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ALZHEIMER E INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS

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  1. “ CUIDAR DE IDOSOS COM ALZHEIMER ” Alzheimer e Instituição de Longa Permanência para Idosos ILPI
  2. Contextualização <ul><li>O envelhecimento é um fenômeno mundial que vem merecendo a preocupação de muitos países e de organizações nas últimas décadas. </li></ul><ul><li>O Plano de Ação sobre o Envelhecimento/2002 tem como objetivo garantir que em todas as partes do mundo, a população possa envelhecer com segurança e dignidade, e que os idosos possam continuar participando de sua sociedade, como cidadãos de plenos direitos. </li></ul><ul><li>(Madri – Segunda Assembléia Mundial sobre Envelhecimento) </li></ul>
  3. Contextualização <ul><li>O envelhecimento se dá de forma diferenciada entre os povos, dependendo de fatores estruturais de desenvolvimento de um país e fatores pessoais (genética, condições psicosociais, modo de vida). </li></ul><ul><li>A velhice deve ser planejada para atender as necessidades sociais, que são também individuais. </li></ul>
  4. Contextualização <ul><li>A legislação brasileira enfatiza a família como a principal responsável pelo cuidado do idoso. </li></ul><ul><li>Está assegurado pela Constituição Federal de 1988, reforçada na Política Nacional do Idoso de 1994 e no Estatudo de Idoso de 2003. </li></ul>
  5. Direito a Moradia <ul><li>Historicamente o cuidado com a geração mais velha tem sido atribuido aos descendentes, norma social reforçada pelo amparo da lei. </li></ul><ul><li>A Constituição Federal de 1988 preconiza o cuidado com a pessoa idosa na família, em detrimento do atendimento asilar, porém no artigo 37, da lei 10741 – Estatuto do Idoso, </li></ul><ul><li>“ o idoso tem direito a moradia digna, no seio da família natural ou substituta, ou desacompanhado de seus familiares quando assim o desejar, ou ainda, em instituição pública ou privada.” </li></ul>
  6. Modalidade Asilar / Imagem Social Negativa <ul><li>Os asilos constituem a modalidade mais antiga e geral de atendimento à pessoa idosa, fora de seu convívio familiar. </li></ul><ul><li>Desde a sua origem é: </li></ul><ul><ul><li>Um lugar de segregação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Associado à pobreza e ao abandono; </li></ul></ul><ul><ul><li>Um lugar de cuidado de pessoas inofensivas e incapazes (cegos, velhos, órfãos e indigentes) “Instituição Total” – Goffman, 1961; </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Asilo de Mendicidade”. </li></ul></ul>
  7. Modalidade Asilar / Imagem Social Negativa <ul><li>Funções: guarda, proteção e alimentação das pessoas rejeitadas pelos seus grupos diretos, a medida que a sua presença se torna indesejada, ou que não cumpra o seu papel esperado pela família ou meio social. </li></ul><ul><li>Com o surgimento do asilo, a velhice ganha um lugar, mas perde simbolicamente o seu lugar na vida (Groisman – 1999); </li></ul>
  8. Novos Modos de Morar <ul><li>O Que é ILPI? </li></ul><ul><li>I nstituição de Longa Permanência para Idosos </li></ul><ul><li>Instituição mantida por órgãos governamentais e não-governamentais. </li></ul><ul><li>Propiciar atenção integral em caráter residencial, entendido como um conjunto de serviços especializados que visam à promoção e manutenção da saúde física e emocional, cuidados pessoais e o convívio social, com condições de liberdade e dignidade. </li></ul><ul><li>Pessoas acima de 60 anos, com ou sem suporte familiar, de forma gratuita ou mediante remuneração. </li></ul>
  9. Características das ILPIs <ul><li>Utilizam os mesmos espaços físicos, fechados; </li></ul><ul><li>Tratamento infantilizado. </li></ul><ul><li>Normas, regulamentos, horários, dieta alimentar e rotinas pré estabelecidas que atendam às exigências institucionais e não pessoais; </li></ul><ul><li>Prevenção de violência e maus-tratos pelos familiares; </li></ul><ul><li>Baixa oferta devido ao preconceito a ela associada; </li></ul><ul><li>Significa uma nova organização e divisão da responsabilidade pelo cuidado com a pessoa idosa entre familia, Estado, Sociedade e Empresa Privada; </li></ul><ul><li>Alternativa de cuidado e moradia para população idosa, reduzindo o estresse do cuidador familiar; </li></ul><ul><li>Possibilita um atendimento especializado, através de uma equipe interprofissional; </li></ul><ul><li>Favorece a convivência e participação de atividades sociais. </li></ul>
  10. Características das Pessoas Idosas Institucionalizadas <ul><li>Insuficiência de recursos financeiros. </li></ul><ul><li>Isolamento, medo, tristeza e depressão; </li></ul><ul><li>Sentimento de abandono; </li></ul><ul><li>Inatividade física e mental; </li></ul><ul><li>Atividades de lazer limitadas ou ausente; </li></ul><ul><li>Perda de familiares próximos; </li></ul><ul><li>Saudades e desejos, muitas vezes inconfessados (ruptura com vínculos afetivos); </li></ul><ul><li>Saúde comprometida – possível sintoma de demência, sendo a doença de Alzheimer a mais comum das demências; </li></ul><ul><li>Opção desejada – viver com a família não é a garantia de respeito e cuidados adequados; </li></ul><ul><li>Necessidade de se estabelecer novas relações, reconhecendo como um novo lar; </li></ul><ul><li>Idoso mais velho; </li></ul><ul><li>Falta de autonomia física e mental para administrar a própria vida, gerando uma dependência progressiva; </li></ul><ul><li>Prevalência de doenças crônicas e de incapacidade; </li></ul><ul><li>Feminilização. </li></ul>
  11. Institucionalização: uma questão feminina
  12. Família <ul><li>Novos arranjos familiares e na nupcialidade (vários casamentos); </li></ul><ul><li>Falta suporte de um sistema formal à família e comunidade; </li></ul><ul><li>Maior participação da mulher no mercado de trabalho; </li></ul><ul><li>Baixa fecundidade; </li></ul><ul><li>Características socio econômicas – baixas condições financeiras; </li></ul><ul><li>Relações familiares conflituosas; </li></ul><ul><li>A doença de Alzheimer muda completamente o ritmo da vida familiar - é necessária uma assistência constante ao portador, surgindo assim uma dependência que só tende a se aprofundar com o passar dos anos; </li></ul><ul><li>A família não está preparada e informada para enfrentar a doença de Alzheimer; </li></ul><ul><li>A institucionalização ocorre “no limite da capacidade familiar em oferecer os cuidados necessários” (Larsch / 2003, p.864). </li></ul>
  13. Medidas Preventivas <ul><li>Necessidade de um planejamento para ocupação do tempo livre da pessoa idosa; </li></ul><ul><li>Equipe interprofissional especializada e cuidadores; </li></ul><ul><li>Programa de capacitação continuada para gestores, cuidadores e familiares; </li></ul><ul><li>Estimulação física, cognitiva e terapia adequadas; </li></ul><ul><li>Estimulação para realização das atividades básicas da vida diária; </li></ul><ul><li>Facilitar a integração social entre os residentes, familiares e comunidades; </li></ul><ul><li>Avaliação períodica de cada residente; </li></ul><ul><li>Realização ou orientação familiar de trâmites legais, no caso de interdição e curatela; </li></ul><ul><li>Cuidar de quem cuida; </li></ul><ul><li>Adequação do espaço físico de acordo com as normas preconizadas pela legislação vigente. </li></ul>
  14. Cuidar exige... <ul><li>atenção; </li></ul><ul><li>segurança; </li></ul><ul><li>tranquilidade; </li></ul><ul><li>afeto; </li></ul><ul><li>respeito; </li></ul><ul><li>DIGNIDADE! </li></ul>
  15. Mensagem <ul><li>“ Não é razoável que tantos esforços sejam feitos para prolongar a vida humana, se não forem dadas condições adequadas para vivê-la”. </li></ul><ul><li>Marcelo Salgado </li></ul>
  16. Elaboração <ul><li>Maria da Piedade Oliveira Assistente Social </li></ul><ul><li>Maria José Sinhoroto -Assistente Social e Gerontóloga Social </li></ul><ul><li>Juiz de Fora / MG </li></ul>

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