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5   intervenção do homem 5 intervenção do homem Presentation Transcript

  • INTERVENÇÕES DO HOMEMNOS SUBSISTEMAS TERRESTRES MARGARIDA BARBOSA TEIXEIRA
  • Evolução da população mundial2  O sistema Terra é altamente integrado e os diferentes subsistemas interagem por acções contínuas que, em geral, são lentas e graduais, mantendo o equilíbrio.  Ao longo da sua evolução, o Homem foi descobrindo meios de sobrevivência cada vez mais eficazes e novas formas de se adaptar ao ambiente, modificando-o.
  • Evolução da população mundial3  No séc. XVII a população mundial era de cerca de 500 milhões de indivíduos.  Em 2006 já ascendia aos 6500 milhões.  Prevê-se que em 2050 venha a ser de cerca de 9000 milhões. View slide
  • Evolução da população mundial4  O crescimento populacional é heterogéneo.  Os países periféricos são os que mais contribuem para o aumento populacional. View slide
  • Evolução da população mundial Desenvolvimento sustentável5  O aumento crescente da população humana conduz à: • procura de recursos naturais (como alimento, água e energia), • sobreexploração dos recursos naturais, • produção de resíduos em grande escala, • ocupação de áreas de risco geológico, causando impacte no ambiente, conducente à degradação ambiental. O crescimento da população mundial associada ao consumo massivo de recursos naturais é a principal causa da degradação ambiental e da redução da biodiversidade.
  • Evolução da população mundial Desenvolvimento sustentável6
  • 1. Sobreexploração dos recursos naturais7  Os recursos ambientais só devem ser utilizados de acordo com a sua capacidade de regeneração. Recursos naturais não renováveis renováveis cuja capacidade de renováveis renovação é seriamente afectada pela sobreexploração energéticos águas subterrâneas energéticos (combustíveis fósseis…) florestas (sol, vento) rochas e minerais … …
  • 1. Sobreexploração dos recursos naturais8 Recurso natural – qualquer bem com utilidade para o desenvolvimento, sobrevivência e bem-estar da sociedade. Recurso natural renovável – recurso natural cujo ciclo de reposição ocorre num curto intervalo de tempo, desde que utilizado de uma forma racional. É ciclicamente reposto no meio num intervalo de tempo compatível com a vida humana. Recurso natural não renovável - recurso natural cujo processo de reposição no meio natural demora milhares ou milhões de anos.
  • 1. Sobreexploração dos recursos naturais Recursos renováveis9  Ex: sol, vento, calor interno da terra, ondas e marés, biomassa,...
  • 1. Sobreexploração dos recursos naturais Recursos renováveis cuja capacidade de renovação é seriamente afectada pela sobreexploração10  A utilização dos recursos renováveis a uma taxa superior à da sua reposição pela natureza pode transformá-los em recursos não renováveis. (ex.: desflorestação, redução das reservas de água potável , redução da biodiversidade…)
  • 1. Sobreexploração dos recursos naturais Recursos não renováveis11  Ex: combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás natural) e algumas rochas e minerais.
  • 1. Sobreexploração dos recursos naturais Recursos não renováveis – combustíveis fósseis12  Combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural)  Cerca de 75% da energia consumida a nível mundial provem dos combustíveis fósseis.  O uso intensivo provocou a drástica diminuição das reservas e consequentemente prevê-se o esgotamento destes recursos energéticos a curto prazo.  A utilização dos combustíveis fósseis tem graves consequências ambientais.
  • 1. Sobreexploração dos recursos naturais Recursos não renováveis – combustíveis fósseis13  Consequências ambientais do uso de combustíveis fósseis
  • 1. Sobreexploração dos recursos naturais Recursos não renováveis – Recursos minerais14  Rochas e minerais  As diversas etapas da História da Humanidade podem ser designadas em função do recurso mineral dominante em cada época.  Idade da Pedra, do Cobre, do Bronze e do Ferro (até 2000 a.C.)  Idade do Carvão, do Petróleo (séc. XVIII ao séc. XX)  Idade do Urânio ou do Nuclear (meados do séc. XX)  Idade do Silício (o silício domina as novas tecnologias - electrónica e informática)
  • 1. Sobreexploração dos recursos naturais Recursos não renováveis – Recursos minerais15 metálicos Recursos minerais não metálicos (utilizados na construção e ornamentação)
  • 1. Sobreexploração dos recursos naturais Recursos não renováveis – Recursos minerais16 Minério - mineral ou agregado de minerais que ocorre na natureza numa concentração com interesse económico. Jazigo mineral – quando, num determinado local, a concentração média de um determinado elemento químico é muito superior ao seu clarke (concentração média de um elemento químico na crosta terrestre). Ganga - parte não aproveitável que acompanha o minério extraído dos jazigos. Escombreira - acumulação de ganga, formando grandes depósitos superficiais, junto às explorações mineiras.
  • 1. Sobreexploração dos recursos naturais Recursos não renováveis – Recursos minerais17  Consequências ambientais da exploração de recursos minerais A extracção do minério e a remoção da ganga
  • 1. Sobreexploração dos recursos naturais Recursos não renováveis – Recursos minerais18 Medidas que minimizam os impactes ambientais da exploração mineira  Utilização de tecnologias de extracção e de tratamento do minério que causem menos perturbações ambientais;  Armazenamento da ganga em locais devidamente preparados para o efeito (ex. no interior da própria exploração ou de outra, previamente impermeabilizada);  Estabilização das escombreiras;  Criação de sistemas de drenagem de águas pluviais;  Tratamento das águas lixiviadas (a exploração deve ter estação de tratamento de efluentes);  Aproveitamento dos subprodutos (resíduos) da exploração;  Reflorestação;  Valorização turística.
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico19  Risco geológico – sistema de processos geológicos (sismos, vulcões, movimentos em massa…) cujas alterações são susceptíveis de acarretar prejuízos directos ou indirectos a uma dada população.  Ocupação de zonas de elevado risco:  zonas costeiras – risco de derrocada  leitos de cheias dos rios – risco de cheias  vertentes com forte inclinação – risco de movimentos em massa
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico20 Ofir Funchal – Fevereiro 2010 Apúlia Sacavém – Fevereiro 2008
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico Bacias hidrográficas21  Fatores de risco geológico associados a bacias hidrográficas  Cheias  Barragens  Extração de sedimentos Mondego - 1948 Douro - 2010 Ponte Hintze Ribeiro (Março de 2001) Barragem da Agueira Queda devida à extração de areias. Provoca a retenção da água.
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico Bacias hidrográficas22  Fatores de risco geológico associados a bacias hidrográficas  Cheias Podem provocar muitos prejuízos:  o isolamento, a evacuação e o desalojamento de populações;  a destruição de propriedades e explorações agrícolas;  a submersão e/ou os danos em vias de comunicação;  a interrupção no fornecimento de eletricidade, água, gás e telefone;  as alterações no meio ambiente.
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico Bacias hidrográficas23  Fatores de risco geológico associados a bacias hidrográficas  Barragens  Desvantagens  Acumulação de sedimentos no fundo,  Maior ação erosiva vertical a jusante (aprofunda o leito do rio),  Redução de detritos debitados ao mar,  Problemas de segurança (rutura...)  Impacto negativo nos ecossistemas da zona.
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico Bacias hidrográficas24  Fatores de risco geológico associados a bacias hidrográficas  Extração de sedimentos  Remoção de sedimentos depositados no leito ou margens dos rios para a construção civil.  Consequências:  alterações nas correntes,  alterações no leito do rio,  aumento da erosão do fundo do leito e consequente descalçar dos pilares das pontes,  erosão de construções (como os pilares das pontes),  redução da quantidade de sedimentos que chega ao mar,  desaparecimento das praias fluviais,  modificações nos ecossistemas.
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico Zonas costeiras25  Evolução do litoral  As áreas litorais são as mais densamente habitadas, albergando cerca de 80% da população mundial em apenas 500 000 km de comprimento.  Portugal possui cerca de 1450 km de costa e mais de metade da população portuguesa vive em concelhos do litoral.  Neste espaço de inter-relação entre as áreas terrestre e marinha, a influência humana tem hoje um importante papel.  As zonas litorais são um recurso insubstituível e não renovável do qual o Homem obtém alimentos, recursos minerais, lazer e turismo.  São sistemas dinâmicos, condicionados por fatores naturais e antrópicos.
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico Zonas costeiras26  Evolução do litoral Causas naturais  Alternância entre regressões (descida do nível médio da água do mar) e transgressões marinhas (subida do nível médio da água do mar);  Alternância entre períodos de glaciação (formação de calotes glaciares) e interglaciação (fusão das calotes e consequente transgressão marinha);  Movimentos tectónicos originam a deformação das margens dos continentes, provocando a elevação ou afundamento das zonas litorais.
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico Zonas costeiras27  Evolução do litoral Causas antrópicas  Agravamento do efeito de estufa provocado pelo excesso de produção de CO2 e consequente transgressão marinha;  Diminuição da quantidade de sedimentos que chegam ao litoral devido quer à sua extração quer à construção de barragens;  Ocupação da faixa litoral e consequente:  construção de estruturas de lazer,  construção desordenada,  arranque da cobertura vegetal,  pisoteio das dunas…
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico Zonas costeiras28  Evolução do litoral  Ação do avanço do mar
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico Zonas de vertente29  Causas da alteração das vertentes  Erosão hídrica  desgaste mais ou menos lento e gradual dos solos devido ao impacto da chuva e escoamento das águas ao longo das vertentes.  Movimentos em massa  deslizamento, geralmente brusco e repentino, de uma grande massa de materiais sólidos ao longo de uma vertente.
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico Zonas de vertente30  Movimentos em massa  Madeira – Fevereiro 2010
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico Zonas de vertente31  Causas dos movimentos em massa  Naturais,  Antrópicos.
  • 2. Ocupação de áreas de risco geológico Zonas de vertente32  Causas dos movimentos em massa  Antrópicas  Destruição da cobertura vegetal dos terrenos, com consequente aumento da erosão do solo;  Remoção, não controlada, de terrenos para urbanização ou abertura de estradas;  Saturação dos terrenos por excesso de irrigação.
  • 3. Produção de resíduos33  Poluição – é qualquer alteração indesejável nas características físicas, químicas ou biológicas do ar, água, solo ou alimentos que afecta negativamente a sobrevivência, saúde ou actividades dos seres humanos ou de outros organismos.
  • 3. Produção de resíduos Poluição da água34  Aquífero - Formação geológica com capacidade para armazenar água e com características que permitam a sua extracção de forma economicamente rentável.  Principais fontes de poluição  Efluentes industriais  Esgotos domésticos  Esgotos hospitalares  Explorações agrícolas  Explorações mineiras  Centrais energéticas
  • 3. Produção de resíduos Poluição da água35  Poluição dos aquíferos
  • 3. Produção de resíduos Poluição da água36 Poluição dos aquíferos  Por introdução de substâncias nos aquíferos  Por sobreexploração dos aquíferos Diminuição excessiva do aquífero - Alteração da qualidade química e microbiológica da água. - Contaminação do aquífero com água salgada, em zonas costeiras.  Por impermeabilização da superfície e eliminação da cobertura vegetal Diminuição das taxas de infiltração.
  • 3. Produção de resíduos Poluição atmosférica37 As actividades humanas e os fenómenos naturais originam poluentes atmosféricos
  • 3. Produção de resíduos Poluição atmosférica38  A circulação do ar faz com que a poluição atmosférica atinja facilmente uma dimensão regional ou global.  As chuvas ácidas, o efeito de estufa e a rarefação do ozono são consequências da poluição atmosférica com impacto global
  • 3. Produção de resíduos Síntese39
  • Desenvolvimento sustentável40  O aumento da população humana contribui para o esgotamento e a degradação dos recursos do planeta e compromete a satisfação das necessidades básicas presentes e futuras.  Face ao crescimento exponencial da população humana os subsistemas terrestres têm sido fortemente afectados.  O actual modelo de desenvolvimento das sociedades humanas, assente no pressuposto do crescimento contínuo da economia, não é viável, não é sustentável.
  • Desenvolvimento sustentável41  Os países centrais comportam apenas 20% da população mundial, mas utilizam cerca de 88% dos recursos naturais e produzem 75% dos resíduos.  É necessário implementar um novo modelo de desenvolvimento baseado na gestão racional dos recursos disponíveis no nosso planeta, no equilíbrio entre factores económicos, sociais e ambientais, para que seja permitida a sua sustentabilidade.  O desenvolvimento sustentável é um modelo de desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades das sociedades humanas sem comprometer as necessidades das gerações futuras (no que respeita à utilização de recursos naturais e à preservação das espécies e dos seus habitats).
  • Desenvolvimento sustentável42 O desenvolvimento sustentável exige a adopção das seguintes medidas:  Utilização dos recursos renováveis a uma taxa inferior à da sua reposição pela natureza;  Utilização mais eficiente dos recursos não renováveis;  Reduzir o desperdício da energia e da matéria;  Prevenção da poluição;  Limpeza das zonas poluídas;  Redução da produção de resíduos;  Tratamento dos resíduos produzidos;  Promoção da reciclagem e da reutilização dos materiais;  Protecção das espécies e dos seus habitats;  Recuperação ambiental;  Controlo do crescimento populacional tendo em vista a estabilização da população;  Ordenamento do território.
  • Desenvolvimento sustentável43 O desenvolvimento sustentável pressupõe - redução da exploração dos recursos - ordenamento do território, naturais, - adopção de normas internacionais, - redução de impactes ambientais negativos, - acção legislativa dos governos, - redução da produção de resíduos, - acção individual de cada cidadão. - tratamento de resíduos, - recuperação de áreas degradadas, - conservação do património geológico
  • Desenvolvimento sustentável Ordenamento do território44 Ordenamento do território Consiste na gestão da ocupação e utilização dos espaços naturais, tendo como objectivo a sua ocupação, utilização e transformação de acordo com as capacidades do referido espaço, potenciando o aproveitamento das infra-estruturas existentes e assegurando a preservação de recursos limitados.
  • Desenvolvimento sustentável Ordenamento do território45  Pegada Ecológica  Área de espaço biologicamente produtivo necessária para sustentar o actual estilo de vida, contabilizados os recursos utilizados para a produção dos bens de consumo e serviços prestados , bem como os resíduos que lhe estão associados.  A Pegada Ecológica não procura ser uma medida exacta mas sim uma estimativa do impacto que o nosso estilo de vida tem sobre o Planeta, permitindo avaliar até que ponto a nossa forma de viver está de acordo com a sua capacidade de disponibilizar e renovar os seus recursos naturais, assim como absorver os resíduos e os poluentes que geramos ao longo dos anos.
  • Desenvolvimento sustentável Tratamento de resíduos46  Aterros sanitários  Os aterros sanitários são instalações onde são depositados os resíduos compactados.  Devem, ser construídos em locais com características geológicas adequadas.  São revestidos com materiais impermeáveis, como plásticos e argilas, que previnem a infiltração no solo de substâncias lixiviadas.  As substâncias lixiviadas são recolhidas e enviadas para uma estação de tratamento (ETAR) e os gases produzidos pelas bactérias decompositoras (biogás) podem ser utilizados na obtenção de energia.  Quando o aterro está cheio é selado.
  • Desenvolvimento sustentável Tratamento de resíduos47 Lixeira Aterro sanitário
  • Desenvolvimento sustentável Tratamento de resíduos48 Estação de tratamento
  • Desenvolvimento sustentável49 Tratamento de resíduos
  • Desenvolvimento sustentável Tratamento de resíduos50  Política dos 3R´s  Reduzir - diminuir a produção de RSU’s, através de medidas simples, mas têm uma grande importância globalmente. (por ex.: fechar a torneira enquanto se lava os dentes).  Reutilizar - processo que procura dar um novo uso para materiais pré-existentes, em vez deitar no lixo comum. (por ex.: dar um novo uso aos sacos de plástico).  Reciclar - transformação de resíduos sem utilidade num novo produto apto para uma nova utilização. (por ex.: unidades de processamento de RSU’s como os ecopontos).
  • Desenvolvimento sustentável Tratamento de resíduos51 Política dos 3R´s  É uma política de defesa do ambiente, um importante contributo para o desenvolvimento sustentável.  Tem limitações porque:  não é possível reciclar todo o lixo produzido  é necessário que as populações respondam convenientemente às campanhas de reciclagem.
  • Desenvolvimento sustentável Tratamento de resíduos52  Reciclagem
  • Desenvolvimento sustentável Tratamento de resíduos53  Incineração  Combustão de resíduos, a altas temperaturas , que, assim, se reduzem a cinzas e gases, permitindo a redução do volume do lixo  A grande desvantagem consiste na libertação de poluentes atmosféricos.
  • Desenvolvimento sustentável Tratamento de resíduos54  Compostagem  Consiste na decomposição, em condições controladas, de resíduos orgânicos por bactérias aeróbias.  O produto obtido pode ser utilizado para melhoramento dos solos.
  • Desenvolvimento sustentável Conservação do património geológico55 A geoconservação tem como objectivo a utilização e gestão sustentável de toda a geodiversidade.  Afloramento granítico do Picoto (Briteiros) - situa-se junto à estrada que liga Briteiros ao Santuário do Sameiro a cerca de 2 Km a SE deste local. Corresponde a uma extensa mancha (75m por 100m) de um graníto biotítico porfiróide de grão médio, designado regionalmente por granito do Sameiro.  Morro granítico da Srª. do Pilar (Póvoa do Lanhoso) - corresponde a um enorme monolito granítico que se destaca da plataforma envolvente da Póvoa de Lanhoso.
  • Desenvolvimento sustentável Conservação do património geológico56  Afloramento da Pedra Parideira (Serra da Freita) - lages graníticas com encraves biotíticos; os nódulos biotíticos de núcleo quartzo feldspático, de forma discóide, biconvexa, com diâmetro de 1 a 15 cm, destacam-se com facilidade da rocha pela meteorização.  Lapiás do Cabo Carvoeiro - Constitui uma paisagem cársica de grande singularidade, caracterizada por um conjunto de formas típicas de relevo, designadamente galerias, grutas, algares, pias, pináculos, entre outras.
  • Desenvolvimento sustentável Conservação do património geológico57 Geodiversidade – variedade de ambientes, fenómenos e processos geológicos que originaram paisagens, rochas, minerais, solos e outros depósitos superficiais que são o suporte da vida. Geomonumentos – locais com interesse geológico devido à presença de aspectos geomorfológicos, tectónicos ou paisagísticos importantes; vão desde pegadas de dinossauros a fósseis, passando por formações rochosas, grutas ou paisagens particulares. Geosítios – estruturas geológicas que possuem inigualável valor científico, pedagógico, cultural, turístico ou outro. Património geológico – conjunto de todos os geossítios inventariados e caracterizados numa dada área ou região.
  • Desenvolvimento sustentável58