Descrição Arquivística
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Descrição Arquivística

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  • 1 - Esta deve ser exata, suficiente, oportuna
  • 1 - porque é o sintoma de uma bora organização, ajuda à conservação dos fundos, facilita o acesso aos documentos, favorece o controlo arquivístico, poupa horas de trabalho ao investigador e ajuda-o na sua investigação, reduz o desnível entre a procura dos investigadores e a oferta dos profissionais de arquivo e agiliza a gestão da instituição produtora 2 - Quanto ao princípio da ordem original os documentos dentro de cada arquivo devem manter a classificação e a ordem dada pela instituição produtora pois são estes que refletem a organização interna da própria organização.
  • 1 - Esta norma foi aprovada pelo Conselho Internacional de Arquivos em 1994 e foi traduzida em 1995 pela Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas
  • 1 - De seguida apresenta-se uma tabela que contem os elementos obrigatórios (adiante O), opcionais (adiante OP) e obrigatórios se aplicável (adiante OA) segundo as “ Orientações para a Descrição Arquivística ” e que tem como objetivo orientar os profissionais a fazer a orientação. A tabela contem as sete zonas e respetivos elementos definidos na ISAD(G).
  • 1 -   A descrição do sub-fundo da AEESEIG-PV foi feita com base nas orientações da Tabela 1. Na descrição do sub-fundo, séries e sub-séries são usados os elementos obrigatórios e os obrigatórios se aplicável. Para o caso das séries além dos elementos O e OA, o grupo decidiu utilizar um elemento OP, o âmbito e conteú
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  • 1 – SÉRIE – Dir – correspondencia recebida
  • 1 – SUBSERIE – Dir – coleçao de convites, postais
  • 1 - Para fazer a descrição arquivística a aplicação informática utilizada foi o ICA-AtoM. De seguida apresenta-se este software . 2 - Além destas normas esta permite utilizar outras normas, tais como, Dublin Core Metadata Element , Encoded Archival Description (EAD) e o Canadian Rules for Archival Description (RAD) com o objetivo de permitir a utilização integrada e interrelacionada das várias normas proporcionando assim a partilha de registos descritivos 3 - o princípio da proveniência, assente no respeito pela autonomia de cada fundo e na renúncia em incorporar documentos de fundos distintos, e o princípio do respeito pela ordem original do fundo, assente na percepção de que os documentos devem manter a organização estabelecida pela entidade produtora
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Descrição Arquivística Presentation Transcript

  • 1. Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação3º ano – Projecto de ArquivoMestre Milena Carvalho & Doutor Lino Oliveira2012/2013Trabalho realizado por:Ana Santos, 9100478Cristiana Costa, 9090330Luís Gomes, 9100019Maria Munteanu, 9100022Grupo 3
  • 2. Sumário Introdução Atividades desenvolvidas Descrição Arquivística ISAD(G) Orientações para a descrição arquivística Descrição do sub-fundo, das séries/sub-séries ICA-AtoM Conclusão2
  • 3. Introdução No âmbito da unidade curricular de Projeto Arquivo, foiproposta a realização de um trabalho, cujo tema é DescriçãoArquivística. A metodologia utilizada: Análise e leitura da ISAD(G), Análise e leitura das Orientações para a Descrição Arquivística.3
  • 4. Atividades desenvolvidas Leitura e resumo do Manual para a Gestão de Documentos Identificação dos requisitos (Moreq e Siade) Estudo comparativo (sistemas de gestão de arquivo) Recenseamento do sub-fundo AEESEIG 1999-2001 Elaboração do Plano de Classificação Elaboração da Tabela de Seleção Instalação do ICA-AtoM Descrição arquivística do sub-fundo AEESEIG 1999-2001 (ISAD(G)) Descrição arquivística de todas as séries e sub-séries do sub-fundo Manual de utilizador do ICA-AtoM4
  • 5. Descrição arquivística (1/2) A descrição é a análise pelo arquivista sobre os documentosde arquivo agrupados de forma natural ou artificial, parasintetizar e resumir a informação neles contida paradisponibilizar aos interessados. Objetivo: Identificar características identitárias que os definem com aexatidão para facilitar a sua comunicação.5
  • 6. Descrição Arquivística (2/2) A descrição é um passo fundamental do trabalho arquivístico.6
  • 7. ISAD(G) Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística, General InternacionalStandard Archival Description, ISAD(G) estabelece orientações gerais para a descrição arquivística e deve ser conjugada comnormas nacionais existentes, ou servir de base ao seu desenvolvimento. Objetivos: assegurar a criação de descrições consistentes, apropriadas e auto-explicativas, facilitar a troca da informação sobre documentos de arquivo, possibilitar a partilha de dados de autoridade, tornar possível a integração de descrições de diferentes arquivos numsistema unificado de informação, permitir a descrição multinível.7
  • 8. Orientações para a Descrição Arquivística (1/2)8
  • 9. 9Orientações para a Descrição Arquivística (2/2)
  • 10. Descrição – sub-fundo (1/3)10
  • 11. Descrição – sub-fundo (2/3)11
  • 12. Descrição – sub-fundo (3/3)12
  • 13. Descrição – série13
  • 14. Descrição – sub-série14
  • 15.  Aplicação de descrição de arquivo definitivo baseada nas normas: ISAD(G),ISAAR(CPF), ISDIAH e ISDF. O projeto ICA-AtoM foi desenvolvido no sentido de proporcionargratuitamente um software open source às instituições que pretendam ver osseus documentos acessíveis pela internet; um software sem custos de aquisição. Esta aplicação “permite a criação de registos arquivísticos tendo por base o modeloestrutural da descrição multinível do fundo e promovendo dois dos conceitos basilaresda arquivística: (…)”[1]15[1] RAFAEL, António; SILVA, Andreia – Arquivos definitivos na WEB: que futuro?. [S.l.]: BAD, 2011. [Consult. 05 Jun. 2013]. p. 6.Disponível em WWW: <URL: http://bad.pt/publicacoes/index.php/arquivosmunicipais/article/view/1>.
  • 16. 16Fonte: https://www.ica-atom.org/doc/What_is_ICA-AtoM%3F/pt
  • 17.  Tendo em conta que foi a primeira vez que foi utilizada a aplicação ICA-AtoMpelos alunos da unidade curricular Projecto de Arquivo e foi visível apreocupação de todos relativamente à sua instalação e utilização. Nesse sentido foi desenvolvido um Manual de instalação e utilização da referidaaplicação, com a intenção de auxiliar futuros utilizadores17
  • 18. Conclusão O tratamento de um arquivo pressupõe muita dedicação, conhecimentosorgânicos e técnicos da instituição, é uma atividade que deverá ser realizada porum profissional, pois para seguir todos as orientações descritas no Manual deGestão de Documentos é preciso ter noções de arquivística e saber interpretara informação lá descrita, Como auxílio desta descrição foram utilizadas as Orientações para a DescriçãoArquivística editado pela DGARQ. A descrição do sub-fundo, série e sub-séries tem como objetivo representarcom rigor o contexto e o conteúdo de cada unidade de descrição.18
  • 19. Referências Slide 4: http://www.erica.biz/2010/getting-things-done/ Slide 5: http://www.imatec.com.br/guarda-de-documentos-blog/tag/descricao-arquivistica/ Slide 15: https://www.ica-atom.org/ Slide 17: http://doutorenfermeiro.blogspot.pt/2008/08/nota-aos-colegas.html19
  • 20. Obrigada! ana.filipa.santos@eu.ipp.pt cristiana.costa@eu.ipp.pt mgomes@eu.ipp.pt mmunteanu@eu.ipp.ptpa1213-g3.wikispaces.com20