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Web2.0   aplicações 1
 

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    Web2.0   aplicações 1 Web2.0 aplicações 1 Document Transcript

    • Cultura Coletiva WEB 2.0 – Aplicações na Educação Parte 11 - Tecnologia e Educação Notadamente nas últimas décadas, os avanços tecnológicos têm influenciado demaneira determinante tudo à nossa órbita. Consequentemente, os avanços sociaistendem a acompanhar a tecnologia devido ao fato do homem ser, em sua essência,um ser tecnológico que busca, a partir do conhecimento técnico, a resolução para osproblemas cotidianos com os quais se depara. Nesse contexto, os equipamentos eletrônicos tornaram-se indispensáveis eminstituições, empresas, escolas e mesmo nos domicílios, mostrando-se cada vez maispresentes no dia-a-dia da sociedade contemporânea. Seja para automatizar processosou para facilitar tarefas, eis que a tecnologia está em todas as áreas da atividadehumana. Na educação não é diferente. Entretanto, nota-se que quando tratamos detecnologia em educação ainda há uma grande discrepância em relação a outras áreas.Numa época de oferta tecnológica emergente, a maioria das escolas públicas sequertem um laboratório de informática utilizável e os poucos computadores existentes sãoutilizados administrativamente. É fato que, quando se pensa na incorporação de novas tecnologias naeducação, há várias condicionantes que limitam ou dificultam esse processo, comorecursos financeiros, formação do profissional, diversidade social e a própriaresistência do sistema escolar estabelecido. Apesar da grande tendência pedagógicapara uma mudança educacional sensível, o modelo de escola continua sendo otradicional, resistente a mudanças. O papel do professor interventor e detentor do conhecimento ainda prevalece, oque torna quase nula a autonomia e a construção do conhecimento pelo aluno. O focono conteúdo torna o professor apático aos interesses e necessidades dos alunos,tornando mais frágil e mais susceptível à fragmentação um grupo que já é, por si só,heterogêneo. Isso poderia explicar o alto índice de evasão escolar que tem como causaa escola não ser um ambiente interessante. Sem que haja interação, participação ativa,é praticamente impossível ter alunos motivados. O diálogo é necessário para seconhecer as competências e dificuldades e buscar novas estratégias pedagógicas.2 - Mudanças necessárias Nesta sociedade mergulhada em tecnologia em que vivemos, há um ambientemais rico e estimulante fora da escola. É preciso levar esse ambiente para dentro daescola, e levar a escola para esse novo ambiente. Há espaços mais ricos para criaçãode conteúdos através de sites de relacionamentos e blogues; exercita-se acomunicação através de e-mails, mensagens instantâneas e sms, e tudo isso tem-sedeixado de fora das salas de aula.
    • Cultura Coletiva Temos que aceitar, como educadores, que a tecnologia não é uma escolha. Atecnologia criou um mundo. Um novo ambiente foi inventado, emergiu. Trata-se derelacionamento, comunidades, conectividade, acesso... As pessoas vivem agora emum espaço diferente. Eles vivem no que se chama “Quase-Agora”. É um espaço deenvio de torpedos, da postagem no facebook, no Twitter. É um espaço em que se poderefletir, pesquisar, aprender, repetir... Não se trata de deixar de lado a educação sistematizada, mas de complementá-la, torná-la mais atraente. Não se pretende menosprezar o aprendizado em bibliotecas,museus, zoológicos... mas de permitir que, pela rede, se tenha acesso à bibliotecas,museus, zoológicos em lugares que seriam inacessíveis. Trata-se de usar oscomputadores, os telefones celulares, ipods, mp4 e coletar informações que os jovensconstroem fora das escolas. Essas tecnologias, antes usadas separadamente,convergiram para equipamentos multifuncionais que conectam as pessoas e facilitam oaprendizado. A Internet tem possibilitado a formação de novas formas de interação,organização e atividades sociais, graças as suas características básicas, como o uso eo acesso difundido. O uso das redes como uma nova forma de interação no processoeducativo amplia a ação de comunicação entre aluno e professor e o intercâmbioeducacional e cultural. O ato de educar com o auxílio da Internet acaba por romperbarreiras e extinguir o isolamento da sala de aula, acelerando a autonomia daaprendizagem dos alunos em seus próprios ritmos. A educação pode assumir umcaráter coletivo e tornar-se acessível a todos. O professor deve assumir a posição de facilitador e orientador de um novo tipode aluno – imerso no mundo tecnológico - que será o protagonista no processo ensino-aprendizagem. E para trabalhar com esse novo tipo de aluno é necessário um novotipo de professor. Um professor que não seja um reprodutor de conhecimentos jáestabelecidos, mas que esteja voltado ao uso dessas novas tecnologias – sem ter ailusão de se tratar da solução final e absoluta.3 - Redes Sociais Os expoentes desta nova Web 2.0 são as redes sociais que permitem acomunicação de maneira muito fácil e são, em geral, serviços gratuitos; levam aescrever e se expressar regularmente - individual ou coletivamente - permitindo adiscussão e comentários sobre cada um dos temas ou mensagens postadas; osusuários desses serviços são capazes de adicionar uma grande variedade de itens assuas páginas pessoais, de indicar interesses comuns, e de entrar em contato comoutras pessoas. As redes sociais são antes de mais nada redes de comunicação que envolvem alinguagem simbólica, os limites culturais, as relações de poder e assim por diante. Paracompreender as estruturas dessas redes, temos de lançar mão de idéias tiradas dateoria social, da filosofia, da ciência da cognição, da antropologia e de outrasdisciplinas. A preocupação central é a de identificar a comunicação como o elementocentral das redes sociais: "Os sistemas sociais usam a comunicação como seu modo
    • Cultura Coletivaparticular de reprodução autopoiética. Seus elementos são comunicações produzidas ereproduzidas de modo recorrente por uma rede de comunicações, e que não podemexistir fora de tal rede” (Capra, 2002). Essas redes de comunicação geram a si mesmas. Cada comunicação criapensamentos e um significado que dão origem a outras comunicações, e assim a redeinteira se regenera - é autopoiética. Como as comunicações se dão de modo recorrenteem múltiplos anéis de realimentação (feedback), produzem um sistema comum decrenças, explicações e valores - um contexto comum de significado - que écontinuamente sustentado por novas comunicações. Através desse contexto comum de significado, cada indivíduo adquire a suaidentidade como membro da rede social, e assim a rede gera o seu próprio limiteexterno. Não se trata de um limite físico, mas de um limite feito de pressupostos, deintimidade e de lealdade um limite continuamente conservado e renegociado pela redede comunicações. Redes não são, portanto, apenas uma outra forma de estrutura, masquase uma não estrutura, no sentido de que parte de sua força está na habilidade dese fazer e desfazer rapidamente. As redes sociais podem operar em diferentes níveis, como, por exemplo, redesde relacionamentos (facebook, orkut, myspace, twitter), redes profissionais (LinkedIn),redes comunitárias (redes sociais em bairros ou cidades), redes políticas, dentreoutras, e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a suaactividade, como os indivíduos alcançam os seus objectivos ou medir o capital social –o valor que os indivíduos obtêm da rede social.REFERÊNCIASCapra, Fritjof. The hidden connections: A science for sustainable living. New York :Doubleday, 2002. Edição 48.Carvalho, A A A. Manual de Ferramentas da Web 2.0 para Professores. Ministério daEducação, Portugal. 2008.Moran, J.M. A educação que desejamos: novos desafios e como chegar lá.Campinas: Papirus Educação. 2007.Y. Chen,G. Paul, R. Cohen, S. Havlin, S. P. Borgatti, F. Liljeros, H. E. Stanley (2007)."Percolation theory applied to measures of fragmentation in social networks"Definições e Explanações: Wikipedia