Livreto Pascoa de Cristo Justiça Divina
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Livreto Pascoa de Cristo Justiça Divina Livreto Pascoa de Cristo Justiça Divina Document Transcript

  • 1 Apresentação ................................................................... 02 Encontro nas Casas • 1º Encontro.................................................................. 04 • 2º Encontro ................................................................. 07 • 3º Encontro ................................................................. 11 • 4º Encontro ................................................................. 15 • 5º Encontro ................................................................. 18 • 6º Encontro ................................................................. 21 • 7º Encontro ................................................................. 24 • 8º Encontro ................................................................. 28 • 9º Encontro ................................................................. 31 • 10º Encontro ............................................................... 35 • 11º Encontro ............................................................... 39 • 12º Encontro ............................................................... 42 • 13º Encontro ............................................................... 45 • 14º Encontro ............................................................... 48 • Músicas ....................................................................... 51 • Carta do Papa às CEBs.................................................. 57 • Carta Final do 13º Intereclesial das CEBs..................... 59 • Propostas das CEBs Sul 1.............................................. 63 ÍNDICE
  • 2 13º Intereclesial da CEBs Queridos amigos, leitores e companheiros das Comunidades Eclesiais de Base! No dia 05 de janeiro de 2014, às 05h10 da manhã, saiu da Catedral São Dimas, um ônibus com 44 Delegados do Sub-Regional de Aparecida, sendo 38 da Diocese de São José dos Campos e 06 da Diocese de Taubaté. Ficamos40horasconvivendodentrodoônibus.Alinosconhecemos, através da partilha da vida – alimentos (o Balde de rosquinhas e as mangas do Paulão, bolos, tortas, lanches frios, biscoitos, pães, sucos, todinhos, bis... bis... bis, etc – muitas conversas) e da fé (oração do terço, ofício da manhã, ofício da noite); também tivemos momentos culturais, com filmes, música e até micos. Chegamos a Juazeiro do Norte dia 06 às 20h35 e na Paróquia Menino Jesus de Praga fomos recebidos, de imediato, pelo Santo – Poeta Cearense, que nos encaminhou para a coordenação da paróquia e fomos, em seguida, conduzidos às Famílias, que seriam também nossas Famílias naquela semana, e, consequentemente, pelo resto de nossas vidas. Nosso grupo ficou instalado na Comunidade Nossa Senhora dos Milagres, no Bairro Parque São Geraldo, espalhados pelas casas na comunidade e durante a semana acompanhados por jovens e lideranças. No dia 07 de janeiro, às 19h, nos concentramos no pátio das almas, na Igreja de São Francisco, e ali tivemos a Celebração de Abertura, presidida por Dom Fernando Panico – Bispo da Diocese de Crato. Entre os dias 08, 09, 10 e 11, tivemos uma agenda de atividades muito intensa, que começava com a concentração na capela Nossa Senhora dos Milagres, às 06h30 (tínhamos que acordar as 05h30 e tomar café), para nos dirigirmos até o Caldeirão (Ginásio Poliesportivo). Ali as atividades se iniciavam sempre às 08h com um momento de Espiritualidade. Em seguida, tivemos momentos de profundas reflexões sobre a Apresentação
  • 3 realidade da Igreja, da Vida e da Fé. Também tivemos a oportunidade de entrar nas casas de Juazeiro do Norte, fazendo nossa missão, convivendo com as alegrias, dores e esperanças deste povo tão maravilhoso – foi um momento forte para todos os Delegados. Um outro momento marcante neste Intereclesial foi a subida até a Colina do Horto, onde fica a estátua de Pe. Cícero. A celebração dos Mártires e a fé dos romeiros se uniram para louvar e agradecer a Deus, por tudo que acontecia, pois todos tinham o mesmo sentimento. No último dia, 11 de janeiro, fomos até o Memorial Pe. Cícero, ali entramos na história e na fé de Juazeiro do Norte, que está intimamente ligada à vida de Pe. Cícero. Visitamos o seu túmulo, que se encontra dentro da capela e na praça nos concentramos para a caminhada em direção à Basílica Nossa Senhora das Dores, onde foi celebrada a Missa de Encerramento do 13º Intereclesial, presidida por Dom Fernando Panico e concelebrada por vários Bispos, Padres e todo o Povo de Deus. Participaram e colaboraram com a realização do 13º Intereclesial em Juazeiro do Norte (CE), 5.036 pessoas, sendo: 4.036 delegados dos 18 regionais da CNBB: 2.248 mulheres e 1.788 homens. Os bispos presentes somam 72; os padres, 232 e os religiosos e religiosas, 146. Representantes de 75 comunidades indígenas; de 20 de outras Igrejas cristãs, 35 de outras religiões, 36 estrangeiros e 68 assessores e membros da coordenação ampliada. O Intereclesial acontece sempre em uma arqui (diocese) escolhida durante a realização do encontro. A sede do 14º Intereclesial será a cidade Londrina – Paraná. Depois da Celebração de Encerramento, voltamos para a casa das famílias, na Comunidade Nossa Senhora dos Milagres. Convivemos com elas naquela noite e no dia 12 de janeiro às 05h25 saímos de Juazeiro do Norte com destino a São José dos Campos. Chegamos na Catedral São Dimas dia 13 de janeiro às 22h. Quero manifestar minha gratidão a todos que colaboraram para que este Intereclesial acontecesse, e também a todas as pessoas que não puderam ir, mas, participaram conosco através da oração, da partilha e da fé. Um agradecimento especial às nossas famílias, de São José dos Campos / Taubaté, e às de Juazeiro do Norte, que
  • 4 cuidaram da gente com todo carinho, afeto e amor. Quero finalizar esta conversa com a Poesia feita no momento que chegamos a Juazeiro, pelo nosso eterno amigo Santo – Poeta de Juazeiro do Norte. “O Padre, o Santo e os Missionários” (06/01/2014) Eu estava em minha sala Num trabalho necessário De repente veio alguém Sem corrente nem rosário Me dizendo com espanto Venha logo aqui seu santo Receber com todo encanto O Padre e os missionários. Eu num fiz nem comentário Para um povo tão bendito Mas, o Padre Fabiano Me falou muito aflito Nós queremos só saber Onde nós vamos comer Pois comemos só mosquito. Mas aqui tem os sibito Que é um prato especial Pra quem vem lá do sudeste Tem valô fenomenal Se não gostarem do sabor Este Santo pecador Lhes levará pro hospital. Minha Bênção a todos e muito obrigado! Que os Santos e Mártires da caminhada, Pe. Cícero e todos os homens / mulheres de boa vontade, intercedam por cada um! Pe. Fabiano Kleber Cavalcante do Amaral Assessor Diocesano das Comunidades Eclesiais de Base
  • 5 1° Encontro “Bem-Aventurados os que creram sem terem visto” 21 a 27 de abril PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, cruz, colcha de retalho, sandália. 1. CHEGADA: Silêncio e oração pessoal. 2. ABERTURA. -Verdadeiramente ressurgiu Jesus, (bis) Cantemos aleluia! Resplandece a luz! (bis) -Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito, (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito! (bis) -Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos (bis) Cristo nossa Páscoa, a Deus louvação! (bis) -Ao partir do pão, ele apareceu!(bis) Fica, Senhor, conosco, já escureceu!(bis) 3. OLHANDO A REALIDADE: Missão da comunidade ressuscitada. Dirigente: O Concílio Vaticano II, que provocou um grande impacto na Igreja, já sentia, na prática, que a renovação da vida comunitária e que a comuni- dade deve se tornar instrumento de evangelização. CNBB - Documento 25. Leitor(a) 1: A realidade das Comunidades Eclesiais de Base se expressa na liturgia e também na diaconia e na profecia. Leitor(a) 2: A diaconia educa, cura as feridas, multiplica e distribui o pão e chama para a solidariedade e à comunhão. A profecia anuncia o desígnio de Deus e denuncia os abusos e exige a conversão. Por isso, sofre persegui- ção, difamação, morte. Leitor(a) 3: Temos duas testemunhas recentes desse duplo ministério das discípulas/os de Jesus Cristo: Dra Zilda Arns e Irmã Dorothy Stang. Elas en- tregaram a vida e nos deixaram seu testemunho de fé e amor aos pobres, fracos, desamparados e discriminados. Leitor(a) 4: Essa é a missão da comunidade ressuscitada: entregar a vida,
  • 6 dar testemunho de fé e amor aos pobres, fracos, desamparados e discrimi- nados. 4. HINO: Cristo venceu- cantado ou rezado. Cristo venceu, aleluia! / Ressuscitou, aleluia! O Pai lhe deu glória e poder, / Eis nosso canto, aleluia! 1- Este é o dia em que o amor venceu, Brilhante luz iluminou as trevas Nós fomos salvos para sempre. 2- No coração de todo homem nasce A esperança de um novo tempo, Nós fomos salvos para sempre! 5. SALMO 117 (118) – Na Bíblia - cantado ou rezado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto de Aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente: João 20,19-31. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente) 7. MOMENTO DA PARTILHA. a- O Evangelho nos colocam na presença da 1ª comunidade cristã, descre- vendo como os discípulos/as estão antes do encontro com o Ressuscitado, que desencadeia neles, vida nova e missionária. Estamos vivendo esta vida nova e missionária na comunidade? b- Qual o versículo que mais chamou atenção? c- Assim como Zilda Arns e Irmã Doroty, muitas pessoas deram a vida por causa do Evangelho. Comente 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: A espiritualidade é um caminho estreitamente ligado à vida con- creta. No nosso caso, a complexa realidade brasileira é o lugar onde o ani- mador é chamado a viver a cada dia a espiritualidade cristã e a deixar-se conduzir pelo mesmo Espírito que animou Jesus, e o levou a inserir-se na trama humana e a assumir o risco da história. Vamos procurar nos situar na realidade brasileira a partir dos fatos da vida. Sugestão: Visitar algumas pessoas as quais se identificam com as CEBs e fazer o convite para serem animadorores.
  • 7 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: No brilho do sol da justiça, que acaba de ressurgir para nós, ben- digamos ao Senhor: Todos: Escuta-nos, Senhor da glória! ● Guarda-nos na comunhão com os santos, com os mártires do Reino, com todas as pessoas que lutam pela paz. ● Ó Cristo, na tua Páscoa, cantamos a vitória de toda a humanidade; por isso te entregamos toda luta, todo sangue, toda busca de uma terra nova. ● Senhor, através da presença do Ressuscitado, saibamos acolher as dife- renças para assim viver e testemunhar a comunhão para que o mundo creia. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO: Dá-nos, Senhor, aquela Paz inquieta que denuncia. A Paz que nos sacode com a urgência de Reino. A Paz que nos invade, com o vento do Espírito, a rotina e o medo, o sossego das praias e a oração do refúgio. A Paz das armas na derrota das armas. A Paz da fome de justiça, a Paz da liberdade conquistada, a Paz que se faz “nossa” sem cercas nem fronteiras. Que tanto é “shalom” como “salam”, perdão, retorno, abraço... Amém! 11. AVISOS/COMEMORAÇÕES (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) ● Evangelho do próximo encontro: Lucas 24,13-35. Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. ● Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. ● Outros... 12. BÊNÇÃO/ORAÇÃO FINAL. Dirigente: O Deus que fez ressurgir da morte nos ressuscite para uma vida nova, nos encha de esperança e nos dê a sua paz agora e para sempre. Amém CANTO FINAL. 18.05 - XIV Romaria Estadual das CEBs à Aparecida “CEBs, na Casa da Mãe Maria, grita por Libertação”
  • 8 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, colcha de retalho, cruz, figura de Jesus Ressuscitado. 1. CHEGADA: Silêncio e oração pessoal. Canto meditativo. 2. ABERTURA. -O Senhor ressuscitou, realmente! (bis) Ele vive com a gente, aleluia, aleluia! (bis) -Ó Senhor, fica conosco, aleluia! (bis) Pois é tarde a noite vem! (bis) -O Senhor ressuscitou, aleluia! (bis) Pois, é tarde e a noite vem! (bis) -O Senhor ressuscitou, aleluia! (bis) Ele vive com a gente, aleluia, aleluia! (bis) -Glória a Deus, Senhor da vida, aleluia! (bis) Por tão grande alegria, aleluia! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE: “Emaús dos nossos dias”. Dirigente: Lucas apresenta-nos Jesus que aparece no caminho dos dois dis- cípulos. Se os discípulos de Emaús tiveram dificuldade em compreender a Paixão de Jesus e estes dois são a personificação de cada um e de todos os discípulos, isso significa que, cada um de nós tem a mesma dificuldade. Leitor(a) 1: Este caminho caracteriza-se pela dificuldade em ver, em reco- nhecer Jesus. No meio das preocupações e dos sofrimentos da vida, o dis- cípulo não reconhece a presença do Ressuscitado. Falta-lhe um olhar, o olhar da fé para encontrar Jesus na sua paixão e na paixão de um mundo de sofrimento que nos rodeia por todos os lados. Cada cristão sente esta dificuldade na sua própria pele. Leitor(a) 2: Os cristãos vão para a celebração levando com eles os proble- mas da vida, da semana, com as suas alegrias e interrogações, com os sofri- mentos, as incompreensões familiares, a falta de emprego etc. 2° Encontro “O Senhor está Vivo!” 28 de abril a 04 de maio
  • 9 Por isso o dia do Senhor, é o dia de ver a Deus. De O encontrar o Ressusci- tado como os discípulos de Emaús. Leitor(a) 3: Os Apóstolos contam uns para aos outros; “Realmente o Se- nhor ressuscitou e apareceu a Simão”. Portanto não se pode ser cristão apenas dentro de casa ou da Igreja. É necessário anunciar na vida, Aquele que encontramos na Palavra e na Eucaristia. Leitor(a) 1: A missão faz parte da essência da Igreja; de tal modo que so- mos cristãos na medida em que somos missionários. Se não houver missão é sinal que alguma coisa falhou na Eucaristia. Leitor(a) 2: O trabalho das Comunidades Eclesiais de Base é realmente essa missão, estar junto com os vizinhos durante todo o ano, anunciando o Rei- no, denunciando as injustiças e ajudando cada um a descobrir seus direitos. Todos: No tempo de Lucas, havia já a consciência de que o conhecimento de Jesus, plenamente vivido na Eucaristia, levava os simples cristãos à missão e mesmo ao martírio pelo nome de Jesus. 4. HINO: Cristo ressuscitou - cantado ou rezado. Cristo ressuscitou, o sertão se abriu em flor, Da pedra água saiu, era noite e o sol surgiu, Glória ao Senhor! 1- Vocês, que tristes estão, que gemem sob a dor, Na dor de sua paixão Deus se irmanou! 2- Vocês, que pobres são, que temem o opressor, Por sua ressurreição Deus nos livrou 5. SALMO 16(15) – Na Bíblia - cantado ou rezado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto para aclamar a Palavra. Ler pausadamente: Lucas 24,13-35 (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente) 7. MOMENTO DA PARTILHA. Dirigente: Sem a Palavra não há cristianismo e não é possível conhecer a Jesus Cristo; não é possível ter a vida “iluminada”, isto é, compreender o mistério de Jesus. a- Como vai a nossa fidelidade à reflexão e leitura da Palavra de Deus no
  • 10 nosso grupo bíblico? b- Estamos usando a pedagogia de Jesus para ajudar as outras pessoas a resolver os seus problemas e a encontrá-lo? c- A missão faz parte da essência da Igreja; de tal modo que somos cristãos na medida em que somos missionários. Você acredita que através das CEBs se realiza a verdadeira missão? Porquê? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Esta primeira etapa da caminhada do discípulo e de cada ser humano, que se caracteriza pelas interrogações e, tantas vezes, pela noite escura, tem a sua resposta na presença do ressuscitado. Jesus está presen- te, nunca abandona o discípulo.. 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Neste tempo favorável, neste dia da salvação, peçamos ao Se- nhor a graça da conversão, a renovação da nossa vida batismal, por meio de Jesus, o Cristo, o Escolhido de Deus. Todos: Caminha conosco Senhor. ● Para que a Palavra de Deus possa nos curar de toda cegueira e iluminar nossos corações; que possamos compreender o que Deus quer de nós a cada momento... ● Para que a força da Ressurreição nos encha de alegria e nos renove inte- riormente. ● Senhor, fica conosco, pois já é tarde e a noite já vem chegando! Não nos abandona no caminhar do dia a dia das CEBs, que possamos ajudar nossos irmãos a aliviar a dor, afagar o desânimo. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO: Acolhe, ó nosso Deus, no final deste dia, tudo o que foi feito, em nossos corações, em nossas comunidades, no mundo todo, para ma- nifestar a força de vida e vencer as forças da morte. Acompanha-nos com tua bênção, a fim de prepararmos, na alegria do Espírito-Mãe, a santa Páscoa. Amém! 11. AVISOS/COMEMORAÇÕES (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) ● Evangelho do próximo encontro João 10,1-10. Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos.
  • 11 ● Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsidio. ● Outros... 12. BÊNÇÃO/ORAÇÃO FINAL. Dirigente: Que o Deus da Paz nos faça capazes de cumprir sua vontade, fazendo tudo o que é bom, agora e para sempre. Amém! CANTO FINAL. 13º Intereclesial das CEBs: “Justiça e Profecia a Serviço da Vida” CEBs, Romeiras do Reino no Campo e na Cidade
  • 12 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia em destaque, flores, vela, uma figura ou cartaz com o “Bom Pastor”, fotos de encontros nas casas. 1. CHEGADA: Silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA. - Verdadeiramente, ressurgiu Jesus, (bis) Cantemos aleluia! Resplandece a luz! (bis) - Para ti, Senhor, toda noite é dia, (bis) Tua ressurreição, luz que recria! (bis) - Luz da alegria, Pai do esplendor, (bis) A ti rendemos glória, nosso Salvador (bis) - Luz que não se apaga, és nosso clarão (bis) Vence as nossas trevas, nossa escuridão. (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito! (bis) Glória a Trindade Santa, Glória ao Deus bendito! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE: “A arte de conviver”. Dirigente: O grupo é uma necessidade inerente à pessoa, nele ela vive e convive, amadurece, cresce, descobre, aprende, ensina, recria, multiplica. É em sociedade que todos vivemos, é junto com outros que crescemos e nos desenvolvemos, alcançando dessa forma nossa plena realização; cons- truindo passo a passo a civilização do amor: “O Reino de Deus”. Leitor(a) 1: Nas CEBs, a convivência em grupo é uma realidade, e todo gru- po necessita de um líder. Mas o que é um líder? É todo indivíduo que graças à sua personalidade conduz um grupo social, e, tem a participação espon- tânea dos liderados. Leitor(a) 2: O líder é estímulo para o grupo quando desperta o entusiasmo, o interesse de cada um dos membros pelo trabalho proposto, levando-os à contribuir de forma cooperativa. 3° Encontro “Seguir os passos do Bom Pastor” 05 a 11 de maio
  • 13 Leitor(a) 3: O Evangelho do “Bom Pastor” nos mostra uma sintonia perfei- ta entre pastor e ovelhas, ambos se conhecem e reconhecem. Da mesma forma é preciso trabalhar para que nos grupos a sintonia do “Bom Pastor” aconteça entre líder e liderados. Leitor(a) 4: Algumas pistas nos ajudam na construção desse ideal: saúde sempre o outro olhando em seus olhos; respeite a maneira de ser do outro, de pensar e agir; ouça, dê tempo para que o outro fale; aconselhe, tire sem- pre as dúvidas; caminhe sempre em direção ao outro, junte-se, una forças, respeite e ame. Leitor(a) 5: Alguns pontos fundamentais para a sintonia do grupo. Fale com as pessoas, sorria, chame-as pelo nome, seja amigo e prestativo; cordial e simples; interesse-se sinceramente pelos outros; seja generoso em elogiar e cauteloso em críticas; respeite a opinião dos outros; seja disponível; faça tudo da melhor maneira, pois servir bem é o verdadeiro sentido da vida. 4. HINO: Sou o Bom Pastor – cantado ou rezado. Sou o bom pastor, ovelhas guardarei. Não tenho outro ofício nem terei. Quantas vidas eu tiver eu lhes darei. 1 – Maus pastores, num dia de sombra Não cuidaram e o rebanho se perdeu. Vou sair pelo campo reunir o que é meu conduzir e salvar. 5. SALMO 23(22) – Na Bíblia - cantado ou rezado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto de Aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente João 10, 1 - 10. (breve silêncio para que a palavra nos toque o coração e a mente). 7. PARTILHANDO O EVANGELHO. Dirigente: a partir do texto lido, podemos afirmar que Jesus é o Bom Pas- tor: porque conduz para fora do curral, uma prática libertadora; existe en- tre o Pastor e as ovelhas uma sintonia perfeita, é a única alternativa. “Eu sou o Bom Pastor”, Ele liberta o povo para a vida em abundância. a- Nesta parábola a “Porta” assume um precioso significado. Comente. b- Releia o versículo 5 e comente. c- Reflita por um minuto: Você conhece a voz de Jesus? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Quais atitudes do Bom Pastor você pode adotar em sua casa, e também na sua comunidade?
  • 14 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇAÕ (PRECES). Dirigente: O Bom Pastor percorreu um caminho de alteridade, de encontro com as ovelhas, com as pessoas, para as quais deveria pastorear. Todos: Senhor, dá-nos a graça de vivenciar as atitudes do “Bom Pastor”. ● Deus de amor, envia-nos o Espírito Santo, para que Ele aja em nós e assim sejamos instrumentos na obra da Evangelização, rezemos. ● Deus de amor, pedimos a graça de sermos verdadeiras testemunhas da missão de Jesus Cristo, fazendo da sua, a nossa missão, uma vez que na Eucaristia comungamos da sua vida em mistério, rezemos ... ● Deus de amor, que a exemplo dos apóstolos possamos assumir a missão de anunciar o Evangelho, em nossa casa, na nossa rua, em nossa comuni- dade, rezemos. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO: Ó Deus, com a fecundidade do Teu Espírito, animaste a vida e a missão dos primeiros discípulos e discípulas de Jesus. Ilumina com o mesmo Espírito os nossos corações, e acende neles o fogo do Teu amor, para que sejamos testemunhas da Tua Ressurreição. Pedimos isso em nome de Jesus, nosso Senhor. Amém! 11. AVISOS / COMEMORAÇÕES. (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) ● Evangelho do próximo encontro: João 14, 1-12. Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. ● Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. ● Outros... 12. BÊNÇÃO / ORAÇÃO FINAL. Dirigente: O Senhor nos abençoe e nos guarde. Amém! O Senhor faça brilhar sobre nós a sua face e nos seja favorável! Amém! O Senhor dirija para nós o seu rosto e nos dê a paz! Amém! Louvado Seja nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL.
  • 15 PREPARANDO O AMBIENTE: A Bíblia em destaque, flores, vela, uma figura que mostre “Um caminho” uma gravura ou quadro de Jesus e seus discí- pulos. 1. CHEGADA: Silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA. - Verdadeira mente ressurgiu Jesus, (bis) Cantemos aleluia! Resplandece a luz! (bis) - Venham, ó nações ao Senhor cantar! (bis) Ao Deus do universo venham festejar! (bis) - Seu amor por nós, firme para sempre, (bis) Sua fidelidade dura eternamente. (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Cristo é nossa Páscoa, a Deus louvação! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE: “O Seguimento de Jesus”. Dirigente: A iniciativa é sempre de Deus, mas é preciso ter coragem de res- ponder. É preciso discernimento, compreensão, disposição, vida intensa de oração. O chamado é sempre em vista do serviço ao Reino de Deus. Leitor(a) 1: Para o seguimento de Jesus, três pontos são fundamentais: a) tê-lo como única fonte de verdade, o que exige desapego e espírito de po- breza; b) ter disponibilidade e priorizar a missão; c) ser compassivo e mi- sericordioso. Leitor(a) 2: Deus nos oferece em Jesus: um lar, um lugar no qual nos sinta- mos acomodados, acolhidos e amados de maneira incondicional e gratuita. Hoje estamos em peregrinação, caminhando. Nossa morada não é definiti- va. O caminho não é outro senão Jesus. Seguir Jesus pode ser difícil, mas é a única maneira de chegar à plenitude da vida. 4° Encontro “Eu sou o Caminho, a Verdade, a Vida’’ 12 a 18 de maio
  • 16 Leitor(a) 3: A inquietação de Filipe é a daquele que quer possuir a meta an- tes de chegar a ela. Para alcançar a meta é preciso ter passado muito tempo treinando. Depois é preciso correr, correr cada metro, aqueles nos quais está rodeado de aplausos do público e inclusive todos aqueles outros que, mais distantes, é preciso corrê-los na solidão. É preciso ser perseverante, mesmo que às vezes não se perceba a meta e as pernas fraquejem. 4. HINO: Pelas estradas a vida- cantado ou rezado. Ó vem conosco, / vem caminhar, / Santa Maria, Vem! 1 - Pelas estradas da vida,/ Nunca Sozinho estás/ Contigo pelo caminho/ Santa Maria vai. 2 - Se pelo mundo, os homens, / Ser conhecer-se vão./ Não negues nunca a tua mão/ A quem te encontrar. 3 - Mesmo que digam os homens: “Tu nada podes mudar”, / Luta por um mundo novo/ De unidade e paz. 4 - Se parecer tua vida/ inútil caminhar / Lembra que abres caminho/ Outros te seguirão. 5. SALMO 33(32) – Na Bíblia - cantado ou rezado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto de Aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente João 14, 1 - 12. (Breve silêncio para que a palavra nos toque o coração e a mente). 7. PARTILHANDO O EVANGELHO. Dirigente: O caminho, A verdade e a Vida. Esta declaração de Jesus é o centro do Evangelho de João e sintetiza a prática de Jesus e a comunidade. Jesus é a vida e a comunidade percebe que, por seu ensinamento, Ele conduz à vida. a- Leia o versículo que mais lhe tocou? Por quê? . b- A comunidade que segue Jesus não caminha para o fracasso, pois a meta é a vida. Comente. c- Em que situação em nossas vidas temos a mesma atitude de Filipe? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Releia em casa os versículos 5 e 6 e reflita: o que precisamos fazer para ter uma atitude diferente de Tomé?
  • 17 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Quando permanecemos em Jesus, recebemos a verdade em ple- nitude. É preciso crer. Todos: Cristo amado, queremos permanecer nos teus caminhos. ● Cristo amado, que nossas comunidades possam se espelhar na tua práti- ca, na defesa e promoção da vida. ● Cristo amado, dá-nos sabedoria para que possamos compreender que o Deus invisível possa ser visto em ti. ● Cristo amado, abranda o coração dos poderosos, aumenta a força dos pobres e ajuda-nos a dar tudo o que é possível de mudança em favor dos pequenos excluídos. 10. ORAÇÃO: Senhor, tudo começou de novo com a ressurreição do teu Filho. Espalha Tua Luz em nossos corações e faze-nos viver como consa- grados a ti e aos nossos irmãos. Por cristo, nosso Senhor. Amém! 11. AVISOS / COMEMORAÇÕES. (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) ● Evangelho do próximo encontro. João 14, 15-21 Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. ● Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. ● Outros... 12. BÊNÇÃO / ORAÇÃO FINAL. Dirigente: O Deus da vida que se revela na pessoa de Jesus nos encha do seu Espírito Santo e nos renove na alegria do seu amor materno, agora e para sempre. Amém! Dirigente: Louvado Seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. 18.05 - XIV Romaria Estadual das CEBs à Aparecida “CEBs, na Casa da Mãe Maria, grita por Libertação”
  • 18 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela se possível bandeira do Divino ou desenho de uma pomba (representando o Espírito Santo.) flores. 1. CHEGADA: silêncio e oração pessoal. Cantemos: Ó Luz do Senhor que vem sobre a terra, inunda, meu Senhor, permanece em nós. 2. ABERTURA. - Verdadeiramente ressurgiu Jesus, (bis) Cantemos aleluia! Resplandece a luz! (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito, (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito! (bis) - Aleluia irmãs, aleluia, irmãos (bis) Cristo nossa Páscoa, a Deus louvação! (bis) - Ao cair da tarde, ele apareceu, (bis) A paz e muita alegria trouxe para os seus. (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE. “Uma prova de amor” Em junho de 2000, o Brasil parou estarrecido, diante das imagens mostra- das da televisão no Rio de Janeiro, um ônibus urbano (o coletivo 174) é seqüestrado. Sandro, o assaltante, nervoso, toma vários passageiros como reféns, entre elas uma mulher grávida que começa a passar mal. Geílza era uma moça desconhecida. Ela se adianta, enfrenta o medo do assaltante armado e se oferece para ficar como refém no lugar da mulher grávida. A troca é aceita e todos sabem como acabou: ela recebe um tiro, não do assaltante, mas da polícia, e falece no lugar da outra. Geilza não disse a que Igreja pertencia, mas na época contou-se que entre os passageiros do ônibus, alguns se perguntaram por que ela teria feito aquilo. Uma senhora respondeu: ela deve ser crente. De fato, ela realizou ao pé da letra a palavra de Jesus: ninguém tem maior amor do que quem dá a vida pelo o outro. É a manifestação plena do amor de Jesus na pessoa. ( fonte Texto Base 11º Intereclesial das CEBs, páginas 57e 58.) 5° Encontro “Quem me ama será amado por meu Pai e eu o amarei” 19 a 25 de maio
  • 19 Leitor(a) 1: Advogado é alguém que defende uma causa. Jesus envia o Es- pírito Santo como advogado da comunidade Cristã. O Espírito é a memória de Jesus que continua viva e presente na comunidade. Ele ajuda a comuni- dade a interpretar a ação de Jesus em qualquer lugar. Leitor(a) 2: Buscar viver o segmento de Jesus numa atitude de atenção e cuidado de solidariedade e carinho nos ajuda a cantar a beleza da vida, apesar de tanto sofrimento que existe, desfigurando-a. Leitor(a) 3: Para isso temos que viver uma espiritualidade integrada que transborda numa alegria contagiante e se encarna na vida do povo pobre. Leitor(a) 4: Uma Espiritualidade amorosa que se expressa na ética comuni- tária, pois Deus ama Jesus, Jesus nos ama e nós devemos amar-nos mutu- amente, como ensina o evangelista João. 4. HINO: Povo Novo – cantado ou rezado. 1- Quando o Espírito de Deus soprou, / O mundo inteiro se iluminou A esperança na terra brotou / E um povo novo deu-se as mãos e caminhou. Lutar e crer, vencer a dor, louvar o Criador/ Justiça e paz, hão de reinar e viva o amor. 2- Nosso poder está na união, / O mundo novo vem de Deus e dos irmãos Vamos lutando contra a divisão, / E preparando a festa da libertação. 5. SALMO 66(65) – Na Bíblia - cantado ou rezado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto de aclamação. Ler pausadamente: João 14,15- 21 (Breve silêncio para que a palavra nos toque o coração e a mente). 7. MOMENTO DE PARTILHA. a- Comente o olhando a realidade sobre a importância do gesto de Geilza. Você teria coragem de oferecer sua vida em lugar de outro? b- O que você entende do que está escrito no versículo 20 e 21? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. A partir do Evangelho de hoje, que compromisso devemos assumir em nos- sas comunidades?
  • 20 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Ao Cristo, Senhor ressuscitado, rezemos: Todos: Escuta-nos, Senhor da Glória • Envia, Senhor, às Igrejas cristãs, o teu Espírito e renova-as na sua missão. • Dá ao nosso mundo a paz, fruto da justiça e da igualdade entre todas as pessoas. • Protege tuas testemunhas em todos os lugares do mundo e defende as pessoas que arriscam suas vidas a serviço dos irmãos. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO: Senhor da vida e do amor, ficai sempre conosco, fortale- cei nossas comunidades para que continuem firmes no seguimento e no amor de Jesus. Amém! 11. AVISOS / COMEMORAÇÕES. (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) • Evangelho do próximo encontro. Mateus 28, 16-20 Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. • Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. • Outros... 12. BÊNÇÃO / ORAÇÃO FINAL Dirigente: Que o Deus da paz nos faça capazes de cumprir sua vontade, fazendo tudo o que é bom, agora e para sempre. Amém! -Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. Formação Diocesana das CEBs Capela São Francisco - Jacareí - março de 2013
  • 21 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, flores e colcha de retalhos. 1. CHEGADA: silêncio e oração pessoal. 2. ABERTURA. - Verdadeiramente ressurgiu Jesus! (bis) Cantemos aleluia! Resplandece a luz! (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito! (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito! (bis) - Ao cair da tarde, ele apareceu, (bis) A paz e muita alegria trouxe para os seus! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Cristo é a nossa Páscoa, a Deus louvação! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE: “Batismo, vida nova em Cristo” Um dia, um sacerdote, amigo, me relatou que foi chamado por uma famí- lia, no hospital, para realizar o batismo de uma criança recém-nascida que estava na UTI neo-natal, em estado grave. Chegando lá, deparou-se com um ser pequeno, já quase sem vida, agonizando dentro dos aparelhos. Es- tendeu a sua mão, tocou-a, rezou e realizou o batismo com água, usando um conta gotas. É para quem acredita em milagres a menina sobreviveu e hoje já é adulta. Leitor(a) 1: Quando uma família planeja o nascimento de um filho, o es- pera com amor e ansiedade, às vezes desejam muito um menino ou uma menina, mas o que todos querem mesmo é que a criança venha com saúde perfeita e, quando isso não acontece, gera dor e sofrimento para toda a família. Leitor(a) 2: Nossos povos não querem andar pelas sombras da morte; têm sede de vida e felicidade em Cristo. Buscam-no como fonte de vida, dese- jam uma vida nova em Deus, para a qual o discípulo do Senhor nasce pelo batismo e renasce pelo sacramento da reconciliação. 6° Encontro “Ide pelo mundo e fazei discípulos meus” 26 de maio a 01 de junho
  • 22 Leitor(a) 3: O chamado de Jesus no Espírito e o anúncio da Igreja apelam sempre à nossa acolhida, que a fé nos confia. “Aquele que crê em mim tem a vida eterna.” Leitor(a) 4: O batismo não só purifica dos pecados; faz renascer o batiza- do, conferindo-lhe a vida nova em Cristo que incorpora à comunidade dos discípulos missionários de Cristo, à Igreja e os faz filhos de Deus.( Doc. Ap. 349) Todos: Acolhendo a Palavra de vida eterna e alimentados pelo pão desci- do do céu, viver a plenitude do amor e conduzir todos ao encontro com aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida. 4. HINO: Tô nessa - cantado ou rezado. 1- Fui convidado pra fazer uma oração / Eu respondi: Tô nessa! Fui convidado pra fazer reflexão... / Eu respondi: Tô nessa! Tô nessa porque sou cristão / Fui batizado, tenho uma missão: 2- Fui convidado para evangelizar... / Eu respondi: Tô nessa! Fui convidado pra formar comunidade... / Eu respondi: Tô nessa! 3- Fui convidado pra ajudar nas pastorais... / Eu respondi: Tô nessa! Fui convidado pra ajudar os excluídos... / Eu respondi: Tô nessa! 5. SALMO 47(46) – Na Bíblia - cantado ou rezado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto para aclamar a Palavra. Ler pausadamente: Mateus 28,16-20. (Breve silêncio para que a palavra nos toque o coração e a mente). 7. MOMENTO DE PARTILHA. a- Que lições podemos tirar do olhando a realidade e da leitura do Evange- lho de hoje? b- Somos chamados a uma nova vida em Cristo e por consequência deve- mos ser transmissores de vida aos outros. Como está a nossa missão? c- Vida é o contrário de morte e de tudo que se opõe à vida plena. Somos defensores da vida em toda obra criadora de Deus? Estamos vivendo nosso compromisso de batizados?
  • 23 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Levar a Palavra de Deus. Buscar a formação para estar preparados para a missão de Evangelizar em cantos e lugares que se fazem necessários. 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Deus da vida e do amor, que a exemplo dos apóstolos possamos assumir a missão de anunciar o Evangelho, em nossas famílias, no trabalho e na sociedade em que vivemos. Todos: Escuta-nos, Senhor da Glória! • Senhor, ajuda-nos a ser testemunhas autênticas da missão de Cristo no meio do povo e te levar a todos os cantos e principalmente onde as pessoas não te conhecem e não te aceitam. • Que nós cristãos e cristãs, saibamos transmitir em nosso tempo o anúncio de teu Reino, respondendo aos desafios da nossa época... • Faze nossa comunidade mais unida para ser sinal da tua presença no mundo. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO: Ó Deus, com a fecundidade do teu Espírito animaste a vida e a missão dos discípulos, ilumina com o mesmo Espírito o nosso coração e acende neles o fogo do teu amor, para fazer sempre a tua vontade. Pe- dimos isso em nome de Jesus. Amém! 11. AVISOS/COMEMORAÇÕES. (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) • Evangelho do próximo encontro. João 20, 19-23 Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. • Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. • Semana de oração pela unidade dos cristãos de 2 a 6 de junho- participe Outros... 12. BÊNÇÃO/ ORAÇÃO FINAL. Dirigente: O Deus da paz, que pela força do seu Espírito ressuscitou Jesus Cristo dos mortos, nos fortaleça e nos ilumine, agora e sempre. Amém! -Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado! CANTO FINAL.
  • 24 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela, e o desenho de duas mãos volta- das para cima, em uma cartolinae nelas escrever os sete Dons Sabedoria, Entendimento, Fortaleza, Conselho, Ciência, Piedade e Temor de Deus. 1. CHEGADA: Acolhida, silêncio e oração pessoal. 2. ABERTURA. • Verdadeiramente ressurgiu Jesus (bis) Cantemos aleluia! Resplandece a luz! (bis) • Ao entardecer desse mesmo dia, (bis) Sobre os amigos sopras paz e alegria! (bis) • Aos cristãos, Senhor, traze a unidade! (bis) Para que o mundo creia em tua verdade. (bis) • Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito! (bis) Gloria à Trindade Santa, glória a Deus bendito! (bis) • Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos, (bis) Ao Deus que nos consola, nossa louvação! (bis) • O Senhor Jesus lá no céu foi visto Do Pai vai enviar-nos o seu Espírito. (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE: A força do Espírito rompe barreiras e renova a comunidade. Leitor(a) 1: A proposta da festa de Pentecostes é uma volta à vida partilha- da, ao acolhimento e à solidariedade para com todas as pessoas. É um ape- lo que nos inquieta, pois vivemos num mundo onde se espalha a cultura da morte e da indiferença social. Leitor(a) 2: Pela nossa própria capacidade não conseguiríamos realizar a missão de Jesus. O Espírito vem em auxílio de nossa fraqueza. É a força e a ternura de Deus que se manifesta em cada ser humano. Com ele nos torna- mos instrumentos de comunicação fraterna entre todos. 7° Encontro “Pentecostes: Festa de todos e todas” 02 a 08 de junho
  • 25 Leitor(a) 3: Em Pentecostes (At 2,1-13) é possível destacar três aspectos fundamentais: as pequenas comunidades que foram se formando nas ca- sas, uma vivência nova onde se manifesta a ação do Espírito que envia em missão. Na casa as pessoas vivem novas relações, baseadas no amor, no respeito e no acolhimento de cada um dos membros. Essa experiência nova leva a pessoa a anunciar a mensagem de Jesus para todos. Assim, o movimento de Jesus rompe barreiras e se torna essencial- mente missionário e profético sob a luz e a orientação do Espírito Santo. Leitor(a) 4: Nas comunidades cristãs não pode haver exclusão. É importan- te criar espaços, para que todos e todas se sintam amados e aceitos no seu modo de ser. Para atualizar a vivência das primeiras comunidades cristãs é importante considerar as dimensões da casa, do Espírito e da missão. Mui- tas comunidades já vivem esta realidade. Nessa vivência sentem a manifes- tação do Espírito de Deus. É isso que continua alimentando e renovando as nossas comunidades para caminharem firmes e concretizar, nos pequenos gestos e atitudes do cotidiano, o novo Reino. A presença do irmão, da irmã nos ajuda a viver melhor. O fardo fica mais leve. A partir do acolhimento e da solidariedade, da vida bem vivida em comunidade, sentimos a presença do Espírito Santo. DINÂMICA: Dirigente: Somos diferentes uns dos outros e umas das outras. Cada um e cada uma têm a sua riqueza. Vamos observar os desenhos que estão no centro de nossas mãos. Cada mão tem por trás uma vida, sonhos e es- peranças, sofrimentos e alegrias, encontros e desencontros. Com as mãos podemos louvar, pedir, falar, abençoar. Em cada mão há uma história de vida, marcada com linhas bem fortes. E nestes traços está a presença de outras pessoas e do Espírito de Deus ajudando-nos nesta caminhada como comunidade, como Igreja. Vamos olhar para as nossas mãos, contemplar as marcas que elas trazem e perceber os sentimentos quando elas estão abertas ou fechadas... As minhas mãos estão abertas, para acolher a todos? Breve silêncio. 4. HINO: Nós estamos aqui reunidos (Lucio Floro e Miria Kolling) letra adaptada. Refrão: Nós estamos aqui reunidos como estavam em Jerusalém / Pois só quando vivemos unidos é que o Espírito Santo nos vem. 1- Ninguém para esse vento passando/,ninguém vê, e ele sopra onde quer./ Sua força reúne as Igrejas / Numa nova maneira de ser.
  • 26 2- De diversas culturas congrega / Este povo o Divino conduz; / Como fogo que aquece e ilumina / Nos confirma no Cristo Jesus. 3- Hoje o mundo recebe o Espírito,/ Entre os povos há um coração;/ Como a mãe que acalenta e consola / Nos reúne na paz, comunhão. 5. SALMO 103(102) - Na Bíblia - cantado ou rezado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto de aclamação. Ler pausadamente: João 20, 19-23. (Breve silêncio para que a palavra de Deus nos toque o coração e a mente) 7. MOMENTO DA PARTILHA. Dirigente: Para as comunidades joaninas, Pentecostes, como dom do Espí- rito, se realiza na Páscoa. Jesus, na sua morte de cruz, entrega o Espírito (Jo 19,30). Jesus ressuscitado aparece aos discípulos e lhes oferece o Espírito Santo, como nos atesta o evangelho. A comunidade pascal é portadora da paz e da força do Espírito do Ressuscitado que deve ser levado ao mundo. O desafio da comunidade é abrir as portas da ‘casa’: sair de si para reco- nhecer no universo o “vendaval” do Espírito que tudo renova, tudo recria e que sopra onde quer. a- Quais são os medos que nos impedem de testemunhar e anunciar? b- Qual é o dom do Espírito Santo de que mais necessito em minha vida? c- O que devo fazer para praticá-lo? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: A partir da palavra de Deus, que compromisso devemos assumir em nossas comunidades? Sugestão: Participar da semana de oração pela unidade dos cristãos que acontece de 2 a 6 de junho com o tema: “Será que Cristo está dividido” 1ª Cor 1, 10-16 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO: (PRECES). Dirigente: Entre os seguidores e seguidoras de Jesus” não havia pessoas excluídas.Todas eram convidadas para a festa de Pentecostes. O Espírito de Deus continua nos chamando para nos abrirmos à sua Ação. Todos: Espírito Santo, faze de nós novas pessoas, comprometidas com o Teu Reino..
  • 27 • Para todos nós para que possamos nos colocar a serviço da comunidade conforme os dons que recebemos . Rezemos: • Por todos os animadores e animadoras que se colocam a serviço de uma nova sociedade baseada nos princípios do Evangelho. Rezemos. • Por todos e todas que abrem suas casas, para a missão buscando a ação inspiradora do Espírito. Rezemos. • Por todos os cristãos para que caminhem unidos no amor, buscando a unidade. Rezemos. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO: Pai de misericórdia, fortalece-nos na unidade, abre nossos corações para que não nos fechemos à ação do Espírito Santo, para que sua graça se realize em nós. Amém. 11. AVISOS E COMEMORAÇÕES: (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) • Evangelho do próximo encontro: João 3, 16-18. Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. • Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. 15/06 – Festa da Santíssima Trindade 12. BÊNÇÃO/ORAÇÃO FINAL Dirigente: Que o Senhor que a todos ama, e deseja que permaneçam sem- pre unidos em torno de si nos anime, nos proteja e nos abençoe hoje e sempre. Amém! Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. Formação Diocesana das CEBs Capela São Francisco - Jacareí - março de 2013
  • 28 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, três velas e flores. 1. CHEGADA: acolhida, silêncio e oração pessoal. 2. ABERTURA. - Venham, ó nações, ao Senhor cantar (bis) Ao Deus do universo, venham festejar. (bis) - Seu amor por nós, firme para sempre (bis) Sua fidelidade dura eternamente. (bis) - Glória ao Pai, ao Filho e ao Santo Espírito! (bis) Glória à Trindade Santa, Glória ao Deus bendito! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia irmãos! (bis) Glória a Jesus Cristo, nossa Salvação! (bis) - Vem, ó Santo Espírito, vem iluminar (bis) Este nosso encontro, vem abençoar. (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE. “Santíssima Trindade” Dirigente: A festa da Santíssima Trindade é um dos dias mais importantes do ano litúrgico. Nós, como cristãos, a celebramos convictos pelos ensina- mentos da Igreja, que possui a plenitude das verdades reveladas por Cristo. É dogma de fé estabelecido, a essência de um só Deus em Três Pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. É um mistério de difícil interpretação, impossível, de ser assimilado pelas limitações humanas. Leitor(a) 1: O mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. É o mistério de Deus em si mesmo, é, portanto a fonte de to- dos os outros mistérios da fé. É a luz que os ilumina. É o ensinamento mais fundamental e essencial na “ hierarquia das verdades da fé. Toda a história da salvação não é senão a história da via e dos meios pelos quais o Deus verdadeiro e único, Pai, Filho e Espírito Santo, se revela, reconcilia consigo e une a si os homens que se afastam do pecado.(CIC 234). 8° Encontro “Santíssima Trindade: a Comunidade Amor” 09 a 15 de junho
  • 29 Leitor(a) 2: A verdade revelada da Santíssima Trindade esteve desde as ori- gens na raiz da fé viva da Igreja, principalmente através do Batismo. Ela encontra a sua expressão na regra da fé batismal, formulada na pregação, na catequese e na oração da Igreja. Tais formulações encontram-se já nos escritos apostólicos, como na seguinte saudação, retomada na liturgia eu- carística: “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós” (2ª Cor 13,13) –(CIC 249). Leitor(a) 3: A Trindade é Una. Não professamos três deuses, mas um só Deus em três pessoas: “a Trindade consubstancial.” As pessoas divinas não dividem entre si a única divindade, mas cada uma delas é Deus inteiro: O Pai é aquilo que é o Filho, o Filho é aquilo que é o Pai, o Espírito Santo é aquilo que são o Paie o Filho, isto é, um só Deus quanto à natureza” “Cada uma das três pessoas, é esta realidade, isto é a substância, a essência ou a natureza divina” (Catecismo da Igreja Católica 253). *CIC - Catecismo da Igreja Católica 4. HINO: Creio em Deus Pai - cantado ou rezado Creio em um só Deus, Pai todo poderoso, criador do céu e da terra, de to- das as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus. Nascido do Pai antes de todos os séculos. Deus de Deus. Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro: gerado, não criado, con- substancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós homens, e para nossa salvação, desceu dos céus e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras e subiu ao céus, onde está sentado, à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho, é adorado e glorificado; Ele que nos falou pelos profetas. Creio na Igreja, una santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém. 5. SALMO: Daniel 3,52-56 – Na Bíblia - cantado ou rezado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto de aclamação. Ler pausadamente: João 3,16-18 (Breve silêncio para que a palavra de Deus nos toque o coração e a mente)
  • 30 7. MOMENTO DE PARTILHA. a- O que a Palavra de Deus nos diz? b-”Pai, Filho e Espírito Santo : Comunidade amor” - Comente! c- Por que nossas comunidades, tem dificuldade de fazer a experiência amorosa da Santíssima Trindade? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Fazer a experiência de ler o Catecismo da Igreja, para maior aprofundamento. 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: É do amor da Santíssima Trindade que necessitamos ser abaste- cidos para que tenhamos a possibilidade de levá-lo para os irmãos e irmãs. É necessário olharmos para a perfeita comunidade de amor para começar- mos a transformar a nossa vida e nossa comunidade. Todos: Ó Trindade, vos louvamos, vos louvamos pela vossa Comunhão. • Que nossas comunidades perseverem no mesmo amor da Santíssima Trindade. Rezemos. • Que nossas famílias descubram no amor da Saníssima Trindade, a verda- deira motivação para amarem sem medida. Rezemos: Preces espontâneas... Pai Nosso... (se possível cantado) Ave Maria... 10. ORAÇÃO: Nós vos louvamos, Deus Uno e Trino, conduzi os nossos passos, afastai-nos do egoísmo e do individualismo que tanto mal fazem a sociedade em que vivemos , derramai em nossos corações e de nossas famílias as vossas graças .Amém. 11. AVISOS E COMEMORAÇÕES. (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova...) • Evangelho do próximo encontro Mateus 10,26-33. Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. • Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. 12. BÊNÇÃO/ORAÇÃO FINAL. Dirigente: Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo Todos: Assim como era no principio, agora e para sempre. Amém Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL.
  • 31 PREPARANDO O AMBIENTE: Preparar o ambiente com flores, velas e um local de destaque para a Bíblia. Escrever o tema do encontro em uma carto- lina. Arrumar vários pedaços de papel ou folha sulfite e canetas. 1. CHEGADA: Um morador da casa dá as boas-vindas a todas as pessoas que vieram para o encontro. Se alguém estiver participando pela primeira vez, acolher e pedir que se apresente. Após, promover silêncio e oração pessoal. 2. ABERTURA. - Venham, ó nações, ao Senhor cantar! (bis) Ao Deus do universo, venham festejar! (bis) - Seu amor por nós, firme para sempre, (bis) Sua fidelidade dura eternamente. (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito! (bis) Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Povo de sacerdotes, a Deus louvação! (bis) - Ao partir o pão ele apareceu, (bis) Fica, Senhor, conosco, já escureceu! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE: Somos Comunidade, povo do Senhor. Dirigente: Vamos ler em voz alta o tema do nosso encontro de hoje: Todos: “Comunidade Nova: Missão de todos”. Dirigente: Convidar a todos para pegar um papel em branco e escrever ou desenhar seus sentimentos: medo, tristeza, dor, angústia... Colocar o seu desenho no centro. Leitor(a)1:Muitasvezesemnossavidanossentimostristes,perseguidos(as), ameaçados(as), com medo. As situações de sofrimento, de marginalização ou de perseguição, quando vividas e apoiadas pela comunidade, fortale- cem a pessoa. Dão força para continuar firme na caminhada e também unem a comunidade. 9° Encontro “Comunidade Nova: Missão de todos” 16 a 22 de junho
  • 32 Dirigente: Você já viveu alguma experiência de se sentir colocado(a) de lado na família, na escola, na comunidade ou no trabalho? – Conhece al- guém que se encontra nessa situação? (Deixar que as pessoas partilhem situações de sofrimento provocadas por perseguição, exclusão ou medo). 4. HINO: Cidadãos - cantado ou rezado. Somos cidadãos/ cansados de esperar Porém, pisamos firmes/conscientes para lutar.:/ Ei, você da caminhada, põe teu pé na estrada. Vem que já é madrugada/ O dia já amanhece / A chuva cai no chão. Vem, não esmorece/ continua tua missão. Ei, comunidade-povo, vem sonhar um mundo novo. Sem discórdia e opressão. A fé é a semente / que gera libertação. A força dessa gente / Está na luta em mutirão. Vem sorrir, fazer, criar, pois queremos é Estar sempre, sempre a trabalhar. Construindo nossa história /Eis a nossa questão. A Deus rendendo glória /Engajados na missão. 5. SALMO: 68(67) – Na Bíblia - cantado ou rezado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto de aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente na Bíblia: Mateus 10, 26-33 (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente). 7. MOMENTO DE PARTILHA. Dirigente: A comunidade é força e sustendo para ajudar os seus membros a permanecerem firmes na missão. Quando a comunidade procura entender os fatos à luz da Palavra de Deus, se enche de coragem. É na convivência soli- dária e amorosa que podemos experimentar a presença do Espírito de Deus. a- Jesus fala para não termos medo. Em nossas reuniões para discutir as questões da comunidade, do bairro, da sociedade, a gente se lembra de pedir as luzes e a força do Espírito Santo?
  • 33 b- Se temos certeza de que Deus está conosco, porque temos medo? c- O que nos impede de agir e viver a partilha, a oração, a unidade, a solida- riedade e a lutar por uma comunidade nova? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Buscar viver o seguimento de Jesus numa atitude de atenção e cuidado, de solidariedade e carinho. Viver uma espiritualidade integrada que transborde numa alegria contagiante e se encarne na via do povo po- bre, transformando vidas, gerando uma nova comunidade. 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Vamos lembrar-nos de todas as pessoas que foram deixadas de lado, perseguidas por causa do Evangelho ou que sofreram injustiças. Gen- te da comunidade, do bairro, do país, pessoas conhecidas e as que estão no anonimato. Que Deus nos dê forças para enfrentarmos os desafios e riscos que a vida, dia a dia, nos coloca. Todos: Vem, Senhor, não demores, vem nos ajudar! •Ajuda-nos a vivermos uma espiritualidade libertadora, de oração, de tes- temunho, de solidariedade e de corresponsabilidade adulta. •Ajuda-nos a superar o medo e a viver o seguimento de seu filho Jesus assumindo compromisso com os excluídos, buscando superar todos os me- canismos que geram miséria e exclusão. • Que possamos viver intensamente uma espiritualidade que abre cami- nhos para que o povo pobre resista aos opressores e proclame que o Se- nhor está em nosso meio como Senhor da História. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO: Senhor, louvado sois vós e bendito pela vossa presença em nós, em todos os povos, raças e nações. Senhor, tão grande é o vosso amor por nós, justo e piedoso que nos amais por igual. A alegria vem de Vós, é ela que nos encoraja na caminhada na nossa comunidade. Bendi- to são os pobres, porque deles é o Vosso Reino. Abençoado seja Vosso nome. Amém! 11. AVISOS, COMEMORAÇÕES. • Evangelho do próximo encontro: Mateus 16, 13-19. Trazer no próximo encontro Bíblia, livros, recortes ou textos que falam da vida de São Pedro e São Paulo e vela. Prepare-se, marcando o texto do
  • 34 Evangelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. • Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. 12. BENÇÃO. Dirigente: A bênção do Deus de Sara, Abraão e Agar, a bênção do Filho nas- cido de Maria, a bênção do Santo Espírito de amor, que cuida com carinho, qual mãe cuida da gente, esteja sobre todos nós. Amém! Dirigente: Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. 13º Intereclesial das CEBs - Juazeiro do Norte - Ceará
  • 35 PREPARANDO O AMBIENTE: Preparar um local simples e acolhedor com vela, flores, Bíblia em lugar de destaque, tecidos coloridos ou colcha de retalhos, objetos que simbolizem outras regiões (pode ser mapa do Brasil), os livros, recortes ou textos que os participantes trouxeram sobre a vida de Pedro e Paulo. 1. CHEGADA. Dirigente: Num gesto de amor, acolhida e ternura, queremos acolher a to- dos e todas com um grande abraço. Após Canto para interiorização: Deus vos salve, Deus. Deus vos salve, Deus:/Deus salve esta casa onde mora Deus, Vos salve Deus,/ Deus vos salve, Deus:/Deus salve as pessoas onde mora Deus, Vos salve Deus,/ Deus vos salve, Deus:/Deus salve o universo onde mora Deus, Vos salve Deus. 2. ABERTURA. - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar. (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito! (bis) Gloria à Trindade Santa, glória ao Deus bendito! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Do povo que trabalha a Deus louvação! (bis) - O Senhor te guarde, ele é teu vigia, (bis) Quem te garante a noite e governa o dia! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE: “Motivando a conversa”. Dirigente: No dia 29 estaremos celebrando a solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo. Conduzidos pelo Espírito Santo eles plantaram a Igreja, a regaram com o próprio sangue. Por diferentes meios os dois congregaram a única família de Cristo e, unidos pelo martírio recebem em toda a terra igual veneração. • Observando os livros, recortes ou textos que cada um trouxe, o que cada um sabe da vida de São Pedro e São Paulo? • O que eles representam para cada um de nós? 10° Encontro Festa de São Pedro e São Paulo “A missão de Pedro e Paulo e a nossa missão” 23 a 29 de junho
  • 36 Encerrando a conversa: Leitor(a) 1: Paulo em tudo foi fiel. Era perseguidor dos Cristãos. Mas em de- terminado momento de sua vida ele fez a experiência de encontrar o Cristo crucificado, morto e ressuscitado. A fidelidade a Deus foi uma constante na vida de Paulo. O que mudou foi sua compreensão e sua forma de servir a Deus e aos irmãos. Por meio do testemunho dos Cristãos, Paulo descobre a presença de Jesus ressuscitado. Com a mesma força que perseguia os Cristãos, ele passa agora a defender a causa de Jesus Cristo. Paulo de sente chamado pelo próprio Jesus para anunciar a boa nova às nações. Leitor(a) 2: Pedro, homem simples, pescador. Torna-se “pescador de ho- mens” para o Reino. Recebe a missão de incentivar e animar o grupo. Pe- dro aos poucos percebe que a mensagem de Jesus é para todos e todas. Ele anuncia a vida e os ensinamentos de Jesus (At 10, 34-43). 4. HINO: Missão em ação do povo de Deus – cantado ou rezado. Missionários, povo santo do Senhor, Preparai os caminhos com ardor. Este povo a quem tu anuncias; Está sofrendo, mas resiste a alegria. Pondo em prática a todos com esperança, A mensagem que Jesus anunciou. O novo Reino, vivenciado com justiça e amor; Não existe, excluídos ou excluídor. Protagonista, voluntários, sem fronteiras, Rompem as barreiras e enfrentam tribulações. Com esse novo jeito de Igreja ser partilhada; Tens como meta a força da união. Profeta, sacerdote, rei serás. Como cristão, Tens consciência de servir; Juntem fermento e o sal, preparem a Massa, pra meu povo não cansar na caminhada. 5. SALMO 34(33) - Na Bíblia - cantado ou rezado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto de aclamação ao Evangelho.
  • 37 Ler pausadamente: Mateus 16, 13-19 (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente) 7. MOMENTO DA PARTILHA. Dirigente: Todos/as somos amados por Deus. Por isso ele nos chama. A sua presença aponta novo rumo para a nossa vida. a- O que mais lhe chama a atenção neste texto? Qual a missão que Pedro recebe? b- Quais as dificuldades que encontro para ser fiel à minha vocação? O que posso fazer para vencê-las? c- Como tenho assumido minha missão? Estou respondendo aos apelos de Deus? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: Precisamos pôr em prática a mensagem que Jesus anunciou. Pensar no grupo ações concretas que sejam sinais de transformação da nossa comunidade, tendo em vista o Reino de justiça e amor. Somos prota- gonistas de uma nova história, rompendo barreiras contra a exclusão. 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO: (PRECES). Dirigente: Irmãos e irmãs, lembrados da herança que nos veio por meio dos apóstolos e discípulos do Senhor, façamos a nossa prece, em favor de todo o seu povo: Todos: Escuta-nos, Senhor da glória! • Faze, Senhor, que as Igrejas cristãs, presentes no mundo inteiro, cresçam na unidade, para que o mundo creia em tua Palavra. • Escuta a prece desta comunidade aqui reunida; guarda-a firme na heran- ça recebida de nossos pais e mães na fé. • Que nós, cristãos e cristãs, saibamos transmitir em nosso tempo o anún- cio de teu Reino, respondendo aos desafios da nossa época. • Para que o Papa, sucessor de Pedro, seja iluminado nas suas decisões e ensinamentos. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO: Ó Deus, força de paz, quiseste que o anúncio do Evangelho do teu Filho alegrasse o mundo inteiro. Fazendo hoje memória de São Pe- dro e São Paulo nós te agradecemos o testemunho dos apóstolos. Dá-nos a graça de permanecer sempre fiéis na escuta e na prática do caminho de vida que eles nos transmitiram. Por Cristo, nosso Senhor. Amém!
  • 38 11. AVISOS/ COMEMORAÇÕES. • Evangelho do próximo encontro: Mateus 11, 25-30 Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. • Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. • Outros... 12. BENÇÃO FINAL. Dirigente: Cada pessoa é convidada para acender sua vela na vela que esti- ver acesa no centro (no chão, no círculo, no pequeno altar) e renovar o seu compromisso de responder ao chamado de Deus. Após todos terem acendido as velas, fazer um semicírculo, virar para a por- ta e todos com a mão direita no ombro da pessoa que está ao lado diz: Vá! Eu envio você para anunciar o evangelho! Em seguida, pedir para uma criança dar a bênção final: O Deus, que pela força maternal do seu Espírito, santifica o seu povo, nos abençoe agora e sempre. Amém! CANTO FINAL. 13º Intereclesial das CEBs - Juazeiro do Norte - Ceará
  • 39 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela acesa, flores, colcha de retalho e cartaz “A revelação aos pequenos” com fotos de pessoas simples. 1. CHEGADA: Silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA. - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar. (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito! (bis) Gloria à Trindade Santa, glória ao Deus bendito! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Do povo que trabalha a Deus louvação! (bis) - Onde estiver teu tesouro, irmão, (bis) Lá estará inteiro o teu coração! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE. Dirigente: Nós, homens, admiramos e incensamos os sábios, os inteligen- tes, os intelectuais, os ricos, os poderosos, os bonitos e queremos que se- jam eles (“os melhores”) a dirigir o mundo, a fazer as leis que nos gover- nam, a ditar a moda ou as ideias, a definir o que é correto ou não é correto. Leitor(a) 1: Quantas vezes os pobres, os pequenos, os humildes são ridicu- larizados, ditos incapazes, pelos nossos “iluminados” fazedores de opinião, que tudo sabem e que procuram impor ao mundo e aos outros as suas visões pessoais e os seus falsos valores. Leitor(a) 2: Mas Deus não Se revela na arrogância, no orgulho, na prepo- tência, mas sim na simplicidade, na humildade, na pobreza, na pequenez. Leitor(a) 3: Deus diz que as coisas essenciais são muito mais depressa per- cebidas pelos “pequeninos”: são eles que estão sempre disponíveis para acolher Deus e os seus valores e para arriscar nos desafios do “Reino”. 11° Encontro “A revelação aos pequenos” 30 de junho a 06 de julho
  • 40 4. HINO: Conheço um coração - cantado ou rezado. Conheço um coração tão manso, humilde e sereno. Que louva o Pai por revelar seu nome aos pequenos; Que tem o Dom de amar, que sabe perdoar e deu a vida para nos salvar! Jesus, manda teu Espírito, para transformar meu coração (2x) Ás vezes no meu peito bate um coração de pedra, Magoado, frio, sem vida, aqui dentro ele me aperta. Não quer saber de amar, nem sabe perdoar, quer tudo e não sabe partilhar. 5. SALMO 145 (144) – Na Bíblia: rezado ou cantado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto de aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente: Mateus 11, 25-30. (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente) 7. MOMENTO DE PARTILHA. a - Como é que chegamos a Deus? b - Como percebemos o seu “rosto”? c - Como é que os pequenos e humildes são acolhidos nas nossas comunidades? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: A partir da reflexão da Palavra, qual nosso compromisso? Sugestão: Acolher bem os pequenos e humildes da sua comunidade. 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Pai, Senhor do céu e da terra, com o teu Filho Jesus proclama- mos o teu louvor: Para Te dares a conhecer a nós e nos revelar o insondável mistério do teu amor, vieste até nós enviando o teu Filho. Nós Te pedimos tua proteção. Todos: Senhor, atende nossos pedidos! • Senhor, purifica as nossas inteligências, dá-nos um coração de criança na tua presença. Nós te pedimos. • Senhor, livra-nos da sociedade idólatra que só crê na força, no poder, na riqueza, nos sucessos de todo o tipo. Nós te pedimos. • Senhor, faze de nós crentes humildes e dispostos a seguir Jesus no cami- nho da entrega a Ti e da doação da vida aos homens. Nós te pedimos. Preces espontâneas. . . Pai Nosso... Ave Maria...
  • 41 10. ORAÇÃO: Conhecemos Deus através de Jesus. Jesus é “o Filho” que “conhece” o Pai; só quem segue Jesus e procura viver como Ele (no cum- primento total dos planos de Deus) pode chegar à comunhão com o Pai. Tu não reservaste teus caminhos para as pessoas sofisticadas que sabem tudo, mas os soletraste claramente às pessoas comuns. “Sim, Pai, este é o teu jeito de fazer as coisas”. Amém! 11. AVISOS / COMEMORAÇÕES. (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova). • Evangelho de domingo que vem: Mateus 13,1-23. Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. • Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. • Outros... 12. BÊNÇÃO /ORAÇÃO FINAL. Dirigente: Jesus segue a vontade de Deus, cujo método é abençoar os que nada sabem, mas querem aprender, que nada são, mas querem ser, que nada têm, mas querem ter. Você está cansado? Esgotado? Desanimado na fé? Venha a mim. Eu lhe mostrarei como alcançar o verdadeiro descan- so. Eu não porei nada pesado ou desajeitado sobre você. “Fique na minha companhia e você aprenderá a viver de modo livre e leve”. O Senhor nos abençoe e nos guarde. Amém! Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. 13º Intereclesial das CEBs - Juazeiro do Norte - Ceará
  • 42 PREPARANDO O AMBIENTE: Bíblia, vela acesa, flores, colcha de retalhos, sobre uma cartolina branca colocar terra, pedrinhas, espinhos, pássaros e semear sementes conforme o evangelho. 1. CHEGADA: Silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA. - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar. (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito! (bis) Gloria à Trindade Santa, glória ao Deus bendito! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Do povo que trabalha a Deus louvação! (bis) - Toda humanidade, o Senhor chamou. (bis) À festa do seu Reino ele convocou! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE. Dirigente: A “parábola” é uma imagem ou comparação, através da qual se ilustra uma determinada mensagem ou ensinamento. A parábola do seme- ador e da semente é, sobretudo, um convite a refletir sobre a importância e o significado da Palavra de Jesus. Leitor(a) 1: A semente que caiu em terrenos duros, faz-nos pensar em cora- ções insensíveis, egoístas, orgulhosos, onde não há lugar para a Palavra de Jesus e para os valores do “Reino”. Leitor(a) 2: A semente que caiu em terra pedregosa, morre rapidamente por falta de raízes profundas, faz-nos pensar em corações inconstantes, ca- pazes de se entusiasmarem com o “Reino”, mas incapazes de suportarem as contrariedades, as dificuldades, as perseguições. Leitor(a) 3: A semente que caiu entre os espinhos e que foi sufocada por eles, faz-nos pensar em corações materialistas, comodistas, instalados, para quem a proposta do “Reino” não é a prioridade fundamental. 12° Encontro “O semeador” 07 a 13 de Julho
  • 43 Leitor(a) 4: A semente que caiu em boa terra e que deu fruto abundante faz-nos pensar em corações sensíveis e bons, capazes de aderirem às pro- postas de Jesus e de embarcarem na aventura do “Reino”. 4. HINO: Eu creio na semente - cantado ou rezado. Eu creio, sim! (4x) Eu creio na semente. Lançada na terra Na vida da gente. Eu creio no amor (bis) No canto sonoro da ave que voa A liberdade é um grito, bem alto ressoa No jovem que luta a esperança se faz A semente que nasce é vitória da paz Na voz dos pequenos reunidos em prece No serviço e louvor vida nova acontece Na força do povo um novo dia já brilha Na mesa de todos, eis o pão da partilha Nas mãos que semeiam o sonho de Deus Na terra de todos, presente do céu Renasce a alegria no rosto do povo Com certeza veremos um mundo mais novo 5. SALMO 65(64) – Na Bíblia - rezado ou cantado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto de aclamação ao Evangelho. Ler pausadamente: Mateus 13,1-23 (Breve silêncio para que a Palavra nos toque o coração e a mente) 7. MOMENTO DE PARTILHA. a - Temos consciência de que é a Palavra anunciada, proclamada, meditada, partilhada, celebrada, que cria a comunidade e que a alimenta no dia a dia? b - A Palavra de Deus é, para mim, uma realidade que eu levo a sério, ou algo que eu deixo cair quando me dá jeito? c - Deixo que outros interesses e valores sufoquem os valores do Evangelho? d - Que tipo de terra somos nós? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: A partir da reflexão da Palavra, qual nosso compromisso? Sugestão: Ser um atuante discípulo missionário na sua comunidade.
  • 44 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO: (PRECES). Dirigente: Senhor, nós Te agradecemos pelo semeador que nos enviaste, Jesus, teu Filho. Ele lançou generosamente o bom grão do teu amor e da tua vida em todos os terrenos, e Ele continua esta obra na tua Igreja. Nós Te pedimos, permaneça em nós o teu amor. Todos: Senhor, atende nossas preces! • Nós Te pedimos pelas nossas comunidades: livra-nos de abafar o bom grão, mas que o teu Espírito o faça frutificar em nós e à nossa volta. • Senhor, livra-nos da sociedade idólatra que só crê na força, no poder, na riqueza, nos sucessos de todo o tipo. Nós te pedimos. • Senhor, faze de nós crentes humildes e dispostos a seguir Jesus no cami- nho da entrega a Ti e da doação da vida aos homens. Nós te pedimos. Preces espontâneas. . . Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO: Nós Te damos graças, ó Pai, porque és o Criador do imenso e admirável universo, que nos ofereces como um jardim para cultivar. Nós Te pedimos por toda a criação, mas, sobretudo pela humanidade, prepa- ra os nossos corações e os nossos espíritos como uma boa terra para o acolhimento da tua Palavra, para que ela germine e dê fruto nas nossas vidas. Amém! 11. AVISOS / COMEMORAÇÕES. (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova). Evangelho de domingo que vem: Mateus 13,24-43 Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. • Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsidio. • Outros... 12. BÊNÇÃO /ORAÇÃO FINAL. Dirigente: Deus que estás tão próximo de nós, nós Te damos graças pela tua Palavra. Assim como os pais comunicam com os seus filhos para os fazer crescer, também Tu ages para conosco para nos elevares para Ti. O Senhor nos abençoe e nos guarde. Amém! Dirigente: Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Todos: Para sempre seja louvado! CANTO FINAL.
  • 45 PREPARANDO O AMBIENTE: Colocar a bíblia em lugar de destaque, vela acesa, flores, um pote com sementes variadas e uma folha de papel para escrever. 1. CHEGADA: Silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA. - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar. (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito! (bis) Gloria à Trindade Santa, glória ao Deus bendito! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Do povo que trabalha a Deus louvação! (bis) - Onde estiver teu tesouro, irmão, (bis) Lá estará inteiro o teu coração! (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE: “O Reino de Deus” Dirigente: A palavra de Deus nos revela a paciência de Deus em relação às pessoas e ao mundo, bem como o mistério do Reino, no tempo da espera, do cultivo e do desenvolvimento até a colheita. Leitor(a) 1: Somos convidados a prestar atenção ao Reino de Deus, que se realiza no silêncio, sem grandes publicidades, só percebido pelos pequenos e pelos que aderem ao projeto de Deus. Leitor(a) 2: As parábolas deste domingo são um estímulo às comunidades, um empurrão aos desanimados na vivência da fé, que enxergam o mundo com os óculos escuros do pessimismo. Ninguém detém o crescimento do Reino de Deus. Ele é o fermento que subverte a massa. Segundo os crité- rios humanos, ele pode iniciar com realidades pequenas e insignificantes (grão de mostarda). Mas, apesar das dificuldades iniciais e dos obstáculos da caminhada, o projeto de Deus vence as duras realidades sem empregar métodos e meios que violem a liberdade e a integridade das pessoas. 13° Encontro “Na hora de Deus, a justiça vencerá” 14 a 20 de julho
  • 46 Leitor(a) 3: Recordemos as pequenas iniciativas comunitárias, que são si- nais do Reino de Deus no meio do povo. (pode ser escritas no papel). Cantar: Onde reina o amor, fraterno amor, onde reina o amor Deus aí está. 4. HINO: Momento novo - cantado ou rezado 1- Deus chama a gente pra um momento novo/ De caminhar junto de seu povo. È hora de transformar o que não dá mais/ Sozinho, isolado, ninguém é capaz. Por isso vem, entra na roda com a gente / Também você é muito importante. 2- Não é possível crer que tudo é fácil/ Há muita força que produz a morte/ Gerando dor, tristeza e desolação/ É necessário unir o cordão. 3- A força que hoje faz brotar a vida/ Atua em nós pela tua graça/ É Deus quem nos convida pra trabalhar/ O amor repartir e as forças juntar. 5. SALMO 85(86) - Na Bíblia - cantado ou rezado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto de aclamação do Evangelho Ler pausadamente: Mateus 13, 24-43 (Breve silêncio para que a palavra nos toque o coração) 7. MOMENTO DE PARTILHA. a- O que mais chamou sua atenção no evangelho? Por quê? b- Quais as boas sementes que vemos na comunidade? E quais os joios? c- Em nossa caminhada de comunidade: O quê nos anima, e o quê nos desanima? 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: A partir da reflexão da Palavra, qual nosso compromisso? Sugestão: Procurar exercer na comunidade e na família a paciência e a mi- sericórdia de Deus. 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Ao Pai misericordioso, façamos nossas preces. Todos: Venha o teu Reino, Senhor!
  • 47 • Vem, senhor, em auxilio dos fracos e pequenos para que, dian- te das artimanhas do joio (corrupção, injustiças, violências, fome, de- sempregos...), não desanimem nem desistam da obra comunitária. • Faze-nos, Senhor, pela tua graça, que nossos corações e no interior da comunidade, os dons germinem e produzam bons frutos. • Abre as nossas mãos, para criarmos juntos, um mundo fraterno, onde haja terra e trabalho, casa e pão, justiça e liberdade para todos. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO: “Senhor, dá-me serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar as coisas que posso e a sabedoria para distinguir uma das outras” 11. AVISOS / COMEMORAÇÕES: (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova). Evangelho de domingo que vem: Mateus 13,44-52 Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. • Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. • Outros... 12. BENÇÃO/ E ORAÇÃO FINAL. Dirigente: O Deus da vida que se revela na pessoa de Jesus nos encha do seu Espírito e nos renove na alegria do seu amor materno, agora e para sempre. Amém! - Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado! CANTO FINAL. 13º Intereclesial das CEBs - Juazeiro do Norte - Ceará
  • 48 PREPARANDO O AMBIENTE: colocar a Bíblia em lugar de destaque, vela acesa, flores, foto da família reunida, ou foto de uma conquista da comu- nidade. 1. CHEGADA: Silêncio, oração pessoal. 2. ABERTURA. - Vem, ó Deus da vida, vem nos ajudar! (bis) Vem, não demores mais, vem nos libertar. (bis) - Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito! (bis) Gloria à Trindade Santa, glória ao Deus bendito! (bis) - Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis) Do povo que trabalha a Deus louvação! (bis) - Fomos perdoados pela sua cruz (bis) E pelas suas chagas nos curou Jesus. (bis) 3. OLHANDO A REALIDADE: “Jornada Mundial da juventude” Dirigente: A Jornada mundial da juventude aconteceu de 23 a 28 de julho de 2013 no Rio de Janeiro; com muita alegria e com o calor dos jovens, en- trou para a história do Brasil. A diocese de São José dos Campos esteve lá! Foram mais de dois mil jovens de nossas Paróquias, pastorais, movimentos e grupos juvenis. Leitor(a) 1: Um momento marcante para todos foi quando acolheram o Papa Francisco nas areias de Copacabana. A emoção podia ser vista em cada rosto, lágrimas e sorrisos tomaram conta da expressão dos jovens. Então o Papa falou: “Querido jovem, bote Cristo na sua vida; nestes dias, Ele lhe espera na palavra; escute-o com atenção e o seu coração será infla- mado pela sua presença”. Leitor(a) 2: A jornada mundial da juventude foi simplesmente um momen- to único e especial na vida de muitos jovens; agora é hora de colocar em 14° Encontro “O discípulo investe tudo na conquista do Reino” 21 a 27 de julho
  • 49 prática os conselhos do Papa Francisco, botar amor e fé em nossa vida e missão, hora de deixar germinar a sementinha de tudo de bom que apren- demos durante a JMJ.(Talita Cortez) Leitor(a) 3: O nosso querido Papa Francisco nos falou; como ser um jovem autentico e sem medo de lutar. E uma frase que levo para minha vida: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Gabriela Ambrósio). Leitor(a) 4: Ainda ressoa em nossos ouvidos a voz do Papa Francisco: “Bote fé” e a vida terá um sabor novo, terá uma bússola que indica a direção; “Bote esperança” e todos os seus dias serão iluminados e o seu horizonte já não será escuro, mas luminoso; “Bote amor” e a sua existência será como uma casa construída sobre a rocha, o seu caminho será alegre, porque en- contrará muitos amigos que caminham com você; “Bote fé!, Bote amor!, Bote esperança! (Copacabana, 25 de julho de 2013) 4. HINO: Meu Reino tem muito a dizer – cantado ou rezado 1- O meu Reino tem muito a dizer / Não se faz como quem procurou, Aumentar os celeiros bem mais e sorriu. / Insensato, que vale tais bens, Se hoje mesmo terás o teu fim? / Que tesouros tu tens pra levar além. Sim, Senhor, nossas mãos / Vão plantar o teu Reino. O teu pão vai nos dar teu vigor, tua paz. 2- O meu Reino é um apelo que vem, / Transformar as razões do viver, Que te faz desatar tantos nós que ainda tens. / Dizer sim é saberes repor, Tudo quanto prejuízo causou, / Dar as mãos, repartir, acolher, servir. 5. SALMO 118(119) - Na Bíblia - cantado ou rezado. 6. EVANGELHO DE DOMINGO. Canto de Aclamação ao Evangelho Ler pausadamente: Mateus 13, 44-52 (Breve silêncio para que a palavra nos toque o coração e a mente) 7. MOMENTO DE PARTILHA. a- O que mais te chamou atenção neste evangelho? b- O que entendemos por encontrar um tesouro? O que isto significa para mim? c- Para você em que consiste a felicidade? E o que tem a ver com o Reino de Deus?
  • 50 8. COMPROMISSO COM A PALAVRA DE DEUS. Dirigente: A partir da reflexão da Palavra de Deus, qual nosso compromisso? Sugestão: Ajudar alguém que está necessitando. -Conversar com um jovem que participou da Jornada Mundial da Juventude 9. O EVANGELHO SE FAZ ORAÇÃO (PRECES). Dirigente: Apresentemos ao Senhor nossa intercessão e o clamor de todo o povo dizendo: Todos: Senhor, atende nossas preces! • Senhor, fortalece os grupos e comunidades que se reúnem hoje e se ali- mentam da tua Palavra. Que sejam sinal da tua salvação. • Que saibamos acolher com alegria e ternura todos aqueles que vierem ao nosso encontro. • Como comunidade catequizadora que possamos comunicar o evangelho com vibração, entusiasmo, vivacidade, alegria pelo Reino de Deus, na cer- teza de que Deus nos ama. • Por todos os avós, para que Deus os abençoe, dando-lhes saúde e alegria junto de seus netos. Preces espontâneas... Pai Nosso... Ave Maria... 10. ORAÇÃO: Ó Deus, desde o amanhecer, clareias nossos corações com a tua luz; dá-nos a força de preparar diante de Jesus, teu filho, os caminhos da justiça e da paz. Por Cristo osso Senhor. Amém! 11. AVISOS / COMEMORAÇÕES: (aniversário, nascimento, acolhida de gente nova). Evangelho de domingo que vem: Mateus 14,13-21 Trazer a Bíblia no próximo encontro. Prepare-se, marcando o texto do Evan- gelho, o Salmo e lendo-os até o dia em que nos reuniremos. • Marcar o próximo encontro e anotar no início do subsídio. • Outros... 12. BÊNÇÃO/ E ORAÇÃO FINAL. Dirigente: Deus que é a nossa salvação, nos abençoe, faça brilhar sobre nós a sua paz, agora e sempre. Amém! - Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado! CANTO FINAL.
  • 51 Músicas
  • 52 4. Quando o povo está refletindo os problemas da sociedade, o Espírito Santo ilumina e a todos ensina a vencer a maldade. ACLAMAÇÃO – TEMPO PASCAL RessuscitoudeVerdade,Aleluia,Aleluia! CristoJesusRessuscitou,Aleluia,Aleluia! (2x) ACLAMAÇÃO – TEMPO COMUM OUVIR COM ATENÇÂO Aleluia, Aleluia/ Vamos todos escutar/ Aleluia, Aleluia/ Sua Palavra proclamar Vamos ouvir com atenção/ A Pala- vra de Deus Pai/ Que ensina amar o irmão/ E nos quer todos iguais. EU VIM PARA ESCUTAR Tua Palavra, Tua Palavra, Tua Palavra de amor 1- Eu vim para escutar 2- Eu gosto de escutar. 3- Eu quero entender melhor 4- O mundo inda vai viver CHEGOU A HORA DA ALEGRIA 1- Chegou a hora da alegria,/ vamos ouvir essa palavra que nos guia. 2- Tua palavra vem chegando bem veloz/ Por todo canto hoje se escuta a sua voz. Aleluia, aleluia (x2) ABERTURA BAIÃO DAS COMUNIDADES SOMOS GENTE NOVA VIVENDO A UNIÃO, SOMOS POVO-SEMENTE DE UMA NOVA NAÇÃO, Ê , Ê ... SOMOS GENTE NOVA VIVENDO O AMOR, SOMOS COMUNIDADE, POVO DO SENHOR, Ê, Ê :/ 1. Vou convidar os meus irmãos tra- balhadores: operários, lavradores, biscateiros e outros mais/ E juntos vamos celebrar a confiança, nossa luta na esperança de ter terra, pão e paz, ê ê ê 2. Vou convidar os índios que ainda existem,/ As tribos que ainda insis- tem no direito de viver./ E juntos vamos reunidos na memória,/ Ce- lebrar uma vitória que vai ter que acontecer, ê, ê.ê PRESENÇA DE DEUS EU SINTO A PRESENÇA DE DEUS, É NA LUTA, NA LUTA, NA LUTA:/ 1. Jesus Cristo, irmão, companheiro, seu exemplo deixou para nós. Va- mos todos olhar para a frente e aju- dar muita gente sem vez e sem voz. 2. Quando o povo encara de frente as pessoas que estão no poder, é o Espírito Santo que age e vai dando coragem pra luta vencer. 3. Quando o povo está reunido, exigindo os direitos que tem, vai formando a comunidade na grande irmandade na busca do bem.
  • 53 PROCISSÃO DA BÍBLIA A PALAVRA CHEGANDO A palavra de Deus vai chegando, vai 1- É Jesus que hoje vem nos falar. 2- É a palavra de deus aos pequenos. 3- É a palavra de libertação. 4- Como o sol a brilhar no horizonte. 5- É semente fecunda na terra. VAMOS OUVIR 1- Vamos ouvir a Palavra de Deus Que vem chegando, chegando É ela a Palavra de Jesus Em toda Igreja vai se espalhando 2- Com as palavras do Evangelho Os oprimidos vão se libertando Ouvindo o que diz Jesus Cristo Toda gente vai caminhando. ESCUTA Escuta Israel, Javé teu Deus falar Escuta Israel, Javé teu Deus vai falar Fala Senhor Javé, Israel quer te escutar Fala Senhor Javé, Israel quer te escutar. A PALAVRA QUE É LUZ E nós vamos ouvir/ A Palavra que é Luz / E que vem nos unir 1- A palavra de Deus/ Vem chegan- do no meio do povo 2- A palavra que traz boa nova/ E renova a esperança 3- A palavra vai ser partilhada/ Par- tilhada em comunidade CANTO FINAL BAIÃO DAS COMUNIDADES SOMOS GENTE NOVA VIVENDO A UNIÃO, SOMOS POVO-SEMENTE DE UMA NOVA NAÇÃO, Ê , Ê ... SOMOS GENTE NOVA VIVENDO O AMOR, SOMOS COMUNIDADE, POVO DO SENHOR, Ê, Ê :/ 1. Vou convidar os meus irmãos tra- balhadores: operários, lavradores, biscateiros e outros mais/ E juntos vamos celebrar a confiança, nossa luta na esperança de ter terra, pão e paz, ê ê ê 2. Vou convidar os índios que ainda existem,/ As tribos que ainda insis- tem no direito de viver./ E juntos vamos reunidos na memória,/ Ce- lebrar uma vitória que vai ter que acontecer, ê, ê.ê PRESENÇA DE DEUS EU SINTO A PRESENÇA DE DEUS, É NA LUTA, NA LUTA, NA LUTA:/ 1. Jesus Cristo, irmão, companheiro, seu exemplo deixou para nós. Va- mos todos olhar para a frente e aju- dar muita gente sem vez e sem voz. 2. Quando o povo encara de frente as pessoas que estão no poder, é o Espírito Santo que age e vai dando coragem pra luta vencer. 3. Quando o povo está reunido, exigindo os direitos que tem, vai formando a comunidade na grande irmandade na busca do bem. 4. Quando o povo está refletindo os problemas da sociedade, o Espírito
  • 54 Santo ilumina e a todos ensina a vencer a maldade. MÃOS NA MASSA VAMOS LÁ MEU POVO JÁ CHEGOU A HORA / PÕE TAMBEM SUA MÃO NA MASSA REFAZENDO A NOSSA HIS- TÓRIA / DEFENDER A VIDA E UMA MISSÃO/ VEM PRAS CEBs, OPERÁ- RIO É O REINO EM MUTIRÃO. 1. Quem quiser saber justiça vem nas CEBs procurar /Quem quiser viver amor as CEBs tem pra dar / Tem sonho de sociedade também tem transformação / Tem de tudo um pouquinho neste mundo de ir- mãos. 2. Mulher que gera no ventre vida nova na irmandade / Traz no san- gue esta semente da nova socieda- de / Vem trazer sua medida nesta massa remexer / Vem dar gosto a esta comida não tem vida sem voce 3. Nossa América Latina marcada de escravidão / Precisamos de voce gente negra, meu irmão / Vem tra- zer sua medida nesta massa dar sabor / Traz suas mãos calejadas, costa que alguem surrou. 4. Vejo rostos deformados queren- do libertação / índio perde sua flo- resta, sai pra luta meu irmão/ Vem trazer sua medida nesta massa dar prazer / índio de tanga e de pena as CEBs lutam com voce. 5. Mãos unidas, Deus da força com Jesus ressuscitado / Pôs também sua mão na massa defendendo os massacrados / Viva a América Latina trabalhando em mutirão / Amassando o Pão da vida ate crian- ça põe a mão. BENDITODOSROMEIROSDATERRA SOU, SOUTEU, SENHOR,/ SOU POVO NOVO, RETIRANTE, LUTADOR! DEUS DOS PEREGRINOS, DOS PEQUENI- NOS,/ JESUS CRISTO, REDENTOR 1. Bendita e louvada seja esta santa romaria:/ Bendito o povo que mar- cha, Bendito o povo que marcha, tendo Cristo como guia 2. No Egito, antigamente, no meu da escravidão:/ Deus liber- tou o seu povo. Hoje ele passa de novo gritando a libertação. 3. Para a terra prometida o povo de Deus marchou:/ Moisés andava na frente. Hoje Moisés é a gente quan- do enfrenta o opressor. 4. Quem é fraco Deus dá força, quem tem medo sofre mais/: Quem se une ao companheiro vence todo cativeiro é feliz e tem a paz. MISSÃO DE TODOS NÓS O DEUS QUE ME CRIOU/ ME QUIS, ME CONSAGROU/ PARA ANUN- CIAR O SEU AMOR 1. Eu sou como a chuva em terra seca/ Pra saciar, fazer brotar/ Eu vivo pra amar e pra servir É missão de todos nós/ Deus cha- ma/ Eu quero ouvir a tua voz
  • 55 2. Eu sou como flor por sobre o muro/ Eu tenho mel, sabor do céu/ Eu vivo pra amar e pra servir 3. Eu sou como estrela em noite es- cura/ Eu levo a luz, sigo a Jesus/ Eu vivo pra amar e pra servir 4. Eu sou como abelha na colmeia/ Eu vou voar, vou trabalhar / Eu vivo pra amar e pra servir:/ 5. Eu sou, sou profeta da verdade/ Canto a justiça e a liberdade / Eu vivo pra amar e pra servir. É O NOSSO ENCONTRÃO É o nosso encontrão, minha irmã/ É o nosso encontrão, meu irmão/ Vamos lutar, vamos juntos dar as mãos/Buscando descobrir a libertação. 1. É na comunidade que encontra- mos a esperança/ Para lutarmos contra a ganância de todos os pode- rosos que só geram morte e roubam a consciência/ unamos nossas forças para a massa crescer/ E assim vere- mos a vida renascer. 2. As CEBs são caminho para o povo sofrido, injustiçado e oprimido/ Que quer viver unido, que luta jun- to e não no individualismo/ Alguns que denunciam e outros que são denunciados/ è assim que vive o povo organizado. 3. É na Bíblia Sagrada que encon- tramos o caminho da liberdade e de carinho/ Confrontando com a realidade do povo pobre das comu- nidades/ Unindo nossa força junto com a força do povo/ Conseguire- mos um mundo novo. SE EU NÃO PARTILHAR Precisocompreender,Senhor,/que neste pão repartido/ que neste vi- nho bebido toda verdade se encer- ra / sobre a justiça da Terra,/ sobre o amor e a bondade / e sobre a fraternidade que tu vieste ensinar 1. Se eu não partilhar em todos os momentos/meus dons e meus talen- tos./ E o bens que tu me dás/. Jamais entenderei a tua Eucaristia, milagre que extasia e traz tão grande paz. 2. Se eu não der de mim podendo me doar serei/ então culpado do vi- nho e do pão/. Se eu não partilhar da Santa Eucaristia/ a Paz que ela irradia em mim não brilhará/. 3. No dia em que eu me for a fim de te encontrar/Eu quero estar tranqüilo do pão que eu dividi / E tu que és Salvador irás multiplicar/ meus dons e tudo aquilo que em vida eu repartir/ PELAS ESTRADAS DA VIDA Ó VEM CONOSCO,/ VEM CAMI- NHAR,/ SANTA MARIA, VEM! 1. Pelas estradas da vida,/Nunca sozinho estas/ Contigo pelo cami- nho / Santa Maria vai. 2. Se pelo mundo, os homens, / Sem conhecer-se vão,/ Não negues nun- ca a tua mão / A quem te encontrar. 3. Mesmo que digam os homens:/
  • 56 “tu nada podes mudar”,/Luta por um mundo novo / De unidade e paz. 4. Se parecer tua vida /inútil cami- nhar / Lembra que abres caminho/ Outros te seguirão SANTA MÃE MARIA AVE MARIA, AVE MARIA (2x) 1. Santa Mãe Maria, nesta travessia/ Cubra-nos seu manto cor de anil/ Guarda nossa vida, mãe Aparecida/ Santa padroeira do Brasil 2.Mulherperegrina,forçafeminina,/A mais importante que existiu./ Com justiça queres que nossas mu- lheres/ Sejam construtoras do Brasil. 3. Com amor divino guarda os peregri- nos/Nesta caminhada para o alem./ Dá-lhes companhia, pois também/ Um dia foste peregrina de Belém. ROMARIA DA ESPERANÇA EU SOU TEU POVO, SOU / EM ROMA- -RIA, VOU / CANTAR 0 AMOR, VEN- CER TODA DOR / EU SEI QUE VOU 1. Essa é a romaria da esperança / Convidando todos que quiserem vir/ Por os pés nessa estrada sem bonança/ Caminhando e aprendendo a repartir 2. Nosso Deus nos convida a caminhar/ Deus dos pobres Jesus libertador / Nessa marcha todo irmão tem seu lugar É o caminho da esperança e do amor 3. Meus irmãos e irmãs vamos cantar / Tempo novo de alegria e louvor / Com Maria companheira no estradar / A Javé que é liberdade e amor 4. Bendita e louvada seja a romaria / Que caminha para a Terra Prometida/ Venceamorte,tantosmales,noiteedia/ E replanta nesse chão uma nova vida POVO NOVO LUTAR E CRER, VENCER A DOR, LOUVAR 0 CRIADOR/ JUSTIÇA E PAZ, HAO DE REINAR, E VIVA O AMOR 1. Quando o Espírito de Deus soprou,/ O mundo inteiro se iluminou/ A esperança na terra brotou/ e um povo novo deu-se as mãos e caminhou. 2. Quando Jesus a terra visitou / A Boa Nova anunciou/ O cego viu, o surdo escutou/ E os oprimidos das correntes libertou. 3. Nosso poder está na união. / O mundo novo vem de Deus e dos irmãos./ Vamos lutando contra a divisão. /E preparando a festa da libertação. 4. Cidade e campo se transformarão/ Jovens unidos na esperança gritarão/ A força nova é o poder do amor/ Nossa fraqueza é força em Deus Li- bertador. III ROMARIA DOS MÁRTIRES 02 DE AGOSTO DE 2014 18H00 - Saída da Matriz São José Operário Rua Mabito Shoji, nº 800 Cidade Salvador - Jacareí
  • 57 Pela primeira vez em sua história, um Intereclesial das Comu- nidades Eclesiais de Base (CEBs) recebe uma mensagem de um papa. No dia 17 de dezembro, o papa Francisco enviou uma carta aos participantes do 13º Intereclesial das CEBs, que tem início hoje à noite, em Juazeiro do Norte, diocese de Crato (CE), e prosseguirá até o dia 11 de janeiro. O encontro, que deve reunir cerca de quatro mil pessoas de todo o Brasil e de outros países, aborda o tema “Justiça e Profecia a serviço da vida” e o lema “CEBs: romeiros do Reino no campo e na cidade”. Na mensagem, o papa afirma que as CEBs “trazem um novo ardor evangelizador e uma capacidade de diálogo com o mun- do que renovam a Igreja” e assegura suas orações para que o Intereclesial seja um encontro abençoado. CARTA DO PAPA FRANCISCO PARA O 13º INTERECLESIAL DAS CEBs Queridos irmãos e irmãs, É com muita alegria que dirijo esta mensagem a todos os parti- cipantes no 13º Encontro Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base, que tem lugar entre os dias 7 e 11 de janeiro de 2014, na cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará, sob o tema “Justiça e Profecia a Serviço da Vida”. Primeiramente, quero lhes assegurar as minhas orações para que este Encontro seja abençoado pelo nosso Pai dos Céus, com as luzes do Espírito Santo que lhes ajudem a viver com renovado ardor os compromissos do Evangelho de Jesus no seio da socie- dade brasileira. De fato, o lema deste encontro “CEBs, Romeiras do Reino, no Campo e na Cidade” deve soar como uma chamada para que estas assumam sempre mais o seu importantíssimo pa- pel na missão Evangelizadora da Igreja. Como lembrava o Documento de Aparecida, as CEBs são um
  • 58 instrumento que permite ao povo “chegar a um conhecimento maior da Palavra de Deus, ao compromisso social em nome do Evangelho, ao surgimento de novos serviços leigos e à educação da fé dos adultos” (n.178). E recentemente, dirigindo-me a toda a Igreja, escrevia que as Comunidades de Base “trazem um novo ardor evangelizador e uma capacidade de diálogo com o mundo que renovam a Igreja”, mas, para isso é preciso que elas “não percam o contato com esta realidade muito rica da paróquia lo- cal e que se integrem de bom grado na pastoral orgânica da Igre- ja particular” (Exort. Ap. Evangelii gaudium, 29). Queridos amigos, a evangelização é um dever de toda a Igreja, de todo o povo de Deus: todos devemos ser romeiros, no campo e na cidade, levando a alegria do Evangelho a cada homem e a cada mulher. Desejo do fundo do meu coração que as palavras de São Paulo: “Ai de mim se eu não pregar o Evangelho” (I Co 9,16) possam ecoar no coração de cada um de vocês! Por isso, confiando os trabalhos e os participan- tes do 13º Encontro Intereclesial das Comuni- dades Eclesiais de Base à proteção de Nossa Senhora Aparecida, convido a todos a vivê- -lo como um encontro de fé e de missão, de discípulos missionários que caminham com Jesus, anunciando e testemunhando com os pobres a profecia dos “novos céus e da nova terra”, ao conceder-lhes a mi- nha Bênção Apostólica. Francisco Vaticano, 17 de dezembro de 2013.
  • 59 Carta final do 13º Intereclesial das CEBs Irmãs e irmãos da caminhada, “Maria pôs-se a caminho ... entrou na casa e saudou Isabel ... bem-venturada tu que acreditaste ... as crianças estremece- ram de alegria no ventre ...!” (cf. Lc 1,39-45) Em atitude romeira, o povo das Comunidades Eclesiais de Base de todos os cantos do Brasil colocou-se a caminho respon- dendo ao chamado da grande fogueira acesa pela Diocese de Crato-CE, convocando para o 13º Intereclesial. A luz da fogueira alumiou tão alto que fez acorrer representantes de Igrejas ir- mãs evangélicas e de outras religiões. Até foi avistada em toda a América Latina e Caribe, Europa, África e Ásia. O Cariri, “coração alegre e forte do Nordeste”, se tornou a “casa” onde se encontraram a fé profunda do povo romeiro, nascida do testemunho do padre Ibiapina e do padre Cicero, da beata Maria Madalena do Espírito Santo Araújo e do beato Zé Lourenço, com a fé encarnada do povo das CEBs nascida do grito profético por justiça e da utopia do Reino. Houve um encontro entre a Religiosidade popular e a Espiri- tualidade libertadora das CEBs. As duas reafirmaram seu segui- mento de Jesus de Nazaré, vivido na fé e no compromisso com a justiça a serviço da vida. Bem-aventurado o povo que acreditou! A moda da viola e da sanfona cantou este acreditar. As pala- vras de dom Fernando Panico, bispo de Crato, na celebração de abertura confirmaram este acreditar, proclamando: as CEBs são o jeito da Igreja ser. As CEBs são o jeito “normal” da Igreja ser. Jeito normal de o povo de Deus responder no hoje à proposta de Jesus: ser comunidade a serviço da vida. Ao ouvir a proclamação desta boa notícia, o ventre do povo que veio em romaria para Juazeiro do Norte ficou de novo grá- vido deste sonho, desta utopia. A esperança foi fortalecida. A
  • 60 perseverança e a resistência na luta foram confirmadas. O com- promisso com a justiça a serviço do bem-viver foi assumido. E a alegria estourou como fogos a vista e do meio da alegria escutamos a memória da voz querida de dom Helder Câmara, a se fazer ouvir: Não deixem a profecia cair! Não deixem a pro- fecia cair! A profecia não caiu. Ecoou nas palavras do índio Anastácio: “Roubaram nossos frutos, arrancaram nossas folhas, cortaram nossos galhos, queimaram nossos troncos, mas não deixamos arrancar nossas raízes.” Raízes indígenas e quilombolas que afundam na memória dos ancestrais, no sonho de viver em ter- ras demarcadas, livres para dançar, celebrar e festejar a terra que é mãe. Emergiu a memória do padre Ibiapina, que já incentivava a construção de cisternas de pedra e cal e o plantio de árvores frutíferas, para conviver com a realidade do semiárido. Rea- nimava assim a esperança e a dignidade do povo sertanejo. O protagonismo da beata Maria Araújo canalizou os desejos mais profundos de vida e vida em abundância, o que incomodou os grandes e a hierarquia eclesiástica. O padre Cícero e o beato Zé Lourenço continuaram acolhendo os excluídos no mesmo espírito de Ibiapina. Organizaram a comunidade do Caldeirão movida pela fé, trabalho, fartura e liberdade. Esta forma de con- vivência com o semiárido tem continuidade nas CEBs, nas pas- torais e entidades comprometidas com os pobres, A profecia ecoou na análise de conjuntura, que levou a cons- tatar que o Brasil ainda precisa reconhecer que no campo e na cidade, não basta realizar grandes projetos. O grande capital prioriza o agro e hidronegócio e as mineradoras, continuando a expulsar do campo para concentrar as pessoas nas cidades, tornando-as objeto de manipulação e exploração, de concep- ções dominadoras e produtoras de profundas injustiças. O povo continua sendo despojado de sua dignidade: seus filhos e fi-
  • 61 lhas definham no mercado das drogas e no tráfico de pessoas; é destituído de seus direitos à saúde, educação, moradia, lazer; a juventude é exterminada, obscurecendo a possibilidade de se projetar no futuro por falta de oportunidades; ainda existem preconceitos e outras violências marcam as relações de etnia, cor, idade, gênero, religião. Percebemos que transformar os ci- dadãos e cidadãs em consumidores é ameaça para o “Bem Vi- ver”. Ranchos (miniplenários) e chapéus (grupos) tornaram-se es- paços de partilha das experiências de busca para compreender a sociedade que é o chão onde as CEBs labutam e vivem. E nos passos de padre Cícero, as CEBs se tornaram romeiras nas veredas do Cariri, conhecendo realidades e comunidades; vivenciando a firmeza dos mártires e profetas; experimentando a partilha e a festa do jeito que o povo nordestino sabe fazer. A sabedoria dos patriarcas e das matriarcas nos acompa- nhou resgatando a memória e orando: “Só Deus é grande”, “Amai-vos uns aos outros”. A grandeza de Deus se revela nos romeiros, povo sofrido que ao assumir a organização da romaria, na prática da solida- riedade, na reza e no canto dos benditos se torna protagonista e ressignifica o espaço da vida diária. O amor é manifestado na profecia da mulher que no acari- ciar, no amassar o pão, na liderança e revolução carrega em seu ventre nossa libertação; na profecia que por amor à justiça se torna ecumênica; em Jesus de Nazaré que por primeiro viveu a justiça e a profecia a serviço da vida e nos desafia a sermos CEBs Romeiras do Reino no campo e na cidade. A vivência comunitária no terreiro do semiárido renovou nosso acreditar. Exultamos de alegria como as crianças que sal- taram de alegria no ventre das mães vislumbrando o novo. O Reino se fez presente no meio de nós. Seus sinais estão pre- sentes na irmandade: oramos e refletimos, reavivamos à nossa
  • 62 frente rostos de mártires e profetas da caminhada, refletimos e debatemos, formamos a mesma fila para comer juntos a gos- tosa comida do Cariri, à mesma pia lavamos nossos pratos. Na circularidade do serviço, do canto, do testemunho reafirmamos o compromisso de ser CEBs: Romeiras do Reino, profetas da jus- tiça que lutam pela vida, a serviço do bem-viver, sementes do Reino e da sua Justiça, comunidades profetas de esperança e da alegria do Evangelho. Romeiros e romeiras sempre voltam para seu chão, repletos de fé e esperança. Nós também voltamos como romeiros e ro- meiras grávidos da utopia do Reino que é das CEBs. Voltamos para nosso chão, com uma mensagem do papa Francisco, bispo de Roma e Primaz na Unidade. Dele recebemos reconhecimen- to, encorajamento, convite a continuarmos com pisada firme a caminhada de sermos Igreja Romeira da justiça e profecia a serviço da vida. Juntamo-nos à voz de Maria que louvou ao Deus da vida que realiza suas maravilhas nos humilhados. Unamos nossas vozes à sua para com ela derrubar os poderosos de seus tronos e ele- var os humildes, despedir os ricos de mãos vazias e encher de fartura a mesa dos empobrecidos. Irmãs e irmãos, abraçamo-vos com amorosidade. Amém, Axê, Auerê, Aleluia! Mulheres: 2248; Homens: 1788; Bispos: 72; Padres: 232; Re- ligiosos/as: 146; Evangélicos: 20; Outras religiões: 35; Estran- geiros: 36; Ampliada/Assessores/as: 68; Indígenas: 75. Total in- cluindo as equipes de serviço e visitantes = 5046
  • 63 Propostas aprovadas pelos delegados do Estado de São Paulo CEBs Regional Sul 1 13º Intereclesial de CEBs: Justiça e Profecia a Serviço da Vida CEBs Romeiras do Reino no campo e na cidade NÍVEL LOCAL: Fortalecimento da identidade das CEBs, com aproximação das pastorais sociais, com destaque para os ido- sos e a juventude – com suas lutas e bandeiras –, trabalhando a relação fé-vida, círculos bíblicos/grupos de rua e a dimensão missionária nos aspectos religioso, político e social. NÍVEL ESTADUAL: Aprofundar a identidade e missão das CEBs. NÍVEL NACIONAL: Trabalhar pelas reformas estruturais (re- formas urbana, agrária, tributária e política – com total apoio ao plebiscito popular –, e pela regulamentação dos meios de comunicação). Trabalhar pela aprovação da Lei da Economia So- lidária e contra a aprovação da PEC 215. Indicativo para a cole- giada: articular a comunicação dos estados sobre as atividades das CEBs, a partir de suas lutas e ações. Que a ampliada nacio- nal tire diretrizes para a caminhada das CEBs de todo o Brasil para atuação nas regiões de acordo com suas realidades. SEMI- ÁRIDO Incentivar e conscientizar ações de políticas públicas em prol do saneamento básico, saúde e construção de cisternas. Sugestão: Contribuir com o processo de reabilitação para pos- terior canonização de Pe. Cícero, a partir do 13º. Intereclesial.
  • 64 Alexandre Rodolfo Aparecido da Costa Paroquia Santa Terezinha - Seminarista Luiz Antônio de Oliveira Paróquia Coração de Jesus Luís Mario Marinho da Silva Paróquia Coração de Jesus Maria Aparecida Matsutacke Paróquia Nossa Sra. de Guadalupe Maria das Graças Bustamente Paróquia Santuário São Judas Tadeu Maria de Fátima Silva Paróquia São Vicente de Paulo Maria José de Oliveira Paróquia Nossa Sra. de Guadalupe Rosa Maria da Silva Paróquia São Vicente de Paulo Silvia Maria Andrade Macedo Paróquia Coração Eucarístico de Jesus Pe. Fabiano Cleber Cavalcante do Amaral Assessor Diocesano das CEBs Revisão Teológica Pe. Fabiano Kleber Cavalcante do Amaral Revisão Redacional Diác. José Aparecido de Oliveira (Cido) Paróquia São Benedito - Alto da Ponte Impressão Katú Editora Gráfica Diagramação Fabrício Gustavo Flausino Tiragem 26.000 exemplares. LIVRETO Nº 2– Ano XXIV - 2014 Equipe do Subsídio Palavra de Deus no Meio do Povo 25/02/2014 - Reunião da Comissão Diocesana das CEBs