Usabilidade 5 - Análise Heurística

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Aula para a disciplina Produção e Ferramentas Colaborativas

Pós-Graduação em Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis

Prof. Marcello de Campos Cardoso
www.mcardoso.com.br
Maio 2011

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Usabilidade 5 - Análise Heurística

  1. 1. aula 5 Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis Usabilidade Marcello de Campos Cardoso | www.mcardoso.com.br | mcardoso@gmail.comWednesday, June 8, 2011
  2. 2. Plano de curso 1ª aula Introdução a Usabilidade: conceitos, origem (DCU, IHC), aplicação (IxD), metas 2ª aula de usabilidade, princípios de design, estudo de casos, benefícios, ciclos de vida de desenvolvimento (cascata x ágil), técnicas (overview). 3ª aula Técnica de Modelagem: Personas ágeis (workshop) 4ª aula Story Mapping (workshop) 5ª aula Perguntando a especialistas: Análise Heurística, As 10 heurísticas de Nielsen (workshop) 6ª aula Projetando a interface: Task Flow + Prototipação rápida (workshop) 7ª aula Testes de usabilidade (workshop - roteiro) 8ª aula Testes de usabilidade (workshop - aplicação)Wednesday, June 8, 2011
  3. 3. análise heurística as 10 heurísticas de Jakob NielsenWednesday, June 8, 2011
  4. 4. análise heurística as 10 heurísticas de Jakob NielsenWednesday, June 8, 2011
  5. 5. Análise heurística Definição “Análise Heurística (Nielsen and Molich, 1990; Nielsen 1994) é um método de engenharia de usabilidade para encontrar os erros de usabilidade em uma interface para que sejam corrigidos em um processo de desenvolvimento iterativo. Envolve um pequeno grupo de avaliadores para examinar a interface e avaliá-la de acordo com princípios de usabilidade reconhecidos (as heurísticas).” - Nielsen Molich, R., and Nielsen, J. (1990). Improving a human-computer dialogue, Communications of the ACM 33, 3 (March). Nielsen, J., and Molich, R. (1990). Heuristic evaluation of user interfaces, Proc. ACM CHI90 Conf. Nielsen, J. (1994a). Enhancing the explanatory power of usability heuristics. Proc. ACM CHI94 Conf. Nielsen, J. (1994b). Heuristic evaluation. In Nielsen, J., and Mack, R.L. (Eds.), Usability Inspection Methods, John Wiley & Sons, New York, NY.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  6. 6. Análise heurística ~ Metas de usabilidade Heurísticas = As metas são princípios generalistas que norteiam o desenvolvimento Heurísticas são diretrizes técnicas para a avaliação de interfacesWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  7. 7. Análise heurística Jakob Nielsen O principal nome no campo da usabilidade, Nielsen se popularizou por focar em metodologias baratas e ágeis desde os anos 90. É conhecido por realizar pesquisas quantitativas para fundamentar suas descobertas. Sua prática mais conhecida e difundida é a análise heurística.Wednesday, June 8, 2011
  8. 8. Análise heurística Origem (1990) As heurísticas originais surgiram da análise de 249 problemas, identificados a partir de avaliações realizadas por especialistas em 11 projetos distintos. • 4 avaliados durante a fase inicial do ciclo de vida • 7 avaliados em uma fase avançada; Molich, R., and Nielsen, J. (1990). Improving a human-computer dialogue, Communications of the ACM 33, 3 (March). Nielsen, J., and Molich, R. (1990). Heuristic evaluation of user interfaces, Proc. ACM CHI90 Conf. Nielsen, J. (1994a). Enhancing the explanatory power of usability heuristics. Proc. ACM CHI94 Conf. Nielsen, J. (1994b). Heuristic evaluation. In Nielsen, J., and Mack, R.L. (Eds.), Usability Inspection Methods, John Wiley & Sons, New York, NY.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  9. 9. Análise heurística Onde aplicar? Reunião diária Produto Backlog do Backlog do potencialmente produto sprint “entregável”Wednesday, June 8, 2011
  10. 10. Análise heurística Onde aplicar? Reunião diária Produto Backlog do Backlog do potencialmente produto sprint “entregável”Wednesday, June 8, 2011
  11. 11. Análise heurística Onde aplicar? Avaliação da Interface pode ser aplicada em protótipos Reunião diária Produto Backlog do Backlog do potencialmente produto sprint “entregável”Wednesday, June 8, 2011
  12. 12. Análise heurística Onde aplicar? Avaliação da Interface pode ser aplicada em protótipos Reunião diária Produto Backlog do Backlog do potencialmente produto sprint “entregável”Wednesday, June 8, 2011
  13. 13. Análise heurística Onde aplicar? Avaliação da Interface pode ser aplicada em protótipos Reunião diária Produto Backlog do Backlog do Avaliação da potencialmente produto sprint “entregável” Interface pode ser aplicada em releasesWednesday, June 8, 2011
  14. 14. Análise heurística 10 Heurísticas de Jakob Nielsen 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real (affordance) 3. Controle do usuário e liberdade 4. Consistência e padrões 5. Prevenção de erros 6. Reconhecer em vez de relembrar 7. Flexibilidade e eficiência no uso 8. Estética e design minimalista 9. Ajudar os usuários a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros 10.Ajuda e documentaçãoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  15. 15. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) O sistema deve informar continuamente e apropriadamente ao usuário sobre o que ele está fazendo, em tempo razoável.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  16. 16. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  17. 17. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  18. 18. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  19. 19. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  20. 20. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) Vou fazer um café...Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  21. 21. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) Vou fazer um café...Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  22. 22. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) Vou fazer um café... Mais fácil de entender.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  23. 23. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  24. 24. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  25. 25. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  26. 26. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) LOG deixa tudo mais claro.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  27. 27. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  28. 28. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  29. 29. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  30. 30. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback) On the fly!Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  31. 31. 1. Visibilidade do status do sistema (feedback)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  32. 32. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real A terminologia e os elementos de interface devem ser baseados na linguagem do usuário, não do sistema. As informações devem ser organizadas conforme o modelo mental do usuário.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  33. 33. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  34. 34. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  35. 35. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  36. 36. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What?Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  37. 37. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  38. 38. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  39. 39. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  40. 40. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What?Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  41. 41. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What?Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  42. 42. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real Cool!! What?Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  43. 43. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  44. 44. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  45. 45. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  46. 46. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  47. 47. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What?Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  48. 48. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  49. 49. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  50. 50. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real Cadê a busca?Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  51. 51. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real Cadê a busca?Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  52. 52. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  53. 53. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  54. 54. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  55. 55. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What?Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  56. 56. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  57. 57. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  58. 58. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  59. 59. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What?Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  60. 60. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  61. 61. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  62. 62. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  63. 63. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What?Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  64. 64. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo real What?Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  65. 65. 2. Compatibilidade do sistema com o mundo realWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  66. 66. 3. Controle do usuário e liberdade O usuário controla o sistema. Ele pode, por exemplo, abortar uma tarefa ou desfazer uma operação e retornar ao estado anterior.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  67. 67. 3. Controle do usuário e liberdadeWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  68. 68. 3. Controle do usuário e liberdadeWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  69. 69. 3. Controle do usuário e liberdadeWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  70. 70. 3. Controle do usuário e liberdadeWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  71. 71. 3. Controle do usuário e liberdadeWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  72. 72. 3. Controle do usuário e liberdadeWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  73. 73. 3. Controle do usuário e liberdadeWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  74. 74. 3. Controle do usuário e liberdadeWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  75. 75. 3. Controle do usuário e liberdadeWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  76. 76. 3. Controle do usuário e liberdadeWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  77. 77. Análise heurísticaWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  78. 78. Análise heurísticaWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  79. 79. Análise heurísticaWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  80. 80. Análise heurística 4. Consistência e padrões Um comando, ação ou elemento de interface deve ter sempre o mesmo efeito e aparência. A mesma operação deve ser apresentada na mesma localização e deve ser formatada/apresentada da mesma maneira para facilitar o reconhecimento.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  81. 81. 4. Consistência e padrõesWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  82. 82. 4. Consistência e padrõesWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  83. 83. 4. Consistência e padrõesWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  84. 84. 4. Consistência e padrõesWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  85. 85. 4. Consistência e padrõesWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  86. 86. 4. Consistência e padrõesWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  87. 87. 5. Prevenção de erros Evitar situações de erro. Conhecer as situações que mais provocam erros e modificar a interface para que estes erros não ocorramWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  88. 88. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  89. 89. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  90. 90. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  91. 91. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  92. 92. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  93. 93. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  94. 94. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  95. 95. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  96. 96. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  97. 97. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  98. 98. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  99. 99. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  100. 100. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  101. 101. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  102. 102. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  103. 103. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  104. 104. 5. Prevenção de errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  105. 105. 6. Reconhecer em vez de relembrar O sistema deve mostrar os elementos de diálogo e permitir que o usuário faça suas escolhas, sem a necessidade de lembrar um comando específico.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  106. 106. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  107. 107. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  108. 108. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  109. 109. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  110. 110. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  111. 111. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  112. 112. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  113. 113. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  114. 114. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  115. 115. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  116. 116. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  117. 117. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  118. 118. 6. Reconhecer em vez de relembrarWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  119. 119. 7. Flexibilidade e eficiência no uso Para usuários experientes executarem as operações mais rapidamente. Abreviações, teclas de função, duplo clique no mouse, função de volta em sistemas hipertexto. Atalhos também servem para recuperar informações que estão numa profundidade na árvore navegacional a partir da interface principal.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  120. 120. 7. Flexibilidade e eficiência no usoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  121. 121. 7. Flexibilidade e eficiência no usoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  122. 122. 7. Flexibilidade e eficiência no usoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  123. 123. 7. Flexibilidade e eficiência no usoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  124. 124. 7. Flexibilidade e eficiência no usoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  125. 125. 7. Flexibilidade e eficiência no usoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  126. 126. 7. Flexibilidade e eficiência no usoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  127. 127. 8. Estética e design minimalista Deve-se apresentar exatamente a informação que o usuário precisa no momento, nem mais nem menos. A seqüência da interação e o acesso aos objetos e operações devem ser compatíveis com o modo pelo qual o usuário realiza suas tarefas.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  128. 128. 8. Estética e design minimalistaWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  129. 129. 8. Estética e design minimalistaWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  130. 130. 8. Estética e design minimalistaWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  131. 131. 8. Estética e design minimalistaWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  132. 132. 9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir erros Linguagem clara e sem códigos. Devem ajudar o usuário a entender e resolver o problema. Não devem culpar ou intimidar o usuário.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  133. 133. 9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  134. 134. 9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  135. 135. 9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  136. 136. 9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  137. 137. 9. Ajudar a reconhecer, diagnosticar e corrigir errosWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  138. 138. 10. Ajuda e documentação O ideal é que um software seja tão fácil de usar (intuitivo) que não necessite de ajuda ou documentação. Se for necessária a ajuda deve estar facilmente acessível on-line.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  139. 139. 10. Ajuda e documentaçãoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  140. 140. 10. Ajuda e documentaçãoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  141. 141. 10. Ajuda e documentaçãoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  142. 142. 10. Ajuda e documentaçãoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  143. 143. Análise heurística Vantagens 1.Avaliação de Usabilidade de barata, não precisa de laboratórios ou equipamento 2.Ágil: Um dia ou menos para aplicar 3.Pode ser aplicada em qualquer estágio do projeto, incluindo protótipos precoces. 4.Treinamento simples: Pode ser ensinada em poucas horas (para especialistas)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  144. 144. Análise heurística Como fazer? 1º passo: Briefing • Os avaliadores discutem os critérios da avaliação como tarefas por exemplo 2º passo: Avaliação (cerca de 2h) • Independente • Double check - 1 para fluxo e tarefas e outro para interface e elementos 3º passo: Reunião de resultados e relatório • Discutir problemas • Priorizá-los • Elaborar recomendações e soluçõesWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  145. 145. Exemplo de planilha de aplicaçãoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  146. 146. Exemplo de aplicação H2 H7 H9 H5Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  147. 147. Exemplo de aplicaçãoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  148. 148. Análise heurística Considerações: número de avaliadores Alguns problemas apenas são descobertos por perfis diferentes de avaliadores.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  149. 149. Análise heurística Considerações: número de avaliadores 5 avaliadores encontramos quase 75% dos problemas de usabilidade. 3 avaliadores fornecem quase 65% de descobertas 1 avaliador descobre em média 35%Wednesday, June 8, 2011
  150. 150. Análise heurística Considerações: número de avaliadores O número excessivo de avaliadores traz pouco retorno de investimento.Wednesday, June 8, 2011
  151. 151. Análise heurística Considerações: número de avaliadores A avaliação solo é conhecida como Expert review, Expert crit ou Discount evaluation. É uma prática comum de mercado.Wednesday, June 8, 2011
  152. 152. Análise heurística Considerações: experiência do avaliador A qualidade da avaliação depende da compreensão correta das Heurísticas Aplicá-las exercita as boas práticas de usabilidade, para o desenvolvedorWednesday, June 8, 2011
  153. 153. Análise heurística Heurísticas para websites (Nielsen, 1999) H igh-quality content (conteúdo de alta qualidade) O ften updated (freqüentemente atualizado) M inimal download time (tempo mínimo de download) E ase of use (facilidade de uso) R elevante to user’s needs (relevante para as necessidades dos usuários) U nique to the online médium (somente para o meio online) N etcentric corporate culture (cultura corporativa centrada na rede)Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  154. 154. Análise heurística Heurísticas RA na direção automotiva 1.O sistema deve sinalizar os diversos obstáculos no caminho aumentando seu contraste (buracos, quebra-molas, transeuntes, etc.); 2.Sinais de trânsito e informações complementares devem ser identificados e exibidos em destaque na área à direita do pára-brisa. O objetivo é oferecer subsídios para o motorista sem comprometer sua atenção primária. 3.A linguagem deve ser universal e de fácil compreensão. 4.O sistema deve ser configurável. Usuários com capacidades cognitivas diferentes devem possuir ferramentas para configurá-lo à sua maneira.Wednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  155. 155. Análise heurística Heurísticas emocionais para jogos (Diego Castro Soares) 1 - Franzir a sobrancelha - Concentração, antipatia ou falta de clareza 2 - Levantar as sobrancelhas - Insegurança, incredulidade, surpresa ou exasperação 3 - Desviar o olhar - Desapontamento, fracasso, culpa, vergonha ou submissão 4 - Sorrir - Satisfação ou alegria 5 - Apertar os lábios - Frustração, confusão, ansiedade, nervosismo ou preocupações 6 - Mover a boca - Desorientação ou insegurança 7 - Expressar-se verbalmente (tosses, suspiros, bocejos e etc.) - Frustração ou decepção 8 - Tocar o rosto com as mãos - Confusão, incerteza ou cansaço 9 - Reclinar-se para trás - Rejeição 10 - Inclinar o corpo para frente - Depressão, frustração ou atençãoWednesday, June 8, 2011 sequência de uso
  156. 156. obrigado! Este arquivo contém a apresentação realizada por Marcello de Campos Cardoso, em novembro de 2010, para a disciplina Engenharia de Usabilidade ministrada no curso de especialização Engenharia de Software Centrada em Métodos Ágeis, no Centro Universitário UNA.Wednesday, June 8, 2011

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