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Informativo das CEBs - diocese de São José dos Campos - SP
 

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    Informativo das CEBs - diocese de São José dos Campos - SP Informativo das CEBs - diocese de São José dos Campos - SP Document Transcript

    • 1FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO PARA ANIMADORESLá vem o Trem das CEBs...Lá vem o Trem das CEBs...Diocese de São José dos Campos - SP - Informativo das CEBs - Ano IX - Abril/Maio/Junho de 2013 - Nº 86Pentecostes e IgrejaRumo ao 13º Intereclesial das CEBsTema: “Justiça e profecia a serviço da vida”Lema: “CEBs, Romeiras do Reino no campo e na cidade”PALAVRA DOASSESSOR2 FORMAÇÃO E IDEN-TIDADE DAS CEBs3 RUMO AO 13°INTERECLESIAL5 BEATIFICAÇÃO DED. OSCAR ROMERO6 ACONTECEU7 IRÁ ACONTECER8Foto:BernadeteMota
    • 2:: Palavra do AssessorFormação e Informaçãopara AnimadoresOlá, queridos amigos e amigas dasComunidades Eclesiais de Base!A Festa de Pentecostes celebra a vin-da do Espírito Santo sobre os Discípulos,reunidos em Jerusalém, 50 dias após aPáscoa. Estavam presentes os Apóstolos,a Mãe de Jesus e um bom número de ou-tros, conforme o livro dos Atos.O Espírito Santo é força de unificaçãocomo expressa Paulo aos Coríntios: “Nin-guém pode dizer: Jesus é o Senhor, a nãoser no Espírito Santo. Há diversidade dedons, mas um mesmo é o Espírito” (1ªCor. 12, 3).Após Pentecostes, os Apóstolos saemanunciando Jesus Cristo como Filho deDeus feito homem que fora assassinadopelo poder constituído, ressuscitara, es-tava vivo e não podia mais morrer.A informação bíblica diz que a pre-gação era tão convincente que cada um,mesmo estrangeiro, os entedia em suaprópria língua. É a linguagem unificadorado amor autêntico, aquele que vem deDeus.Com o Pentecostes, nasce propria-mente a Igreja fundada por Cristo. O Se-nhor já havia previsto isto aos discípulos,quando, ressuscitado, sentou-se com elesà mesa mais uma vez e disse: “recebereiso Espírito Santo, que descerá sobre vóse sereis minhas testemunhas em Jerusa-lém e em toda a Judéia e na Samaria e atéas extremidades da terra” (At 1, 8).A força do Espírito garante aos cris-tãos que as adversidades provocadas pelainiquidade não serão capazes de ameaçara Igreja e muito menos a pessoa de Cris-to, Filho de Deus, vencedor da morte. Elejá havia dito ao chefe dos Apóstolos: “Tués Pedro e sobre esta pedra edificarei aminha Igreja, e as portas do inferno nãoprevalecerão contra ela” (Mt 16, 18).Vez por outra, surgem na história vo-Publicação trimestral das Comunida-des Eclesiais de Base (CEBs) da Diocese deSão José dos Campos. Diretor: Dom MoacirSilva – Diretor Técnico: Pe. Fabiano KleberCavalcante do Amaral. Jornalista responsá-vel: Ana Lúcia Zombardi - Mtb 28.496.Realização da Equipe de Formação/As-sessores das CEBsRevisão Redacional: Diácono José Apa-recido de Oliveira (Cido) - Diagramação: Fa-brício Gustavo Flausino - Impressão: KatúEditora Gráfica. CNPJ: 556.333.347/0001-00 - Tiragem: 4.000 exemplares.“As matérias assinadas e opiniões ex-pressas são de responsabilidade de seusautores”.Sugestões, críticas, artigos, envie para:tremdascebs.sjc@gmail.comzes contrárias com objeti-vo de agredir, desvirtuar,confundir e não raro como desejo de desconstruiro ideal do amor projeta-do pelo Pai, comunicadopor Jesus. Nós Cristãos,fortalecidos pelo EspíritoSanto, devemos trabalharde forma que essas vozescada vez mais se calem nahumanidade, prevalecen-do o eco de Deus, comovoz e vez do seu Espíritoconosco.Um dos títulos do Espírito Santo é ilu-minador das mentes, luz dos corações.Seja ele, neste Pentecostes, a claridadepara todos, a fim de que unidos propa-guemos o bem e seja o mal vencido parasempre. Que a Igreja de Cristo seja a casada comunidade e que a Comunidade sejaPentecostes e Igrejaa Família de Deus.Um abraço e minha bênção a todo opovo de Deus que faz parte das Comuni-dades Eclesiais de Base.Pe. Fabiano Kleber Cavalcante do AmaralAssessor Diocesano das CEBsComissão Diocesana das CEBsJosé Hamilton Tavares - coordenador diocesano;Maria de Fátima da Silva - vice coordenadora;Rosa Maria da Silva - secretaria;Maria José de Oliveira - coordenadora subsidio;Domingos de Oliveira - tesoureiro;Edmar Inácio dos Santos - coordenador Região Pastoral 3;Denaire da Silva Ramos Pereira - coordenadora Região Pastoral 4;Maria Conceição Venâncio - coordenadora Região Pastoral 5;Maria Aparecida Matsutacke - coordenadora Região Pastoral 6;Maria Cristina de Paula Machado - coordenadora Região Pastoral 7;Maria Aparecida Matsutacke e Silvia Maria Andrade Macedorepresentantes na Colegiada Estadual das CEBs- CNBB Sul1;Pe. Fabiano Kleber Cavalcante - assessor diocesano das CEBs.Equipe de FormaçãoAssessores das CEBsMauro Kano;Nivaldo A. Silva;Jairo Augusto dos Santos;Edvaldo Carneiro Costa;Silvia Maria Macedo;Maria de Fatima Silva;Maria A. Matsutacke;Diácono Sebastião M. Andrade Filho:Diácono Sylvio de Barros Bindão ePe. Fabiano Kleber Cavalcante - assessor diocesano das CEBs.expediente
    • 3A formação e a Identidade das CEBsa partir do texto-base do 13° IntereclesialJustiça e Profecia. São autênticos, sea serviço da Vida. E Vida em plenitude!As CEBs caminha em Romaria doReino, sem divisão entre Campo e Cida-de, pois a construção da Justiça é única.Buscar o Reino e sua Justiça é a nossatarefa. E isso se faz no concreto da vida:no cuidado dos doentes; na acolhida dosexcluídos; na dimensão caseira e familiarda fé; na dimensão sagrada e festiva daCasa; na re-construção da vida comuni-tária; na igualdade homem-mulher; noencontro e com-tato das pessoas; no di-reito dos pobres e do povo; no fim dasbarreiras de gênero, raça e religião, semclasses; na denúncia da opressão e dosque impedem a prática da justiça; nonovo relacionamento humano na base.Mas para essa Utopia se tornar reali-dade, é preciso dar os passos necessários.Ainda não sabemos como, pois vivemosna sociedade justamente os valores e aspráticas inversas. É preciso re-aprenderessa nova forma de viver e de ser Igreja.A Utopia é o Sonho que, com fundamen-to, ciência e sabedoria, se torna realidadeconcreta. Nossa fé não está nas nuvens,mas é carregada de fatos e acontecimen-tos que dão materialidade às nossas con-vicções, isto é, sonhamos com a cabeçano Alto e andamos com os pés no Chão.Para isso, a formação nas CEBs éfundamental. Não se deve tentar cons-truir o Reino, nem brincar de ser Igre-ja. É preciso agir com autoridade. DiziaMadre Cristina que “é mais difícil tra-balhar com o povo do que dar aula depós-graduação numa universidade”.Formação das CEBs, então, é sabercomo ser profeta, a serviço da Justi-ça e da Vida; é saber como construiro Reino e, para isso, combater as es-truturas, as forças e os grupos queoprimem e impedem a Vida Plena.Alguns eixos no conteúdo des-sa formação, que não podem faltar:1. Eixo teórico – refere-se ao conteú-do específico da formação, pois, para seatuar, deve se apropriar do conhecimen-to bíblico, teológico, pastoral, mas tam-bém incluindo o como fazer análise deconjuntura, filosofia, política, economiae outras ciências que forem necessárias.2. Eixo pastoral – refere-se aos ele-mentosnecessáriosàpráticapastoral,quecontribuem para a elaboração de um Pla-no Pastoral (a longo prazo): como o Proje-todeDeusseconcretizaemnossahistoria.3. Eixo popular-comunitáriocomo aplicar esse Plano no dia-a--dia da Comunidade, são conteú-dos de como trabalhar com o povo.4. Eixo místico-espiritual - são te-mas e práticas para alimentar a forçaque impulsiona a Vida das Comunidades,levando a pessoa ao compromisso pas-toral sério e profundo, identificando-secom o Cristo, no retrato das PrimeirasComunidades dos Atos dos Apóstolos.A formação deve dar mais qualidadeà ação dos Animadores e Coordenadoresde Comunidades. Assim, vai se forman-do uma Grande Força, capaz de promo-ver e contagiar uma outra Sociedade.* Cônega de Santo Agostinho(07/10/1916 a 26/11/1997), educado-ra, psicóloga e fundadora do Institu-to Sedes Sapientiae. Teve participaçãoativa na resistência ao regime militar,na campanha da anistia política e naorganização de movimentos sociais.Mauro KanoEquipe de Formação das CEBs
    • 4Conselho Nacional de Leigos e Leigas4Relatório-síntese do Encontro de for-mação para leigos e leigas da Sub-Regiãode Aparecida promovido pelo CNLB – Re-gional Sul 1 através da Comissão de for-mação(*)O Conselho Nacional do Laicato doBrasil – CNLB - Regional Sul 1(SP), atravésda Comissão de Formação, realiza encon-tro de leigos e leigas da Sub-Região deAparecida, em São José dos Campos.No dia 13 de abril de 2013 reuniram--se leigos e leigas dos CNLBs de Taubatée São José dos Campos, CEBs, Escola dePolítica e Cidadania, AESI, Irmandade deSão Benedito (CONISB) - Lorena, PastoralFamiliar, Pastoral Catequética dentre ou-tros movimentos e pastorais.O objetivo do encontro foi dar con-tinuidade à reflexão sobre a “Missão eMinistérios dos Cristãos Leigos e Leigas”(Doc. 62 da CNBB), sob o lema “Laicato dasub-região de Aparecida, discípulos e mis-sionários, construindo seu agir na Igreja eno Mundo”.A acolhida carinhosa e fraterna foi fei-ta pelos membros do CNLB-SJCampos. Naoração inicial foi feita uma reflexão sobreJesus e os discípulos de Emaús (Lc 24, 13-35).Após a apresentação individual, foramacolhidos, de modo especial, os assesso-res: Wanda Conti (Campinas) e RinaldoHenrique Gachet (Limeira). Wanda é co-ordenadora da Comissão de Formaçãodo CNLB-Sul 1. Seguindo o método VER,JULGAR e AGIR, consolidado pela Teolo-gia Latinoamericana, presente no Doc.62, Wanda abordou a conjuntura atual demodo interativo, resgatando informaçõesdo documento publicado em 1999 e aomesmo tempo atualizava alguns dados edestacava novas informações no âmbitoeclesial, cultural, político, social, educa-cional, tecnológico entre outros. Foi parti-lhada a metodologia usada por Pe. AgenorBrighenti em um de seus livros: ter olhosno horizonte onde queremos chegar, agircom os pés no chão de nossa realidade epara concretizar a ação colocar as mãos namassa.Somos cristãos leigos e leigas onde es-tamos: na família, na sociedade, na políti-ca, na Igreja, nas associações, nos sindica-tos, nas ONGs... Precisamos estar sempreatentos aos sinais dos tempos. A base, aconstituição da fé católica não muda, oque muda é a maneira de agir, que se adé-qua ao tempo e ao lugar.Para pensar: Estamos convencidos deque tudo o que acontece no mundo tema ver conosco? É preciso olhar a realidadecom os olhos de Jesus, ou seja, com ternu-ra e compaixão. “Olhou a multidão e viuque eram como ovelhas sem pastor” (Mt7,21-23). A fé é uma prática.Na conjuntura atual, somos testemu-nhas do Ressuscitado? Somos sal da terrae luz do mundo?Nosso Papa Francisco tem dado sinaisde um novo tempo demonstrando simpli-cidade, proximidade com o povo (cf cartado Papa Francisco enviada aos Bispos doBrasil reunidos em Assembléia Geral daCNBB, em Aparecida).Wanda destacou ainda a índole secu-lar dos leigos e leigas. O próprio dos leigosé estar no mundo. Nosso lugar teológi-co, nosso campo de missão é o MUNDO.Conforme destaca a Exortação pós-sino-dal Christifideles laici sobre a Vocação eMissão dos Leigos, resgatado no Doc. 62CNBB, no Doc. Santo Domingo e de Apa-recida (CELAM)... É preciso abrir as portasdo Reino. O Reino de Deus está entre nós.Cristão só é cristão se estiver inseridonuma comunidade: territorial, afetiva... Éna comunidade eclesial que nos alimenta-mos da Palavra e do Pão Eucarístico paracumprirmos nossa missão. O Cristianismoé a presença de Jesus que caminha conos-co. O Espírito Santo nos leva a viver napartilha e na solidariedade. Cabe a nós, es-tando no mundo, fazer do mundo a cidadede Deus, que não necessita de luz, pois aglória de Deus a ilumina.Na segunda parte das reflexões, Rinal-do Gachet, aborda a missão do Povo deDeus – fundamentos teológicos. Antes,porém,contextualizahistoricamenteasre-flexões sobre o laicato a partir do VaticanoII (década de 1960) enfatizando a LumenGentium e a Apostolicam Actuositatem.Em seguida situa a Exortação ApostólicaChristifideles Laici (década de 1980) atéchegar ao Doc. 62 da CNBB, tema do en-contro. Obviamente, Rinaldo não deixoude citar os documentos de Puebla, SantoDomingo e Aparecida nos temas relativosà evangelização e, identidade, vocação emissão dos cristãos leigos e leigas.Em primeiro lugar refletimos sobre amissão que é de toda a Igreja. A missão écomum a todos. A Igreja é toda missioná-ria e a evangelização é tarefa fundamentalde todo o Povo de Deus.O capítulo II do documento aborda amissão e o Povo de Deus com os carismas,os serviços e os ministérios. Os carismassão dons que vem do alto (do Pai)pelo Filho (Jesus) na força do Es-pírito Santo. Os carismas estão aserviço do Reino. Os serviços nãosão necessariamente ministérios.Os ministérios são instituídos,confiados a leigos e leigas ou or-denados (diaconado, presbitera-do e episcopado). O conjunto decarismas, serviços e ministériossão uma riqueza de todo o Povode Deus. O documento 62 ressaltao sacerdócio comum dos fiéis queparticipa, a seu modo, do tríplicemúnus, ou seja, das funções pro-fética, sacerdotal e régia de Cristo:• Função profética: anúncio da Palavra deDeus – fonte de vida e de vida eterna e de-núncia das situações de morte, das injus-tiças, enfim, de tudo o que não constrói oReino de Deus.• Função sacerdotal: nasce de Jesus pelobatismo. Fazemos parte do múnus sacer-dotal, a serviço do Reino, para a santifica-ção da humanidade.• Função real: lavar os pés do outro, co-locar-se a serviço e levar a humanidade arender louvores ao Pai a exemplo do Reidos reis, Servo dos servos – Jesus Cristo.Juntamente com a tipologia dos mi-nistérios temos também as exigências daevangelização. Destacamos as dimensõesdo serviço, diálogo, testemunho, anúncioe a exigência da inculturação.Para o melhor desenvolvimento denossa missão é necessária a formação in-tegral e permanente do homem todo e detodo o homem, fortalecendo a relação dapessoa consigo mesma; com Deus; com ooutro; com o mundo; com o cosmo. Essehomem, essa pessoa humana tem deve-res e direitos.No Brasil, o CNLB é um organismo quebusca representar todos os cristãos leigose leigas e baseia-se em quatro pilares:• Espiritualidade adequada à missão dosleigos e leigas;• Formação específica, integral e perma-nente;• Organização e articulação dos leigos eleigas em Conselhos;• Inserção na sociedade - nosso campo demissão prioritário.Rinaldo iniciou a conclusão de suaexposição citando alguns pontos mais im-portantes dos documentos da Conferên-cia de Aparecida e do Doc. 94 da CNBB.A comunidade em missão na Igreja eno Mundo deve ser mais profética, maismissionária, mais participativa, mais aco-lhedora (aquela que escuta), mais mise-ricordiosa (entrar na misericórdia do ou-tro). Evangelizar os pobres e sofredores.Os preteridos pela sociedade, pelo mun-do, são os preferidos de Nosso Senhor.É imprescindível que os leigos e leigasparticipem efetivamente, na Igreja - nosconselhos de pastoral diocesanos, paro-quiais, comunitários; conselhos de assun-tos administrativos e econômicos; comis-sões, pastorais, movimentos, associações,irmandades entre outros e, na Sociedade:participem dos conselhos municipais,conselhos paritários, conselhos de direi-to, associação de moradores, sindicatose associações de classe, partidos políticosentre outros.Por fim as cinco urgências da evangeli-zação a partir da experiência pessoas comJesus Cristo:• Igreja em estado permanente de mis-são;• Igreja casa da iniciação à vida cristã;• Igreja lugar da animação bíblica da vidae da pastoral;• Igreja comunidade de comunidades;• Igreja a serviço da vida plena (Jo 10,100.Nós, cristãos leigos e leigas, queremoscomunhão eclesial por participação, naperspectiva da Igreja Povo de Deus – todaministerial.Ser leigo, ser leiga é uma VOCAÇÃO! –Vocação própria e que vivenciada em suaprofundidade enriquece o conjunto devocações da Igreja.Vilma Aparecida de Moraes - CNLB -Taubaté - Coord. da Articulação do CNLB naSub-região de Aparecida(*)Texto revisto por Wanda Conti e Rinaldo Hen-que Gachet.Participantes das CEBs: José Hamilton Tavares,Maria Cristina Machado, Maria Aparecida Matsuta-cke e Jairo Augusto dos Santos.
    • 5Rumo ao 13º Intereclesial das CEBsEm 21/04, no Centro Pastoral da Ca-tedral São Dimas, aconteceu o encontrode delegados das dioceses de Taubaté eSão José dos Campos, em preparação ao13º Intereclesial que acontecerá de 07 à11 de janeiro de 2014, em Juazeiro doNorte, Diocese do Crato - CE, com o temaJustiça e Profecia a Serviço da Vida.Pe. Fabiano, assessor das Comunida-des Eclesiais de Base, entregou o TextoBase do 13º Intereclesial a todos, ondecada delegado vai beber da água da fon-te de Juazeiro, onde iremos celebrar nocoração alegre e forte do Nordeste, nasterras de Pe. Cícero e do Pe. Ibiapina, dosbeatos e beatas e de tantos sofredores/as e lutadores/as, profetas e mártires dacaminhada, no Brasil, em Nossa Américae no Mundo Solidário.E o querermos ser no meio dos po-bres e com os pobres constituídos, como“povo e povo de Deus”, fermento, sal eluz, ajudando a impulsionar o protagonis-mo dos leigos, por essa e outras razõestem que ser o grito das CEBs, “Romeirasdo Reino no campo e na cidade”, compro-metidas com a instauração do reinado deDeus, na vida das comunidades.O gesto concreto da Diocese de SãoJosé dos Campo, será a construção de cis-terna direcionado pela Cáritas Nacional.Ainda em preparação para o 13º In-tereclesial acontecerá o encontro de de-legados a nível de Sul 1, com todos repre-sentantes do Estado de São Paulo, na subregião de Botucatu, nos dias 21 e 22 desetembro, com assessoria do Pe. NelitoDornelas já na dinâmica do Intereclesial,divididos em RANCHOS e CHAPÉUS.Devemos proclamar a Boa Nova doEvangelho, sobretudo com a própria vida,que é “o melhor presente que Deus nosdeu”.Amém, Axé, Auerê, Aleluia, Tchê, Uai,Oxente!Silvia Maria Macedo - Equipe de Forma-ção das CEBs e Representante do Sub Apare-cida na Colegiada Estadual das CEBs
    • 6Conforme artigo anterior do nosso“Lá vem o trem das CEBs”, damos conti-nuidade às informa-ções da realização da14ª edição do CursoOscar Romero aconte-cido em Santa Maria--RS nos dias 04 a 09de janeiro de 2013.Alémdaassessoriado Pe. Marcelo Bar-ros, tivemos tambéma contribuição do Pe.Benedito Ferraro que,refletindo sobre “A Bí-blia e as Comunidadese as Fontes da Fé”, nosquestionava, indagavae nos provocava. Que-rendo chamar a nossaatenção sobre o inícioda evangelização emnosso país, recordavaque existiam em 1.500 de 8 a 10 milhõesde índios no Brasil e, que nesta mesmaépoca na França existiam 3 milhões dehabitantes vivendo na extrema miséria.Quando matamos um povo indígena, es-tamos matando a epifania de Deus paraaquele povo. Daí a seguinte afirmação:“Depois que o homem branco apareceu,nunca mais o índio teve uma boa notícia”.Diante disto, ele nos dizia que se “OutroMundo é Possível e Urgente”, igualmen-te “Outra Igreja é Possível e Urgente”,caso contrário vamos continuar rezandopor mais 500 anoso Pai Nosso, mas oPão não será nosso.Dizia que temosque praticar Deus,não só conhecê-loe, o melhor caminhopara conhecer a Deusé a partir do pobreexcluído conformeMt 25, 31-46. Paratanto, diante doscontravalores do ‘ne-oliberalismo’: renta-bilidade, competitivi-dade e lucratividade,apresentar os valoresdo Projeto de Jesus:gratuidade, solida-riedade e partilha.Falando do temada profecia recordava que o profeta nãoé um adivinho, mas um analista: se a de-gradação da natureza continuar no ritmoque está, não sobreviveremos daqui a 50anos. Para o profeta a religião deve serinfraestrutural, ou seja, atingir a raiz davida do povo, os seus problemas concre-tos. O profeta é aquele que tira água dapedra. Bartolomeu de Las Casas, um dosprimeiros profetas da nossa América, jádizia em 1553/4, que “os pobres são tra-tados pior do que estrume de boi na rua”.O Pe. Benedito Ferraro terminava di-zendo conforme o exegeta Joseph Bar-balho, que o Evangelho não é doutrina,mas é vida e está aí pararesgatar a vida. E lem-brava que as CEBs sãoa expressão originanteda Igreja, na visão pro-fética do Pe. José FerrariMarins e, que as mes-mas CEBs têm um papelprotagônico na Igreja.Neste Curso OscarRomero ainda tivemosa presença proféticade D. Francisco Silva deSanta Maria – RS, bispoda Igreja Evangélica An-glicana do Brasil, que conversou conos-co sobre “Educação, Sustentabilidade eEcumenismo”, bem como do Pe. EdsonThomassin, da Comissão Nacional de As-sessores da Pastoral da Juventude e, daIr. Vilma Pretto e Waldir Bohn conversan-do sobre “A caminhada da Igreja (CEBs)no Brasil, seus desafios e perspectivas”.Este Curso Oscar Romero que tevecomo objetivos: - fortalecer a caminha-da das CEBs e do povo cristão na buscada realização do Reino de Deus; - forti-ficar a luta pela realização de um novoprojeto de sociedade e de Igreja, combase na solidariedade, partilha e parti-cipação comunitária; - fazer memóriados mártires e cristãos engajados des-de os primeiros tempos até hoje, paraentender nosso lugar junto do pobre eexcluído; - e, oportunizar uma forma-ção popular e ecumênica, visando umatransformação libertadora nos interpelacomo CEBs. Constituiu-se num dos sinaisde vida do Reino de Deus e, numa par-ceria com o nosso “Lá vem o Trem dasCEBs”, queremos somar forças, atravésde comunicação e intercâmbio, “para nãoperdermos jamais o sentido e o espíritoda profecia” (D. Francisco Silva, IEAB).Nivaldo Aparecido SilvaEquipe Diocesana de Formação/Asses-sores das CEBsCURSO OSCAR ROMERO: PROFECIA VIVA NA IGREJAPapa Francisco reabre causa debeatificação de dom Oscar RomeroO papa Francisco decidiu retomaro processo de beatificação do arcebis-po de San Salvador, dom Oscar Arnul-fo Romero, que se encontrava arqui-vado desde 1997, quando começou oprocesso. Romero foi morto por umfranco-atirador em 24 de março de1980 enquanto presidia a uma missana capela do hospital de San Salvador.Considerado um mártir da Igreja dospobres e da teologia da libertação, domOscar Romero foi assassinado por seucompromisso com os excluídos, contraa desigualdade social na América Lati-na e a violência da ditadura de seu país.A causa de beatificação estava paradaporque, para setores conservadores daIgreja a mensagem de Romero tinhauma certa carga de orientação política.Segundo o jornal italiano “La Repúbli-ca”, o defensor da causa, dom VincenzoPaglia, presidente do Conselho Pontifíciopara a Família, anunciou que “a causa debeatificação foi desbloqueado”. A infor-mação da conta de que o anúncio foi feitoem Molfetta, perto de Bari, na Itália porocasião da celebração do vigésimo aniver-sário da morte de dom Tonino Bello, bis-po presidente da Pax Christi, que tambémse encontra em processo de beatificação.O arcebispo, membro da Comunidadede Sant’Egidio, disse que Romero “pou-cos meses antes de sua morte nas mãosde esquadrões da morte” havia afirmadoque o Concílio Vaticano II pedia a todosos cristãos para serem mártires, ou seja,dar a vida e às vezes dar o sangue, mastodos são convidados a dar a sua vida”.Romero, embora proveniente de umaalaconservadoradaIgrejaepertodaOpusDei, nunca deixou de denunciar os esqua-drões da morte militares e paramilitarespelo assassinato de adversários políticos.Fonte: www.oclacc.org.Tradução: Jaime C. Patias
    • 7AconteceUTemos umnovo Papa!Reunião Ampliada das CEBsReuniões Paroquiais das CEBsVisita de Dom Adriano Ciocca ao Centro de Espiritualidade DomOscar Romero Jacareí – SP. Dom Adriano, Bispo da Prelazia SãoFelix do Araguaia, foi bispo referencial nas CEBs com grandeparticipação no Documento 92 da CNBB sobre CEBs.Celebração com Dom Adriano Ciocca naIgreja Matriz São José Operário - JacareíFormação Diocesana das CEBsReuniões CEBs nas Regiões PastoraisDom Moacir Silva énomeado arcebispometropolitano deRibeirão PretoFormação CEBs Região Pastoral VI, com otema: “Justiça e profecia a serviço da vida”Reunião CEBs CNBB Sul1Colegiada Estadual das CEBs
    • 8“Quando o assunto é criança e ado-lescente um bom Conselho é fundamen-tal!”Os Conselhos Tutelares, criados peloEstatuto da Criança e do Adolescente (Lei8069/90), são espaços, em âmbito muni-cipal, de proteção e garantia dos direitosdas Crianças e Adolescentes.“O Conselho Tutelar é órgão perma-nente e autônomo, não jurisdicional, en-carregado pela sociedade de zelar pelocumprimento dos direitos da criança e doadolescente(ECA artigo 131)”.Permanente e autônomo porque dáao Conselho Tutelar força política parao exercício da função que lhe incumbe aLei, aplicando as medidas previstas (ar-tigo 136) para exigir o cumprimento dosdeveres do Estado, Sociedade e Família,cada área na medida de sua competên-cia. É um instrumento, nas mãos dos ci-dadãos, para zelar, promover, orientar,CONSELHO TUTELAR: ELEIÇÕES 2013encaminhar e tomar providências. Issonos casos em que as crianças e adoles-centes se encontrem em situação derisco pessoal e social, como: abandono,negligência, exploração, violência, cruel-dade e discriminação....Vale salientar que, dentro da perspec-tiva de atribuição legal de zelar pelos di-reitos da criança e do adolescente, o pa-pel do Conselho Tutelar é essencialmentepolítico (não partidário) e não técnico,por isso a importância de os(as) repre-sentantes da sociedade que compõe esseórgão serem escolhidos pela comunidadelocal e de forma mais democrática ainda,pelo voto direto.É extremamente importante umConselho Tutelar cada vez mais forte,de representatividade social, realizandoações, cobrando de quem deve atender,responsabilizando os omissos, agindo nosentido de que haja mudanças efetivas.Nesse sentido, quero cha-mar a atenção para o fato deque um importante ato cívi-co acontecerá em São Josédos Campos: A ELEIÇÃO DOSCONSELHOS TUTELARES, queacontecerá no dia 16 de ju-nho.Lembrando que em SãoJosé dos Campos são doisConselhos: circunscrição cen-tro (atende toda região Cen-tro, Norte, Leste e Oeste) ecircunscrição sul (atende toda região sul ,Bairro do Putim e adjacências). A eleiçãoé individual e os 10 primeiros mais vota-dos comporão os dois ConselhosCada um e cada uma devem-se apro-priar procurando conhecer todos os can-didatos, seu compromisso com a causada criança e adolescente e obter todas asinformações necessárias para participardeste importante acontecimento.Na cidade de Jacareí a eleição aconte-ceu em 28 de abril.INFORME-SE, PARTICIPE, VOTE!Rosa Maria da Silva – Rosinha(Conselheira Tutelar de São José dosCampos, triênio 2004/2007)Secretaria Diocesana das CEBsirá acontecerFormação nas Regiões Pastorais08 de junho - Região Pastoral VII23 de junho - Região Pastoral V30 de junho - Ação entre amigos em prol daparticipação no XIII Intereclesial das CEBsGesto concreto: construção de cisternaHorário: após a celebração das 19hLocal: Paróquia Nossa de Fátima – Altos de Santana27 de julhoPonte PretaFutebol ClubeJacareí – SPConvites com os(as)animadores(as)das CEBsBaile das CEBs