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O QUE É A CAMPANHA DA FRATERNIDADE DA IGREJA CATÓLICA? A Campanha da Fraternidade é uma das maiores iniciativas de Evangel...
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HISTÓRICO DA CF 1ª FASE: EM BUSCA DA RENOVAÇÃO INTERNA DA IGREJA (1964-1972) 2ª FASE: A IGREJA SE PREOCUPA COM A REALIDADE...
1ª FASE: EM BUSCA DA RENOVAÇÃO INTERNA DA IGREJA (1964-1972) 1) Renovação da igreja 1964 1965 IGREJA EM RENOVAÇÃO PARÓQUIA...
2) Renovação do Cristão 1966 1967 1968 1969 1970 1971 1972 FRATERNIDADE CO-RESPONSABILIDADE DOAÇÃO DESCOBERTA PARTICIPAÇÃO...
2ª FASE: A IGREJA SE PREOCUPA COM A REALIDADE SOCIAL DO POVO (1974-1984) 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979 1980 1981 1982...
3ª FASE: A IGREJA SE VOLTA PARA SITUAÇÕES EXISTENCIAIS DO POVO BRASILEIRO (1985...) 1985 1986 1987 1989 1988 1990 1991 199...
1995 1996 1997 1999 1998 2000 2001 2002 2003 2004 3ª FASE: A IGREJA SE VOLTA PARA SITUAÇÕES EXISTENCIAIS DO POVO BRASILEIR...
2005 2006 2007 2009 2008 2010 2011 2012 2013 2014 3ª FASE: A IGREJA SE VOLTA PARA SITUAÇÕES EXISTENCIAIS DO POVO BRASILEIR...
ORGANIZAÇÃO DA CF CNBB NACIONAL 17 REGIONAIS DIOCESES (268  Fonte: CNBB – Dados 2003 ) PARÓQUIAS (8.977  Fonte: CERIS – Da...
ETAPAS DA REALIZAÇÃO DA CF ESCOLHA DO TEMA E DO LEMA ELABORAÇÃO DO MATERIAL PREPARAÇÃO DE AGENTES REALIZAÇÃO DA CAMPANHA A...
Aspectos da vida da Igreja e da sociedade (eventos especiais, como centenário da  Rerum Novarum  em 1991 - Solidários na D...
PLANEJAMENTO Participativo; envolvendo os agentes de pastoral; as equipes de coordenação e animação;  os conselhos comunit...
ARTICULAÇÃO Favorece o desenvolvimento dos carismas eclesiais de maneira orgânica;   distribui tarefas e define as atribui...
QUEM ATINGIR A IGREJA –  COMUNIDADES, PASTORAIS, MOVIMENTOS, ASSOCIAÇÕES, GRUPOS, CATEQUESE, ETC. GRUPOS DE RUA MEIOS DE C...
1. EQUIPE REGIONAL DA CF   estimular a formação, o assessoramento e a articulação das equipes diocesanas; planejar a CF em...
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1. EQUIPE REGIONAL DA CF   ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:   Descobrir formas de estar em permanente contato com as eq...
1. EQUIPE REGIONAL DA CF   ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:   Promover um novo encontro regional de avaliação;   provid...
2. EQUIPE DIOCESANA DA CF   Estimular a formação, assessorar e articular as equipes paroquiais;   planejar, em nível dioce...
2. EQUIPE DIOCESANA DA CF   ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:   Encomendar os subsídios necessários para as paróquias, c...
2. EQUIPE DIOCESANA DA CF   ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:   Acompanhar as diversas equipes existentes;   verificar o...
2. EQUIPE DIOCESANA DA CF   ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:   Promover encontro diocesano de avaliação;   cuidar da re...
3. EQUIPE PAROQUIAL DA CF   A Campanha da Fraternidade acontece no varejo, nas famílias, nos grupos e nas comunidades ecle...
3. EQUIPE PAROQUIAL DA CF   ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:   Providenciar o pedido de material junto à Diocese;   pro...
3. EQUIPE PAROQUIAL DA CF   ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:   Intensificar sua divulgação;   conferir a chegada dos su...
3. EQUIPE PAROQUIAL DA CF   ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER:   Avaliar sua realização, encaminhando a síntese à Coorden...
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2007 CRONOGRAMA DA CF Janeiro e fevereiro 2007 : organização da CF-2007 nos Regionais, Dioceses, Paróquias, Comunidades e ...
2007 CRONOGRAMA DA CF Abril a junho 2007 : avaliação da CF-2007 nos níveis paroquial (de 16 de abril a 06 de maio), dioces...
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Comparativo de vendas  - % PRODUTO 2002 2003 % Caderno de capacitação 10.044 18.185 + 81,0 Postal sem oração 15.011 17.509...
Comparativo de vendas  - % PRODUTO 2002 2003 % Spot para TV 37 34 - 8,1 Texto-base 69.604 62.224 - 10,6 Jovens na CF 63.34...
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Comparação do resultado de vendas entre  1998 e 2003 Fonte: Ed. Salesiana Ano  Peça 1998 1999 2000 2001 2002 2003 Texto-ba...
TEXTO BASE Fonte: Ed. Salesiana
VIA-SACRA Fonte: Ed. Salesiana
ENCONTROS CATEQUÉTICOS Fonte: Ed. Salesiana
CARTAZ GRANDE Fonte: Ed. Salesiana
POSTAL COM ORAÇÃO Fonte: Ed. Salesiana
FRAT. GRUPO Fonte: Ed. Salesiana
GESTO CONCRETO  DA CAMPANHA FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE FNS FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE FDS
60%  arrecadado constituirá o  Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS)   40% arrecadado constituirá o Fundo Nacional de Sol...
DIA NACIONAL DA COLETA DA SOLIDARIEDADE   DOMINGO DE RAMOS   Mas as doações podem ser feitas durante toda a quaresma e mes...
A Campanha da Fraternidade se expressa concretamente pelo gesto fraterno da coleta da solidariedade. É um gesto concreto e...
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Os recursos serão destinados  prioritariamente a projetos de:   4) iniciativas com categorias de pessoas, especialmente co...
Os recursos serão destinados  prioritariamente a projetos de:   5) reforçar e ampliar Projetos Alternativos de produção, g...
Os recursos serão destinados  prioritariamente a projetos de:   8) projetos de apoio a iniciativas de pequena industrializ...
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QUEM ADMINISTRA O FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE A Cáritas Brasileira é o organismo da CNBB responsável pela administraçã...
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Esse fundo (60% da coleta do Domingo de Ramos) será administrado por uma Comissão Diocesana, constituída pelo Bispo, com a...
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OS 10 PRINCÍPIOS DO FDS Retornos solidários Cidadania Sustentabilidade Protagonismo Mística
Envio do fruto da coleta: CF 2006 O resultado integral da coleta da Campanha da Fraternidade deve ser encaminhado às respe...
Envio do fruto da coleta: CF 2007 O resultado integral da coleta da Campanha da Fraternidade deve ser encaminhado às respe...
CAMPANHA DA FRATERNIDADE SECRETARIA EXECUTIVA DA CF Fone: (61) 2103-8312  Fax: (61) 2103-8303 Site: www.cnbb.org.br/cf E-m...
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  1. 1. CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL Secretaria Executiva da Campanha da Fraternidade CAMPANHA DA FRATERNIDADE História da CF
  2. 2. Desde 1963, a Campanha da Fraternidade tem sido uma atividade ampla de evangelização, desenvolvida na Quaresma, para ajudar os cristãos e pessoas de boa vontade a viverem a fraternidade em compromissos concretos, no processo de transformação da sociedade, a partir de um problema específico. É um grande instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão, de renovação interior e de ação comunitária. É momento de exercício de uma verdadeira pastoral de conjunto em prol da transformação de situações injustas e não cristãs. É precioso meio para a evangelização no tempo quaresmal. CAMPANHA DA FRATERNIDADE
  3. 3. O QUE É A CAMPANHA DA FRATERNIDADE DA IGREJA CATÓLICA? A Campanha da Fraternidade é uma das maiores iniciativas de Evangelização da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) da Igreja Católica Romana.
  4. 4. A Campanha da Fraternidade tornou-se especial manifestação de evangelização libertadora, provocando, ao mesmo tempo, a renovação da vida da Igreja e a transformação da sociedade, a partir de problemas específicos, tratados à luz do Projeto de Deus. Ação Evangelizadora da CF
  5. 5. Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na Evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária . OBJETIVOS PERMANENTES DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE: Despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; Educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor; exigência central do Evangelho;
  6. 6. CAMPANHA DA FRATERNIDADE Tempo da Quaresma Coleta da Solidariedade Fundo Nacional de Solidariedade Fundo Diocesano de Solidariedade Financiamento de Projetos Sociais nas Dioceses nos Regionais em nível nacional
  7. 7. TEMPO DA QUARESMA Escuta da Palavra de Deus Conversão em nível pessoal, comunitário e social (convivência social) Oração, jejum e esmola (solidariedade) Consciência da Vida Nova Aprofundamento da vivência evangélica Construção da civilização do amor (direito de cidadania) Vivência da Fraternidade
  8. 8. HISTÓRICO DA CF 1ª FASE: EM BUSCA DA RENOVAÇÃO INTERNA DA IGREJA (1964-1972) 2ª FASE: A IGREJA SE PREOCUPA COM A REALIDADE SOCIAL DO POVO (1973-1984) 3ª FASE: A IGREJA SE VOLTA PARA SITUAÇÕES EXISTENCIAIS DO POVO BRASILEIRO (1985...)
  9. 9. 1ª FASE: EM BUSCA DA RENOVAÇÃO INTERNA DA IGREJA (1964-1972) 1) Renovação da igreja 1964 1965 IGREJA EM RENOVAÇÃO PARÓQUIA EM RENOVAÇÃO
  10. 10. 2) Renovação do Cristão 1966 1967 1968 1969 1970 1971 1972 FRATERNIDADE CO-RESPONSABILIDADE DOAÇÃO DESCOBERTA PARTICIPAÇÃO RECONCILIAÇÃO SERVIÇO E VOCAÇÃO
  11. 11. 2ª FASE: A IGREJA SE PREOCUPA COM A REALIDADE SOCIAL DO POVO (1974-1984) 1973 1974 1975 1976 1977 1978 1979 1980 1981 1982 1983 1984 LIBERTAÇÃO VIDA REPARTIR COMUNIDADE FAMÍLIA TRABALHO MUNDO MAIS HUMANO MIGRAÇÃO SAÚDE EDUCAÇÃO VIOLÊNCIA VIDA
  12. 12. 3ª FASE: A IGREJA SE VOLTA PARA SITUAÇÕES EXISTENCIAIS DO POVO BRASILEIRO (1985...) 1985 1986 1987 1989 1988 1990 1991 1992 1993 1994 TERRA FOME MULHER TRABALHO JUVENTUDE MORADIA FAMÍLIA COMUNICAÇÃO NEGRO MENOR
  13. 13. 1995 1996 1997 1999 1998 2000 2001 2002 2003 2004 3ª FASE: A IGREJA SE VOLTA PARA SITUAÇÕES EXISTENCIAIS DO POVO BRASILEIRO (1985...) EXCLUÍDOS POLÍTICA PRESOS EDUCAÇÃO DESEMPREGO DIGNIDADE e PAZ DROGAS ÍNDIOS IDOSO ÁGUA ECUMÊNICA
  14. 14. 2005 2006 2007 2009 2008 2010 2011 2012 2013 2014 3ª FASE: A IGREJA SE VOLTA PARA SITUAÇÕES EXISTENCIAIS DO POVO BRASILEIRO (1985...) SOLIDARIEDADE E PAZ ECUMÊNICA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AMAZÔNIA DEFESA DA VIDA AMAZÔNIA ECONOMIA E VIDA FRATERNIDADE E VIDA DO PLANETA
  15. 15. ORGANIZAÇÃO DA CF CNBB NACIONAL 17 REGIONAIS DIOCESES (268 Fonte: CNBB – Dados 2003 ) PARÓQUIAS (8.977 Fonte: CERIS – Dados 2001 ) COMUNIDADES
  16. 16. ETAPAS DA REALIZAÇÃO DA CF ESCOLHA DO TEMA E DO LEMA ELABORAÇÃO DO MATERIAL PREPARAÇÃO DE AGENTES REALIZAÇÃO DA CAMPANHA AVALIAÇÃO DA CAMPANHA
  17. 17. Aspectos da vida da Igreja e da sociedade (eventos especiais, como centenário da Rerum Novarum em 1991 - Solidários na Dignidade do Trabalho; ano da família em 1994 - A Família, como vai?); desafios sociais, econômicos, políticos, culturais e religiosos da realidade brasileira; as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e documentos do Magistério da Igreja Universal; a Palavra de Deus e as exigências da Quaresma. ALGUNS PONTOS DE REFERÊNCIA NA ESCOLHA DOS TEMAS
  18. 18. PLANEJAMENTO Participativo; envolvendo os agentes de pastoral; as equipes de coordenação e animação; os conselhos comunitários; e outros órgãos a serviço do crescimento da vida comunitária.
  19. 19. ARTICULAÇÃO Favorece o desenvolvimento dos carismas eclesiais de maneira orgânica; distribui tarefas e define as atribuições das diversas pastorais, organismos, movimentos e grupos; envolve um maior número possível de interessados, na reflexão, na decisão, na execução e na avaliação.
  20. 20. QUEM ATINGIR A IGREJA – COMUNIDADES, PASTORAIS, MOVIMENTOS, ASSOCIAÇÕES, GRUPOS, CATEQUESE, ETC. GRUPOS DE RUA MEIOS DE COMUNICAÇÃO ( TVs, Rádios, Jornais, Revistas, etc) ESCOLAS E FACULDADES SEMINÁRIOS SOBRE O ASSUNTO GRUPOS E ENTIDADES PESSOAS DE BOA VONTADE QUE LUTAM POR UMA SOCIEDADE MAIS JUSTA A SOCIEDADE COMO UM TODO ( NÃO FICAR SÓ NA IGREJA)
  21. 21. 1. EQUIPE REGIONAL DA CF estimular a formação, o assessoramento e a articulação das equipes diocesanas; planejar a CF em nível regional: o que organizar, quem envolver, que calendário seguir, onde e como atuar . Compete-lhe:
  22. 22. ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: 1. EQUIPE REGIONAL DA CF Realizar Encontro Regional para o estudo do Texto-base, a fim de descobrir a melhor forma de utilização das peças e subsídios de divulgação; definir atividades a serem assumidas conjuntamente nas Dioceses, Paróquias e Comunidades; verificar a possibilidade da produção de subsídios adaptados à realidade local; possibilitar a troca de informações e o repasse de subsídios, relacionados ao tema, produzidos em âmbito mais local ou provenientes de outras fontes e regiões; constituir equipes e/ou indicar pessoas que possam prestar serviço de assessoria. Antes da Campanha:
  23. 23. 1. EQUIPE REGIONAL DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Descobrir formas de estar em permanente contato com as equipes diocesanas, para animação e intercâmbio das experiências mais significativas; possibilitar o acompanhamento das atividades comuns programadas. Durante a Campanha:
  24. 24. 1. EQUIPE REGIONAL DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Promover um novo encontro regional de avaliação; providenciar a redação e o envio da síntese Regional da avaliação à Secretaria Executiva Nacional da CF, dentro do cronograma previsto; definir a participação regional no encontro nacional de avaliação e planejamento da CF; repassar às Dioceses a avaliação nacional e outras informações. Depois da Campanha:
  25. 25. 2. EQUIPE DIOCESANA DA CF Estimular a formação, assessorar e articular as equipes paroquiais; planejar, em nível diocesano: o que realizar, quem envolver, que calendário seguir, como e onde atuar. Compete-lhe:
  26. 26. 2. EQUIPE DIOCESANA DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Encomendar os subsídios necessários para as paróquias, comunidades religiosas, colégios, meios de comunicação, movimentos de Igreja; programar a realização de encontro diocesano, para estudo do Texto-base, buscando a melhor forma de utilizar as diversas peças da Campanha; definir atividades comuns nas paróquias; - promover o intercâmbio de informações e subsídios; sugerir a escolha do gesto concreto; - estabelecer uma programação especial de lançamento; constituir equipes para atividades específicas; informar da existência e repassar subsídios alternativos. Antes da Campanha:
  27. 27. 2. EQUIPE DIOCESANA DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Acompanhar as diversas equipes existentes; verificar o andamento das atividades comuns programadas; manter freqüente contato com as paróquias, para perceber o andamento da Campanha; conferir a chegada dos subsídios a todos os destinatários em potencial; alimentar com pequenos textos motivadores (release) os Meios de Comunicação Social Durante a Campanha:
  28. 28. 2. EQUIPE DIOCESANA DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Promover encontro diocesano de avaliação; cuidar da redação final e do envio da síntese da avaliação à equipe regional; participar do encontro regional de avaliação; repassar às equipes paroquiais a avaliação regional e outras informações; concretizar o gesto concreto e garantir o repasse da parte da coleta para a CNBB Regional e Nacional; fazer com que a Campanha se estenda por todo o ano, repassando outros subsídios que forem sendo publicados. Depois da Campanha:
  29. 29. 3. EQUIPE PAROQUIAL DA CF A Campanha da Fraternidade acontece no varejo, nas famílias, nos grupos e nas comunidades eclesiais articulados pela paróquia. Como em relação a outras atividades pastorais, o papel do pároco ou da equipe presbiteral é preponderante. Mesmo que, por vezes, muitas coisas aconteçam bem, sem ou até apesar do pároco, tudo anda melhor quando ele estimula, incentiva, articula e organiza a ação pastoral. Em toda paróquia, pastoralmente dinâmica, não faltarão equipes de serviço para tudo que for necessário. O Conselho Paroquial de Pastoral, já constituído na maioria das Paróquias, por si ou pela constituição de comissão específica, garantirá a realização articulada e entusiasta da Campanha da Fraternidade.
  30. 30. 3. EQUIPE PAROQUIAL DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Providenciar o pedido de material junto à Diocese; programar um encontro paroquial para estudo do Texto-base e descoberta da melhor maneira de serem utilizadas as diversas peças de reflexão e divulgação da CF; definir as atividades a serem assumidas conjuntamente; estabelecer a programação da abertura, em nível paroquial; buscar, juntos, os meios para que a CF possa atingir eficazmente todos os espaços e ambientes da realidade paroquial; planejar um gesto concreto comum e a destinação da coleta da CF. realizar encontros conjuntos ou específicos com as diversas equipes paroquiais, para programação de toda a Quaresma e semana santa; prever a colocação do maior número possível de subsídios da Campanha. Antes da Campanha:
  31. 31. 3. EQUIPE PAROQUIAL DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Intensificar sua divulgação; conferir a chegada dos subsídios aos destinatários; motivar sucessivos gestos concretos de fraternidade; realizar a coleta. encaminhar o questionário do anexo do texto-base. Durante a Campanha :
  32. 32. 3. EQUIPE PAROQUIAL DA CF ATIVIDADES QUE PODERÃO DESENVOLVER: Avaliar sua realização, encaminhando a síntese à Coordenação Diocesana; marcar presença no encontro diocesano de avaliação; repassar às lideranças da paróquia as conclusões da avaliação diocesana; concretizar o gesto concreto e garantir o repasse da parte da coleta à Diocese, ao Regional e à CNBB Nacional; fazer com que a Campanha se estenda por todo o ano, repassando outros subsídios que forem sendo publicados. encaminhar o questionário feito para a secretaria executiva da CF. Depois da Campanha:
  33. 33. AVALIAÇÃO DA CF Por Paróquia - Enviar à Coordenação Diocesana da CF, até o dia 06 de maio de 2007 • Por Diocese - Enviar à Coordenação Regional da CF, até o dia 20 de maio de 2007 . • Por Regional; - Enviar à Secretaria Executiva da CF, até o dia 04 de junho de 2007 . • CONSEP (Conselho Episcopal Pastoral) - Constituído pela Presidência da CNBB e os presidentes das Comissões Episcopais Pastorais. - Acontece nos dias 18 de junho de 2007 , um encontro nacional com Coordenadores (as) Regionais da CF, Bispos da Presidência, CONSEP e Assessores(as) Nacionais da CNBB para avaliação final da CF-2007 e elaboração das Orientações Gerais da CF-2008, escolha do tema da CF 2009.
  34. 34. 2006 CRONOGRAMA DA CF Janeiro e fevereiro 2006 : organização da CF-2006 nos Regionais, Dioceses, Paróquias, Comunidades e Grupos. Fevereiro 2006 : último prazo para envio de contribuições ao Texto-base da CF-2007; escolha da letra do HINO para a CF-2007. 01 de março a 09 de abril 2006: Campanha da Fraternidade sobre o tema “Fraternidade e pessoas com deficiência”, com o lema “Levanta-te, vem para o meio”. 01 de março de 2006 - Quarta-feira de Cinzas: Lançamento da CF-2006 em nível nacional, regional, diocesano e paroquial, com a mensagem do Papa, da presidência da CNBB e programas especiais.
  35. 35. 2006 CRONOGRAMA DA CF Abril a junho 2006 : avaliação da CF-2006 nos níveis paroquial (de 24 de abril a 14 de maio), diocesano (de 15 a 28 maio), regional (29 de maio a 11 de junho). 09 de abril de 2006 - Domingo de Ramos : coleta nacional da solidariedade (60% para o Fundo Diocesano de Solidariedade e 40% para o Fundo Nacional de Solidariedade). 30 de junho 2006 - CONSEP: encontro Nacional com Coordenadores(as) Regionais da CF, Bispos da Presidência, Comissão Episcopal Pastoral e Assessores(as) Nacionais da CNBB para avaliação da CF-2006; escolha do cartaz da CF-2007; elaboração das Orientações Gerais da CF-2007 e escolha do tema da CF-2008.
  36. 36. 2006 CRONOGRAMA DA CF Julho e agosto 2006: elaboração dos subsídios, gravação do CD e fita K-7 da CF-2007; remessa do Texto-base da CF-2007 para produção gráfica; encaminhamentos da CF-2007. Agosto a dezembro 2006: impressão e distribuição do material da CF-2007; gravação do “spot” para TV e do “jingle” para rádio da CF-2007; lançamento do Texto-base da CF-2007, em nível nacional e diocesano, encontro de formação nos Regionais e Dioceses. Julho 2006: pedidos de material para a CF-2007. Editora Salesiana – Fone (11) 3277-3211 – Fax (11) 3209-4084 ou pelo e-mail: vendaslivros@editorasalesiana.com.br
  37. 37. 2007 CRONOGRAMA DA CF Janeiro e fevereiro 2007 : organização da CF-2007 nos Regionais, Dioceses, Paróquias, Comunidades e Grupos. Fevereiro 2007 : último prazo para envio de contribuições ao Texto-base da CF-2008; escolha da letra do HINO para a CF-2008. 21 de fevereiro a 1º de abril 2007: Campanha da Fraternidade sobre o tema “Fraternidade e Amazônia”, com o lema “Vida e missão neste chão”. 21 de fevereiro de 2007 - Quarta-feira de Cinzas: Lançamento da CF-2007 em nível nacional, regional, diocesano e paroquial, com a mensagem do Papa, da presidência da CNBB e programas especiais.
  38. 38. 2007 CRONOGRAMA DA CF Abril a junho 2007 : avaliação da CF-2007 nos níveis paroquial (de 16 de abril a 06 de maio), diocesano (de 07 a 20 maio), regional (21 de maio a 04 de junho). 1º de abril de 2007 - Domingo de Ramos : coleta nacional da solidariedade (60% para o Fundo Diocesano de Solidariedade e 40% para o Fundo Nacional de Solidariedade). 18 de junho 2007 - CONSEP: encontro Nacional com Coordenadores(as) Regionais da CF, Bispos da Presidência, Comissão Episcopal Pastoral e Assessores(as) Nacionais da CNBB para avaliação da CF-2007; escolha do cartaz da CF-2008; elaboração das Orientações Gerais da CF-2008 e escolha do tema da CF-2009.
  39. 39. 2007 CRONOGRAMA DA CF Julho e agosto 2007: elaboração dos subsídios, gravação do CD e fita K-7 da CF-2008; remessa do Texto-base da CF-2008 para produção gráfica; encaminhamentos da CF-2008. Agosto a dezembro 2007: impressão e distribuição do material da CF-2008; gravação do “spot” para TV e do “jingle” para rádio da CF-2008; lançamento do Texto-base da CF-2008, em nível nacional e diocesano, encontro de formação nos Regionais e Dioceses. Julho 2007: pedidos de material para a CF-2008. Editora Salesiana – Fone (11) 3277-3211 – Fax (11) 3209-4084 ou pelo e-mail: vendaslivros@editorasalesiana.com.br
  40. 40. DIVULGAÇÃO DA CAMPANHA Preparar o lançamento Fase de alerta Fase de interesse Fase de adesão Fase de execução Chegar aos MCS Educar para a recepção Criar meios alternativos de comunicação
  41. 41. PEÇAS DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE Texto-base Fraternidade viva Manual TEXTO BASE
  42. 42. PEÇAS DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE Cartaz Outdoor (cartaz de rua) Postal Adesivo Calendário Spot de TV Jingle para Rádio DIVULGAÇÃO
  43. 43. PEÇAS DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE Cantos da CF Kit com 5 fôlderes Via-Sacra Fraternidade nos círculos bíblicos Círculos bíblicos ecumênicos Vigília eucarística e Celebração da misericórdia LITURGIA, CELEBRAÇÕES E ENCONTROS
  44. 44. PEÇAS DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE Encontros catequéticos com crianças e adolescentes Jovens na CF Cadernos da AEC CATEQUESE E ENSINO RELIGIOSO
  45. 45. CONHECENDO AS PEÇAS DA CF-2004 TEXTO-BASE O Texto-base é o documento oficial da Igreja no Brasil sobre o tema da CF. É a nossa primeira ferramenta e a mais importante. Por isso, todas as pessoas envolvidas com a CF precisam conhecê-lo e estudá-lo. É importante que o Texto-base seja divulgado na sociedade, em outros ambientes. A sua distribuição em escolas, universidades, centros de estudo e bibliotecas facilita pesquisas e atividades de estudo sobre o tema. Jornalistas, comunicadores e formadores de opinião pública devem recebê-lo bem antes do dia do lançamento da CF. Os meios de comunicação costumam dar um grande destaque para a Campanha. Com adequada antecedência, agende-se um encontro com as autoridades constituídas do Executivo, Legislativo e Judiciário. A entrega oficial do Texto-base é uma estratégia importante para envolvê-las na discussão e mobilização em torno do tema da CF. TEXTO-BASE
  46. 46. Apresenta a síntese das reflexões do Texto-base, além de orientações práticas para a divulgação da CF e a motivação à sua participação por parte dos grupos eclesiais e também de todas as organizações da sociedade. De fato, a CF deve envolver o máximo toda a sociedade, mas chamamos a atenção especialmente para as escolas/colégios, o recurso aos meios de comunicação e as muitas organizações das comunidades eclesiais. CAPACITAÇÃO DE MULTIPLICADORES DA CF
  47. 47. A Fraternidade viva é a versão popular do Texto-base. Seu estilo de redação mais leve e o preço acessível permitem que tenha boa aceitação entre as pessoas. Os destinatários são as camadas populares, os grupos de jovens e adolescentes, formadores de opinião, professores, pessoas identificadas com a causa da CF. FRATERNIDADE VIVA
  48. 48. O Manual reúne num só volume todos os textos elaborados sob a responsabilidade e coordenação nacional da Campanha da Fraternidade: Texto-base, Cantos da CF, Homilias quaresmais, Via-sacra, Vigília eucarística e Celebração da misericórdia, Círculos bíblicos ecumênicos, Fraternidade no grupo de reflexão, Encontros catequéticos para crianças e adolescentes e Jovens na CF. MANUAL
  49. 49. O Cartaz é a identificação mais imediata da CF. Deve ser exposto em lugares públicos, no ângulo superior direito. Esse é o ponto que mais chama a atenção de quem entra em um ambiente, seja igreja, bar, supermercado, barbearia, rodoviária etc. A distribuição dos cartazes deve ser feita antes da abertura oficial da Campanha. Com uma carta, um ofício ou mesmo uma boa dose de ousadia é possível expô-los em toda a parte. O Cartaz é encontrado em três tamanhos: pequeno, médio e grande. Nas escolas, é recomendável colocar o médio em cada sala de aula e o grande nos pátios. O pequeno pode ser usado em papelógrafos, cartazes e quadros de aviso. Há outras utilizações possíveis: em dinâmica de reflexão em grupo e motivação para a oração; recortado em forma de quebra-cabeça e usado na discussão do tema; como inspiração para concurso de poesias, canções, dramatizações etc. DIVULGAÇÃO CARTAZ
  50. 50. O Outdoor é uma peça publicitária importante, que permite a divulgação da CF fora das igrejas e comunidades. Além da aquisição de Outdoors , a equipe da CF de cada cidade deve empenhar-se para conseguir o maior número de placas para instalá-los, ao menos uma semana antes do lançamento. Podem fazer isso junto aos empresários e comerciantes, ou ainda negociar diretamente com as agências de publicidade. OUTDOOR (cartaz de rua)
  51. 51. O Postal traz a imagem do cartaz em forma reduzida. Há duas versões, uma delas com a Oração da CF no verso. São vários os usos do Postal : para correspondência pessoal e eclesial, como cartão de Páscoa, para distribuição nas celebrações da comunidade. Outra sugestão é utilizá-lo na confecção de cartazes, trabalhos escolares e outros materiais. POSTAL
  52. 52. O Adesivo é uma peça publicitária de boa aceitação. É ideal para ser colocado em vidros de carros, residências, escritórios e outros ambientes. Há dois tipos. O Adesivo cartaz reproduz a imagem do cartaz no formato 8x11,5 cm. O Adesivo lema tem o formato 19x5,5 cm. É interessante que o adesivo seja distribuído gratuitamente a quem fez uma doação à Campanha. Uma boa sugestão é organizar gincana ou pedágio, com a colaboração de jovens e crianças. ADESIVO
  53. 53. Com imagens bonitas e frases bíblicas para cada mês, o Calendário é uma peça que vai bem nos ambientes mais variados: em casa, no escritório, na sacristia, no comércio. Além disso, não se restringe ao tempo da Quaresma, mas permanece o ano inteiro. O Calendário pode ser vendido para ajudar nos fundos da CF, ou distribuído como brinde. É, sem dúvida, a primeira promoção da Campanha. CALENDÁRIO
  54. 54. O Spot é um comercial de trinta segundos, para ser exibido na televisão. São dois roteiros diferentes, gravados nos formatos Betacam e U-Matic-VHS. As equipes locais precisam entrar em contato com as TVs educativas, comunitárias ou comerciais, e oferecer os spots . É bom lembrar que o tema da CF tem um forte apelo e interessa à opinião pública. SPOT DE TV
  55. 55. Os Jingles para rádio são distribuídos gratuitamente pela internet, no site www.editorasalesiana.com.br. Há cinco opções, que cabem muito bem na programação das rádios comerciais, educativas ou comunitárias. Outra sugestão é utilizá-los em serviços de alto-falante da comunidade. JINGLE PARA RÁDIO
  56. 56. A partir da CF 2006, por decisão da CNBB, haverá cada ano apenas o HINO próprio da CF do ano. Os demais cantos do CD e fita cassete são cantos quaresmais tirados do Hinário Litúrgico da CNBB, para valorizar mais a celebração quaresmal. O Hino da CF e os Cantos Quaresmais são encontrados em CD e Fita cassete. Para facilitar os grupos de animação musical, há um encarte com as letras e as partituras (no caso do CD) ou as cifras (no caso da Fita cassete). Além do Hino escolhido no concurso nacional, foram incluídos outros, como os de Rito de aspersão e para Páscoa, para enriquecer as celebrações litúrgicas. LITURGIA, CELEBRAÇÕES E ENCONTROS CANTOS DA CF
  57. 57. A CF é um tempo forte de vivência da caridade. O gesto concreto é a coleta da fraternidade no domingo de Ramos. O Kit de 5 fôlderes ajuda a despertar a comunidade para esse gesto. Para cada domingo da Quaresma há um folheto, com reflexões sobre o tema da CF, uma intenção para a semana e a lembrança do dia da coleta. A entrega dos fôlderes é feita normalmente no final da celebração dominical. KIT COM 5 FÔLDERES
  58. 58. O livreto da Via-Sacra associa um dos exercícios de piedade tradicional da Quaresma com o tema da CF. Em cada estação, há orações, cantos e reflexões. Inclui também os cantos e a oração da CF. A via-sacra pode ser realizada tanto na igreja como nas casas. É, sem dúvida, um dos momentos priviligiados para envolver as pessoas no compromisso de solidariedade. VIA-SACRA
  59. 59. Fraternidade nos círculos bíblicos é um roteiro para grupos de reflexão, elaborado principalmente para reuniões nas casas de família ou na igreja. O livreto está organizado em seis encontros. O primeiro é uma celebração e o último, um roteiro de via-sacra de rua. No início de cada encontro, há orientações para o coordenador do grupo sobre os textos bíblicos que serão utilizados. FRATERNIDADE NOS CÍRCULOS BIBLÍCOS
  60. 60. Desde a CF-2000, é produzido um livreto com encontros para grupos ecumênicos. Pode ser utilizado igualmente por grupos católicos com espiritualidade ecumênica. Nos cinco encontros semanais há reflexões do Texto-base e passagens bíblicas sobre o tema da CF. O último é uma celebração, que pode ser feita com pessoas de outras denominações cristãs. CÍRCULOS BÍBLICOS ECUMÊNICOS
  61. 61. Neste livreto há duas celebrações próprias do período quaresmal. A Vigília eucarística traz cantos, leituras bíblicas e orações. Pode ser utilizada, por exemplo, pelos grupos que fazem a vigília depois da missa de Quinta-feira Santa. A Celebração da misericórdia prepara a comunidade para viver o momento penitencial. É um bom roteiro para as celebrações comunitárias da Reconciliação. VIGÍLIA EUCARÍSTICA E CELEBRAÇÃO DA MISERICÓRDIA
  62. 62. Encontros catequéticos é um roteiro de cinco encontros, com dinâmicas, textos sobre o tema, passagens bíblicas, cantos e orações. É todo ilustrado e tem uma linguagem bem acessível. Os destinatários são crianças maiores e adolescentes. Insere-se bem na catequese de perseverança e de crisma. CATEQUESE E ENSINO RELIGIOSO ENCONTROS CATEQUÉTICOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES
  63. 63. Para os grupos de jovens da PJ e de outros movimentos, a CF prepara este subsídio com três encontros e uma celebração. Cada encontro segue a metodologia ver-julgar-agir. A linguagem é acessível e as várias dinâmicas são adaptadas aos destinatários. JOVENS NA CF
  64. 64. A Associação das Escolas Católicas do Brasil (AEC) prepara todo ano três subsídios sobre o tema da CF: Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Em cada livreto há quatro encontros e uma celebração final. Os textos iluminadores e as várias atividades seguem as características de cada faixa etária. Os Cadernos da AEC podem ser usados nas aulas de Ensino Religioso Escolar ou em outro momento, e destinam-se tanto a estudantes da rede pública como da particular. CADERNOS DA AEC
  65. 65. COMPARATIVO DE VENDAS Produto 2002 2003 Texto-Base 69.604 62.224 Manual 24.452 21.203 Cartazes 264.743 228.031 Material para Reuniões 231.181 248.197 Folderes 393.570 263.981 Subsídios Escolares 28.734 23.072 Materiais Litúrgicos 304.42 257.847
  66. 66. Comparativo de vendas - % PRODUTO 2002 2003 % Caderno de capacitação 10.044 18.185 + 81,0 Postal sem oração 15.011 17.509 + 16,6 CD 24.729 27.027 + 9,3 Fraternidade grupo reflexão 21.231 22.645 + 6,7 Calendário da CF 13.509 14.246 + 5,5 Via-sacra 187.805 195.767 + 4,2 Postal com oração 199.861 207.936 + 4,0 Adesivo lema 8.575 8.160 - 4,8 Enc. cateq. crianças e adol. 98.250 90.634 - 7,8
  67. 67. Comparativo de vendas - % PRODUTO 2002 2003 % Spot para TV 37 34 - 8,1 Texto-base 69.604 62.224 - 10,6 Jovens na CF 63.345 55.936 - 11,7 Adesivo cartaz 9.277 8.153 - 12,1 Manual 24.252 21.203 - 12,9 AEC – Ensino Médio 7.922 6.889 - 13.0 Cartaz médio 92.046 78.547 - 14,7 Círculos bíblicos 69.586 59.372 - 14,7 Cartaz grande 105.186 89.641 - 14,8 Vig. Euc. e Cel. misericórdia 73.085 62.080 - 15,1
  68. 68. Comparativo de vendas - % PRODUTO 2002 2003 % Camiseta 3.200 2.696 - 15,8 Fita K-7 18.810 15.774 - 16,1 Agenda pastoral 1.933 1.580 - 18,3 AEC- Ensino Fundamental 2 9.540 7.743 - 18,8 Boné 1.073 834 - 22,3 Cartaz pequeno 67.511 51.690 - 23,4 AEC- Ensino Fundamental 1 11.272 8.440 - 25,1 Out door 124 90 - 27,4 Kit com 5 fôlderes 393.570 263.981 - 32,9 Fraternidade viva nº 9 7.472 1.425 - 80,9
  69. 69. Comparação do resultado de vendas entre 1998 e 2003 1998 – Fraternidade e educação 1999 – A fraternidade e os desempregados 2000 – Campanha da Fraternidade ecumênica 2001 – Vida sim, drogas não! 2002 – Fraternidade e povos indíginas 2003 – Fraternidade e idosos Fonte: Editora Salesiana
  70. 70. Comparação do resultado de vendas entre 1998 e 2003 Fonte: Ed. Salesiana Ano Peça 1998 1999 2000 2001 2002 2003 Texto-base 82.132 81.064 82.997 81.663 69.604 62.224 Via-sacra 243.279 225.337 239.239 211.262 187.805 195.767 Enc. catequese 92.450 103.544 99.538 106.690 98.250 90.634 Cartaz grande 93.496 102.560 110.303 109.756 105.186 89.641 Postal com oração 140.838 167.070 184.418 222.001 199.861 207.936 Frat. nos grupos 0 0 0 3.583 21.231 22.645
  71. 71. TEXTO BASE Fonte: Ed. Salesiana
  72. 72. VIA-SACRA Fonte: Ed. Salesiana
  73. 73. ENCONTROS CATEQUÉTICOS Fonte: Ed. Salesiana
  74. 74. CARTAZ GRANDE Fonte: Ed. Salesiana
  75. 75. POSTAL COM ORAÇÃO Fonte: Ed. Salesiana
  76. 76. FRAT. GRUPO Fonte: Ed. Salesiana
  77. 77. GESTO CONCRETO DA CAMPANHA FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE FNS FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE FDS
  78. 78. 60% arrecadado constituirá o Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) 40% arrecadado constituirá o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) GESTO CONCRETO DA CAMPANHA
  79. 79. DIA NACIONAL DA COLETA DA SOLIDARIEDADE DOMINGO DE RAMOS Mas as doações podem ser feitas durante toda a quaresma e mesmo durante todo o ano.
  80. 80. A Campanha da Fraternidade se expressa concretamente pelo gesto fraterno da coleta da solidariedade. É um gesto concreto em âmbito nacional, realizado em todas as comunidades cristãs, colégios católicos, paróquias e dioceses. As ações são direcionadas aos segmentos excluídos da sociedade que estão em situação de risco. FINALIDADE DO GESTO
  81. 81. Os recursos serão destinados prioritariamente a projetos de: DESTINAÇÃO DOS RECURSOS CF 2007 – AMAZÔNIA 1) iniciativas de formação na linha de enfrentar os problemas sociais e econômicos na Região da Amazônia; 2) iniciativas na linha de construir alternativas frente aos problemas sociais da Amazônia; 3) iniciativas na linha de articulação entre Pastorais Sociais, Movimentos Sociais, especialmente os que reforçam a capacidade dos amazônidas lutarem pelo seu projeto de desenvolvimento social;
  82. 82. Os recursos serão destinados prioritariamente a projetos de: 4) iniciativas com categorias de pessoas, especialmente com educação de base: a) povos ribeirinhos – preservação de “Lagos Santuário” para reprodução do peixe – já colocada em prática em muitos municípios; b) povos indígenas c) migrantes d) quilombolas e) agricultores/as camponeses/as f) pescadores g) mulheres: - indígenas - da área Rural - quebradeiras de coco - mulheres que trabalham com pequenas iniciativas de saúde, economia solidária, geração de renda no interior e na área urbana.
  83. 83. Os recursos serão destinados prioritariamente a projetos de: 5) reforçar e ampliar Projetos Alternativos de produção, geração de renda, em andamento e que estão dando certo; 6) projetos para apoiar novas iniciativas na linha de geração de renda; 7) apoiar projetos populares de plantio ou reflorestamento de plantas da Amazônia que produzam: frutas; cocos; castanhas; plantas medicinais (para recompor a floresta, também com o objetivo econômico);
  84. 84. Os recursos serão destinados prioritariamente a projetos de: 8) projetos de apoio a iniciativas de pequena industrialização (polpa de frutas, doces...), conservação de peixes; 9) exploração sexual infanto/juvenil (muito comum na região, especialmente com índios que saem da aldeia e vão para a cidade. Existe o programa Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, da Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal); 10) formação de lideranças e agentes de pastoral para a cidadania e organização comunitária.
  85. 85. Todas as pessoas das comunidades eclesiais serão convidadas a colaborar com o gesto concreto de solidariedade, durante todo o tempo da Campanha, que vai do inicio da Quaresma até o Domingo de Ramos que antecede a Páscoa. É importante que bispos, padres, religiosos(as), lideranças leigas, agentes de pastoral, colégios católicos e movimentos eclesiais motivem e animem todos os fiéis e alunos a participarem, oferecendo a alegria de sua solidariedade - que é a melhor forma de sacrifício quaresmal - em favor de projetos relacionados com o tema do ano. O ENVELOPE É UMA DAS FORMAS DE REALIZAR A COLETA. COMO ORGANIZAR A COLETA
  86. 86. QUEM ADMINISTRA O FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE A Cáritas Brasileira é o organismo da CNBB responsável pela administração do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS). A gestão e aprovação dos projetos estarão a cargo do Conselho Gestor do Fundo Nacional de Solidariedade , nomeado pela Presidência e Conselho Episcopal de Pastoral da CNBB, com aprovação do Conselho Permanente.
  87. 87. CONSELHO GESTOR DO FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE MEMBROS Membros natos: 1) Dom Odilo Pedro Scherer - Secret á rio Geral da CNBB. 2) Dom Aldo Di Cillo Pagotto – Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Servi ç o da Caridade, da Justi ç a e da Paz. 3) Sr. Francisco Julho de Souza - membro do Conselho Econômico da CNBB. 4) Côn. Jos é Carlos Dias Toffoli - Secret á rio Executivo da CF. 5) Sr. Jos é Magalhães de Sousa - Diretor Executivo da C á ritas Brasileira. Membros indicados pelos Organismos abaixo relacionados e aprovados pelo Conselho Permanente da CNBB. 6) Pe. Matias Martinho Lenz – da Comissão do Mutirão para a Supera ç ão da Mis é ria e a Fome; 7) Ir. Delci Maria Franzen - das Pastorais Sociais ligadas à CNBB; 8) Pe. Carlos Alberto Chiquim - dos Secret á rios Executivos Regionais da CNBB.
  88. 88. FINANCIAMENTO DE PROJETOS SOCIAIS Regional, Dioceses, Paróquias e Pastorais Esquema do Projeto Título Identificação do Solicitante Objetivo e justificativa Descrição do Projeto e cronograma Planilha de Custos Apresentação do Bispo responsável
  89. 89. Os projetos referentes ao tema do ano deverão ser encaminhados à Cáritas Brasileira: E-mail: [email_address] Site: www.caritasbrasileira.org SDS - Bloco P - Ed. Venâncio III - sala 410 70393-902 - Brasília – DF Fones: (61) 3214-5418 ou (61) 3214-5400 A Cáritas, por sua vez os apresentará ao Conselho Gestor do Fundo Nacional de Solidariedade, para análise e decisão. A QUEM ENCAMINHAR OS PROJETOS
  90. 90. Esse fundo (60% da coleta do Domingo de Ramos) será administrado por uma Comissão Diocesana, constituída pelo Bispo, com a participação da Cáritas Diocesana (onde ela existe), representante das Pastorais Sociais, da Coordenação de Pastoral Diocesana, da Equipe de animação da Campanha da Fraternidade e do responsável pelas finanças da diocese. A Cáritas Brasileira, enviou a Cartilha do Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) a todas as dioceses, através da Cáritas, do Regional da CNBB ou da Coordenação Diocesana de Pastoral. FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE
  91. 91. Responsável por 60% da Coleta da Solidariedade Objetivos apoiar projetos de solidariedade criar perspectivas comunitárias apoio à caridade libertadora organizar ações solidárias Dentro dos objetivos da CF FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE
  92. 92. VANTAGENS DO FDS Ética Cristã Desenvolvimento da Solidariedade Apoio a pequenos projetos Defesa de direitos Economia Solidária
  93. 93. OS 10 PRINCÍPIOS DO FDS Transparência na coleta e aplicação Caridade Libertadora Autonomia do grupo excluído Partilha Solidariedade
  94. 94. OS 10 PRINCÍPIOS DO FDS Retornos solidários Cidadania Sustentabilidade Protagonismo Mística
  95. 95. Envio do fruto da coleta: CF 2006 O resultado integral da coleta da Campanha da Fraternidade deve ser encaminhado às respectivas dioceses, salvo orientações diversas das próprias dioceses; estas por sua vez, encaminham 40% do total para o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) Conta para depósito dos 40% (FNS) Banco do Brasil - Agência 3475-4 - C/c 35.900-9 Banco Bradesco - Agência 0484-7 – C/c 66.000-0 Cáritas Brasileira – Brasília - DF Enviar comprovante do depósito para Cáritas Brasileira - fax: (61) 3214-5404.
  96. 96. Envio do fruto da coleta: CF 2007 O resultado integral da coleta da Campanha da Fraternidade deve ser encaminhado às respectivas dioceses, salvo orientações diversas das próprias dioceses; estas por sua vez, encaminham 40% do total para o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) Conta para depósito dos 40% (FNS) Banco do Brasil - Agência 3475-4 - C/c 41.000-4 Banco Bradesco - Agência 0484-7 – C/c 66.000-0 Cáritas Brasileira – Brasília - DF Enviar comprovante do depósito para Cáritas Brasileira - fax: (61) 3214-5404.
  97. 97. CAMPANHA DA FRATERNIDADE SECRETARIA EXECUTIVA DA CF Fone: (61) 2103-8312 Fax: (61) 2103-8303 Site: www.cnbb.org.br/cf E-mail: cf@cnbb.org.br Data Show elaborado por: Pe. José Carlos Dias Toffoli - Secretário Executivo da CF F I M CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
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