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Informativo das CEBs/  dezembro 2010
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Informativo das CEBs/ dezembro 2010

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  • 1. CEBs - Informação e Formação para animadores 1 Lá vem o Trem das CEBs... Formação e Informação para animadores Diocese de São José dos Campos - SP - Informativo das CEBs - Ano VI - Dezembro de 2010 - Nº 63Foto: Bernadete Mota ÍNDICE Página 02 Palavra do Assessor Página 03 Advento Página 06 CF 2011 Página 07 Solenidade da Imaculada N o seu grande amor por nós, Deus quis que a chegada do seu Filho, que esperamos vigilantes, com nossas lâmpadas acesas, fosse um nas- cimento como o de uma grande maioria da população: pobre, sem nada, na Conceição Página 08 Missão Continental simplicidade total, deitado numa manjedoura! Página 10 Encontro Celebrativo
  • 2. 2 CEBs - Informação e Formação para animadores PALAVRA DO ASSESSOR 16º Encontro RegionalFoto: Bernadete Mota de Comunicação NATAL SOLIDÁRIO: SERÁ ISSO DE DEUS? Estimado(a) leitor(a), olá! dos. Representantes de nossa Diocese, Preocupa-me bastante este assunto A Promoção Humana é a ideia-chave, Maria Bernadete de P. Mota Oliveirade Natal Solidário. Neste tempo em que num projeto de partilha dos bens mate- (Equipe de Comunicação das CEBs), Ma-há muitas propagandas de solidariedade, riais, morais e espirituais e de construir dalena das Graças Mota ( Paróquia degente com muito ou com pouco dinhei- (junto com a pessoa) oportunidade de Sant’Ana) e Vittório Simões (Paróquiaro se faz solidária com os mais pobres, e, vida com melhor qualidade (emprego, São José Operário) participaram do 16ºsem julgar em si, faz apenas neste tem- alimentação moradia, escola, saúde...), Encontro Regional de Comunicação quepo, em final de ano. Muitos almoços ou descobrindo e indo atrás de seus direi- aconteceu na Casa de Retiros São José,cestas-básicas são realizados para ajudar tos... Somente assim, teremos um Natal em Sorocaba-SP entre os dias 05 e 07 deos mais pobres. solidário que se estenderá por todos os novembro. O XVI encontro de comunica- Será que uma atitude assim, superfi- dias do ano que se inicia. ção foi organizado pelo Regional Sul I dacial e sem compromisso para o ano todo, Desejo a todos uma ótima preparação CNBB. O tema do encontro deste ano foi:faz parte do pensamento de Deus? A para o Natal e faço votos que 2011 seja “Comunicadores no mundo digital, asses-sociedade e os cristãos podem “pecar” reflexo de um projeto de vida que susten- sorado pelo Prof. Marins.pensando que estão ajudando. Aliás, te uma solidariedade verdadeira e, poraonde estão as pessoas mais pobres? isso, transformadora e includente.Elas encontram lugar em nossas Comuni- Um forte abraço!dades (cristãs e civis - como se pudesse em muitas casas a Novena de Natal. Oca-separar?!!?)? sião especial para refletir e tomar novas Pe. Ronildo Contudo, neste mês, as CEBs realizam atitudes de solidariedade mais afetiva e Assessor Diocesano das CEBs efetiva junto dos irmãos menos favoreci- DINAMIZANDO O ENCONTRO DE COMUNIDADE O Sonho de Maria José, eu tive um sonho e não pude compreender bem. Creio que se tratava do nascimento do nosso Filho. As pessoas estavam fazendo os preparativos com seis semanas de antecipação para comemorar o aniversário. Decoravam as casas, compravam roupas novas, saíam às compras e adquiriam sofisticados presentes. Percebi então algo muito estranho, pois os presentes não eram para o nosso Filho. Os presentes eram embrulhados com finíssimos celofanes, enfeita- dos com preciosos laços e colocados debaixo de uma árvore. Sim, José, uma árvore dentro de suas casas! Decoravam essa árvore também, nos galhos penduravam bolas, lâmpadas coloridas e enfeites que brilhavam. Havia uma figura no alto da árvore, parecia-me uma estrela, e era muito bonita. As pessoas sentiam-se felizes e sorriam. Todos estavam emociona- dos, cumprimentando-se e trocando presentes. Mas, José, não ficou nenhum para nosso Filho. Sabes, acredito que nem o conheciam, pois em momento nenhum foi mencionado Seu Nome. José, não te parece estranho que as pessoas se envolvam em tantos gastos, e tarefas até difíceis, para celebrar o aniversário de alguém que nem sequer conhe- cem? Tive a estranha sensação de que, se o nosso Filho estivesse nessa celebração, seria um intruso. A festa era tão maravilhosa, José, todo mundo feliz, porém eu senti uma enorme vontade de chorar! Que tristeza para Jesus não ser lem- brado e talvez tampouco desejado em sua própria festa de aniversário! Ainda bem, José, que isto foi somente um sonho, imagina se fosse realidade! Autor desconhecido
  • 3. CEBs - Informação e Formação para animadores 3 ADVENTO “Tu vens, Tu vens, eu já escuto teus sinais” (Alceu Valença)Fotos: Bernadete Mota Tempo do Advento, espera, vigilân- Esperamos a Reforma Agrária, espe- do um forte canto, o pobre unido é sinal tra em gestação”.cia, comunhão, tempo de reunir as lutas ramos a Reforma da Previdência, do Ju- de Redenção!” Como São Paulo diz: “Toda naturezae “endireitar os caminhos do Senhor”. A diciário, a Reforma Política. Esperamos Junto com Maria, a Virgem já anun- se encontra como que em dores de parto,música Anunciação de Alceu Valença can- nas filas da saúde pública, nas filas das ciada desde o tempo de Isaías, nós espe- esperando pela Redenção” nos unimos ata essa grande esperança, deste Senhor todo cosmos, a todo ecossistema, espe-que veio, vem e virá. rando junto com a Mãe Terra, “o novo Para nós cristãos católicos Ele veio por céu, a nova terra e o novo mar”.meio da Virgem Maria a mais de dois mil É assim: o tempo do advento é o tem-anos, vem todos os dias para um encon- po da espera, da vigilância, o tempo datro pessoal em sua Palavra, na Eucaristia, esperança, de rever a nossa vida. É tem-na comunidade e nas ações do dia a dia, po de encher nossas lâmpadas de óleo,pois Ele age em nossa história até o dia manter as que estão acesas e acender asem que tivermos nossa Páscoa e nos en- que estão apagadas. É acender na chamacontrarmos definitivamente com a Salva- do Círio Pascal, unindo o Natal à Páscoação. E virá um dia restaurar toda criação. do Senhor, pois o Natal ganha seu sentidoMas, nossa espera e esperança se unem na Páscoa, assim como todas as festa daa de nossos irmãos judeus que ainda hoje Liturgia.esperam o Emanuel, eles esperam a vin- “A amada espera seu amado. O ama-da e nós a volta do Verbo de Deus. do vem a sua amada” este é o espírito do Reginaldo Veloso, cantor e composi- advento, o Senhor que vem a sua Igreja,tor da caminhada, compôs um novo hino a seu povo que clama: Maranathá! Cele-usando a música de Alceu para nossas bremos com esperança este tempo, comcomunidades que canta: “O Sertão seco os pés na realidade, alimentando nossapela chuva a suspirar, dos oprimidos espera, mesmo com o sistema indo con-geme o peito em oração, vem ó Senhor, tra toda esperança, pois o Senhor vem!nos libertar, não tardes mais, junta esse escolas, nas filas de órgãos, nas filas do ramos. Junto a Ela, que em Guadalupe Esta é a nossa esperança e Ele conta co-povo e realiza a promissão. Lá vem, lá INSS, nas filas de empréstimos para po- aparece esperando o Salvador em seu nosco para que junto com Ele realizemosvem, já se aproxima a Redenção!” É tem- der plantar a semente nova, esperamos... ventre, junto a Ela que se manifesta a um a Redenção.po de unir a nossa espera a espera de Esperamos... Esperamos, este tempo vem indígena, um excluído da sociedade nós “Lá vem, lá vem, já se aproxima a Re-todo nosso povo e como outrora os pri- animar retomar a nossa luta, ir juntando aguardamos. “A voz do anjo sussurrou denção” (Reginaldo Veloso)meiros cristãos clamar: “Maranathá, vem o grito e cantar: “Das encurvadas as cabe- nos teus ouvidos: ‘Ave Maria, serás mãeSenhor Jesus!” para que se realize real- ças se levantam, dos explorados unem-se da Salvação’, Maria-Igreja, vai dizer aos Éder Massakasu Aonomente a promissão. as cansadas mãos e os gemidos vão viran- oprimidos que a terra nova já se encon- Animador das CEBs – Arquidiocese de Sorocaba ESPAÇO DO ANIMADOR Sacolinhas de plásticos?Fotos: Maria Matsutacke Como gesto concreto do 12º Intere- 3. Sacolas plásticas não embalam so- pinturas, para serem sorteadas na ce- conscientização de todas as pessoas paraclesial, começamos ampla conscientiza- mente nossas compras; descartadas in- lebração de ação de graças pela novena. utilização de artigos que não agridam oção para não utilização de sacolas plásti- corretamente, embrulham lixo que pode- Também nas missas organizadas pe- meio ambiente.cas, pois: ria se decompor muito mais rapidamente las CEBs, promovemos sorteio de sacolas 1. Sacolinhas de plásticos tradicionais em contato direto com o ambiente. de tecido, nas quais colocamos material Eva Modesto de S. Ferreira da Silvasão feitas de petróleo, recurso não reno- Na Novena de Natal de 2009, as (os) de evangelização: livreto das CEBs, In- Coordenadora CEBs Paróquia Nossavável e cuja exploração e refino trazem animadoras(es) decoraram sacolas de formativo La Vem o Trem das CEBs, Re- Senhora de Guadalupedanos ao meio ambiente; às vezes, em tecido, algodão cru, com bordados e ou vista Missões, etc . É um momento deproporções catastróficas, como os derra-mamentos de óleo que destroem a faunae a flora em largas extensões. 2. Sacolinhas de plástico, descarta-das, demoram cerca de 500 anos até se-rem decompostas pela ação da natureza.Enquanto isso, se acumulam em bueiroscontribuindo para as enchentes em áreasurbanas, enchendo os aterros e poluindoos cursos d’água. Além disso, matam ani-mais por sufocamento.
  • 4. 4 CEBs - Informação e Formação para animadores IDENTIDADE DAS CEBs Pequenas Comunidades e Comunidades Eclesiais de Base - CEBs Para concretizar a “conversão pasto- essa questão destacando as principais como resposta à missão de ser fermento principalmente das celebrações da fé.ral e renovação missionária” da Igreja, o diferenças entre os dois termos. “Antes na massa (cf.Mt 5, 13,33). Como núcle- Trata-se, sempre, não tanto de realizarDocumento de Aparecida propõe, entre de qualquer coisa temos que deixar cla- os básicos de comunidades de fé estão um rito, mas de celebrar a vida de fé vivi-outras iniciativas, a sua setorização em ro que CEBs não são ‘pastorais’ e muito vinculadas à Igreja Católica e se reúnem da em comunidade, ritualizar a vida dian-unidades territoriais menores permitin- menos ‘movimento’. São comunidades para celebrar a Palavra de Deus e a Eu- te de Deus e dos irmãos”. (Coutinho, Sér-do maior proximidade com as pessoas e de base eclesial e não uma comunidade caristia, fontes de esperança e luz para a gio Ricardo, Comunidade e Comunidadesgrupos que vivem na região, a criação de de base qualquer, como um grupo de caminhada. Eclesiais de Base: in Igreja, Comunidade“comunidades de famílias que fomentem vizinhança, de amigos de trabalho etc”. 3.De Base, porque experimenta o de- de Comunidades, p.114, CNBB, 2009).a colocação em comum de sua fé cristã e (Coutinho, Sérgio Ricardo, Comunidade safio de testemunhar a fé no dia-a-dia, “As CEBs procuram ser ecumênicas, e Comunidades Eclesiais sobretudo na convivência com a vizi- abertas ao diálogo, inculturadas e inclusi- de Base: in Igreja, Comu- nhança na diferença. A palavra Base pode vas. Articulam fé-vida e religião-política; nidade de Comunidades, ter quatro significados conforme explica promovem a solidariedade e valorizam a p.115, CNBB, 2009). Leonardo Boff: diversidade, buscando a libertação inte- Elementos básicos a).Base é sinônimo de fundamento, gral dos pobres e excluídos. Constituem- constitutivos das Cebs, princípio, do que é essencial. A comunida- se em espaço de formação da consciência para identificá-las: de se constrói sobre o que é fundamental crítica, de construção de relações demo- 1.Comunidade, por- e principal, para a fé cristã: Jesus Cristo, cráticas, ecológicas, étnicas, de gênero. que reune pessoas ao o Evangelho, o seguimento da vida, do São comunidades que não se acomodam redor da Palavra de Deus destino, e da paixão do Cristo na força diante das injustiças e desigualdades so- e da realidade que as do Espírito Santo. É a significação teoló- ciais”. (Pe. Dirceu Benincá). envolve. O termo comu- gica da Base.(...) b) é o que se encontra Acima de tudo, a razão de ser da Co- nidade define a estrei- na posição oposta à cúpula da Igreja e munidade que é a Igreja é Evangelizar, a ta relação das pessoas da sociedade (...) c) pode designar um Missão faz parte da sua natureza: difun- unidas pela necessária processo pedagógico: as sugestões e as dir a mensagem de Jesus sobre o Reinodas respostas aos problemas” (DA 372). O busca por uma vida mais digna : “São co- decisões , (...) devem, o mais possível ser de Deus. Por isso, as CEBs devem ser fa-Documento reconhece, que em algumas munidades, porque reúnem pessoas que discutidas e amadurecidas a partir de bai- mília (hospitaleiras), samaritana (servido-Igrejas da América Latina e do Caribe, as têm a mesma fé, pertencem à mesma xo, da base, atingindo todos os estratos ras) celebrativa (na ação litúrgica da fé),CEBs “têm sido escolas que têm ajudado Igreja e moram na mesma região. Moti- eclesiais e sociais (...) o que concerne a profética (transformadora) e missionáriaa formar cristãos comprometidos com vadas, pela fé, essas pessoas vivem uma todos, deve ser decidido por todos. (...) d) (aberta ao mundo).sua fé, discípulos missionários do Senhor, comum-união em torno de seus proble- é sinônimo de pequeno grupo ou comu- Uma Comunidade Cristã nunca deve-como o testemunha a entrega generosa, mas de sobrevivência, de moradia, de lu- nidade onde as pessoas partilham a fé e ria fechar-se em si mesma. Lembrandoaté derramar o sangue, de muitos de seus tas por melhores condições de vida e de a vida e se ajudam mutuamente na rede que Missão é um modo de ser antes demembros” (DA 178). E lembra que a Con- anseios e esperanças libertadoras”. (Frei de relações que descrevemos acima, ser uma atividade – vivemos uma espiri-ferência de Medellín (1968) reconheceu Betto, O que é comunidade eclesial de quando nos referimos à comunidade. É a tualidade missionária. A Igreja Discípulosnelas uma célula inicial de estruturação base. p.17). significação antropológica de base”. (Leo- missionária, no encontro com Jesus, guia-eclesial e foco de fé e evangelização. Pue- 2.Eclesial, porque é Igreja de Jesus nardo Boff, Novas fronteiras da Igreja- o da pelo Espírito e interpelada pela reali-bla (1979) afirmou que as CEBs “permiti- Cristo, Crucificado Ressuscitado. Gente futuro de um povo a caminho, p. 99-100). dade, Escuta, Aprende e Anuncia o Reinoram ao povo chegar a um conhecimento que pela fé recebida pelo Batismo, busca Podemos dizer que as CEBs são pe- de Deus para a humanidade toda.maior da Palavra de Deus, ao compro- uma vivência cristã quenos núcleos de Igreja (na Base), cons-misso social em nome do Evangelho, ao cientes de sua cidadania eclesial e social, Pe. Jaime C. Patiassurgimento de novos serviços leigos e à interferindo na realidade, iluminados e Fonte: Congresso Missionárioeducação da fé dos adultos” (cf. Puebla sustentados pela fé. (Cf. Documento de de Dourados629) ( DA 178). Aparecida 178, 179, 180). Contudo, durante a Conferência de Os elementos essenciais de uma PARA APRO fUNDAR:Aparecida, muitos bispos queriam que o Comunidade dos que creem em Cris- 1. O que você entende por CEBs;termo “CEBs” ficasse fora do documento to, são: a Fé, a Celebração dos Sacra- o que são CEBs para você?final dando preferência à expressão “Pe- mentos, a Comunhão e a Missão. A 2. Você participa de alguma co-quenas comunidades”. A final, há alguma Palavra de Deus, a missão de Jesus e munidade ou grupo que pode serdiferença entre Pequenas Comunidades e a esperança na ação do Espírito San- considerado uma CEB?CEBs? Um grupo que se reúne para rezar to, empurram a Comunidade para a 3. O que deveria fazer para deixaro terço, ou para reflexão bíblica, ou mes- Missão. que as CEBs aconteçam na sua rea-mo um circulo bíblico é uma Pequena Co- “Desse confronto mútuo nasce lidade?munidade ou seria uma CEB? a dimensão da libertação de toda 4. Quais as principais dificulda- O professor Sérgio Coutinho, assessor injustiça e a fome e sede de partici- des encontradas pelas Comunidadesdo Setor CEBs da Comissão Episcopal para pação e comunhão na sociedade e na Eclesiais hoje?o Laicato da CNBB, nos ajuda a entender Igreja. Uma Igreja não vive só de fé, mas
  • 5. CEBs - Informação e Formação para animadores 5 NOTÍCIAS DA CNBBFoto: Divulgação Protagonismo, papel e deveres do leigo, são temas de destaque no 3º Seminário da Comissão para o Laicato “A discussão central do 3º Seminário ção é parte da responsabilidade da Igreja”, O presidente do Setor Leigos e bispo “Autonomia, definição de responsabi-da Comissão Episcopal para o Laicato da sublinhou o sacerdote. da diocese de Registro (SP), dom José Luiz lidades, direitos e deveres”. Esses são al-Conferência Nacional dos Bispos do Brasil O bispo prelado emérito de Tefé (AM), Bertanha, também destacou o protago- guns dos pontos que precisam ficar claros(CNBB) é a tradução de quem é o corpo dom Mário Clemente, vê o encontro como nismo do leigo e disse ele é indispensável para que o leigo tenha um papel definidoda Igreja”. Foi o que disse o assessor do oportunidade de reforçar o protagonismo para o êxito da evangelização da Igreja. “A na Igreja e para que ele exerça seu papelencontro, padre Oscar Beozzo, em entre- do leigo na Igreja. Ele afirma que o leigo já Igreja não vai conseguir evangelizar sem sem dependências, segundo o bispo davista a assessoria de imprensa da CNBB. a presença do leigo. Ela evangeli- diocese de Jardim (MS), dom Jorge Alves Para ele, o protagonismo do leigo é za contanto com a sua presença. Bezerra. “Eu percebo que o ministérioum foco da Igreja que deve se consolidar. Sempre contamos com a presen- ordenado na Igreja tem muito bem defi-“Antigamente se pensava o corpo da Igre- ça do leigo, seja na liturgia, na nido as suas responsabilidades, direitosja apenas sendo os padres e bispos, mas catequese, pois ele exerce a sua e deveres na Igreja, mas o leigo que temisso mudou desde o Concílio Vaticano II e vocação e a sua missão em duas o sacerdócio comum, não me parece serhoje devemos ter isso bem presente, pois direções: uma do coração da bem definido. O leigo não têm definidoso leigo tem seu protagonismo e seu lugar Igreja para o mundo e a outra é os trabalhos na Igreja e as responsabilida-na Igreja”, disse o estudioso dos docu- do coração do mundo para den- des que devem ser assumidas. Tudo issomentos do Concílio Vaticano II. tro da Igreja”. precisa ser bem trabalhado para que ele Durante sua intervenção na tarde des- Ainda segundo dom Luiz Ber- não fique na dependência do padre semte primeiro dia do Seminário, padre Be- tanha, a formação é o caminho autonomia. É preciso que ele esteja emozzo também destacou a caminhada do para o protagonismo. “Temos profunda comunhão sempre porque to-Concílio Vaticano II até os dias de hoje e tem um papel significativo, mas que pre- que dar oportunidade do leigo descobrir dos somos a Igreja corpo de Cristo”, acen-seus desdobramentos, como o surgimen- cisa de mais espaço para ampliá-lo. “No a sua vocação, ser protagonista da evan- tuou o bispo. Dom Jorge acredita que oto das Comunidades Eclesiais de Base Brasil tem crescido bastante a participa- gelização e para isso ele precisa de uma Seminário é a oportunidade de esclarecer(CEBs) três anos após o Concílio, em Me- ção do leigo nos conselhos das dioceses, formação sólida, permanente, integral, o papel do leigo na Igreja. “Minha expec-dellin e a responsabilidade da Igreja no paróquias. Em todos os níveis nós temos para poder exercer essas duas direções, tativa é que nesse encontro possamosmundo. “A Igreja tem seu papel social e sentido essa participação nas decisões, uma completando a outra. O trabalho do conhecer melhor qual é a missão do leigonão podemos dispensar isso. Não pode- nos ministérios. Mas precisa crescer ainda leigo dentro da Igreja e dentro do mun- na Igreja. O seu trabalho específico de sermos ser indiferentes às guerras, à fome, mais, inclusive há muitos temas que são do secular: na política, na comunicação, fermento, sal e luz na comunidade”.às injustiças. A Igreja existe para o bem da os leigos que podem contribuir”, disse o o mundo da família e assim por diante”,humanidade, não para si. Essa preocupa- bispo. completou. Fonte:CNBB Mãos na Massa! Bolo de Natal MÍDIAS SOCIAIS Novos vídeos No caNal das ceBs Assista aos videos principais acontec das CEBs, dos enco dos imentos ntros de Abertura do Encontro Celebrativo das CEBs 2010 comunidades nas paróquias, http://www.youtube.com/watch?v=pDfUn2VEPI0 das Regiões Pasto rais... Ingredientes Apresentação das Cebinhas da Paróquia Coração de Jesus • 6 ovos http://www.youtube.com/watch?v=A5eSKMYw9hI • 200 g de manteiga com sal • 3 xícaras de chá de açúcar Mensagem de Natal do Pe. Ronildo para os animadores(as) http://www.youtube.com/watch?v=A5eSKMYw9hI • 6 xícaras de chá de trigo • 2 xícaras e meia de chá de leite Mensagem dos padres e dos leigos participantes do Encontro Celebrativo • 2 colheres de sopa de fermento em pó http://www.youtube.com/watch?v=2EIX6uUPUKI • Raspa de um limão Mensagem do futuro padre Fabiano (Ceará) • 2 colheres de sopa essência de amêndoa http://www.youtube.com/watch?v=2EIX6uUPUKI • 100g de uvas passas sem sementes embebida no rum escorrida Fotos do Encontro Celebrativo 2010 • 100g de frutas cristalizadas http://picasaweb.google.com/ma.matsutacke/281110# • 100g de frutas secas de sua preferência (amêndoas, nozes, castanha) • Se prefereir coloque algumas cerejas Blog: http://tremdascebs.blogspot.com/ Modo de Preparo • Bata a manteiga com o açúcar, acrescente as gemas uma a uma, o leite a farinha de trigo, o Siga nos no Twitter: http://twitter. fermento em pó, a essência, a raspa de limão as frutas e por último as claras m neve. com/tremdascebs • Unte uma forma grande com aro no meio polvilhe trigo e leve para assar em forno 180° graus. • Introduza um palito para ver se o bolo está assado, se por motivo o bolo ainda não estiver assa- http://www.youtube.com/user/bernadetecebs do por inteiro coloque umas folhas de papel por cima do bolo, isso evita que ele queime. • Retire do forno e desenfome ainda quente, polvilhe açúcar de confeiteiro por cima do bolo e espalhe frutas por cima do bolo e pelas laterais. http://picasaweb.google.com/ma.matsutacke Rendimento: 20 Porções /281110#
  • 6. 6 CEBs - Informação e Formação para animadores Campanha da fraternidade 2011 O cartaz possui dois planos. Ao fundo observa-se uma fábrica quesolta fumaça, poluindo e degradando o ambiente, deixando o céu Oração daplúmbeo, intoxicado e acinzentado. A figura do rio com a água escurecida e suja representa também Campanha daa parte natural sendo devastada, influenciando no aparecimento das fraternidade 2011enchentes e no aumento do nível do mar, ações estas provocadas peloato errado do homem. CNBB Em contraste a isso, vemos em primeiro plano uma mureta, onde Senhor Deus, nosso Pai e Criador.em meio à devastação ainda existe vida. Nela, um pequeno broto e um A beleza do universo revela a vossacipreste (hera), com suas raízes incrustadas, criando um microecossis- grandeza, A sabedoria e o amor comtema, ainda insistem em viver mesmo diante de um cenário áspero. que fizestes todas as coisas, E o eternoSendo, portanto, referência ao lema: “A criação geme em dores de par- amor que tender por todos nós.to” (Rm 8,22). Apesar de todo o sofrimento que a criação enfrenta ao longo dos Pecadores que somos, não respeita-tempos, de todos os seus ‘gritos de dor’ - a vida rompe barreiras e mos a vossa obra, E o que era paranos mostra que ainda existe esperança, representada pela borboleta, ser garantia da vida está se tornando que mesmo com uma ameaça. vida curta, cumpre o seu A beleza está sendo mudada em devas- importante papel no ciclo tação, E a morte mostra a sua presença natural do planeta. no nosso planeta. Que nesta quaresma nos convertamos E vejamos que a criação geme em do- res de parto, Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor, Por meio da nossa mudança de mentalida- ATENÇÃO de e de atitudes. E, assim, como Maria, que meditava a Devemos ter a preocupação de acolher bem o próximo livreto, que será rezado vossa Palavra e a fazia vida, Também e refletido no novo Tempo Litúrgico, o Tempo da Quaresma e Páscoa. Nesse livreto nós, movidos pelos princípios do Evan- refletiremos sobre a Campanha da Fraternidade, o Tempo Quaresmal e Pascal. Para gelho, Possamos celebrar na Páscoa do isso devemos, com entusiasmo, preparar bem a Celebração Inicial do novo livreto, vosso Filho, nosso Senhor, O ressurgi- para motivar a participação e o empenho dos membros das CEBs na árdua tarefa mento do vosso projeto para todo o de evangelizar nas casas, prédios, condomínios... É importante divulgar bem o dia, mundo. a hora e o local da celebração inicial, na paróquia ou comunidade, e convidar todos Amém. os irmãos e irmãs para participar dos Encontros das CEBs. A Missão Continental: CEBs e pequenas O Brasil na Missão Para uma Igreja Missionária Comunidades eclesiais Continental Aproveite as Preço: R$ 4,40 Preço: R$ 5,00 Preço: R$ 5,00 férias para aprofundar seus conhecimentos Adquira nas livrarias Católicas.
  • 7. CEBs - Informação e Formação para animadores 7 RELIGIOSIDADE POPULAR História do Presépio Mais uma vez o natal se aproxima. Na- panhia de Frei Leão e com a ajuda do se- do jesuíta Josétal, que significa o nascimento de Deus- nhor Giovanni Vellina, montou em uma de Anchieta. Amenino, segundo a história cristã. gruta da floresta na região de Greccio, partir de 1986 Ao longo dos anos, os países católicos Itália, a encenação do nascimento de Je- São Francisco éao festejarem a data utilizam várias tradi- sus. considerado oções natalinas como canções, a figura do Na epóca já havia 16 anos que a Igre- patrono univer-Papai Noel, a ceia de Natal, a árvore de ja tinha proibido a realização de dramas sal do presépio.Natal e o presépio de Natal. liturgicos nas Igrejas, mas São Francisco “Fazer pre- O presépio é uma das representações pediu a dispensa da proibição desejoso sépios é unirmais singelas do nascimento de Jesus que estava de lembrar ao povo daquela mundos”. OCristo. Procura resgatar a importância e região a natividade e o amor a Jesus Cris- mundo animal,magnitude daquele momento ao mesmo to. os homens e oque nos lembra a forma simples e humil- O povo foi convidado para a missa e mundo mine-de em que se deu o nascimento. ao chegarem à gruta encontraram a cena ral (pedras e A presença do menino Deus naquele do nascimento vivenciada por pastores e presentes) seestábulo, ao lado de seus pais, tendo por animais. unem na con- São Francisco trazem até nos o sentidotestemunhas os pastores e os animais e São Francisco morreu dois após mas templação do nascimento de Jesus. verdadeiro do Natal: “Todos os homensrecebendo a visita dos Reis Magos guia- os Frades Franciscanos continuaram a Os reis Magos em uma interpretação nascem iguais, pela sua origem, seus di-dos à gruta pela estrela de Belém, mostra representação do presépio utilizando mais recentes são lembrados como um reitos naturais e divinos e seu objetivoa grandeza e a onipotência de Deus repre- imagens. símbolo da união dos povos: Gaspar, o final”.sentada na fragilidade de uma criança. No Brasil, a cena do presépio foi apre- negro: Melchior, o branco e Baltazar, o Esta representação foi criada por São sentada pela primeira vez aos índios e co- asiático. Fonte: http: Portal São FranciscoFrancisco de Assis em 1223 que, em com- lonos portugueses em 1552 por iniciativa As palavras de paz e serenidade de Solenidade da Imaculada Conceição No dia 8 de dezembro, a Igreja celebra go franciscano de inteligência brilhante, dos noivos. Maria é a pessoa simples, po- a solenidade da Imaculada Conceição, defendia que Maria havia sido concebida bre, que pertencia aos excluídos de sua professando que a Mãe de Jesus foi con- sem o pecado original, afirmando que época. É a mulher firme na condução cebida sem o pecado original, herança ela foi remida por Cristo como todas as dos passos de seu Menino, forte ao pé com que todos nascemos. A festa é cele- pessoas humanas, mas antes de contrair da cruz, exultante na ressurreição de seu brada no tempo litúrgico do Advento, de o pecado original, em previsão dos mé- Filho. preparação para o Natal. Neste tempo, é ritos do Redentor que lhe são aplicados MÃE DOS CRISTÃOS - Sua existência importante lembrar-se também daquela também. é uma plena comunhão com o Filho, uma que foi escolhida por Deus para ser a mãe DOGMA DE fÉ - Séculos mais tarde, o entrega total a Deus. Ela é a mãe imacu- do Verbo Encarnado; o Filho de Deus vem Papa Pio IX, com a bula “Ineffabilis Deus”, lada dos cristãos. Como afirma o Papa até nós através de uma mulher. de 8 de dezembro de 1.854, proclamou João Paulo II, Maria é “a primeira e a mais CHEIA DE GRAÇA - Para ser a mãe de o dogma da Imaculada Conceição: “Ma- completa realização das promessas divi- Cristo, Deus escolheu uma mulher santa ria foi imune de toda mancha da culpa nas. Sua espiritual beleza nos convida à e pura, cheia de graça. Por isso, como original desde o primeiro instante de sua confiança e à esperança. A Virgem toda afirma o Concílio Vaticano II, na consti- concepção, em vista dos méritos de Cris- pura e toda santa nos anima a preparar tuição “Lumen gentium”, Maria, “desde to.” Quatro anos mais tarde, em 1.858, os caminhos do Senhor e a endireitar o primeiro instante de sua existência, é Nossa Senhora confirmava essa verdade. seus caminhos.” enriquecida com uma santidade surpre- Aparecendo a Bernadete, na cidade fran- CAMINHO PARA BELÉM - A celebra- endente, absolutamente única.” (LG 56) cesa de Lurdes, apresentou-se: “Eu sou a ção da Imaculada dentro do Advento É esse o mistério que celebramos no dia Imaculada Conceição”. – tempo de preparação para o Natal de 8 de dezembro: para ser digna Mãe do MODELO DE VIDA - A Mãe do Sal- Jesus Cristo – deve nos levar até o presé- Verbo, Deus preservou Maria do pecado vador se revela como exemplo de fé, de pio de Belém, descobrindo a humildade original e a fez cheia de graça, a fez ima- oração, de escuta da palavra divina, de e a pobreza de nosso Deus e de sua mãe, culada desde sua concepção. amor-doação. Nossa devoção deve sem- comprometendo-nos com os pobres e REMIDA POR CRISTO - A doutrina da pre lembrar a moça que soube dizer sim excluídos, os que tiveram o privilégio santidade original de Nossa Senhora se ao chamado para ser mãe, que se deslo- de receber primeiro o convite para irem firmou inicialmente no Oriente, por volta cou por caminhos difíceis para servir sua adorar o Menino que nasceu. do século VI ou VII, daí passou para o Oci- prima Isabel, que na festa de Caná estava dente. No século XIII, Duns Scott, teólo- servindo e preocupada com a felicidade fonte: Catequisar
  • 8. 8 CEBs - Informação e Formação para animadores audácia sua missão nas Missão Con misso de ir e atingir a novas circunstâncias quem normalmente nãoFoto: Divulgação latino-americanas e atingimos; mundiais. (...) Trata-se • Favorecer o acesso de confirmar, renovar de todos, a partir dos e revitalizar a novidade pobres, à “atrativa ofer- do Evangelho arraiga- ta da vida em Cristo” (cf. da em nossa história, a DAp 361); partir de um encontro • Aprofundar a Mis- pessoal e comunitário são como serviço à hu- com Jesus Cristo, que manidade; desperte discípulos e • Discernir os sinais missionários. Isso não do Espírito Santo na depende tanto de gran- vida das pessoas e na des programas e estru- história. turas, mas de homens Itinerário da Missão e mulheres novos que Continental encarnem essa tradi- A missão se realizará ção e novidade, como em quatro etapas, se- discípulos de Jesus guindo os critérios de O que é Missão Continental? Cristo e missionários simultaneidade (podem Missão Continental não é um exer- de seu Reino, protagonistas de uma sobrepor-se), da flexi- cício missionário isolado, mas uma op- vida nova para América Latina que de- bilidade (segundo as ção missionária que pretende renovar seja reconhecer-se com a luz e a força circunstâncias locais) e a comunidade eclesial em seu conjun- do Espírito. de irradiação (se susten- to, para que todos os batizados, con- Esta firme decisão missionária deve tam umas às outras). vertidos em discípulos missionários, impregnar toda a Igreja e todos na Haverá um tempo sejam capazes de dar testemunho da Igreja, as estruturas eclesiais, os pla- introdutório de sensi- Boa Notícia em nosso mundo de hoje. nos pastorais de dioceses, paróquias e bilização e conversão Não é um projeto missionário pro- comunidades religiosas, movimentos pastoral da Igreja, de priamente dito, mas trata-se de um e qualquer instituição na Igreja. Ne- aprofundamento de projeto de animação missionária. Um nhuma comunidade deve isentar-se Aparecida, afim de que novam na vida de Jesus Cristo, se pre- dos compromissos centrais de Apare- de entrar decididamente, com todas seu conteúdo seja estudado, refletido param também para levar a Boa Notícia cida foi despertar a consciência disci- as forças, nos processos constantes de e assimilado em todas as instâncias a todos os povos. pular dos cristãos, resgatar a dimen- renovação e de abandonar as ultrapas- eclesiais. Etapa 1: Missão com agentes de são missionária da Igreja e convocar sadas estruturas que já não favorecem • Etapa 1: Sensibilização dos agen- pastoral e evangelizadores para uma Missão em todo o Conti- a transmissão da fé (DAp 365). tes de pastoral e evangelizadores Que sejam os pastores, os animado- nente. “Este despertar missionário, • Etapa 2: Aprofundamento com res e responsáveis das comunidades, em forma de uma Missão Continen- Objetivos Grupos prioritários os primeiros a assumirem este desafio tal, cujas linhas fundamentais foram Geral: Abrir-se ao impulso do Espí- • Etapa 3: Missão setorial de discipulado missionário. examinadas por nossa Conferência e rito Santo e incentivar, nas comunida- • Etapa 4: Missão territorial Trata-se dos Bispos – Presbíteros – que esperamos sejam portadoras de des e em cada batizado, o processo de Os missionários formados nas eta- Diáconos permanentes – Vida religiosa sua riqueza de ensinamentos, orien- conversão pessoal e pastoral ao estado pas 1 e 2 são os agentes evangelizado- e consagrada, incluindo Vida monástica tações e prioridades, será ainda mais permanente de Missão para a Vida ple- res para a Missão setorial (Etapa 3) e e contemplativa – Leigos mais compro- concretamente considerada duran- na. territorial (etapa 4). metidos das distintas áreas pastorais – te a próxima Assembleia Plenária do Dirigentes de movimentos e comunida- CELAM em Havana. Exigirá decidida Específicos: 1. Destinatários da Missão des – Seminários e Casas de formação colaboração das Conferências Episco- • Proporcionar a alegre experiência Todos os cristãos são, ao mesmo – Conselhos de pastoral – Dirigentes pais e de cada diocese em particular. do discipulado, no encontro com Cristo; tempo, destinatários e sujeitos da mis- de grupos, organizações, instituições, Procurará colocar a Igreja em estado • Promover a formação em todos os são. É necessário levar em conta que o colégios, universidades católicas, mo- permanente de missão” (DAp 551). níveis para sustentar a conversão pes- discípulo se forma para a missão e, por vimentos eclesiásticos, novas comuni- Nas palavras de Aparecida, a Igreja soal e pastoral do discípulo missionário; sua vez, a missão forma o discípulo. Por dades. está chamada a repensar profunda- • Repensar as estruturas de nossa isso, ao realizar a ação missionária, ao Etapa 2: Missão com grupos priori- mente e a relançar com fidelidade e Ação Evangelizadora para um compro- mesmo tempo que os discípulos se re- tários
  • 9. CEBs - Informação e Formação para animadores 9ntinental! – Organizações de vo- social em cada país. províncias eclesiásticas, com um senti- luntariado. do de comunhão eclesial. funções na Missão Continental Etapa 4: Missão ter- Funções das Conferências Episco- funções do CELAM para a Missão ritorial pais: Continental: Dirigida à pastoral • Dar orientações pastorais em cha- • Apoiar a preparação e seguimento territorial: Paróquias ve de Missão Continental (sintonia e da Missão Continental; – Famílias – Comunida- sincronia) para que todas as circunscri- • Oferecer uma proposta de cursos des Eclesiais de Base – ções eclesiásticas se ponham em esta- de preparação e de exercícios espiritu- Pequenas comunidades do de missão permanente; ais para agentes de pastoral e evange- – Organizações comu- • Criar uma comissão central para lizadores em cada uma de suas etapas, nitárias civis: grupos de animar a missão em nível nacional; em coordenação com o ITEPAL e o CE- vizinhos, clubes espor- • Elaborar os subsídios que conside- BIPAL; tivos, ONGs. rem pertinentes para a formação dos • Dispor de uma equipe que possa Nesta etapa é ne- agentes de pastoral e evangelizadores ser convidada pelas Conferências Epis- cessário levar em conta para a realização do projeto missioná- copais para a difusão dos conteúdos de os afastados, indiferen- rio; Aparecida; tes e descrentes. • Revisar ou elaborar as Linhas ou • Difundir subsídios existentes e 2. Sinais e gestos Diretrizes Pastorais Gerais à luz de Apa- elaborar outros dirigidos a cada um dos comuns: expressão de recida em ordem à formação e ação de setores de agentes de pastoral e evan- comunhão e simulta- discípulos missionários; gelizadores; neidade da Igreja na • Preparar equipes em nível nacio- • Oferecer informações sobre as ex- Missão Continental. nal para dirigir retiros espirituais, tendo periências missionárias que se levaram • Lançamento oficial como base Aparecida; a cabo e que estão sendo realizadas no da Missão no CAM3 (17 • Criar centros missionários em ní- Continente, contando com o apoio do de Agosto de 2008). vel nacional. (no Brasil, a CNBB tem o Observatório Pastoral; • Entrega da Bíblia Centro Cultural Missionário – CCM, • Elaborar os materiais catequéticos e do Tríptico (Capelinha com mais de 100 cursos já realizados). e litúrgicos para a missão que sejam co- Missionária) com breve muns à Igreja da América Latina e do catequese sobre seu funções das Dioceses: Caribe. significado, especial- • “A Diocese, em todas as suas co- • Atividades Exige uma conversão pessoal e pas- mente a modo de um munidades e estruturas, é chamada a • Em nosso País, o projeto da Mis- toral dos membros de grupos, movi- “altar familiar” para cada lar. ser comunidade missionária”(DAp 168) são Continental, recebeu o nome de: mentos e associações para que passem • Oração para a Missão Continental. e, por tanto, o sujeito da missão. “O BRASIL NA MISSÃO CONTINENTAL”, logo a evangelizar os diversos setores • Logotipo (de Aparecida). • Revisar o plano pastoral à luz de projeto este que a CNBB passou a cha- da comunidade. • Elenco de canções missionários Aparecida a fim de dar-lhe uma grande mar Projeto Nacional de Evangelização; Dirigida a grupos pastorais priori- e eventualmente um Hino baseado na renovação missionária que contemple para isto o mesmo foi elaborado sob tários: a título de exemplo nomeamos oração oficial que se pode fazer através como sinal de maturidade, a missão inspiração de Aparecida e das Diretrizes alguns: Missão em espaços virtuais de concursos nacionais. ad gentes. A Missão Continental deve Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE). – Colégios e Universidades Católicas Algumas celebrações de grandes abrir as pessoas para ir além fronteiras; • O projeto foi aprovado pela CNBB, – Educadores, Catequistas – Diversas festas litúrgicas com sentido missioná- • Criar uma comissão central que se no dia 25 de setembro de 2008. A partir áreas pastorais – Organizações de pro- rio: encarregue de animar a missão dioce- desta deu-se início a inúmeras ativida- fissionais católicos – Grupos de pasto- • Epifania; sana; des, assessorias pelas dioceses, regio- ral indígena e afrodescendente – Con- • Páscoa Elaborar os subsídios que conside- nais. Ainda no mesmo ano, foi criado frarias, Irmandades, Movimentos e • Pentecostes; rem pertinentes para a formação de uma equipe nacional, composta por Comunidades. • Festa Mariana de cada país. agentes de pastoral e evangelizadores um grupo de trabalho 13 pessoas, en- Etapa 3: Missão setorial • Produção e intercâmbio de subsí- para a realização do projeto missioná- tre alas alguns missiólogos (GT) e um Dirigida aos diversos setores da so- dios formativos missionários. rio; representante da cada regional. Este ciedade. A título de exemplo nomea- • Material de divulgação: Poster • Oferecer uma proposta de cursos grupo de reúne uma vez por ano, com mos alguns: Acadêmicos – Educadores sobre a missão; Spots para televisão de preparação e de Exercícios espiritu- intuito de pensar e encaminhar o pro- e mundo da educação – Jovens – Em- e rádio; Página Web sobre a missão; ais para os agentes de pastoral e evan- cesso de missão continental em nosso presários e trabalhadores – Comunica- Videos sobre a Missão (feitos com os gelizadores em cada uma das etapas; país. dores e todo o âmbito virtual – Político tempos de TV). • Realizar um trabalho conjunto – Mundo da saúde – Mundo carcerário • Um gesto significativo em matéria com as dioceses vizinhas, em nível de Fonte: O Brasil na Missão Continental
  • 10. 10 CEBs - Informação e Formação para animadores Fotos: Maria Matsutacke/ XXII Encontro Bernadete Mota / Madalena Mota Celebrativo das CEBs Cerca de 700 pessoas participaram do XXII Encontro Celebrativo das CEBs, com o tema “CEBs: Missionárias do Reino de Deus”, que aconteceu na paróquia Coração de Jesus, Região Pastoral V, no dia 28 de novembro. Marcados por alegria, esperança e moti- vação o povo foi chegando. No olhar de cada um era visível “a luz de Deus brilhando” e enchendo os corações de entusiasmo. A Palavra de Deus que nos conduz no Espírito, as mais belas reflexões é o grande alimento para nossas vidas e para nossas comunidades. “ói, ói o trem! Vem surgindo de trás das montanhas azuis, olha o trem”... A Santa Missa foi presidida pelo Pe. Ronildo Aparecido Rosa, assessor diocesano das CEBs, e concelebrada pelos padres Jaime C. Patias, do Instituto Missionário Consolata e diretor da revista Missões e Pe. Mario de Carli, também do Instituto Missionário Consolata. SEMINARISTAS
  • 11. CEBs - Informação e Formação para animadores 11 PADRES Vários Padres e Diáconos estiveram presentes nos apoiando na caminhada. Entre eles Pe. Rogério félix, Pe. Alexsandro Ramos, Pe. EdiCarlos, Pe. Geraldinho, Pe. Afonso e Pe. Geraldo Magela. O nosso pastor diocesano, Dom Moacir Silva, também passou pelo encontro. ALMOÇO POVO DE DEUS SIMBOLOGIA Uma das características das CEBs é o uso de símbolos nos seus encontros e celebrações.
  • 12. 12 CEBs - Informação e Formação para animadores FAMÍLIAS CEBINHAS Cebinhas dos Setores 13, 14 e 15 da Paróquia Coração de Jesus ANIMAÇÃO NOSSO FUTURO PADRE Equipe de canto das CEBs fABIANO KLEBER da Paróquia Coração de CAVALCANTI AMARAL Jesus animou a Santa missa Nosso futuro padre. com os cantos das CEBs, Parabéns! que expressam as lutas, as Deus abençoe muito a sua alegrias, a missão... vida e a sua vocação! Equipe diocesana das CEBs Expediente: Publicação Mensal das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Diocese de São José dos Campos – Diretor: Dom Moacir Silva – Diretor Técnico: Pe.Ronildo Aparecido da Rosa - Jornalista Responsável: Ana Lúcia Zombardi - Mtb 28496 – Equipe de Comunicação: Coordenador: Luis Mario Marinho - Inte- grantes: Celso Corrêa e Maria Aparecida Matsutacke - Colaboradora: Madalena das Graças Mota - Diagramação: Maria Bernadete de Paula Mota Oliveira - Cor- reção: Sandra Memari Trava - Revisão: Pe. Ronildo - Arte Final, Editoração e Impressão: Katú Editora Gráfica - Tiragem: 6.200 Exemplares Sugestões, críticas, artigos, envie para Bernadete. Fale com a Redação... Av. Ouro Fino, 1.840 - Bosque dos Eucalíptos CEP 12.233-401 - S. J. Campos - SP Esperamos seu contato! E-mail do informativo: tremdascebs@diocesesjc.org.br