Oração Inicial (Todos os dias)    (Acolher bem a todos que chegam para participar)D: Em nome do Pai e do Filho e do Espíri...
Apresentação    Famílias amadas!                                      vezes a família se desestrutura e até mesmo         ...
1º Encontro                     O cultivo da saúde na família                                              tos unicamente ...
dentro de atmosfera afe va, os encontros      L2: Por isso, para obedecermos à voz desuperam os desencontros. O aconchego ...
meiras guardiãs da vida. Assis mos, estar-    pondeu:recidos, a uma cultura permissiva que não     - Três reais, filho.reco...
2º Encontro                    A perda de sentido diante da doença na família Preparando o ambiente: colocar a Bíblia     ...
de posse da felicidade que nasce da          Para refle rsensação de que se é ú l. Isso só será       D: Quando todo o proc...
de troca de experiências que permitem a       doentes da família?cada um se ver no outro, isto é, paciente     3.Cuidar de...
3º Encontro                              Famílias de esperança                                              esposa que pre...
família: o agradecer e o pedir desculpas.      aproximam de Deus!Temos muita facilidade de dizer “Obrigado!”    L1: Quando...
moram a quase 300 km de distância um do       humanos, Eugênia Puebla:outro por causa do trabalho. A menina moracom a mãe ...
Celebração de encerramento Semana da Família 2012Orientações e sugestões                       em comunidade, celebrando a...
necessidades de vosso povo, derramais               D: Rezemos juntos pelas nossascom abundância vossa bênção sobre este  ...
(Neste momento, um pai, uma mãe           nossa Mãe e de São José,/ protetores dase filhos entram trazendo um braseiro,    ...
CANTOS1. A VOSSA PALAVRA, SENHOR é sinal de      Abençoa Senhor a minha também!interesse por nós1- É feliz quem escuta a P...
sozinhas demais                           Que eles achem os seus caminhos! AmemAlguém uniu essas luzes/ e agora elas     e...
é bom!/ Vale a pena vender tudo o mais        1. Somos gente da esperança/ Quepara poder comprar./ Esse campo que         ...
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  1. 1. Oração Inicial (Todos os dias) (Acolher bem a todos que chegam para participar)D: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Rezemos:Santo. T: Espírito Santo, Vós sois o alento do Pai e doT: Amém. Filho na plenitude da eternidade. Vós fostes enviado a nós, por Jesus para nosD: Estamos reunidos para o encontro da Se- fazer compreender o que Ele nos disse e nosmana da Família deste ano, que tem como conduzir à verdade completa.tema: Família geradora de vida, saúde e paz e Vós sois para nós sopro da vida, sopro cria-lema: Família na saúde e na doença. dor, sopro San ficador.O tema do encontro de hoje é: (ver o tema do Vós sois quem renova todas as coisas.dia). Assis dos pelo Espírito Santo de Deus Pedimos-vos humildemente que nos deispar cipemos alegremente desta reflexão. Es- vida e que habiteis em cada um de nós, emtejamos certos de que Ele auxilia nossas famí- cada um de nossos lares e em cada famílialias para que vivam com perseverança a voca- para que elas possam viver o sacramento doção assumida. Que a constância de Cristo em matrimônio como um lugar de amor, um pro-servir ao Pai contagie nossas famílias para vi- jeto de felicidade e um caminho para a san -verem sua vocação e missão nos dias de hoje. dade. Amém. Oração Final (Todos os dias) (Agradecer todos os presentes. Que mais famílias sejam convidadas)D: Estamos concluindo mais um momento de vós confiamos hoje as nossas famílias.reflexão e oração em que a família foi o foco de Abri o nosso coração à fé, ajudai-nos a aco-nossa atenção. Foi muito bom estarmos aqui lher a Palavra de Deus, dai-nos coragem parareunidos, buscando nos aproximar de Deus e vencermos as dificuldades, e para que a nos-dos irmãos, rezando por nossas famílias. sa casa seja uma verdadeira comunidade deT: Aqui queremos renovar Senhor a nossa vida e de amor.prece por nossas famílias: derramai sobre Orientai a nossa inteligência para que, com sá-elas inúmeras graças. bio cuidado, gestos e palavras de amor, sejamosL1: Desejamos sempre mais acolher a graça para os filhos guias seguros ajudando-os a des-de viver em família, convictos de que ela deve cobrir aqueles bens espirituais que são eternos.con nuar a ser o terreno fér l onde se cul - Suscitai no coração dos nossos filhos umavam os valores que servirão de alicerce para consciência reta e uma vontade livre paratoda a vida contribuindo para a construção da que, crescendo em sabedoria e em graça,sociedade fraterna e edificando a comunidade aprendam conosco a seguir Jesus Cristo.eclesial através da transmissão da fé. Protegei, guardai e san ficai as nossas famí-T: Concedei às nossas famílias saúde, alegria lias. Afastai delas a tentação do desânimo, dae harmoniosa convivência, num clima de desconfiança, do ciúme e do conflito.constante diálogo e oração. Concedei aos esposos a alegria, a paz e a fide-L2: Rezemos por nossas famílias. lidade aos compromissos que assumiram noT: Ó Sagrada Família de Nazaré, comunidade dia do matrimônio!de amor que une Jesus, Maria e José, modelo Jesus, Maria e José: protegei os nossos lares!e exemplo para todas as famílias da terra, a Amém.2
  2. 2. Apresentação Famílias amadas! vezes a família se desestrutura e até mesmo se separa. Essa nova situação exige um Mais uma vez, o Setor Famílias organiza, desacomodar-se da realidade confortávelprepara e sugere os temas a serem em que estamos inseridos para assumir odesenvolvidos na tão esperada “Semana risco da cruz e cuidar do(a) irmão(ã), ouda Família”. A cada ano, procuramos seja, do nosso próximo.enriquecer nossas famílias e comunidadescom reflexões que correspondam às Por fim, no 3º encontro, serão citadosnecessidades de nosso tempo. É verdade os elementos que compõem a beleza e aque as transformações e os enfoques dinâmica da família Cristã: Não é possívelvão acontecendo sem pedir licença; por falar de esperança sem falar de amor,isso, precisamos estar inteirados nas alegria e respeito. O gesto mais bonitodescobertas das ciências e ao mesmo tempo e saudável é aquele que vem de dentro,fundamentados nos princípios e valores, do reconhecimento do valor que o outroiluminados pela Palavra de Deus e pelos tem e por isso não nos cansamos de dizer:ensinamentos da Igreja. Neste ano, a par r obrigado.da temá ca da Campanha da Fraternidade, Na ocasião de nossa missa da unidadeFraternidade e Saúde Pública, decidimos na 5º feira santa, fora dito que um grandeprosseguir esse assunto na semana da projeto, um grande sonho, só pode serFamília. Teremos três encontros1: o cul vo construído por pessoas profundamenteda saúde na família; a perda de sen do tocadas pelo Senhor, que acreditam na vidadiante da doença na família; e Famílias de e na família. Espero que nosso presbitério,Esperança. juntamente com os leigos, as famílias e as No 1º encontro, destacaremos que a comunidades organizem bem essa semanafamília é lugar de encontro e aconchego, o tão especial.que não significa ausência de conflitos e de Concluindo: a “Semana da Família” é,alguns sofrimentos. A família é da como portanto, uma grande oportunidade deguardiã da vida, ambiente de proteção e refle r sobre a verdade de que na famíliacuidado. Neste primeiro encontro, além do construímos as bases do futuro corpotema saúde, daremos um especial enfoque social. Ninguém pode fugir dessa vocaçãoaos valores psicológicos, espirituais e peculiar. Especialmente as famílias cristãs,morais implantados e cul vados na família. que devem ser marcadas pelo modelo No 2º encontro tocaremos em um divino de família.aspecto mais específico da realidade da Desejo-lhes agradáveis encontros!saúde: quando um membro da famíliaé acome do de uma doença crônica ou Recebam meu abraço e bênçãosdegenera va e necessita de atenção, de Dom José Lanza Netocuidados especiais e con nuos, muitas Bispo Diocesano de Guaxupé1 - Nossos agradecimentos sinceros ao Pe. José Augusto, Dra. Neusa Maria Figueiredo e Valdete Apª Santos Ribeiropor elaborarem o conteúdo dos encontros. 3
  3. 3. 1º Encontro O cultivo da saúde na família tos unicamente humanos, a ideologias e Preparando o ambiente: colocar a Bíblia a falsas utopias”. A ditadura do econômi- em local de destaque e aberta no texto co sobre os demais campos da existência bíblico sugerido neste encontro e a cria a enganadora convicção de que não imagem da Sagrada Família. existe outra alterna va para a realização humana. Sob sua luz tudo se torna rela voCanto de abertura: Ilumina, ilumina, pág.17 e discu vel. Mas, a tradição cristã diz: não é possível viver uma verdadeira realizaçãoOração inicial: pág. 2 renunciando àquilo que é fundamental: o encontro e o aconchego familiar. Tal acon-D: Desde suas primeiras manifestações, a chego, ensaio do encontro defini vo comfamília se colocou como ambiente de pro- Deus, é um bálsamo para todos os homensteção e cuidado. O que não significa au- e mulheres, peregrinos nos novos cami-sência de conflitos e alguns sofrimentos. nhos que se abrem em pleno século XXI.É sobre isso que vamos refle r hoje. Famí- T: A vida em família é um ensaio do en-lia, lugar de encontro e aconchego, família contro defini vo com Deus.como guardiã da vida. Não vamos abordar L1: Percebemos muitos isolamentos. Mas,o tema da saúde na perspec va propria- não vivemos uma cultura de comunica-mente dita, como saúde sica e biológica ção? As redes sociais (emails, face book,ou mesmo psíquica, mas vamos falar dos MSN etc.) colocam as pessoas online! Sim.valores psicológicos, espirituais e morais É verdade. As pessoas possuem mais fer-implantados e cul vados na família. ramentas para se comunicarem. Mas estãoT: Família deve ser, acima de tudo, gera- cada vez mais isoladas em seus pequenosdora de valores espirituais e morais. mundos e em suas angús as existenciais.L2: Vivemos uma época de grandes exílios O fato de possuirmos mais ferramentase isolamentos! A cultura pós-moderna leva comunica vas não significa que estamosas pessoas a transitarem numa velocidade em comunhão! Revela, sem dúvida, um al-cada vez maior para lugares completamen- ssimo grau de melhoria na comunicação.te distantes de suas origens. Tudo se torna Mas, não necessariamente, uma comu-rela vo diante da questão econômica. Os nhão de sonhos e projetos comuns, gesta-exílios são inevitáveis. Em busca de situ- dos no ambiente familiar comunitário.ação mais favorável, homens e mulheres T: É bom que as famílias vivam em comu-deixam suas origens e vão para lugares e nhão.culturas desconhecidos. As relações fami- L2: As famílias possuem essa marca indes-liares se transformam: pais distantes de tru vel: são construtoras de afetos. A ca-seus filhos, irmãos longe de seus pais, ca- pacidade de amar, de perdoar e compre-sais que muito pouco se encontram. Tais ender os outros é formada no ambientesituações geram desgaste nas relações fa- familiar. Claro que alguns choques são ine-miliares. vitáveis. Por isso mesmo, as famílias são lu-D: Segundo Bento XVI “a humanidade in- gares de encontro e desencontro. Porém,teira aliena-se quando se entrega a proje-4
  4. 4. dentro de atmosfera afe va, os encontros L2: Por isso, para obedecermos à voz desuperam os desencontros. O aconchego Deus, é preciso cul varmos a união dentrovai além das discussões decorrentes das de nossas famílias.adversidades e, mesmo, do conflito de ge- D: Afetos, cuidados e aconchego educamrações. A preocupação, por exemplo, com os membros da família para a convivênciaum membro idoso, necessitado de cui- com o diferente. Enfrentar o diferente édados especiais, a capacidade de perder uma tarefa que se nos impõe. Porém, setempo com o avô que se torna repe vo e não vermos base afe va familiar, tal em-cansa vo, é uma experiência irrenunciável preita corre grandes riscos de ser malsuce-para quem deseja ser mais humano. dida. A saúde das relações humanas fami-T: Na família, os encontros superam os de- liares vai-se refle r nas saudáveis relaçõessencontros. sociais.D: A atenção aos pequenos, com seus me- T: As relações sociais saudáveis bro-dos e seus desejos, deve recair sobre to- tam de relações familiares saudáveis.dos os membros de uma família. Trata-se L1: O cristão nasce, cresce, amadurece ede uma das a tudes mais humanas que se envelhece dentro de uma família, dentroconhecem, desde nossas mais remotas ori- de uma comunidade concreta e historica-gens: perder tempo com um bebê ou com mente situada. A comunidade é a grandeum ancião fragilizado, porém, são duas ex- responsável por sua vida de fé. Nessa se-periências que tornam os humanos capa- gunda família, o seguidor de Cristo vivezes de merecer esse adje vo: humanos. A intensamente sua caminhada: de Belém asemana da família é, portanto, uma grande Jerusalém, percorre o caminho daquelesoportunidade de refle r sobre essa verda- que não temem perder sua vida por causade: na família construímos as bases do fu- do Senhor.turo corpo social. Não se pode fugir dessa T: A comunidade é a grande responsávelvocação peculiar às famílias. Especialmen- pela vida de fé do cristão.te as famílias cristãs, marcadas pelo mode- L2: Membro de uma comunidade que crê,lo divino de família. o ba zado crismado é alguém que vive noT: Na família, construímos as bases do fu- mundo “sem ser do mundo”. Nas comple-turo corpo social. xas situações do trabalho, da economia, da polí ca e da cultura, o cristão é chamado a dar provas de sua fé, abraçando a liberda-Palavra de Deus que Ilumina: canto a es- de de quem é movido pelo Espírito.colha, pág.16 T: O cristão deve dar sempre provas deLer Gn 2, 18-24. sua fé. D: Mesmo que não par cipe de algum gru-Para refle r po específico (pastorais ou movimentos), oD: Vimos que Deus não quis que o homem cristão adulto é aquele que “ alimentadoficasse só. O próprio Pai, então, providen- pela Palavra e pela Eucaris a “exerce, nasciou para ele o primeiro membro da famí- diversas realidades, o sacerdócio comum alia: aquela que seria sua mulher. ele conferido pela graça do Ba smo.L1: Quando Deus cria a primeira mulher e a L1: A segunda família, a comunidade, con-coloca junto a Adão, Ele está nos dizendo: tudo, não poderá oferecer aquilo que é peculiar à primeira célula da sociedade. Asvivam juntos e construam, também juntos, famílias, cristãs ou não cristãs, são as pri-a sua descendência. 5
  5. 5. meiras guardiãs da vida. Assis mos, estar- pondeu:recidos, a uma cultura permissiva que não - Três reais, filho.reconhece a dimensão saudável dos limi- - Então, papai, o senhor poderia me em-tes. Os pais são incen vados a não serem prestar um real?mais pais/mães e formadores da consciên- O pai, cheio de ira, respondeu:cia moral e espiritual de seus filhos. - Então esta era a razão de querer saberT: As famílias são as primeiras guardiãs da quanto eu ganho? Vá dormir e não mevida.L2: A criança que não aprende, desde amole!cedo, a respeitar os limites que lhe são Depois, o pai começou a pensar no que ha-impostos, será um adulto desajustado e via acontecido e sen u-se culpado. Talvez,criador de problemas e, por isso mesmo, o filho precisasse comprar algo. Querendonão respeitará as normas de convivência aliviar sua consciência pesada, foi ao quar-grupal. Como guardiã da vida e responsá- to do menino e, em voz baixa, perguntou:vel pela saúde emocional dos futuros cida- - Filho, está dormindo?dãos, as famílias, muito especialmente as - Não, papai.famílias cristãs, precisam acordar para o - Olhe! Aqui está o dinheiro que me pediu,tempo presente! Não se trata de uma vi- um Real.são educacional repressora ou, conforme - Muito obrigado, papai! – disse o filho,apreciam os sábios de plantão, uma edu-cação fora de moda, mas trata-se de uma levantando-se e re rando mais um monteação responsável de quem se comprome- de moedas de uma caixinha que estava sobteu com um sério projeto: a construção da a cama.nova humanidade. - Agora completei os três Reais e já posso pa-T: A família está na base da construção da gar você por uma hora de trabalho para quenova humanidade. tenha tempo de brincar um pouco comigo.D: Os pais precisam assumir seu papel deguardiães da vida, especialmente da vida Para conversarindefesa. Reves dos dos bons propósitos 1. Qual é a importância da família para a for-de escutar os filhos, não podem render-se mação de uma sociedade mais cristã?ao clima cultural em voga que privilegia o 2. Como as famílias cristãs devem crescermimo em detrimento de uma educação fir- em generosidade?mada na liberdade e na responsabilidade. 3. Como se pode cul var o espírito da paci-T: Os pais devem assumir o papel de guar- ência e tolerância, da compaixão e da ter-diães da vida. nura?Fato da vida Pai nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai.Um Menino pergunta ao pai, que retorna- Bênçãova do trabalho: Senhor, Deus de bondade e misericórdia,- Papai, quanto o senhor ganha por hora nós vos louvamos e agradecemos pelode trabalho? dom da vida e pela união de nossas famí-- Escuta aqui filho, isto nem sua mãe sabe! lias. Dai-nos a força do ressuscitado e assimNão incomode, estou muito cansado. venceremos a apa a e a indiferença queMas o filho insiste: nos impede de cul var a saúde dos rela-- Mas papai, por favor, diga quanto o se- cionamentos no convívio familiar. Amém.nhor ganha por hora de trabalho?A reação do pai foi menos severa, e res- Oração final (pág. 2) e canto (pág.16)6
  6. 6. 2º Encontro A perda de sentido diante da doença na família Preparando o ambiente: colocar a Bíblia quando se adoece, há um desequilíbrio em destaque e aberta no texto bíblico entre biológico, mente e espírito. Esse sugerido para este encontro, se possível desequilíbrio precisa ser tratado através a imagem da Sagrada Família e uma da chamada medicina de cura. vela acesa, simbolizando a fé diante da T: Todo ser humano deve viver no doença. equilíbrio que vem de Deus. L1: Quando um membro da família éCanto de abertura: Ilumina, ilumina, pág.17 acome do de uma doença crônica ou degenera va que necessita de atençãoOração inicial: pág. 2 e cuidados con nuos, muitas vezes, a família se desestrutura e até mesmo seD: Na construção de uma família, é separa, deixando a responsabilidadenecessário respeitar a individualização de de “cuidar” para a pessoa vista comocada um, assumindo responsabilidades responsável por fazer esse trabalho, quegrupais e não individuais. É preciso exige um desacomodar-se da segurançaaprender a ser feliz e a facilitar a felicidade pessoal, da zona de conforto em que nosde outros. colocamos para assumir o risco da cruz eL1: Para alguns, a natureza é um espetáculo cuidar do irmão - o seu próximo.de vida, de sons e de cores e para outros, T: Cuidar das pessoas doentes é sinal deapenas o lugar onde as pessoas vivem e “sim” ao chamado de Deus.por onde circulam. A maneira de sen r a L2: Neste momento, é necessário quenatureza é semelhante à maneira como todos os elementos que convivem com oeu vejo e sinto o outro – meu próximo. doente se transformem emocionalmente,Posso vê-lo com o olhar do amor ou com buscando um equilíbrio funcional parao da indiferença. o paciente e para a família. Os váriosT: É preciso olhar o outro com o olhar do cuidados que serão dispensados aamor, o mesmo amor com que Deus nos ele mudarão, com certeza, os hábitosolha. familiares. Um quadro prolongado daL2: Quando a doença surge numa família, doença, depois de passada a fase deexigindo dos familiares atenção e cuidado, desacomodação, desenvolve um novomuitas vezes a reação deles é parecida ritmo e uma nova ro na de vida paracom o modo como as doenças eram todos os que têm ligação direta ouvistas no passado – um cas go de Deus indireta com o doente.– através do qual o ser adoentado estaria T: É preciso se adaptar ao novo ritmo e“pagando” por algum pecado ou ainda à nova ro na diante da doença, sendopelos pecados de seus antepassados e todos os familiares instrumentos naseram excluídos ou mesmo abandonados mãos de Deus.pelos familiares. O desenvolvimento D: O tempo em que um membro dado mundo e a medicina de hoje família sofre de alguma doença é umesclarecem muitas doenças mentais, momento propício para os outros sicas e biológicas, que vão desde membros desenvolverem a condutaherança gené ca até contaminações cristã, responsável por fazer o outro feliz,externas do organismo. O certo é que, estando esse outro membro também 7
  7. 7. de posse da felicidade que nasce da Para refle rsensação de que se é ú l. Isso só será D: Quando todo o processo de cuidar dopossível se os cuidados dispensados paciente desaba com a no cia de que aao paciente forem a tudes fraternas, medicina não pode fazer mais nada porcaridosas e, principalmente, amorosas. É ele e a constatação de que mesmo Deusdescobrir que o BEM faz bem. É perceber não fará intervenção, há um misto deque o outro (paciente), apesar de seu sen mentos contraditórios que vão desdeinfortúnio, sua dor e suas chagas, quase perguntas como “por que ele?” até “ondesempre acolhe o cuidador com reações está Deus, que permite tanto sofrimentoafe vas e de gra dão. e não vem em sua ajuda?” Esse momentoT: O bem faz bem e traz felicidade que de dor vivido pela família é um momentonos aproxima de Deus. de reflexão e ques onamentos. OL1: É muito importante que todos os sen mento de impotência não é maisque convivem com o paciente criem do paciente, mas é transferido para osituações para que ele encontre paz e cuidador em primeiro lugar e depoismantenha a Fé na cura ou a aceitação para os demais membros da família quede que está passando por um processo percebem não poderem fazer mais nada.terminal, levando-o a compreender que T: Ao se deparar com doentes terminais,nós estamos de passagem por esta vida a família deve contar com a força quee que ela tem um tempo para ser vivida vem do alto e com o amparo que nascee um tempo para findar. É atuar como do coração de Deus.cuidador, psicólogo e até mesmo médico L1: O paciente terminal necessita ede vez em quando, permi ndo ao outro muito de tranquilidade e cuidados,desabafar seus medos e ansiedades, pois, principalmente na área emocional,neste momento, ele se vê falido, vencido, facilitando para ele desligar-se do corpoimpotente e algumas vezes desgostoso sico, reconhecendo a força de vidapor não ter mais tempo para fazer o que do espírito. É o momento ideal paranão foi feito ainda.T: É preciso ajudar o doente a ter oração, que liberta tanto a família comofé, aceitação e paz, sendo cuidador, o paciente dos medos causados pelapsicólogo, enfermeiro e até médico doença e pela proximidade da morte.agindo pela graça de Deus. A oração é o único caminho que nosL2: Agora talvez seja a úl ma aproxima do Divino, mesmo sendo nósoportunidade que o paciente e familiares profundamente humanos. É o momentotenham para desenvolverem a tudes que de avaliar todo o processo da doença,incluem amar, respeitar, doar o melhor de as tenta vas de cura, as descobertassi e despertar no outro o valor do afeto e afe vas, o ter-se tornado melhor e tantosdos bons sen mentos. outros sen mentos despertados duranteT: Devemos mostrar respeito e doar o o tempo de convivência entre paciente,melhor de nós ao familiar doente, poisessa é a a tude que Deus espera de nós. cuidador e família. T: A oração liberta e conforta; por isso, éPalavra de Deus que Ilumina: canto a bom que a casa do doente terminal sejaescolha, pág.16 lugar de constante e intensa oração.Ler Mc 5, 35- 43. L2: A relação entre mim e o doente terminal é um diálogo real, é um momento8
  8. 8. de troca de experiências que permitem a doentes da família?cada um se ver no outro, isto é, paciente 3.Cuidar de familiares doentes é dever oue cuidador têm a oportunidade de rever direito das famílias?sua vida e perceber a fragilidade do EU.Descobre-se o valor que tem a paciência, Pai nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai.a aceitação e a tolerância desenvolvidasno momento de reflexão diante da morte. BênçãoMorte que só é aceita através da Fé, Hoje, Senhor, de modo especial, tocastesquando se conclui que a única maneira nosso coração para acolher e cuidar,de ressuscitar em Cristo é passando pela com bondade e misericórdia, de nossos familiares que padecem enfermosmorte, processo do qual nem mesmo em nossas casas. Ajude-nos, SenhorJesus foi poupado. a exemplo do Bom Samaritano, a terT: O único modo de ressuscitar em Cristo coragem de ver, compadecer-nos, disporé passando pela morte; por isso, a morte de nossos bens e de nosso tempo, acolherdeve ser vista como caminho para se e cuidar de nossos familiares que sofrem.chegar a Deus. Amém.L1: A certeza de fazer diferente e com amorconforta e reanima quem está para par r Oração final (pág.2) e canto (pág.16)e, principalmente, a família que cuida dapessoa. A confiança permite superar omedo de morrer e a dor da perda e aindaencoraja os que ficam a con nuarem avida, servindo, amando e confiando emDeus, que é o determinador da nossahora, pois, como disse o salmista, “Tu mesondas e me conheces...esquadrinhas omeu andar e o meu deitar...Tu me cercaspor trás e por diante e sobre mim pões atua mão. Tal conhecimento é maravilhosodemais para mim.”T: “Tu me sondas e me conheces...procuras o meu andar e o meu deitar...Tume cercas por trás e por diante e sobremim pões a tua mão. Tal conhecimento émaravilhoso demais para mim”.Para conversar1. Como nós nos organizamos para cuidarde membros de nossa família que ficamdoentes?2. Até onde somos capazes de nossacrificar, de sair da “zona de conforto”do comodismo para nos dedicarmos aos 9
  9. 9. 3º Encontro Famílias de esperança esposa que prepara a sopa para o marido, Preparando o ambiente: colocar a Bíblia o marido que acompanha a esposa ao em destaque e aberta no texto bíblico médico, o filho que abraça o pai ou a mãe sugerido para este encontro, e se possível a imagem da Sagrada Família. quando eles estão tristes não estão falando de amor, mas estão vivendo o mais nobre dos sen mentos.Canto de abertura: Ilumina, ilumina, pág.17 T: Viver o amor é o caminho mais curto para nos aproximarmos de Deus.Oração inicial: pág.2 L1: O mundo em constante transformação, a necessidade de TER cada vez mais, asD: Hoje vamos refle r sobre a família horas exaus vas de trabalho e a violência,como base e símbolo de esperança. E muitas vezes, impedem que a família cul venão é possível falar de esperança sem outro sen mento importante: a alegria.falar de amor. Um organismo sem amor Conhecem-se famílias que vivem grandesnão tem esperança porque não tem onde dificuldades, com problemas financeiros oualimentar a alma. Por isso, cabe aqui uma de saúde, que conseguem, apesar de tudo,reflexão sobre o amor, esse sen mento manter um ambiente alegre, em que setão necessário e, ao mesmo tempo, tão canta, se ri e se busca, a todo o momento,incompreendido por tanta gente que se diz a alegria. Sem dúvida, essas famílias têmcristão! mais chances de vencer os problemas doT: Viver o amor é o caminho mais curto que aquelas que se fecham e passam apara nos aproximarmos de Deus! cul var a tristeza em seus semblantes e emL1: A poeta Adélia Prado, num de seus suas casas.poemas, diz o seguinte: T: É importante viver com alegria, pois a Minha mãe achava estudo alegria nos aproxima de Deus!a coisa mais fina do mundo. D: O amor e a alegria acabam por provocar,Não é. nas famílias, o aparecimento de outroA coisa mais fina do mundo é o sen mento indispensável: o respeito.sen mento. Os membros de uma família precisam seAquele dia de noite, o pai fazendo serão, respeitar como seres criados à imagem e semelhança de Deus. É inaceitável queela falou comigo: maridos gritem com as esposas, que filhos“Coitado, até essa hora no serviço pesado”. teimem em fazer aquilo que eles sabem queArrumou pão e café , deixou tacho no fogo vai magoar os pais, que esposas provoquemcom água quente. ira em seus maridos ou que pai e mãe ajamNão me falou em amor. como se os filhos não exis ssem. A família,Essa palavra de luxo. a par r do momento em que é formada,T: Viver o amor é o caminho mais curto precisa se amparar na pilastra do respeito.para nos aproximarmos de Deus! T: Não se pode dispensar o respeito dentroL2: O poema lido mostra muito bem o que das famílias. O respeito nos aproxima deé e como deve ser o amor em família. Ele Deus!deve ser vivido, demonstrado através deações carinhosas, gestos de aconchego e L1: Todos nós reparamos que dois gestossen mento de proteção. O pai que ampara considerados como expressão de boao filho num momento de necessidade, a educação, às vezes são esquecidos na10
  10. 10. família: o agradecer e o pedir desculpas. aproximam de Deus!Temos muita facilidade de dizer “Obrigado!” L1: Quando os filhos nascem, muitos paispara o caixa do banco, para a atendente da se sentem perdidos a respeito da educaçãoloja, para a pessoa que apanha um objeto dos filhos. Sentem-se divididos entre aque caiu no chão, mas não sabemos dizer necessidade de educar e o medo de não“Obrigado!” pela roupa passada, pelo conseguir, ou mesmo de ferir de algumesforço de re rada de um objeto do alto modo os filhos. A eles, a Igreja desejado armário ou pelo favor que o filho fez ao tranquilizar dizendo: para educar, é precisoir à padaria. Por que é tão di cil agradecer apenas transmi r valores morais e imporquando o favor vem de algum membro da limites. E diz mais: a transmissão dosfamília? valores morais é, não só direito, mas deverT: É preciso saber agradecer aos membros dos pais. Às vezes, as pessoas perguntamda família. O reconhecimento nos aos padres como se faz para transmi r osaproxima de Deus! valores e a resposta que ouvem é: “VivamL2: Assim como precisamos aprender a os valores que vocês querem transmi r. Emagradecer, precisamos aprender também vez de falar, ajam da maneira que julgama pedir desculpas. Quando esbarramos em corretas e que vocês querem ensinar. Seusalguém na rua, quando pisamos o pé de filhos têm muito mais chance de aprender oalguém, quando, sem querer, provocamos que vocês fazem do que de aprender o quea queda de algum objeto que está na mão vocês falam”.de alguém próximo, apressamo-nos a pedir T: Que todos os pais de nossa comunidadedesculpas. Por que esse gesto se torna saibam viver os valores morais. Os valorestão di cil quando esse alguém é marido, morais nos aproximam de Deus!esposa ou filhos? L2: Com relação à imposição de limitesT: Precisamos aprender a pedir desculpas. aos filhos, a orientação cristã nos ensinaO pedido de desculpas nos aproxima de que ela é também obrigação dos pais.Deus! Eles não podem terceirizar a imposição de limites. Não podem jogar essaPalavra de Deus que ilumina: canto a responsabilidade para os ombros dosescolha, pág.16 padres, dos professores, da polícia... QuemLer Lc 2, 8-18. estabelece até onde o filho pode ir são os pais. Ninguém, absolutamente ninguém,Para refle r tem mais direito ou obrigação de arcar comD: O Evangelho nos mostra como se essa responsabilidade. Assim, ajudemos oscompletou a família de Nazaré. José e pais de nossa comunidade a exercerem tãoMaria, sendo esposos, formavam já uma nobre direito e tão di cil dever. T: Que os pais de nossa comunidade sejamfamília, que foi abençoada com a chegada capazes de educar seus filhos dentrode um bebê: o Menino Jesus. A par r dos limites da Jus ça e da busca pelodesse momento, é certo que a família, bem comum. O respeito aos limites nosacrescida de uma criança, teve que se aproxima de Deus!organizar, pois um novo membro modificatoda a estrutura montada enquanto o casal Fato da vidaestava só. E essa reorganização deve ser Maria Elisa (nome fic cio) é aluna do 7ºadministrada com ternura, bom senso e ano de uma escola par cular. Tem 12 anos.muita responsabilidade. Sua mãe é médica e o pai engenheiro. OsT: Recebamos com amor as crianças que pais não estão legalmente separados, masDeus envia às nossas famílias. Elas nos 11
  11. 11. moram a quase 300 km de distância um do humanos, Eugênia Puebla:outro por causa do trabalho. A menina moracom a mãe e a avó. Como Maria Elisa estava Na educação de nossos filhos,relapsa na escola, a mãe foi chamada pelo Todo exagero é nega vo.serviço de orientação educacional. A escola Responda-lhe, não o instrua.queria pedir ajuda da família para resolver Proteja-o, não o cubra.problemas como falta de cumprimento Ajude-o, não o subs tua.das tarefas escolares, dispersão durante Abrigue-o, não o esconda.as aulas, dificuldade de concentração, falta Ame-o, não o idolatre.de cumprimento dos trabalhos atribuídos Acompanhe-o, não o leve.aos alunos e queda no rendimento. A mãe Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.disse a uma orientadora surpresa que a Inclua-o, não o isole.menina está, agora, por sua própria conta Alimente suas esperanças, não ase risco. Disse que não vai mais “bater de descarte.frente” com a garota, que se cansou de Não exija que seja o melhor, peça-lhe paratentar e que desis u de educá-la, porque ser bom e dê exemplo.ela, simplesmente, não obedece. Por fim, Não o mime em demasia, rodeie-o deencerrou o encontro pedindo que a escola amor.não a convide mais para falar da filha. Não o mande estudar, prepare-lhe um clima de estudo.Para conversar Não fabrique um castelo para ele, vivam1. Sobre o poema de Adélia Prado, lido no todos com naturalidade. início do encontro. A mãe, no poema Não o ensine a ser, seja você como quer estava demonstrando amor? Como? que ele seja. Por que ela achava que amor era uma Não lhe dedique a vida, vivam todos. palavra “de luxo”? Lembre-se de que seu filho não o escuta,2. Algum par cipante conhece algum pai ele o olha. ou mãe que aja como a mãe de Maria E, finalmente, quando a gaiola do canário Elisa? É normal que essa mãe não se quebrar, não compre outra... tenha domínio sobre uma menina de Ensine-o a viver sem portas. 12 anos? O que ela pode fazer para que a garota não se perca pelos caminhos Pai nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai. da vida?3. O encontro de hoje refle u sobre Bênção amor, alegria, respeito, capacidade Ó Deus, nosso Pai, dignai-vos abençoar e de agradecer e de pedir desculpas, san ficar nossas famílias, para que vossa imposição de valores morais e Palavra seja o nosso pão de cada dia. estabelecimento de limites na família. Conduzi nossas famílias no caminho da paz e da felicidade para que nunca percam a Qual dos aspectos abordados é mais esperança de dias melhores edificados no di cil perceber em nossa comunidade? amor conjugal. Amém.D: Para encerrar nossa reflexão, vamos Oração final (pág.2) e canto (pág.16)ler o que diz a professora argen na,especialista em educação em valores12
  12. 12. Celebração de encerramento Semana da Família 2012Orientações e sugestões em comunidade, celebrando a Semana da Família. Como é bom ver nossas famílias Preparar o ambiente deixando em reunidas no amor de Cristo, alicerce de destaque o Tema e principalmente sua existência. o Lema da Semana da Família 2012 T: Ilumina, ilumina nossos pais nossos (providenciar um banner ou cartaz) filhos e filhas. Ilumina, ilumina cada passo e um quadro ou imagem do Sagrado das nossas famílias (cantado). Coração de Jesus. A: A família, no sacramento do Incluir no espaço celebra vo símbolos Matrimônio recebe a graça de Cristo e que falem do tema e lema da Semana uma vida nova, tem especial importância da Família. tanto para a Igreja como para a sociedade, Valorizar as mesas da Palavra e da da qual é a célula primeira e vital. Por Eucaris a como elementos que unem a meio desta celebração invocamos as Igreja e Família na missão de alimentar bênçãos do Senhor, para que os membros seus membros. de nossas famílias sejam sempre mútuos Intensificar durante a semana o cooperadores da graça e mensageiros da convite para que a família toda venha fé nas diversas circunstâncias da vida. par cipar da missa: pai, mãe e filhos. T: Ilumina, ilumina nossos pais nossos Pedir, à chegada no local da celebração, filhos e filhas. Ilumina, ilumina cada passo que a família se assente próxima, toda das nossas famílias (cantado). reunida, valorizando ainda mais a presença da família. 3- Liturgia da Palavra (sugestão ou Dê preferência na realização desta usa-se a Liturgia da Palavra do dia) celebração envolvendo toda a  Primeira Leitura: Ef 5, 2ª.25-32. Paróquia com os grupos que fizeram  Sl 32, 12 e 18.20-21.22. os encontros durante a Semana. Que  Mt 7, 21.24-29. ela seja bem preparada, envolvente, fes va, sendo uma manifestação forte 4- Unção e alegre da Igreja a favor das famílias. Após a homilia, sugerimos que se faça Se a celebração de encerramento a unção com óleo perfumado dos pais, acontecer na celebração eucarís ca, mães e filhos presentes na celebração. nossa sugestão é que se use a Missa e A família se aproxima do presidente Orações pela Família (Missal Romano, da celebração e/ou dos ministros página 934) e a Liturgia da Palavra devidamente preparados para tal função, rada do Ritual do Matrimônio. enquanto procede na unção da fronte de todos dizendo: “QUE DEUS VOS ENCHA 1- Acolhida DE ALEGRIA E ESPERANÇA EM VOSSA Escolher um canto bem animado para FAMÍLIA”. Enquanto se faz o rito, canta-seacolher os grupos que chegam para a “Ilumina, ilumina”.grande celebração de encerramento daSemana da Família 2012. A oração de bênção do óleo perfumado pode ser a seguinte: 2- Abertura Deus eterno e bondoso, que com A: Aqui estamos mais uma vez, reunidos ternura paterna não deixais de atender as 13
  13. 13. necessidades de vosso povo, derramais D: Rezemos juntos pelas nossascom abundância vossa bênção sobre este famílias:óleo perfumado, para que as famílias por T: Nós vos louvamos, Senhor nossoele ungidas, sejam san ficadas em vossa Deus, porque sois a fonte da vida e nosgraça e cumprindo em sua vida a vossa criastes para viver em comunhão naPalavra estreitem os laços de fraternidade família, na comunidade e na sociedade.e amor, deixando-os transbordar, para Abençoai as famílias Senhor! Fizesteque o mundo se renove e entoe um o mundo para ser a casa de todos.verdadeiro hino de paz. Por Cristo, Nosso Ajudai-nos a transformá-lo para queSenhor. Amém. realizemos vosso projeto de vida familiar e convivência fraterna. 5- Rezando juntos Abençoai as famílias Senhor! Fazei que D: Caríssimos irmãos e irmãs, a exemplo da Família de Nazaré, nossasimplorando a bênção do Senhor sobre as famílias vivam o amor, cresçam na fé, nofamílias, tenhamos diante dos olhos que perdão e na oração.uma união estável só poderá conservar-se Abençoai as famílias Senhor! Ajudai-e aumentar, quando ver o próprio Senhor nos a lutar juntos para que todas ascomo seu autor. Vamos, portanto, invocá- famílias tenham casa, comida, escola,lo e digamos: R: Senhor, san ficai-nos! trabalho e saúde. Abençoai as famílias Senhor! Nós vos I. Senhor Jesus Cristo, que fazeis bendizemos pela missão da família, de ser toda edificação crescer e a casa de amor e da ternura, do diálogo e transformar-se num templo da fraternidade, da acolhida e da jus ça, santo, em virtude do Espírito, da par lha do pão para todos! (CF 1994 - fazei que nossas famílias estejam Fraternidade e a Família) unidas em vosso nome e que sua vida se apóie sobre vós como 6- Consagração da Família (no fundamento inabalável. encerramento da celebração). II. Senhor Jesus Cristo que A: Hoje, as famílias de nossa san ficastes a vida de família comunidade querem consagrar-se ao junto com Maria e José, ensinai Sagrado Coração de Jesus e abrir as portas a todos os membros de nossas de seus corações, a fim de que Jesus entre; famílias a por em prá ca, uns seja o amigo, o irmão, Deus e Senhor. para com os outros, a doação Todos: Coração de Jesus,/ pedimos de si mesmos, que governa e que o nosso coração seja como o vosso:/ fortalece a vida de família. manso e humilde./ Fazei-o crescer no III. Senhor Jesus Cristo, que vosso amor e na vossa graça./ Dai-nos quisestes ter a Igreja nascente san dade de vida,/ união,/ capacidade de reunida no Cenáculo com Maria, perdão,/ alegria, fé e desejo de par lha. vossa Mãe, concedei que a D: Derramai, ó Senhor, sobre todas as Igreja domés ca aprenda com famílias, as bênçãos do vosso Coração; a Bem Aventurada Virgem a aumentai-lhes fé, a esperança e a caridade. conservar em seu coração as Dai a todas, saúde e prosperidade, a fim vossas palavras, e perseverar de que estejam sempre prontas a fazer na oração e a colocar a si e seus a vontade de Deus, na escuta atenta da bens à disposição dos outros. vossa Palavra, no serviço e na acolhida (Preces espontâneas) amorosa aos irmãos e irmãs.14
  14. 14. (Neste momento, um pai, uma mãe nossa Mãe e de São José,/ protetores dase filhos entram trazendo um braseiro, famílias cristãs./ E vos pedimos que, pordepositando-o diante do quadro ou seus méritos e intercessão,/ seja ela a vósimagem do Sagrado Coração de Jesus; agradável e possamos permanecer fiéisem seguida, coloque o incenso. Cantar ao empenho hoje assumido,/ todos osa primeira parte e o refrão da Oração da dias de nossa vida. Amém.Família) Todos: Ó Jesus Redentor,/ que, no vosso 7- Bênção FinalCoração divino nos mostrais a expressão A bênção na família é um gesto muitomais comovente do vosso amor,/ olhai presente, bonito e forte (o que dizerpara nossas famílias,/ que são vossas dos pais abençoarem os filhos e estespela graça da aliança de amor que fizestes pedirem a bênção aos pais). Que a equipecom toda a humanidade. Cons tuídas no de celebração pense um gesto para quesacramento indissolúvel do matrimônio,/ toda a família seja abençoada conformesemelhantes à vossa união com a Igreja,/ sugestão abaixo.nossas famílias querem hoje,/ na suaunidade total,/ consagrar-se solene e D: Deus eterno, que com bondadetotalmente ao vosso Coração adorável./ paterna não deixais de atender àsCom esse ato,/ inspirado do desejo de necessidades dos homens, derramai aresponder ao vosso amor pelas famílias,/ abundância da vossa bênção sobre asnós queremos: famílias e san ficai os seus membros com o dom de vossa graça, para que - Renovar a nossa fé na família/ e em cumprindo os vossos mandamentostodas as verdades que revelastes e nas e desincumbindo-se dos encargos doquais a Santa Igreja nos propõe a crer; tempo presente, cheguem um dia à - Empenharmo-nos a dar testemunho mansão celeste para eles preparada. Pordo vosso Evangelho em nossa vida familiar Cristo, nosso Senhor.e social,/ no trabalho, na a vidade T: Amém.apostólica, no exercício da caridade Abençoe-vos Deus...fraterna,/ de forma que a nossa famíliamanifeste ser um verdadeiro santuário D: Família: gere vida, saúde e paz pordomés co da Igreja; toda a terra. Ide em paz e o Senhor vos - Dirigir-nos ao vosso Coração como acompanhe.o centro das nossas aspirações,/ luz dasnossas escolhas,/ conforto e sustento emtodos os acontecimentos alegres e tristes. Confiantes nas imensas riquezas dovosso Coração,/ dirigimos-vos a nossaoração para obter paz e felicidade emnossos lares,/ segurança de vida e saúde;/e esperamos que um dia a nossa família,/terminando o seu peregrinar terreno,/possa encontrar-se unida e eternamentefeliz no céu,/ grande família do Pai. Ó Jesus, nós vos apresentamos estanossa consagração/ por meio de Maria, 15
  15. 15. CANTOS1. A VOSSA PALAVRA, SENHOR é sinal de Abençoa Senhor a minha também!interesse por nós1- É feliz quem escuta a Palavra, e a Que marido e mulher tenham força deguarda no seu coração. amar sem medida. Que ninguém vá dormir sem pedir ou2. EU VIM PARA ESCUTAR: sem dar seu perdão.Tua palavra, tua palavra, tua palavra de Que as crianças aprendam no colo oamor. (2x) sen do da vida.Eu gosto de escutar: Que a família celebre a par lha do abraçoEu quero entender melhor: e do pão. Que marido e mulher não se traiam, nem3. Oração da Família (Pe. Zezinho) traiam seus filhos. Que o ciúme não mate a certeza do amorQue nenhuma família comece em entre os dois.qualquer de repente. Que no seu firmamento a estrela queQue nenhuma família termine por falta tem o maior brilho seja a firme esperançade amor. num céu aqui mesmo e depois.Que o casal seja um para o outro decorpo e de mente. 4- Se de mim depender (Pe. Zezinho)E que nada no mundo separe um casalsonhador. E se de mim depender/ uma família euQue nenhuma família se abrigue debaixo vou ter.da ponte. Uma família feliz eu vou ter/ se de mimQue ninguém interfira no lar e na vida depender.dos dois.Que ninguém os obrigue a viver sem E se de nós depender/ nossa famílianenhum horizonte. vai ser, nossa família vai ser/ mais umaQue eles vivam do ontem no hoje em família feliz.função de um depois. Meu coração tem um sonho/ e eu sei queQue a família comece e termine sabendo vai aconteceraonde vai. Passar a vida inteirinha/ ao lado do meuE que o homem carregue nos ombros a bem querergraça de um pai.Que a mulher seja um céu de ternura Era uma vez um riacho/ que outro riachoaconchego e calor, abraçouE que os filhos conheçam a força que Os dois formaram um rio/ e o rio pro marbrota do amor. deslizouAbençoa Senhor as famílias, Amém! Era uma vez duas luzes/ brilhando16
  16. 16. sozinhas demais Que eles achem os seus caminhos! AmemAlguém uniu essas luzes/ e agora elas e sejam amados!brilham bem mais Vivam iluminados!Há uma pessoa que eu amo/ que eu amo Nossa prece de filhos é prece de quematé mais não poder agradece.Ai não, eu não saberia/ viver sem o meu Nossa prece é de filhos que sentembem querer orgulho dos pais. Que eles trilhem os teus caminhos!5- Famílias do Brasil (Pe. Zezinho) Louvem e sejam louvados! Sejam recompensados!Um lar aonde os pais ainda se amam/ eos filhos ainda vivem como irmãos; Ilumina, ilumina nossos pais, nossosE venha quem vier encontra abrigo/ e filhos e filhas!todos têm direito ao mesmo pão. Ilumina, ilumina cada passo das nossas famílias!Onde todos são por um e um por todos/onde a paz criou raízes e floriu, Minha prece, ó Senhor, é também pelosUm lar assim feliz, / seja o sonho das meus familiares.famílias do Brasil! Minha prece, ó Senhor, é por quem tem um pouco de nós.Os filhos qual rebentos de oliveira/ Que eles achem os seus caminhos! Amemalegrem os caminhos de seus pais. e sejam amados!E façam a família brasileira/ achar seu Vivam iluminados!amanhã na mesma paz! Nossa prece, ó Senhor, é também pelosQue os jovens corações enamorados,/ nossos vizinhos.humildes e aprendendo o verbo amar, Por quem vive e trabalha e caminha,Não deixem de sonhar extasiados,/ que conosco, Senhor.um dia também eles vão chegar! Que eles achem os seus caminhos! Amem e sejam amados!Que aqueles que se sentem bem casados/ Vivam iluminados!deu certo o seu amor, o amor valeu,Não vivam como dois alienados:/ 7- É bom ter família (Pe Antônio Maria)par lhem esta paz que Deus lhes deu! 1. É no campo da vida que se esconde um6- Ilumina, ilumina (Pe. Zezinho) tesouro./ Vale mais que o ouro, mais que a prata que brilha./ É presente de Deus,Minha prece de pai é que meus filhos é o céu já aqui,/ o amor mora ali e sesejam felizes. chama família.Minha prece de mãe é que meus filhosvivam em paz. Como é bom ter a minha família, como 17
  17. 17. é bom!/ Vale a pena vender tudo o mais 1. Somos gente da esperança/ Quepara poder comprar./ Esse campo que caminha rumo ao Pai.esconde um tesouro, que é puro dom,/ Somos povo da Aliança/ Que já sabeé meu ouro,meu céu, minha paz, minha aonde vai.vida, meu lar.2. Até mesmo o céu desejou ser família/ De mãos dadas a caminho/ porquepara que a família desejasse ser céu./ juntos somos mais,Nela se faz a paz no ouvir, no falar,/ e na Pra cantar o novo hino/ de unidade,arte de amar, o amargor vira mel. amor e paz.3. Na família a men ra não se dá com a 2. Para que o mundo creia/ Na jus ça everdade,/ e a fidelidade sabe o peso da no amor,cruz,/ porque lá há amor, há renúncia e Formaremos um só povo,/ Num só Deus,perdão,/ há também oração e o chefe é um só Pastor.Jesus.8- Cura, Senhor (Pe Antônio Maria)Vamos Jesus passear, na minha vida/Quero voltar aos lugares em que fiqueisó/ Quero voltar lá con go, vendo queestavas comigo/ Quero sen r teu amor,a me embalar.Cura Senhor, onde dói/ Cura Senhor,bem aqui./ Cura Senhor, onde eu nãoposso ir.Quando a lembrança me faz, adormecer/Sabes que a espada da dor entra eu meuser/ Tu me carregas nos braços, leva-me com teu abraço/ Sinto minha almachorar, junto de Ti.Tantas lembranças eu quero, esquecer/Deixa um vazio em minha alma e emmeu viver/ Toma Senhor meu espaço, teentrego todo o cansaço/ Quero acordarcom tua paz a me aquecer.9- Somos Gente da Esperança18

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