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Fratura de metacarpo
 

Fratura de metacarpo

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Aula de fratura de metacarpo com dados retirados do livro fraturas em aduktos - rockwood and green 6 edição

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    Fratura de metacarpo Fratura de metacarpo Presentation Transcript

    • Fraturas Metacarpianas Dr. Marcus Hideki Murata Hospital IFOR/09
    • Epidemiologia
      • As fraturas dos metacarpais representam 36% de todas as fraturas da mão.
      • Faixa etária: Inicio da faixa dos 30 anos (lesões esportivas) e ao redor dos 50 anos (lesões relacionada ao trabalho).
      • Ocorrem mais em homens que mulheres.
      • Em 98,6% dos casos são fraturas isoladas.
    • Anatomia
      • Os metarcarpais constituem os principais elementos ósseos que participam na formação dos três arcos da mão.
      • Cortical volar mais espessa.
      • Interligados por ligamentos interósseos proximais e ligamentos intermetacarpais transversos profundos.
      • Principais deformantes no plano sagital são os músculos intrínsecos.
    • Diagnóstico
      • As fraturas de colo e diáfise dos metacarpais apresentam angulação com ápice dorsal.
      • Avaliação da rotação é um dos aspectos mais importantes no exame físico (10 graus).
      • Pseudogarra: deformidade em hiperextensão da articulação MTCF, compensada pela angulação com ápice dorsal (colo)
      • Radiografias AP + L + O
    • Classificação
      • OTA – 2.5.
      • Cabeça do metacarpal, extra articular (25-A1.)
        • 1-Simples
        • 2-Metafisária em cunha
        • 3-Metafisária complexa
      • Cabeça do metacarpal, articular (25-B1.)
        • 1-Obliqua/espiral
        • 2-Sagital
        • 3-Coronal
      • Cabeça do metacarpal, articular/extra-articular (25-C1.)
        • 1-Articular simples/metafisária simples
        • 2-Articular simples/metafisária multifragmentada
        • 3-Articular multifragmentar/metafisária simples
        • 4-Articular e metafisária multifragmentar
      • Metacarpal diafisária (25-B2.)
        • 1-Em espiral/obliqua
        • 2-Transversa
        • 3-Em cunha simples
        • 4-Complexa
      • Base do metacarpal, extra-articular(25-A3.)
        • 1-Simples
        • 2-Multifisária multifragmentada
      • Base do metacarpal, articular(25-B3.)
        • 1-Avulsão
        • 2-Depressão
        • 3-Depressão com divisão
      • Base do metacarpal, articular/extra-articular (25-C3.)
        • 1-Articular simples/metafisária simples
        • 2-Articular simples/metafisária multifragmentada
        • 3-Articular multifragmentar/metafisária simples
        • 4-Articular e metafisária multifragmentar
    • Biomecânica
      • Rigidez não é o fator mais importante, e sim a resistência a fadigas dos implantes, em resposta as solicitações cíclicas.
      • Parafusos interfragmentários com ou sem placa são biomecânicamente um dos recursos mais eficientes em comparação com outras formas de fixação interna.
    • Tratamento
      • Tratamento conservador
        • Fraturas não deslocadas
        • Fraturas redutíveis estáveis
      • Redução fechada e fixação interna
        • Fraturas redutíveis instáveis
        • Fraturas da base
      • Redução cirurgica e fixação interna
        • Fraturas múltiplas
        • Fraturas expostas (lesão de partes moles)
        • Fraturas irredutíveis
        • Fraturas intra articulares deslocadas
    • Tratamento conservador
      • Manobra de redução: Flexão em 90 graus da articulação MTCF, falanges em extensão, aplicar uma força orientada dorsalmente e aplicar contra pressão na porção proximal da fratura do metacarpo.
      • Geralmente aplicado em fraturas de colo e diáfise
      • Fraturas estáveis: <50% deslocamento, <40 graus angulação, <60 graus de obliquidade
    • Fixação intramedular da fratura
      • Fios de Steinmann
        • Controle rotacional obtido pelo entrosamento dos fragmentos.
        • Fixação rápida para fratura altamente expostas.
      • Inserção de fios-K previamente curvados em feixes:
        • Método mais aceito devida a pequena lesão partes moles.
        • Os fios deverão ter contatos em três pontos: apoio dorsal nas extremidades proximal e distal, e apoio volar no terço médio da diáfise.
    • Redução fechada e fixação interna
      • Fraturas extra e intra-articulares anatomicamente redutíveis e que se mantenham estáveis.
      • Tratamento mínimo nas fraturas de base.
      • Fios-K cruzados: biomecanicamente frágil
      • Pinagem transversal: utiliza o osso intacto como fixador externo.
      • Complicações: Distenção dos tecidos moles e infecção através dos fios.
    • Redução Cirúrgica e fixação interna
      • Tratamento de escolha para as fraturas intra articulares, múltiplas instáveis e com lesão de partes moles.
      • Pode ser feita através de amarração intra óssea, amarração composta, somente parafusos e placas e parafusos.
      • Quando existe cominuição recomenda-se utilizar placa e parafusos
      • Posição da placa: dorso-lateral.
      • Fraturas da cabeça do metatarso:
        • Tipo B(OTA) - utilizar 2 parafusos (2,0 mm)
        • Tipo C(OTA) – Placa condilar (Observar o ângulo do orifício perfurado)
    • Vias de acesso
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    • Limites de deformidades aceitáveis
      • Nenhuma deformidade rotacional causada pela flexão dos dedos.
      • Nenhum deslocamento articular.
      • Nenhuma pseudogarra.
      • Angulação no plano coronal < 10 graus
      • Angulação do dedo indicador/médio no plano sagital < 10 graus
      • Angulação do dedo anular no plano sagital < 20 graus
      • Angulação do dedo mínimo no plano sagital < 30 graus
    • Cuidados Pós Operatórios
      • Movimentação precoce
      • Quanto maior a lesão de partes moles mais agressivo o programa de reabilitação.
    • Complicações
      • Pseudoartrose:
        • Tratamento inicial inadequado
        • Lesões de alto impacto com perdas ósseas
      • Deformidade angular:
        • Geralmente no plano sagital dorsal
        • Avaliar a indicação de osteotomia (encurtamento de 2 mm altera 7 graus na extensão das art. MTCF)
      • Deformidade rotacional :
        • Observar a superposição dos dedos
        • Osteotomia pode corrigir de 25 a 30 graus
      • Deformidade intra-articular
        • Osteotomia raramente indicadas
        • Osteoartrose(65%), dificuldade preênsil(49%), dores(38%)
        • Indicada artrodese
      • Rigidez
        • Em lesões de alto impacto geralmente ocorre, em lesões de baixo impacto falha no tratamento.
        • Indicado tratamento fisioterápico
        • Se seqüela for muito grande indicar capsulotomia ou tenólise
        • Retirar placas após sólida consolidação
      • Bibliografia:
        • Rockwood and Green : fraturas em adultos – Volume 1 / editores Robert W Bucholz, James D. Heckman – 6. edição
    • Obrigado.