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Jornal das CEBs - Diocese de São José dos Campos - SP - novembro de 2011

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Jornal das CEBs - Diocese de São José dos Campos - SP - novembro de 2011

  1. 1. CEBs - Informação e Formação para animadores 1 Lá vem o Trem das CEBs... FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO PARA ANIMADORES Diocese de São José dos Campos - SP - Informativo das CEBs - Ano VII - Novembro de 2011 - Nº 73 Leigas e leigos a serviço do REINO Como leigos e leigas, saibamos responder ao seguimento de Jesus e continuar sua prática no nosso tempo, na realidade em que vivemos. LEIA + NA PÁGINA 52 Palavra do Assessor LEIA + NA PÁGINA 2 3 Identidade das CEBs LEIA + NA PÁGINA 3 4 Estudo LEIA + NA PÁGINA 4 6 II Sulão das CEBs LEIA + NA PÁGINA 6 7 A Doutrina Social da Igreja LEIA + NA PÁGINA 7 8 Aconteceu e Irá Acontecer LEIA + NA PÁGINA 8
  2. 2. 2 CEBs - Informação e Formação para animadoresPalavra do assessor EVANGELIZAR, recida-SP, de 4 a 13 de maio de 2011, mantida a evangélica opção preferencial a partir de Jesus Cristo e na força do resultando o Documento 94 da CNBB pelos pobres, comparando aos anos an-Espírito Santo, como Igreja discípula, (Conferência Nacional dos Bis- teriores, além de contemplar a ilumina-missionária e profética, alimentada pos do Brasil), com proposta ção do Documento de Aparecida: ser dis-pela Palavra de Deus e pela Eucaris- a todos os fieis a viverem a cípulo missionário.tia, à luz da evangélica opção prefe- ação no mundo, como Igre- Pois então, neste mês de novembro,rencial pelos pobres, para que todos ja, conforme esta indicação: quando a Diocese nos convida a refletirtenham vida (cf. Jo10, 10), rumo ao Todo e qualquer católico sobre Dízimo, que tal amadurecermos naReino definitivo. não poderá perder de partilha a partir desse Objetivo Geral da Baixe os hinos e cânti- vista esses Objeti- Evangelização? Leia com atenção o texto Amigo(a) e Irmão(ã) na Ca- vos quando pensar acima (em itálico) e tire suas conclusões. cos dos encontros, nominhada de Fé, olá! e agir como evan- Estamos caminhando rumo ao Reino De- Blog das CEBs: O texto acima nada mais gelizadores, que é finitivo.... http://tremdascebs.blogspot.com/é do que nosso OBJETIVO o nosso caso. Um forte abraço!GERAL na evangelização, Chamo a aten- Pe. Ronildo Aparecido da Rosaou seja, os Bispos do Bra- ção que foi acres- Assessor diocesano das CEBs,sil concluíram em sua 49ª centada a afirma- encerrando sua assessoria em Siga nos no Twitter:Assembleia Geral - Apa- tiva profética e Dezembro de 2011. Foto: Bernadete Mota https://twitter.com/tremdascebs PEQUENAS COMUNIDADES À LUZ DAS DGAE – 2011/2015 Quando a realidade se transforma, Devemos compreender a palavra de acolher a vida em todas as suas instân- Assista aos videos dos principais acontecimen-devem igualmente se transformar os Cristo como sinônimo dele mesmo. No cias. Denunciar tudo o que fere a vida. tos das CEBs, dos encontros de comunidadescaminhos pelos quais passa a ação evan- princípio era o Verbo . . . A Palavra é o Defendê-la em todas as instâncias. Não nas paróquias, das Regiões Pastorais...gelizadora. Num mundo tão plural, não próprio Cristo. A liturgia de domingo “Mt podemos querer imitar as atitudes depodemos monopolizar, precisamos nos 22,1- 14” nos faz um convite. Devemos Jesus, devemos acolher sua proposta http://www.youtube.com/user/bernadetecebsabrir. Precisamos adquirir a consciência nos abrir ao convite. como um sinal da presença de Deus nade autênticos cristãos. Conhecer profun- 4. Comunidade de Comunidades: nossa vida. O grande desafio está emdamente o Documento de Aparecida e Comunidade implica convívio, vín- transformar a larga negativa de que oslevá-lo para a base. O mundo faz parte culos profundos, afetividade, interesses mandamentos são proibitivos, enalte-da nossa vida, é preciso estabelecer uma comuns, estabili- cendo o valor educativo http://www.facebook.com/profile.boa convivência. O cristão é identificado dade e solidarie- dos mandamentos. Voltar php?id=100001269450280 Foto: Bernadete Motapelo que ele é e não pelo que faz, assim dade nos sonhos, às fontes a partir da pro-deve conhecer Jesus e dar testemunho nas alegrias e nas posta de Jesus. O discípulodele com a vida. dores. O grande missionário deve se pare- Devemos voltar às fontes e recome- desafio consis- cer com Jesus, o que exi-çar a partir de Jesus Cristo. Assim a Igreja te em iluminar, ge atitude, postura, con-se empenhará em ser: com a Boa Nova, vicção. Não somos seres Albuns de fotos: 1. Uma igreja em estado permanen- as experiências acabados, o que nos leva à http://picasaweb.google.com/CEBsMariate de missão: nos ambientes necessidade da conversão É preciso sair das 4 paredes e ir ao marcados por pastoral. Ser alguém que Novembro, mês deencontro do irmão. No atual momento, crescente urbani- sonha e se compromete conscientização do Dízimoa missão assume um rosto próprio, com zação. Num mun- com um mundo onde sejatrês características: urgência, amplitude do plural, não se reconhecido o direito de Ser dizimista é um ato de fé e dee inclusão. É urgente em decorrência da pode querer um nascer, crescer, constituir amadurecimento comunitário. Sejaoscilação de critérios. É ampla e inclusi- único modo de família, seguir a vocação, dizimista na sua paróquia, faça a co-va, porque reconhece que todas as situ- ser comunidade, crer e manifestar sua fé, munidade realizar seus projetos deações, tempos e locais são seus interlo- ou seja, Pastoral num mundo onde o per- fé e de caridade! Procure a equipecutores. de Edifícios, Células, SINI, CEBs, Igreja dão seja a regra; a reconciliação, meta do dízimo e faça a sua inscrição. 2. Casa da iniciação à vida cristã: nas casas. Importa rever melhor aquilo de todos; a tolerância e respeito, condi- Como cultivamos esse Jesus? É o que temos. Ampliar o conceito. Ter senti- ção de felicidade; a gratuidade, vitóriamesmo que conhecemos e nos apaixo- mentos, compaixão. Ser comunidade de sobre a ambição.namos por Ele? Depois de conhecê-lo, Comunidades.não podemos ser os mesmos. 5. A serviço da vida em todas as suas Pe. Fabiano Kleber Cavalcante 3. Fonte da animação bíblica de toda instâncias: Assessor diocesano das CEBs, aa vida: A vida é um dom de Deus. É preciso partir de Janeiro de 2012.
  3. 3. CEBs - Informação e Formação para animadores 3IdeNTIdas das CeBs CEBs e “Pequenas Comunidades”: Identidade e Diferença A questão da identidade As novas DGAE das CEBs (2011-2015) da CNBB A identidade das CEBs • O problema que temos visto• O “ser” brota do “fazer”; hoje é a tentativa de reunir todas as • Elas são Comunidades;• “A árvore se conhece pelos frutos”; experiências comunitárias na Igreja e • Como afirma o Doc. 92 da CNBB• Toda a construção de identidades agrupá-las chamando-as por um único é na comunidade que se experimen-está intimamente vinculada com as nome: “pequenas comunidades”. ta a sociabilidade básica das relaçõesações, com as práticas; • Por isso, encontramos no §56 da fundadas na reciprocidade e na gratui-• O mesmo acontece com a Igreja: 1ª versão das DGAE o seguinte: “A bus- dade: “O cultivo da reciprocidade temo “ser” da Igreja nasce do “fazer” da ca sincera por Jesus Cristo faz, então,Igreja. como espaço primeiro aquele onde surgir a correspondente busca por no-• E isso também se aplica às nossas co- a vizinhança territorial é importante vas formas de vida comunitária, todasmunidades de base: o “ser” das CEBs para a vida cotidiana, como em áreas comumente chamadas de pequenasbrota do “fazer” das CEBs. rurais, bairros de periferia e favelas. É comunidades”. a solidariedade entre vizinhos – melhor dizendo, entre vizinhas – que assegura Algumas questões sobre a identidade o cuidado com crianças, idosos e doen- tes, por exemplo”; • Haveria alguma diferença entre • Mesmo que possuam carismas e • São Eclesiais: porque lá estão pre-uma “comunidade eclesial de base” e, serviços diferentes, todas elas são “pe- sentes os elementos essenciais parapor exemplo, o “Terço dos Homens”? quenas comunidades”? • Uma “Nova Comunidade” é a mes- • No § 96 da mesma 1ª versão das uma comunidade ser consideradama coisa que o “Apostolado da Oração” DGAE cita o nº 180 do Documento de “Igreja”;ou o “Grupo de Oração” na linha da Re- Aparecida alargando o conceito de pe- • A Fé, o Anúncio, a Celebração, anovação Carismática Católica? quenas comunidades quando diz: “Jun- Comunhão e a Missão; genas, pobres – enfim, o povo de Deus; • Um grupo de pessoas que se re- to com as CEBs, existem outras formas • São de Base; • E também porque são a “base es-úne na Capela para fazer a Novena de válidas de pequenas comunidades, e • Porque são formadas pela base truturante” da Igreja. Sem comunidadeNatal é a mesma coisa que a comuni- inclusive redes de comunidades, de social da Igreja, os batizados – homens, não há Igreja.dade reunida no domingo, na mesma movimentos, de grupos de vida, de ora- mulheres, crianças, idosos, negros, indí-Capela, para a Celebração da Palavra? ção e de reflexão da Palavra de Deus”. AS DIFERENÇAS ENTRE COMUNIDADES E GRUPOS COMUNIDADE GRUPO Afinal, o que são 1. Permanente 1. Transitório as CEBs ? 2. Pluralista – diferentes gêneros, idades e culturas. 2. Pode ser homogêneo, quanto à idade, gênero etc. • Não se pode confundir CEBs com 3. Todos os elementos essenciais para ser Igreja 3. Específico (só para a catequese...).“GRUPOS ECLESIAIS” (que seriam astais “pequenas comunidades”); 4. Pode compor-se de grupos 4. É um só grupo... E não é comunidade • As CEBs não são “pastorais”, nem 5. Reconhecimento como nível eclesial 5. Representa uma especialidade“movimentos” e muito menos “gruposeclesiais”... 6. Instância eclesial como a paróquia 6. Especializado e não é instância eclesial • As CEBs são “estrutura de Igreja”; 7. Ação ligada ao ministro ordinário 7. Coordenação ligada ao secretariado do grupo ou movimento • Igreja “na base”; “células de es- 8. Entrar em um grupo não significa entrar automaticamentetruturação eclesial” (Medellín 15, 10; 8. Entrar na CEB é entrar na Igreja na Igreja como talDA 178). 9. Todo o batizado deve pertencer a uma comunidade de • ”... É como um homem prudente 9. O Batismo não é o rito de entrada em um movimento baseque construiu sua casa sobre a rocha.” 10. Os membros de diferentes grupos e movimentos devem(Mt 7,24). 10. A base da Igreja não pode desaparecer pertencer a uma CEB. Por causa do Batismo, a fidelidade última é à Igreja e não ao movimento. Prof. Sérgio Ricardo Coutinho - Setor CEBs - CNBB
  4. 4. 4 CEBs - Informação e Formação para animadoresesTUdo ASSEMBLEIA DAS IGREJAS PASTORAL DO REGIONAL SUL 1 A 33ª Assembleia das Igrejas do Re- de Deus, as suas diversas formas de pro- e Coordenadores Diocesanos de Pastoral comunidades como sujeitos da missãogional Sul 1 – CNBB aconteceu de 14 a clamação, e a formação, com as seguintes 4 - Setorização e a Renovação das Pa- evangelizadora16 de outubro em Itaici e aponta as se- indicações práticas: róquias • Missões jovensguintes pistas comuns de ação, a partir da • Círculos Bíblicos, CEBs, Grupos de Refle- Na linha da quarta urgência das • Atividades nas escolas e universidadesrica experiência de partilha e de reflexão xão, Grupos de Estudo – Escola da Pala- DGAE, a Assembleia ressalta a necessida- • Investir na oportunidade darealizadas. As pistas são apresentadas na vra/Fé de de renovação das paróquias, para que Jornada Mundial da Juventude (JMJ 2013)ordem de preferência dos grupos, e rela- • Criação de subsídios sejam expressões da “Igreja: comunidade 6 - Pastoral Socialcionadas com as urgências apontadas nas • Leitura Orante/ Lectio Divina/ Oficio Di- de comunidades”, Na linha da quinta urgência das DGAE,DGAE: vino apontando as seguintes ações concre- Igreja a serviço da vida plena para todos, 1 - Missionariedade • Formação de Ministros da Palavra tas: a Assembleia deu destaque especial à de- Na linha da primeira urgência das • Incentivar o I Simpósio da • Pastoral Orgânica e de Conjunto fesa da dignidade humana e às pastoraisDGAE, uma Igreja em estado permanente Animação Bíblica, previsto para setembro • Setorização sociais, indicando as seguintes ações con-de missão, a Assembleia ressalta o valor de 2012 • CEBs, pequenas comunidades, Grupos cretas:indispensável do testemunho da comuni- 3 - Iniciação à Vida Cristã de rua • Pastoral Familiardade eclesial, com atenção às seguintes Na linha da segunda urgência das • Ministérios confiados a leigos e leigas • Pastoral da Ecologia: Educar para a pre-ações concretas: DGAE, Igreja: casa de iniciação à vida • Estruturas de Comunhão - Conselhos servação da natureza e para a ecologia• Presença eclesial junto a grupos huma- cristã, a Assembleia ressalta a necessida- (Pastoral, Econômico, Leigos...) humananos, juventude, profissionais liberais e de de construir comunidades fraternas • Pastoral da Acolhida • Pastoral social e política dos cristãoscondomínios. e acolhedoras, que cuidem com atenção 5 - Juventude (Participação nos Conselhos Municipais)• Ecumenismo e diálogo inter-religioso especial de: A Assembleia deu um destaque es- • Pastoral Universitária/Educação• Santas Missões Populares, Sistema In- • Processos de iniciação cristã, com uma pecial à juventude, ressaltando a neces- • Pastoral da Comunicação: dinamizar ategral de Nova Evangelização catequese de inspiração catecumenal, sidade de retomar a evangelização da PASCOM para desencadear• Projeto igrejas-Irmãs acentuando o aspecto celebrativo, em juventude, com as seguintes indicações um processo de comunicação interna (ge-• Projeto Missionário Sul 1 – Norte 1 dinâmica permanente de encantamento concretas: rando comunhão nas pastorais) e externa 2 - Palavra de Deus pelo Cristo e pelo Reino. • Organizar e animar o Setor Juventude, (marcando presença nos espaços de de- Na linha da terceira urgência das • Catequese permanente/ Mistagogica repensando as estruturas do trabalho cisão)DGAE, Igreja: lugar de animação bíblica • Retiros Querigmáticos com jovens, tendo como referência o • Formação na Doutrina Social da Igrejada vida e da pastoral, a Assembleia res- • Formação de leigos e leigas Doc. 85 da CNBB • 5ª Semana Social Brasileirasalta a necessidade de valorizar a Palavra • Formação dos seminaristas, presbíteros • Garantir o espaço para os jovens nas Fonte: JEFIQUe lIGado 10% DO PIB À EDUCAÇÃO PÚBLICA AGORA O PRESENTE É TÃO GRANDE E DURA A REALIDADE, O ENSINO PÚBLICO EXIGE UM GRANDE INVESTIMENTO DOS NOSSOS GOVERNANTES, JÁ! PIB, produto interno bruto, isto é, a em salas de aula, as poucas vagas nas to grande e triste. Queremos um ensino participar do Plebiscito, porque a Educa-soma de toda riqueza produzida no país. Universidades Públicas e muita violência. de qualidade já e não apenas em 2020 ção precisa de 10% do PIB urgente e nãoMuito mais e mais da metade desse di- Não o bastante, o nosso país, em pleno, como querem os nossos parlamentares e daqui a dez anos e se isso acontecer, en-nheiro vai para os banqueiros para pagar século 21, tem 14 milhões de analfabetos governantes e apenas 7% do PIB, clara- tão, participemos todos nós dessa gran-a dívida pública, pouco dinheiro é desti- absolutos e 29,5 milhões de analfabetos mente, percebemos, mais uma vez, pou- de campanhanado à Educação Pública. funcionais (PNAD/2009/ ca vontade política. BASTA! Em São José dos Campos, observeAtualmente, apenas 3.5% IBGE). Diante disso, uma grande campanha as praças, principalmente, a Praça Afon-do PIB é aplicado ao En- Por isso, 10% de toda acontecerá no mês de novembro – 6 de so Pena, os sindicatos, escolas públicassino Público e ao Privado, riqueza do nosso país para novembro a 6 de dezembro, é o PLEBIS- municipais e estaduais e feiras livres, asínfimo investimento, de- a Educação Pública, agora, CITO pela aplicação dos 10% do PIB na urnas circularão durante todo o períodomonstrando um grande significaria R$ 367 bilhões Educação, já! É uma campanha nacional de campanha em diferentes horários pordescaso dos nossos go- aplicados em nossos es- à educação de qualidade e também uma esses lugares e VOTE. Diga SIM à per-vernantes. tudantes, professores e oportunidade dos trabalhadores em todo gunta: Você é a favor do investimento de Assim, não é à toa que em nós, classe trabalha- Brasil se unirem e cobrarem dos políticos 10% do PIB na Educação Pública já? Deassistimos diariamente dora, que temos nossos medidas imediatas e justas, porque a ri- alguma forma, é preciso uma outra reali-em nossas escolas públi- filhos no ensino público e queza do Brasil é nossa e temos o direito dade. “O presente é tão grande, não noscas, as condições precá- pagamos altos impostos de um retorno honesto à altura dos nos- afastemos. /Não nos afastemos muito,rias, as salas superlota- para isso. Não queremos sos anseios como cidadãos. vamos de mãos dadas.” – Mãos dadas,das, os baixos salários, os mais essa dura realidade Enfim, vamos unir nossas forças e unir Carlos Drummond de Andrade.professores em jornadas de hoje, o presente da a todas as pessoas desejosas de um pre- Cintia Maria Paiva - Equipeestafantes e adoecendo Educação do Brasil é mui- sente bem diferente, vamos todos juntos diocesana de comunicação das CEBs
  5. 5. CEBs - Informação e Formação para animadores 5 LEIGAS E LEIGOS A SERVIÇO DO REINO Texto de Marilza Lopes Shuina Virgem Maria tornou-se verdadeiramen- ferencial pelos pobres está implícita na fé NOVENA DE “A prática e a pregação de Jesus mos- te um de nós, semelhante a nós em tudo, exceto no pecado”. cristológica naquele Deus que se fez po- bre por nós, para nos enriquecer com sua NATAL 2011tram que seu projeto, entendido como Ser discípulo e seguir a Jesus é viver pobreza” (DAp, 392)expressão da vontade do Pai, visava à a experiência do trabalho, ter compaixão Jesus é “o caminho, a verdade e a A novena de Natal este anosuperação de todas as divisões sociais do povo, solidarizar-se com as multidões, vida” (Jo. 14,6) um caminho de conflitos, tem como tema: “ O Meninoe religiosas da sociedade judaica de seu assumir suas dores, criticar seu abando- confrontos e de posicionamento contra a Nasceu para nós!”tempo. Suas atitudes chegavam a escan- no e dá a vida por suas ovelhas. (Mc 6,1- ideologia dos dominantes que impede a Ela foi elaborada tendodalizar porque vivia a comunhão com pes- 6; 3,14; Lc 10, 2-12; Jo 1, 38-39). Ser dis- possibilidade da vida florescer (Mc 8, 22 como referência a novena dasoas consideradas de má companhia. O CNBB-Regional SUL II para 2011 Foto: Bernadete MotaEvangelho aponta para uma convivênciahumana de justiça, amor, fraternidade, - “Vinde Senhor Jesus”. Foramco-responsabilidade e igualdade. A epís- feitas adaptações em algunstola aos Hebreus ainda nos recorda: ‘Se casos. Utilizamos também o Doc.Jesus estivesse na terra nem mesmo sa- Conclusivo do Sínodo Diocesanocerdote seria, porque já existem sacerdo- de São José dos Campos, Oficiotes’(8,4). Na perspectiva do Antigo Testa- Divino das Comunidades, omento, Jesus é antes leigo que sacerdote, livro de canto no Embalo desseporque, como novamente diz a epístolaaos Hebreus, ‘é notório que Nosso Senhor Canto, Diretrizes Gerais da Açãonasceu em Judá, a cuja tribo Moisés nada Evangelizadora da Igreja no Brasildisse a respeito do sacerdócio’(7,14). Os 2011-2015.ideais igualitários e comunitários foram Figura principal: A Sagradapercebidos pelos primeiros cristãos. Nos Família contempla a MissãoAtos dos Apóstolos constatamos o ensaio Profética dos encontros nas casasde uma comunidade que colocava tudo das famílias. Uma Evangelização,em comum, que não havia introduzidonenhuma separação nem distinção, por- tecendo redes de Comunidadesque os fiéis eram um só coração e uma Missionárias, inspirando-nos àsó alma e juntos viviam e testemunhavam vivência das virtudes domésticasa novidade do Evangelho (cf. At2, 42-45; da acolhida, do serviço, da4,32-35).” cípulo e seguir Jesus é assumir o anúncio – 11,8) e, seguir a Cristo é fazer a escolha comunhão e da Missão. Este é um desafio, enquanto leigos do Reino aos pobres e que a salvação se que ele fez, é viver a espiritualidade da Tiragem da Novena de Natale leigas, superarmos as dicotomias e di- faz presente na mudança de situação real cruz, assumindo-a até as últimas conse- 40.000 exemplares.visões e avançarmos no Seguimento de de vida operada na ação evangelizadora qüências, inclusive, fazendo o que JesusJesus Cristo, aprendendo e praticando e libertadora de Jesus (Paulo VI, Evangelii fez: dar a vida por suas ovelhas.“as bem aventuranças do Reino, o estilo nuntiandi n.30; Lc 4, 16-21; Mt 11,2-6). Eis, pois, a missão do laicato, descritade vida do mesmo Jesus Cristo: seu amor É nosso desafio hoje atualizar essa pelo Concílio Vaticano II, que fala positi-e obediência filial ao Pai, sua compaixão ação evangelizadora e libertadora de vamente do leigo e da leiga, dando ên-diante da dor humana, sua aproximação Jesus apoiando as lutas pela defesa da fase ao Batismo, ou seja, chamando-oscom os pobres e pequenos, sua fidelidade vida em todos os campos, seja dos sem a evidenciar a missão comum de Cristo,à missão recebida, seu amor serviçal até terra, dos sem teto, dos desempregados, da sua constituição como povo de Deus,o dom de sua vida. Hoje, contemplamos a dos abandonados pelo Estado e, muitas santificando o mundo com sua vocaçãoJesus Cristo tal como nos transmitem os vezes, pela própria Igreja, sendo solidá- própria, a modo do sal e do fermentoEvangelhos para conhecer o que ele fez rios com os rostos sofredores do povo de dentro do tecido humano da sociedade ee para discernir o que nós devemos fazer rua, dos migrantes, dos doentes, dos de- participa a seu modo da função profética,nos dias de hoje.” (DAp,139) pendentes químicos, dos presos, indo às sacerdotal e real de Cristo. (Doc 61 CNBB, É o que também nos recorda a afirma- ruas, praças e cidades, sem medo e sem 11-12).ção de Paulo: “Tenham em vocês os mes- vergonha, empunhando nossas bandei- Como leigos e leigas, saibamos res-mos sentimentos que havia em Jesus Cris- ras, sendo profetas “bocudos, zóiudos e ponder ao Seguimento de Jesus e conti-to” (Fl. 2,5). Também a Gaudium et spes, oreiúdos”, pois, como “discípulos e mis- nuar sua prática no nosso tempo, na rea-22, ajuda-nos a entender nossa profissão sionários somos chamados a contemplar, lidade em que vivemos.de fé em Jesus Cristo: “trabalhou com nos rostos sofredores de nossos irmãosmãos humanas, pensou com inteligên- e irmãs o rosto do Cristo que nos chama Marilza Lopes Shuínacia humana, agiu com vontade humana, a servi-lo nele” (DA 393, Puebla, 31-39, Vice Presidente do CNLBamou com coração humano. Nascido da Santo Domingo, 179), pois “a opção pre-
  6. 6. 6 CEBs - Informação e Formação para animadores ACONTECEU NA BELA CIDADE DE LONDRINA O II SULÃO DAS CEBs Foto: Bernadete Mota Mais uma vez as CEBs demonstra- fé dura enquanto dura a emoção” e que Renovar as es-ram a sua comunhão, fazendo acontecer as comunidades devem retomar aquilo truturas.o II Sulão na cidade de Londrina –Para- que é fundamental: grupos pequenos e No domin-ná com o tema “ Justiça e Profecia no não de massa, dimensão social do Evan- go, iniciamosCampo e na Cidade ”, em clima de mui- gelho, do profetismo e paróquias em rede com a celebra-ta alegria, unidade e mística. Duzentos e de comunidades. ção Eucarística,sete delegados(as) estiveram presentes As CEBs devem continuar sendo se- presidida pelotrazendo em seus bornais e no coração, menteiras de novas lideranças para a arcebispo deesperanças, conquistas, lutas e desafios transformação da sociedade e deixou Londrina, Domcolocados em comum e partilhados en- duas perguntas para estudo dos grupos: Orlando Bran-tre todos, para que à luz do Evangelho, Que sinais de profecia e atitudes proféti- des e concele-pudéssemos encontrar soluções para ser cas estão surgindo no campo e na cidade brada por Domapresentadas em nossas comunidades e quais as lutas que estamos assumindo Getúlio asses-para dar continuidade ao Projeto do Rei- em favor da justiça a serviço da vida em sor das CEBsno, de que uma nova sociedade é possí- nossas comunidades e sociedade? no Paraná e di-vel, colocando o fermento da Palavra e O professor Sergio Coutinho (asses- versos padres.mãos na massa, continuaremos agindo sor do setor CEBs CNBB) desenvolveu os Percebemos opara a transformação da sociedade. desafios que estão presentes no campo e quanto Dom Na sexta feira, o trem das CEBs es- na cidade e que precisam ser trabalhados Orlando é um e planejamento urbano. Logo após foitacionou na estação Luiz de Sá, fomos pela Igreja e a sociedade civil organiza- animador, por excelência, com seu jeito servido o almoço, nos despedimos e em-acolhidos pelo povo paranaense da co- da. Questionamentos estes para serem simples e sua fé em vencer desafios atra- barcamos rumo às nossas comunidades.munidade paroquial de Santa Cruz , jun- abordados pelos regionais nos traba- vés da defesa da vida plena nos motivam O nosso muito obrigado a todo o povotamente com o Pe. Sebastião que se fez lhos de grupo, como a Política Agríco- a caminhar e construir comunidade, ali- londrinense que nos acolheu, às famílias,presente todos os dias e pelas famílias la e dos Agrotóxicos dentro da questão cerçados na Palavra e na Eucaristia. Dom equipes de trabalho, animação, liturgia,que nos acolheram em suas casas, foram Ecológica. E os Planos Diretores para as Getúlio - Bispo de Cornélio Procópio, na cozinha e outras que se doaram para quemomentos inesquecíveis para a constru- Cidades, como reforma urbana, moradia, homilia nos disse que as CEBs sempre este encontro pudesse ser o que foi, sim-ção de novas amizades. transportes, segurança, saúde, educação, foram proféticas ao anunciar o Reino e plesmente , Fantástico.... No segundo dia, iniciado com um saneamento básico, meio ambiente, no- questionar que uma nova política eco- E destacamos aqui uma parte do seumomento de oração promovido por to- vos espaços destinados a construções po- nômica mundial seria preciso, que viesse hino como nossa homenagem. Londrina?dos os regionais, o tema foi desenvolvido pulares para que todos tenham direito à contemplar de forma justa todas as na- Cidade de braços abertos. A todos os fi-inicialmente por Pe. Ferraro, que citou cidade, como espaço de todos. ções, na distribuição da riqueza a seus lhos do nosso Brasil! E a todos aquelesDom Pedro Casaldáliga de que as CEBs Ele desenvolveu também a preocupa- povos. A profecia se torna realidade com de Pátrias distantes... Londrina! Cidadesão um modo normal de toda a igreja ser ção que se deve ter em planejar tudo a crise que assola o mundo capitalista que um povo viril. Ergueu para a glória doe também nos disse que as CEBs é um o que fizermos e para isso citou as Dire- causando apreensão a nações até então nosso Brasil.contra ponto a tudo que acontece hoje trizes Gerais da Ação Evangelizadora da consideradas de economia estável e em Que Deus abençoe a todos e a todas.no mundo. Nós nos encontramos numa Igreja no Brasil 2011-2015 (doc.94-CNBB) todo mundo. Amém, Axé, Auerê, Aleluia.sociedade híbrida, vivendo crise de va- que nos ensina inclusive a planejar con- O Encontro foi chegando ao fim comlores, de Estado, das Igrejas, das políticas forme os sete passos: Onde estamos, os regionais assumindo as prioridades Luiz Marinho – Coordenador Paroquialpúblicas...da falta de identidade, do culto Onde precisamos estar, Nossas exigên- debatidas em grupo e o nosso Estado de Paróquia Coração de Jesusà personalidade, individualismo, do mer- cias pastorais, O que queremos alcançar, São Paulo estabeleceu duas: a questão Diocese S.José dos Campos – SPcado da alma, turismo religioso e que a “ Como vamos agir, O que vamos fazer e ambiental com destaque aos agrotóxicos Convite “Sacerdote: homem de Deus em meio aos homens.” A Diocese de São José dos Campos, unida em grande louvor a Deus, con- vida para a missa em Ação de Graças pelo Jubileu de Prata de Ordenação Presbiteral de seu estimado Bispo Diocesano Dom Moacir Silva. Dia 6 de dezembro de 2011, às 19h30 Local: Catedral de São Dimas Praça Monsenhor Ascânio Brandão, 01 - São José dos Campos – SP
  7. 7. CEBs - Informação e Formação para animadores 7a doUTrINa soCIal da IGreja TERRA DE DEUS, TERRA DE IRMÃOS. Um elemento básico presente nas ex- de qualquer forma de posse privada (João O descanso deve ser respeitado nãoperiências de fé ou de religiosidade do XXIII – Mater et Magistra – nº 376),com a apenas para o ser humano mas tambémpovo(tirar a vírgula daqui) é a convicção de clara referência às exigências imprescindí- para toda a natureza, afinal sem descanso,que a terra é sagrada, é um dom de Deus. veis do bem comum. Não podemos tam- não pode haver nem sequer vida naturalEla não é e não pode se tornar uma simples bém esquecer a palavra do saudoso Papa de qualidade. Como nos posicionamosmercadoria, mas é reconhecida como chão e hoje beato João Paulo II: “Sobre toda pro- diante desta afirmativa?de alimento, trabalho, descanso e moradia. priedade pesa uma hipoteca social”. A terra existe para o bem de todas as Também para a maior parte de nossa A mensagem bíblica e o Magistério pessoas e não de algumas pessoas ape-gente, o direito à terra é o próprio direito eclesial constituem os pontos de referên- nas. A concentração de bens gera exclusãoà vida. Portanto, é inaceitável que alguns cia e parâmetros para avaliar os problemas e isto afeta diretamente a dignidade hu-guardem grandes extensões de terra im- que se põem nas relações entre o homem mana e a capacidade dos indivíduos de seprodutivas com fins especulativos, haven- e o ambiente. Deixemos nos iluminar pela aperfeiçoarem na família e na sociedade,do tantas pessoas passando fome e com Palavra que é Vida. rompendo assim, a lógica do Paraíso so-vontade de trabalhar a terra. Ler o texto Bíblico: Levítico 25,1-6 nhado pelo Criador. Tudo pertence a Deus. Nós somos ape- A bíblia quer que se cuide bem da ter- O ser humano foi colocado neste plane-nas administradores da terra e dos bens. ra: o ano sabático é também um ano em ta como em um jardim do qual deve cuidar. duzindo a um viver em que a vida é en- Deus deu a terra a todo gênero humano, que não se semeia, para que a terra se re- Saber que toda a criação faz parte da tendida como dádiva e como tal pode serpara que ela sustente todos os seus mem- componha e continue fértil. O destino da obra criadora e redentora de Deus reme- vivida, em gratuidade, em confiança nabros sem excluir nem privilegiar ninguém. Terra está diretamente ligado ao modo de te os seres humanos ao seu lugar legítimo presença e no amor gratuito.Está aqui a raiz da destinação universal dos ser e de agir das pessoas. As suas riquezas como elos ou elementos de uma rede cós-bens da terra. O ensinamento social da não são ilimitadas nem tudo que nela exis- mica maior. Isso pode abrir possibilidades Fonte: Reflexão em Comunidade daIgreja exorta a reconhecer a função social te é renovável. para a admiração e o louvor a Deus, con- Diocese de Divinópolis MG. a vIda Pela vIda, vIdas Pelo reINo CAMINhADA DOS MÁRTIRES PRESTA hOMENAGEM AO OPERÁRIO SANTO DIAS E AOS 90 ANOS DE DOM PAULO EVARISTO ARNS Rogéria Araújo, A Caminhada dos Mártires reuniu cer- É preciso fazer com que suas lutas e suas “Sem dúvida, a memória do Santo Dias Jornalista da Adital ca de 2.000 pessoas. Com faixas e banners mortes não tenham sido em vão”, disse o continua firme, viva, no meio do movimen- prestando homenagens aos mártires, a padre. to. O legado dele se fortaleceu muito, ao Padre Josimo, irmã Dorothy Stang, Chi- marcha chamou a atenção para o fim das Durante o percurso, houve duas pa- contrário dos que os ditadores queriam.co Mendes, Zumbi dos Palmares, Frei Tito, injustiças, para o cumprimento dos direitos radas. Numa representantes do Comitê Dom Paulo Evaristo é outro marco impor-Margarida Maria Alves...a lista seria imen- humanos, para o respeitos aos trabalhado- Dorothy Stang, do Pará, deram seus teste- tante para gente. Ele tem esse compromis-sa para mencionar todos aqueles e aque- res e trabalhadoras, para a reforma agrá- munhos e falaram do martírio da religiosa, so, essa coragem, dedicar a vida dele emlas que deram suas vidas por um mundo ria, para a preservação do meio ambiente morta por defender direitos dos povos in- prol da população. É mais do justa essa ho-mais justo. Para relembrar a luta dessas e, sobretudo, pelo respeito à vida humana. dígenas no Pará. Na segunda estação, a ca- menagem”, afirmou Paulo, da organizaçãopessoas, o 8º Encontro Nacional Fé e Po- O padre Jaime Crowe, da coordena- minhada parou e contou com depoimen- da Caminhada dos Mártires.lítica percorreu as ruas de Embu das Artes ção do encontro Fé e Política, afirmou que tos de povos que estão sendo ameaçados(SP), na Caminhada dos Mártires. Esta edi- a Caminhada dos Mártires é importante pela construção de grandes obras. A pala- Santo Diasção foi dedicada aos 32 anos da morte do para que essas lutas não caiam jamais no vra ficou com as indígenas do Movimento Nascido em São Paulo, Santo Dias daoperário Santo Dias e aos 90 anos de Dom esquecimento. “É preciso que, a cada dia, Xingu Vivo para Sempre, do Pará, onde Silva foi morto há 32 anos por forças poli-Paulo Evaristo Arns, referência na luta por possamos aprender mais com nossos már- está em vias de construção a hidrelétrica ciais, quando participava de manifestaçõesdireitos. tires, que os tenhamos como exemplos. Belo Monte. pela causa operária, em plena ditadura. Desde então, Dias é símbolo de resistência e da luta dos (as) trabalhadores (as). Dom Paulo Evaristo Arns Nascido em Forquilhinha, Dom Paulo Evaristo Arns é arcebispo emérito de São Paulo. Sua trajetória é permeada pela aju- Fotos: Bernadete Mota da e defesas dos e das excluídas. Aos 90 anos segue firme em seus propósitos. Ele nasceu no dia 14 de setembro. Fonte: www.adital.com.br
  8. 8. 8 CEBs - Informação e Formação para animadoresaCoNTeCeU dIa 08/10/2011 IrÁ aCoNTeCer ENCONTRO DIOCESANO DAS CEBs ENCONTRO CELEBRATIVO DAS CEBs 2011 AVALIAÇÃO 2011 E PLANEJAMENTO 2012 “Celebrar a festa da vida. Juntos comungar a esperança.” CENTRO PASTORAL SANTUÁRIO SÃO JUDAS TADEU Dia 27 de Novembro de 2011 Início as 8h (quantidade que a família / participante, Concentração: Paróquia Nossa Senhora irá consumir) do Perpétuo Socorro (Rua Angelo B. Pin- kit refeição: caneca, prato e talheres tus, 320 - Campo dos Alemães - SJC). Se- • Informar a coordenação quantas guindo em caminhada para o CAIC (Rua crianças até dez anos irão participar. Nelson J. C. Ferreira, 91 - Campo dos • Você pode deixar o local do encon- Alemães), onde será realizado o Encon- tro mais bonito e colorido, leve cartaz tro Celebrativo das CEBs. com mensagens, banner de sua paró- Contribuição: R$2,00 por participante quia e colchas de retalhos. Crianças até dez anos não pagam. • Participe! A festa é sua, a festa e da Solicitado levar: carne e refrigerante comunidade, a festa é da diocese Entregar o convite adquirido com a coordenação das CEBs nas paróquias, na entrada do encontro para receber o ticket refeição Foto: Pe. Ronildo 8º ENCONTRO DE fÉ E POLíTICA Aconteceu em Embu das Artes nosdias 29 e 30 de outubro o 8º Encontro de Fonte: A figura é do pintor espanhol Claretiano, Maximino Cerezo Barredo e as informações sobre a figura também.Fé e Política, com a participação aproxi-mada de 5 mil pessoas de 22 Estados A fIGURA DO ENCONTRO CELEBRATIVObrasileiros, entre elas várias pessoas de A figura expressa uma mensagem bela e simples é também idéias para anossa diocese. Os participantes debate- eclesial, teológica e pastoral: A Igreja é Igreja, cada paróquia cada comunidaderam temas relacionados à “sociedade do o Povo de Deus, e é denominado como eclesial base, cada família cristã. Deus ébem-viver” que congrega o desafio de um povo organizado em cada uma das comunidade, e não quer estar sozinho.unificar a atividade profissional, o con- comunidades cristãs. Em nome da Trindade somos batiza-sumo, o desenvolvimento humano sau- Na figura, a comunidade é represen- dos, somos habitados por Ela e somosdável e o convívio pleno com a natureza. tada no grupo de doze membros, sendo chamados por Sua Palavra (A mulher seis mulheres e seis homens de várias com a Bíblia) proclamada, ouvida, com- idades e origens, unidos em volta do partilhada, cantada (guitarra), celebrada Coração de Maria, que no centro, como e realizada em nossa vida. a Mãe da Igreja e da Paróquia, olha por Comunidade viva, unida em torno Fotos: Bernadete Mota nós, nos abraça e vem caminhar conos- da Eucaristia, vivida como memória de co... Jesus, morto pelo Reino e ressuscitado Comunidade, imagem visível da Trin- pelo Pai, que segue atuando/agindo no dade (simbolizada pelos círculos interli- mundo: o pão da vida que se dá e se gados ao fundo). compartilha e o sangue derramado por “A Trindade é a melhor Comunidade” toda humanidade, para que o mundo (Pedro Casaldáliga) ... E essa definição possa ter vida em abundância. Expediente: Publicação Mensal das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Diocese de São José dos Campos – Diretor: Dom Moacir Silva – Diretor Técnico: Pe. Ronildo Aparecido da Rosa - Jornalista Responsável: Ana Lúcia Zombardi - Mtb 28496 – Equipe de Comunicação das CEBs: Coordenadora: Maria Bernadete P. Mota de Oliveira - Vice Coordenador: Luiz Antonio de Oliveira - Integrantes: Maria Aparecida Matsutacke, Paulo José de Oliveira, Cíntia Maria Paiva, Maria Helena Moreira e Rosana de Paula Rosa - Colaboradores: Madalena das Graças Mota e Celso Correia - Diagramação: Maria Bernadete de Paula Mota Oliveira - Correção: Lairde Lopes de Siqueira Ravazzi - Revisão: Pe. Ronildo - Arte Final, Editoração e Impressão: Katú Editora Gráfica - Tiragem: 6.200 Exemplares Sugestões, críticas, artigos, envie para Bernadete. Fale com a Redação... Av. Ouro Fino, 1.840 - Bosque dos Eucalíptos CEP 12.233-401 - S. J. Campos - SP Esperamos seu contato! E-mail do informativo: tremdascebs@diocesesjc.org.br

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