, a fecundação.
    • Métodos não naturais: uns impedem o encontro dos gâmetas através da utilização de dispositivos variados – métodos mecânicos - , enquanto que outros se baseiam na aplicação de substâncias químicas que ou matam os espermatozóides (espermicidas) ou impedem a ovulação (hormonas ováricas) – métodos químicos.
  • MÉTODOS NATURAIS
    • Método do calendário – método que parte do conhecimento do período fértil da mulher, de forma a restringir as relações sexuais ao período seguro – antes, durante e depois da menstruação.
    • Desvantagem: é um método muito pouco eficaz, visto que os ciclos menstruais podem variar frequentemente.
    • Método da temperatura – método que consiste em medir diariamente a temperatura basal rectal pela manhã. Após a ovulação, a temperatura sobe aproximadamente 1ºC.
    • Desvantagens: Oferece uma eficácia muito baixa, já que a mulher só tem a percepção da elevação da temperatura após a ovulação, pelo que poderá não evitar a fecundação. Para além disso, quando a mulher está febril, a eficácia do método fica comprometida.
  • Fig. 1 – Método do calendário. Fig.2 – Método das temperaturas .
    • Método de Billings (muco cervical) – método que consiste na análise da variação da consistência do muco produzido pelas glândulas do colo do útero. Perto da ovulação, o muco é mais viscoso e perto da menstruação é mais fluido. A mulher só deverá ter relações sexuais pelo menos 3 dias antes e depois da ocorrência do muco mais viscoso.
    • Desvantagens: por ser um método pouco eficiente, não é recomendado a mulheres que não tenham um parceiro fixo, ou que não queiram mesmo engravidar.
  • Fig.3 - Método de Billings.
    • Método do coito interrompido – método em que o homem retira o pénis da vagina antes da ejaculação. É um dos métodos mais antigos.
    • Vantagens:
    • emprego fácil e imediato;
    • não existem custos ou restrições ao seu uso.
    • Desvantagens:
    • dificuldade de um controlo seguro do momento da ejaculação;
    • possibilidade da existência de espermatozóides na uretra masculina antes da ejaculação.
  • MÉTODOS NÃO NATURAIS
    • Métodos Mecânicos:
    • Preservativo:
    • _ Masculino: É um protector de látex (borracha muito fina) aberto de um lado e fechado do outro que se desenrola no pénis erecto antes da penetração. Aquando da ejaculação, o esperma deposita-se no seu interior, impedindo que os espermatozóides atinjam o aparelho reprodutor feminino.
    • Vantagens:
    • Eficaz (se usado correctamente e com espermicida);
    • Protecção contra as DSTs;
    • Fácil de transportar e de comprar;
    • Sem efeitos secundários físicos.
    • Desvantagens :
    • Tem de se adquirir antes de se prever ter relações sexuais;
    • É muito frágil – possibilidade de se romper.
    Fig. 4 - Preservativo – protege das DSTs.
    • _ Feminino:
    • É feito de um tubo de borracha fina, com um anel em cada extremidade. Um dos anéis é fechado e inserido na vagina, tapando o cólo do útero e o outro é aberto, ajustando-se em volta da abertura da vagina e da vulva. Evita, tal como o preservativo que o esperma tenha acesso ao aparelho reprodutor feminino.
    • Vantagens:
    • Eficaz (se usado correctamente);
    • Protege contra as DSTs;
    • É mais resistente do que o preservativo masculino;
    • Sem efeitos secundários.
    • Desvantagens:
    • Diminui a sensação vaginal;
    • Elevado custo.
    Nota: já não é comercializado em Portugal. Fig. 5 - Preservativo feminino.
    • Diafragma
    • O que é?
    • É um pequeno anel flexível recoberto por uma película de borracha ou silicone que a mulher coloca no fundo da vagina até 5 horas antes da relação sexual.
    • Qual a sua função?
    • Obstruir completamente o colo do útero, impedindo que o esperma aí penetre e consequentemente fertilize o oócito II. Para ser eficiente tem de ser usado juntamente com um creme espermicida.
    Fig. 6 – Colocação do diafragma.
    • Vantagens:
    • diminui o risco do cancro do colo do útero;
    • pode colocar-se antes da relação sexual, evitando a interrupção do relacionamento sexual.
    • Desvantagens:
    • A eficácia do diafragma não é muito alta;
    • A mulher tem de se sentir à vontade consigo própria;
    • Riscos de:
      • odor fétido;
      • corrimento vaginal;
      • aumento do risco de infecção do sistema urinário.
      • Não protege das DSTs
    Fig. 7 – Diafragma .
    • Dispositivo intra-uterino (DIU)
    • O que é?
    • É um dispositivo anticoncepcional feito de plástico que pode conter cobre ou hormonas e que é inserido no útero da mulher por um ginecologista. Pode ter diversos formatos.
    • Como funciona?
    • O DIU feito com cobre liberta sais deste material que têm uma acção espermicida, impedindo que haja fecundação e alterando a estrutura do endométrio, impedindo que ocorra a nidação.
    • Pode estimular uma reacção inflamatória no útero que também é contraceptiva.
    • Os DIU que libertam hormonas podem impedir a ovulação, mas actuam principalmente ao nível do endométrio, impedindo a nidação.
    • Vantagens:
    • eficácia contraceptiva
    • não há necessidade de realizar uma acção diária.
    • Desvantagens :
    • Os DIU de cobre podem aumentar as dores e os fluxos menstruais, o que não acontece com os DIU de hormonas;
    • não protege das DSTs;
    • pode provocar infecções da mucosa uterina ou das trompas de Falópio, que poderão conduzir à esterilidade
    Fig. 8 – DIU . DIU
    • Métodos químicos
    • Pílulas contraceptivas - combinadas
    O que são? São comprimidos ou injecções que contêm hormonas ováricas - estrogénio e progesterona Qual a sua função? A pílula substitui as hormonas ováricas e regula o ciclo menstrual, ficando o ovário em repouso. Não há produção de hormonas nem ocorre ovulação (não se dá a retroacção positiva). Fig.9 - Pílula contraceptiva.
    • Efectua-se uma toma diária durante 21, 22 ou 24 dias conforme o tipo de pílula seguida de uma interrupção que provoca uma hemorragia uterina.
    • Vantagens:
    • É muito eficaz;
    • Método prático e fácil e de baixo custo;
    • Pode tratar acne e endometriose;
    • Alivia as dores menstruais;
    • Não interfere com a relação sexual;
    • Desvantagens:
    • Não protege contra as DSTs;
    • Possibilidade de ocorrência de efeitos secundários, como dores de cabeça ou mamárias, náuseas, etc.
    • Não se deve tomar:
    • - após os 35 anos;
    • quando se fuma;
    • quando se têm doenças circulatórias;
    • outros casos detectáveis pelo médico.
    • Minipílula
    • Não contém estrogénios
    • toma-se diariamente sem interrupção;
    • não inibe a ovulação, mas dificulta o encontro dos gâmetas;
    • apresenta menor eficácia ao nível contraceptivo;
    • Tem menos efeitos secundários.
  • Fig. 10 – Pílula do dia seguinte .
    • Tomas:
    • Primeira toma : deve ser efectuada o mais cedo possível, num limite de 72 horas após a relação sexual.
    • Segunda toma : deve ser efectuada 12 horas depois da primeira.
    • Desvantagens:
    • A pílula lança muitas hormonas no corpo que podem trazer muitos efeitos secundários;
    • O uso excessivo:
    • diminui a sua eficácia
    • facilita distúrbios hormonais;
    • pode desregular o ciclo menstrual.
    • Implante Subcutâneo – Liberta lentamente progestagénios que impedem a ovulação. Actuam num período de três anos, logo desde o primeiro dia de utilização.
    • Vantagens :
    • elimina o risco de esquecimento;
    • adequado para quem evita os estrogénios.
    • Desvantagens:
    • pode ser sentido através de uma palpação digital;
    • não protege contra as DSTs.
    • a mulher pode ser infértil durante vários meses depois de terminar a utilização do implante.
    Fig. 11 – Implante Subcutâneo .
    • Anel Vaginal – Oferece uma baixa dose hormonal, mas com óptima eficácia. Só se aplica uma vez em cada ciclo. Devido à sua flexibilidade, garante uma adequada adaptação aos contornos vaginais. Impede a ovulação
    • Vantagens:
    • confortável;
    • prático;
    • promove um meio acético.
    • Desvantagem:
    • não protege contra as DSTs;
    • pode ter efeitos secundários à semelhança das pílulas.
    Fig. 12 – Anel vaginal .
    • Adesivo – Actua como uma pílula combinada, havendo uma absorção cutânea das hormonas. Oferece uma baixa dosagem hormonal. É aplicado semanalmente, durante três semanas por mês.
    • Vantagens:
    • provoca menos efeitos secundários;
    • não é necessária uma acção diária;
    • Desvantagens :
    • é pouco discreto;
    • é necessária a verificação da qualidade da adesividade à pele.
    Nota: não se deve colocar nas mamas. Fig. 13 - Adesivos
    • Espermicida – Os espermicidas são produtos químicos de aplicação local, cuja acção consiste em neutralizar os espermatozóides (diminuindo a sua vitalidade) ou fazer uma barreira que impede a passagem do esperma para o útero.
    • Vantagens:
    • não afecta negativamente a saúde;
    • fornece lubrificação;
    • não interfere no ciclo menstrual.
    • Desvantagens:
    • podem causar irritações na pele;
    • é um dos métodos menos eficazes;
    • não protegem contra as DST’s.
    Fig . 14 - Espermicidas
    • Esterilização:
    • Feminina:
    • Chama-se também laqueação das trompas. Cortam-se, cauterizam-se ou obstruem-se as trompas de falópio, o que vai impedir que os óvulos cheguem ao útero e, consequentemente, que sejam fecundados.
    • Masculina:
    • Chama-se Vasectomia ou laqueação dos canais defe-
    • rentes. Cortam-se ou bloqueiam-se os canais deferentes,
    • impedindo assim a saída de espermatozóides na ejaculação.
    • Pode provocar inflamação nos testículos.
    • É uma solução para quem não quer voltar a ter filhos;
    • É uma solução definitiva e eficaz;
    • É uma operação praticamente irreversível;
    • Não afecta o desejo ou o prazer sexual.
    Fig. 15 - Esterilização feminina e masculina, respectivamente.
  • MÉTODOS CONTRACEPTIVOS – USUÁRIOS IDEAIS
    • Pílula – adequada a mulheres em idade reprodutiva, não fumadoras e sem patologias cardíacas ou hepáticas.
    • Minipílula – adequada a mulheres que queiram amamentar .
    • Preservativo (masculino e feminino) - devem ser sempre utilizados, já que previnem as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
    • Diafragma – adequado a mulheres com conhecimentos dos seus órgãos genitais e sem medo de o inserir.
    • Implantes Subcutâneos – adequados, por exemplo, a mulheres que não tenham capacidade para controlar a toma diária da pílula ou a mulheres que pretendam protecção prolongada e discreta.
    • Métodos Naturais - adequados a mulheres dispostas a monitorar os seus ciclos com cuidado e a aceitar a abstinência nos dias férteis . Contra-indicados a mulheres com ciclos irregulares.
    • Esterilização - para casais que não queiram ter mais filhos.
    • Adesivos – não aconselhável a mulheres com peso superior a 90 Kg.
    • DIU - adequado a mulheres com um parceiro fixo, não expostas a doenças sexualmente transmissíveis; não recomendado a mulheres que ainda não tiveram filhos.
    • Métodos mais adequados para a nossa faixa etária:
    • Abstinência.
    • Preservativo masculino;
    • Pílulas contraceptivas;
    • Implantes subcutâneos.
  • RESUMO : Métodos Contraceptivos Métodos Naturais Métodos não Naturais Métodos Mecânicos Métodos Químicos Ex: Método das Temperaturas; Método de Billings; Método do calendário. Barreiras: Preservativos e diafragmas Ex: Hormonas; espermicidas . DIU
    • Os métodos naturais são os que possuem uma menor taxa de eficácia;
    • Os preservativos protegem das doenças sexualmente transmissíveis;
    • Os métodos hormonais, os DIU e a esterilização, são métodos muito eficazes.
    • Os preservativo e os espermicidas sozinhos são pouco eficazes.
    Função Métodos Impedir o encontro dos gâmetas – a fecundação Preservativo, diafragma e DIU Impedir a nidação. DIU Impedir a ovulação Hormonais (excepto a minipílula) Eliminar os espermatozóides Espermicidas Prever o período fértil da mulher (a altura da ovulação) Naturais
  • Perguntas
    • 1 – Quais te parecem ser os métodos contraceptivos mais fiáveis?
    • 2 - Onde deves aconselhar-te acerca dos métodos contraceptivos?
    • 3 - Que pensas acerca de uma eventual pílula masculina?
  • Cenários de resposta:
    • 1 – Os métodos contraceptivos mais eficazes são os hormonais (como a pílula, o anel vaginal, os adesivos, implantes subcutâneos, etc.), os DIU e a esterilização. No entanto, o preservativo e o diafragma usados juntamente com espermicidas são também eficazes.
    • 2 – Deves frequentar consultas de planeamento familiar e consultar médicos especialistas (nomeadamente ginecologistas).
    • 3 – Resposta de opinião.
    • Desvantagens da pílula: é muito difícil inibir a produção de milhões de espermatozóides; uma elevada dose de testosterona pode acentuar os caracteres sexuais masculinos; pode gerar impotência; aumenta a incidência de cancro da próstata e tumores hepáticos; pode gerar ginecomastia (crescimento mamário). Vantagens: método eficaz e reversível; representa outra opção para o homem que só podia optar pelo preservativo (mais incómodo) e pela vasectomia (método irreversível).
    • CONCLUSÃO
    • Com este trabalho podemos concluir que há uma vasta oferta de métodos contraceptivos e que estes têm vindo a melhorar em eficácia e comodidade. Não se justifica, por isso, que continue a haver experiências sexuais não protegidas. Cada um de nós tem necessidades específicas , pelo que podemos preferir determinado método, dependendo da nossa saúde e das nossas necessidades sexuais, morais ou reprodutivas. É importante participar em consultas de planeamento familiar para conhecer o método mais adequado para cada situação. Como diz o ditado, “mais vale prevenir do que remediar”, pelo que a contracepção é a melhor forma de evitar a gravidez não desejada e as doenças sexualmente transmissíveis.
    • ANEXO
    • Dia Mundial da Contracepção: Uma em cada três portuguesas já teve uma gravidez indesejada
    • “ Um estudo do ICS, deste ano, concluiu que cerca de "um terço das mulheres portuguesas tiveram, pelo menos, uma gravidez indesejada" e que "mais de um terço dos jovens sexualmente activos não utiliza regularmente contracepção". (…)
    • Em Portugal, e de acordo com o Inquérito Nacional de Saúde (INS) de 2007, mais de 85 por cento das mulheres não grávidas e sexualmente activas usam alguma medida para controlo da natalidade.
    • A pílula é o método contraceptivo mais utilizado (65,9 por cento) em Portugal, seguida do preservativo (13,4 por cento) e dispositivo intra-uterino (8,8 por cento), de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) de 2007. (…)
    • Os especialistas frisam que, "apesar dos esforços de divulgação e informação sobre a importância do uso de contraceptivos junto dos jovens, Portugal é ainda um dos países europeus com maior taxa de adolescentes grávidas: um em cada dez nascimentos são de mãe adolescente".
    • © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. Lisboa 2008-09-26 12:05:02
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    • Informação:
    *informações não disponíveis no site. URL Autor Data da última actualização. Data de consulta http://www.bayerscheringpharma.com.br/site/home.fss Bayer Schering * 6/10/2008 http://pt.wikipedia.org/wiki/Contracep%C3%A7%C3%A3o * 14/ 10/2008 8/10/2008 http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/gravidez+e+sexualidade/metodoscontraceptivos.htm Ministério da Saúde 25/10/2005 10/10/2008 http://farmaceutico.planetaclix.pt/contracepcao.html Laurentino Moreira (Farmacêutico) * 6/10/2008 http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?29 Dra. Helena von Eye Corleta e Dra. Heloísa Sarmento Barata Kalil 30/11/2006 8/10/2008 http://saude.sapo.pt/artigos/?id=758023 Medicina & Saúde * 8/10/2008
    • Imagens: Fig. 1 – http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:SDM-circle2_pt.jpg (15/10/2008)
    • Fig. 2 – http://br.geocities.com/formacao11/metodotemperaturasbasais_files/image002.jpg (6/10/2008)
    • Fig. 3 – http://www.jovem.te.pt/ob/imagens/muco_cervical.gif (6/10/2008)
    • Fig. 4 – http://www.uff.br/obsjovem/mambo/images/stories/preservativo.jpg ( 8/10/2008)
    • Fig. 5 – http://www.aidscongress.net/imagens4congresso/212/image002.jpg (7/10/2008)
    • Fig. 6 – http://stef-0107.no.comunidades.net/imagens/img_diafragma.gif (14/10/2008)
    • Fig. 7 – http://www.telediu.com.br/imagens/produtos/27/diafragma_semina.jpg (6/10/2008)
    • Fig. 8 – http://www.mujernueva.org/mujernueva_db/imagenes_db/diu.jpg e http://www.injeflex.com.br/images/utero_diu.gif (6/10/2008)
    • Fig. 9 – http://www.aref.de/kalenderblatt/2005/pics/antibabypille.jpg (8/10/2008)
    • Fig. 10 – http://static.hsw.com.br/gif/morning-after-pill.jpg ( 14/10/2008)
    • Fig. 11 – http://bancodeimagens.procempa.com.br/imgs_p/457956dbbe0d59.97132518 (8/10/2008)
    • Fig. 12 – http://www.praticahospitalar.com.br/pratica%2027/imagens/nuvaring2.gif (7/10/2008)
    • Fig. 13 – http://www2.uol.com.br/assuntodemulher/adesivo.jpg (14/10/2008)
    • Fig. 14 – http://www.unioeste.br/projetos/unisol/projeto/imagem_1/espermicidas.jpg (16/10/2008)
    • Fig. 15 - http://www.acessa.com.br/mulher/arquivo/sexualidade/2005/09/30-irreversivel/vasectomia.jpg e http://members.fortunecity.com/ffaisca/imagem/metod2.jpg ( 7/10/2008)
    Panfleto: “Informação sobre contracepção” da Organon Portuguesa Produtos Químicos e Farmacêuticos Lda. 2008 Consultado a 6/10/2008) Livro: GOMES, Ana; MIGUEL, Nuno. “Educação Sexual – só para jovens”. Texto Editora. Janeiro de 2000. Consultado em 10/2008