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ASPECTOS PSICOLÓGICOS ENTRE A FAMÍLIA E O IDOSO INSTITUCIONALIZADO
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ASPECTOS PSICOLÓGICOS ENTRE A FAMÍLIA E O IDOSO INSTITUCIONALIZADO

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SEGUNDA JORNADA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LAGG UFJF

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  • Infelizmente , o Estado não oferece quase nada para os idosos, conforme certas portarias do Ministério da Sáude, nada cumprem, e realmente as familias que possui um idoso muito comprometido, chega ao ponto de exaustão, porque não encontra ajuda financeira, para manter um doente por ex. Alzheimer , o custo é muito caro, e sinto também a mão de obra ainda sem condições, precisamos trabalhar mais com os cuidadores.E o Estado cumprir seu papel, não só o Sistema LOAS, que pode ajudar.
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  • Ótima apresentação. Está bem formulada e objetiva
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Transcript

  • 1. Aspectos psicológicos entre a família e o idoso institucionalizado Por: Luciene Corrêa Miranda CRP-04 25602 Mestranda em Psicologia
  • 2. Estatuto do Idoso e ILPI
    • Art. 3 o É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do Poder Público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária.
    • Art. 37. O idoso tem direito a moradia digna, no seio da família natural ou substituta, ou desacompanhado de seus familiares, quando assim o desejar, ou, ainda, em instituição pública ou privada.
    • § 1 o A assistência integral na modalidade de entidade de longa permanência será prestada quando verificada inexistência de grupo familiar, casa-lar, abandono ou carência de recursos financeiros próprios ou da família.
  • 3. Por que institucionalizar?
    • O idoso não quer morar com a família e não tem condições de morar sozinho;
    • O idoso deseja morar numa instituição;
    • A família não quer cuidar do idoso;
    • A família não tem condições de cuidar do idoso.
  • 4. Fatores que podem influenciar a institucionalização
    • Idade;
    • Diagnóstico;
    • Grau de limitação nas AVDs;
    • Morar sozinho;
    • Estado civil;
    • Ausência de suporte social;
    • Pobreza, dentre outros.
    • (Kane, 1987, apud Born & Boechat, 2002)
  • 5. Idoso e família
    • Dificuldades nas relações intergeracionais e desgaste emocional entre familiares e idosos estão mais relacionadas às situações onde ocorrem doenças e limitações físicas do que ao processo de envelhecimento em si. (Souza, Skubs & Brêtas, 2007).
  • 6. Idoso e família
    • As famílias podem não dispor de condições para cuidar de um idoso seja devido à dificuldade de conciliar cuidado, atividades do lar e de trabalho ou mesmo pela impossibilidade de outros familiares dividirem a tarefa de cuidar. Nestes casos a institucionalização pode ser uma solução para o problema (Perlini, Leite & Furini, 2007).
    • Com a mudança de papéis atribuídos para a mulher, ela deixa de ser apenas a provedora de cuidados para seus familiares, o que afeta principalmente o idoso (Mazza & Lefèvre, 2004).
  • 7. Idoso e família
    • As relações entre diferentes gerações no âmbito familiar ocorrem devido aos laços de afetividade, sentimentos de obrigação perante alguém que já foi responsável por cuidar daquela geração mais jovem, incentivos econômicos, sanções negativas e a propagação de valores culturais (Goldani, 2004).
  • 8. ILPI como última alternativa
    • A dependência do idoso e a necessidade dos familiares se manterem no mercado de trabalho, aliados à dificuldade de encontrar e manter um cuidador formal é um motivo para a institucionalização.
    • A família costuma buscar primeiro um cuidador profissional, quando não o encontra parte para uma outra pessoa que se disponha a cuidar do idoso e somente quando não restam mais alternativas opta pela ILPI (Perlini, Leite & Furini, 2007).
  • 9. Idoso, Estado e ILPI
    • “ Sem o respaldo familiar, do sistema formal (representado pelo Estado) e com a falta de engajamento da sociedade fica aumentada, para o idoso, a possibilidade de sua inserção em uma instituição asilar”. (Mazza & Lefèvre, 2004, p.70).
  • 10. ILPI: mocinha ou vilã?
    • Para alguns idosos a instituição asilar pode representar uma escolha voluntária, enquanto que para outros é a única alternativa que lhes resta. Para os idosos que moram sozinhos e não têm família a institucionalização pode representar um local de proteção e de cuidados (Mazza & Lefèvre, 2004).
    • Ao optar pela institucionalização de um idoso a família tem a intenção de proporcionar a este condições de cuidado e conforto melhor qualificadas que aquelas oferecidas pela própria família (Perlini, Leite & Furini, 2007).
  • 11. O que a família pensa sobre ILPI?
    • Entrevista com familiares que residem com idosos (Mazza & Lefèvre, 2004)
    1 Filhos têm obrigação moral de cuidar dos pais 2 Somente se fosse um hotel de luxo 2 Solução para idosos dependentes, família sem preparo 3 Alguns idosos não aceitam institucionalização 4 Asilamento é sempre maléfico 7 ILPI somente para idosos que não têm família 7 Família provedora de cuidado e proteção Frequência Representações
  • 12. O que a família pensa sobre ILPI?
    • Perlini, Leite e Furini (2007) realizaram uma pesquisa qualitativa com familiares de idosos residentes numa ILPI no RS.
    • Para os entrevistados, a institucionalização aparece como uma conseqüência quase natural nas situações em que o idoso não tem filhos e já perdeu o cônjuge (Perlini, Leite & Furini, 2007).
    •  
    • Segundo os mesmos, o próprio idoso pode optar pela ILPI como sendo esta um local onde ele irá encontrar atenção, satisfação de necessidades básicas (Perlini, Leite & Furini, 2007).
  • 13. Família e o idoso institucionalizado
    • A visão do idoso e da família sobre a ILPI pode variar, porém deve-se refletir que geralmente esta é uma decisão definitiva.
    • Adaptar-se a uma mudança radical num estágio avançado da vida pode ser doloroso ou uma experiência de segurança e tranqüilidade (principalmente classes menos favorecidas) (Born & Boechat, 2002).
  • 14. Família e o idoso institucionalizado
    • É importante que a família opine sobre a decisão de levar o idoso para uma ILPI, mas, sempre que possível, esta é uma decisão que também cabe ao próprio idoso (Born & Boechat, 2002).
    • Se possível, permitir que o idoso conheça previamente a instituição e a equipe (Born & Boechat, 2002).
  • 15. Família e o idoso institucionalizado
    • “ Planejar o comparecimento de familiares e amigos, de tal maneira que não se deixe passar a idéia de abandono, o fará sentir-se como continuando a fazer parte da sociedade. Busca-lo nos finais de semana constitui boa medida de reafirmação de laços” (Born & Boechat, 2002, p. 774).
  • 16. Família e o idoso institucionalizado
    • Sugerir ao idoso para que ele leve consigo pequenos objetos da casa pode auxilia-lo a enfrentar o sentimento de solidão (Born & Boechat, 2002).
    • A instituição necessita ter conhecimento de uma série de dados importantes sobre o idoso e seus familiares, sendo importante que a família se mostre colaborativa em transmitir informações para a equipe (Born & Boechat, 2002).
    • Estas informações serão importantes para que o idoso se adapte com mais facilidade à ILPI (Born & Boechat, 2002).
  • 17. Curiosidade
    • Numa pesquisa comparativa entre idosos residentes em ILPI e em seus domicílios, Oliveira, Santos, Curvinel e Neri (2006) perceberam que:
    • - O grupo de idosos asilares apresentou mais sintomas de ansiedade (classificação grave), depressão (leve) e desesperança (nível leve), quando comparado com os outros grupos (Oliveira
    • et al, 2006).
  • 18. Considerações finais
    • Com o aumento da população idosa as ILPIs são uma opção para uma melhor qualidade de vida dos mesmos, desde que os locais sejam adequados em recursos humanos e materiais para atender às necessidades desta clientela (Davim et al, 2004).
    • A família deve estar sempre por perto para fiscalizar o tipo de cuidado oferecido ao seu familiar.
    • O Estado e as equipes multiprofissionais precisam oferecer maior suporte às famílias, o que acarretaria na melhor qualidade do cuidado domiciliar prestado e conseqüente diminuição da institucionalização desnecessária (Mazza e Lefèvre, 2004).
  • 19. Referências Bibliográficas
    • Brasil. LEI No 10.741, DE 1º DE OUTUBRO DE 2003. Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2003/L10.741.htm . Acesso em nov. 2008.
    •  
    • Born, T.; Boechat, N. S. (2002). A qualidade dos cuidados ao idoso institucionalizado. In: Freitas, E.V.; Py, L.; Neri, A. L.; Cançado, F. A. X.; Gorzoni, M. & Rocha, S. M. Tratado de Geriatria e Gerontologia . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
    •  
    • Davim, R. M. B.; Torres, G.V.; Dantas, S. M. M.; Lima, V. M. (2004). Estudo com idosos de instituições asilares no município de Natal/RN: características socioeconômicas e de saúde. Revista Latino-americana de Enfermagem , maio-junho; 12(3):518-24.
    •  
    • Goldani, Ana Maria. (2004) Relações Intergeracionais e reconstrução do estado de bem-estar. Por que se deve pensar esta relação para o Brasil? In Camarano, A. A.(Org). (2004) Os novos idosos brasileiros: muito alem dos 60? Rio de Janeiro: IPEA, p.211-250.
  • 20.
    • Mazza, M. M. P. R.; Lefèvre, R. (2004). A instituição asilar segundo o cuidador familiar do idoso. Saúde e Sociedade v.13, n.3, p.68-77, set-dez.
    •  
    • Oliveira, K. L.; Santos, A. A. A.; Curvinel, M.; Neri, A. L. (2006). Relação entre ansiedade, depressão e desesperança entre grupos de idosos Psicologia Em Estudo , Maringá, V. 11, N. 2, P. 351-359, Mai./Ago.
    •  
    • Pavan, F. J.; Meneghel, S. N.; Junges, J. R. Mulheres idosas enfrentando a institucionalização. (2008). Cadernos de Saúde Pública , Rio de Janeiro, 24(9):2187-2190, set.
    •  
    • Perlini, N. M. O.; Leite, M. T.; Furini, A. C. (2007). Em busca de uma instituição para a pessoa idosa morar: motivos apontados por familiares. Revista da Escola de Enfermagem da USP ; 41(2):229-36.
    •  
    • Souza, R.F.; Skubs, T.; Brêtas, A. C. P. (2007). Envelhecimento e família: uma nova perspectiva para o cuidado de enfermagem. Revista Brasileira de Enfermagem , Brasília, maio-jun; 60(3):263-7.
  • 21. Muito Obrigada! [email_address] www.cuidardeidosos.com.br

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