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Informativo das CEBs - diocese de São José dos Campos - SP
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Informativo das CEBs - diocese de São José dos Campos - SP

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  • 1. CEBs - Informação e Formação para animadores 1 FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO PARA ANIMADORES Lá vem o Trem das CEBs...Lá vem o Trem das CEBs... Espaço do Animador LEIA + NA PÁGINA 6 6 Seja Bem-vindo Pe. Fabiano LEIA + NA PÁGINA 7 7 Pinheirinho LEIA + NA PÁGINA 4 4 Identidade das CEBs LEIA + NA PÁGINA 3 3 Palavra do Assessor LEIA + NA PÁGINA 2 2 Aconteceu LEIA + NA PÁGINA 88 Diocese de São José dos Campos - SP - Informativo das CEBs - Ano VIII - Fevereiro de 2012 - Nº 75 Que todos os animadores de comunidades possam aproveitar esta temática para uma nova evangelização no encontro com Cristo sofredor e que revela o Reino de Deus: no desejo de vida em abundancia para todos. Igreja proclama: “Fraternidade e Saúde Pública”
  • 2. CEBs - Informação e Formação para animadores 2 Siga nos no Twitter: Baixe os hinos e cânti- cos dos encontros, no Blog das CEBs: Assista aos videos dos principais acontecimen- tos das CEBs, dos encontros de comunidades nas paróquias, das Regiões Pastorais... Albuns de fotos: http://tremdascebs.blogspot.com/ https://twitter.com/tremdascebs http://www.youtube.com/user/bernadetecebs http://www.facebook.com/profile. php?id=100001269450280 http://picasaweb.google.com/ CEBsMaria PALAVRA DO ASSESSOR CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2012 Olá queridos amigos e amigas das Comunidades Eclesiais de Base. Com muito carinho e gratidão que- ro me aproximar de vocês e fazer parte desta família (CEBs), tão querida e esti- mada aos olhos de Deus e da Igreja. É com imensa alegria que irei acompa- nhá-los na assessoria e irmandade deste sonho de Deus, e desde já me coloco à disposição. Quero agradecer ao amigo e irmão, Pe. Ronildo, pelo desempenho e tra- balho realizado junto às Comunidades Eclesiais de Base de nossa Diocese. Creio que mais do que assessorar, ele se fez um de nós, esteve em nosso meio e conviveu conosco das mesmas experi- ências. Por isso, tenho plena convicção que não cheguei para ocupar o seu espaço, pois este estará para sempre no meio de nós. Vim, para juntos caminharmos construindo o Reino de Deus e fazendo nossa história em meio aos homens e mulheres. Queridos amigos e amigas de caminhada, minha história de fé sempre esteve enraizada no seio das Comunidades Eclesiais de Base. Pois ali, na então Paróquia Maria Auxiliadora dos Cristãos, no Pq. Meia Lua – Jacareí, ama- dureci na fé e pude dar respostas concre- tas à vida. Quero contar com a amizade, carinho e dedicação de todos nesta missão. Sei que todos têm seus afazeres pessoais, mas temos nossa responsabilidade para com os outros, e mais ainda para aqueles que necessitam da nossa fé e do nosso testemunho. Iniciar um novo ano é sempre uma oportunidade de construir novos pro- jetos e superar grandes desafios, e isso com certeza torna-se mais prazero- so quando fazemos juntos. Pois somando nossas forças e aspi- rações, certamente, conquista- remos aquilo que projetamos, e daremos a cada um, a pos- sibilidade de amadurecer- mos na fé e na vida. “No coração e na vida de nossos po- vos pulsa um forte sentido de espe- rança, não obstan- te as condições de vida que parecem ofuscar toda espe- rança. Esta se expe- rimenta e se alimenta no presente, graças aos dons e sinais de vida nova que se com- partilha; compromete-se na construção de um futuro de maior dignidade e justi- ça e aspira ‘os novos céus e a nova terra’ que Deus nos prometeu em sua morada eterna” (DAp 536). As Comunidades Eclesiais de Base fa- zem parte desta esperança, pois ali nos encontros de rua, se compartilha os si- nais de vida e se compromete à constru- ção de um Reino de justiça e dignidade para todos. Vamos juntos, a partir dos nossos en- contros semanais de casa em casa, em- barcar neste trem – Trem das CEBs – que está destinado a ser um sinal de Deus em meio a história do povo da nossa Diocese, que é a história de muitos dos nossos animadores que foram visitados e hoje são testemunhas do Senhor, ver- dadeiros Discípulos e Discípulas a servi- ço do Reino. Assim de estação em estação, que- remos levar nossas experiências e nosso testemunho de vida para muitas ruas, muitos setores e muitas comunidades. Um abraço e minha benção a todo o povo de Deus que faz parte das Comuni- dades Eclesiais de Base (CEBs). Pe. Fabiano Kleber C. do Amaral Assessor diocesano das CEBs Apresentação “Converte-te e crê no Evangelho”! Ao recebermos a imposição das cin- zas, no início da quaresma, somos convi- dados a viver o Evangelho, viver da Boa Nova. A Boa Nova que recebemos é Je- sus Cristo. Ele abriu um novo horizonte para todas as pessoas que nele creem. Crer no Evangelho é crer em Jesus Cristo que na doação amorosa da cruz deu-nos vida nova e concedeu-nos a graça de ser- mos filhos do Pai. Com sua morte trans- formou todas as realidades, criando um novo céu e uma nova terra. A quaresma é o caminho que nos leva ao encontro do Crucificado-ressuscitado. Caminho, porque processo existencial, mudança de vida, transformação da pessoa que rece- beu a graça de ser discípulo-missionário. A oração, o jejum e a esmola indicam o processo de abertura necessária para sermos tocados pela grandeza da vida nova que nasce da cruz e da ressurreição. Assim, atingidos por Ele e transforma- dos n’Ele, percebemos que todas as re- alidades devem ser transformadas, para que todas as pessoas possam ter a vida plena do Reino. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) promove a Campanha da Fraternidade, desde o ano de 1964, como itinerário evangelizador para viver intensamente o tempo da qua- resma. A Igreja propõe como tema da Campanha deste ano: A fraternidade e a Saúde Pública, e com o lema: Que a saú- de se difunda sobre a terra (cf. Eclo 38,8). Deseja assim, sensibilizar a todos sobre a dura realidade de irmãos e irmãs que não têm acesso à assistência de Saúde Públi- ca condizente com suas necessidades e dignidade. É uma realidade que clama por ações transformadoras. A conversão pede que as estruturas de morte sejam transformadas. A Igre- ja, nessa quaresma, à luz da Palavra de Deus, deseja iluminar a dura realidade da Saúde Pública e levar os discípulos-mis- sionários a serem consolo na doença, na dor, no sofrimento e na morte. E, ao mes- mo tempo, exigir que os pobres tenham um atendimento digno em relação à saú- de. Que ela se difunda sobre a terra, pois a salvação já nos foi alcançada pelo Cru- cificado. Às nossas Comunidades, grupos e famílias, uma abençoada caminhada quaresmal e celebremos a Jesus Cristo que fez novas todas as coisas. Dom Leonardo Ulrich Steiner - Bispo Prelado de São Felix - MT Secretário Geral da CNBB Pe. Luiz Carlos Dias Secretário Executivo da CF Fonte: Portal kairos Foto: Bernadete Mota
  • 3. CEBs - Informação e Formação para animadores 3 IDENTIDADE DAS CEBs A DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA O que são Comunidades Eclesiais de Base? Aspecto político-pedagógico Nos anos 60, diante da ideia do sub- desenvolvimento, da dependência eco- nômica, social e política dos países do terceiro mundo em relação aos chama- dos países do primeiro mundo, emerge no Brasil e América Latina um movimento com vistas a uma revolução cultural des- de os explorados. Neste contexto, Paulo Freire desponta com a reflexão sobre o saber, o poder e os direitos dos oprimi- dos. Pretendia promover a consciência crítica acerca da realidade, bem como a emancipação econômica, política, social e cultural das classes menos favorecidas. Em seu livro Pedagogia do Oprimi- do, Freire explica que um dos principais problemas dos oprimidos é enfrentar o opressor que eles hospedam dentro de si. Segundo ele, a autonomia não é um presente, doação de alguma lide- rança, mas esforço pessoal e coletivo: “Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho; os homens se libertam em comunhão” (1985: 27). Referindo-se diretamente ao papel da educação, afir- ma: “Ninguém educa ninguém; ninguém se educa a si mesmo; os homens se edu- cam entre si, mediatizados pelo mundo” (1985:63). Tanto a Teologia da Libertação quan- to a Educação Popular incorporaram o conhecido método utilizado pela Ação Católica Brasileira – ver-julgar-agir – e ajudaram a entender as causas da pobre- za, da miséria e da exclusão social. Com a apropriação da pedagogia libertadora que valoriza o diálogo, a participação e a práxis houve um avanço significativo no processo de capacitação cidadã e empo- deramento popular. Os pobres – principais vítimas do capi- talismo – passaram a ser vistos como pro- tagonistas, sujeitos de direitos e respon- sáveis pela transformação da sociedade. Os assessores/as exerceram e exercem papel importante junto às CEBs na medi- da em que realizam análises de conjun- tura sócio-política, econômica e eclesial. Assim, auxiliam as comunidades a enten- der a realidade com seus problemas locais e suas contradições estruturais. Chamam a atenção, por exemplo, sobre a função social da propriedade privada. “O Senhor era um Deus dos sem-terra, Ele mesmo “morando” numa montanha no de- serto. A Revelação do seu nome e da sua Aliança se deu para ‘libertar o povo da escravidão e conduzi- -lo a uma terra onde cor- re leite e mel…’. O povo não se liberta, se não tem terra. A conquista e repartição da terra é meta do êxodo, com tudo o que isto implica de lutas e de riscos” (Barros, 1988:89). Ao analisar a sociedade capita- lista, dividida em classes sociais, a Teolo- gia da Libertação, as CEBs e a Educação Popular têm se utilizado muito da metá- fora dos dois times – opressores x oprimi- dos – amparados na lógica respectiva da opressão x libertação. Na medida em que a pobreza é vista como empobrecimento e exploração não cabem apenas práticas de caridade, mas se fazem necessárias lutas por justiça social. Isso significa um grande avanço político-pedagógico na consciência popular. Pe. Dirceu Benincá Fonte: CEBs Sul1 A economia existe ou só tem sentido existir, se for para o bem das pessoas e o bem comum da sociedade. Ela é simples- mente um instrumento que deve estar a serviço das pessoas e não o contrário. In- felizmente, tem havido uma inversão de valores. A Doutrina Social da Igreja acre- dita que é possível a efetivação de uma sociedade justa e solidaria e quer con- tribuir para a construção de um modelo econômico em que a vida esteja em pri- meiro lugar. O problema não é o dinheiro em si, mas o uso que dele se faz. Ele é útil e fundamental como instrumento desti- nado ao serviço e intercâmbio de bens de uso, mas não pode ser o supremo co- mandante dos nossos atos, o critério ab- soluto das decisões dos indivíduos e dos governos. Todo o capital deve ser usado para servir o bem comum das pessoas, na partilha e na solidariedade. De maneira bem firme e efetiva, o nosso Papa Bento XVI exorta que “a eco- nomia tem necessidade da ética para o seu correto funcionamento afinal, a ati- vidade econômica não pode prescindir Por uma Economia Solidária da gratuidade, que difunde e alimenta a solidariedade e a responsabilidade pela justiça e o bem comum em seus diver- sos sujeitos e atores. Trata- se, em última análise, de uma forma concreta e profun- da de democracia econômica”. (Caritas in Veritate, nº 45 e 38). Ler o texto Bí- blico: Evangelho da Comunidade de Ma- teus 6,19-21.24 Toda a vida de Jesus foi um teste- munho de simpli- cidade no uso dos bens materiais, de solidariedade com os pobres, de dis- tribuição gratuita dos dons de Deus. Em todos os momentos, Jesus revelou que Deus quer o bem de todos não se poderia esperar outra coisa de alguém que é Pai, que cria todas as coisas por amor. Conseguimos perceber que a acumu- lação, o não repartir, tem também pro- fundas consequências espirituais? Por que devemos escolher entre Deus e o dinheiro? Nossa atitude diante do dinheiro mos- tra muito o tipo de pessoa que somos. Por isso Jesus diz: “Onde estiver o teu te- souro, ali também estará o teu coração”. Se o enriquecimento e a acumulação con- tinuam a ser sonho de nossa sociedade, os valores se inver- tem e colocamos em segundo plano a pessoa, sua vida, sua dignidade, seu bem- -estar. A relação com Deus e todas as de- mais aspirações hu- manas acabam por serem rebaixadas a valores secundários. Qual é o tesouro que de fato dá senti- do à nossa vida e ação? A afirmação de Jesus registrada pela Comunidade de Mateus: “Vocês não po- dem servir a Deus e ao dinheiro”, nos propõe uma escolha entre os valores do plano de Deus e a rendição diante do dinheiro, visto como valor absoluto diri- gindo a vida. Uma economia baseada no individualismo e na acumulação de bens materiais afasta-se radicalmente do pro- jeto de Deus, revelado por Jesus. Devemos também vencer a tentação de transformar o culto a Deus em moeda de troca. As Comunidades cristãs não existem para si mesmas, mas são chamadas a servir. Nesse serviço não cabem compe- tições por poder, mas os testemunhos de inclusiva solidariedade. As Igrejas estão a serviço dessa missão, quando, cooperan- do com iniciativas renovadoras da socie- dade, estimulam as variadas experiências de economia solidária. Rezemos para que cresça entre nós, cada vez mais, a consciência do uso dos bens inclusive o dinheiro, que não transformemos o cul- to a Deus em moeda para obtenção de prosperidade e que ações de verdadeira promoção humana sejam comuns em nosso meio. Fonte: Reflexão em comunidade da Diocese de Divinópolis MG.
  • 4. CEBs - Informação e Formação para animadores 4 Tenho sentimento de vir de um enter- ro de um amigo. A Comunidade Madre Teresa de Calcutá, na Paróquia Perpétuo Socorro, em São José dos Campos - SP, não existe mais em, mas as pessoas sim. Elas deverão buscar seus direitos gerais e encontrar nos governos, naqueles que fa- zem leis e naqueles que julgam os casos, a proteção destes direitos. Houve, sim, por volta de duas mil pes- soas se alimentando (com qualidade), re- cebendo água mineral, fraldas para seus filhos e seus idosos doentes, atendimen- to médico (quando necessário), colchões para 80% das pessoas e, sobretudo, segu- rança naquele momento. Sua chegada na Paróquia se deu por voltas das 21h30 no domingo passado, e as acolhi por perce- ber que durante o dia todas estas pessoas ficaram, não confusas como saiu ontem no jornal, mas inseguras. Vivi com muitos desta região dramas de ações e reações de vários grupos de pessoas e da Polícia Militar, causando a referida insegurança. Agora estão nos alojamentos. Não são números, mas pessoas. Confio e espero que o Governo Mu- nicipal realize aquilo que lhe é próprio: cuidar da vida e da vida de todos (e de forma integral), encaminhando cada fa- mília para sua realização plena, além de oferecer o mais digno tratamento para este tempo provisório de alojados. Que o Auxílio Aluguel Social atenda todos os que necessitam, inclusive aqueles que já conseguiram alugar casas para estabe- lecerem seu lar, ou seja, se já alugaram uma casa, que recebam este auxílio; se estão morando com parentes ou amigos, que o recebam também, para poderem viver em sua “própria casa” a vida fami- liar. Houve sincera compreensão de todas as pessoas que na igreja alojadas estavam de que a o templo é de “uso” geral e lá te- Madre Teresa de Calcutá, intercedei a Deus por todos os envolvidos neste fato histórico da Cidade de São José dos Campos, com repercussão mundial. riam ótimo acolhimento, mas isso por pouco tem- po, devido limitações pró- prias de sustentabilidade e das necessidades pas- torais, como atendimento da secretaria paroquial e realização de celebrações e encontros diversos. Pena que pouquís- simos dias após dois e únicos encontros em oito anos, entre os três Entes (União, Estado e Municí- pio) se deu a desocupa- ção. O ideal seria acreditar na possibilida- de de projetos efetivos para regularização de modo justo, conforme protocolo de intenções entregue ao judiciário, dando tempo, mesmo que curto, para efetuar tal parceria destes mesmos Entes. Perdas ocorreram, desde dimensões emocionais Pinheirinho Desde antes da reintegração de posse do terreno denominado “Pinheirinho”, em São José dos Campos-SP, venho afir- mando que “a vida e a dignidade huma- na estão acima de qualquer outro valor, e por isso necessitam ser respeitadas e promovidas. Tudo o que atenta contra a vida e a dignidade humana precisa ser rejeitado”. Neste tempo de negociações e ações efetivas dos Poderes judiciário e munici- pal, a Diocese de São José dos Campos sempre esteve atenta a cada passo e a cada decisão, sempre tendo o cuidado de lembrar a todos os envolvidos que a vida está acima de tudo, que cada ser humano é um filho ama- do do Deus. Por meio da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e seu pároco, Padre Ronildo Aparecido da Rosa, toda a comunidade é acom- panhada bem de perto. Jun- to à comunidade sempre foi desenvolvido um trabalho evangelizador e pastoral. Num primeiro momento, famílias ain- da confusas com a rápida saída de suas casas, procu- raram abrigo na paróquia, que mesmo sem a estrutura necessária, esteve de portas abertas para cada irmão e irmã que buscou ali um re- pouso e uma resposta sobre seu futuro. Esperamos agora que as famílias continuem a receber a assistên- cia necessária para restabelecerem suas vidas e sejam alojadas dignamente. Neste momento de sofrimento, ma- nifesto minha solidariedade e minha proximidade espiritual às pessoas da co- munidade do Pinheirinho. Estou acompa- nhando bem de perto a atual situação e asseguro minha oração por todos. São José dos Campos, 24 de janeiro de 2012 Dom Moacir Silva - Bispo Diocesano de São José dos Campos Mensagem de Dom Moacir Silva sobre o “Pinheirinho” ou psicológicas até risco de perda de em- prego (como constatei pessoalmente). Desgastes ocorreram de todos os lados. Padre Ronildo Aparecido da Rosa, pároco da Paróquia N. Senhora do Perpétuo Socorro. Foto: Divulgação Fotos:BernadeteMota Foto:Divulgação
  • 5. CEBs - Informação e Formação para animadores 5 A Agenda Latino-Americana Mundial não é um livro de teses. Não quer afirmar nada por si mesma. Não é uma agenda neutra, eclética, ou um mero bloco de pá- ginas riscadas para fazer anotações. Está embebida de uma opção: a opção pelos pobres. Segundo Alfredo Bosi a palavra agen- da significa “o que se deve fazer”, qual será o raio de minha ação no cotidiano e na História, quando e como se fará a minha intervenção em um mundo tantas vezes árduo, hostil, perigoso. Quem fala em agenda, diz projeto. Quem fala em projeto, acolhe no coração o verde da esperança. E quando se trata não tanto da nossa vida pessoal, mas da vida de um povo inteiro? E quando a agenda traz em si um desígnio coletivo para um continen- te chamado América Latina? Então, a pa- lavra evoca luta, risco, obstinação. Dentre os nossos projetos pessoais deveriam e devem caber também as Grandes Causas de nossa Pátria Gran- de. Causa é o motivo ou razão para agir. Nossas Causas maiores são o motivo e a razão para viver, e para morrer, se ne- cessários. Somos as causas que amamos aquelas pelas quais morremos de amor. Esta Agenda já demonstrou sua razão de ser e, em suas muitas edições, dentro e fora de todo o Continente, vem fazendo razão de ser diária as Grandes Causas de nossa Pátria Grande: - as culturas raiz e testemunho: indí- genas, negras, mestiças, migrantes; - o popular alternativo, nosso socialis- mo latino-americano, a democracia ou- tra, a integral; - a mulher, ela, total, protagonista om- bro a ombro (na Sociedade e... na Igreja); - a ecologia integral, a humana, har- moniosa, contemplativa e funcional. Continua ainda D. Pedro, a razão da razão primeira e última, que nos faz assu- mir essas Causas, que nos permite vivê- -las, que faz com que elas se tornem luta e festa ao mesmo tempo, que assegura como final vitória: o Espírito. Porque somos esse Espírito, porque o Espírito nos faz, assumimos essas Causas. Somente “com espírito” se pode viver as Causas Grandes. A feliz iniciativa em dedicar as páginas da Agenda Latino-americana 2012 à Uto- pia indígena do Bem Viver – Bem Convi- ver (SUMAK KAWSAY), quer ao mesmo tempo nos inquietar, interpelar, provocar e desinstalar. Não se trata de uma novidade, mas de uma riqueza de sabedoria milenar que só nosúltimosanosospovosindígenasestão trazendo à luz e oferecendo-a ao mundo como sua contribuição à aventura huma- na. Ouvir esta proposta acolhê-la, levá-la a conhecer no nosso Continente e fora dele, meditá-la, é o que queremos fazer nesta Agenda, somando-nos na reflexão coletiva que está se realizando dentro e fora do Continente sobre este Sumak Ka- wsay, na expressão em quéchua, a mais conhecida no Continente. O Pe. José Maria Vigil nos diz que o Bem Viver deve combinar com um Bem Conviver: não vivemos bem se não con- vivemos bem, entendendo isto efetiva- mente em um sentido integral: convivên- cia entre os humanos, convivência com as demais espécies, e convivência com toda a natureza em harmonia integral. O que está em jogo sob a temática de todo este debate contido na Agenda é a inviabilidade do sistema atual e a necessi- dade de nos esforçarmos para encontrar uma alternativa, começando sem dúvida por mudar as nossas cabeças. Poderíamos dizer que as Grandes Causas de nossa Pátria Grande têm con- figurado para nós, a Utopia Latino-ame- ricana dos últimos tempos. O nosso Bom Viver tradicional latino-americano tem sido feito de esforço e paixão por estas Grandes Causas. Elas nos têm marcado as vias de ação e de praxe para lutar por ou- tro mundo possível, que para os cristãos, é uma concretização daquele outro Bem Viver que Jesus anunciou e que chamou Malkuta Yahvéh, Reino de Deus. Por estas Causas temos nos esforçado generosa- mente, a elas consagraram as suas vidas os nossos velhos, e por elas entregaram suas vidas também os nossos mártires testemunhas. A partir do seu primeiro número, faz 21 anos, esta Agenda tem assumido o de- safio de contribuir, modestamente, mas com muita paixão, na análise e no com- promisso das Grandes Causas da Nossa América. Mas alargando horizontes veio a assumir uma perspectiva latino-ame- ricana e mundial. As grandes causas são inevitavelmente mundiais, sobretudo agora em tempos de globalização. E são causas grandes porque abraçam nossas vidas, a Sociedade, o Planeta, o Universo. E com a indignação de um verdadeiro profeta, D. Pedro afirma: Esta palavra libertadora, em versão andina Sumak Kawsay, o Bem Viver, nos sai ao encontro como um evangelho de vida possível, digna e para todas as pessoas e todos os povos. Boa nova do Bem Viver frente ao mal viver da imensa maioria e contra “a boa vida”, insultante, blasfema, de uma minoria que pretende ser e estar ela sozinha na casa comum da Humanidade. Por fim, um pensamento do teólogo italiano residente no Paraguai, Quinto Regazzoni: Ao ouvir Jesus falar no evan- gelho, constatamos como ele (definido como “Palavra feita carne”) levanta o ser humano em sua dignidade: livra os doen- tes, os pecadores e os endemoninhados de seu mal. A todos despede com uma palavra amiga: Shalóm, “Vá em paz”, des- fruta de uma Vida Boa. A Palavra salvadora de Deus já está agindo secretamente no mundo. Deus realizará essa utopia tão velha como o coração humano, o desaparecimento do mal, da injustiça e da morte. Qual relação existe entre o Reino pre- gado por Jesus e o conceito de Vida Boa dos povos indígenas? Essa busca se tra- duz em uma atitude fundamental para o diálogo: a escuta atenta e a humilde e constante capacidade de aprender com os demais. P/ Irmandade dos Mártires da Caminha- da - Nivaldo Aparecido Silva “Bem querer, bem conviver” Agenda Latino-Americana Mundial 2012 Dicas práticas para os encontros nas comunidades • Preparar bem o encontro. • Tomar conhecimento e estudar o assunto que será tratado. • Ler e meditar o texto bíblico utili- zado no encontro. • Providenciar o que se pede para o encontro (cantos, símbolos, orações...), como também usar da criatividade e pedir ajuda a outras pessoas para a preparação do en- contro. • Prever sempre o local e a hora exata do encontro. • Distribuir as tarefas, para que as pessoas encarregadas das leituras e dos cantos venham preparadas. • Estar atento aos acontecimentos alegres e tristes dos membros do grupo (aniversários, doenças, mor- tes, nascimentos...). ORAÇÃO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2011 Senhor Deus de amor, Pai de bondade, nós vos louvamos e agradecemos pelo dom da vida, pelo amor com que cuidais de toda a criação. Vosso Filho Jesus Cristo, em sua misericórdia, assumiu a cruz dos enfermos e de todos os sofredores, sobre eles derramou a esperança de vida em plenitude. Enviai-nos, Senhor, o Vosso Espírito. Guiai a vossa Igreja, para que ela, pela conversão se faça sempre mais, solidária às dores e enfermidades do povo, e que a saúde se difunda sobre a terra. Amém.
  • 6. CEBs - Informação e Formação para animadores 6 Neste nosso primeiro encontro de 2012, vamos fazer uma provocação a todos nós que temos a certeza de que a Igreja de Jesus Cristo acontece no nosso dia-a-dia. Que o Reino de Deus acontece dentro da realidade de cada um e de cada uma de nós, dentro da realidade de cada rua, bairro, cidade, zona rural, ou seja: nas comunidades. Prá isto é importante perce- bermos que a nossa Igreja pode e deve ser diferente, assim como queremos e busca- mos um mundo diferente. Mas nossa Igre- ja e o nosso mundo vão ser diferentes a partir de cada um e de cada uma de nós, de que maneira? Temos que acreditar e vivermos a esperança, a Esperança Pascal, que deve nos mover e nos encher de vida. Somos capazes de perceber as mudanças? A teologia e a prática eclesial do Terceiro Mundo já marcam de forma “representati- va o cristianismo”. E os povos responsáveis por esta transformação somos nós, povos da América Latina e da África, e segundo Pagán, talvez “povos da Ásia também” (Ed. Vozes, 2003). E por quê? Porque somos e temos que ser o povo que busca construir um mundo justo, fraterno e cristão. A es- perança de um mundo melhor. Viver a esperança é acreditar e viver bem o presente. E viver o presente é a nossa missão (Ed. Teologia, 2003). Esta reflexão é feita pelo teólogo Moltmann, e ele afirma também que, viver a esperança significa eu acreditar que o futuro está sendo cons- truído pelo presente. Isto ele chama de “doutrina cristã do comportamen- to”. Como deve ser este nosso comportamento? Podemos identificar bem nossa missão a partir de duas características funda- mentais: primeiro termos a certeza que seguimos a missão de Cristo; segundo temos que ter a certeza que esta missão está a serviço do mundo, da libertação plena dos homens, para que, livres, sejamos plenos de Deus e em plena irmandade. Este é o nosso grande desafio neste ano que se inicia; e desta forma, o ho- rizonte da esperança é a certeza de um novo mundo, de uma nova Igreja, de uma nova pessoa, a cada momento da nossa vida. E será através da nossa missão que estaremos transformando o presente em uma “nova criação”, construindo, por- tanto, o Reino trazido por Jesus Cristo, vivendo como Igreja. Nós somos chama- dos para promovermos a ação de Deus na história! De que maneira fazemos isto? Sempre que a nossa missão estiver com pleno conhecimento da nossa realidade social, sempre quando formos orientados pela nossa fé, e sempre quando o caminho que escolhermos for o caminho que cami- nhamos juntos, vida em Igreja e vida em comunidade, (SANTA ANA, Júlio de, 1985). Também Gustavo Gutierrez nos ajuda na compreensão da nossa missão, (Ed. Paulus, 2003). Nossa missão deve ser fun- damentada na fé. E antes de tudo temos que saber que a fé somente é vivida quan- do soubermos combinar duas dimensões fundamentais: a “dimensão pessoal” e a “dimensão comunitária”. E ainda ele nos dá sinal pelo qual saberemos se neste ano que se inicia estaremos proclamando a Esperança Pascal ao mundo, através da nossa missão. Qual é este sinal? O sinal é quando o Deus em quem eu creio for o “Deus da vida e da alegria”. Paulo José de Oliveira (Paulinho) Membro da Equipe Diocesana de Comunicação das CEBs Nossa missão: desafios, alegrias e as esperanças ESPAÇO DO ANIMADOR Em 1996, eu, Sérgio Braga, participei pela primeira vez da Folia de Reis - Estre- la de Belém - no Jardim Telespark com a presença de meus pais José Braga, Rosa Braga e o irmão José Aparecido Braga. Na- quele dia surgiu a idéia de fazer a Festa de Santos Reis no bairro dos Souzas em Mon- teiro Lobato e já no ano seguinte deu-se a primeira festa na Capela Santa Rita de Cás- sia. E neste ano como não poderia deixar de ser aconteceu a décima quinta edição da festa com doações da família, comuni- dade e amigos e como sempre foi servido o almoço, gratuitamente e enquanto os Festa Folia de Reis no Bairro dos Souzas na Capela Santa Rita de Cássia presentes saboreavam a deliciosa comida assistiam ao show sertanejo. E hoje, Festa de Folia de Reis é tradição no calendário anual da paróquia nossa Se- nhora do Bonsucesso (minha paróquia de origem). José Braga e esposa agradecem a todos que de alguma forma contribuíram para que este evento acontecesse. Obs. Festa sem fins lucrativos. Sérgio D. Braga Paróquia Nossa Senhora de Fátima. Jardim Altos de Santana São José dos Campos – SP Fotos: Bernadete Mota Fotos: Bernadete Mota
  • 7. CEBs - Informação e Formação para animadores 7 - Informativo das Cebs: Pe. Fabiano, fale prá nós sobre sua origem, sua terra natal e sua família. - Pe. Fabiano: Sou natural de Afoga- dos da Ingazeira, sertão de Pernambuco. Filho de Inácia Ferreira da Silva e José Ca- valcante do Amaral – ambos já falecidos. Tenho 11 irmãos, sendo seis homens e cinco mulheres. Estou com 37 anos. - Informativo das Cebs: Quando veio para São Paulo e como foi o início de sua vida aqui no Vale do Paraíba? - Pe. Fabiano: Em julho de 1987 che- guei a Jacareí, São Paulo, aqui já residiam quatro irmãos, e outros três moravam em Santo André e Mauá. De Pernambuco vi- nham o Pai, a Mãe e os cinco mais novos. Nós viemos embora pra São Paulo com a mesma perspectiva de muitos dos nossos conterrâneos, encontrarmos condições melhores de vida – trabalho, moradia, estabilidade. Pois lá, (no Pernambuco), estava muito difícil, não tínhamos renda fixa, nem emprego e dependíamos dos bordados da mãe e do pouco que o pai ganhava trabalhando num açougue. Ao chegarmos a Jacareí, fomos morar no Parque Meia Lua, nos fundos da casa da minha irmã, e depois alugamos uma casa, nesta época já estávamos todos traba- lhando. Aqui em São Paulo sempre traba- lhei, comecei lavando peças e parafusos numa oficina de caminhão, à beira da Via Dutra, depois trabalhei numa madeireira, em fundição de ferro, na Telefônica, na Léo Madeiras, na General Motors. Prestei serviço militar no CTA. - Informativo das Cebs: Como acon- teceu em sua vida a vocação para o sa- cerdócio? - Pe. Fabiano: O despertar da minha vocação foi e está sendo moldada no de- correr da minha história existencial. Pois, antes, nunca me passou pela cabeça a idéia de ser Padre, nunca fui coroinha, mas freqüentava as missas aos domingos e dias Santos. E quando comecei a parti- cipar do grupo de jovens São Francisco de Assis, no Parque Meia Lua – Jacareí, e ao assumir outras responsabilidades na igre- ja, comecei a fazer os encontros vocacio- nais – DESPERTAR, na Diocese de São José dos Campos, e me questionava que po- deria servir melhor e com mais empenho à igreja na qual abraço a fé com afinco e dedicação. Depois de fazer todos os re- tiros vocacionais entrei no Seminário em 1997, no Propedêutico, em 1998 fui para a Filosofia, onde conclui o curso em 2000. Então, em dezembro do ano 2000, depois de muita oração, uma reflexão pessoal, e de partilhar com alguns padres e com meus familiares, resolvi deixar o seminá- rio e refletir melhor sobre minha vocação e missão na igreja e no mundo. Fui então morar com a minha mãe no Parque Meia Lua. Fiquei de 2001 até 2005 com a mi- nha família, trabalhei, estudei, namorei e não abandonei a Igreja, nem minha fé, pelo contrário, procurei purificá-la desen- volvendo alguns trabalhos em pastorais. Foi então que, depois de uma experiên- cia profunda com Deus na minha família, resolvi deixar meus projetos de lado e retornar ao semi- nário para assumir o projeto de Deus na minha vida. E em 2006 fui para a Teologia, conclui o curso em 2009, e agora me sinto feliz e realizado naquilo que optei para minha vida e vocação. - Informativo das Cebs: Como se deu sua forma- ção no Seminário e qual a importân- cia desta época na sua vida de pre- paração para o sacerdócio? - Pe. Fabiano: A época de Se- minário, especificamente a convi- vência, amizade, respeito e partilha com os colegas Seminaristas e Pa- dres que por ali passaram, foi uma época muito proveitosa e frutuosa, e, juntamente com as experiências nas paróquias, próximo ao povo foi modelando e construindo aquilo que sou hoje. Depois que entrei no Seminário a primeira mudança que aconteceu, foi comigo mesmo. Co- mecei a ver as situações, atitudes e pensamentos a partir de um prisma diferente, pois estava me formando para ser um Padre, para pastorear um re- banho, então tinha que ter atitudes dife- rentes, pensamentos diferentes. Dentro do Seminário uma época muito bonita e frutuosa foi quando tínhamos nossos momentos internos de confraternização, convivência com os familiares, momentos de esporte e os momentos de celebração na diocese. Estávamos juntos rezando, rindo, chorando, brincando, partilhando a vida. A partir do Seminário comecei a escrever uma nova história, agora com mais pessoas, com novas situações, com outras expectativas, outras motivações e todas alimentadas pela Eucaristia e pela Palavra de Deus. Percebi que meus so- nhos, também são o sonho de Deus, e que Ele sempre está nos ajudando a con- cretizar nosso sonho, que também é o sonho da humanidade. Agora estou num outro momento, vivendo outra experiên- cia, um período que me faz concretizar aquilo que sempre acreditei – “Eu sou apenas um instrumento de trabalho nas mãos divinas”. Estou preparando minha Ordenação Presbiteral, e com isso, sei que é natural que venham algumas pre- ocupações, como também, tenho que deixar algumas atividades na paróquia. Em relação a minha vida, continuo com o mesmo ritmo, levanto e vou fazer minha caminhada, depois que chego, rezo, tomo café e vou viver o dia. Eu acordo todos os dias e sempre peço a Deus para ser um bom Cristão, para não magoar aqueles que virão ao meu encontro, peço para ter a graça de viver com amor e intensidade todos os dias a mim confiados. - Informativo das Cebs: E a sua orde- nação, quando foi? - Pe. Fabiano: Fui ordenado Diácono no dia 25 de Junho de 2010, na Paróquia São José Operário, Vila Paiva em São José dos Campos, onde morei um ano e exerci meu diaconato. Fui ordenado Sacerdote no dia 11 de Dezembro de 2010, na Pa- róquia Maria Auxiliadora dos Cristãos, Parque Meia Lua em Jacareí, e fui nome- ado Vigário da Catedral São Dimas, onde estou exercendo o ministério sacerdotal. - Informativo das Cebs: Além das suas funções como Vigário, o Sr. tam- bém trabalha na Cúria? - Pe. Fabiano: Atualmente eu presto atendimento na Cúria a respeito de Nu- lidade Matrimonial. Faço uma triagem com as pessoas que estão separadas na vida real e buscam regularizar sua vida perante a Igreja. Depois de ouvir as pes- soas eu as encaminho para que possam preparar seu Processo de Nulidade Ma- trimonial e em seguida apresentá-lo no Tribunal Eclesiástico Interdiocesano de Aparecida. E também estava assessoran- do a Comissão em Defesa da Vida. - Informativo das Cebs: Finalizando esta entrevista, uma mensagem do Pe. Fabiano. - Pe. Fabiano: Eu acordo todos os dias e sempre peço a Deus para ser um bom Cristão, para não magoar aqueles que vi- rão ao meu encontro, peço para ter a gra- ça de viver com amor e intensidade todos os dias a mim confiados. Seja Bem Vindo Pe. Fabiano! Conhecendo o Pe. Fabiano (Fabiano Kleber Cavalcante do Amaral) Foto: Bernadete Mota Foto:Pe.Ronildo
  • 8. CEBs - Informação e Formação para animadores 8 Sugestões, críticas, artigos, envie para Bernadete. Av. Ouro Fino, 1.840 - Bosque dos Eucalíptos CEP 12.233-401 - S. J. Campos - SP E-mail do informativo: tremdascebs@diocesesjc.org.br Fale com a Redação... Expediente: Publicação Mensal das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Diocese de São José dos Campos – Diretor: Dom Moacir Silva – Diretor Técnico: Pe. Ronildo Aparecido da Rosa - Jornalista Responsável: Ana Lúcia Zombardi - Mtb 28496 – Equipe de Comunicação das CEBs: Coordenadora: Maria Bernadete P. Mota de Oliveira - Vice Coordenador: Luiz Antonio de Oliveira - Integrantes: Maria Aparecida Matsutacke, Paulo José de Oliveira, Cíntia Maria Paiva, Maria Helena Moreira e Rosana de Paula Rosa - Colaboradores: Madalena das Graças Mota e Celso Correia - Diagramação: Maria Bernadete de Paula Mota Oliveira - Correção: Lairde Lopes de Siqueira Ravazzi - Revisão: Pe. Ronildo - Arte Final, Editoração e Impressão: Katú Editora Gráfica - Tiragem: 6.200 Exemplares Esperamos seu contato! ACONTECEU A Novena de Natal nas Comunidades de nossa Diocese Nós, representantes das Comunida- des Eclesiais de Base da Diocese de São José dos Campos, participamos com ou- tros movimentos de nível nacional e in- ternacional, nesta quinta-feira, 2 de feve- reiro, em São José dos Campos, do ato em solidariedade aos ex-moradores do Pinheirinho, os quais estão há mais de 10 dias em abrigos sem nenhuma estrutura, dormindo no chão e chorando lágrimas de sangue pela opressão do Poder Pú- blico. Não concordamos com isso e exi- gimos dos governantes, solução imediata para esses nossos irmãos e irmãs, para que possam ter uma vida mais digna. Pedimos a Deus que cure as marcas do corpo e da alma desse povo sofredor. Silvia Macedo Representante da Sub de Aparecida na Colegiada Estadual das CEBs- Sul I Marcha em apoio ao povo do Pinheirinho [ Notícias das Comunidades ] Faz parte da Paróquia Santa Rita de Cássia, no Jd. da Granja, RP IV, em São José dos Campos. O nosso pároco é o padre Geraldo Magela dos Santos e o vigário é o padre Rodolfo. Eu, Almir, e minha esposa, Josi, somos Ministros Extraordinários da Comunhão, da Bên- ção e do Consolo e Esperança, há seis anos. Há seis anos estamos realizando as novenas de Natal aqui nesta Comu- nidade e em nossos encontros sempre temos uma média de trinta à quarenta pessoas por casa. No último dia da no- vena realizamos o encontro em nossa Capela (Capela São Francisco) e após realizamos uma Celebração da Palavra com Eucaristia e uma confraternização bem animada. Durante a Novena de Natal nos setores, da Paróquia São Judas Tadeu. Tivemos 97 novenas registradas em 2011, com grande participação das crianças Rosana de Paula Rosa Equipe de Comunicação e Subsídio das CEBs Novena de Natal da Paróquia Santuário São Judas Fotos: Maria Helena, Bernadete Mota, Pascom da Paróquia São Judas e Almir Santos. Fotos: Maria Helena Moreira Residencial São Francisco

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