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Jornal CEBs, maio 2011

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  • Gostaria de saber como faço para ser convidado para os encontros, pois já é o segundo ano e gostaria de me programar para ir, e, como posso receber subsídios para organizar uma equipe de jovens para irem junto comigo?
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    Jornal CEBs Jornal CEBs Document Transcript

    • CEBs - Informação e Formação para animadores 1 Lá vem o Trem das CEBs... Formação e Informação para animadores Diocese de São José dos Campos - SP - Informativo das CEBs - Ano VII - Maio de 2011 - Nº 67 “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua Palavra” (Lc 1, 38)Fotos: Bernadete Mota, Pe. Ronildo e Pe. Jaime C. Patias INDICE 2 - Palavra do Assessor 4/5 - Leitura Orante da Bíblia 7 - Aconteceu 3 - Arte na Caminhada 6 - Religiosidade Popular 8 - Grito dos Excluídos
    • 2 CEBs - Informação e Formação para animadores PALAVRA DO ASSESSOR MÍDIAS SOCIAIS Foto: Bernadete Mota Sua amizade não nos exige que re- reflexão profunda sobre nossas atitudesnunciemos a nossos desejos de plenitu- diante da vida (pessoal, familiar e social)?de vital, porque Ele ama nossa felicidade Estando em comunhão com Deus,também nesta terra. Diz o Senhor que com os seres humanos e com a natureza, Baixe os hinos e cânticos dos encon-Ele tudo criou “para que de tudo des- estaremos em comunhão conosco mes- tros, no Blog das CEBs:frutemos” (1 Tm 6,17).- Documento de mo, porque somos fruto da Criação e res-Aparecida, número marginal 355 ponsáveis por ela. http://tremdascebs.blogspot.com/ A conscientização começa por cada Gente boa e animada das CEBs, olá! um, somos movidos a lutar em defesa da Dois temas nos impulsionam na ca- natureza em âmbitos familiar, comunitá-minhada neste mês: Tempo Pascal e Ma- rio, político e social. Acompanhar aqueles Siga nos no Twitter:ria. Ainda ressoa em nossos ouvidos: “A que fazem as leis e aqueles que devemCriação geme e chora como em dores de executá-las em benefício do bem-comum https://twitter.com/tremdascebsparto” (Rm 8, 22), convite feito a nós e é um grande desafio e uma grande neces-ao mundo inteiro para a conversão à na- sidade.tureza, no cuidado, defesa e promoção Dessa forma, as CEBs não podem dei-dos bens naturais que Deus deu a todos, xar de acompanhar o que acontece na para que as pessoas em todos os tempossem distinção, para, assim, desfrutarmos sua rua, no seu bairro, na sua cidade, em se façam unidos ao Sonho de Deus. Assista aos videos dos principais acontecimentosdeles, conforme afirma o Documento de seu país e no mundo inteiro, senão sería- Feliz Páscoa a todos, e façam profun- das CEBs, dos encontros de comunidades nasAparecida (números 355, 383 e 387). mos omissos à vontade de Deus. dos encontros semanais em sua rua. paróquias, das Regiões Pastorais... A Campanha da Fraternidade “aca- E Maria? O que ela tem a ver combou”, pois essa campanha se dá no pe- isso? Para mim, ela é modelo de inte- Com forte abraço! http://www.youtube.com/user/ber-ríodo da quaresma. No entanto, para vi- gridade para toda a humanidade (não Pe. Ronildo nadetecebsvermos a Páscoa do Senhor, que tal uma somente para os cristãos) e intercessora (assessor diocesano das CEBs) DINAMIZANDO O ENCONTRO DE COMUNIDADE http://www.facebook.com/profile. “TREM BÃO” php?id=100001269450280 O TREM das CEBs nO aMazOnas No dia quatro de abril de 2011, a re- programa na rádio comunitária com duas Albuns de fotos:dação do trem da CEBs recebeu uma car- horas de duração. Na programação, umata lá de Lábrea no estado do Amazonas, hora era dedicada as CEBs em que usa- http://picasaweb.google.com/CEBs-do Aderbal Silva. Ele é um missionário va o material das CEBs da diocese de São Mariaindigenista – CIMI (Conselho Indigenista José dos Campos, porém o indigenista foiMissionário), um organismo vinculado à transferido o ano passado para a regiãoCNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Rio Purus.do Brasil). Na missiva, o Aderbal nos pede Ele passou por três cidades e foi co-a continuidade nhecendo-as,do material das eram os lugaresCEBs, o informa- que imaginavativo, “Lá Vem o ficar. Primeiro,trem das CEBs” conheceu Ta-e o subsídio, “ pauá, segundo, pre, mas com um detalhe diferente, alémA Palavra de Canutama e dos encontros com os grupos, um progra-Deus na Vida do por fim, Lábrea. ma de rádio, só das CEBs nessa cidade.Povo”, em um Ficou nessa úl- Dessa maneira, Aderbal receberánovo endereço. tima, e agora, todo material para fortalecer mais ainda O missioná- deseja realizar a grande tarefa coletiva da transforma-rio realizava em o mesmo tra- ção social, guiado pelo lema da CIMI: “ANova Olinda do balho que fazia força dos pequenos é luz para o mundo”.Norte, também em Nova Olindano Amazonas, do Norte, com Cintia Maria Paivaencontros de o mesmo entu- Equipe de comunicaçãogrupos e um siasmo de sem- diocesana das CEBs
    • CEBs - Informação e Formação para animadores 3 Arte nA cAminhAdA dAs comunidAdes eclesiAis de bAse: desAfios e propostAs Dando continuidade ao artigo de Zé das CEBs. Tem também várias produções da marca “CEBs”. PensoVicente, a primeira parte na ultima edi- chamadas “independentes” circulando e que poderíamos repen-ção. motivando a nossa caminhada. sá-la, procurando evi- Foram vários os comentários, sobre denciar mais as grandes MEMÓRIA E MISSÃO DA ARTE NA os conteúdos e os símbolos presentes causas as quais estamosCAMINHADA: nos cartazes e outras criações artísticas – assumindo. Poderemos a Bíblia, o mapa da América Latina, a cruz, ter nas CEBs uma boa Com apoio de Batista, do secretariado o anel de tucum, o caminho, o trem... - a marca, estilo etiquetado intereclesial e de Marcos, artista plás- proposta eclesial e política presentes em do Reino, mais discreta,tico e padre em Valença-RJ, trouxemos nossa vasta criação artística, o espaço evidenciando os gran-uma rápida memória da arte na Caminha- Memória e Caminhada, cuidado pelo Ir- des conteúdos que assu-da das CEBs, em especial nos grandes en- mão Renato em Brasília, apresentado por mimos.contros, iniciando pela apresentação dos Sérgio Coutinho e Pe. Nelito, já tem um No curto espaço decartazes de todos os Intereclesiais; tecen- acervo importante. tempo, dedicado ao as-do alguns comentários emocionados de Parece urgente, a pesquisa mais apu- sunto, apenas levanta-pessoas presentes que viveram aqueles rada e a criação de espaços e eventos mos alguns desafios emomentos marcantes. Temperamos com para possibilitarmos uma maior visibili- possíveis ações a trilhar-cantos criados naqueles tempos favorá- dade de nossa memória artística, com a mos, considerando a im-veis. Lembramos nomes de quem contri- devida referência e reverência a quem portância de construir-buiu com criações artísticas significativas cria e acredita na arte, como uma fonte mos um Projeto de Arte– Patrício, o cego poeta do Maranhão, PE. viva que anima e alimenta as profundas mais em longo prazo,Leôncio Asfuri, do Acre, Zé Germano, o razões de vida e organizações populares. assumindo alguns bonsvioleiro do Ceará, Dona Rosa Dias do DF, desafios, tais como:Zé Martins, companheiro cantor, falecido PROJETO DE ARTE NA CAMINHADA • Mapeamento do Foto: Chico Gomesem 2009, Cerezo Barredo, Domingos Sá- DAS CEBs – DESAFIOS E POSSIBILDADES que existe de artes na ca-vio, Adélia Carvalho, Anderson Augusto minhada, criadores(ras)e Elda Broilo nas artes plásticas, só para Temos consciência do potencial artís- e produtores(ras), con-lembrarmos alguns, entre tantos nomes. tico presente na Caminhada das CEBs e templando a diversida- Vimos alguns caminhos seguidos nos Movimentos Populares? de de crenças e culturas virão para as Ampliadas e ao intereclesial.campos das produções. Está claro, para nós artistas da Ca- existentes hoje; • É urgente pensarmos na criação de O primeiro e muito eficaz, tem sido minhada, agentes pastorais, assessores, • Criarmos um programa destinado um Setor, com estrutura mínima e recur-esse do cuidado e das publicações locais. bispos e padres que acompanhamos essa à capacitação de artistas, promotores de sos, para esse serviço, mais em longo pra-A primeira gravadora precisa ser sempre Caminhada, que a arte pode ser consi- eventos e vendedores, seguindo a dinâ- zo. Penso que esta não é mais uma tarefao coração da Comunidade. Da fitas k-7, derada como Ministério importante a mica da Economia Solidária; só de uma pessoa, nem de uma equipeaos CDs artesanais, das camisetas aos serviço da vida comunitária e da missão • Motivar algumas pessoas responsá- localizada, mas é uma responsabilidadeDVDs, criados nos fundos de quintais. na construção de outro mundo possível, veis pelas assessorias, para que pesqui- do conjunto das CEBs, através de suas Outro caminho aberto, se deu no âm- segunda a mística do Reino do Divino Ar- sem e escrevam sobre esse tema “arte” instâncias representativas.bito das Editoras mais conhecidas: Pauli- tista da Vida? na Caminhada das CEBs. Na ocasião, lem- • Estudar mais profundamente a rela-nas, com a coleção “Canto das Comuni- A meu ver parece claro que temos de- bramos ao Manfredo Oliveira, Benedito ção arte e liturgia nas CEBs.dades” em discos (LPs), depois em CDs e dicado pouca atenção a esse tema, e va- Ferraro e outros homens e mulheres que • Lembramos que a CNBB, oferecelivros. A Paulus, em primeiro tempo, nas mos reproduzindo a cultura de mercado, nos acompanham sempre, solicitando o prêmio “Margarida de Prata”, a filmesáreas dos livros e depois em CDs, VERBO que sobrevive de encomendas, para seus mais atenção sobre esse assunto; brasileiros que tratam de temas coeren-FILMES, com todo o acervo de filmes his- eventos de impacto passageiro e que pre- • Na perspectiva do 13º Intereclesial, tes com as causas defendidas pela Igreja,tóricos, como “Pé-Fé na Caminhada” en- cisa sempre de outro evento para passar já estão marcados alguns eventos, como não seria interessante abrir para outrastre outros e o antológico Disco “Caminha- novo produto, sua marca. Nesse sentido o Seminário com artistas, a produção de linguagens de artes, que brotam na Ca-da dos Mártires”, feito com orientação de lembrei na Ampliada de Crato, que não algum subsídio musical, mas aberto, para minhada?D. Pedro Casaldáliga. tenho usado tanto a expressão CEBs, nas os meios de comunicação etc. Que rumo Agradecido pela atenção e carinho O CEBI, com vasta produção popular músicas que componho, mas espero não queremos imprimir a esses eventos? com quem a turma da Ampliada Nacio-sobre a leitura popular da Bíblia e o CD deixar dúvidas quanto às bandeiras e cau- Como organizar melhor a nossa missão nal, acolheu e entrou na reflexão e a si-“Em nome do primeiro amor” (Paulus). sas cantadas, como sendo da Caminhada nessa área artística, nos vários campos – nalização para trilharmos juntos, abrindoNos últimos Inter-eclesiais, Zé Martins das Comunidades Eclesiais de Base; mas música, artes plásticas, moda alternativa, novos caminhos para a Arte na Caminha-e Angela, através do CENOR (criado por também estão nas mãos e corações das culinária, artesanato etc.? da.ele), coordenou a produção musical, Pastorais Sociais e Vários Movimentos • Ver como planejar melhor e prepa-voltada exclusivamente para as celebra- Populares. No nosso caso, não me sinto rar mais a presença de artistas das comu- Zé Vicente – poeta-cantorções e animação da caminhada interna tranquilo, quanto ao destaque absoluto nidades e regionais nas delegações que Contato: zvi@uol.com.br
    • 4 CEBs - Informação e Formação para animadores CAMINHEMOS PARA A 3ª ASSE COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE DIOCESE DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP são de ser fermento na massa (cf.Mt 5, (aberta ao mundo). construção de uma nova sociedade, a civi- 13,33). Como núcleos básicos de comu- - Uma Comunidade Cristã nunca de- lização do amor (DP 642). nidades de fé estão vinculadas à Igreja veria fechar-se em si mesma. Lembrando 2- Como está organizada a coordenação Católica e se reúnem para celebrar a Pa- que Missão é um modo de ser antes de das CEBs em sua paróquia? Por quanto lavra de Deus e a Eucaristia, fontes de ser uma atividade – vivemos uma espiri- tempo permanece a coordenação das Lideranças das CEBs estarão reunidas esperança e luz para a caminhada. tualidade missionária. A Igreja Discípulos CEBs paroquial?no dia 05 de junho para atualizar as Dire- 3. De Base, porque experimenta o de- missionária, no encontro com Jesus, guia-trizes da nossa Ação Evangelizadora das safio de testemunhar a fé no dia-a-dia, da pelo Espírito e interpelada pela reali- 3- Como esta a formação em sua paró-CEBs na diocese sobretudo na convivência com a vizi- dade, Escuta, Aprende e Anuncia o Reino quia, o aprofundamento de Igreja e dos - Por isso é de suma importância que nhança na diferença. de Deus para a humanidade toda. seus documentos?você animador(a) participe lendo a reflexãosobre as CEBs e respondendo o questioná- Os elementos essenciais de uma Co- “As CEBs (Comunidades eclesiais de 4- Como a paróquia tem motivado os(as)rio. Devolva até o final de abril e entregan- munidade dos que crêem em Cristo, são: base) têm sido escolas que têm ajudado novos(as) animadores(as) de rua capaci-do a coordenação paroquial das CEBs. a formar cristãos comprometidos com tando para tal? O que você sugere para - A Fé, a Celebração dos Sacramen- sua fé, discípulos e missionários do Se- melhorar? Reflexão tos, a Comunhão e a Missão. A Palavra nhor”. (DA 178) De onde nasceram as CEBs de Deus, a missão de Jesus e a esperan- 5- Como esta a atuação sócio-política “As CEBs em nosso país nasceram ça na ação do Espírito Santo, empurram Questionário e ecológica nas CEBs em sua paróquia?no seio da Igreja-Instituição e tornaram- a Comunidade para a Missão. “Desse 1- Leia o texto abaixo. Apresentar avanços e retrocessos.-se ‘um novo modo de ser Igreja’. Pode- confronto mútuo nasce a dimensão da O que entendeu e o que acrescentaria?-se afirmar que é ao redor delas que se libertação de toda injustiça e a fome e Natureza e identidade (Diretrizes e Pla- 6 - Avalie, em sua paróquia:desenvolve e se desenvolverá cada vez sede de participação e comunhão na so- no de ação - páginas 05/06) a - celebração nos setores em nívelmais, no futuro, a ação pastoral e evange- ciedade e na Igreja. Uma Igreja não vive paroquiallizadora da Igreja” (Doc. 25 CNBB, n. 03) só de fé, mas principalmente das cele- 1. 1. A Comunidade Eclesial de Base ( ) regular ( ) bom ( ) ótimo brações da fé. Trata-se, sempre, não tan- (CEB) é um grupo de cristãos leigos, que Natureza e identidade to de realizar um rito, mas de celebrar a se reúne, regularmente, nas casas de fa- b - uso de símbolos e linguagem das CEBs “Antes de qualquer coisa temos que vida de fé vivida em comunidade, rituali- mílias ou em centros comunitários, a fim ( ) regular ( ) bom ( ) ótimodeixar claro que CEBs não são ‘pastorais’ zar a vida diante de Deus e dos irmãos”. de ouvir e aprofundar a Palavra de Deus,e muito menos ‘movimento’. São comu- (Coutinho, Sérgio Ricardo, Comunidade e alimentar a comunhão fraterna e assu- 7 - Como esta, em sua paróquia, a relaçãonidades de base eclesial e não uma co- Comunidades Eclesiais de Base: in Igre- mir o compromisso cristão no mundo. CEBs, Pastorais e Movimentos?munidade de base qualquer, como um ja, Comunidade de Comunidades, p.114, 1. 2. A Comunidade Eclesial de Base,grupo de vizinhança, de amigos de tra- CNBB, 2009). enquanto comunidade, integra famílias, 8 - Em sua paróquia há Cebinhas? Se não,balho etc”. (professor Sérgio Coutinho, adultos e jovens numa íntima relação o que você sugere para iniciar a formaçãoassessor do Setor CEBs da Comissão Epis- - “As CEBs procuram ser ecumênicas, interpessoal na fé. Enquanto eclesial, de uma Cebinha?copal para o Laicato da CNBB). abertas ao diálogo, inculturadas e inclu- é comunidade de fé, esperança e ca- 1. Comunidade, porque reúne pesso- sivas. ridade; celebra a Palavra de Deus e se 9 - Cite três dificuldades paroquiais noas ao redor da Palavra de Deus e da reali- Articulam fé-vida e religião-política; nutre da Eucaristia; realiza a Palavra de uso do subsidio “Palavra de Deus nodade que as envolve. O termo comunida- promovem a solidariedade e valorizam a Deus na vida, através da solidariedade e Meio do Povo”, durante a realização dosde define a estreita relação das pessoas diversidade, buscando a libertação inte- compromisso com o mandamento novo encontros. O que precisa ser melhorado?unidas pela necessária busca por uma gral dos pobres e excluídos. Constituem- do Senhor e toma presente e atuante avida mais digna : “São comunidades, por- -se em espaço de formação da consci- missão eclesial e a comunhão visível com 10 - Quais as principais dificuldades en-que reúnem pessoas que têm a mesma ência crítica, de construção de relações os legítimos pastores, por intermédio do contradas pelas Comunidades Eclesiaisfé, pertencem à mesma Igreja e moram democráticas, ecológicas, étnicas, de ministério de coordenadores aprovados. hoje. Aponte soluções.na mesma região. Motivadas, pela fé, es- gênero. São comunidades que não se É de base por ser constituída de poucossas pessoas vivem uma comum-união em acomodam diante das injustiças e desi- membros, em forma permanente e como Animadores(as) desde já agra-torno de seus problemas de sobrevivên- gualdades sociais”. (Pe. Dirceu Benincá). célula da grande comunidade (cf DP 641). decemos a sua valiosa colaboração.cia, de moradia, de lutas por melhores - Acima de tudo, a razão de ser da Co- 1. 3. Os cristãos unidos em Comunidade Rezem por esse momento em suas co-condições de vida e de anseios e espe- munidade que é a Igreja é Evangelizar, a Eclesial de Base, fomentando sua adesão munidades, que o Espírito Santo ilumineranças libertadoras”. (Frei Betto, O que é Missão faz parte da sua natureza: difun- a Cristo, procuram uma vida mais evangé- e proteja todos os trabalhos que serãocomunidade eclesial de base. Pg.17). dir a mensagem de Jesus sobre o Reino lica no seio do povo, colaboram para ques- realizados na Assembleia Diocesana das 2. Eclesial, porque é Igreja de Jesus de Deus. Por isso, as CEBs devem ser fa- tionar as raízes egoístas e de consumismo CEBs.Cristo, Crucificado Ressuscitado. Gente mília (hospitaleiras), samaritana (servido- da sociedade e explicitam a vocação paraque pela fé recebida pelo Batismo, busca ras) celebrativa (na ação litúrgica da fé), a comunhão com Deus e os irmãos, ofere- Equipe de Coordenaçãouma vivência cristã como resposta à mis- profética (transformadora) e missionária cendo um valioso ponto de partida para a Diocesana das CEBs
    • CEBs - Informação e Formação para animadores 5EMBLEIA DIOCESANA DAS CEBs Fotos: Bernadete Mota MEMÓRIA DA 2ª ASSEMBLEIA DIOCESANA DAS CEBs RUMO AO 2º GRItO DOS ExCLUíDOS DA DIOCESE DE SãO jOSé DOS CAMpOS 7 de Setembro de 2011 Participe!
    • 6 CEBs - Informação e Formação para animadores MEMÓRIA DA CAMINHADA “ROMaRia dOs MáRTiREs da CaMinhada” Vindos de um encon- res e iniciaram uma sessão trar reação”, lamenta o marido de Eva, romaria dedicada à memória daqueles tro indigenista na área dos de tortura para forçá-las a José Carlos da Rocha, um dos primeiros a que foram mortos defendendo a vida. Tapirapés, o bispo de São revelar seu paradeiro. “Elas socorrer o Padre em agonia. “Foi como se É um encontro que celebra as causas: Félix do Araguaia, Dom Pe- foram forçadas a ajoelhar todo o povoado tivesse parado no tem- a indígena, a de negros e negras, mulhe- dro Casaldáliga, e o padre no milho, em tampas de gar- po, sem saber para onde ir”. res marginalizadas, meninos e meninas jesuíta João Bosco Penido rafa, tiveram as unhas e o A partir daí, o que se seguiu foi uma de rua, dos operários. Burnier, coordenador-regio- bico dos seios furados com tentativa desesperada de salvar a vida São milhares de romeiros, vindos de nal do Conselho Indigenista agulha”, relata outra teste- do missionário. Atendido em condições todas as partes do Mato Grosso, de vários Missionário (CIMI/MT), de- munha do episódio, Eva Do- precárias no próprio povoado, o padre estados do Brasil e também do exterior. sembarcam no povoado de mingues da Rocha. foi levado em um avião monomotor até Os participantes, nesta romaria, reno- Ribeiraão Cascalheira, com Ao chegar à delegacia, o Instituto Neurológico de Goiânia (GO), vam o compromisso com as lutas pela a intenção de participar da Casaldáliga e Burnier en- onde morreu, no dia seguinte. Vida e pela Justiça. festa em homenagem à pa- contram quatro soldados Fonte: www.prelaziasaofelixdoaraguaia.org.br Neste ano de 2011 a Romaria, com o droeira. Informados de uma de prontidão. Eva, que mora tema “Testemunhas do Reino”, acontece- situação tortura de duas nas proximidades do local, é Responsável pelo despertar de uma rá nos dia 16 e 17 de julho. Está sendo mulheres, seguem direto à capaz de ouvir quando o pa- pequena revolução naquele distante po- preparada carinhosamente pela Prelazia delegacia para interceder dre avisa aos militares que a voado do Araguaia, a morte de Burnier de São Félix do Araguáia, e que, segundo por elas. situação de tortura será de- ainda hoje é um dos mais fortes símbolos D. pedro Casaldáliga, estão sendo espera- Santana e Margarida nunciada às autoridades em da luta travada entre os grandes grupos das cerca de cinco mil pessoas. são respectivamente a nora Cuiabá. A advertência, po- econômicos apoiados pela ditadura mili- A Irmandade dos Mártires da Cami- e a irmã de um sitiante que, rém, não surte efeito algum. tar e os milhares de peões, índios e pos- nhada Latino-Americana e a Paróquia na defesa do próprio filho, Em vez disso, os policiais seiros que insistiam em ficar e construir São José Operário de Jacareí participa- atirou e matou um soldado se mostram cada vez mais na região o seu futuro. Simboliza também rão desta romaria. Mais de oitenta pes- da região. “O soldado tinha tensos e passam a chamar o destino de tantos outros que, no mais soas já confirmaram e foram já alugados prometido matar o filho os religiosos de comunistas das vezes de forma anônima, perderam dois ônibus de quarenta e cinco lugares dele. Quando foi à fazenda e subversivos. Dentre eles, a vida em favor de quem menos podia. cada um. São pessoas da Comunidade cumprir a promessa, o velho quem decide tomar a inicia- No local do martírio de Pe. Burnier, foi Paroquial e membros da Irmandade dos já estava esperando e atirou. tiva é o soldado Ezy Ramalho construído o Santuário dos Mártires. Nes- Mártires, de Jacareí e de São José dos No dia seguinte, um grupo de dez mi- Feitosa, que ataca Burnier com um soco te local, em Ribeirão Cascalheira - MT, na Campos. litares veio atrás”. e, em seguida, desfere uma coronhada Prelazia de São Félix do Araguáia, a cada Como não encontraram o autor do que o lança ao chão. Depois, um tiro na cinco anos, no mês de julho, milhares de Paulo José de Oliveira disparo, levaram presas as duas mulhe- cabeça. “Ouvimos tudo, sem poder mos- pessoas se encontram para realizar uma Equipe diocesana de comunicação das CEBs MEMóRia dOs 25 anOs dO MaRTíRiO dE PadRE JOsiMO MORais TavaREs 10 de maio de 1986/2011 Vidas pela VIDA, vidas pelo Reino. Rodrigues da Costa, na cidade de Impera- munha fiel e nos ensina CEBs – Comunidades Ecle- Todas as nossas vidas, como as suas vidas. triz – MA, diante da sede da CPT (Comis- de que vale a pena dar a siais de Base, da Igreja Povo Como a vida d’Ele, o mártir Jesus. são Pastoral da Terra). vida pela causa do Reino, de Deus, Igreja Povo Novo Em 1986, com o anúncio do fim do das comunidades e do enquanto sinal do Reino de No dia 10 de maio de 1986, Padre Jo- regime ditatorial, o Brasil vivia momen- povo. Sua morte significou Deus no mundo. Novos Jo- simo Morais Tavares, mártir da Pastoral tos de transformações políticas e eco- o compromisso assumido simos acontecem quando da Terra, sacerdote da diocese de Tocan- nômicas. A luta social na região do Bico em denunciar as estrutu- surge uma Igreja como si- tinópolis –TO, e pároco da pequena São do Papagaio (área que abrange o norte ras de morte alimentadas nal vivo do Reino de Deus; Sebastião do Tocantins (município do do atual estado do Tocantins, o sul do pelas injustiças políticas. quando esta ao lado dos então estado de Goiás) é brutalmente as- Pará e o sudoeste do Maranhão) se en- É nesse sentido que Josi- pobres e oprimidos, dos fra- sassinado à bala pelo pistoleiro Geraldo contrava diante de fortes momentos de mo se torna o padre már- cos e perseguidos; quando tensão e conflito por parte de tir da Pastoral da Terra, ao denuncia as injustiças e asFotos: Maria Matsutacke fazendeiros e trabalhadores selar com seu sangue uma opressões cometidas contra rurais, que tinham na Igreja, opção, um compromisso o povo; quando anuncia a na CPT (Comissão Pastoral da e um engajamento na de- esperança, a fé, o amor e a Terra), nos sindicatos e nos fesa dos oprimidos, em alegria aos pobres. novos movimentos sociais do especial, os trabalhadores campo uma esperança em ver rurais. Fonte: Adital realmente a Terra partilhada Com certeza, a me- Luiz Antonio de Oliveira para todos e todas. mória dos 25 anos do martírio de Padre Equipe de comunicação diocesana das CEBs Padre Josimo é a teste- Josimo nos traz à luz a experiência das
    • CEBs - Informação e Formação para animadores 7 IDENTIDADE DAS CEBsFotos: Divulgação ASSESSORES DAS CEBs QUEREM FORMAçÃO SISTEMáTICA NAS gRANDES REgIõES DO BRASIL Terminou neste domingo, 17, no Rio Brasil (DGAE). -RJ, Eva Aparecida Resende, apresentoude Janeiro (RJ), o 1º Seminário Nacional Reunidos desde o dia 14, durante o nos documentos do Magistério da Igrejapara Assessores das Comunidades Ecle- Seminário os 30 assessores, representan- (Concílio Vaticano II, Conferências do Ce-siais de Base (CEBs), promovido pelo Se- tes de 15 regionais, debateram as “CEBs lam e CNBB) os fundamentos teológicostor CEBs da Comissão Episcopal Pastoral diante dos desafios contemporâneos”. para as Comunidades de Base.para o Laicato da CNBB, em parceria com Para isso, a teóloga e professora da PUC- O assessor do Setor CEBs da CNBB,o Iser-Assessoria. professor Sérgio Coutinho, juntamente Entre as conclusões do encontro foi com a socióloga Solange Rodrigues, dodestaque a necessidade de uma forma- Iser-Assessoria, problematizaram a ques-ção sistemática para os assessores das tão da “Identidade e Diversidade dasCEBs nas grandes regiões do Brasil, a CEBs”. Eles enfatizaram seus elementosconstituição de uma rede de assessores eclesiais estruturantes e a diversidade de especialmente no Brasil. Além disso, osde CEBs, além de contribuições para a suas experiências no Brasil. O professor participantes assistiram ao vídeo do 7ºanimação das CEBs no contexto das co- Celso Carias da PUC-RJ e o professor Ivo Intereclesial das CEBs realizado na dioce-memorações do cinqüentenário do Con- Lesbaupin do Iser-Assessoria, apresen- se de Duque de Caxias, em 1989.cílio Vaticano II e das novas Diretrizes Ge- taram os desafios para as CEBs hoje narais da Ação Evangelizadora da Igreja no dimensão social, política e econômica, Fonte:CNBB REFLExÃO O ENCONTRO DAS CEBs NA COMUNIDADE É A MATA DA NASCENTE Todo rio depende de suas nascen- com a Palavra de dade. A cantoria ção para enfrentar as dificuldades. Tudotes. As nascentes são pequenos “olhos Deus e descobrin- fica mais animada, vira rotina. Sem os encontros a comuni-d’água” que vencem os galhos e folhas do o verdadeiro aparecem mais dade se enfraquece. Pode ter muitos mo-secas para se juntar até formar um rio. sentido da vida pessoas para aju- vimentos funcionando, mas a Palavra de As nascentes dos rios são cercadas de de comunidade. dar na cateque- Deus não corre e o “rio” vai secando.árvores. São as matas das nascentes que Assim, como Deus se, surgem novas Quanto mais mata na nascente, maisgarantem a vida do rio. Quando se acaba é a comunidade lideranças para água no rio. Quanto mais grupos de CEBscom a mata da nascente a água seca e o perfeita: Pai, Filho coordenar a co- funcionando, maior o crescimento da co-rio morre. e Espírito Santo, munidade e para munidade. Sem Deus e sem a sua Palavra Na comunidade, a mata da nascente Ele nos chama a fazer o trabalho em nossa vida, nós não podemos nada.são os grupos das CEBs. São deles que viver em comuni- missionário em “Sem mim nada podeis fazer” (Jo 15,).vem a força e a vida da comunidade. dade. Ele nos cha- todo canto. Vamos reflorestar as nascentes de Através da reflexão da Bíblia, feita ma para ser Igreja Sem os encon- nossa comunidade.toda semana, as pessoas vão amadure- viva. tros das CEBs, a Vamos incentivar mais as nossas CEBs.cendo na fé e no amor de Deus. O par- Com os encontros das CEBs, cresce Bíblia vai ficando de lado, as pessoas per-ticipantes vão tendo mais intimidade a participação das pessoas na comuni- dem o prumo da vida e ficam sem anima- Fonte: Movimento Boa Nova VOCAçÃOFigura: Cerezo Barredo A ExEMPLO DE MARIA, DISCÍPULA E MISSIONáRIA O mês de Maio é dedicado à Maria. É Discípulas e missionárias também são gem! Por isso, o papel da mãe éo momento em que também celebramos todas as animadoras das Comunidades fundamental para o futuro da so-o Dia das Mães. Eclesiais de Base que dividem seu tem- ciedade. Maria, nome de tantas mulheres, um po entre a família, o trabalho e o projeto Maria, mãe da Igreja, aben-nome que evoca a lembrança de respos- de Jesus Cristo, anunciando a Palavra de çoe, proteja todas as animado-tas bem dadas, de perseverança no sofri- Deus e denunciando as injustiças, aju- ras das CEBs e também todas asmento. dando outras mães no seu dia a dia, divi- mães. Entre todas as mulheres, uma foi es- dindo alegria, dor e sofrimento. Paz e Bem!colhida. A escolha foi de Deus Pai, de uma Pedimos a nossa Senhora Aparecidafilha predileta, preservada de todo peca- que acompanhe suas filhas, e ajudem- Silvia Macedodo, imaculada e tornou-se do Filho, de -as, na caminhada rumo aos trabalhos e Representantequem foi escolhida para ser Mãe, a Mãe à Santidade. Sub-Região Aparecidade Deus, uma discípula missionária. Mãe é sinônimo de fortaleza e cora-
    • 8 CEBs - Informação e Formação para animadores ACONTECEUFotos: Celso Correia dEFinida a nOva EquiPE dE COMuniCaçÃO diOCEsana das CEBs A arte de comunicar é parte constitutiva da Igreja, é uma ordem de Jesus para todos os batizados para proclamarem a Boa Nova: “Ide ao mundo inteiro, proclamai o Evangelho a todas as criaturas” Mc 16,20. (documento 59 da CNBB) sugestões apresentadas para enriquecer ra (vice-coordenador) da o trabalho da equipe. Paróquia Coração de Jesus Novos desafios foram lançados pelo onde são animadores das assessor diocesano: “Mais do que se de- CEBs. Também fazem par- dicar à divulgação do material das CEBs te da equipe: Cintia Maria nos meios de comunicação, através do Paiva da (Paróquia Coração informativo, subsidio e Internet, a equipe de Jesus), Maria Aparecida tem missão de fazer fluir a comunicação Matsutacke (Paróquia Nos- entre pessoas, pastorais, comunidades sa Sra. de Guadalupe - Jaca- como um todo, de uma forma acolhedo- reí), Paulo José de Oliveira ra, tendo como mística a comunhão e a (Paróquia São José Operário unidade”, afirmou Pe. Ronildo. - Jacareí), Rosana de Paula nhecimento e agradecimento pelo muito A coordenação diocesana das CEBs da A Equipe de Comunicação diocesana Rosa (Paróquia Santuário São Judas Ta- de suas vidas que dedicaram a este traba-Diocese de São José dos Campos definiu das CEBs é responsável por documentar deu). Tem também como colaboradores lho e que o fizeram com tanto empenhoa nova composição da equipe diocesana os eventos com fotos, vídeos, produzir o Celso Correia (Paróquia Nossa Senhora e doação. Cumpriram um papel impor-de comunicação das CEBs. informativo “Lá Vem o Trem das CEBs”, de Fátima) e Madalena das Graças Mota tante e imprescindível neste processo de A reunião aconteceu na casa paro- diagramar o subsídio das CEBs e passar (Paróquia de Sant’Ana). comunicação das CEBs.quial, da Igreja Matriz Nossa Senhora do informações para os órgãos de comuni- Os companheiros e amigos Luiz Ma-Perpétuo Socorro, onde reside Pe. Ronil- cação da diocese. rio Marinho e Sandra Memari, depois de Maria Bernadete de Paula Mota Oliveirado, assessor diocesano das CEBs. A nova equipe é formada pelo casal, vários anos de muita dedicação às causas Equipe de comunicação das CEBs Ainda na reunião, deficiências foram Maria Bernadete de Paula Mota Oliveira da comunicação das CEBs, estão deixan-apontadas, dificuldades esclarecidas e (coordenadora) e Luiz Antonio de Olivei- do a equipe. A eles manifestamos o reco- Fotos: Pe. Ronildo REuniÃO dE aniMadOREs E aniMadORas da PaRóquia n. sRa. dO PERPéTuO sOCORRO Animadores de Setores e coordena- tes também situações políticas e realidadesdores de Capelas, da Paróquia N. Sra. do sócio-econômicas exigentes. Este encontroPerpétuo Socorro, reuniram-se no dia 03 se revestiu da riqueza de reunir e unir as li-de maio. O objetivo deste encontro foi a deranças presentes nesta dinâmica de serpartilha das perspectivas e dificuldades na Igreja em comunidade, na Base. A reflexãoação evangelizadora das CEBs, nesta Paró- realizada neste encontro buscou esclarecerquia que é a maior em população da Dioce- e orientar a necessidade de melhor setori-se. Junto com esta densidade populacional, zar a ação evangelizadora das CEBs.nesta comunidade paroquial, estão presen- Pe. Ronildo IRá ACONTECER Dia 15 de maio, xI Romaria Estadual das CEBs Regional Sul 1 Baile das CEBs 2011 Santuário Nacional de Nossa Sra. Aparecida 29 de julho de 2011 Haverá vendas Horário: a partir das 21h às 2h de bebidas e PROgRaMaçÃO: Local: Nova Era- Av. 23 de Maio, 95 salgados no local Vila Maria - São José dos Campos 6h00 - Concentração no Porto de Itaguaçu, partilha e oração Adquira o seu 6h30 - Caminhada rumo ao Santuário Nacional Convite: convite com os coordenadores 7h30 - Chegada à Basílica 8h00 - Celebração Eucarística no Santuário Nacional, com transmissão ao vivo Realização: R$ 10,00 paroquiais. Equipe diocesana de coordenação das CEBs pela TV Aparecida e TV Cultura ESTACIONAMENTO gRáTIS! Expediente: Publicação mensal das Comunidades eclesiais de Base (CeBs) da diocese de São José dos Campos – diretor: dom moacir Silva – diretor Técnico: Pe. Ronildo aparecido da Rosa - Jornalista Responsável: ana Lúcia Zombardi - mtb 28496 – Equipe de Comunicação das CEBs: Coordenadora: maria Bernadete P. mota de oliveira - vice Coordenador: Luiz antonio de oliveira - integrantes: maria aparecida matsutacke, Paulo José de oliveira e Rosana de Paula Rosa - Colaboradores: madalena das Graças mota e Celso Correia - diagramação: maria Bernadete de Paula mota oliveira - Correção: Cintia maria Paiva - Revisão: Pe. Ronildo - arte Final, Editoração e impressão: Katú editora Gráfica - Tiragem: 6.200 exemplares Sugestões, críticas, artigos, envie para Bernadete. Fale com a Redação... Av. Ouro Fino, 1.840 - Bosque dos Eucalíptos CEP 12.233-401 - S. J. Campos - SP Esperamos seu contato! E-mail do informativo: tremdascebs@diocesesjc.org.br