WEB 2.0

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WEB 2.0 e outros conceitos úteis sobre serviços disponíveis na Internet e o papel do professor na atual sociedade da informação e comunicação.

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WEB 2.0

  1. 1. Web 2.0<br /> A Web caracteriza-se por facilitar a colaboraçãoe a interacção social. <br />As suas funcionalidades baseiam-se na criação de comunidades em que os indivíduos se juntam para interagir, colaborar e construir conhecimento “theinterconnected Web”).<br />A emergência do paradigma da sociedade da informação e do conhecimento e o aspecto colaborativo, comunicativo, criativo e social da Web 2.0 vai de encontro à filosofia emergente quanto àquilo que deverão ser as FINALIDADES da educação:<br /><ul><li>Apoiar os jovens na construção do conhecimento e tratamento da informação;
  2. 2. Formar alunos capazes de agir como inovadores e criadores de conhecimento;
  3. 3. Desenvolver competências sociais e tecnológicas que lhes permitam colaborar com outros em meios ricos do ponto de vista digital e da informação e continuarem a ser aprendentes ao longo da vida</li></ul>NOVAS PRÁTICAS EDUCACIONAIS DEVERÃO PRIVILEGIAR a<br />colaboração, a reflexão… em detrimento da aquisição de conteúdos.<br />A escola de hoje deve afastar-se da lógica dos conteúdos (que são importantes) para se transformar numa ESCOLA DE CONTEXTOS, pois são estes que oferecem a estrutura. <br />O professor, mais do que um transmissor de conhecimentos, será aquele que propiciará os contextos de aprendizagem que permitam que o aluno …<br />dê sentido aos conteúdos, crie o seu próprio saber, o operacionalize e os torne utilizáveis.<br />
  4. 4. As tecnologias digitais, em especial aquela que permitem o trabalho colaborativo, apresentam inúmeras possibilidades, por possibilitarem novas e alargadas formas de interacção, que transpõem as fronteiras da sala de aula.<br />COMUNIDADES DE APRENDIZAGEM como “ambiente”, que se desenvolve a partir da teoria da “APRENDIZAGEM COMO PARTICIPAÇÃO”<br /> A adequação do indivíduo ao exigente mercado de trabalho e a necessidade de formação pessoal, intelectual e social – são motivos para a necessidade de desenvolver competências na comunicação da escrita a distância<br />É necessário insuflar alguma inovação e mudança no actual ensino – escrita colaborativa à distância<br />Um estudo da Futurelab (2006) refere que a WEB 2.0 conduzirá ao E-learning 2.0, potenciando o desenvolvimento de práticas educacionais que colocam o aluno no centro, através da criação de experiências colaborativas de aprendizagem. Começando, talvez, a fazer sentido falar-se de c-learning (community-learning; communicative-learning ou collaborativelearning) que tem premissa da aprendizagem enquanto processo social.<br />A escola hoje precisa de ser uma escola de vida no campo das TIC. Estas trazem consigo novas formas de expressão, novos instrumentos cognitivos, constituem-se como fontes abertas de informação e multiplicam a possibilidade de educação e formação, fora dos muros tradicionais e fixos da escola, esbatendo a diferença entre locais de trabalho, de vida e de estudo.<br />Os alunos têm enormes benefícios de partilhar o seu trabalho com os outros, quer em termos de competências que desenvolvem ao fazê-lo (comunicação e colaboração) quer em termos do conhecimento que constroem.<br />Web 2.0<br />
  5. 5. ALUNO<br />Escrita ColaborativaPerspectiva Processual <br />PROF. <br />Visa a construção colectiva de textos;<br />Fortalecer a interacção entre os membros do grupo;<br />Produto final mais rico;<br />Abrange perspectivas cognitivas, psico-sociais e culturais diversas.<br />Favorece a interacção social;<br />Oportunidade para reflexão sobre a opinião dos outros; <br />Aceitação de críticas, respeito mútuo e reciprocidade – trabalho em grupo desenvolve a tolerância e a flexibilidade nos alunos;<br />Alunos aprendem a partilhar responsabilidades, organizar e dividir tarefas, potenciando as suas capacidades.<br />Escolha do Ensino a Distância, motivos: <br /><ul><li>Necessidade de incluir no processo de ensino-aprendizagem INOVAÇÃO E MUDANÇA, confrontando os alunos com novas possibilidades de formação e diferentes formas de aproveitamento de recursos que os alunos associam a momentos de lazer.
  6. 6. A formação à distância está a ganhar terreno na formação pós-graduada e na formação inicial.
  7. 7. A aprendizagem à distância potencia o desenvolvimento da competência da escrita
  8. 8. Programa: WEB CT – fórum de discussão, chat, e-mail, várias páginas de organização de conteúdos – os alunos encontravam ainda disponíveis todas as tarefas de escrita a efectuar, bem como todos os documentos necessários à realização das tarefas.
  9. 9. ASPECTOS INOVADORES: a) escrita ; b) trabalho colaborativo; c) aprendizagem a distância
  10. 10. Passa a ser </li></ul>Moderador,facilitador, companheiro.<br />* Tem um PAPEL mais ACTIVO e RESPONSÁVELpela SUA própria APRENDIZAGEM.<br />* Cria mais AUTOCONFIANÇA e VONTADE DE APRENDER, desenvolvendo SKILLS SOCIAISe de APRENDIZAGEMe proporcionando CONSTRUÇÕES COGNITIVASatravés da INTERACÇÃO EM GRUPO.<br />INOVAÇÃO NO TRABALHO COLABORATIVO <br />Grupo valorizava o trabalho final uma vez que cada um contribuía com as suas ideias e perspectivas<br />Audiência é importante – cria a consciência do registo certo, coesão, coerência e outros aspectos<br />Definição de papeis específicos foi importante – maior responsabilidade.<br />INOVAÇÃO NO TRABALHO A DISTÂNCIA<br />Trabalhar no processador de texto – utilidade do corrector ortográfico<br />2. Oportunidade extra de aprendizagem: pesquisas, treinar os conhecimentos na Internet, experimentar um novo ambiente de aprendizagem<br />3. Opiniões paradoxais relativamente à gestão de tempo -> coordenação com outras disciplinas<br />4. Foi mais fácil rever textos alheios à distância permitindo mais tempo para reflexão, para estruturação de ideias, contribuindo para a revisão mais cuidada e pensada do que anteriormente.<br />Modelo de Escrita focalizado mais no PROCESSO do que no produto final<br />VANTAGENS:<br /><ul><li> Utiliza modelos colaborativos de trabalho a distância - Alarga o Espaço da Sala de aula;
  11. 11. Permite uma maior flexibilidade e gestão de tempo de acordo com o ritmo de cada um;
  12. 12. Permite mais tempo de reflexão e estruturação de ideias contribuindo para uma revisão mais cuidada dos textos que pode ser escrita e reescrita quantas vezes for necessário até chegar à versão final.
  13. 13. Cruzamento de 3 áreas: escrita processual, colaboração e aprendizagem à distância
  14. 14. Desenvolve competências nos alunos + introdução de inovação na sala de aula</li></ul>Williams – sublinha a importância de o professor acompanhar os alunos ao longo do processo de escrita.1ª Fase : Pré-escrita (geração de ideias e conhecimentos sobre o tema em causa incluindo escrita livre e discussão).<br />2ª Fase : Planificação (reflexão sobre o material produzido e é iniciada a primeira versão do texto – mero esboço)<br />Fases Posteriores : Pausa e leitura do texto produzido, revisão e reformulação do texto<br />Fase Final : Publicação do texto e partilha com os leitores.<br />
  15. 15. E-PoretfóliosPlataforma Moodle<br />Instrumento de avaliação potenciador da mudança de práticas pedagógicas<br /> Escolha do Moodle (por ser plataforma disponível na Escola)<br />Regula os momentos e processos da aprendizagem do aluno<br /> Promove a actividade reflexiva do aluno<br /> Promove a comunicação/interacção entre alunos/professores e eventualmente pais<br /> Ao alterarem-se os objectivos, as metodologias e os conteúdos de um currículo, a avaliação também tem de ser reformulada – a recolha de dados não deve basear-se unicamente em testes de avaliação tradicionais mas apoiar-se em diversas fontes de evidência observadas pelo professor de forma a observar-se COMPETÊNCIAS no aluno.<br /> E-PORTFÓLIOS permite a mudança nas práticas pedagógicas – diversificando-se os momentos de avaliação.<br />Comunicação + produção de relatórios escritos onde os alunos descrevem procedimentos e atitude face à actividade desenvolvida (descrição das dificuldades, por exemplo).<br />Portfólio: representa o trabalho que o aluno coleccionou e seleccionou ao longo de um determinado período de tempo, bem como as suas reflexões relativas a cada trabalho produzido e/ou relativas a todo o portfólio.<br /> São instrumentos de aprendizagem e de avaliação que têm o mérito de conseguir que :<br />O aluno se envolva nas sua avaliação (AUTO-AVALIAÇÃO)<br />Que o aluno reflicta sobre a sua avaliação (METACOGNIÇÃO)<br />Para depois empreender acções para a melhorar (AUTO-REGULAÇÃO)<br />Havendo um frequente e célere feedback entre o professor e o aluno <br />As potencialidades dos portefólios são acrescidas quando a tecnologia de suporte for a WEB. Web Portefólios acrescentam ao ambiente de aprendizagem a possibilidade de momentos de partilha e colaboração entre todos os alunos de uma turma ou entre uma Comunidade de Aprendizagem mais alargada, privilegiando a motivação do aluno e o seu envolvimento na construção do seu conhecimento e potenciando-lhe condições favoráveis à construção de um portefólio reflexivo em INTERACÇÃO SOCIAL com os membros da comunidade.<br />
  16. 16. E-PoretfóliosPlataforma Moodle<br />Procedimentos:<br /><ul><li> Utilização do computador e outros materiais manipuláveis em tarefas de aula
  17. 17. Produção de relatórios escritos
  18. 18. Vários momentos de aprendizagem – alunos desenvolvem trabalhos que são corrigidos, com indicações ou correcção de erros
  19. 19. Existência de actividades que proporcionam a participação de TODOS os alunos, impedindo a exclusão de alunos que revelassem falta de pré-requisitos
  20. 20. Esclarecer os alunos sobre o que se pretende especificamente em cada relatório
  21. 21. Os alunos tinham liberdade para incluírem nos seus portefólios os artefactos e reflexões que entendessem</li></ul>Vantagens dos Web Portfolios:<br /><ul><li>Permitem o desenvolvimento de Competências TIC, pelos alunos e professores.
  22. 22. Melhor organização – possibilidade de se estabelecerem conexões entre as ideias e as reflexões dos alunos.
  23. 23. Permitem um melhor registo do envolvimento dos alunos nos ambientes de aprendizagem.
  24. 24. Criam condições para um eficaz feedback entre o professore e o aluno
  25. 25. Existência de múltiplos momentos de partilha e colaboração entre uma Comunidade de Aprendizagem (turma ou toda a WEB)
  26. 26. Os portefólios digitais facilitam a estruturação do mesmo ao incluírem uma componente de “repositório digital” dos trabalhos dos alunos e um local próprio de reflexão constituindo o seu “portefólio reflexivo”, conectado ao seu repositório digital e à sua Comunidade de Aprendizagem Virtual, de forma que a construção do portefólio não seja solitária
  27. 27. Facilidade de acesso e divulgação, por se encontrarem disponíveis na online na Internet, o que motiva e envolve o aluno na construção e manutenção do seu portefólio
  28. 28. É possível incluir de forma íntegra documentos de áudio e vídeo nos formatos.</li></ul>Desvantagens dos Portfolios Tradicionais:<br /><ul><li>Desconhecimento dos alunos das actividades dos colegas
  29. 29. Portefólios diferentes para cada disciplina sem continuidade
  30. 30. Trabalho muito solitário, feedback limitado a comentários e a classificações
  31. 31. Dificuldades de acessibilidade e mobilidade – não favorece intercâmbios frequentes.</li></ul>E-PORTEFÓLIO NA MOODLE<br /><ul><li> Espaço virtual = ambiente de trabalho onde se disponibilizaram recursos e actividades; e espaços de interacção e comunicação entre todos os intervenientes
  32. 32. “Pasta de Colecção da Moodle” – repositório digital para armazenamento dos trabalhos dos alunos
  33. 33. “My Portefólio” – ferramenta específica para construção de portefólios digitais onde os alunos incorporavam os artefactos que escolheram
  34. 34. Alunos trabalhavam em díadas para possibilitar a colocação de todos os trabalhos na pasta (trabalho de grupo) - a selecção e reflexão (individual) – My portefólio
  35. 35. PROFESSORA:</li></ul> * Feedback regular <br /> * Criou GUIÕES para auxiliar nas distintas fases do portefólio: coleccionar, seleccionar e reflectir.<br />
  36. 36. E-PoretfóliosPlataforma Moodle<br />SÍNTESE<br />Mudanças efectivas de práticas pedagógicas – sentidas pela professora e alunos<br />AO NÍVEL DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM (relatórios escritos, ênfase na comunicação, valorização do trabalho de grupo, promoção de momentos de discussão e envolvimento dos alunos em projectos e investigações)<br />AO NÍVEL DA DINÂMICA DE SALA DE AULA (presença constante da tecnologia alargou os momentos de partilha, de comunicação e colaboração para fora da sala de aula e promoveu o desenvolvimento de mais competências a nível das TIC por parte dos alunos e professora.<br />O programa dos portefólios electrónicos na Moodle<br />Apoiou os alunos na aprendizagem e no estudo da disciplina, de uma forma mais continuada, proporcionando mais ritmo de estudo, incentivando os alunos a um estudo mais continuado.<br />A acessibilidade e visibilidadedas “pastas de colecção” dos alunos proporcionaram a todos um melhor conhecimento sobre o que se encontravam a aprender.<br />O feedback imediato utilizado pela professora (comentários) em relação aos trabalhos que eram enviados para a “pasta de colecção” permitiu que os alunos compreendessem o que ainda poderiam fazer ou o que ainda tinham de aprender.<br />Favoreceu a capacidade reflexiva do aluno, possibilitando-lhe um espaço próprio de reflexão, no qual podia registar as suas motivações e as suas melhores realizações<br />Sugestões:<br />Introdução de e-portefólios ao longo de todo o ciclo de escolaridade<br />Possibilidade de utilização de portefólios digitais como forma alternativa de ensino, aprendizagem e avaliação de alunos com dificuldades de aprendizagem, particularmente os que são indicados para “aulas de apoio”<br />Possibilidade de desenvolvimento de portefólios inter ou trans-disciplinares.<br />
  37. 37. WIKIS<br />VANTAGENS<br />DESVANTAGENS<br /><ul><li>Simplicidade, eficiência e facilidade de utilização;
  38. 38. Rapidez com as páginas são criadas e ou alteradas;
  39. 39. Abertas a todo o público;
  40. 40. Podem se alteradas por utilizadores visitantes ao longo do tempo, de modo a corrigir os erros, complementar ideias ou inserir novas informações;
  41. 41. Actualiza-se graças à colectividade e beneficiando do conhecimento de todos;
  42. 42. Potenciam a comunicação e a troca de ideias entre os diversos membros de uma comunidade, estimulando o desenvolvimento do trabalho colaborativo/cooperativo;
  43. 43. Permite que os conteúdos estejam acessíveis de forma ubíqua.
  44. 44. Facilmente vandalizado, sendo o seu conteúdo substituído – controlo é normalmente feito pela própria comunidade que partilha a sua utilização.
  45. 45. Software colaborativo que permite a edição colectiva de documentos usando um sistemas que não necessita que o conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação
  46. 46. Banco de Dados com informações diferentes (textos, links, imagens, …) que permite a construção diferenciada de conhecimentos.
  47. 47. Pode conter ferramentas hipertextuais com ligações para outras páginas (links);
  48. 48. Os mais simples permitem apenas a formatação básica, no entanto, os mais complexos suportam tabelas, imagens e mesmo elementos interactivos (votações, jogos, etc.);
  49. 49. Escrita Colaborativa: permite que cada interveniente dê o seu contributo acerca de determinado tema, editando-o no sentido de o melhorar e o tornar mais preciso.
  50. 50. Potenciam a comunicação e a troca de ideias entre os diversos membros de uma comunidade, estimulando o trabalho cooperativo/colaborativo e permite que os conteúdos estejam acessíveis de forma ubíqua.</li></li></ul><li>Blogs<br />RECURSO PEDAGÓGICO(centralização específica nos conteúdos da disciplina)<br />ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA(suporte de resposta dos alunos às propostas dos professores)<br />Requer uma CUIDADA PLANIFICAÇÃO PRÉVIA<br />Utilizando INFORMAÇÃO CLARA;<br />MOTIVANDO e INCENTIVANDO aparticipação/debate por parte dos alunos;<br />Tendo em conta os PARAMETROS de AVALIAÇÃO.<br />São necessárias:<br />FORMAÇÃO INICIAL para utilizadores;<br />MAIOR DISPONIBILIDADE DE TEMPOpor parte dos professorespara garantir que se tire partido das várias funcionalidades técnicas dos blogues.<br />Para garantir:<br /> Maior domínio na criação de potencialidades pedagógicas necessárias ao sucesso dos blogues como ferramenta construtiva, criativa e eficaz.<br /><ul><li>Considerada a ferramenta mais eficaz e inovadora das tecnologias pois, comparando com outros recursos disponíveis na Internet, tem mais vantagens do que desvantagens, já que o seu vasto leque de potencialidades permite ,de acordo com os objectivos dos seus autores, a activação ou desactivação de diversas funções.
  51. 51. É uma ferramenta de fácil e rápida implementação e utilização, uma vez que vários sites de alojamento – Blogger e Wordpress – disponibilizam gratuitamente vários modelos padrão (layouts) cuja aplicação decorre de forma bastante intuitiva, requerendo apenas uma ligação à Internet e conhecimentos básicos de Internet.
  52. 52. Os alunos mostram uma boa receptividade e familiaridade com a Internet e os Blogues.
  53. 53. Facilidade de arquivamento e grande quantidade de espaço de informação memorizada.
  54. 54. Permite grande variedade de temáticas, a diversidade de autores (um ou mais), o controle dos visitantes (restrita a alguns ou aberta a todos), a inclusão ou não de comentários aos conteúdos dos posts– aspecto que fomenta a interacção entre os intervenientes sob a forma de manutenção de debates reais através de um meio virtual, proporcionando a abertura da escola ao mundo.
  55. 55. Sistema de WEB (rede) LOG (diário de bordo) – baseando-se numa estrutura que segue uma linha cronológica ascendente, permite manter uma dinâmica actualizada dos conteúdos que podem conter texto, imagem, vídeo e música, entre outros, bem como uma articulação com outros blogues ou sítios, através da inclusão de links.</li></li></ul><li>O Blog inclui-se no Social Software introduzido pela Web 2.0, que permite colocar as pessoas a colaborarem e aprenderam umas com as outras, no seio das comunidades de aprendizagem a que pertencem.<br /> O conceito de Comunidade de Aprendizagem no pressuposto de WENGER (1998)-> aprender é um processo inerentemente social, que resulta da tensão entre a experiência pessoal e o conhecimento que os outros trazem para a Comunidade de Aprendizagem (processo de construção conjunta do conhecimento e negociação de significados)<br />No BLOG existe um diálogo em permanente (re) construção – o feedback é um elemento essencial<br />Constituem um fórum para a aprendizagem, para a partilha do conhecimento, reflexão e debate construindo-se solidariamente o conhecimento.<br />DIVERSAS MODALIDADES NO ENSINO – permite a construção colaborativa do conhecimento: pesquisa na Internet, recolha de informação, redacção e publicação de textos, discussão online e offline, mediada pelo professor (que tem um papel crucial na intervenção). * Adaptação de modelos colaborativos baseados na conectividade com os pares e professores (conhecimento distribuído).<br />Sustenta e potencia a comunicação inter-grupos <br />Cada grupo com temáticas diferentes – publicação de resultados de investigação surge como processo de aprendizagem para quem publica e para quem lê e comenta -> facilitador das aprendizagens.<br />Actualização regular (pelo menos quinzenalmente)<br />A utilização doe Blog para responder a questões colocadas pelos colegas, estimulou o pensamento crítico e o desenvolvimento da literacia científica e digital.<br />MEMÓRIA COLECTIVA: espelho do percurso intelectual da turma + interdependência entre todos = potencia a responsabilização de cada um enquanto recurso valioso para os outros.<br />De um modo geral, tanto para professores com o para alunos, os blogues escolares potenciam e renovam: <br /> o processo ensino-aprendizagem;<br />promovem a autonomia no trabalho individual<br />enriquecem as relações de trabalho e o debate de ideias;<br />dinamizam a partilha de conhecimentos e informação;<br />incentivam à prática e melhoria de conhecimentos de informática, sensibilizando para a importância do domínio das Novas Tecnologias e facilitando o acesso substancialmente significativo no binómio espaço/tempo.<br />Blogs<br />
  56. 56. Enquanto PROFESSORA<br />Deve ser primeiramente concebido como recurso pedagógico (espaço de acesso a informação especializada no domínio da disciplina);<br /> Posteriormente um processo gradual de aprendizagem/formação, como possível estratégia pedagógica (espaço de debate, intercâmbio, colaboração e integração).<br />Conjunto de Considerações Primordiais<br />PROFESSOR-AUTOR: planificação prévia e atempada, pormenorizada e cuidada que permita uma ligação/articulação útil e positiva entre os conteúdos programáticos e objectivos da disciplina, aos conteúdos do blogue.<br />PROFESSOR-ALUNOS: Gestão correcta do tempo disponível na escola e em casa e facilidade de acesso à Internet nestes locais.<br />ARTICULAÇÃOeficaz entre informação disponibilizada no blogue e as práticas na sala de aula – métodos de estudo e sua aplicação.<br />INTERVENÇÃO REGULAR: na colocação de conteúdos, dinamizando-o activamente.<br />Criar FORMAS DE INCENTIVO e MOTIVAÇÃOnos alunos para visitas frequentes ao Blogue, evitando assim a sua descontinuidade.<br />Promover junto dos alunos um breve “guia de visita” focando a importância de questões como; Gestão dos tempos; Métodos e organização pessoal; Apresentação dos objectivos do Blogue como complemento às práticas na Sala de Aula.<br />Dois conceitos fundamentais subjacentes a este estudo:<br />EDUCAÇÃO EM CIÊNCIA: tendo como principal meta a aquisição de literacia científica<br />TRABALHO COLABORATIVO com recurso à Internet, como meio de a alcançar.<br />Para além do conceito de LITERACIA CIENTÍFICA, uma outra ideia fundamental é a de Ciência para todos, e não apenas para os cientistas.<br />A modalidade didáctica adoptada neste trabalho para a promoção da educação em ciência, é a discussão em grupo (mediada pelo professor), online e off-line, tentando simular discussões e debates de ideias semelhantes aos que acontecem em grupos de trabalho ou em pequenas comunidades de investigação na nossa sociedade. Apontou-se assim para a adopção de MODELOS COLABORATIVOS que implicam o CONTACTO SOCIAL e se baseiam na CONECTIVIDADE com os pares e professores (conhecimento distribuído).<br />METODOLOGIA<br />Metodologia QUALITATIVA para recolha e tratamento de dados que inclui OBSERVAÇÕES E NOTAS DE CAMPO, registos escritos diários dos alunos, gravações de áudio e vídeo e um questionário final individual<br />Os dados foram analisados tentando apurar de que modo o uso integrado da Internet, enquanto fonte de informação e recurso partilhado pela comunidade, suportou e fomentou interacções comunicacionais, a colaboração e produção conjunta -> relacionando estas características com a construção de Identidade de uma Comunidade de Aprendizagem<br />Blogs<br />
  57. 57. ESTRUTURA E POSSÍVEIS CONTEÚDOS DO BLOGUE<br />Disponibilização de informação prática e teórica acerca de conteúdos programáticos, incluindo de forma moderada, links para sites de interesse, vídeos educativos, sugestões de visita, projectos, informação sobre materiais técnicos, entre outros.<br />Publicação de trabalhos realizados pelos alunos, com vista a serem avaliados e discutidos no espaço da sala de aula.<br />Sugestões de trabalhos a serem realizados nas aulas.<br />Informações ao alunos, pais e encarregados de educação acerca dos materiais requisitados, conteúdos programáticos e objectivos da disciplina e do blogue<br />Design do blogue que optimize a sua usabilidade – factores ergonómicos, princípios de percepção visual, clareza e legibilidade – numa tentativa de canalizar os alunos para a visualização e leitura de conteúdos, evitando a dispersão e permitindo que o próprio blogue seja um bom exemplo de aplicação dos princípios do design.<br />PODEROSO RECURSO PARA O DESENVOLVIMENTO DA LITERACIA DIGITAL E CIENTÍFICA:<br /> - pesquisa e selecção da informação em função de questões específicas<br /> - construção colaborativa de documentos<br /> - fomenta o desenvolvimento da escrita mais sintética (estilo de escrita para a WEB)<br /> - aumenta a capacidade para debater e contra-argumentar online (comentários de textos)<br /> - aumenta o pensamento crítico<br /> - melhora a capacidade para construir relações construtivas, estendendo a escola virtual<br />Blogs<br />Blogs enquanto espaço de construção de conhecimentos:<br />Farmer, ferdig e trammell: blogging numa perspectiva social construtivista da aprendizagem<br /><ul><li>A construção do conhecimento é facilitada pela interactividade congregacional e sistema de comentários dos Blogs, que estimula a tendência natural para a reflexão e análise por parte do aluno.
  58. 58. A contextualização da aprendizagem, através de hiperlinksenriquece a experiência da aprendizagem</li></ul>O’Donnell: blogging como parte de um conjunto de “práticas ciberculturais” que remetem para novas formas de fazer e pensar. Sugere a utilização do blogging numa perspectiva transversal do curriculum<br />Wrede: a inerente criatividade do blogging e o ambiente aberto ao desenvolvimento de tópicos permite aos estudantes dirigir a sua própria aprendizagem de modo que transcende o currídulo existente, desenvolvendo autonomia, criatividade e colaboração.<br />
  59. 59. Duas aulas de 45 minutos por semana -> grupos HETEROGÉNEOS de 4 elementos.<br />ETAPAS do PROJECTO:<br /><ul><li>No início foram ainda leccionadas aulas em que foram dadas indicações acerca de como usar a Internet como critério, objectivos e funcionamento da pesquisa a empreender, funcionamento do blogimportância da interajuda e partilha de conhecimentos para que todos possam ter sucesso.
  60. 60. Também foi feita uma breve introdução e contextualização da unidade didáctica… cada grupo optou por um conjunto de questões.
  61. 61. OBJECTIVO: construir um recurso partilhado pela comunidade = blog colectivo da turma.
  62. 62. Os alunos elaboravam postsrelativos às pesquisas em curso, comunicavam ideias, pediam ajuda
  63. 63. Oblogsustentou e potenciou a comunicação intergrupos, contribuindo para a partilha de informação e construção de conhecimentos.
  64. 64. Momentos diferentes – aulas de pesquisa intercaladas com aulas de paragem para discussão do ponto de situação e informação recolhida na Internet= CARACTER FORMATIVO E DE REFLEXÃO
  65. 65. Ao longo das sessões de pesquisa, a professora para além de monitorizar o blog, foi circulando pelos grupos questionando informalmente os grupos quanto às suas investigações, no sentido de apurar, orientar e/ou aprofundar os seus entendimentos acerca dos assuntos em estudo e de melhorar a qualidade das entradas no blog.
  66. 66. De início: dificuldade em encontrar informação, organizar o trabalho, post pouco criteriosos, pouca qualidade, pouco tratamento e compreensão da informação encontrada, poucos comentários</li></ul> Professora, para ajudar, optou por enviar informação por email, orientar com links específicos e úteis – guião de orientação na edição<br /><ul><li>Gradualmente: melhorou a qualidade dos posts, emergência do sentido de grupo, identificação com o tema de pesquisa, partilha de recursos facilitou a aprendizagem e estudo, cuidado na linguagem, qualidade dos textos, responsabilidade acrescida – alunos não viam a comunidade com isolada. Eles usaram o mundo à sua volta como recurso e tinham a noção de que podiam ser um recurso para outros que buscassem informações similares: ENVOLVIMENTO, IMAGINAÇÃO, ALINHAMENTO.
  67. 67. Estimulou o desenvolvimento de competências de escrita, questionamento e comentários de informação: partilha social, intelectual</li></ul>Blogs<br />
  68. 68. VANTAGENS: POSSIBLIDADE DE PARTILHAR QUER A NÍVEL SOCIAL, QUER INTERLECTUAL ATRAVÉS DA COMUNICAÇÃO COM O FOCO DE APRENDER<br />DESVANTAGENS:NÃO ESTAREM EM CONTACTO DIRECTO E CREDIBILIDADE DA INFORMAÇÃO <br />ASPECTOS CARACTERÍSTICOS DE UMA COMUNIDADE DE APRENDIZAGEM:<br />Relações interpessoais sustentadas, de harmonia ou de conflito<br />Rápido fluxo de informação e propagação da inovação (contributos continuos)<br />Modos partilhados de fazer coisas<br />Desenvolvimento de ferramentas específicas<br />SÍNTESE<br />Importância do Contexto – dificuldades (ou não) de ordem técnica<br />O blog como elemento agregador da comunidade (espaço de aprendizagem e desenvolvimento da comunidade)<br />Este tipo de abordagem é facilitadora e potenciadora da aprendizagem<br />A elaboração de sínteses e comentários para publicação a partir de texto seleccionado -> mobiliza competências bastante sufisticadas<br />Os alunos construíram o seu próprio elemento de estudo e estruturaram-no de forma inteligível e compreensível para todos = muito tempo<br />Fundamental o acompanhamento regular por parte do professor e discussão em turma acerca da informação recolhida e publicada<br />O blog funcionou como espaço identitário da turma porque foi produto de um esforço conjunto e solidário para aprender ciência.<br />O blog foi a face visível do sentido de identidade (identificação do blog com um símbolo e um nome, que exprimisse a sua identidade enquanto alunos participante neste “projecto”.<br />Crescente cuidado na qualidade dos posts-> alunos sentiam-se responsáveis pela sua aprendizagem e pela dos pares, reconhecendo-se como interdependentes e enquanto recursos importantes uns para os outros.<br />RESULTADOS:<br />Reconhecimento de um propósito comum (aprender)<br />Melhoria e sustentabilidade das relações interpessoais<br />Rápido fluxo de informação<br />Modos partilhados de fazer coisas juntos<br />Bom conhecimento mútuo entre os alunos e construção de ferramentas específica da comunidade.<br />AQUISIÇÃO DE LITERACIA CIENTÍFICA: pesquisa e selecção de informação em função de questões específica; comunicação escrita e oral; discussão de ideias e factos científicos, colaboração e participação competente em empreendimentos valorizados socialmente.<br />Blogs<br />
  69. 69.
  70. 70. Plataformas de Gestão de Aprendizagens(Plataforma Moodle)<br />Factores facilitadores da utilização das plataformas:<br />FERRAMENTA:<br /><ul><li>Acessibilidade em qualquer lugar em qualquer hora
  71. 71. Facilidade de utilização
  72. 72. Rapidez de distribuição, acesso e alteração de informação e conteúdos
  73. 73. Facilidade de organização e armazenamento de recursos e conteúdos
  74. 74. Variedade de funcionalidades/ferramentas
  75. 75. Redução do consumo do papele consumíveis
  76. 76. Segurança, estabilidade e possibilidade de desenvolvimento da plataforma
  77. 77. Sem custos associados
  78. 78. Meio facilitador de disponibilização e partilha de informação e conteúdos:
  79. 79. Disponibilização de conteúdos, materiais, documentos, actividades
  80. 80. Partilha de informação, conhecimentos e interesses
  81. 81. Organização e centralização de documentos e informação
  82. 82. Divulgação de Actividades e projectos
  83. 83. Facilitador de Comunicação e interacção entre utilizadores:
  84. 84. Possibilidade de interacção/comunicação entre alunos e professores
  85. 85. Possibilidade de comunicação entre professores
  86. 86. Facilidade/agilidade da comunicação interna
  87. 87. Oportunidade para o desenvolvimento de trabalho colaborativo entre profs</li></ul>UTILIZADORES<br />Âmbito profissional<br /><ul><li>Formação formal no Moodle e desenvolvimento de competências nas TIC
  88. 88. Iniciativas de formação interna
  89. 89. Domínio das TIC por parte de alguns docentes</li></ul>Âmbito Pessoal<br /><ul><li>Motivação, interesse e conhecimento das TIC pelos alunos
  90. 90. Motivação , disponibilidade e interesse dos professores pelas TIC
  91. 91. Curiosidade, espírito inovado e criativo de professores e alunos
  92. 92. Necessidade de aprendizagem e de actualização dos professores</li></ul>PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM<br /><ul><li>Maior individualização no apoio aos alunos
  93. 93. Estímulo e motivação e gosto dos alunos pela aprendizagem
  94. 94. Desenvolvimento de novas estratégias e metodologias de ensino
  95. 95. Aumento da eficácia no processo de ensino e sucesso escolar
  96. 96. Estímulo à proximidade/interacção com alunos fora do horário escolar</li></ul>ESCOLAS<br />Âmbito Organizacional<br /><ul><li>Apoio e disponibilidade do coordenador das TIC
  97. 97. Apoio técnico à escola e professores
  98. 98. Desenvolvimento de iniciativas de divulgação da plataforma
  99. 99. Apoio, envolvimento e utilização por parte dos órgãos de gestão
  100. 100. Apoio dos professores do grupo de informática
  101. 101. Adesão a iniciativas e desenvolvimento de projectos inovadores</li></ul>Âmbito Técnico-Administrativo<br /><ul><li>Acesso à rede Internet (wireless) em toda a escola
  102. 102. Acesso e disponibilização de equipas TIC no espaço escolar
  103. 103. Acesso a servidores da escola (por alojamento em servidor pago)</li></ul>ESTRUTURAIS<br /><ul><li>Iniciativa Escola, Professores e Computadores Portáteis
  104. 104. Plano Tecnológico para o Ensino
  105. 105. Apoio dos Centros de Competência CRIE</li></li></ul><li>Plataformas de Gestão de Aprendizagens(Plataforma Moodle)<br />Três planos a considerar em termos de mudanças:<br />TRANSFER: que corresponde à mera transferência das abordagens convencionais para um ambiente de trabalho com tecnologia<br />TRANSFORM: envolve a redefinição das abordagens convencionais em função dos ambientes de trabalho com tecnologia<br />TRANSCEND: consegue romper com as abordagens convencionais fazendo emergir novos paradigmas de ensino e aprendizagem<br />Modelo de aprendizagem proposto por REID contempla 5 fases:<br />Envolvimento (ponto de partida - partilha de experiências e expectativas e se familiarizam – professor conduz o processo)<br />Exploração (pensar alto, colaborar, não ter medo de errar, professor reduz a sua intervenção – papel de observador)<br />Transformação/Produção (actividade definidas pelo professor: clarificação, ordenação, reorganização, (re) elaboração da informação para produzir algo)<br />Apresentação (grupos apresentam os resultados do seu trabalho perante um público real, interessado e crítico -> explicar)<br />Reflexão (fundamental no processo de aprendizagem: olhar para trás: o que aprenderam e como aprenderam – ganhar uma compreensão mais profunda não só do que apreenderam mas sobretudo de todo o processo em que estão envolvidos)<br />De acordo com os princípios socioconstrutivistas em que se fundamenta (Dougiamas, 2002), o Moodle integra características e funcionalidades que suportam e promovem o trabalho colaborativo. <br />Valência inter-disciplinar, gestão do tempo, ligação explicita ao contexto curricular, colaboração, mediação colaborativa<br />Os alunos aprendem melhor se a sua vontade de aprender for despertada e que a participação activa no processo de aprendizagem é fundamental:<br />Ferramentas de colaboração integradas no Moodle: <br />Fórum: Facilita a dinâmica de grupo favorável a uma integração dos intervenientes; promoção de hábitos de trabalho abertos e expostos, autocrítica, elemento transversal nos processos de interacção nas diversas fases do processo<br />Chat: motivadora, Pinto (2002) potencialidade enquanto recurso de transferência de aprendizagens – poucas possibilidades em contexto de sala de aula – utilizam-no com outros com conversas com amigos<br />Wiki: valioso instrumento de trabalho para a dinamização de grupos e comunidades de aprendizagem que envolvam actividades de grupo – projectos, aprendizagens baseada em problema, simulação de papeis, tomadas de decisao<br />
  106. 106. Plataformas de Gestão de Aprendizagens(Plataforma Moodle)<br />ESCOLA<br /><ul><li>Falta de computadores e outros equipamentos
  107. 107. Reduzida velocidade e instabilidade da Internet
  108. 108. Insuficiente cobertura wireless
  109. 109. Equipamentos e software desactualizados
  110. 110. Recente utilização da plataforma
  111. 111. Falta de recursos humanos para o apoio técnico
  112. 112. Equipamentos e salas TIC não disponíveis para utilização livre</li></ul>ESTRUTURAIS<br /><ul><li>Sobrecarga de tarefas, solicitações e cargos a desempenhar pelos professores
  113. 113. Alteração no trabalho escolar decorrente da introdução do novo estatuto da carreira docente</li></ul>ESTRUTURAIS<br /><ul><li>Alunos sem computadores e/ou Internet em casa</li></ul>Factores LIMITATIVOS da utilização das plataformas:<br />FERRAMENTA<br /><ul><li>Lentidão de acesso
  114. 114. Limitações no upload de ficheiros e de espaço disponível nos servidores da plataforma
  115. 115. Existência de poucos conteúdos pré concebidos e de exemplos de boas práticas
  116. 116. Dificuldades ao nível da administração da plataforma
  117. 117. Dificuldades na gestão da plataforma e edição das disciplinas
  118. 118. Falas e instabilidade da plataforma</li></ul>UTILIZADORES<br />Âmbito Pessoal<br /><ul><li>Professores pouco receptivos/motivados/interessados
  119. 119. Resistência/conservadorismo dos professores
  120. 120. Pouca confiança dos professores nas TIC</li></ul>Âmbito Profissional<br /><ul><li>Falta de formação dos professores para utilizar a plataforma
  121. 121. Défice de competências básicas em TIC por parte dos professores
  122. 122. Falta de conhecimentos das potencialidades da plataforma
  123. 123. Dificuldades em utilizar as TIC em sala de aula de forma inovadora
  124. 124. Pouca autonomia dos alunos no pré-escolar e 1º ciclo</li></ul>Necessidades sentidas no âmbito da utilização das plataformas de gestão de aprendizagens<br />FERRAMENTA<br /><ul><li>Maior espaço para a plataforma e upload de ficheiros
  125. 125. Maior rapidez e estabilidade no acesso à plataforma
  126. 126. Boas práticas de utilização da plataforma</li></ul>UTILIZADORES<br /><ul><li>Formação em utilização de plataformas
  127. 127. Maior interesse, motivação e adesão dos professores
  128. 128. Maior disponibilidade de tempo dos professores para formação e auto-exploração
  129. 129. Formação mais virada para a aquisição de estratégias inov. de ensino e para o desenvolv. de conteúdos digitais
  130. 130. Mais formação do pessoal não docente</li></ul>ESCOLAS<br /><ul><li>Disponibilizar mais equipamento e computadores
  131. 131. Rede internet Wireless com maior largura de banda, estável e disponível em todas as salas
  132. 132. Maior reconhecimento em crédito horário para os profs. ao nível da gestão e organização + horas para des. recursos
  133. 133. Divulgação, sensibilização e promoção do uso da plataforma
  134. 134. Maior apoio técnico para manutenção </li></li></ul><li>Plataformas de Gestão de Aprendizagens(Plataforma Moodle)<br />VANTAGENS<br /><ul><li>Promover uma maior interacção entre o professor e o aluno
  135. 135. Organizar e partilhar os recurso produzidos por professores e alunos
  136. 136. Promover a partilha e difusão de informação
  137. 137. Desenvolver as competências em TIC
  138. 138. Aumentar a adesão/participação dos alunos às TIC
  139. 139. Desenvolver competências dos professores na utilização das TIC
  140. 140. Estimular a atenção e interesse dos professores relativamente à exploração educativa das TIC
  141. 141. O uso de uma única plataforma na comunidade de uma escola evita e combate a dispersão de informação e a multiplicação de espaços on-line, para comunicação e trabalho entre os seus elementos
  142. 142. As plataformas ajudam a aumentar/fomentar a atenção e interesse dos alunos pelos conteúdos escolares
  143. 143. Promovem a partilha e difusão de informação
  144. 144. Aumentam a fraca adesão dos professores às novas TIC</li></ul>DESVANTAGENS<br /><ul><li>Aumento do desconforto dos professores em interagir com as TIC
  145. 145. Sobrecarregar o trabalho dos professores</li></ul>EXIGE A ADOPÇÃO DE NOVAS PRÁTICAS DE TRABALHO E HÁBITOS E APRENDIZAGEM EM AMBIENTE VIRTUAL -> NECESSÁRIO CRIAÇÃO DE CONDIÇÕES QUE FACILITAM A SUA ADOPÇÃO<br />MOODLE: SOFTWARE LIVRE, GRATUITO E DE CÓDIGO ABERTO = DESENVOLVIMENTO DE NOVOS MÓDULOS QUE CONTEMPLEM FUNCIONALIDADES QUE SE CONSIDEREM NECESSÁRIAS INTEGRAR NUMA PLATAFORMA DE GESTAO DE APRENDIZAGENS EM CONTEXTO ESCOLAR<br />NECESÁRIO ESTIMULAR O DESENVOLVIMENTO DE ACTIVIDADES, INICIATIVAS, COM VISTA A REFORÇAR A INTEGRAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE TODOS OS ELMENTOS DA ESCOLA – DESENVOLVIMENTO DE ESTRATÉGIAS DE ACTUAÇÃO CONCERTADAS E INTENCIONAIS PELOS ORGÃO DE GESTÃO<br />DEVE SER ESTIMULADA A INTEGRAÇÃO DE PROFESSORES E ALUNOS NOS ESPAÇOS DIGITAIS (PLATAFORMAS), INSCRIÇÃO E POSTERIOR INTEGRAÇÃO COM O DESENVOLVIMENTO DE ACTIVIDADES<br />DEVE SER EFECTUADA FORMAÇÃO QUE AJUDE OS PROFESSORES A ULTRAPASSAREM O DESCONFORTO QUE SENTEM AO UTILIZAR A FERRAMENTA E USO DE NOVAS TECNOLOGIAS E INTERNET<br />CRIAÇÃO DE GRUPOS DE TRABALHO DE ACORDO COM AS VÁRIAS ÁREAS CURRICULARES : ORGANIZAÇÃO, ELABORAÇÃO, PARTILHA E EXPLORAÇÃO DE RECURSOS E ACTIVIDADES<br />CRIAÇÃO DE ESPAÇOS DE TRABALHO E INTERACÇÃO PARA APOIO AO TRABALHO COLABORATIVO E COOPERATIVO ENTRE ALUNOS – SUPORTE A ACTIVIDADES <br />FOMENTAR A COMUNICAÇÃO, INTERACÇÃO, DINAMISMO E COLABORAÇÃO – ALUNOS, PROFESSORES, E OUTROS ACTORES EDUCATIVOS<br />
  146. 146. Teorias da aprendizagem associadas ás TIC<br />Teoria Comportamental + Teoria Construtivista + Teoria Humanista<br />Aprendizagem colaborativa<br /><ul><li>Potenciar a integração da tecnologia ao serviço da aprendizagem em alguns domínios curriculares
  147. 147. Desenvolver nos alunos competências transversais baseadas na colaboração
  148. 148. Permitir que o currículo se (re) construa de forma mais interdisciplinar e integrada
  149. 149. Efeitos positivos ao nível da interacção social e da colaboração que estimulando a actividade, tornam a aprendizagem mais realista e aumentam a motivação
  150. 150. Permitir aos alunos aprender melhor – mas para isso é necessário despertar a vontade de aprender e participar activamente no processo de aprendizagem
  151. 151. Obriga ao professor um trabalho amplo de articulação, partilha e orientação, controlo regular dos desempenhos individuais dos diversos elementos do grupo, afim de integrar e contextualizar os desempenhos parcelares de cada um e corrigir desvios de aprendizagem</li></ul>Aprendizagem Tradicional VS Aprendizagem COLABORATIVA<br />Sala de aula vs Ambiente de aprendizagem<br />Professor autoridade vs Professor orientador<br />Centrado no professor vs Centrado no aluno<br />Aluno “algo a encher”vs Aluno “lâmpada a iluminar”<br />Aprendizagem individual vsAprendizagem em grupo<br />Memorização vsTransformação<br />Aprendizagem Construtivista<br /><ul><li>A aprendizagem é uma constante procura dos significados das coisas. A aprendizagem deve pois começar pelos acontecimentos nos alunos que estão envolvidos e cujo significado procuram construir
  152. 152. A construção de significado requer não só a compreensão da “globalidade” como das “partes” que a constituem. As partes devem ser compreendidas como integradas no “contexto” da “globalidade”. O processo de aprendizagem deve portanto centrar-se nos “conceitos primários” e não nos “factos isolados”
  153. 153. Para se poder ensinar é necessário conhecer os modelos mentais que os alunos utilizam na compreensão do mundo que os rodeia e os pressupostos que suportam esses modelos.
  154. 154. Aprender é construir o seu próprio significado e não o encontrar nas respostas dadas por alguém
  155. 155. Tecnologias não apresentam uma forma única ou padronizada de promover um processo cognitivo, um software educacional, um computador e a internet não conseguem por si só fomentar o desenvolvimento – deve ser encarado como MEIO FACILITADOR a aquisição interessante e eficiente destas formas de conhecimento</li>

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