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Animaispeconhentos

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  • 1. PREVENÇÃO DEACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS
  • 2. PRESIDENTE DA REPÚBLICA Fernando Henrique Cardoso MINISTRO DO TRABALHO E EMPREGO Francisco Dornelles FUNDACENTRO PRESIDENTE DA FUNDACENTRO Humberto Carlos Parro DIRETOR EXECUTIVO José Gaspar Ferraz de Campos DIRETOR TÉCNICO João Bosco Nunes RomeiroDIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS Antonio Sérgio Torquato ASSESSOR DE COMUNICAÇÃO SOCIAL José Carlos Crozera DIVISÃO DE PUBLICAÇÕES Elisabeth Rossi
  • 3. __________________________________________________________________________ PREVENÇÃO DE ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOS São Paulo . 2001
  • 4. ___________________________________________________________________________ Ficha Técnica Equipe Técnica da Fundacentro Rosa Yasuko Yamashita - Coordenação de Segurança Rural Leila Cristina Alves Lima - Divisão de Processos Mecanizados Marli Gisondi - Divisão de Processos Mecanizados José Prado Alves Filho - Divisão de Agrotóxicos Equipe Técnica do Instituto Butantan Fan Hui Wen - Hospital Vital Brazil João Luiz Costa Cardoso - Hospital Vital Brazil Henrique Moisés Center - Divisão Cultural Marcos Ferreira Santos - Seção de Ensino e Divulgação Geral Giuseppe Puorto - Museu Biológico Irene Knysak - Laboratório de Artrópodes Roberto Henrique Pinto de Moraes - Laboratório de Parasitologia Agradecimentos Especiais Hé1io Emerson Belluomini, por sua valiosa colaboração Medico Veterinário aposentado da Fundacentro
  • 5. ______________________________________________________________________ Sumário Introdução .................................................................................7 Acidentes causados por serpentes.............................................. 7 Principais gêneros de serpentes..................................................8 Como prevenir acidentes...........................................................14 Medidas a serem tomadas em caso de acidentes....................... 16 Acidentes causados por aranhas; escorpiões taturanas.............18 Aranhas....................................................................................18 Escorpiões............................................................................... 21 Como prevenir acidentes e medidas de segurança.................... 23 Medidas a serem tomadas em caso de acidentes ..................... 23 Lagartas venenosas............................................................... ...24 Como prevenir acidentes e medidas de segurança.................... 26 Medidas a serem tomadas em caso de acidentes ................. .... 26 Acidentes causados por abelhas, vespas e formigas ............... . 27 Sintomas após a ferroada......................................................... 29 Como prevenir acidentes e medidas de segurança.................... 30 Medidas a serem tomadas em caso de acidentes ...................... 31 Equipamento de Proteção Individual - EPI ............................... 31 Onde encontrar os soros (antivenenos) .................................... 32 Coordenadorias Estaduais do Programa Nacional de Controle de Acidentes com Animais Peçonhentos ................ 38 Responsáveis pelos Núcleos de Ofiologia................................... 44
  • 6. _________________________________________________________________________________ INTRODUÇÃO Chamamos de peçonhentos todos os animais que possuem veneno e que podem inoculá-lo, prejudicando a saúde do homem. Entre os animais peçonhentos mais perigosos estão as serpentes. Veja na ilustração ao lado onde as picadas de atingem as partes do corpo localizadas abaixo dos joelhos e 19% atingem mãos e antebraços. ACIDENTES CAUSADOS POR SERPENTES Serpentes de maior importância no Brasil As serpentes peçonhentas são responsáveis por muitos acidentes em nosso pais. Podem, de acordo com a quantidade de veneno introduzido, matar ou incapacitar o acidentado, quando não socorrido em tempo hábil e tratado de forma correta com a aplicação dos soros apropriados. As vítimas mais comuns são trabalhadores rurais.Veja a seguir os tipos de serpentes e como vivem. Assim você poderá evitar acidentes. 7
  • 7. ______________________________________________________________________________ PRINCIPAIS GÊNEROS DE SERPENTESJararacas (gênero Bothrops)São as serpentes responsáveis por cerca de 90% dos acidentes ofídicos registrados no país. Tambémconhecidas por "jararacuçu", "urutu", "jararaca do rabo branco", "cotiara", "caica-ca",surucucurana","patrona","jararaca-pintada","prcguicosa" e outros. Características: Coloração variada com padrão de desenhos semelhantes a um "V" invertido. Corpo fino medindo aproximadamente um metro decomprimento. Possui fosseta loreal (orifício localizado entre o olho e a narina). A cauda é lisa eafilada.Habitat. É encontrada principalmente nas zonas rurais e periferia de grandes cidades, em lugaresúmidos e em que haja roedores (paióis, celeiros, depósitos de lenha etc.).Distribuição geográfica: Encontrada em todo o território brasileiro.Sintomas após a picada: Dor, inchaço e manchas arroxeadas na região da picada. Pode haversangramento no local, e em outras partes do corpo, como nas gengivas, ferimentos recentes e urina. Epossível haver complicações, como infecção e morte do tecido (necrose) no local picado. Nos casosmais graves, os rins param de funcionar.Tipo de soro: Antibotrópico ou antibotrópico-laquético. 8
  • 8. _____________________________________________________________________________ 9
  • 9. ____________________________________________________________________________ 10
  • 10. ______________________________________________________________________S u r u c u c u ( g e n e r o Lachesis)Responsável por cerca de 1,5% dos acidentes ofídicos registrados no país.Também e conhecida por"surucucu pico de jaca", "surucutinga", "malha-de fogo" e outros.Características: É a maior das serpentes peçonhentas das Américas, medindo ate 3,5 m.Possui fosseta loreal. As escamas da parte final da cauda são arrepiadas, com ponta lisa.Habitat: Florestas densas.Distribuição geográfica: Encontrada na Amazônia e nas florestas da Mata Atlântica, doEstado do Rio de Janeiro ao Nordeste.Sintomas após a picada: Dor e inchaço no local; semelhante à picada da jararaca.Pode haver sangramentos, vômitos, diarréia e queda da pressão arterial.Tipo de soro: Antilaquético ou antibotrópico-laquético. 11
  • 11. ___________________________________________________________________________________Cascavel (gênero (Crotalus)É responsável por 8% dos acidentes ofídicos registrados no país.Também e conhecida por "maraboia","boicininga", " boiquira", "maracá" e outros.Características: Coloração: marrom-amarelada e corpo robusto, medindo aproximadamente um metro.Possui fosseta loreal e apresenta caracteristicamente chocalho ou guizo na cauda. Não tem por hábitoatacar e, quando ameaçada, começa a balançar a cauda, emitindo o ruído do chocalho ou guizo.Habitat: Campos abertos, áreas secas, arenosas ou pedregosas. Encontrada em algumas plantações,como café e cana.Distribuição geográfica: Encontrada em quase todo o território brasileiro, com exceção da FlorestaAmazônica (apesar de já to sido relatada a presença em locais de campos abertos), zona da MataAtlântica e regiões litorâneas.Sintomas após a picada: No local quase não ha alterações. A vitima apresenta visão borrada ou dupla,pálpebras caídas e aspecto sonolento. Pode haver dor muscular e a urina torna-se escura algumas horasdepois do acidente. O risco de afetar os rins e maior do que nos acidentes com jararaca.Tipo de soro: Anticrotálico. 12
  • 12. ___________________________________________________________________________________Coral (gênero Micrurus)É responsável por cerca de 0,5% dos acidentes ofídicos registrados no país. Também conhecida por"coral verdadeira", "ibiboboca", "boicorá" e outros.Características: S ã o serpentes de pequeno e médio porte, com tamanho em torno de um metro.N ã o possuem fosseta loreal. Seu corpo e coberto por anéis vermelhos, pretos,brancos ouamarelos.Na Região Amazônica existem algumas espécies com padrão diferente, como, por exemplo,branco-e-preto. É importante prestar bastante atenção nas cores da coral. Em todo o país existemserpentes não venenosas com coloração semelhante a das corais verdadeiras: são as falsas-corais.Habitat: Vivem no solo sob folhagens, buracos, entre raízes de árvores, ambientes florestais e próximode água.Distribuição geográfica: Encontradas cm todo o território brasileiro.Sintomas após a picada: No local da picada não se observa alteração importante, porem a vitimaapresenta visão borrada ou dupla, pálpebras caídas e aspecto sonolento. Pode haver aumento nasalivação e insuficiência respiratória.Tipo de soro: Antielapídico. 13
  • 13. ___________________________________________________________________________________COMO PREVENIR ACIDENTESAntes de mais nada é importante saber que, conforme disposto na Norma Regulamentadora Ruralnº 4, aprovada através da Portaria n°- 3.06, de 12/4/1988, do Ministério do Trabalho, os proprietáriosrurais são obrigados a fornecer gratuitamente aos empregados proteção para os pés, pernas, braços emãos. Leia com atenção as divas abaixo para evitar acidentes com serpentes peçonhentas:• use sempre botas de cano alto ou botinas com peneiras, bem como luvas de raspa de couro c/oumangas de proteção nas atividades que ofereçam riscos para os bravos e mãos. IMPORTANTE SABER QUE: - O use de botas pode evitar 80% dos acidentes. - O use de sapatos comuns pode evitar ate 30% dos acidentes. • Para evitar a presença das serpentes nas proximidades da residência, é importante realizar a limpeza das áreas ao redor da casa, paiol ou plantação, eliminando montes de entulho, acumulo de lixo ou de folhagens secas e alimentos espalhados no ambiente. Estas medidas evitam a aproximação de ratos, pois, como se sabe, são o principal alimento das serpentes. 14
  • 14. ___________________________________________________________________________________• Sempre que for remexer em buracos, folhas secas, vãos depedras, ocos de troncos ou caminhar pelos campos, use umpedaço de pau ou graveto. Eles ajudam a evitar acidentes.• Os vãos em portas, janelas e muros devem ser tapados. Nassoleiras das portas é necessário colocar sacos de areia (emforma de cobra) para vedá-las. Nas janelas colocar telas,evitando-se, desse modo, a entrada de animais peçonhentos.• Não se deve segurar as serpentes com as mãos. Mesmoquando mortas, suas presas continuam sendo um risco deenvenenamento. , 15
  • 15. ________________________________________________________________________________ MEDIDAS A SEREM TOMADAS EM CASO DE ACIDENTES • Não amarre o braço ou a perna acidentada. O torniquete, ou garrote dificulta a circulação do sangue, podendo produzir necrose ou gangrena e não impede que o veneno seja absorvido. • Não se deve cortar o local da picada. Alguns venenos podem provocar hemorragias e o corte aumentará a perda de sangue. • Não adianta chupar o local da picada. È impossível retirar o veneno do corpo, pois ele entra imediatamente na corrente sanguínea. A sucção pode piorar as condições do local atingido. • Não coloque folhas, querosene, pó de café, terra, fezes e outras substâncias no local da picada, pois elas não impedem que o veneno vá para o sangue. Ao contrário, podem provocar uma infecção, assim como os cortes. 16
  • 16. ___________________________________________________________________________ • Evite que o acidentado beba querosene, álcool e outras substâncias tóxicas que, além de não neutralizarem a ação do veneno, podem causar intoxicação. • Mantenha o acidentado deitado, em repouso, com a parte atingida em posição mais elevada, evitando que ele ande ou corra. • Retire anéis, pulseiras ou qualquer outro objeto que possa impedir a circulação do sangue. • Leve imediatamente o acidentado ao serviço de saúde, para que ele receba soro e atendimento adequados. • O soro, quando indicado, deve ser aplicado o mais breve possível e em quantidade suficiente, por profissional habilitado. Deve ser específico para a serpente que o picou. Ex.: o soro antibotrópico para picadas de jararaca não é eficaz para picadas de cascavel (deve ser o soro anticrotálico) ou de coral (soro antielapídico). 17
  • 17. _____________________________________________________________________________ ACIDENTES CAUSADOS POR ARANHAS, ESCORPIÕES Além das serpentes, é muito importante prestar atenção a outros animais peçonhentos como aranhas, escorpião, taturanas, abelhas, vespas e formigas. ARANHAS Armadeiras(gênero Phoneutria)Características: Tem o corpo coberto de pelos curtos de coloração marrom-acinzentada, com manchasclaras formando pares no dorso do abdômen. Podem atingir de 3 a 4 cm de corpo e ate 15 cm deenvergadura de pernas. Não constroem teia.Habitat: Terrenos baldios. Escondem-se durante o dia em fendas, cascas de árvores, bananeiras, onde hámateriais de construção, lenha acumulada ou empilhada e, dentro de residências, principalmente emroupas e calçados.Distribuição geográfica: São encontradas na Amazônia, Regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul.Sintomas após a picada: Muitas vezes ocorre forte dor imediata e intensa. É acompanhada de inchaço(edema) discreto no local da picada. Nos casos mais graves, que ocorrem principalmente com crianças,pode haver suor intenso (sudorese), enjôos (náuseas) c vômitos, agitação, alteração no batimentocardíaco (arritmia cardíaca) e choque.Tipo de soro: Antiaracnídico, somente utilizado sc houver manifestações graves. 18
  • 18. __________________________________________________________________________________A r a n h a M a r r o m ( g ê n e r o Loxosceles)Características: Têm o corpo revestido de pêlos curtos e sedosos de cor marrom-esverdeada, comdesenho claro em forma de violino ou estrela. Podem atingir 1 cm de corpo e 3 em de envergadura depernas. Não são aranhas agressivas, picando apenas quando comprimidas contra o corpo.Habitat: Constroem teias irregulares em fendas de barrancos, sob cascas de arvores, telhas, tijolosempilhados, atrás de quadros e m6veis, cantos de parede, sempre ao abrigo da luz direta. No interior dedomicílios se refugiam em vestimentas, causando acidentes.Distribuição geográfica: Ocorrem em todo o Brasil, podem os acidentes são mais freqüentes nos estadosda Região Sul.Sintomas após a picada: Muitas vezes a picada não é dolorosa e, por isso, não é percebida. Horasdepois do acidente aparece vermelhidão, endurecimento e dor no local, que podem ser acompanhados debolhas e escurecimento da pele (necrose). Pode ocorrer também febre, mal-estar, dor de cabeça evermelhidão no corpo todo e escurecimento da urina.Tipos de soro: Antiaracnídico ou antiloxoscélico. 19
  • 19. __________________________________________________________________________________Viúva - Negra (gênero Latrodectus)Características: Geralmente são aranhas decor preta, sem pelos evidentes, de aspectoliso, com ou sem manchas vermelhas noabdômen, que e bastante redondo. Algumasespécies tem coloração marrom. No ventreha uma mancha avermelhada em forma deampulheta.Habitat: Vivem em teias irregulares, queconstroem em vegetação rasteira, arbustos ebarrancos.Distribuição geográfica: São encontradasem todo o território brasileiro. Os poucos casos de acidentes, leves e moderados, foram notificados nolitoral nordestino, principalmente na Bahia. Há menção de acidentes no Rio de Janeiro, Bahia, SãoPaulo e Rio Grande do Sul.Sintomas após a picada: Dor de média intensidade no local da picada, acompanhada de contraçõesmusculares."Também ocorrem agitação, sudorese e alterações circulatórias.Medidas a serem tomadas em caso de acidente. Compressas quentes e anestesia local para alivio da dorsão suficientes na grande maioria dos casos. No caso de acidentes com vulva-negra, não ha sorodisponível no Brasil - o acidentado deve ser hospitalizado para controle das alterações.Observações: As aranhas caranguejeiras e as tarântulas (aranhas de grama), apesar de muito comuns,não causam acidentes de importância medica. As aranhas que fazem teias aéreas geométricas(circulares, triangulares etc.) não oferecem perigo, mesmo aquelas que atingem grandes dimensões. 20
  • 20. _______________________________________________________________________________ESCORPIÕESEscorpião (gênero Tityus)Características: Apresentam tronco e cauda. Possuem"mãos" em forma de pinas (pedipalpos), quatropares de pernas, c a cauda e formada por cinco segmentos, sendo que no final deles se encontra o telson,contendo bolsas de veneno e o ferrão (aguilhão).São animais carnívoros, alimentando-se principalmente de insetos, como grilos e baratas.Habitat: Escondem-se durante o dia sob pedras, troncos, dormentes de linha de trem, entulho, pilhas detelhas ou tijolos, sepulturas etc.Distribuição geográfica: São encontrados em todo o Brasil.Sintomas após a picada: Dor imediata e, muitas vezes, intensa, com sensação de ardor, queimação ouagulhadas. Nos casos graves, que ocorrem geralmente com crianças, e principalmente nos acidentescausados por Tityus serrulatus, pode haver sudorese intensa, enjôos, vômitos, agitação, batimento cardíacoacelerado (arritmia) e choque.Escorpião Amarelo (espécie Tityus serrulatus)Características: Apresenta colorido amarelo-claro. O tronco,dedos e parte final do último segmento da cauda são escuros.O nome da espécie refere-se a uma serrilha de 3 a 5 dentes queeles possuem no quarto segmento da cauda.Distribuição geográfica: S ã o encontrados em Minas Gerais,Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro, S ã o Paulo, Paraná eGoiás. 21
  • 21. __________________________________________________________________________________Escorpião Preto ou Marrom (espécie Tityus babiensis) Características: Possuem cor marrom-avermelhada escura. Os palpos e as pernas têm manchas escuras contrastantes. No quarto segmento da cauda não existe serrilha. Distribuição geográfica: São encontrados em São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul. Escorpião Amarelo (espécie Tityus stigmurus) Características: É semelhante ao Tityus serrulatus, com relação ao tamanho, colorido em geral e hábitos. Distingue- se por apresentar um triângulo negro na cabeça, seguido de uma faixa de manchas escuras sob os segmentos do tronco. O quarto segmento da cauda apresenta apenas 1 ou 2 dentinhos.Distribuição geográfica: São encontrados no Nordeste: Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba,Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.Escorpião (espécie Tityus cambridgei) Características: Possuem a cor escura, quase negra. Distribuição geográfica: São encontrasses na Região Amazônica. 22
  • 22. ___________________________________________________________________________________COMO PREVENIR ACIDENTESE MEDIDAS DE SEGURANÇAVeja agora alguns cuidados que você deve ter para evitar acidentes provocados por aranhas eescorpiões:• Manter sempre limpas as instalações da propriedade, principalmente a área em volta da casa;• Conservar o quintal e o jardim sempre limpos;• Evitar o acumulo de lixo e não amontoar objetos antigos em volta da casa; • Usar telas e vedantes em portas e janelas, procurando tapar buracos e frestas existentes na casa; • Verificar, antes de utilizar sapatos, roupas e outros objetos de use pessoal, se eles não trazem escondidos alguns desses animais peçonhentos; • Utilizar botas de cano longo, ou botinas com perneiras, luvas e camisas com mangas longas quando fazer trabalhos de coleta de lixo, manuseio de pilhas de madeira e outros materiais de construção.MEDIDAS A SEREM TOMADASEM CASO DE ACIDENTESCompressas quentes e anestesia local para alívio da dor são suficientes na grande maioria dos casos.O soro antiaracnídico e antiescorpiônico somente é utilizado se houver graves manifestações. 23
  • 23. ___________________________________________________________________________________LAGARTAS VENENOSASSão também conhecidas por vários nomes, conforme a região: tatarana, mandarová, oruga, ruga, sauí,lagarta-de fogo, chapéu-armado, taturana-gatinho, taturana-de-flanela etc.Características: As taturanas ou lagartas são formas larvais de borboletas e mariposas (OrdemLepidóptera). Algumas delas apresentam cerdas longas, coloridas e inofensivas que escondem asverdadeiras cerdas pontiagudas ( Fig. 3 - Padalia sp. Megalopygidae), contendo as glândulas de veneno.Existem outros tipos de taturanas geralmente esverdeadas que apresentam espinhos ramificados epontiagudos, que lembram pinheirinhos, com glândulas de veneno na extremidade. Algumas possuemno dorso e nas laterais manchas e listras, como Lonomia oblíqua. As lagartas alimentam-se de folhasprincipalmente de árvores frutíferas e arbustos. Algumas são solitárias, enquanto outras são encontradasem grupos. 24
  • 24. ___________________________________________________________________________________Distribuição geográfica: São encontradas em todo o país. Nas Regiões Sul e Sudeste as lagartas dogênero Lonomia são responsáveis por graves acidentes.Sintomas após o contato: A reação imediata após o contato é d e ardência ou queimação, cominchaço local. Nos acidentes por Lonomia, pode ocorrer hemorragia após algumas horas (gengivas,pele, urina). Também pode haver problemas com o funcionamento dos rins (insuficiência renal) esangramento grave (pulmão e cérebro).Tipo de soro: Antilonômico, somente para os acidentes com lonomia.PararamaNo grupo das taturanas também merece destaquea Pararama (Fig. 4), pertencente ao gêneroPremolis, cujo nome cientifico e Premolissemirufa. Os acidentes com esta lagarta ocorremgeralmente nos trabalhos de extração de seiva dosseringais durante quase todo o ano, exceto noperíodo de novembro a janeiro quando a atividadede extração do látex é menos intensa. Isto explicaa ocorrência do "reumatismo dos seringueiros" ou"pararamose".Distribuição geográfica: Esta espécie ocorre predominantemente na Região Amazônica.Sintomas após o contato: Inicialmente o quadro inflamatório no local e semelhante ao causadopor outras espécies de lagarta. Uma maior exposição pode levar a artrites crônicas deformantes(inflamação nas articulações causando deformações). Como atingem predominantemente as mãos, adeformidade nos dedos pode impossibilitar o trabalho.Não há tratamento específico, recomendando-se os mesmos procedimentos para acidentes comoutras lagartas, devendo haver acompanhamento medico especifico nos casos de deformidades. 25
  • 25. ________________________________________________________________________________COMO PREVENIR ACIDENTESE MEDIDAS DE SEGURANÇAVeja agora como evitar acidentes provocados por taturanas:• Observar, durante o dia, os troncos das árvores onde aslagartas podem estar (à noite, as taturanas dirigem-se paracopas das árvores para se alimentar das folhas)• Usar luvas de proteção quando houver contato com plantasou colheita em árvores frutíferas.MEDIDAS A SEREM TOMADASEM CASO DE ACIDENTESFazer compressas frias e anestesia local para alívio da dor. Encaminhar imediatamente a vítima paraatendimento médico. No caso da Lanomia, já existe um soro específico produzido pelo InstitutoButantan, em São Paulo. 26
  • 26. ________________________________________________________________________________ACIDENTES CAUSADOS PORABELHAS, VESPAS E FORMIGASAs abelhas, vespas, formigas e os marimbondos são bastante conhecidos e úteis na polinização, naprodução de mel e de outros produtos. São considerados também controladores biológicos, poisparasitam outros insetos.O maior problema ligado a esses insetos são as ferroadas, ou mordidas que acontecem quandomolestados. Os acidentes ocorrem devido à presença de um aguilhão com glândula de veneno que,introduzido na pele, libera a substancia tóxica.Abelhas e Mamangavas(gênero Apis, Bombus, Xylocopa).As abelhas Apis são insetos sociais de pequeno porte, com 1,5 cm em média, que vivem em colméias.Alguns grupos são solitários. Possuem colorido escuro e às vezes listrado, com pelos ramificados ouplumosos, principalmente na região da cabeça e do tórax. Seu ferrão localiza-se na extremidade docorpo e Pica na pele da pessoa acidentada.As abelhas africanas, cruzadas com abelhas européias, são asresponsáveis pela origem das chamadas abelhas africanizadas, que hoje dominam toda a América doSul, a América Central e porte da América do Norte. São encontradas em todo o território nacional. 27
  • 27. ___________________________________________________________________________________Vespas, Marimbondos (gênero Pepsis, Polystes)Ou Cabas (gênero Synoeca).Possuem coloração escura com manchas amarelas ouvermelhas. Diferem das abelhas principalmente porapresentarem um estreitamento entre o tórax e o abdome,formando uma cintura. Ao contrario das abelhas, nãodeixam o ferrão na pele da pessoa acidentada. As vespase marimbondos são encontrados em todo o territórionacional.Formigas Formigas-de-Fogo (gênero Solenopsis) São insetos agressivos que atacam em grande número se o formigueiro for perfurado. Formigas Tocandira (gênero Paraponera), Cabo- Verde ou Vinte-e-Quatro-Horas De cor negra, são capazes de atingir 3 cm de comprimento, sendo encontradas nas Regiões Norte e Centro Oeste. 28
  • 28. ___________________________________________________________________________________Saúva (gênero Atta)Acarretam grandes prejuízos à lavoura. Podem produzir cortes na pele humana com as suas mandíbulaspotentes. São encontradas em todo o Brasil.Formigas-Correição (gênero Eciton)São maiores e ocorrem principalmente na selva amazônica. São carnívoras e se locomovem em grandenumero, atacando pequenos seres vivos.SINTOMAS APÓS A FERROADANa maioria das pessoas ocorre apenas dor, inchaço, vermelhidão e coceira (prurido) no 1ocal daferroada. Em menos de 1% dos casos pode haver reações alérgicas graves que surgem, em geral, após oacidente. Nestes casos, podem ocorrer obstrução das vias aéreas e choque anafilático, levando a pessoaà morte, mesmo com uma única ferroada. Nos acidentes por múltiplas ferroadas, em geral acima decem, desenvolve-se um quadro tóxico generalizado denominado síndrome de envenenamento, comaumento das batidas do coração (taquicardia) e da pressão sanguínea, distúrbio da coagulação, alteraçãocardíaca. As formigas tocandira, podem ocasionar dor intensa e, eventualmente, reações generalizadas(sistêmicas), como calafrios, sudorese e taquicardia, Já a ferroada pela formiga-correição menosdolorosa. 29
  • 29. ________________________________________________________________________________COMO PREVINIR ACIDENTESE MEDIDAS DE SEGURANÇAVeja como evitar os riscos de acidentes provocados por abelhas, vespas e formigas:• Evite os locais onde habitam esses insetos.• Use roupas adequadas e claras, de preferência de cor branca, quando for manipular os insetos, evitandoroupas com cores berrantes.• Evite sons que podem excitar os insetos, como, por exemplo, antes de utilizar máquinas agrícolas, inspecione a área a ser trabalhada, verificando, entre outras providências, se não há colméias e abelhas.• Proteja as partes descobertas do corpo em caso de ataque. 30
  • 30. ___________________________________________________________________________________ MEDIDAS A SEREM TOMADAS EM CASO DE ACIDENTESA pós a picada, devem ser feitas compressas frias no local. Pode ser necessária a aplicação de outrosmedicamentos e, nos casos mais graves, cuidados de terapia intensiva. Por isso é necessário o rápidoencaminhamento a um serviço medico. Nas ferroadas de abelhas, a remoção do ferrão deve ser feita comuma lamina esterilizada rente à pele, para evitar que haja compressão da glândula de veneno contida noferrão. Não utilize pinças.EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃOINDIVIDUAL - EPI• Use botas de cano longo, luvas e camisas com mangas compridas eabotoadas sempre que fizer trabalhos de coleta de lixo, mudança depilhas de madeira ou móveis de um lugar para outro no interior de suaresidência. 31
  • 31. ________________________________________________________________________________ ONDE ENCONTRAR OS SOROS (ANTIVENENOS)Caso o hospital de sua região não tenha o soro indicado para socorrer a vitima, procure a Coordenação deOfidismo da Secretária da Saúde de seu Estado, relacionada a seguir ou um dos centros de informações eassistência toxicológica de sua região.Ministério da SaúdeFundação Nacional de Saúde - Centro Nacional e EpidemiologiaCoordenadoria Nacional de Controle de Zoonoses e Animais PeçonhentosSetor de Autarquia Sul, quadra 04, bloco N,7° andar - sala 716 - Brasília DFTel: (61) 225 4472 - Fax: (61) 321 05-41Instituto ButantanHospital Vital BrazilAv Vital Brasil, 1500 - Butantã - São Paulo - SP.Tel: (011) 3726 7222 - Fax: (011) 3726 1505.CENTRO DE INFORMAÇÕES TOXICOLOGICAS NO BRASILREGIÃO NORTECentro de Informações Toxicológicas de ManausFarm. Andréa de Souza CarneiroHospital Universitário Getúlio Vargas - Serviços de Farmácia do HUGVAv Apurinã, 4 – Praça 1469020- 17() - Manaus, AMTel: (92) 633 324 1 / 622 1838 R. 232 - Fax: (92) 622 1972Centro de Informações Toxicológicas de BelémDr. Pedro Pereira de O. Pardal / Dra. Andréa Franco Amoras MagalhãesHospital Universitário João de Barros BarretoRua dos Mundurucus, 4487 – Guama66073-000 - Belém, PATel: (91) 249 6370 / 249 2323 -Telefax: (91) 259 3748 32
  • 32. ___________________________________________________________________________________ Região Nordeste Centro de Assistência Toxicológica de Fortaleza Dr. José Ambrósio Guimarães Instituto Dr. Jose Frota Rua Barão do Rio Branco, 1816 – Centro 60016-061 - Fortaleza, CE Tel: (85) 255 5050 / 255 5012 - Fax: (85) 255 5048 / 255 5 150 Serviço de Informação Toxicológica de Iguatu Desativado em agosto de 2000 Centro de Informação Toxicológica de Natal Dr. José Roberto Freire do Oliveira Hospital Giselda Trigueiro Rua Cônego Montes, s/n° - Quintas 59037-170 - Natal, RN Tel: (84) 653 3555 - Fax: (84) 653 3991 Centro de Assistência Toxicológica da Paraíba Profa.. Ednilza Pereira do Farias Dias Hospital Universitário Lauro Wanderley Cidade Universitária - Campus 1 58059-900 - João Pessoa, PB Tel: (83) 216 -00- -Telefax: (83) 221 6688 Centro de Assistência Toxicológica de Campina Grande Dra. Saynara Maria Lia Fook. Meira Braga Rua Siqueira Campos, 605 - Bairro Prata 58108-540 - Campina Grande PB Tel: (83) 341 5750 R. 104 Centro de Assistência Toxicológica de Pernambuco Dr.Américo E. de Oliveira Jr./ Dra. ,Maria L. Porto Amorim Fundação de Saúde Amaury do Medeiros - FUSAM - Hospital da Restauração-6° andar Av.Agamenon Magalhães s/n° - DERBY - Boa Vista 50000-000 - Recife, PE Tel: (81) 421 5444 R. 151 / (1555 só para PE) - Fax: (81) 421 5927 Centro de Informações Anti-Veneno da Bahia Dra. Dayse Schwab Rodrigues Hospital Central Roberto Santos Rua do Saboeiro.s/nº - Cabula 41150-000 - Salvador, BA Tel: (71) 387 4343 / 387 34 25 – Telefax: (71) 387 3414 33
  • 33. ___________________________________________________________________________________REGIÃO SUDESTEServiços de Toxicologia Minas GeraisDr. Délio CampolinaHospital João XXIIIAv. Professor Alfred o Balena, 400 - 1 ° andar - Santa Efigênia30130-100 - Belo Horizonte, MGTel: (31) 3239 9308 / 32 39 9223 / 3239 9224 / 3224 4000 - Fax: (31) 3239 9260Centro de Controle de Intoxicações do Es pírito SantoDra. Sony de Freitas IthoHospital Infantil Nossa Senhora da GlóriaAlameda Mary Ubirajara, 205 - Santa Lúci a29055-120 -Vitória, ESTel: (27) 381 2400 - Fax : (27) 324 1602Centro de Controle de Intoxicações do Rio de JaneiroDr. Jaderson Sócrates LimaHospital Universitário Clementino Fraga Fil hoAv. Brigadeiro Trompovshy, s/n° - UFRJ - subsolo, sala SSN02 - Ilha do Fundão21941-590 – Rio de Janeiro, RJTel: (21) 573 324 1 - Fax: (21 ) 270 2193Centro de Controle de Intoxicações de NiteróiDr. Luis Querino de Araújo Caldas / Dra. Lilia Ribeir o GuerraHospital Universitário Antonio PedroRua Marquês do Paraná, 303 Centro - Prédio Anexo do HUAP - 4° andar24033-900 - Niterói, RJTel: (21) 717 0148 / 620 2 828 R 218 – Fax (21) 717 0521Centro de Controle de Intoxicações São PauloDr. Sérgio GraffHospital Municipal Dr Athur Ribeiro de SaboyaAv. Francisco de Pau la Quintanilha Ribeiro, 86 0 -Térreo II- Jabaquara04330-020 - São Paulo, SP.T el: (11) 5011 5111 R. 250 a 254 -Telefax: (11) 5012 5311Centro de Assistência Tox icologia do Hosp ital das ClinicasDr. Anthony WongFaculdade de Medicina da Un iversidade de São PauloAv. Dr. Enéas de Carva lho Agui ar, 64 - 2° andar – Pacaembu05403-900 - São Paulo, SPTel:(011) 3069 8571 - Telefax: (11) 280 9431 34
  • 34. ___________________________________________________________________________________Centro de Controle de Intoxicações de CampinasRonan José VieiraFCM / Hospital das Clinicas UNICAMP13083-970 - Campinas, SPTel: (19) 3788 7573 -Telefax: (19) 3788 7290Centro de Controle de Intoxicações de Ribeirão PretoDra. Sylvia Evelyn HeringHospital das Clinicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USPAv. Bernardino de Campos, 1000 - Centro14015-130 Ribeirão Preto, SPTel: (16) 602 1190 -Telefax: (16) 610 1375Centro de Assistência Toxicológica de BotucatuDr. lgor VassiliefInstituto de Biociência - UNESP -Campus de Botucatu, Rubião Junior Caixa Postal 52018618-000 - Botucatu, SPTel: (14) 6802 6017 / 6802 6034 / 6821 3048 - Fax: (14) 6822 1385Centro de Controle de Intoxicações de São José dos CamposDr. Otávio Monteiro Becker JuniorHospital Municipal "Dr. José de Carvalho Florence”Rua Saigiro Nakamura, 800 -Vila Industrial.12220-280 - São José dos Campos, SPTel: (12) 381 3400 R. 3431 e 3449 – Fax ( 12) 382 1232Centro de Assistência Toxicológica de São José do Rio PretoDr. Carlos Alberto Caldeira MendesHospital de Base – FundaçãoFaculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto (FUNFARME)Av. Brigadeiro Faria Lima, 5416 - São Pedro15090-000 - São José do Rio Preto, SPTel: (17) 210 5000 R. 380 -Telefax: (17) 210 5000 R. 510Centro de Controle de Intoxicações de TaubatéDra. Telma da Silva SantosFundação Universitária de Saúde de Taubaté – Universidade de Taubaté - Hospital EscolaAv. Granadeiro Guimarães, 270 Centro12020-130 -Taubaté, SP Tel: (12) 221 3800 / 233 4422 -Telefax: (12) 232 6565 35
  • 35. ___________________________________________________________________________________Centro de Atendimento Toxicológico de Preside nte PrudenteDra. Rita de Cáss ia Bomfim Leitão HigaHospital Estadual de Presidente Pruden teAv. Coronel José Soares Marcondes, 3758 - Jardim Bongiovani19050-230 - Presidente Prudente, SPTelefax: (18) 231 4422Centro de Atendimento Toxicológico de MaríliaDr.Tarcísio Adilson Ribeiro MachadoHospital de MaríliaAv. Sampaio Vidal, 4217500-000 - Marilia, SPT el: (14) 433 8795 / 433 1744 R. 1008 - Fax: (14) 433 1888 / 422 5457Centro de Contro le de Intoxicações de SantosDra. Lucia Elena Ferreira LeiteHospital Guillierme Álv aroRua Dr. Oswaldo Cruz, 197 Boqueirão1 1045-904 - Santos, SPTel: (13) 3222 2878 / 3222 5804 - Fax: (13) 3234 3672/ 32 22 2654REGIÃO SULCentro de Informações Toxicológicas d e CuritibaBióloga Gisélia Burigo Guimarães RubióHospital do TrabalhadorAv. República Argentina, 440681050-000 - Curitiba, PRTel: (41) 248 9969 / 0800 410 14 8 - Fax: (41) 346 2444 R. 311Centro de Controle de Intoxicações de LondrinaDra. Conceição Aparecida TuriniHospital Universitário Regional do N orte do Paraná - Universidade Estadual de LondrinaAv. Robert Kock, 60 - Caixa Postal 6118 6038-440 - Londrina, ParanáTel: (43) 371 2244 - Fax: (43) 337-7495Centro de Controle de Intoxicações de MaringáEnf. Magda Lucia Felix de OliveiraHospital Universitário Regional de MaringáA v. Mandacaru, 15908 7010-370 - Maringá, PRT el: (44) 225 8484 R. 22- - Fax: (44) 262 1131 36
  • 36. ___________________________________________________________________________________Centro de Informações Toxicológicas de Santa CatarinaFarmacêutica – Bioquímica Margaret GrandoUniversidade Federal de Santa Catarina - Hospital UniversitárioBairro Trindade - Caixa postal: 47688040--9-0 – Florianópolis SCTel: (48) 331 9535 / 331 9173 - 1520 (so p/ SC) - Fax: (48) 331 9083Centro de Informação Toxicológica do Rio Grande do SulDr. Alberto NicolellaRua Domingos Crescêncio, 132 - 8° andar - Santana90650-090 - Porto Alegre, RSTel: (51) 223 6417- / 223 6110 / 217 9203 / 223 6050 / 223 6207 / 0800 780 200 - Fax: (051) 217 9067REGIÃO CENTRO-OESTECentro de Informações Toxicológicas de Campo Grande João Batista PaivaHospital Universitário Maria Aparecida PedrossianAv. Senador Filinto Muller - Bairro Universitário - Vila Ipiranga, s/n°79080-190 - Campo Grande, MSTel: (67) 787 3333 - Fax: (67) 746 2040Centro de Informação Anti-Veneno de Mato GrossoDr. José Antonio do FigueiredoHospital Municipal e Pronto Socorro de Cuiabá Rua General Valle, 192 - Bairro Bandeirantes,78010-100 – Cuiabá - MTTcl: (65) 617 1313 - Fax: (65) 618 8000Centro de Informações Tóxico-Farmacológicas de GoiásEnfermeira Hebe MacedoSuperintendência de Vigilância SanitáriaAv Anhanguera. 5195 - Setor Coimbra ,74043-001 - Goiânia - GoiásTel: (62) 291 4350 - Fax: (62) 291 5005REFERÊNCIA EM INFORMAÇÕES TÓXICO FARMACOLOGICASSistema Nacional de Informações Tóxicos – FarmacológicasFundação Oswaldo Cruz – Min. da SaúdeAv. Brasil, 4365 – Prédio Biblioteca de Maguinhos – 2º andar – Rio de Janeiro – RJTel: (21) 270 0295 – Fax (21) 270 2668 – E-mail: sinitox@dcc001.cict.fiocruz.br 37
  • 37. __________________________________________________________________________________COORDENADORIAS ESTADUAISDO PROGRAMA NACIONAL DE CONTROLE DEACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOSREGIÃO NORTESECRETARIA DE SAÚDE DO ACREMaria do Carmo PortelaR.Antônio da Rocha Viana, s/n°69.909-340 - Rio Branco/ACTel: (68) 224 6724 / 228 2116 - Fax: 223 4688 e-mail: viepidem@mdnet.com.brSECRETARIA DE SAÚDE DE RONDÔNIAJane Maria de Mesquita SombraR. Pe. ngelo Cerri, s/n°, b. Pedrinhas - Esplanada das Secretarias78.900-000 - Porto Velho/ROTel: (69) 229 6189 - Celular: (69) 9981-8389 - Fax: 223 8355INSTITUTO DE MEDICINA TROPICAL DE MANAUS – AMAZONASPaulo Friedrich BuhrnheimAv. Pedro Teixeira, n° 25 - Bairro d. Pedro69.040-000 - Manaus/AMTel: (92) 238 4294 - Celular: (92) 9981 5320 - Fax: 238 3762 e-mail :buhrn@uol.com.brSECRETARIA DE SAÚDE DE RORAIMAFrancisco Edwardo Alexandrino do MoraesAv. Brigadeiro Eduardo Gomes s/nº - Campus Paricarana69.304-650 - Boa Vista/RRTel: (95) 623 2-,1 - ramal 309 - Fax: 623 9158SECRETARIA DE SAUDE DO AMAPÁBerthe Viana HadadAv. Procópio Rola, 90 - Centro Cívico68.906-010 – Macapá / APTel: (96) 212 61- / 224 1572 - Celular: (96) 971-2353 - Fax: 212 6216 38
  • 38. ____________________________________________________________________________________SECRETARIA DE SAÚDE DO PARÁDEPARTAMENTO DE EPIDEMIOLOGIAReynaldo José da Silva LimaAv. Visconde de Souza Franco, nº 61666.053-000 – Belém/PATel: (91) 212 0579 / 242 1298 – Celular (91) 9983-0220 - Fax: 242.1005SECRETARIA DE SAÚDE DO PARÁDIVISÃO DE CONTROLE E DOENÇAS TRANSMISSÍVEISTwiggy Cristina Alves BatistaEsplanada da Secretárias OD Aano77.085-050 – Palmas/T OTel: (63) 218 1762 – Celular (51) 9976.9658 – Fax: 218 2734REGIÃO NORDESTESECRETÁRIA DA SAÚDE D O MARANHÃOG ERÊNCIA DE QUALIDADE E VIDAExpedito Antônio Carvalhal MoreiraAv. Carlos Cunha Calhau, s/n°65.075-095 - São Luis/MATel: (98) 246 5567 Celular: (98) 9972-0155 - Fax: 246 5567 / 2 46 6415SECRETÁRIA DE SAÚDE DO PIAUÍFrancisco de Assis Borge s MorãesAv. Pedro de Freitas, s/n° - Centro Administrativo64.018-200 -Teresina/PITel: (86) 218 2019 / 213 5949 - Fax: 218 2019 / 218 19 09SECRETARIA DA SAÚ DE DO CEARÁNélio Batista de MoraisAv. Almirante Barroso, 600 - Praia do Irac ema60.060 - 440 - Fortaleza/C;ETel: (85) 488 2089 / 188 2096 - Celular: (85) 983 5 906 - Fax: 488 2089SECRETARIA DE SAÚDE DO RIO GRANDE DO NORTECOORD.DO PROGRAMA DE ACIDEN TES POR ANIMAIS PEÇONHENTOSJosemir Lira GomesAv. Junqueira Aires, 488 – Centro59.025-280 – Natal /RNTel; (84) 232 2584 / 232 2586 / 232 2589 – Fax: 232 2586 39
  • 39. ____________________________________________________________________________________________SECRETARIA DE SAÚDE DA PARAÍBACOORDENAÇÃO ESTADUAL DE ZOONOSESFrancisco Assis AzevedoAv. Dom Pedro II, 1826 – Bairro Torre58.040-440 – João Pessoa/PBTel (83) 241 1718 R: 7091 / 222 3033 – Celular: (83) 983 6303 – Fax: 241 1922SECRETÁRIA DE SAÚDE DE PERNAMBUCOPROG. CONTROLE DE ACIDENTES COM ANIMAIS PEÇONHENTOSDoralécio Fortes Lins e SillvaPraça Oswaldo Cruz s/nº - Boa Vista50.050-210 – Recife/PETel: (81) 3412 6251 / 3412 6252 – Celular: (81) 9147 1570e-mail: dfls@gratis1.com.brSECRETARIA DE SAÚDE DE ALAGOASCOORD. DE VIG. EPIDEMIOLÓGICAValmir CostaAv. Duque de Caxias, 987 – Jaraguá57.025-110 – Maceió/ALTel: (82) 315.1109 / 326 2573 – Fax: 315 1109SECRETARIA DE SAÚDE DE SERGIPEDIVISÃO VIGILÂNCIA SANITÁRIAGina Maria Freire Brandão BlinofiRua Goiás, 1596 – Siqueira Campos49.085-150 – Aracaju /SETel: (79) 241 6576 / 211 9565 – Celular (79) 9977 2535 / 9987 2535Fax: 211 2323 / 1112SECRETARIA DE SAÚDE DA BAHÍACENTRO INFORMAÇÕES ANTIVENENOS – HOSP.ROBERTO SANTOSDaisy Schab Rodrigues.Av. Do Saboeiro s/nºEstrada do Saboeiro – Cabula41.150-000 – Salvador/ BATel (71) 387 3413 / 387 3414 – Celular (71) 9963 1492 – Fax 387 3414e-mail: ciave@ba.gov.br 40
  • 40. __________________________________________________________________________________Região SudesteSECRETARIA DE SAÚDE DO ESPÍRITO SANTOPROG.CONT.ACID.ANIMAIS PEÇONHENTOSSandra Maria ScarpatAv. Mascarenhas de Moraes, 202529.052-121 - Vitória/ES.Tel: (27) 381 2483 / 381 2484 / 381 2485 - Celular: (27) 9972 2993Fax: 381 2367SECRETARIA DE SAÚDE DE MINAS GERAISPROG. DE ANINIAIS PEÇONHENTOSNadia Lucia Pereira SoaresRua Tupinambas, 351 Sala 1208 - Centro30.120-070 - Belo Horizonte/MGTel: (31) 3261 8760 / 3261 8761 - Fax: 3261 8759SECRETARIA DE SAÚDE DO RIO DE JANEIROASSESSORIA DE COMLINICAÇÕESTelma Alves GomesCelular: (21) 9184 5413Rua México, 128/ 410. 4° Andar20.031-142 - Rio de Janeiro/R.JTel: (21) 240 4531 / 240 4357 - Fax: 240 4531SECRETARIA DE SAÚDE DE SÃO PAULOCENTRO VIGILÂCIA EPIDEMIOLÓGICAMárcia Fernandes da Silva Borgese-mail - marciasilvaborges@ig.corn.brAv. São Luis, 99 – 5º andar01.046-001 - São Paulo/SPTel.: (11) 853 0234 - Fax: 282 9359REGIÃO SULSECRETARIA DE SAÚDE DO PARANÁDIV: DE ZOONOSES E ANIM. PEÇONHENTOSGiselia Burigo Guimarães RubioR. Piquiri, 17080.230-140 - Curitiba/PRTel: (41) 330 4471 R: 4471/4470 - Celular: (41) 9906 1453 - Fax: 330 4479e-mail: giselia@pr.gov.br 41
  • 41. ____________________________________________________________________________________SECRETARIA DE SAÚDE DE SANTA CATARINADEPTO VIGILANCIA EPIDEMIOLOGICAMargareth GrandoR. Felipe Schmidt, 80088.010-002 - Florianópolis/SCTel: (48) 251 7800 / 251 7899 - Fax: 251 7800SECRETARIA DE SAÚDE E MEIO AMBIENTE DO RIO GRANDE DO SULCENTRO DE INFORM.TOXICOLÓGICASAlberto NicolellaR. Domingos Crcscencio, 132 - 8° andar90.650-090 - Porto Alegre/RSTel: 0800-780200 - Fax: 217 9067REGIÃO CENTRO-OESTESECRETARIA DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERALDEPTO. DE SAÚDE PÚBLICAFrancisco Sueli da Silva LimaSMHS - ed. Pioneiras Sociais - 7° andar70.334-900 - Brasília/DFTel: (61) 225 8906 / 325 4860 - Fax: 226 2806SECRETARIA DE SAÚDE DE GOIASCENTRO DE INETOXICOLÓGICASHebe MacedoPrédio da Vig. Sanitária EstadualAv.Anhanguera, 5195 - Setor Coimbra74.043-001 - Goiânia/GOTel: (62) 291 4350 - Celular: (62) 9979 8478 - Fax: 291 5326 e-mail: steto@terra.com.brSECRETARIA DE SAÚDE DO MATO GROSSO DO SULCENTRO DE INETOXICOLÓGICASJoão Batista PaivaRomeu Gama do CarmoAv. Senador Filinto Muller, s/nº -Vila Ipiranga79.080-190 - Campo Grande/MSTel: (67) -726 4077 R: 296/283 / 784 1781 - Fax: 726 40-7 R: 266/241 42
  • 42. ___________________________________________________________________________________________SECRETARIA DE SAÚDE DO MATO GROSSONÚCLEO REGIONAL DE OFIOLOGIADailse Maria de Paula MoreiraR. Adauto Botelho, s/nº - Coophema78.085.200 - Cuiabá/ MTTel: (65) 661.2494 – Celular (65) 9983 6494 – Fax: 644 2299e-mail: normatmt@zaz.com.br 43
  • 43. ___________________________________________________________________________________________RESPONSÁVEIS PELOSNÚCLEOS DE OFIOLOGIARejâne Maria Lira da SilvaCoordenadora do Núcleo de Ofiologia da BahiaUniversidade Federal da Bahia - Instituto de BiologiaCampus Universitário de Ondina - Bairro Ondina41.170-210 - Salvador/BATel: (71) 247 37 44 - Celular: (71) 9983 2825 - Fax: (71) 245 6909 e-mail: rejane@ufha.brGiselle Agostini CottaAnalista de Ciência e TecnologiaNúcelo de Ofiologia de Minas Gerais - Fundação Ezequiel Dias/FUNED - SerpentárioRua Conde Pereira Carneiro, N° 80 - Bairro Gameleira30.510-010 - Belo Horizonte/MGTel: (31) 3371 9532/3371 9531 - Celular: (31) 9151 3038 - Fax: (31) 3371 9524e-mail: gcotta@zaz.com.br / crotalus@funed.mg.gov.brMoema Leitão de AraújoCoordenadora do Núcleo de Ofiologia de Porto AlegreNúcleo Regional de OfiologiaFundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul - Museu de Ciências NaturaisAv. Dr. Salvador Franca, 1427,Bairro jardim Botânico90.690-000 - Porto Alegre/RSTel: (51) 336 1511 R: 120 - Celular: (51) 9834 3093 - Fax: (51) 336 3306e-mail: nopa@fzb.org.brAnibal Rafael Melgarejo Giménez -Chefe da Divisão de Animais Peçonhentos - Instituto Vital BrazilRua Vital Brazil Filho, 64 - Santa Rosa24.230-340 – Niteroi/ RJTel: (21) 719 0568/ 711 9006 /711 0012 - Fax: (21) 610 3299e-mail: anibalmg@provide.psi.br 44
  • 44. __________________________________________________________________________________________Nelson Jorge da Silva JúniorNúcleo Regional de Ofiologia de Goiânia - Universidade Católica de Goiás/UCGAv. Universitária, 1440 - Setor Universitário74.605-010 - Goiânia/GOTel: (62) 22- 1085/22- 1084 - Celular: (62) 9968 2602 - Fax: (62) 22- 10-0/22- 1073José Santiago Liana VerdeLorof - HerpetologiaUniversidade Federal do Ceará - Campus do Pici da UFCE - Bairro Pici60.455-760 - Fortaleza/CEFone: (85) 288 9801/ 288 9800 / Lorof / 287 5476 -Tel: (85) 288 9806Dailse Maria de Paula MoreiraCoordenadora do Núcelo Regional de OfiologiaSecretaria de Saúde do Mato Grosso - Núcleo Regional de OfiologiaRua Adauto Botelho, s/n° - Coophema78.085-200 - Cuiabá/MTTel: (65) 661 2494 - Celular: (65) 9983 6494 - Fax: (65) 644 2299e-mail: normatmt@zaz.com.brPaulo Friedrich BuhrnheimCoordenador do Núcleo de Animais PeçonhentosInstituto de Medicina Tropical de Manaus - UFAM - Núcleo de Animais PeçonhentosAv. Pedro Teixeira n° 25 - Bairro Dom Pedro69.040-000 – Manaus/ AMTel: (92) 238 4294 - Fax: (92) 238 3762e-mail: buhrn@uol.com.br 45
  • 45. ___________________________________________________________________________________________ REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:CANTER, Henrique M., PUORTO, Giuseppe e FERREIRA SANTOS, Marcos. O Butantan e as serpentes doBrasil. . São Paulo: lnstituto Butantan /Itautec, CD-ROW, 1996.FUNDACENTRO. Prevenção de acidentes com animais peçonhentos. São Paulo: Folder Série Técnica n"- 4.INSTITI-TO BUTANTAN. Serpentes venenosas do Brasil. São Paulo: cartaz Guia Rural, 1992.MINISTÉRIO DA SAÚDE. Cartilha de ofidismo (COBRAL). Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 1991.MINISTÉRIO DA SAÚDE.Manual de diagnóstico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos.Brasília: Fundação Nacional de Saúde, 1999.SEBEN, Antonio (org.). Cartilha de ofidismo. Brasília: Universidade de Brasília, 1996.SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE. Manual de vigilância epidemiológica acidentes pó animaispeçonhentos identificação, diagnóstico e tratamento. São Paulo: CVE, lnstituto Butantan, 1993.SCHVARTSMAN, Samuel.Plantas Venenosas e Animais Peçonhentos. São Paulo: Ed. Savier, 1992. 46
  • 46. _____________________________________________________________________________________________