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Ecossistemas - Nível superior

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Aula de Ecossistemas baseada no ODUM e Economia da Natureza

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  • 1. Ecossistema Fluxograma da aula Definição Estrutura Funcionamento Imagem: Gaia (LOVELOCK)
  • 2. Ecossistema Fundamentação teórica: Fluxograma da aula Ecologia -ODUM (cap. 2) A Economia da Natureza RICKLEFS (cap. 2. 3. 4 .5) Gaia JAMES LOVELOCK Cultrix Imagens: O Mar (CUBE Book) Google Imagens Definição Estrutura Funcionamento
  • 3. Ecologia A ecologia — palavra proveniente do grego oikos ("lar") — é o estudo do Lar Terra. Mais precisamente, é o estudo das relações que interligam todos os membros do Lar Terra. Economia da Natureza A investigação de todas as relações do animal com seu ambiente orgânico e inorgânico; incluindo acima de tudo suas relações amigáveis com aqueles animais e plantas com os quais ele entra em contato direto ou indireto. O termo foi introduzido em 1866 pelo biólogo alemão Ernst Haeckel, que o definiu como "a ciência das relações entre o organismo e o mundo externo circunvizinho
  • 4. Ecologia • Durante os últimos anos a Ecologia tem-se tornado cada vez mais uma integrada Ciência Exata, pois pesquisa em Ecologia utiliza os conceitos instrumentais Matemática Ciências Naturais Física Química Ciências Sociais A Ecologia é uma ciência aplicada pois relaciona o comportamento humano com a estrutura e função dos Ecossistemas
  • 5. Ecologia Melhor maneira de se delimitar ecologia é considerando se os níveis de organização Espectro dos níveis de organização (ODUM)
  • 6. Biosfera ou Ecosfera é o maior sistema biológico e que mais se aproxima da autossuficiência.
  • 7. Ecossistema, definição: • O ecossistema é a unidade básica na ecologia pois inclui: Água (propriedades térmicas) Substâncias dissolvidas e nutrientes. Disponibilidade de luz (fotossíntese) os organismo Temperatura Concentração de íons Hidrogênio ambiente abiótico Umidade Salinidade OBS: cada um desses fatores influencia na propriedade do outro. manutenção da vida!
  • 8. Ecossistema: definição: ...Os conjuntos de organismos com seus ambientes físicos e químicos forma um ecossistema (RICKLEFFS, 2003). Um ecossistema é uma grande máquina termodinâmica gigante que dissipa energia em forma de calor. Essa energia entra no meio biológico via fotossintese
  • 9. A que ecossistema pertence?
  • 10. Ecossistema: SISTEMAS BIÓTICOS De forma geral os sistemas bióticos têm um propósito na existência pois são direcionados pela busca de energia e geração da prole. Características do organismo vivo: 1) Limites e fronteiras externas, 2) Absorve energia {Luz, alimento}, 3) Excreta produtos, 4) Mantém constante um meio interno.
  • 11. Ecossistema: SISTEMAS BIÓTICOS A forma e a função dos animais e plantas evoluíram parcialmente em resposta as condições prevalecentes no mundo físico. Elefante Marinho e Pinguim Real Tubarão Branco – Oceano Pacífico
  • 12. O que é um sistema? Um sistema pode ser definido como um conjunto de componentes (ou idéias) ligados entre si por alguma forma de ação regular ou de interdependência. Sistema Solar, Sistema Nervoso, Sistema Econômico. As partes componentes de qualquer um desses sistemas são numerosas e as interações são muito complexas.
  • 13. Diagramas de compartimentos 4 componentes para um modelo funcional:
  • 14. Ecossistema: componentes e processos  4 componentes principais: 1) Comunidade, 2) o fluxo de energia 3) ciclagem de materiais 4) controle por retroalimentação Diagrama funcional de um ecossistema através de uma ―Linguagem de energia‖. Fluxo de energia ocorre só num sentido. A energia Solar que entra é transformada e sua qualidade elevada (convertida em matéria orgânica) pela comunidade.
  • 15. Ecossistema conceitualmente completo:  Todos os ecossistemas são sistemas ABERTOS: Existe uma entrada (AE) e uma saída de energia (AS). Um ecossistema precisa de uma entrada para manter os processos vitais e um meio de exportar a energia e materiais processados.
  • 16. Ecossistema: identificando 1) fluxo de energia e matéria 2)diferentes níveis tróficos Luz solar calor Produtores energia nutrientes Sais minerais consumidores decompositores
  • 17. Principais nutrientes exigidos pelos organismos e sua função:  A maioria dos elementos vitais, e compostos orgânicos apresentam-se num constante fluxo entre as fazes vivas e não vivas.  ATP Trifosfato de adenosina e DNA  Substâncias húmicas (Produtos finais da Decomposição)
  • 18. A Energia é passada adiante dos animais que alimentamse das plantas (herbívoros) para os animais que se alimentam dos comedores das plantas. Por essa razão as plantas são denominadas de PRODUTORES. transferem energia Física para Biológica e colocam a disposição dos outros organismos, os CONSUMIDORES Imagem: Guepardo jovem atacando filhote de gazela - África
  • 19. Tamanho do ecossistema ECOSSISTEMA = AE + S (sistema delimitado) + AS. 1. Tamanho do sistema (maior S, menos depende do exterior) 2. Intensidade metabólica (alta taxa, + entrada e saída) 3. Equilíbrio autotrófico-heterotrófico (+ desequilíbrio, +elementos externos p equilibrar) 4. Estágio de desenvolvimento (sistemas jóvens diferem de sistema maduros) Ex.: Serra Florestada (AE,AS menores) x Riacho (AE, AS maiores), cidade
  • 20. Estrutura do Ecossistema:  Do ponto de vista de estrutura trófica (nutrição) um ecossistema apresenta dois estratos:  1) um estrato AUTOTRÓFICO [auto-alimentador] ou ―faixa verde‖ Vegetais clorofilados, predomina a fixação da energia luminosa, onde substâncias inorgânicas simples tornam-se substâncias orgânica complexas 2) um estrato HETEROTRÓFICO [alimentador de outro] ou ―faixa marrom‖ solos, sedimentos, material em decomposição. Predomina o rearranjo e decomposição de materiais complexos.
  • 21. Estrutura do Ecossistema:  Comparação entre Ecossistema Terrestre x Aquático I - Autotróficos , II – Herbívoros, I II – Detritívoros, IV Carnívoros, V Sapróvoros.
  • 22. Componentes do Ecossistema:  Do ponto de vista Biológico o ecossistema é constituído de: Componentes Ñ- Vivos 1. 2. 3. 4. 5. Substâncias Inorgânicas (C, N, CO2, H20) Compostos Orgânicos (Proteinas, carboidrato, lipídios) Ambiente atmosférico e fatores físicos. Produtores – organismos autotróficos Macroconsumidores ou fagótrofos – organismos heterótrofos: organismos que ingerem outros animais 6. Microconsumidores, saprótrofos ou decompositores, principalmente bactérias e fungos Componentes Vivos
  • 23. Os três reinos funcionais da Natureza (tipo de nutrição) 1. 2. 3. Produtores – organismos autotróficos Fagótrofos – organismos heterótrofos: organismos que ingerem outros animais Saprotrofos ou decompositores, principalmente bactérias e fungos
  • 24. A Hipótese Gaia • Sustenta que os organismos, evoluíram junto com o ambiente físico, formando um sistema complexo de controle o qual mantém favoráveis à vida as condições da terra • Lovelock 1979.
  • 25. A Hipótese Gaia  As plantas que crescem sobre uma duna de areia forma um substrato radicalmente diferente do original Ambiente Abiótico Imagem: Areias do Albardão 2004 Ambiente Abiótico Controla a Atividade dos organismos
  • 26. A Hipótese Gaia: controle do ambiente • Os sistemas vivos reduziram as flutuações de fatores físicos. • Ex.: Amônia excretada pelos organismos vivos controla o pH dos solos e sedimentos possibilitando ampla variedade de vida.
  • 27. As cidades e Hipótese Gaia • muito recurso para manutenção da vida ( ar, água, combustível e alimento). Quanto maior, mais avançadas tecnologicamente, maior o perigo de lesarem o hospedeiro.
  • 28. A degradação de sistemas em Gaia. • Ex.: Bacia do Cobre em Copperhill, EUA • Redução de do número de organismos vivos a tal ponto que a organização do sistema é destruida. • Vapores de ácido sulfúrico – fundição do cobre • diminuição da cobertura vegetal - Solo erodido– paisagem de marte.
  • 29. O questionamento de ODUM: Quanto custará, a nós ―pagadores de impostos‖ para reabilitar uma grande área do solo impactado?
  • 30. A Humanidade e Gaia • Humanidade tenta modificar o ambiente físico para satisfazer suas necessidades. • Os componentes bióticos estão em vias de destruição e os balanços globais estão começando a ser perturbados. • Somos Heterotróficos, fagotróficos e dependemos do ambiente natural não importa sofisticação da nossa tecnologia.
  • 31. A Tragédia dos comuns • Garret Hardin. • Os bens comuns são recursos tais como ar, mar, terras públicas, que todos são livres para usar. • A não ser que a sociedade aja para estabelecer restrições a partir de um consenso, o uso excessivo e a deterioração subsequente são quase inevitáveis.
  • 32. Colônias espaciais? • O concerto da biosfera através das técnicas de restauração dos ecossistemas provavelmente virá a ser um comércio lucrativo, já que não podemos escapar para colônias espaciais que ainda não são viáveis.
  • 33. Tempo geológico e o decréscimo de CO2 • Tempo geológico: Há 600 milhões de anos, uma fração muito pequena porém significativa da matéria orgânica não decomposta em sedimentos anaeróbicos foi enterrada e fossilizada sem nunca ser oxidada = Superavit na produção Orgânica em relação a decomposição. Tornou possível a EVOLUÇÃO e sobrevivência de formas mais avançadas de vida
  • 34. Formação dos combustíveis fósseis • Os combustíveis fósseis formaram-se há 300 milhões de anos decorrente de uma produção excessiva de Matéria Orgânica.
  • 35. O Sol, o grande impulsionador dos ecossistemas:  Essa gigante Fonte de energia Irradiada ao seu redor é que matém equilíbrio térmico na Terra.  Evapora as águas, circulação de ventos e correntes oceânicas, além de permitir a fotossíntese aos componentes autotróficos.
  • 36. A energia do sol incide na clorofila das plantas ajudando na combinação do CO2 + H20, ambos de baixo conteúdo energético para formar carboidratos de alto conteúdo energético. A energia absorvida é repassada às ligações químicas .
  • 37. água
  • 38. Tipos de Fotossíntese: • Quimicamente o processo significa a armazenagem de uma parte da energia solar sob a forma de energia potencial. • • Há uma equação de Oxidação-redução. 2 tipos: A Fotossíntese realisada pelas plantas e a fotossíntese Bacteriana.
  • 39. A Fotossíntese dos vegetais superiores. • Apresentam diferentes vias bioquímicas de redução do carbono possuem implicações ecológicas importantes:
  • 40. Produção Global – A Fotossíntese dos vegetais superiores. • C3 ciclo de pentoses ciclo de Calvin: • C4 ciclo do ácido dicarboxílico: • Esses dois tipos respondem de forma diferente à luz, temperatura e água.
  • 41. Produção – C3 x C4. • C3: 1) 2) taxa máxima de fotossíntese ocorre sob intensidade luminosa media e temperatura moderada. É inibida altas temperatura e plena luz solar. • C4: 1) 2) estão adaptadas a luz e a temperaturas elevadas. Superando a produção das C3. Utilizam mais eficientemente a água (dominam vegetação de desertos e campos temperados) OBS: Capins invasores e ervas daninhas em sua maioria são plantas C4 Figura: Comparação da resposta fotossintética (ODUM)
  • 42. O metabolismo CAM. • Outra forma de fotossíntese: • CAM (metabolismo do Ácido crássuláceo): 1) Plantas de deserto – cactos: Mantém estômatos fechados durante o dia e abertos durante a noite – O gás carbônico é armazenado na forma de ácidos orgânicos, e fixados apenas no dia seguinte, isso diminui a perda de água durante o dia. .
  • 43. Produção Global e as bactéria. • • • • Aquáticas (marinhas e dulcícolas) Ciclagem de minerais dos sedimentos aquáticos. Em sua maioria são anaeróbicas facultativas. Podem funcionar também como heterotróficas na ausência de luz. • Algumas realizam metabolismo auxotrófico = refere-se a estágios intermediários entre autotrofia e heterotrofia. • Ex.: algumas espécies de algas necessitam de alguma substância orgânica complexa para seu crescimento que elas mesmo não produzem, ou formas de fitoplânctos que durante o dia são produtores e a noite consumidores.
  • 44. As bactéria Quimiossintéticas. • São consideradas Quimiolitotróficas pois obtém energia pela oxidação química de compostos inorgânicos simples. • Ex.: de amônia em nitrito Nitrossomonas e nitrococcus • nitrito em nitrato • de sulfeto em enxofre . Nitrobacter Sulfobactérias
  • 45. As bactéria Quimiossintéticas. As sulfobactéria Thiobacillus, abundantes em fontes sulfurosas utilizam SO4 e produzem H2S (sulfeto de Hidrogênio) como fonte de energia Anaeróbicas obrigatórias, vivem em sedimento de águas onde existe baixa intensidade de luz. • Organismos importantes no ciclo do enxofre.
  • 46. Chaminés hidrotérmicas
  • 47. As bactéria Quimiossintéticas. Há ecossistemas nas profundezas dos Oceanos baseados inteiramente em bactérias quimiolitossintéticas. Fundos oceânicos com fendas onde escapa água quente sulfurosa rica em minerais. Bivalves, vermes marinho, que se alimentam de sulfobactérias. Outros animais cultivam essa bactéria no tubo digestivo.
  • 48. As bactéria simbiontes • Simbiose = organismos que vivem juntos em associação. Nesta associação cada parceiro proporciona algo que o outro não possui. Ex.: Liquens (algas + Fungos) – Bactérias que fermentam material vegetal nos intestinos das vacas. – Bactérias fixadoras de nitrogênio no nódulo radiculares de leguminosas
  • 49. As bactéria simbiontes – Bactérias que fermentam intestinos das vacas. material vegetal nos
  • 50. As bactéria simbiontes • A bioluminescência ocorre em diversos grupos de organismos, desde vertebrados a invertebrados marinhos, assim como em microorganismos e animais terrestres. • As bactérias simbióticas contidas nos organismos maiores são bioluminescer, conferindo algumas vantagens para eles. • .
  • 51. Tipos de decomposição • Em termos mundiais o processo Heterotrófico da decomposição equilibra-se o aproxidamente ao metabolismo autotrófico. • Se considerarmos a decomposição qualquer oxidação biótica liberadora de ENERGIA, Há 3 tipos de decomposição com base às necessidades de oxigênio: 1. Respiração aeróbica: aceptor de elétrons. oxigênio é o 2. Respiração anaeróbica: um composto inorgânico é o aceptor de elétrons. 3. Fermentação: o Composto oxidado é aceptor de elétrons.
  • 52. Tipos de decomposição 1. Respiração aeróbica: oxigênio é o aceptor de elétrons: Animais superiores, moneras, protistas.
  • 53. Tipos de decomposição 2. Respiração anaeróbica: Um composto inorgânico é o aceptor de elétrons: Restringe aos saprotrófos (bactérias, leveduras, mofos, protozuários) (obrigatórios ou facultativos) Metanobactérias = anaeróbios obrigatórios – produzindo gás metano, o gás dos pântanos.
  • 54. Tipos de decomposição 3. Fermentação: Ex.: Leveduras – decomposição de resíduos vegetais – composto orgânico também é aceptor de elétrons. .
  • 55. Decomposição, uma visão geral: Resulta de processos tanto abióticos como bióticos. Ex.: Incêndio de prados e floresta - decomposição de detritos – liberação de dióxido de carbono e minerais ao solo. Ecossistemas de fogo, pois a atividade microbiana não da conta da decomposição
  • 56. A Função principal da decomposição: Mineralização do Matéria Orgânica Importância dos Saprotróficos como alimento para os outros organismos. As substâncias liberadas no meio durante a decomposição podem surtir profundos efeitos em outros organismos do ecossistema. HORMÔNIOS AMBIENTAIS – substâncias excretadas por outras espécies que exercem função em outras.
  • 57. A decomposição e os Hormônios Ambientais: HORMÔNIOS AMBIENTAIS – substâncias excretadas por outras espécies que exercem função em outras. Substâncias INIBIDORAS: Antibiótico – Penicilina produzida por um tipo de fungo. Alexandre Fleming Substâncias ESTIMULADORAS: Vitaminas e substâncias de crescimento (timinas, vitaminas B12)
  • 58. Hormônios Ambientais: Substâncias Alelopáticas (de alelos; recíproco; pathos; sofrimento) Ex.: metabólitos interagem com fogo atuam no controle da vegetação do deserto e chaparral.
  • 59. A velocidade da Decomposição: Na comunidade de decompositores há uma ação sequencial entre eles e assim há diferença na velocidade de decomposição. Lipídios./ Açucares/Proteína – Decomposição Fácil. Celulose./ Liguinina/Quitina – Decomposição Lenta.
  • 60. Fazes da decomposição: 3 Fazes da decomposição: 1. Formação de detritos particulados por ação física e biológica, acompanhada pela liberação de Matéria orgânica dissolvida. 2. Formação de húmus e liberação de M.O solúvel pelos saprótrofos. 3. Mineralização do húmus. Detritos, susbstâncias húmicas e M.O em decomposição são todos importantes para a fertilidade do solo. Húmus = sustância escura/marrom – amorfa e coloidal contendo compostos aromáticos(fenóis) misturados com produtos da decomposição de proteínas.
  • 61. A Quelação: Detritos, substâncias húmicas e M.O em decomposição são todos importantes para a fertilidade do solo. Ex.:Íon Cu++ agarrado por duas moléculas de glicina formam um ―arranjo químico complexo ‖ com certos minerais, afetando a disponibilidade de minerais.  Quelação (chele, de garras): mantém os elementos em solução e não tóxico
  • 62. Animais detritívoros: Protozoários, ácaros de solos, ostrácodos, gastrópode, representam a microfauna mais importante na decomposição, pois alimentam-se de detritos e aceleram a decomposição da serrapilheira de várias maneiras:  Quebrando detritos em pedaços pequeno e aumentando a área para atividade microbiana  Acrescentando proteínas que facilitam o crescimento bacteriano  Coprofágicos (de kropos = fezes) ingerem pelotas fecais depois de serem enriquecida por atividade microbiana. Ex.: Besouro Popilus, que vive em troncos em decomposição
  • 63. O “ajuste fino! do ecossistema! As Bactéria, fungos e protozoários pertence a filos ―inferiores‖ e são extremamente versáteis, pois realizam quase todas as transformações químicas. Embora considerados primitivos, os organismos ditos ―superiores‖ não conseguem viver sem esses micróbios amigos São eles que mantém o ―ajuste fino‖ que mantém algum grau de estabilidade no ecossistema.
  • 64. Acelerando a decomposição! Um fato que causa preocupação inédita é que as atividades humanas estão acelerando a decomposição. 1. Queimando a M.O armazenada em combustíveis fósseis. 2. Práticas agrícolas que aumentam a decomposição do húmus. 3. Desmatamento e queimada de lenha. Essas práticas tem elevado o CO2 atmosférico. Esse carbono estava armazenado no carvão minera, petróleo, árvores, húmus e florestas
  • 65. A redundância nos Ecossistemas! Redes de informação – (físico/químicas) – governam e regulam o todo! Cibernéticos (controlador) A REDUNDÂNCIA = Mais de uma espécie ou componente, têm a capacidade de realizar várias funções AUMENTA A ESTABILIDADE Grau de estabilidade varia Conforme o ambiente externo e eficiência dos controles internos Ex.: Várias espécies de autótrofos, cada uma produz em diferente faixa operacional de temperatura, entretanto da taxa de fotossíntese da comunidade como um todo não se altera. Assim o Ecossistema permanece estável mesmo com mudança de temperatura
  • 66. A estabilidade do ecossistema! A ESTABILIDADE de resistência = capacidade do ecossistema de se manter estável diante do estresse ou perturbação. Tempo necessário para a recuperação é uma medida de estabilidade A ESTABILIDADE de elasticidade = capacidade de se recuperar rapidamente quando o sistema é desequilibrado
  • 67. A estabilidade do ecossistema! Ex.: Floresta de pinheiro é resistente fogo (elevada Estabilidade de resistência, baixa estabilidade de elasticidade). Chaparral pega fogo facilidade (Baixa estabilidade de resistência, elevada elasticidade)
  • 68. Mecanismos de controle Mecanismos de controle operam em nível do ecossistema: Subsistemas microbianos (nutrientes) Subsistemas predador/presa (regula a densidade populacional)
  • 69. Ecossistemas novos (novo tipo de agricultura) tendem a oscilar mais violentamente comparado a sistemas ―maduros‖ nos quais os componentes tiveram oportunidade de se ajustar um ao outro. Grau de estabilidade de um ecossistema depende: 1. 2. 3. 4. história evolutiva eficiência dos controles internos Natureza do ambiente de entrada Complexidade
  • 70. Exemplos de ecossistemas
  • 71. Lago
  • 72. A Bacia Hidrográfica ou de Drenagem • • Sistemas maiores Seu funcionamento ao longo dos anos são determinados pelas taxas de influxo e fluxo de água, materiais e organismos de outras bacias • Eutrofização cultural expressão que referese a poluição orgânica que resulta das atividades humanas. • Erosão do solo – floresta perturbada – tais efluxos apresentam impactos eutróficos rio abaixos. Por isso a Bacia hidrográfica deve ser considerada unidade do ecossistema Parque Everglades, Flórida
  • 73. Microcosmos • Pequenos mundos autossuficientes, simula em miniatura a natureza dos ecossistemas. Variedade e tamanho dos componentes bem reduzidos. • Dois tipos de microcosmos: 1. Microecossistema derivado da natureza, com amostras ambientais. (natureza reduzida) 2. Sistemas construídos acrescentando-se espécies, (experimentos bioquímicos) • • Experimentos, facilidade de replicação e manipulação Podem ser fechados, parcialmente fechados, com influxo e efluxo regulados.
  • 74. A nave espacial como um ecossistema • Ambiente fechado energia solar • Resíduos podem ser fixados e detoxificados • Processos de produção, consumo e decomposição devem ser equilibrados.
  • 75. A nave espacial e a capacidade de tamponamento • O problema crítico é de como será proporcionada a capacidade de tamponamento da atmosfera e dos oceanos, a qual estabiliza a biosfera como um todo. • Para cada metro quadrado de superfície da terra, mais de 1000 m3 de atmosfera e 10000 m3 de oceano além de grandes volumes de vegetação, estão disponíveis como depósitos, reguladores e recicladores
  • 76. A cidade, um ecossistema Heterotrófico • Uma grande cidade industrializada, é um ecossistema incompleto ou heterotrófico, dependendo de uma grande área para obtenção de energia, alimento, fibras, água e outros materiais. 1)Metabolismo intenso (influxo maior de entrada) 2) Grande quantidade de entrada de materiais (metais elementos minerais) 3) Saída maior e venenosa de resíduos
  • 77. A cidade, um ecossistema Heterotrófico • Um hectare de uma área metropolitana consome 1000 vezes mais a energia de uma área semelhante a um ambiente rural. • Calor, poeira, poluentes atmosféricos tornam as cidades mais quentes • Uma cidade de 1 milhão de habitante que ocupa 250km2, precisa de muitos quilômetros quadrados a mais para fornecer alimentos, roupas, água, cerca de 8.000km2.
  • 78. Agroecossistemas • Os agroecossistemas podem-se dividir em dois tipos básicos: • São os ecossistemas agrícolas. 1. Agricultura pré-industrial: autossuficiente, o trabalho humano e animal • fornece subsídio de energia, provê alimentos para o agricultor e venda e Diferem dos ecossistemas naturais em três maneiras: 1. troca de mercadorias. A energia auxiliar (fertilizantes, pesticidas, água para irrigação) está sob controle do homem. 2. Agricultura intensiva, mecanizada, com subsídio de combustíveis (máquinas, 2. substâncias químicas, energia), produz reduzida. para exportação e Diversidade de organismo está muito alimento 3. comércio. Transformando o alimento em seleção artificial, e não seleçãode Plantas e animais dominantes sofrem mercadoria e importante força mercado. natural. Agroecossistemas são projetados e gerenciados a maximizar a produção, geralmente através do uso intensivo de terra.
  • 79. A Classificação dos Ecossistemas: • Podem ser classificados por características funcionais (energia) ou estruturais. • A vegetação e o ambiente físico fornecem a base para a classificação largamente utilizadas de biomas. • Os biomas terrestres baseiam-se em condições naturais da vegetação, pois integra os organismos as condições de clima, água e solo. • Nos ambientes aquáticos utiliza-se características físicas: águas paradas, águas correntes, oceanos abertos etc...
  • 80. Terrestres Aquáticos
  • 81. Diagramas Climáticos de Walter Esquema de Classificação climático amplamente adotado é o sistema de zona climática (Henrich Walter) 9 divisões, curso anual de temperatura e precipitações Mostra Períodos de abundância e déficit de água e temperaturas médias mensais durante um ano. Usaremos os diagramas de Walter para comparar os Biomas
  • 82. As zonas climáticas:
  • 83. Biomas da Biosfera, por Whittaker Uma abordagem diferente: Robert Whittaker, definiu biomas por sua estrutura de vegetação, e imaginou um diagrama climático. Temperatura x precipitação média determinam as fronteira do tipo de vegetação.
  • 84. Biomas da Biosfera, por Whittaker
  • 85. Distribuição global dos grandes biomas
  • 86. Florestas decíduas – Solos podzolizados (ácidos). Latêrico (- nutrientes) – Floresta de acículas
  • 87. Formações vegetais muito antigas – Invernos amenos com chuvas fortes
  • 88. Biomas de campos Pradarias – Estepes(Ásia Central) – Solos ricos em M.O Molissolos (baixa acidez) – gramíneas – fogo.
  • 89. Temperatura de inverno amenas – verões secos – vegetação arbustiva e perene Esclerofilosa (de folhas duras) – incêndios frequentes
  • 90. Baixa precipitação – Plantas tolerantes ao gelo.
  • 91. Taiga – média da temperatura abaixo de 5oC – Solos húmidos Serrapilheira decompõem lentamente.
  • 92. Clima equatorial – Oxissolos (desprovido de húmus e argila) cor vermelha de óxidos ferrosos – pouca capacidade de reter nutrientes, Alta diversidade de espécies, alta produtividade biológica
  • 93. Apresenta uma estação de seca – predominância de árvores decíduas Savanas – campos com árvores esparsas, solos laterizados
  • 94. Os Ecossistemas Aquático São classificados pelas características físicas: salinidade, movimento da água e profundidade. Os grandes tipos: 1) Águas correntes (lóticos) 2) Lagos (lênticos) 3) Estuários 4) Oceanos
  • 95. Os Ecossistemas Aquático Lagos
  • 96. Os Ecossistemas Aquático: Estuários Formação: Bocas de rios com barreira de ilhas. Característica: Mistura de água salgada e doce. Ecossistema sustenta populações abundantes de espécies marinhas e dulcícolas Elevada produtividade biológica
  • 97. Os Ecossistemas Aquático Oceanos Cobrem maior parte da superfície terrestre Abriga uma variedade de condições de ecossistemas de ecológicos Zona litoral = zona estremares. Zona nerítica = até 200m – fronteira da plataforma continetal. Zona bentônica = constitui o fundo do mar abaixo da zona oceânica.

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