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Fecundação, gravidez e parto
 

Fecundação, gravidez e parto

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Fecundação, gravidez e parto Fecundação, gravidez e parto Presentation Transcript

  • Biologia 12ºano Margarida, nº1 Raquel, nº2 Cláudia, nº6 Sabrina, nº18 ESAM – 2008/09
    • Introdução diap.3
    • Aparelho reprodutor feminino diap.4
    • Fecundação - União dos gâmetas diap.5
    • Reacção acrossómica diap.7
    • Após a formação do ovo diap.9
    • Nidação diap.13
    • Ocorrência de gémeos diap.15
    • Gravidez diap.16
    • Anexos embrionários diap.18
    • Desenvolvimento embrionário diap.22
    • Musicoterapia na gravidez diap.24
    • Parto diap.25
    • Cesariana diap.29
    • Preparação pré-parto diap.30
    • Amamentação diap.31
    • Conclusão diap.32
    • Bibliografia diap.33
    • Questões diap.34
    • No âmbito da disciplina de Biologia foi-nos proposta a realização de um trabalho em grupo sobre “ Fecundação, gravidez e parto ”.
    • Com ele pretendemos aprofundar tanto os nossos como os conhecimentos da turma acerca deste tema, debater alguns temas polémicos e esclarecer possíveis dúvidas presentes.
  • Aparelho Reprodutor Feminino Fecunda ç ão Gravidez Parto
  • Fig.1 – Aparelho Reprodutor Feminino
  • Animação 1 - Fecundação
    • Lançamento de milhões de espermatozóide na vagina, durante o acto sexual
    • Entrada dos espermatozóides no útero ajudados pelo muco cervical
    • Subida pelo interior do útero
    • Chegada à Trompa de Falópio
    • Encontro com o oócito II e atracção dos espermatozóides por uma substância libertada pelas células foliculares, atingindo a zona pelúcida
    • Penetração segundo uma reacção acrossómica (termina a meiose do oócito)
    • Na altura da ovulação:
      • Muco mais fluido e rede de fibras menos apertada; deixa passar os espermatozóides mais activos
    • Fora da altura da ovulação:
      • Muco mais espesso e rede de fibras mais apertada; imobiliza a maioria dos espermatozóides
    • Interacção com o oócito II desencadeada pelos receptores específicos da zona pelúcida
    • Estimulação, por parte da zona pelúcida, da exocitose do conteúdo do acrossoma
    • Fusão da membrana do acrossoma com a membrana plasmática da cabeça do espermatozóide
    • Exocitose de enzimas contidas no acrossoma
    • Contracção do oócito II, arrastando o espermatozóide para o seu interior
    • Junção dos prónucleos (cariogamia)
    • Formação do ovo
  • Fig.2 – Reacção Acrossómica
  • Fig. 3 - Fecundação
    • Porque o conteúdo dos grânulos corticais do citoplasma do oócito II liberta-se para o meio extracelular, formando a membrana de fecundação que impede os outros espermatozóides de entrar.
    • Movimento do zigoto desde a trompa até ao útero
    • Ocorrência de mitoses sucessivas – formação da mórula (conjunto de 48 células)
    • Início do desenvolvimento do corpo amarelo
    • Nutrição da mórula por secreções uterinas e posterior desenvolvimento até ao blastocisto
  • Fig.4 – Divisão celular
    • Trofoblasto – fará parte da placenta
    • Botão embrionário – dará origem ao feto
    Fig.5 – Da mórula ao blastocisto
    • Incrustação total do blastocisto no endométrio, entre os 6º e 7º dias após a fecundação
    • É a massa de células interna que se fixa ao útero originando o feto
    • Esta implantação no endométrio dura até ao 21º dia após a nidação
  • Fig.6 - Nidação
    • Simultaneamente com a nidação, ocorrem divisões celulares nesta estrutura dando origem a 3 camadas que por diferenciação darão origem a tecidos, órgãos…
    Fig.7 – Camadas embrionárias
  • Fig.8 – Gémeos idênticos Vs Gémeos fraternos
    • MUDANÇAS HORMONAIS
    • Sintetização da hormona HCG pelo blastocisto, que mantém o corpo amarelo a produzir estrogénios e progesterona
    • Estas hormonas actuam no útero impedindo a fase menstrual, permitindo a nidação do blastocisto
    • Posteriormente, estas hormonas passam a ser sintetizadas pela placenta, para que se mantenha o revestimento uterino
    • MUDANÇAS FÍSICAS
    • Aumento do peso (30% corresponde ao feto e à placenta)
    • Aumento do volume sanguíneo para cerca de 30%
    • Aumento do apetite
    • Tendência para infecções
    • Dificuldade respiratória
    • Aumento do volume urinário diário
    • Aumento mamário
  • Fig.9 – Mudança hormonal na gravidez
    • Acompanham o desenvolvimento do embrião
    • Apenas existem até ao nascimento
    • São originados pela extensão das três camadas germinativas, sendo de grande importância para o desenvolvimento do embrião, mas não fazendo parte dele
  • Tab.1 – Anexos embrionários: estrutura e função Anexo embrionário Estrutura Função Córion Membrana com muitas vilosidades Rodeia o embrião e intervém na formação da placenta Âmnio Membrana que rodeia a cavidade amniótica Mantêm o embrião num meio líquido a temperatura constante , protegendo-o da desidratação e de choques mecânicos Vesícula vitelina Muito reduzida mas abundantemente vascularizada, incorporada no cordão umbilical Forma parte do tubo digestivo e é o primeiro local de produção de glóbulos sanguíneos Alantóide De dimensão reduzida Contribui para a formação de vasos sanguíneos do cordão umbilical Cordão umbilical Canal formado a partir do âmnio Une a placenta ao embrião Placenta Disco constituído pelo córion do embrião e pelo endométrio Especializada em trocas selectivas entre a mãe e o filho
  • Fig.10 – Anexos embrionários
  • Fig.11 – Trocas placentárias
    • Período embrionário (até às 8 semanas)
    • Período fetal (a partir das 8 semanas)
  • Fig.12 – Desenvolvimento embrionário
    • Utilizada para acalmar os bebés na sua fase pré-natal
    • A musica cria um ritmo no coração da mãe que envia uma sensação de segurança e bem-estar ao bebé
    • As musicas ouvidas durante a gravidez são usadas no período pós-natal, funcionando como calmante
    • É regulado por hormonas
    • Inicia-se quando as contracções uterinas ocorrem com intervalos de 10 a 15 minutos
    • Perda do fluído amniótico, pelo rompimento do âmnio
  • Fig.13 – Hormonas no parto
    • Oxitocina
    • Produzida devido à pressão da cabeça do feto contra o colo uterino
    • Aumenta o número e a força das contracções
    • Relaxina
    • Segregada pelo corpo lúteo
    • Facilita o alargamento da bacia e amolece o colo do útero contribuindo para um fácil trabalho de parto
    • Progesterona
    • Inibe as contracções uterinas
    • A sua produção cessa uns dias antes do parto
  • Fig.14 – Fases do parto
    • Operação cirúrgica que permite extrair o bebé pelo ventre materno no caso de o parto não se poder processar normalmente
    • Para que o feto possa vir ao mundo por um parto normal, tem que atravessar o colo do útero, a cavidade óssea da bacia, a vagina e a vulva
    • Há dois obstáculos que podem ser intransponíveis: a bacia óssea e o colo do útero
    • Deve iniciar-se entre a 30º ou 31ª semana e decorrerá até à altura de nascimento do bebé
    • Para que servem?
      • Saber lidar com algumas das queixas típicas da gravidez
      • Conseguir identificar os vários sinais de parto
      • Aprender a relaxar
      • Adequar a respiração ao período de dilatação e expulsão
      • Aprender como e onde "fazer força" na fase da expulsão
      • Conhecer o processo fisiológico da amamentação
      • Aprender os cuidados básicos de higiene do bebé
  • Elevados teores de estrogénio e progesterona Hipotálamo inibem Hipófise inibe não se produz Prolactina Fig.15 – Produção e saída de leite
    • Com este trabalho esperamos ter conseguido cumprir os objectivos a que nos propusemos.
    • Este tipo de trabalho é sempre importante porque desenvolve a cooperação de todos os elementos do grupo, uma vez que aprendemos a aceitar opiniões diferentes das nossas. Desenvolve também a nossa capacidade de síntese e de pesquisa seleccionada.
    • A partida não encontrámos dificuldades durante o processo de elaboração do trabalho.
  • Páginas visitadas Titulo do website Temas abordados Autoria observações http://biologiacesaresezar.editorasaraiva.com.br/navitacontent_/userFiles/File/Biologia_Cesar_Sezar/Bio3_040.jpg Biologia César e Sezar Ocorrência de gémeos – idênticos e fraternos César e Sezar Há uma explicação muito acessível sobre ocorrência de gémeos http://violada_mas_nao_vencida.blogs.sapo.pt/54109.html Violada mas não vencida Alfabetização pré-natal Alexandra Caracol O site não nos foi útil http://violada_mas_nao_vencida.blogs.sapo.pt/56150.html Violada mas não vencida Alfabetização pré-natal Alexandra Caracol O site não nos foi útil http://www.apfisio.pt/gifsm/interv2.htm GIFSM Preparação pré-parto Oliver Explicação breve da utilidade das aulas http://www.bebecomsaude.com/musica-durante-a-gravidez-e-no-pos-natal.html Bebé com saúde Musicoterapia na gravidez Joomla Serviu de base para o nosso texto http://www.cientic.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=87%3Adiapositivos-de-desenvolvimento-embrionario&catid=35%3Areproducao-e-manipulacao-da-fertilidade&Itemid=109 CIENTIC Fecundação, Gravidez e Parto José Salsa O site está muito bom porque está muito dentro do programa Biodesafios Biodesafios I Fecundação, Gravidez e Parto Elsa Ribeiro, João Carlos Silva e Óscar Oliveira Abrange o tema de uma forma diferente do nosso livro Terra, Universo de Vida Terra, Universo de Vida Fecundação, Gravidez e Parto Amparo Dias da Silva e outros ____
    • Será que a musicoterapia na gravidez tem efeitos positivos a nível do desenvolvimento cerebral do bebé?
    • Porque é que há mulheres que não conseguem amamentar os seus filhos?
    • Se estivesses grávida e fosses fumadora activa deixarias de o fazer pelo bebé?
    • “ Já está cientificamente provado que a música e determinados sons ou cadências de sons ou tipo de música  estimulam o cérebro e auxiliam na educação e no desenvolvimento emocional do feto . E ntão é aceitável que podemos utilizar determinadas melodias para ensinar algo ao feto uma vez que a memória implícita está pronta a partir dos seis meses, permitindo-o recordar o que lhe foi transmitido através da audição e sentido do tacto.” Alexandra Caracol
    • É raro, mas quando isso acontece, o problema não é biológico mas sim devido a factores externos, como a fadiga, o stress… Assim recomenda-se que a mulher repouse o suficiente, não fume, não tome a pílula anticoncepcional (pois contém estrogénios)…
    • Tudo depende do contexto social de cada um, mas o que é facto é que o fumo pode causar imensas complicações quer para a grávida quer para o feto, tais como: gravidez ectópica (fora do útero), aborto espontâneo, morte “in útero”, parto precoce, rotura prematura do âmnio, baixo peso ao nascer, descolamento da placenta (acaba a nutrição do feto e este morre), defeitos genéticos…