Métodos Contraceptivos

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Métodos Contraceptivos

  1. 1. MÉTODOS CONTRACEPTIVOS Ana Teresa – nº4 António José – nº 5 Inês – nº 8 Joana Silveira – nº 10 12ºG ESAM 2008/09
  2. 2. <ul><li>ÍNDICE </li></ul><ul><li>Introdução…………………………………………………………………… 3 </li></ul><ul><li>Tipos de métodos…………………………………………………………… 4 </li></ul><ul><li>Métodos Naturais…………………………………………………………… 5 a 9 </li></ul><ul><li>Métodos Mecânicos………………………………………………………… 10 a 15 </li></ul><ul><li>Métodos Químicos…………………………………………………………..16 a 24 </li></ul><ul><li>Esterilização………………………………………………………………….25 </li></ul><ul><li>Métodos Contraceptivos- usuários ideais…………………… ................26 a 28 </li></ul><ul><li>Resumo……………………………………………………………………….29 a 30 </li></ul><ul><li>Perguntas…………………………………………………………………….31 </li></ul><ul><li>Cenários de resposta……………………………………………………….32 </li></ul><ul><li>Conclusão…………………………………………………………………….33 </li></ul><ul><li>Anexos………………………………………………………………………...34 </li></ul><ul><li>Referências bibliográficas…………………………………………………..35 a 36 </li></ul>
  3. 3. <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li> Uma relação sexual que une um homem e uma mulher não está sempre ligada ao desejo de ter um filho. Actualmente, raras são as pessoas que nunca ouviram falar de contracepção. Contudo, a nível mundial, mais de um quarto das mulheres que engravidam abortam ou têm uma gravidez não planeada; Portugal é dos países europeus com maior taxa de adolescentes grávidas e o número de pessoas infectadas com doenças sexualmente transmissíveis não pára de aumentar. Assim, é importante investir na divulgação dos métodos contraceptivos, nomeadamente das vantagens e desvantagens que lhes são inerentes. Os nossos objectivos centram-se no conhecimento e divulgação destes métodos . </li></ul>
  4. 4. <ul><li>TIPOS DE MÉTODOS: </li></ul><ul><li>Método contraceptivo : é o regime de uma ou mais acções, dispositivos ou medicamentos que pretendem prevenir ou reduzir a propensão de uma mulher engravidar. </li></ul><ul><li>Métodos naturais: baseiam-se no conhecimento do período de fertilidade da mulher (período em que pode ocorrer a fecundação), evitando o encontro dos gâmetas e, por isso, a fecundação. </li></ul><ul><li>Métodos não naturais: uns impedem o encontro dos gâmetas através da utilização de dispositivos variados – métodos mecânicos - , enquanto que outros se baseiam na aplicação de substâncias químicas que ou matam os espermatozóides (espermicidas) ou impedem a ovulação (hormonas ováricas) – métodos químicos. </li></ul>
  5. 5. MÉTODOS NATURAIS <ul><li>Método do calendário – método que parte do conhecimento do período fértil da mulher, de forma a restringir as relações sexuais ao período seguro – antes, durante e depois da menstruação. </li></ul><ul><li>Desvantagem: é um método muito pouco eficaz, visto que os ciclos menstruais podem variar frequentemente. </li></ul><ul><li>Método da temperatura – método que consiste em medir diariamente a temperatura basal rectal pela manhã. Após a ovulação, a temperatura sobe aproximadamente 1ºC. </li></ul><ul><li>Desvantagens: Oferece uma eficácia muito baixa, já que a mulher só tem a percepção da elevação da temperatura após a ovulação, pelo que poderá não evitar a fecundação. Para além disso, quando a mulher está febril, a eficácia do método fica comprometida. </li></ul>
  6. 6. Fig. 1 – Método do calendário. Fig.2 – Método das temperaturas .
  7. 7. <ul><li>Método de Billings (muco cervical) – método que consiste na análise da variação da consistência do muco produzido pelas glândulas do colo do útero. Perto da ovulação, o muco é mais viscoso e perto da menstruação é mais fluido. A mulher só deverá ter relações sexuais pelo menos 3 dias antes e depois da ocorrência do muco mais viscoso. </li></ul><ul><li>Desvantagens: por ser um método pouco eficiente, não é recomendado a mulheres que não tenham um parceiro fixo, ou que não queiram mesmo engravidar. </li></ul>
  8. 8. Fig.3 - Método de Billings.
  9. 9. <ul><li>Método do coito interrompido – método em que o homem retira o pénis da vagina antes da ejaculação. É um dos métodos mais antigos. </li></ul><ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>emprego fácil e imediato; </li></ul><ul><li>não existem custos ou restrições ao seu uso. </li></ul><ul><li>Desvantagens: </li></ul><ul><li>dificuldade de um controlo seguro do momento da ejaculação; </li></ul><ul><li>possibilidade da existência de espermatozóides na uretra masculina antes da ejaculação. </li></ul>
  10. 10. MÉTODOS NÃO NATURAIS <ul><li>Métodos Mecânicos: </li></ul><ul><li>Preservativo: </li></ul><ul><li>_ Masculino: É um protector de látex (borracha muito fina) aberto de um lado e fechado do outro que se desenrola no pénis erecto antes da penetração. Aquando da ejaculação, o esperma deposita-se no seu interior, impedindo que os espermatozóides atinjam o aparelho reprodutor feminino. </li></ul><ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>Eficaz (se usado correctamente e com espermicida); </li></ul><ul><li>Protecção contra as DSTs; </li></ul><ul><li>Fácil de transportar e de comprar; </li></ul><ul><li>Sem efeitos secundários físicos. </li></ul><ul><li>Desvantagens : </li></ul><ul><li>Tem de se adquirir antes de se prever ter relações sexuais; </li></ul><ul><li>É muito frágil – possibilidade de se romper. </li></ul>Fig. 4 - Preservativo – protege das DSTs.
  11. 11. <ul><li>_ Feminino: </li></ul><ul><li> É feito de um tubo de borracha fina, com um anel em cada extremidade. Um dos anéis é fechado e inserido na vagina, tapando o cólo do útero e o outro é aberto, ajustando-se em volta da abertura da vagina e da vulva. Evita, tal como o preservativo que o esperma tenha acesso ao aparelho reprodutor feminino. </li></ul><ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>Eficaz (se usado correctamente); </li></ul><ul><li>Protege contra as DSTs; </li></ul><ul><li>É mais resistente do que o preservativo masculino; </li></ul><ul><li>Sem efeitos secundários. </li></ul><ul><li>Desvantagens: </li></ul><ul><li>Diminui a sensação vaginal; </li></ul><ul><li>Elevado custo. </li></ul>Nota: já não é comercializado em Portugal. Fig. 5 - Preservativo feminino.
  12. 12. <ul><li>Diafragma </li></ul><ul><li>O que é? </li></ul><ul><li> É um pequeno anel flexível recoberto por uma película de borracha ou silicone que a mulher coloca no fundo da vagina até 5 horas antes da relação sexual. </li></ul><ul><li>Qual a sua função? </li></ul><ul><li> Obstruir completamente o colo do útero, impedindo que o esperma aí penetre e consequentemente fertilize o oócito II. Para ser eficiente tem de ser usado juntamente com um creme espermicida. </li></ul><ul><li> </li></ul>Fig. 6 – Colocação do diafragma.
  13. 13. <ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>diminui o risco do cancro do colo do útero; </li></ul><ul><li>pode colocar-se antes da relação sexual, evitando a interrupção do relacionamento sexual. </li></ul><ul><li>Desvantagens: </li></ul><ul><li>A eficácia do diafragma não é muito alta; </li></ul><ul><li>A mulher tem de se sentir à vontade consigo própria; </li></ul><ul><li>Riscos de: </li></ul><ul><ul><li>odor fétido; </li></ul></ul><ul><ul><li>corrimento vaginal; </li></ul></ul><ul><ul><li>aumento do risco de infecção do sistema urinário. </li></ul></ul><ul><ul><li>Não protege das DSTs </li></ul></ul>Fig. 7 – Diafragma .
  14. 14. <ul><li>Dispositivo intra-uterino (DIU) </li></ul><ul><li>O que é? </li></ul><ul><li> É um dispositivo anticoncepcional feito de plástico que pode conter cobre ou hormonas e que é inserido no útero da mulher por um ginecologista. Pode ter diversos formatos. </li></ul><ul><li>Como funciona? </li></ul><ul><li>O DIU feito com cobre liberta sais deste material que têm uma acção espermicida, impedindo que haja fecundação e alterando a estrutura do endométrio, impedindo que ocorra a nidação. </li></ul><ul><li>Pode estimular uma reacção inflamatória no útero que também é contraceptiva. </li></ul><ul><li>Os DIU que libertam hormonas podem impedir a ovulação, mas actuam principalmente ao nível do endométrio, impedindo a nidação. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>eficácia contraceptiva </li></ul><ul><li>não há necessidade de realizar uma acção diária. </li></ul><ul><li>Desvantagens : </li></ul><ul><li>Os DIU de cobre podem aumentar as dores e os fluxos menstruais, o que não acontece com os DIU de hormonas; </li></ul><ul><li>não protege das DSTs; </li></ul><ul><li>pode provocar infecções da mucosa uterina ou das trompas de Falópio, que poderão conduzir à esterilidade </li></ul>Fig. 8 – DIU . DIU
  16. 16. <ul><li>Métodos químicos </li></ul><ul><li>Pílulas contraceptivas - combinadas </li></ul>O que são? São comprimidos ou injecções que contêm hormonas ováricas - estrogénio e progesterona Qual a sua função? A pílula substitui as hormonas ováricas e regula o ciclo menstrual, ficando o ovário em repouso. Não há produção de hormonas nem ocorre ovulação (não se dá a retroacção positiva). Fig.9 - Pílula contraceptiva.
  17. 17. <ul><li>Efectua-se uma toma diária durante 21, 22 ou 24 dias conforme o tipo de pílula seguida de uma interrupção que provoca uma hemorragia uterina. </li></ul><ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>É muito eficaz; </li></ul><ul><li>Método prático e fácil e de baixo custo; </li></ul><ul><li>Pode tratar acne e endometriose; </li></ul><ul><li>Alivia as dores menstruais; </li></ul><ul><li>Não interfere com a relação sexual; </li></ul><ul><li>Desvantagens: </li></ul><ul><li>Não protege contra as DSTs; </li></ul><ul><li>Possibilidade de ocorrência de efeitos secundários, como dores de cabeça ou mamárias, náuseas, etc. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Não se deve tomar: </li></ul><ul><li>- após os 35 anos; </li></ul><ul><li>quando se fuma; </li></ul><ul><li>quando se têm doenças circulatórias; </li></ul><ul><li>outros casos detectáveis pelo médico. </li></ul><ul><li>Minipílula </li></ul><ul><li>Não contém estrogénios </li></ul><ul><li>toma-se diariamente sem interrupção; </li></ul><ul><li>não inibe a ovulação, mas dificulta o encontro dos gâmetas; </li></ul><ul><li>apresenta menor eficácia ao nível contraceptivo; </li></ul><ul><li>Tem menos efeitos secundários. </li></ul>
  19. 19. Fig. 10 – Pílula do dia seguinte .
  20. 20. <ul><li>Tomas: </li></ul><ul><li>Primeira toma : deve ser efectuada o mais cedo possível, num limite de 72 horas após a relação sexual. </li></ul><ul><li>Segunda toma : deve ser efectuada 12 horas depois da primeira. </li></ul><ul><li>Desvantagens: </li></ul><ul><li>A pílula lança muitas hormonas no corpo que podem trazer muitos efeitos secundários; </li></ul><ul><li>O uso excessivo: </li></ul><ul><li>diminui a sua eficácia </li></ul><ul><li>facilita distúrbios hormonais; </li></ul><ul><li>pode desregular o ciclo menstrual. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Implante Subcutâneo – Liberta lentamente progestagénios que impedem a ovulação. Actuam num período de três anos, logo desde o primeiro dia de utilização. </li></ul><ul><li>Vantagens : </li></ul><ul><li>elimina o risco de esquecimento; </li></ul><ul><li>adequado para quem evita os estrogénios. </li></ul><ul><li>Desvantagens: </li></ul><ul><li>pode ser sentido através de uma palpação digital; </li></ul><ul><li>não protege contra as DSTs. </li></ul><ul><li>a mulher pode ser infértil durante vários meses depois de terminar a utilização do implante. </li></ul>Fig. 11 – Implante Subcutâneo .
  22. 22. <ul><li>Anel Vaginal – Oferece uma baixa dose hormonal, mas com óptima eficácia. Só se aplica uma vez em cada ciclo. Devido à sua flexibilidade, garante uma adequada adaptação aos contornos vaginais. Impede a ovulação </li></ul><ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>confortável; </li></ul><ul><li>prático; </li></ul><ul><li>promove um meio acético. </li></ul><ul><li>Desvantagem: </li></ul><ul><li>não protege contra as DSTs; </li></ul><ul><li>pode ter efeitos secundários à semelhança das pílulas. </li></ul>Fig. 12 – Anel vaginal .
  23. 23. <ul><li>Adesivo – Actua como uma pílula combinada, havendo uma absorção cutânea das hormonas. Oferece uma baixa dosagem hormonal. É aplicado semanalmente, durante três semanas por mês. </li></ul><ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>provoca menos efeitos secundários; </li></ul><ul><li>não é necessária uma acção diária; </li></ul><ul><li>Desvantagens : </li></ul><ul><li>é pouco discreto; </li></ul><ul><li>é necessária a verificação da qualidade da adesividade à pele. </li></ul>Nota: não se deve colocar nas mamas. Fig. 13 - Adesivos
  24. 24. <ul><li>Espermicida – Os espermicidas são produtos químicos de aplicação local, cuja acção consiste em neutralizar os espermatozóides (diminuindo a sua vitalidade) ou fazer uma barreira que impede a passagem do esperma para o útero. </li></ul><ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>não afecta negativamente a saúde; </li></ul><ul><li>fornece lubrificação; </li></ul><ul><li>não interfere no ciclo menstrual. </li></ul><ul><li>Desvantagens: </li></ul><ul><li>podem causar irritações na pele; </li></ul><ul><li>é um dos métodos menos eficazes; </li></ul><ul><li>não protegem contra as DST’s. </li></ul>Fig . 14 - Espermicidas
  25. 25. <ul><li>Esterilização: </li></ul><ul><li>Feminina: </li></ul><ul><li> Chama-se também laqueação das trompas. Cortam-se, cauterizam-se ou obstruem-se as trompas de falópio, o que vai impedir que os óvulos cheguem ao útero e, consequentemente, que sejam fecundados. </li></ul><ul><li>Masculina: </li></ul><ul><li> Chama-se Vasectomia ou laqueação dos canais defe- </li></ul><ul><li>rentes. Cortam-se ou bloqueiam-se os canais deferentes, </li></ul><ul><li>impedindo assim a saída de espermatozóides na ejaculação. </li></ul><ul><li>Pode provocar inflamação nos testículos. </li></ul><ul><li> </li></ul><ul><li>É uma solução para quem não quer voltar a ter filhos; </li></ul><ul><li>É uma solução definitiva e eficaz; </li></ul><ul><li>É uma operação praticamente irreversível; </li></ul><ul><li>Não afecta o desejo ou o prazer sexual. </li></ul>Fig. 15 - Esterilização feminina e masculina, respectivamente.
  26. 26. MÉTODOS CONTRACEPTIVOS – USUÁRIOS IDEAIS <ul><li>Pílula – adequada a mulheres em idade reprodutiva, não fumadoras e sem patologias cardíacas ou hepáticas. </li></ul><ul><li>Minipílula – adequada a mulheres que queiram amamentar . </li></ul><ul><li>Preservativo (masculino e feminino) - devem ser sempre utilizados, já que previnem as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). </li></ul><ul><li>Diafragma – adequado a mulheres com conhecimentos dos seus órgãos genitais e sem medo de o inserir. </li></ul>
  27. 27. <ul><li>Implantes Subcutâneos – adequados, por exemplo, a mulheres que não tenham capacidade para controlar a toma diária da pílula ou a mulheres que pretendam protecção prolongada e discreta. </li></ul><ul><li>Métodos Naturais - adequados a mulheres dispostas a monitorar os seus ciclos com cuidado e a aceitar a abstinência nos dias férteis . Contra-indicados a mulheres com ciclos irregulares. </li></ul><ul><li>Esterilização - para casais que não queiram ter mais filhos. </li></ul>
  28. 28. <ul><li>Adesivos – não aconselhável a mulheres com peso superior a 90 Kg. </li></ul><ul><li>DIU - adequado a mulheres com um parceiro fixo, não expostas a doenças sexualmente transmissíveis; não recomendado a mulheres que ainda não tiveram filhos. </li></ul><ul><li>Métodos mais adequados para a nossa faixa etária: </li></ul><ul><li>Abstinência. </li></ul><ul><li>Preservativo masculino; </li></ul><ul><li>Pílulas contraceptivas; </li></ul><ul><li>Implantes subcutâneos. </li></ul>
  29. 29. RESUMO : Métodos Contraceptivos Métodos Naturais Métodos não Naturais Métodos Mecânicos Métodos Químicos Ex: Método das Temperaturas; Método de Billings; Método do calendário. Barreiras: Preservativos e diafragmas Ex: Hormonas; espermicidas . DIU
  30. 30. <ul><li>Os métodos naturais são os que possuem uma menor taxa de eficácia; </li></ul><ul><li>Os preservativos protegem das doenças sexualmente transmissíveis; </li></ul><ul><li>Os métodos hormonais, os DIU e a esterilização, são métodos muito eficazes. </li></ul><ul><li>Os preservativo e os espermicidas sozinhos são pouco eficazes. </li></ul>Função Métodos Impedir o encontro dos gâmetas – a fecundação Preservativo, diafragma e DIU Impedir a nidação. DIU Impedir a ovulação Hormonais (excepto a minipílula) Eliminar os espermatozóides Espermicidas Prever o período fértil da mulher (a altura da ovulação) Naturais
  31. 31. Perguntas <ul><li>1 – Quais te parecem ser os métodos contraceptivos mais fiáveis? </li></ul><ul><li>2 - Onde deves aconselhar-te acerca dos métodos contraceptivos? </li></ul><ul><li>3 - Que pensas acerca de uma eventual pílula masculina? </li></ul>
  32. 32. Cenários de resposta: <ul><li>1 – Os métodos contraceptivos mais eficazes são os hormonais (como a pílula, o anel vaginal, os adesivos, implantes subcutâneos, etc.), os DIU e a esterilização. No entanto, o preservativo e o diafragma usados juntamente com espermicidas são também eficazes. </li></ul><ul><li>2 – Deves frequentar consultas de planeamento familiar e consultar médicos especialistas (nomeadamente ginecologistas). </li></ul><ul><li>3 – Resposta de opinião. </li></ul><ul><li> Desvantagens da pílula: é muito difícil inibir a produção de milhões de espermatozóides; uma elevada dose de testosterona pode acentuar os caracteres sexuais masculinos; pode gerar impotência; aumenta a incidência de cancro da próstata e tumores hepáticos; pode gerar ginecomastia (crescimento mamário). Vantagens: método eficaz e reversível; representa outra opção para o homem que só podia optar pelo preservativo (mais incómodo) e pela vasectomia (método irreversível). </li></ul>
  33. 33. <ul><li>CONCLUSÃO </li></ul><ul><li> Com este trabalho podemos concluir que há uma vasta oferta de métodos contraceptivos e que estes têm vindo a melhorar em eficácia e comodidade. Não se justifica, por isso, que continue a haver experiências sexuais não protegidas. Cada um de nós tem necessidades específicas , pelo que podemos preferir determinado método, dependendo da nossa saúde e das nossas necessidades sexuais, morais ou reprodutivas. É importante participar em consultas de planeamento familiar para conhecer o método mais adequado para cada situação. Como diz o ditado, “mais vale prevenir do que remediar”, pelo que a contracepção é a melhor forma de evitar a gravidez não desejada e as doenças sexualmente transmissíveis. </li></ul>
  34. 34. <ul><li>ANEXO </li></ul><ul><li> Dia Mundial da Contracepção: Uma em cada três portuguesas já teve uma gravidez indesejada </li></ul><ul><li>“ Um estudo do ICS, deste ano, concluiu que cerca de &quot;um terço das mulheres portuguesas tiveram, pelo menos, uma gravidez indesejada&quot; e que &quot;mais de um terço dos jovens sexualmente activos não utiliza regularmente contracepção&quot;. (…) </li></ul><ul><li>Em Portugal, e de acordo com o Inquérito Nacional de Saúde (INS) de 2007, mais de 85 por cento das mulheres não grávidas e sexualmente activas usam alguma medida para controlo da natalidade. </li></ul><ul><li>A pílula é o método contraceptivo mais utilizado (65,9 por cento) em Portugal, seguida do preservativo (13,4 por cento) e dispositivo intra-uterino (8,8 por cento), de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) de 2007. (…) </li></ul><ul><li>Os especialistas frisam que, &quot;apesar dos esforços de divulgação e informação sobre a importância do uso de contraceptivos junto dos jovens, Portugal é ainda um dos países europeus com maior taxa de adolescentes grávidas: um em cada dez nascimentos são de mãe adolescente&quot;. </li></ul><ul><li>© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. Lisboa 2008-09-26 12:05:02 </li></ul>
  35. 35. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS <ul><li>Informação: </li></ul>*informações não disponíveis no site. URL Autor Data da última actualização. Data de consulta http://www.bayerscheringpharma.com.br/site/home.fss Bayer Schering * 6/10/2008 http://pt.wikipedia.org/wiki/Contracep%C3%A7%C3%A3o * 14/ 10/2008 8/10/2008 http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/informacoes+uteis/gravidez+e+sexualidade/metodoscontraceptivos.htm Ministério da Saúde 25/10/2005 10/10/2008 http://farmaceutico.planetaclix.pt/contracepcao.html Laurentino Moreira (Farmacêutico) * 6/10/2008 http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?29 Dra. Helena von Eye Corleta e Dra. Heloísa Sarmento Barata Kalil 30/11/2006 8/10/2008 http://saude.sapo.pt/artigos/?id=758023 Medicina & Saúde * 8/10/2008
  36. 36. <ul><li>Imagens: Fig. 1 – http://pt.wikipedia.org/wiki/Imagem:SDM-circle2_pt.jpg (15/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 2 – http://br.geocities.com/formacao11/metodotemperaturasbasais_files/image002.jpg (6/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 3 – http://www.jovem.te.pt/ob/imagens/muco_cervical.gif (6/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 4 – http://www.uff.br/obsjovem/mambo/images/stories/preservativo.jpg ( 8/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 5 – http://www.aidscongress.net/imagens4congresso/212/image002.jpg (7/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 6 – http://stef-0107.no.comunidades.net/imagens/img_diafragma.gif (14/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 7 – http://www.telediu.com.br/imagens/produtos/27/diafragma_semina.jpg (6/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 8 – http://www.mujernueva.org/mujernueva_db/imagenes_db/diu.jpg e http://www.injeflex.com.br/images/utero_diu.gif (6/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 9 – http://www.aref.de/kalenderblatt/2005/pics/antibabypille.jpg (8/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 10 – http://static.hsw.com.br/gif/morning-after-pill.jpg ( 14/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 11 – http://bancodeimagens.procempa.com.br/imgs_p/457956dbbe0d59.97132518 (8/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 12 – http://www.praticahospitalar.com.br/pratica%2027/imagens/nuvaring2.gif (7/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 13 – http://www2.uol.com.br/assuntodemulher/adesivo.jpg (14/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 14 – http://www.unioeste.br/projetos/unisol/projeto/imagem_1/espermicidas.jpg (16/10/2008) </li></ul><ul><li>Fig. 15 - http://www.acessa.com.br/mulher/arquivo/sexualidade/2005/09/30-irreversivel/vasectomia.jpg e http://members.fortunecity.com/ffaisca/imagem/metod2.jpg ( 7/10/2008) </li></ul>Panfleto: “Informação sobre contracepção” da Organon Portuguesa Produtos Químicos e Farmacêuticos Lda. 2008 Consultado a 6/10/2008) Livro: GOMES, Ana; MIGUEL, Nuno. “Educação Sexual – só para jovens”. Texto Editora. Janeiro de 2000. Consultado em 10/2008

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