Seminário communities of practice

707 views
643 views

Published on

Apresentação para o seminário sobre Communities of Practice da disciplina Interação Online do curso de especialização ELMC da UFMG

Published in: Education, Travel, Technology
0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
707
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
46
Actions
Shares
0
Downloads
15
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Seminário communities of practice

  1. 2. SEMINÁRIO COMUNIDADES DE PRÁTICA
  2. 3. Marco referencial <ul><li>O termo comunidade de prática foi, inicialmente, cunhado por Wenger e Lave em 1991 ( Wenger and Lave, 1991 ). </li></ul>
  3. 4. <ul><li>Wenger define comunidades de </li></ul><ul><li>prática como sendo grupos de pessoas que dividem um interesse comum e por meio da interação regular desenvolvem maneiras de se fazer e aprender mais sobre esse interesse que as une. </li></ul>As comunidades de prática são formadas por pessoas que querem engajar-se em um processo de aprendizagem coletiva numa área do conhecimento humano.
  4. 5. Outras Definições <ul><li>Wikipedia: </li></ul><ul><li>Uma Comunidade de Prática designa </li></ul><ul><li>um grupo de pessoas que se unem em torno de um mesmo tópico ou interesse. Essas pessoas trabalham juntas para achar meios de melhorar o que fazem, ou seja, na resolução de um problema na comunidade ou no aprendizado diário, através da interação regular. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Para Mitchell (2002): Comunidades de Prática são grupos de pessoas que dividem uma preocupação, um conjunto de problemas ou uma paixão a respeito de algum tema e aprofundam seu conhecimento e experiência sobre esse tema, por meio da interação contínua. </li></ul><ul><li>Lesser e Stork (2001) afirmam que uma comunidade de prática pode ser conceituada como um grupo cujos membros estão comprometidos em compartilhar o aprendizado, baseados em um interesse comum. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Lesser e Prusak (2000) </li></ul><ul><li>conceituam Comunidades de Prática como agrupamentos informais ou redes de indivíduos que trabalham juntos, dividindo conhecimentos, compartilhando problemas comuns, histórias e frustrações. </li></ul><ul><li>Wenger e Snyder, (2000) reforçam essa abordagem, conceituando Comunidades de Prática como um grupo de pessoas, informalmente constituído pela troca de experiências ou paixão por um empreendimento comum. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>McDermott (1999) inclui o aspecto da virtualidade: as comunidades virtuais de prática são mais que simples grupos trabalhando à distância e devem ser consideradas como um grupo com uma missão comum, devendo entregar um produto, baseado em trocas regulares e mútuas de informação. </li></ul>
  8. 9. Wenger afirma que nem toda comunidade é uma comunidade de prática e coloca três fatores cruciais para sua caracterização: Domínio Comunidade Prática
  9. 10. Área do conhecimento que identifica e congrega os membros dando-lhes o “senso de empreendimento comum” (KIMIEK, 2002) Domínio
  10. 11. Os membros participam de atividades conjuntas de engajamento no domínio de interesse, buscando solucionar problemas, participando de discussões, compartilhando informações, interagindo. Comunidade
  11. 12. Os membros desenvolvem uma série de recursos, experiências, histórias, maneiras de resolver problemas que são compartilhados entre o grupo, criando uma prática compartilhada, o que leva tempo e sustentação da interação. Prática
  12. 13. Estágios de desenvolvimento Wenger prevê a abordagem da dinâmica das Comunidades de Prática, que se movem a partir de vários estágios de desenvolvimento, caracterizados por diferentes níveis de interação entre seus membros e nos diferentes tipos de atividades que desempenham. Assim eles podem ser descritos:
  13. 14. Potencial : Indivíduos encontram-se face a situações similares, sem o benefício de compartilhar informações. Encontrando-se e descobrindo afinidades Em coalizão : Membros agrupam-se E reconhecem seu potencial explorando conectividade e negociando a Comunidade.
  14. 15. Ativa : Membros engajam-se e desenvolvem uma prática engajando-se em atividades comuns, criando artefatos, renovando interesses, comprometimento e relacionamento. Dispersa : Membros não estão mais engajados, mas a comunidade ainda vive como um centro de conhecimento mantendo contato, comunicação, participando de reuniões, solicitando recomendações.
  15. 16. Memorável : A comunidade não é mais central, mas as pessoas ainda a recordam como parte de suas identidades, contando histórias, preservando artefatos, coletando memórias.
  16. 17. Segundo Wenger é possível aliar as teorias da aprendizagem para entender a aprendizagem em comunidades de prática Teorias Sociais da Aprendizagem Teorias da identidade Teorias da Prática Social Teorias da Experiência Situada Teorias da Estrutura Social Instituições, normas, regras, sistemas culturais, história. Coordenação e partilha De recursos em sistemas sociais Formação social da pessoa, ritos de passagem, categorias sociais Dinâmicas relacionais, improvisação, coordenação, atividades.
  17. 18. Componentes fundamentais para uma teoria social da aprendizagem: Aprendizagem Identidade Significado Comunidade Prática Aprendizagem como pertença Aprendizagem fazendo Aprendizagem como procura de sentido Aprendizagem como procura de identidade
  18. 19. Para Wenger, uma comunidade de prática define-se ao longo de três dimensões que estão relacionadas pela prática. Compromisso mútuo. repertório compartilhado Empreendimento partilhado
  19. 20. Tentamos neste trabalho sintetizar alguns apontamentos importantes cunhados por Wenger, principalmente,do conceito e caracterização das Comunidades de Prática, para que possamos ampliar nosso repertório conceptual e aprofundar nossas pesquisas sobre essa nova (ou velha? ) forma de aprender.
  20. 21. 1º - Como estudantes de especialização ELMC da UFMG formamos uma Comunidade de Prática? 2º - Como se expressa a prática na sua ligação com a comunidade? À luz da experiência que temos das aulas nas escolas, qual o empenhamento que elas oferecem, quais as oportunidades que apresentam para exercitar a imaginação, quais os mecanismos de alinhamento comunitário que proporcionam? 3º - Em que aspectos participar de uma CoP pode ser positivo para nossa prática e em que aspectos pode ser negativo. 4º - 4- Que possibilidades (affordances) podemos oferecer ao desenvolvermos projetos de ensino mediado por computador visando criar uma CoP? Para você pensar:

×